CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Deputada perde perna após ser atropelada de propósito na Austrália.

Helen Haines, de 65 anos, permanece internada em estado crítico após ser atropelada na cidade de Wangaratta. Um homem de 43 anos foi preso, suspeito de provocar o atropelamento intencionalmente. 

O governo australiano investiga a motivação do ataque, que também mobilizou autoridades de contraterrorismo.Adeputada federal australiana Helen Haines, de 65 anos, teve uma das pernas amputadas após ser atropelada por um motorista que teria agido intencionalmente. O ataque aconteceu na segunda-feira (19), em Wangaratta, no estado de Victoria, no sudeste da Austrália.A parlamentar independente foi socorrida e transportada de helicóptero para o Hospital Alfred, em Melbourne, onde permanece internada em estado crítico. Segundo informações divulgadas pela emissora pública australiana ABC, Haines precisou passar por uma cirurgia de emergência, durante a qual uma de suas pernas foi amputada. O suspeito, um homem de 43 anos, foi preso pela polícia de Victoria. As autoridades acreditam que o atropelamento tenha sido deliberado, mas ainda investigam as circunstâncias e a motivação do ataque. Motorista teria atropelado deputada duas vezes O ministro do Interior da Austrália, Tony Burke, revelou detalhes do episódio com base nos depoimentos de testemunhas. Segundo ele, o motorista realizou uma manobra com o veículo e prensou a deputada contra o próprio carro. Em seguida, engatou a marcha à ré e voltou a atropelá-la. Uma testemunha identificada pela imprensa australiana como Ricky Jefferies conseguiu intervir, retirando o suspeito do automóvel e mantendo-o contido até a chegada dos policiais. Durante a abordagem, os agentes encontraram e apreenderam uma faca que estava com o homem.O suspeito mora em Tarrawingee, uma pequena comunidade rural próxima a Wangaratta. Suspeito teve ligação com grupo ambientalista De acordo com a ABC, o homem detido participou anteriormente de um movimento ambientalista contrário ao corte de árvores na região. Ele teria sido integrante ativo do grupo Save Our Strathbogie Forest, cujo nome significa "Salvemos a Floresta de Strathbogie". A organização atua contra a exploração madeireira em áreas de florestas nativas australianas. Entretanto, segundo as informações divulgadas, o suspeito não mantinha contato com o grupo desde a pandemia de Covid-19. Até o momento, a polícia não estabeleceu qualquer relação entre a antiga participação do homem no movimento ambientalista e o ataque contra a deputada. Quem é Helen Haines? Helen Haines é deputada federal independente desde 2019 e representa a região de Indi, no estado de Victoria. Ao longo de sua atuação parlamentar, tem defendido melhorias nos serviços de saúde das comunidades regionais, ampliação do acesso à moradia, políticas de combate às mudanças climáticas e maior transparência nas instituições públicas. Em 2022, a deputada também defendeu no Parlamento australiano a eliminação gradual da exploração madeireira em florestas nativas, com a transição para uma indústria baseada em plantações comerciais de árvores. Apesar desse posicionamento, as autoridades não confirmaram se o ataque tem alguma relação com sua atuação política ou com questões ambientais. Governo australiano mobiliza equipe de contraterrorismo O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, confirmou que a equipe nacional de contraterrorismo participa da investigação. O grupo reúne representantes das forças policiais e de agências de inteligência australianas. "Não foi um acidente. Ao que tudo indica, tratou-se de um ato deliberado. Ainda não sabemos qual foi a motivação", declarou Albanese à emissora ABC. A participação das autoridades de contraterrorismo não significa, necessariamente, que o episódio já tenha sido classificado como um atentado terrorista. A investigação busca esclarecer se o ataque foi motivado por questões pessoais, políticas ou por outros fatores. Ameaças contra políticos preocupam autoridades O atropelamento reacendeu o debate sobre a segurança dos representantes políticos na Austrália, país onde parlamentares tradicionalmente mantêm contato próximo com a população e frequentemente circulam sem equipes de proteção. Nos últimos anos, entretanto, as autoridades têm registrado um aumento nas ameaças dirigidas a políticos e integrantes do governo. Em 2025, a comissária da Polícia Federal Australiana, Krissy Barrett, afirmou que o número de ameaças contra parlamentares havia dobrado em um período de três anos. Segundo dados policiais mencionados pelo ministro Tony Burke, foram registradas mais de mil ameaças contra políticos australianos durante o ano fiscal de 2025-2026.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Morre aos 34 anos modelo que viveu suposto romance com Justin Bieber.

