CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Mãe presa por manter filho acorrentado não mostrou arrependimento.

Mulher de 63 anos foi detida em Rio Verde, Goiás, após denúncia de abandono e violência extrema. Filho de 46 anos vivia amarrado, sem alimentação adequada e em condições severas de falta de higiene. Delegada afirma que suspeita aguardava a morte do rapaz.

Uma mulher de 63 anos foi presa em flagrante na cidade de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, acusada de manter o próprio filho, um homem de 46 anos, acorrentado e submetido a condições desumanas dentro de casa. Segundo a delegada Fernanda Simão, responsável pelo caso, a suspeita não esboçou qualquer remorso durante a prisão."Ela fez tudo por maldade. Ela realmente não ama esse filho e estava esperando ele morrer mesmo", afirmou a delegada. A situação veio à tona na última sexta-feira, 15, quando a Central de Flagrantes de Rio Verde recebeu uma denúncia encaminhada pela Secretaria Municipal de Assistência Social relatando possível abandono e violência doméstica extrema no imóvel. Ao chegarem ao local, policiais e assistentes sociais se depararam com a vítima presa pelos braços e pernas, com marcas evidentes de contenção prolongada nos punhos e tornozelos, em estado de extrema debilidade física e grave descuido com a higiene. De acordo com as investigações, o homem, que sofreu um AVC e possui sérias limitações de mobilidade, vivia acorrentado mesmo durante os períodos em que ficava sozinho na residência. Ele estava na casa da mãe desde Dezembro de 2025. A suspeita alegou que as amarras eram necessárias porque o filho ficava agitado, caía da cama e chegava a ingerir as próprias fezes. A delegada, porém, refutou a justificativa: "Os policiais e a própria assistência social constataram que ele estava numa situação em que não seria capaz de cair da cama, porque tem muita dificuldade de movimentação." Testemunhas ouvidas no local relataram que a vítima ficava dias sem se alimentar, dormia em uma área externa improvisada da residência, exposta ao frio, ao vento e à chuva, e passava longos períodos sem tomar banho. "Ele comia as fezes porque era privado de comida. Ela não o alimentava", descreveu a delegada.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.


Neto arranca pedaço da orelha da avó e diz à polícia que engoliu.

Homem foi preso após agredir a avó de 73 anos dentro de casa, em Goiás. Segundo a polícia, a vítima tinha marcas de mordidas pelo corpo e sofria violência física, psicológica e desvio da aposentadoria há anos.

Um homem foi preso em flagrante após agredir brutalmente a própria avó, de 73 anos, dentro da casa onde moravam em Anápolis, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, o suspeito arrancou parte da orelha da idosa com uma mordida e confessou ter engolido o pedaço durante o ataque.O caso aconteceu na última segunda-feira (18) e foi denunciado por vizinhos, que ouviram gritos e choros vindos da residência e procuraram a delegacia para pedir ajuda. De acordo com a investigação, o homem consumia bebida alcoólica quando a avó se levantou para beber água. Nesse momento, ele teria derrubado a idosa no chão e iniciado as agressões. Além do ferimento na orelha, a vítima apresentava marcas de mordidas nos ombros e nas costas. Segundo o delegado Manoel Vanderic, familiares relataram que os episódios de violência aconteciam há bastante tempo. O suspeito também é investigado por supostamente desviar a aposentadoria da avó e submetê-la a agressões físicas e psicológicas frequentes. No momento da prisão, o homem apresentava comportamento alterado. De acordo com o delegado, ele ria sem motivo aparente e falava frases desconexas, sendo necessário o uso de algemas para garantir a segurança da equipe policial. “Perguntamos onde estava o pedaço da orelha que ele arrancou, e ele confessou que havia engolido, sem demonstrar qualquer arrependimento”, afirmou Vanderic. O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal duplamente qualificada e injúria qualificada. A idosa recebeu atendimento médico após as agressões.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.

Imposto de Renda 2026: como será o pagamento do 1º lote de restituição?

Crédito será processado ao longo do dia conforme cada banco; idosos, pessoas com deficiência e professores têm prioridade no pagamento.

