CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

segunda-feira, 1 de junho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova repasse do Funpen para estados e municípios com presos por tráfico internacional.

Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei Complementar 56/25, que reserva 10% dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para estados e municípios que mantêm presos por tráfico internacional de drogas. A medida serve para compensar os governos locais pelos custos elevados com a manutenção de criminosos de alta periculosidade. Pelo texto, pelo menos metade desse dinheiro (50%) deve ser aplicada obrigatoriamente em obras e infraestrutura de segurança. O repasse será feito por meio da aprovação de projetos específicos e terá acompanhamento da execução financeira. Compensação financeira A autora da proposta, deputada Daniela Reinehr (PL-SC), afirma que o objetivo é garantir compensação financeira para quem arca com gastos adicionais no sistema prisional. Ela estima que, com base no orçamento de 2024, o valor chegaria a cerca de R$ 36 milhões. O relator, deputado Sanderson (PL-RS), destacou que o projeto fortalece a cooperação entre os governos federal, estaduais e municipais. "A proposta conta com fundamento técnico, jurídico e social consistente para aprimorar a política pública penitenciária, promover justiça federativa e assegurar a correta aplicação dos recursos do Funpen conforme o interesse público", disse o relator. Próximas etapas A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova política de apoio a cuidadores de idosos dependentes.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto de lei que cria a Política Nacional de Apoio a Cuidadores Familiares de Pessoas Idosas em Situação de Dependência. O objetivo é evitar o adoecimento mental dos cuidadores e oferecer capacitação técnica para o cuidado diário. Entre as ações previstas estão o acompanhamento psicossocial pelas redes de saúde (SUS) e de assistência social (Suas), além da realização de oficinas, cursos e campanhas de orientação. O texto prevê ainda a criação de um benefício fiscal que permite deduzir do Imposto de Renda os valores gastos com apoio psicológico e cursos de capacitação. Podem ser beneficiados: familiares, curadores e cuidadores informais que comprovem vínculo contínuo de cuidado. A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Flávia Morais (MDB-GO), para o Projeto de Lei 1974/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). “Ao reconhecer o papel dos cuidadores familiares e propor mecanismos de apoio, o projeto se alinha aos princípios da dignidade da pessoa humana e da proteção integral da pessoa idosa”, disse. O novo texto transforma o programa original em uma política pública. Segundo a relatora, a alteração busca garantir suporte psicológico e treinamento para quem cuida de idosos com doenças neurodegenerativas ou limitações físicas e mentais. O substitutivo também reforça que as ações de apoio devem ser articuladas com o SUS e também com o Suas. Mudanças da relatora, por fim, estabelecem que o desconto no Imposto de Renda dependerá da análise de impacto financeiro e da observância das leis orçamentárias vigentes. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão que analisa proposta para MEI discute reajuste de todas as faixas do Simples Nacional.

Participantes de debate em Porto Alegre defenderam correção dos limites pela inflação e atualização automática dos valores.

Em debate realizado nesta segunda-feira (1º), em Porto Alegre (RS), sobre o reajuste do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEI), participantes defenderam a atualização de todas as faixas do Simples Nacional. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21 está em análise em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. O texto, já aprovado pelo Senado, aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. A presidente da comissão que analisa a proposta, deputada Any Ortiz (PP-RS), afirmou que muitos empreendedores estão deixando de se enquadrar como MEIs devido à inflação acumulada desde o último reajuste do limite de faturamento. Segundo a deputada, a falta de atualização dos valores leva empresas a migrarem para regimes tributários mais caros e complexos. “Nesses oito anos sem atualização do teto de faturamento — e estamos falando de faturamento, não de lucro — muitas empresas acabam saindo da faixa do Simples Nacional. Algumas não conseguem se manter em regimes mais onerosos e acabam fechando as portas, com impacto direto na economia”, afirmou. O relator da proposta, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), disse que a atualização de todas as faixas do Simples Nacional já conta com consenso na comissão. Ele também informou que pretende incluir no texto um mecanismo de correção automática dos limites de faturamento. O presidente da Federação do Comércio do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Luiz Carlos Bohn, afirmou que muitas empresas enfrentam dificuldades quando ultrapassam o limite do Simples Nacional e passam a cumprir regras tributárias mais complexas. Segundo ele, pesquisa recente mostrou que mais de 80% das empresas que deixam o regime sobrevivem por menos de um ano.Defasagem O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Gustavo Inácio de Moraes, afirmou que a defasagem acumulada dos limites do Simples Nacional entre 2018 e abril deste ano chega a 89,5%. De acordo com ele, se a correção acompanhasse a inflação do período, o teto de faturamento do regime seria de R$ 9,1 milhões por ano. Atualmente, o limite é de R$ 4,8 milhões. “Se corrigirmos o teto de R$ 4,8 milhões para R$ 9,1 milhões, haverá efeitos econômicos. As empresas terão mais recursos para investir, ampliar atividades, comprar insumos e contratar empregados. O estudo estima que o impacto fiscal seria compensado pelo aumento da atividade econômica em cerca de três anos e meio”, afirmou. O assessor jurídico da Fecomercio, Fernando Antonio Alves de Sousa Junior, também defendeu a atualização dos limites de faturamento de todas as empresas enquadradas no Simples Nacional. Segundo ele, cerca de 95% das empresas brasileiras estão no regime simplificado e podem perder competitividade caso apenas a faixa dos MEIs seja reajustada.Reportagem - Maria Neves Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria marco legal de combate às apostas clandestinas.

Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria marco legal de combate às apostas e jogos clandestinos, com o objetivo de reforçar a repressão financeira, administrativa, tecnológica e penal contra operadores não autorizados. O texto define como operador não autorizado qualquer pessoa física ou jurídica que explore atividades de jogos ou apostas sem licença oficial. Além disso, cria um conjunto de mecanismos para restringir sua atuação, especialmente no sistema financeiro e na internet. Controle financeiro O projeto obriga instituições financeiras e de pagamento a adotarem protocolos para identificar transações com operadores irregulares e a publicarem relatórios mensais com informações sobre o volume de operações, os bloqueios realizados e os controles internos adotados. Não pode haver identificação de clientes, respeitando o sigilo bancário e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As instituições também serão obrigadas a integrar sistemas de compartilhamento de informações sobre fraudes e a consultar bases atualizadas de operadores ilegais, a serem mantidas pelo Ministério da Fazenda. O descumprimento das regras poderá resultar em multas que chegam a R$ 20 milhões, suspensão de serviços e até restrição ao uso do Pix e TED em casos graves ou reincidentes. Uso do Pix O texto determina que o Banco Central regulamentará mecanismos de prevenção ao uso indevido do Pix por operadores de apostas não autorizados, incluindo: criação de modalidade exclusiva de transação para apostas; filtros automáticos de CNAE e chaves Pix; integração com diretórios de risco e autoexclusão; e marcações visuais em extratos. A comissão aprovou o substitutivo da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que unificou o Projeto de Lei 4044/25, de autoria dos deputados Paulo Litro (União-PR), Raimundo Santos (PSD-PA) e  Merlong Solano (PT-PI) a outra proposta semelhante (PL 6066/25). Os deputados também confirmaram uma alteração no texto para garantir que as novas regras se apliquem a todas as instituições financeiras e de pagamento, e não apenas às autorizadas pelo Banco Central. Segundo a relatora, o mercado ilegal aumenta os riscos de fraude e ameaça à integridade do esporte. Para combater esse problema, o texto aprovado proíbe expressamente as apostas em jogos de categorias de base ou em competições apenas com atletas menores de idade. Pela proposta, as empresas que prestam serviços para as casas de apostas precisarão comprovar sua capacidade técnica para atuar. Esse reconhecimento valerá por cinco anos e exigirá o pagamento de uma taxa de até R$ 20 mil por cada tipo de serviço prestado. Lei das Apostas O texto modifica a Lei das Apostas para exigir que operadores autorizados adotem sistemas de geolocalização capazes de bloquear acessos feitos a partir do exterior ou via VPN. Também obriga provedores de internet a manter canal permanente com o regulador para cumprimento de ordens de bloqueio. A proposta amplia as condutas vedadas, proibindo, por exemplo, qualquer forma de publicidade ou oferta de infraestrutura tecnológica que facilite o funcionamento de operadores não licenciados. Serviços técnicos e jurídicos voltados exclusivamente à obtenção de autorização oficial continuam permitidos. Crimes e Penas O projeto cria um capítulo penal específico para o setor, estabelecendo quatro novos crimes: explorar ou facilitar apostas sem autorização: pena de 2 a 6 anos de reclusão; intermediar pagamentos para operadores ilegais: 2 a 6 anos, com aumento se houver uso de tecnologia de anonimato ou envio ao exterior; divulgar propaganda irregular de apostas: 1 a 4 anos de reclusão, com agravante para conteúdos direcionados a crianças ou divulgados por influenciadores digitais; e obstruir ações de bloqueio de sites ou recursos: 2 a 5 anos de reclusão. As penas podem ser aumentadas quando houver uso de estruturas empresariais, reincidência ou mecanismos de ocultação de identidade. Anatel O projeto reforça o papel da Anatel no combate a sites de apostas ilegais, determinando que a agência mantenha canal para ordens de bloqueio e coordene medidas técnicas como bloqueio por DNS, IP, SNI e detecção de sites espelhos, com punições para prestadoras que descumprirem as determinações. Cooperação e transparência O texto também estabelece cooperação entre Ministério da Fazenda, Banco Central, Anatel e Coaf, com criação de base unificada de operadores irregulares, relatórios trimestrais e um canal oficial de denúncias com possibilidade de envio anônimo. Próximos passos A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto está sujeito à análise do Plenário. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Especialistas defendem mudança na legislação e melhoria na fiscalização para evitar fake news nas eleições.

