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sexta-feira, 10 de abril de 2026

Agente de Prestianni acusa Vini Jr. de mentir: "Não é o que pintam"

 

Gastón Fernández assume que Gianluca Prestianni "é um cavalo duro de domar", mas defende que "as coisas que acontecem em campo, têm de ficar em campo", ao citar as acusações de racismo por parte de Vinícius Júnior, no Benfica-Real Madrid.

Gastón Fernández, agente de Gianluca Prestianni, concedeu, esta terça-feira (7), uma extensa entrevista ao canal de YouTube 'Clank!', na qual acusou Vinícius Júnior de "procurar uma vantagem", quando acusou Gianluca Prestianni lhe ter chamado "mono" ("macaco", em português), durante o jogo do primeiro jogo do playoff da Liga dos Campeões, que culminou em uma derrota do Benfica ante o Real Madrid, por 0-1."É difícil falar, para mim, porque penso que ainda há questões que não estão fechadas. Vamos falar do que é o futebol, digamos. Muitas vezes, há que entender que, durante um jogo, acontecem coisas que, quando termina, estamos nos abraçando, passados dois minutos. Os jogadores também têm de entender isso, que, no futebol somos colegas", começou afirmando. "Muitas vezes, nos pegamos um pouco e discutimos, mas, quando o jogo acaba, acaba. Não há má intenção. Os jogadores... Eu tenho uma forma de ver o nosso esporte. Se encontra com outro jogador, no aeroporto, por mais que tenham discutido, se cumprimentam. Então, as coisas que acontecem em campo, têm de ficar em campo", prosseguiu. "Foco no lado esportivo. Tudo o que pode surgir, por fora... Estou do lado que diz que o racismo não deveria existir, não é algo que me entre na cabeça. Mas, no futebol, me parece que esta questão de procurar uma vantagem... Tem de ser de outra forma, e não acusando um rapaz de ter dito algo que não aconteceu", completou. "O Benfica comportou-se de uma maneira muito leal com Prestianni" O empresário aproveitou, ainda, a ocasião para elogiar a maneira como, para ele, o Benfica geriu o caso: "Ao início, eu estava vendo. Tinha viajado para ver os dois jogos, com o Gera, o meu sócio. Fomos vê-lo, tínhamos estado com ele, na casa dele, no dia antes do jogo. Estivemos com ele a partir do lugar em que ele nos deixou, porque estava, obviamente, afetado pelo assédio geral do mundo". "A parte do acompanhamento e da assessoria foi feita, a 100%, pelo Benfica, que se comportou de uma maneira muito leal com o seu jogador. A partir daí, nos metemos pouco, porque acreditávamos que era preciso a instituição levar a questão adiante, e o Gianluca, que é um jogador deles", destacou. A atitude do treinador do Benfica, José Mourinho, também foi destacada, nesta intervenção, visto que, entende, a sua postura deixou à vista "a qualidade de um tipo que quer reduzir o nível do conflito e tentar ajudar a que a situação por que passa um dos seus orientados seja passageira". Vale destacar que na época do caso, o benfica e o técnico do clube foram detonados pela opinião pública pela forma como geriu o caso. Ambos foram acusados de reforçar o racismo. "Prestianni é um cavalo duro de domar, mas..." A terminar, Gáston Fernández explicou que, desde o primeiro instante, procurou dar "tranquilidade" ao argentino, aconselhando-o a "não responder, escutar o clube, os companheiros de equipa e o treinador". Já sobre as publicações que o próprio fez, nas redes sociais, deixou um desabafo. "É um cavalo duro de domar. Por vezes, podemos dizer-lhe as coisas, mas ele é impulsivo. Ainda assim, não é nada do que quiseram pintar", concluiu, entre risos.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão pode votar regulamentação do trabalho por aplicativo; conheça a proposta.