O dólar recua nesta quarta-feira (20), conforme negociações entre EUA e Irã aliviam a pressão sobre moedas de mercados emergentes, como o real.O pregão também é marcado pelo alívio no petróleo, que volta ao patamar abaixo de US$ 110 no pregão, após altas recentes. O recuo reduz a cautela de investidores e impulsiona a busca por ativos de risco ao redor do mundo, favorecendo a Bolsa.Por volta das 11h40, a moeda norte-americana caía 0,36%, cotada a R$ 5,022, em linha com o exterior. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,14%. No mesmo horário, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, subia 1,51%, a 176.926 pontos, revertendo a forte queda de 1,52% na véspera (19). O comportamento doméstico acompanha o exterior. Durante a manhã, o petróleo Brent, referência mundial, cedia 4,32%, a US$ 108,54 no contrato de Julho. Também no exterior, os índices de Wall Street e europeus subiam, com destaque para o EuroStoxx 50 (índice de referência da União Europeia), que avançava 1,60%, e Nasdaq, com alta de 0,98%, à espera do balanço da Nvidia. As incertezas no conflito continuam, mas sinais de avanço nas negociações reforçam o otimismo dos investidores. Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a parlamentares na Casa Branca que a guerra entre EUA e Irã "terminará muito rapidamente". No mesmo dia, o vice-presidente do país, J.D. Vance, afirmou que muito progresso foi feito nas conversas.O conflito no Oriente Médio tem causado o bloqueio do fluxo no estreito de Hormuz, via por onde passa cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás. A guerra pressiona as cotações da commodity e adiciona incertezas às cadeias globais de insumos, aumentando a preocupação com uma alta inflacionária no mundo. O cenário ainda alimenta dúvidas. Nesta quarta, em nota, a Guarda Revolucionária do país disse que "se a agressão contra o Irã for repetida, a guerra se estenderá para além da região". Na véspera, Trump afirmou que o Irã estaria "implorando" por um acordo para pôr fim ao conflito e que os Estados Unidos poderiam precisar atacar o país novamente, caso um acordo não seja firmado. Em entrevista à Folha, Esmaeil Baqaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, afirmou que o Irã está desenhando um protocolo para permitir a passagem de embarcações pelo estreito de Hormuz, mas navios dos Estados Unidos, de Israel e de países que apoiaram a guerra não poderão trafegar pela via marítima. Tanto no Brasil quanto no exterior, o conflito tem aparecido nos juros futuros. Conforme persiste e eleva as cotações do petróleo, a guerra tem reforçado as apostas de juros restritivos por mais tempo -o que pressiona a curva de juros.O cenário adverso pesou sobre as taxas DIs, que refletem a expectativa do mercado para a trajetória futura da Selic, na véspera. Neste pregão, contudo, o movimento tem se revertido com a queda do pétróleo e o otimismo global. A taxa do DI para Janeiro de 2035 encerrou o pregão de terça-feira a 14,356% (uma alta de 10 pontos-base). Nesta quarta, o ativo recua 8 pontos-base para 14.275%. Nos EUA, o rendimento do Treasury de 10 anos atingiu máxima de 16 meses de 4,687% na sessão anterior, mas recua para 4,651% nesta quarta. "O alívio nos rendimentos globais contribui para uma acomodação na curva de juros doméstica, enquanto o câmbio segue sensível ao comportamento do dólar no exterior", afirma a casa de investimentos Ágora em relatório. Internamente, investidores seguem atentos aos desdobramentos do caso que liga o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-banqueiro do Master, Daniel Vorcaro, atualmente preso. Na última semana, o site Intercept Brasil revelou que Flávio pediu dinheiro ao ex-banqueiro para financiar o filme "Dark Horse", com um aporte de R$ 61 milhões de Vorcaro. A Folha e o próprio Flávio confirmaram as mensagens -o senador negou ter recebido ou oferecido vantagens por conta disso.A Polícia Federal suspeita que recursos ligados a Vorcaro foram utilizados para financiar despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos -onde ele reside desde Fevereiro de 2025. Eduardo e Flávio negam. Na terça-feira, Flávio também revelou ter visitado Vorcaro depois da primeira prisão do ex-banqueiro, no fim de 2025. Em entrevista, o senador afirmou que procurou Vorcaro para colocar "um ponto final" no envolvimento entre os dois.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara pode votar programa para desenvolver indústria de fertilizantes.