Debate foi realizado em audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional.

Debatedores de uma audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional, nesta segunda-feira (1º), defenderam critérios, como a atualização da legislação, para evitar a disseminação de informações falsas na internet. O debate tratou, principalmente, das eleições de 2026. Com foco nos riscos de desinformação e de influência das ferramentas de inteligência artificial nas campanhas eleitorais, a audiência também revelou falhas nas fiscalizações dos conteúdos reproduzidos na internet e a falta de mecanismos para garantir transparência. O debate foi sugerido pela vice-presidente do CCS, Angela Cignachi, que manifestou preocupação com desafios a serem enfrentados ao longo do pleito deste ano, especialmente após o lançamento de ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, em 2022. "Não é exagero dizer que a comunicação mudou muito de lá para cá. Embora já tenhamos passado pelas eleições municipais nesse meio tempo, é certo que as eleições de 2026 trazem desafios inéditos para a comunicação social, para a ciência política e para o direito eleitoral, porque a tecnologia, nesses últimos quatro anos, avançou em um ritmo nunca visto", afirmou. Angela frisou que publicações via internet passaram a atacar também o processo eleitoral e o sistema eletrônico de votação do país, “atingindo diretamente a confiabilidade e a credibilidade da urna eletrônica e da própria Justiça Eleitoral”. Na opinião da conselheira, pilares do sistema eleitoral como a dignidade da pessoa humana, a igualdade de chances entre os candidatos e a soberania popular não podem ser alcançados sem uma comunicação social justa e bem regulada. Atualização Para o advogado Diogo Rais, especialista em direito digital, a legislação eleitoral precisa ser atualizada, já que o cenário digital apresentou mudanças profundas ao longo dos últimos anos. Segundo o debatedor, o TSE tem inovado nesse campo, ao já ter modernizado pelo menos 100 dispositivos de suas resoluções sobre o tema. Na visão de Rais, o Congresso precisa trabalhar por normas legislativas mais atuais já que, no campo eleitoral digital, a legislação quase não mudou. "É hora de o Congresso Nacional definir balizas mínimas normativas para as eleições na internet. Talvez uma revisão das leis, que são do tempo do Orkut, considerando o cenário atual de inteligência artificial generativa, redes sociais extremamente dinâmicas, com entrega de conteúdo, curadoria e moderação do conteúdo", avaliou. Diogo Rais também falou sobre a função social da propaganda eleitoral. Segundo o especialista, a propaganda eleitoral é fundamental para ajudar a renovar as representações políticas nos espaços de poder. Ele defendeu que o uso do instrumento continue sendo estimulado, mesmo num ambiente virtual cada vez mais crescente. "Não é bobagem: é uma forma de fazer a democracia se concretizar. É com a propaganda eleitoral que alguém do povo pode chegar a se eleger." Avanço da IA Diretora de projetos do Aláfia Lab, Maria Paula Almada frisou que a inteligência artificial já faz parte da “dieta informacional” dos brasileiros, sendo usada como fonte de notícia por quase 10% da população. Ela defendeu, portanto, o fortalecimento das estruturas de educação midiática e o estímulo ao jornalismo profissional como formas de garantir informações seguras no ambiente virtual. O Aláfia Lab é um laboratório de pesquisa e inovação de Salvador (BA) focado no impacto social das tecnologias digitais, comunicação e internet. Maria Paula falou sobre uma pesquisa realizada com 1,5 mil pessoas. "Para 9,7% delas, a principal fonte de informação são as ferramentas de IA, antes mesmo do jornal impresso, que ficou em 9,5%. Os dados também mostram que o uso dessas ferramentas é mais frequente entre pessoas jovens, de maior renda e com maior escolaridade. Entre brasileiros de 18 e 29 anos, por exemplo, 51% já utilizaram o ChatGPT, enquanto, entre pessoas com 45 anos ou mais, esse índice cai para 35%", disse. Ela também chamou a atenção para o aumento do uso de avatares artificiais que simulam eleitores e comentaristas políticos, por exemplo, observando que esses instrumentos podem piorar os índices de desinformação, pois alcançam muitas pessoas. Para a especialista, o aprofundamento do debate é essencial, “com vistas a uma solução efetiva para a questão, tanto para o pleito de 2026 quanto para as eleições futuras”. Fiscalização limitada Pesquisadora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Débora Salles apontou limites na fiscalização da publicidade em ambiente virtual no país. Ela frisou a ocorrência de veiculação de conteúdos na internet sem a devida transparência, bem como fraudes encontradas em anúncios difundidos por meio de ferramentas de inteligência artificial. Para Débora, as eleições de 2026 enfrentam desafios significativos, especialmente quanto à possibilidade de publicidade fraudulenta, às dificuldades de fiscalização das modulações de conteúdos e um acesso ineficiente da população a dados oficiais e seguros. "Como a fiscalização da publicidade online é limitada, a gente vê a criação de um mercado paralelo de publicidade político-eleitoral nessas plataformas, que operam sem garantias de isonomia, sem garantia de transparência e sem respeito às normas locais". Já o presidente do Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político, Bruno Hoffman, salientou que as eleições são vistas muitas vezes como ferramenta comercial, “sem compromisso com a verdade ou com a natureza da atividade”. Para o convidado, é importante a sociedade ter em mente que comunicação demanda tempo e empenho para gerar voto consciente. "Estamos aqui para mostrar e reafirmar que fazemos parte da solução quando o assunto é eleições livres, participação popular e fortalecimento da democracia." Ambiente complexo O debate foi conduzido pela presidente do CCS, Patrícia Blanco, que reforçou os desafios impostos ao longo dos últimos quatro anos pelo crescimento indiscriminado do uso das ferramentas de inteligência artificial. Ela adiantou que o conselho fará outra audiência pública sobre o assunto em Julho. Da Redação – AC Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL

Comissão especial debate projeto que cria política nacional para pessoas com autismo.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 3080/20 realiza, nesta terça-feira (2), audiência pública para debater a proposta que institui a Política Nacional para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).O debate atende a pedidos dos deputados Maria Rosas (Republicanos-SP) e Marangoni (Pode-SP). Segundo os parlamentares, o objetivo da audiência pública é discutir a proposta e reunir contribuições para construir um marco legislativo capaz de integrar ações voltadas à inclusão, ao diagnóstico precoce, ao tratamento, à educação, ao trabalho e à proteção dos direitos das pessoas com TEA. Fonte: Agência Câmara de Notícias




Austrália vai receber apenas submarinos nucleares usados dos EUA.

 

A Austrália e os Estados Unidos anunciaram no sábado que os dois países irão "racionalizar" o acordo Aukus relativo à aquisição por Camberra de submarinos de propulsão nuclear, que deixará de incluir qualquer submarino novo.

Os dois países se reuniram durante o Diálogo de Shangri-La, em Singapura, encontro que reúne autoridades de defesa e especialistas de cerca de 40 países.Dentro da parceria de defesa AUKUS, firmada em 2021 e que também inclui o Reino Unido, a Austrália deverá receber pelo menos três submarinos de propulsão nuclear da classe Virginia, fornecidos pelos Estados Unidos, nos próximos 15 anos. Em comunicado conjunto, o vice-primeiro-ministro australiano Richard Marles, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, e o secretário de Defesa britânico, John Healey, confirmaram a revisão do acordo relacionado aos submarinos. “O vice-primeiro-ministro e os secretários receberam com satisfação a proposta para simplificar a aquisição australiana de submarinos da classe Virginia, racionalizando a gestão da cadeia de suprimentos, os requisitos operacionais e de manutenção, além de otimizar custos”, informa o comunicado. “A nova abordagem permitirá que a Austrália adquira três submarinos da classe Virginia já em operação, em vez de uma combinação entre embarcações novas e usadas”, acrescenta o texto. Inicialmente, a Austrália esperava receber dois submarinos usados da classe Virginia e um novo. Atualmente, a Marinha dos Estados Unidos conta com 24 submarinos dessa classe, mas os estaleiros norte-americanos vêm enfrentando dificuldades para cumprir a meta de produção de dois novos submarinos por ano. Nos Estados Unidos, surgiram questionamentos sobre a decisão de vender submarinos nucleares à Austrália antes de reforçar a própria capacidade militar do país. O programa de submarinos da AUKUS é peça central da estratégia de defesa australiana e poderá custar até US$ 235 bilhões ao longo de 30 anos, segundo estimativas do governo australiano.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Sertanejo é flagrado puxando o cabelo da esposa e recebe críticas.