A nova versão do relator reforça que a relação intermediada pela plataforma não cria vínculo empregatício.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativo no país poderá votar, na próxima terça-feira (14), o parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), ao Projeto de Lei Complementar 152/25, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE). Em relação à primeira versão, de dezembro de 2025, o novo parecer publicado no último dia 7 de abril enfatiza ainda mais o caráter autônomo do trabalho e redefine a abrangência e o peso de certas obrigações. Segundo Coutinho, as mudanças refletem o resultado dos debates e o empenho por um consenso que permita a aprovação da matéria. “O novo substitutivo materializa o esforço de buscar um texto politicamente viável que, ao mesmo tempo, mantenha conquistas importantes para os trabalhadores", diz o relator no parecer. A nova versão consolida o termo "trabalhador autônomo plataformizado", reforçando que a relação intermediada pela plataforma não cria vínculo empregatício entre o trabalhador e a empresa ou o usuário. O texto deixa claro o direito do trabalhador de gerenciar livremente seu tempo e de se cadastrar em múltiplas plataformas. Proíbe também metas de tempo mínimo de trabalho e punições para quem recusar serviços ou ficar offline. Entre outras alterações, o substitutivo foca apenas no transporte de passageiros e em entregas de bens, eliminando a categoria genérica de "outros serviços" via plataformas; e exclui diversos dispositivos relacionados aos direitos dos usuários, remetendo, nesses casos, ao Código de Defesa do Consumidor. Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas, que eram direitos garantidos na primeira versão do parecer, passam a ser "diretriz de política pública" na nova versão, que prevê instalação gradual e sem exigência imediata.A nova versão estrutura as regras nos seguintes eixos centrais: Previdência Social Trabalhador autônomo plataformizado: é segurado obrigatório na categoria de contribuinte individual. Paga 5% sobre o salário de contribuição, que corresponde a 25% de sua remuneração bruta mensal. Plataformas: a regra geral é o recolhimento de 20% sobre a mesma base de cálculo (os 25% da remuneração bruta do trabalhador). Modelo alternativo: as plataformas podem optar por contribuir com 5% sobre a receita bruta obtida no mercado brasileiro. Ganhos, taxas e remuneração Natureza dos ganhos: os ganhos do trabalhador são divididos em duas partes: 25% são considerados renda (base para impostos e Previdência) 75% servem para cobrir custos, como combustível e manutenção Taxas de retenção: as plataformas podem cobrar uma taxa mensal fixa ou taxas por serviço. No caso de taxas por serviço, a média não pode ultrapassar 30% (ou 15% em modelos híbridos com taxa mensal). O cálculo deve ser feito de forma individualizada a cada sete dias. Remuneração para entregas: por serviço — piso de R$ 8,50 para trajetos de até 3 km (automóvel) ou até 4 km (moto, bicicleta ou a pé). Por tempo trabalhado — valor não inferior ao proporcional a dois salários-mínimos por hora efetivamente trabalhada (contada do aceite à entrega). Gorjetas e promoções: as gorjetas devem ser repassadas integralmente e não integram a remuneração bruta. Descontos e promoções oferecidos pela plataforma aos usuários não podem ser descontados do trabalhador ou usados para abater o limite das taxas.Benefícios adicionais Benefícios fiscais: isenção de IPI e IOF na compra de carros e motocicletas nacionais para profissionais que comprovem ao menos 2.000 horas de serviço nos últimos 12 meses. microempreendedor: motoristas enquadrados como trabalhadores autônomos plataformizados não podem ser microempreendedores individuais (MEI). Foram excluídos da nova versão benefícios como a gratificação de 30% em dezembro, os adicionais para trabalho noturno, domingos e feriados, e a possibilidade de formação de reserva (poupança) custodiada pela plataforma. Trabalho, segurança e transparência Justiça: compete à Justiça do Trabalho julgar casos envolvendo os contratos dos trabalhadores autônomos plataformizados. Seguro: obriga as plataformas a contratarem seguro de vida e integridade física com capital mínimo de R$ 120 mil. Transparência: assegura aos motoristas direito de receber relatórios detalhados (por serviço e consolidados a cada 30 dias) com valores, taxas e retenções. Decisões automatizadas sensíveis (como bloqueios) devem ser passíveis de revisão humana. Dever de Diligência: obriga as empresas a prevenirem cadastros falsos e garantirem a identidade real do trabalhador. Regras para punições Contratos: exige contrato escrito e claro definindo prazos, formas de remuneração, obrigações de conduta e critérios para distribuição de ofertas de serviços. Bloqueios e suspensões: antes de suspender, bloquear ou punir trabalhadores, as plataformas devem prever sanções em contrato, notificar o trabalhador dos fatos, conceder prazo para defesa e decidir apenas após avaliá-la — proibindo cláusulas genéricas e vagas. Por fim, foram removidos na nova versão o limite de jornada de 12 horas, o tempo mínimo de 15 segundos para aceite, o botão de pânico obrigatório no aplicativo e o direito de mulheres atenderem apenas mulheres. A reunião para discussão e votação do parecer foi convocada para terça-feira (14), às 14h30, no plenário 7. Conheça a tramitação de projetos de lei complementar Reportagem – Murilo Souza Edição – Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta para consórcios municipais de inovação.

Projeto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Ciência e Tecnologia e de Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4076/25, do deputado José Medeiros (PL-MT), que autoriza municípios a celebrar convênios intermunicipais e contratar consórcios públicos para viabilizar projetos de tecnologia e inovação. O texto altera a Lei de Inovação (Lei 10.973/04) para permitir que prefeituras se associem no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A medida busca facilitar o acesso de municípios, principalmente os de menor porte, a soluções tecnológicas. A Lei de Inovação já permite que entes da Federação formem alianças estratégicas para o desenvolvimento de inovações. Essas parcerias podem contemplar redes e projetos internacionais de pesquisa tecnológica, ações de empreendedorismo e criação de ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos. Medeiros afirmou que municípios de menor porte têm dificuldades para desenvolver projetos de inovação pela falta de recursos, escala e expertise. Segundo ele, é comum a contratação separada de empresas de consultoria, apesar de as carências serem compartilhadas por várias prefeituras. "Devido a essa falta de integração, há uma dificuldade muito grande para que essas unidades federativas possam identificar, contratar, desenvolver e incorporar serviços e produtos inovadores", disse. Aliança estratégica O texto foi aprovado com alteração do relator, deputado Lucas Ramos (PSB-PE), para reforçar que os convênios e consórcios servem para viabilizar alianças estratégicas e desenvolvimento de projetos cooperativos. "A redação proposta reforça a segurança jurídica e a clareza do comando normativo, sem alterar o mérito da iniciativa, mas aprimorando sua aderência ao ordenamento vigente e sua aplicabilidade prática", afirmou. Para Ramos, a proposta dialoga diretamente com a necessidade de fortalecimento das capacidades institucionais locais, especialmente nos municípios de menor porte, por meio da atuação em rede e do compartilhamento de recursos, competências e infraestrutura. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


Agente de Prestianni acusa Vini Jr. de mentir: "Não é o que pintam"

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