Pauta desta quinta-feira também inclui propostas sobre seguro rural, transparência e combustíveis.

O Plenário da Câmara dos Deputados tem sessão marcada para esta quinta-feira (21), com oito propostas na pauta. Uma delas é o Projeto de Lei 699/23, do Senado, que cria o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert). A sessão está prevista para as 11 horas, após a sessão do Congresso Nacional. A proposta busca reduzir impostos para empresas que invistam na produção nacional de fertilizantes e de insumos utilizados no setor, bem como diminuir a dependência do Brasil de produtos importados. O relator, deputado Júnior Ferrari (PSD-PA), apresentou um substitutivo favorável à aprovação da medida. Outra proposta que pode ser votada é o Projeto de Lei 2951/24, do Senado, que altera normas do seguro rural. A proposta busca oferecer maior proteção ao produtor contra perdas decorrentes de clima, pragas, doenças e outros problemas na atividade agropecuária. O parecer do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) recomenda a aprovação do projeto na forma de um substitutivo. Ainda na área agropecuária, os deputados podem analisar o Projeto de Lei 5900/25, do deputado Pedro Lupion e outros 10 parlamentares, que torna obrigatória a análise prévia do Ministério da Agricultura e Pecuária para a edição de norma federal com impacto sobre espécies vegetais, animais, aquícolas, florestais ou organismos usados em atividades produtivas. O relator é o deputado Pezenti (MDB-SC). Também podem ser votados: PL 3240/25, do deputado Gustavo Gayer (PL-GO), que altera a Lei de Acesso à Informação e a Lei de Improbidade Administrativa para proibir sigilo sobre gastos da administração pública federal. O relator é o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). PL 2766/21, do deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), que limita as multas aplicáveis por infração ao consumidor à faixa de meio a 10 mil vezes o salário mínimo nacional. PLP 114/26, do deputado Paulo Pimenta (RS),PT- que vincula o aumento extraordinário da receita federal obtido com a arrecadação decorrente do aumento do preço do barril de petróleo exportado a medidas para estabilizar os preços dos combustíveis no país. PLP 139/26, do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), que reduz a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) paga por resseguradoras locais, que assumem parte dos riscos das seguradoras. PL 3801/04, que institui o Dia Nacional do Vinho no primeiro domingo de junho. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto prevê dedução no Imposto de Renda de gastos com home care.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1210/26 inclui os gastos com enfermeiros e cuidadores e com serviços de assistência e internação domiciliar entre as despesas dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei 9.250/95, que já permite deduzir despesas com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, hospitais, exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias. “O incentivo tributário à modalidade domiciliar não apenas respeita a capacidade contributiva do contribuinte como ajuda o sistema de saúde ao reduzir a pressão sobre leitos hospitalares”, disse Jonas Donizette (PSB-SP), autor do projeto de lei. Próximos passos O texto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI 1048/26

Projeto permite a dedução de gastos com vacinas obrigatórias no Imposto de Renda.

O Projeto de Lei 1048/26 inclui os gastos com vacinas obrigatórias registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entre as despesas dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 9.250/95, que já permite deduzir despesas com médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, hospitais, exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias. “Se gastos com saúde são dedutíveis, não há justificativa plausível para excluir aqueles com medicamentos e vacinas”, disse a deputada Caroline de Toni (PL-SC), autora da proposta, na justificativa que acompanha o texto. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão de Direitos Humanos aprova proposta de combate ao racismo científico.