O registro foi compartilhado no Instagram de Eduardinho dos Teclados, que também participava do evento. No vídeo, Henrique aparece ao lado da companheira em um clima descontraído. 

Em determinado momento, o sertanejo puxa o cabelo da mulher, atitude que rapidamente chamou a atenção de quem assistiu às imagens.O cantor Henrique, que forma dupla com Juliano, passou a ser alvo de comentários nas redes sociais após a divulgação de um vídeo gravado durante uma festa. As imagens, que começaram a circular na última semana, mostram um momento entre o artista e sua esposa e acabaram gerando debates entre os internautas.O registro foi compartilhado no Instagram de Eduardinho dos Teclados, que também participava do evento. No vídeo, Henrique aparece ao lado da companheira em um clima descontraído. Em determinado momento, o sertanejo puxa o cabelo da mulher, atitude que rapidamente chamou a atenção de quem assistiu às imagens.A repercussão foi imediata e dividiu opiniões nas redes sociais. Enquanto alguns usuários consideraram a atitude inadequada e demonstraram incômodo com a cena, outros defenderam o cantor e avaliaram que a situação parecia apenas uma brincadeira entre o casal. Nos comentários da publicação, diversas pessoas manifestaram suas opiniões sobre o episódio. "Sinceramente eu não consigo normalizar essas puxadas de cabelo, falta de respeito demais", disse um internauta na publicação. Outra pessoa também questionou a reação da mulher durante o momento registrado. "Só eu senti o incômodo dela com o ocorrido?", comentou outra pessoa.FONTE FAMA AO MNUTO NOTICIAS.


Brasileira condenada por sexo em prisão inglesa se diz arrependida.

Linda, que é casada, mãe e também criadora de conteúdo na plataforma OnlyFans, tornou-se alvo de grande repercussão após ser filmada mantendo relações com o detento Linton Weirich, de 39 anos, condenado por roubo. 

O episódio ocorreu em Junho de 2024 e foi registrado por outro preso, com o consentimento da brasileira.A brasileira Linda de Sousa Abreu, ex-carcereira que ganhou notoriedade após um vídeo gravado dentro da penitenciária HMP Wandsworth, em Londres, voltou a falar sobre o caso que marcou sua vida. Um ano após deixar a prisão, ela afirmou estar profundamente arrependida da situação que resultou em sua condenação por má conduta em cargo público.Linda, que é casada, mãe e também criadora de conteúdo na plataforma OnlyFans, tornou-se alvo de grande repercussão após ser filmada mantendo relações com o detento Linton Weirich, de 39 anos, condenado por roubo. O episódio ocorreu em Junho de 2024 e foi registrado por outro preso, com o consentimento da brasileira. Em entrevista ao jornal The Sun, ela demonstrou arrependimento pela primeira vez desde que o caso veio a público. "Eu me arrependo de tudo o que fiz. Estou incrivelmente envergonhada", declarou. Linda cumpriu cinco meses de uma sentença de 15 meses de prisão. Antes dessa declaração, a ex-carcereira havia tratado o episódio de forma diferente. Em ocasiões anteriores, chegou a comentar sobre a repercussão do caso e afirmou que pretendia manter o relacionamento com Linton, alegando que ele a fazia se sentir como uma "gângster". Ela também o descreveu como seu "protetor" dentro da prisão. Ao mesmo veículo, Linton afirmou que os dois tiveram encontros em mais de uma ocasião antes do vídeo que viralizou. Segundo ele, Linda sabia que estava sendo filmada. "Linda sabia que estava sendo filmada, mas não parecia se importar com isso nem com o trabalho dela", afirmou. A brasileira também comentou as mensagens trocadas com o detento por meio de um celular que havia sido introduzido ilegalmente no presídio. "Eu transei com alguém com quem não deveria ter transado. Tínhamos um relacionamento normal, mas não fiz nada além disso", declarou. Atualmente, Linda afirma que busca reconstruir sua vida longe dos holofotes. Participante de um reality show de temática sexual ao lado do marido, ela disse que pretende priorizar a família e a maternidade. "Tenho levado uma vida discreta. Só quero seguir em frente com a minha vida. Quero continuar sendo uma boa mãe para o meu filho", concluiu.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Meteoro explode sobre os EUA com potência de 300 toneladas de TNT.