A australiana Sahara Ray morreu em um hospital, cercada por familiares, apenas nove meses depois de se tornar mãe. Conhecida pela carreira de modelo e por ter sido apontada como affair de Justin Bieber, ela enfrentava problemas de saúde desde 2024. A causa da morte ainda não foi confirmada.

A modelo e influenciadora australiana Sahara Ray morreu no domingo (18), aos 34 anos. A informação foi confirmada pela família ao site norte-americano TMZ nesta segunda-feira (19). Ela estava internada em um hospital, mas as circunstâncias da morte não foram esclarecidas."Ela morreu na noite passada, cercada pela família no hospital. Era muito amada", disseram os familiares ao veículo. Sahara ficou conhecida internacionalmente em 2016, quando foi fotografada ao lado do cantor Justin Bieber durante uma viagem ao Havaí, nos Estados Unidos. Na época, os dois foram apontados como um possível casal, embora o relacionamento não tenha sido oficialmente confirmado. A australiana também foi associada romanticamente ao cantor Cody Simpson, com quem teria vivido um relacionamento antes de ganhar notoriedade ao lado de Bieber. Modelo havia se tornado mãe há apenas nove meses Sahara Ray teve sua primeira filha, Snow, em janeiro de 2026. A menina nasceu apenas nove meses antes da morte da influenciadora. Nas redes sociais, onde reunia centenas de milhares de seguidores, a modelo costumava compartilhar momentos da maternidade e declarações de amor à filha. Em uma das publicações, descreveu a menina como "meu coração inteiro". Em outra homenagem, feita no Dia das Mães, escreveu: "Você é luz e o amor da minha vida, bebê. Obrigada por existir"Além de trabalhar como modelo, Sahara era empresária e havia criado sua própria marca de moda praia, a Sahara Ray Swim. Filha do surfista australiano Tony Ray, ela passou parte da infância entre a Austrália, a Califórnia e o Havaí, acompanhando o pai em viagens relacionadas ao surfe. Sahara Ray enfrentava doença neurológica desde 2024 Em 2024, a modelo revelou que havia sido diagnosticada com a síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune rara que afeta os nervos periféricos e pode provocar fraqueza muscular e paralisia. Os problemas de saúde surgiram após um grave acidente de trânsito, no qual Sahara foi atingida por um motorista que, segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, estaria embriagado. Depois do acidente, a influenciadora começou a apresentar sintomas neurológicos, incluindo dormência, formigamento e perda progressiva da força muscular. O quadro chegou a comprometer seus movimentos, obrigando-a a utilizar cadeira de rodas e andador durante parte da recuperação. Sahara também relatou publicamente as dificuldades físicas e emocionais enfrentadas durante o tratamento. A síndrome de Guillain-Barré ocorre quando o sistema imunológico ataca estruturas do sistema nervoso periférico. A maioria dos pacientes apresenta recuperação significativa, mas alguns podem desenvolver sequelas prolongadas e, em situações graves, complicações potencialmente fatais. Apesar do histórico médico da modelo, não há confirmação de que a doença tenha provocado sua morte.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto pune fraude por desconto indevido em folha de pagamento.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 3312/26 tipifica como crime a fraude mediante desconto indevido em folhas de pagamento, benefícios previdenciários ou assistenciais, pensões e proventos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Pelo texto, a pena para quem obtiver vantagem ilícita por meio da inserção, autorização ou cobrança de desconto não autorizado no salário ou em benefício da vítima será de reclusão de quatro a oito anos, além de multa. A punição poderá ser aumentada de um terço ao dobro se o crime for cometido com o uso de pessoas jurídicas, sindicatos, associações ou plataformas digitais com o objetivo de dar aparência de legalidade à cobrança. Proteção à renda A proposta altera o Código Penal, a Lei de Combate ao Crime Organizado e a Lei de Lavagem de Dinheiro para endurecer as punições contra a prática. Na justificativa, o autor do projeto, deputado Fred Linhares (Republicanos-DF), disse que os descontos indevidos em folha, por serem mensais, automatizados e, em geral, de baixo valor unitário, dificultam a percepção imediata pela vítima. “Aquele que ataca o salário, a aposentadoria, a pensão ou o benefício de uma pessoa não pratica apenas uma fraude patrimonial comum. Lesa a dignidade da vítima, a capacidade de pagar as despesas básicas”, afirmou o parlamentar. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será votado pelo Plenário. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


Deputada perde perna após ser atropelada de propósito na Austrália.

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