 

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece medidas para enfrentar o racismo científico no Brasil. A proposta também cria o Dia Nacional Jacinta Maria de Santana de Enfrentamento ao Racismo Científico, a ser celebrado anualmente em 26 de Novembro. O texto aprovado foi a versão (substitutivo) apresentada pelo relator, deputado Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), ao Projeto de Lei 3292/23. A nova redação descreve o racismo científico como a disseminação de estereótipos ou preconceitos raciais por profissionais especializados, ou por quem fale em nome de uma especialidade acadêmica, usando uma suposta fundamentação em evidências científicas. Pastor Henrique Vieira observou que a proposta trata de um tema pouco abordado na sociedade brasileira. “O racismo científico se constitui como prática discriminatória, revestida de pretensa validade científica, para perpetuar estereótipos raciais e violar a dignidade humana de pessoas e grupos historicamente marginalizados”, afirmou. Ajustes O novo texto faz ajustes técnicos na proposta original da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Enquanto o projeto inicial buscava obrigar órgãos de estados e municípios, o substitutivo traz a obrigatoriedade para os órgãos da administração pública federal. A mudança foi feita para evitar conflitos com a autonomia dos estados e municípios. O texto prevê, por outro lado, que a União poderá colaborar e incentivar esses entes a adotarem medidas semelhantes.“Além disso, propomos determinar que a União incentive os conselhos federais de fiscalização das profissões regulamentadas a estabelecerem normas de conduta profissional, procedimentos disciplinares, assim como outras ações específicas para coibir práticas caracterizadas como racismo científico”, acrescentou o relator. O substitutivo também deixa claro que a caracterização de racismo científico não impede que a pessoa responda criminalmente por racismo conforme a legislação já existente. Medidas Entre as medidas previstas na proposta aprovada, estão: campanhas de conscientização; incentivo à inclusão do tema em currículos de graduação e pós-graduação; e criação de espaços para preservar a memória de violações de direitos. O texto também estabelece que o governo federal deverá elaborar um relatório a cada dois anos para avaliar como a lei está sendo cumprida. Dia nacional A data escolhida homenageia Jacinta Maria de Santana, uma mulher negra, morta em 26 de Novembro de 1900, cujo corpo foi embalsamado e exposto como objeto de estudo na Faculdade de Direito de São Paulo por três décadas, no início do século 20. O caso é citado como exemplo de violações cometidas sob o pretexto da ciência. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo ir diretamente para o Senado se for aprovado. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela presidência da República. Reportagem – Noéli Nobr Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETRIZES ORÇAMENTARIA 2026

 


Congresso inicia sessão para analisar vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026; acompanhe.

Começou há pouco a reunião do Congresso Nacional para a análise dos dispositivos 4, 5, 23 e 25 do Veto 51/25, referentes à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A proposta foi aprovada pelo Congresso no final do ano passado. Saiba como é feita a análise de vetos pelo Congresso Nacional O Poder Executivo rejeitou os dispositivos que autorizavam os municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes a celebrar convênios para receber recursos federais. Mesmo com os vetos, ainda há exceções que permitem que essas cidades recebam determinadas verbas da União. Ao todo, 44 dispositivos da LDO foram vetados sob as justificativas de inconstitucionalidade, contrariedade ao interesse público, contrariedade à Lei de Responsabilidade Fiscal e invasão de matéria reservada a lei complementar. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI 4689/25

Câmara aprova projeto que reconhece Jaguariúna como a Capital Country do Brasil.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4689/25, do deputado Mauricio Neves (PP-SP), que reconhece Jaguariúna (SP) como a Capital Country do Brasil. A proposta segue para o Senado. Segundo Neves, a história de Jaguariúna é marcada por sua conexão com o campo, com mais de 35 anos de rodeios no Jaguariúna Rodeo Festival, realizado em Setembro. "Com o Jaguariúna Rodeo Festival, a mistura dos grandes clássicos com os novos hits do sertanejo transformou o evento em um dos maiores do segmento. O festival foi um dos primeiros a combinar a emoção das competições de rodeio com shows de grandes artistas nacionais e até internacionais", disse. Os rodeios movimentam a economia regional em mais de R$ 50 milhões só no período da festa, segundo Neves, o que torna Jaguariúna o epicentro country da região metropolitana de Campinas. "Ser reconhecida nacionalmente como a 'Capital Country do Brasil' é, portanto, o registro legal de uma condição natural da comunidade", afirmou o autor. A relatora, deputada Simone Marquetto (MDB-SP), afirmou que Jaguariúna é historicamente ligada à cultura do interior, com forte tradição agrícola e pecuária, e que o rodeio é parte intrínseca dessa cultura. "O estilo country está presente no cotidiano dos moradores, na moda, na culinária e nos empreendimentos locais, e a cidade amplia seu potencial turístico com roteiros que valorizam a tradição rural e o estilo sertanejo moderno", declarou. Marquetto lembrou que a primeira edição do festival em Jaguariúna foi em 1989 e evoluiu para contemplar programação musical diversificada. "O evento promove a cultura e as tradições do interior do Brasil, preservando e celebrando o legado da cultura rural, e muitas gerações locais cresceram participando e apreciando o festival, tornando-o parte integrante da identidade da cidade." Reportagem – Tiago Miranda Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Ministro dos Portos diz que obra do túnel Santos-Guarujá deve começar em Janeiro de 2027.