De acordo com informações divulgadas pela Nasa, a energia liberada durante a desintegração do objeto foi equivalente a aproximadamente 300 toneladas de TNT.

Um meteoro que seguia em direção à Terra chamou a atenção de moradores do nordeste dos Estados Unidos neste sábado (30) após explodir na atmosfera e provocar fortes estrondos em diferentes cidades da região. De acordo com informações divulgadas pela Nasa, a energia liberada durante a desintegração do objeto foi equivalente a aproximadamente 300 toneladas de TNT.O fenômeno ocorreu por volta das 14h06 no horário local (15h06 em Brasília) e foi registrado sobre uma área que abrange o nordeste de Massachusetts e o sudeste de New Hampshire. A informação foi confirmada pela vice-diretora de imprensa da agência espacial norte-americana, Jennifer Dooren, em comunicado enviado à AFP. Segundo a representante da Nasa, o objeto não possuía relação com qualquer chuva de meteoros ativa no momento da ocorrência. Ela explicou que se tratava de um corpo celeste natural e descartou a possibilidade de ser a reentrada de lixo espacial ou de um satélite. "Essa bola de fogo não esteve associada a nenhuma chuva de meteoros atualmente ativa, mas era um objeto natural e não a reentrada de detritos espaciais nem de um satélite", afirmou. Ainda conforme a agência espacial, o meteoro se deslocava a uma velocidade superior a 120 mil quilômetros por hora quando atravessava a atmosfera terrestre. A desintegração aconteceu a uma altitude acima dos 60 quilômetros da superfície. A força da explosão foi suficiente para gerar uma sequência de estrondos ouvidos em diversas localidades. A própria Nasa destacou que a intensidade do barulho pode ser explicada pela enorme quantidade de energia liberada durante o evento. "Estima-se que a energia liberada na desintegração tenha sido equivalente a cerca de 300 toneladas de TNT, o que explica os fortes estrondos." Nas redes sociais, moradores relataram momentos de preocupação após ouvirem os ruídos inesperados. Alguns usuários afirmaram que o som foi tão intenso que chegou a provocar tremores em residências da região. Os relatos rapidamente se espalharam pela internet, aumentando a repercussão do fenômeno, que acabou confirmado posteriormente pela Nasa como um evento natural causado pela explosão do meteoro na atmosfera terrestre.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Forças de segurança terão salários reajustados e novos benefícios em Goiás.

Medidas incluem auxílio-alimentação para todo efetivo, reestruturações salariais e linha de crédito habitacional.

O governador Daniel Vilela anunciou pacote de valorização das forças de segurança com impacto de R$ 441 milhões em 2024, chegando a R$ 771 milhões em 2027. Entre os benefícios, auxílio-alimentação de R$ 1 mil para 24 mil servidores, aumento de 50% na hora-aula de instrutores e reajuste de até 13,3% nos serviços extraordinários. A indenização por localidade sobe de R$ 552 para R$ 828. Os investimentos somam-se ao reajuste da data-base de 4,26% para todos os servidores do Estado. “Não estou falando só de data-base, mas de um investimento de mais de R$ 1,2 bilhão em um ano e meio”, afirmou o governador. A reestruturação contempla agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Civil, com aumento de 10% (R$ 1,5 mil), e subtenentes da PM e Bombeiros, com 15,95% (R$ 2,3 mil). Delegados da Classe Especial terão acréscimo de 20% e oficiais militares adicional de 20% nos subsídios, exigindo 30 anos de serviço.A Polícia Penal terá equiparação salarial e criação de cargos de Diretor de Unidade, com pagamento extra de R$ 3,2 mil em 76 unidades. A Polícia Científica recebe novas diretorias e integralidade e paridade foram asseguradas para servidores da Polícia Penal e Técnico-Científica. O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, destacou o esforço do governador para ampliar espaço fiscal e atender demandas históricas. A valorização inclui ainda linha de crédito habitacional específica e contemplou o Procon Goiás com reajuste remuneratório e licença classista.O pacote busca fortalecer carreiras, garantir segurança jurídica e estruturar melhorias sem comprometer o equilíbrio fiscal. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.

Heineken amplia investimentos em cervejaria de Alexânia.

Parque industrial recebeu aportes milionários e avançou em sustentabilidade, logística e geração de empregos.

O Grupo Heineken, segunda maior cervejaria do Brasil, intensificou os investimentos em suas operações no país, com destaque para a unidade de Alexânia, em Goiás. Nos últimos três anos, a companhia destinou mais de R$ 100 milhões para modernização da planta industrial, com foco em eficiência operacional, sustentabilidade e gestão hídrica. Os recursos aplicados fortaleceram o desempenho da cervejaria, que hoje ocupa posição de destaque mundial dentro da companhia. A unidade alcançou o sexto lugar no ranking global de menor consumo de água entre todas as operações do Grupo HEINEKEN, resultado obtido a partir de melhorias tecnológicas e otimização dos processos produtivos. Entre as principais medidas adotadas estão monitoramento em tempo real, reaproveitamento de água em etapas industriais e aperfeiçoamento contínuo dos sistemas internos de controle. A iniciativa acompanha a estratégia global da empresa, que prevê reduzir ainda mais o consumo hídrico até 2030, especialmente em regiões de maior estresse ambiental.Segundo o gerente da cervejaria de Alexânia, Cícero Rodrigues dos Santos, os avanços refletem o comprometimento coletivo entre colaboradores, parceiros e comunidade local. Ele destacou que o crescimento sustentável da operação busca unir eficiência industrial, respeito ambiental e impacto positivo para a região. Impacto econômico Além dos ganhos ambientais, os investimentos também impulsionaram a economia regional. Durante a implantação dos projetos, cerca de 120 empregos foram criados, além da mobilização de fornecedores locais e fortalecimento da cadeia produtiva. Atualmente, aproximadamente 340 pessoas trabalham direta e indiretamente na unidade.A consolidação dos investimentos foi celebrada em cerimônia institucional realizada nesta semana na cervejaria. Durante o evento, o governador em exercício Daniel Vilela destacou a importância estratégica de Goiás para novos empreendimentos industriais, ressaltando a localização privilegiada do Estado e a capacidade logística de integração com diferentes regiões do país. A unidade de Alexânia ocupa papel estratégico na estrutura industrial do Grupo Heineken no Brasil, contribuindo para abastecimento nacional, ganhos logísticos e fortalecimento das operações sustentáveis da companhia. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região. FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS.

Terra Ronca amplia proteção sobre cavernas históricas.

Parque estadual fortalece preservação ambiental e amplia acesso organizado ao turismo ecológico em Goiás.

O Parque Estadual de Terra Ronca (Peter), localizado no nordeste goiano, teve ampliada sua área regularizada após a aquisição de duas propriedades rurais pelo Governo de Goiás. Os imóveis garantem acesso à caverna São Vicente I, considerada a quinta maior do Brasil, com aproximadamente 16,4 quilômetros de extensão subterrânea. Com as incorporações realizadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a área regularizada do parque passou de cerca de 65% para 68%. A unidade de conservação possui aproximadamente 57 mil hectares e abrange os municípios de São Domingos e Guarani de Goiás. Além da entrada da caverna, as propriedades incluem o trecho inicial da trilha de acesso à cavidade. Segundo a Semad, a iniciativa fortalece a preservação ambiental, organiza o acesso público e amplia as condições para pesquisas científicas, educação ambiental e turismo sustentável.A caverna São Vicente I abriga 12 cachoeiras formadas pelo rio São Vicente e possui uma das travessias subterrâneas mais conhecidas do país. Em razão das características ambientais e do grau de dificuldade do percurso, as visitas dependem de autorização prévia da Semad e acompanhamento obrigatório de condutores habilitados. A regularização fundiária é considerada estratégica para garantir maior proteção ambiental e mais segurança jurídica na gestão do parque, reconhecido como um dos mais importantes patrimônios espeleológicos brasileiros.Nos últimos anos, o Estado também incorporou áreas onde estão localizadas cavernas como Bezerra, São Vicente II, Sistema São Mateus, São Bernardo-Palmeiras, São Bernardo, Pau-Pombo e Sambaíba. A Semad ainda negocia a aquisição da área remanescente de acesso à Terra Ronca I, um dos atrativos mais visitados da região. Parte desse avanço ocorreu por meio de doações vinculadas a compensações ambientais, mecanismo que fortalece a conservação da biodiversidade e amplia a capacidade de fiscalização e uso sustentável das áreas protegidas. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.



Goiás alcança índice histórico de Desenvolvimento Humano.