Tomé Franca também falou sobre megaterminal de contêiner do Porto de Santos.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, atualizou o andamento de vários projetos de infraestrutura na Baixada Santista durante audiência na Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (20). Maior obra do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Túnel Santos-Guarujá tem investimentos federais de R$ 6 bilhões e será construído em parceria com o governo do estado de São Paulo. O leilão de concessão foi realizado em setembro do ano passado, e o ministro garantiu que não resta mais entrave jurídico ou financeiro para o início das obras em 2027 e para a operação a partir de 2030. “O aporte financeiro já foi realizado tanto pela autoridade portuária de Santos quanto pelo governo do estado. O leilão já aconteceu, o contrato já foi assinado e nós devemos ter o início dessa obra – que a gente está trabalhando para ser – no primeiro mês de 2027”, disse. A ligação entre Santos e Guarujá, atualmente feita por balsas ou por um trajeto de 40 quilômetros de estrada, será substituída por um túnel com apenas 900 metros de extensão e 18 metros de profundidade no estuário de Santos. A obra é considerada fundamental para a infraestrutura do Porto de Santos e para a mobilidade urbana na Baixada Santista, e beneficiará cerca de 720 mil moradores da região. Está previsto um pedágio de R$ 6,15, que será cobrado a partir do sexto ano de operação comercial. Haverá gratuidade total para a travessia de pedestres e ciclistas na galeria central do túnel, que terá três faixas para veículos em cada sentido, com adaptação garantida para a futura passagem de veículos leves sobre trilhos (VLTs). A deputada Rosana Valle (PL-SP) justificou a realização da audiência na Câmara sobre o tema. “A população está cética. Será que vai sair dessa vez? Porque nós vemos muitas festas políticas de inauguração de obra que ainda nem começou. Então, é uma preocupação bastante válida, porque é uma reivindicação de mais de 100 anos da população”, pontuou. Terminal de contêiner A deputada também questionou o ministro sobre as pendências em torno do leilão de concessão para o futuro Tecon 10, o megaterminal de contêineres do Porto de Santos, com previsão de investimentos de R$ 6 bilhões. Tomé Franca ressaltou a magnitude da obra, que vai aumentar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres no porto, e garantiu que a modelagem da concessão está sendo discutida de forma técnica. “Esse processo de possibilidades de modelagem é natural diante da importância que esse investimento traz para o setor portuário. O meu maior desejo é que a gente possa publicar o edital ainda neste ano e realizar o leilão ainda neste ano”, afirmou. O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que regula o setor, Frederico Dias, admitiu que eventuais mudanças no modelo de licitação poderão levar o processo a uma nova análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A deputada Rosana Valle afirmou que um grupo de parlamentares da Comissão de Viação e Transportes vai acompanhar o andamento desses projetos, inclusive a viabilização do aeroporto civil do Guarujá. Reportagem – José Carlos Oliveira Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Debatedores divergem sobre medidas do governo para conter preços dos combustíveis.

Representantes das distribuidoras criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo.