Estado registra melhor desempenho histórico no desenvolvimento humano e supera média nacional em indicadores sociais.

Goiás alcançou, em 2024, o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de sua história e passou a integrar oficialmente o grupo das unidades federativas de alto desenvolvimento humano no Brasil. Os dados fazem parte do Radar IDHM 2026, levantamento elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação João Pinheiro (FJP) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado atingiu índice de 0,815, superando a média nacional, de 0,805. O resultado reflete avanços em áreas estratégicas como Educação, renda, longevidade e qualidade de vida. O levantamento também mostra recuperação consistente após os impactos provocados pela pandemia da Covid-19. Entre os destaques do estudo, a Educação aparece como principal motor do avanço goiano. Goiás alcançou índice de 0,821 nessa dimensão, conquistando o quarto melhor desempenho do país e entrando na faixa de muito alto desenvolvimento humano.O crescimento educacional foi expressivo nos últimos anos. Em 2012, o indicador era de 0,693. Em 2024, atingiu o maior nível da série histórica. O resultado é atribuído à ampliação do ensino em tempo integral, programas de alfabetização, modernização das escolas e ações de permanência estudantil vinculadas ao Goiás Social.Segundo o governador Daniel Vilela, o desempenho reflete equilíbrio fiscal, geração de oportunidades e investimentos públicos direcionados à população.Vida Melhor Outro dado relevante do Radar IDHM 2026 refere-se à longevidade por raça e cor. Goiás registrou a segunda menor diferença do Brasil entre população branca e negra nesse indicador, ficando atrás apenas do Distrito Federal.O estado alcançou índice de 0,884 para a população branca e 0,862 para a população negra, mantendo ambos os grupos na faixa de muito alto desenvolvimento humano. O resultado aponta melhorias nas condições de saúde, acesso a serviços públicos e qualidade de vida. Goiás também apresentou destaque no Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHMAD). Nesse recorte, o estado alcançou índice de 0,672, acima da média nacional, de 0,641, obtendo o sexto melhor desempenho brasileiro. A trajetória registrada entre 2012 e 2024 evidencia um ciclo contínuo de crescimento econômico e fortalecimento social, consolidando Goiás entre os estados mais desenvolvidos do país. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.

Estado lidera combate a empresas suspeitas de lavagem em Goiás.

JUCEG monitora abertura de empresas com suspeitas de lavagem de dinheiro e possível financiamento ao crime organizado.

Entre 2020 e 2025, a Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) realizou 24.942 comunicações de operações consideradas atípicas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), número que representa quase metade de todas as notificações feitas pelas juntas comerciais brasileiras no período. O desempenho coloca o Estado como referência nacional em fiscalização, transparência e monitoramento do ambiente empresarial. As ações seguem critérios definidos pela Instrução Normativa nº 76, do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei), responsável por regulamentar a identificação de operações suspeitas durante abertura, alteração ou reativação de empresas. Para fortalecer o controle, a Juceg implantou um sistema automatizado que identifica situações previstas na normativa e gera relatórios enviados diretamente ao Coaf. O mecanismo amplia a capacidade de vigilância sobre movimentações consideradas fora do padrão e reforça os instrumentos legais de prevenção a crimes financeiros.Vigilância constante Segundo o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, o envio das comunicações não significa confirmação automática de irregularidades, mas demonstra o cumprimento rigoroso das obrigações legais previstas na legislação federal. Ele destaca que Goiás alcançou posição de destaque nacional no combate a práticas ilícitas ligadas ao ambiente empresarial. Somente em 2025, a autarquia registrou 2.761 comunicações relacionadas à abertura de múltiplas empresas pela mesma pessoa física ou jurídica em intervalo inferior a seis meses, principal ocorrência considerada atípica. Também foram identificados 367 casos envolvendo pessoas politicamente expostas, além de 296 registros com participação de menores de idade, incapazes ou idosos acima de 80 anos em sociedades empresariais.Outras 56 ocorrências envolveram empresas com sócios, procuradores ou administradores domiciliados em localidades classificadas como paraísos fiscais. As informações encaminhadas ao Coaf subsidiam análises da inteligência financeira nacional e podem colaborar com investigações conduzidas pela Polícia Federal e demais órgãos de controle no enfrentamento à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO

Filhos de Angelina Jolie não querem ter o sobrenome de Brad Pitt.

Zahara e Maddox cumpriram uma exigência da Justiça da Califórnia e publicaram anúncios em jornais para oficializar o pedido. Os dois querem ...