Participantes de audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados divergiram sobre as medidas adotadas pelo governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis no Brasil. Durante o debate realizado nesta quarta-feira (20), representantes do setor criticaram o imposto sobre a exportação de petróleo criado pelo Executivo. Segundo eles, a alta do petróleo no mercado internacional já elevaria a arrecadação federal a um patamar superior aos R$ 40 bilhões previstos para custear subsídios ao diesel e à gasolina. Segundo cálculos do representante do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Claudio Fontes Nunes, caso o barril de petróleo permaneça em US$ 90 até o fim do ano, o governo arrecadará R$ 45 bilhões acima do previsto. A estimativa considera receitas obtidas com royalties e participações especiais. “O aumento da carga tributária para o setor é altamente injusto e desnecessário. Ele afasta novos investimentos”, afirmou Claudio Fontes Nunes. Segundo ele, a medida reduz a previsibilidade do mercado brasileiro e prejudica a competitividade do país na disputa internacional por investimentos no setor petrolífero. “Precisamos disputar esses investimentos com outras províncias petrolíferas mundiais e, para isso, precisamos ser um mercado previsível e confiável”, declarou. O representante do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), André Pereira Tokarski, discordou das críticas feitas pelo setor. Na avaliação dele, o imposto é necessário para regular a oferta de combustíveis no mercado interno. “São medidas regulatórias, e não arrecadatórias. A Constituição prevê esse tipo de imposto diante de um cenário internacional adverso e imprevisível”, afirmou.Medidas Com a alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio, o governo federal adotou medidas para reduzir o impacto dos reajustes ao consumidor. Segundo o diretor do Ministério de Minas e Energia, Edie Andreeto Junior, entre as principais ações estão o subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel e a redução a zero das alíquotas de [[g PIS]]/[[g Cofins]] sobre combustíveis. Além disso, o governo subsidia o gás de cozinha e criou uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para empresas aéreas. Segundo Edie Andreeto Junior, os reajustes dos combustíveis no Brasil ficaram abaixo dos registrados em outros países afetados pela guerra. De acordo com ele, o diesel acumulou alta de 17,7% desde o início do conflito, enquanto a gasolina subiu 5,9%. Em outros países, segundo o representante do ministério, o diesel teria registrado alta de 48%, e a gasolina, de 44%. Reportagem – Maria Neves Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputados aprovam projeto que torna crime aumento abusivo de preços de combustíveis.

Pena será aplicada a quem aumentar, de forma artificial e sem justa causa, o preço dos combustíveis com o objetivo de obter vantagem econômica indevida.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um crime específico contra as relações de consumo pelo aumento abusivo de preços de combustíveis. A matéria será enviada ao Senado. De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 1625/26 foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), e estipula pena de detenção de 2 a 4 anos e multa para quem aumentar, de forma artificial e sem justa causa, o preço dos combustíveis com o objetivo de obter vantagem econômica indevida. Solano retirou do texto a faixa de aplicação da multa, que variava de 1/30 a 5 vezes o salário mínimo (atualmente em R$ 1621,00). O projeto considera sem justa causa o aumento que esteja dissociado de fundamentos econômicos verificáveis, especialmente de custos de produção, distribuição, importação, reposição, comercialização, logísticos, tributários e regulatórios. Além disso, a justa causa deve resultar de conduta considerada anticoncorrencial pela Lei de Defesa da Concorrência. Essa prática é considerada infração da ordem econômica, independentemente de culpa e envolve atos que produzam os seguintes efeitos, mesmo se não alcançados: - limitar, falsear ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência ou a livre iniciativa; - dominar mercado relevante de bens ou serviços; - aumentar arbitrariamente os lucros; e - exercer de forma abusiva posição dominante Para apurar o delito criado pelo projeto, o Ministério Público deverá firmar acordos de cooperação com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a fim de compartilhar subsídios técnicos especializados na aferição dos elementos caracterizadores dessa prática de infração à ordem econômica. Agravantes As penas serão aumentadas de 1/3 até a metade se a conduta ocorrer em contexto de calamidade pública, crise de abastecimento Outro motivo de aumento da pena é a prática da infração por agente econômico que detenha posição dominante no mercado. Essa posição dominante é definida pela Lei 12.529/11, que institui o sistema brasileiro de defesa da concorrência. Essa lei diz que será presumida a posição dominante sempre que uma empresa ou grupo de empresas for capaz de alterar unilateral ou coordenadamente as condições de mercado ou quando controlar 20% ou mais do mercado relevante. O percentual pode ser alterado pelo Cade para setores específicos da economia. Na última versão do relatório que foi a voto, o relator retirou do texto agravante para o caso de prática de aumento considerado abusivo devido a instabilidade relevante do mercado fornecedor. Esse seria o caso, por exemplo, da provocada recentemente pela crise advinda com a guerra no Golfo Pérsico entre Estados Unidos, Israel e Irã. Efeito difuso Para o governo, a prática de aumento abusivo de preços “apresenta elevado potencial de dano social, com efeitos por toda a cadeia produtiva ao influenciar custos de transporte, alimentos e serviços, produzindo impactos inflacionários que atingem de maneira mais intensa as camadas socialmente mais vulneráveis”. Para o relator, deputado Merlong Solano, a proposta é oportuna e relevante diante do contexto econômico recente, marcado por significativa volatilidade nos preços dos combustíveis. "A escalada dos preços no mercado internacional de petróleo, intensificada pela instabilidade geopolítica decorrente da guerra no Oriente Médio, tem provocado distorções na cadeia global de abastecimento e pressionado os preços internos", disse. A guerra no Irã, iniciada no final de fevereiro, por Estados Unidos e Israel fez com que o Irã aumentasse o controle sobre o Estreito de Ormuz, região por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo. Localizado entre o Irã e Omã, conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, sendo vital para o transporte de energia da Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Solano disse que, apesar dos diferentes esforços do governo federal para reduzir os preços, com medidas provisórias e decretos que reduzem alíquotas, ainda assim há elevação dos preços nos postos de combustíveis. "Esse cenário evidencia a existência de falhas na transmissão dos efeitos das políticas públicas ao consumidor final, levantando preocupações quanto à ocorrência de práticas abusivas de precificação", declarou. Formação de preços A proposta preserva a dinâmica regular de formação de preços em ambiente de mercado, ao mesmo tempo em que permite a responsabilização por condutas manifestamente abusivas e oportunistas, sobretudo em momentos de maior vulnerabilidade social e instabilidade econômica, de acordo com Solano. "Ao fortalecer os mecanismos de repressão a práticas abusivas, o projeto contribui para a proteção do consumidor, a preservação da ordem econômica e a promoção de maior equilíbrio nas relações de mercado", disse o relator. Merlong Solano citou que, diferente de outros países, 15% da demanda de gasolina e 30% do diesel são atendidos pela importação dos combustíveis. "Não precisava ter uma sensibilidade tão rápida para aumentar preços como outros países que dependem inteiramente de combustível importado." Proposta inócua Porém, para o deputado Lafayette de Andrada (PL-MG), a proposta é inócua. "Está criando, na prática, mais uma possibilidade de incriminar posto de gasolina e prender dono de posto", disse, ao citar que já existem ferramentas na legislação para punir eventuais infrações. Lafayette acusou o governo de usar a proposta para "sabotar" as distribuidoras. "A Petrobras que é a grande importadora de óleo diesel cruzou os braços e está forçando que as distribuidoras diretamente importem óleo diesel mais caro e o governo falará: tá vendo, os empresários que estão aumentando os preços", criticou. O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), fez as mesmas críticas e afirmou que, desde abril, a Petrobras não importa mais diesel e, com isso, obriga as distribuidoras a importar para maquiar preços. O deputado Bohn Gass (PT-RS), vice-líder do PT, afirmou que a proposta permite o aumento de preços, porém ele não deve ser feito de forma criminosa. "E quando aumentar criminosamente tem de punir, para defender o consumidor", disse. Na opinião do deputado Luiz Lima (PL-RJ), o projeto não deixa claro a partir de qual percentual de aumento a prática pode ser considerada abusiva e passível de punição. "Tá escrito onde? Não tem resposta. É abstrato como um quadro de Picasso." O relator, Melong Solano, disse que só poderia haver preço definido se fosse tabelado, e não o de mercado, com variações a depender de diferentes critérios. Empate A votação da alteração do texto chegou a ficar empatada, mas foi refeita porque o voto do deputado Joaquim Passarinho, que presidia a sessão, foi incluído. Porém, o presidente da sessão só vota em casos de desempate. Na sequência, a alteração foi rejeitada por quatro votos. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


Gás do Povo atinge 100% de cobertura e atende 15 milhões de famílias.

Mais de 26 mil revendas credenciadas estão distribuídas por 4.836 municípios, o que representa 86% das cidades brasileiras. O programa do go...