CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Veja outro ângulo do momento em que pai percebe filha salva do acidente.

No vídeo, divulgado nas redes sociais, o homem aparece visivelmente abalado ao segurar a menina contra o peito poucos segundos depois do impacto. Em seguida, ele corre para auxiliar no socorro das demais vítimas. 

De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, o motorista Demóstenes Dias de Macedo, de 64 anos, havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir.Imagens captadas por uma câmera de segurança mostram o instante em que um pai abraça a filha logo após ela escapar de um atropelamento que resultou na morte de duas crianças em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira, 3.No vídeo, divulgado nas redes sociais, o homem aparece visivelmente abalado ao segurar a menina contra o peito poucos segundos depois do impacto. Em seguida, ele corre para auxiliar no socorro das demais vítimas. De acordo com a Polícia Civil de São Paulo, o motorista Demóstenes Dias de Macedo, de 64 anos, havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir.Ele perdeu o controle do carro em alta velocidade, invadiu a calçada e atingiu quatro crianças que brincavam em frente a uma casa. Os irmãos Izaias de Oliveira Santos, de 5 anos, e Sophya de Oliveira Santos, de 10, morreram no local. Outras duas crianças ficaram feridas e foram levadas para hospitais da região. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o motorista apresentava sinais de embriaguez, o que foi confirmado pelo teste do bafômetro. À polícia, ele declarou que havia consumido álcool por estar abalado em razão de uma separação recente. Para os investigadores, no entanto, ele assumiu o risco ao dirigir após ingerir bebida alcoólica. Testemunhas afirmaram que, após o atropelamento, o condutor tentou fugir, mas foi impedido por moradores até a chegada da polícia. Ele acabou preso em flagrante e encaminhado ao 3º Distrito Policial de Diadema. O caso foi registrado como homicídio doloso — quando há intenção ou se assume o risco de matar — e também como lesão corporal dolosa. Conforme o Instituto Médico Legal, os corpos das crianças deverão ser levados para Taquarana, onde a família pretende realizar o velório e o sepultamento.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Veja como transformar poucos dias em longas férias após a Páscoa.

Calendário de 2026 ainda oferece oportunidades estratégicas para emendar feriados e ampliar o descanso. 

Com planejamento, é possível aproveitar datas próximas e ficar vários dias fora do trabalho usando poucos dias úteis.Com o fim da Páscoa, trabalhadores ainda têm boas oportunidades ao longo de 2026 para aproveitar feriados e planejar folgas prolongadas sem precisar usar muitos dias de férias.Depois de um 2025 considerado desfavorável para quem gosta de emendar feriados, o calendário deste ano traz datas mais estratégicas, muitas delas caindo próximas a fins de semana ou em dias que permitem flexibilidade. Entre abril e maio, há uma das melhores janelas para descanso prolongado. O feriado de Tiradentes, em 21 de Abril, cairá em uma terça-feira, enquanto o Dia do Trabalhador, em 1º de Maio, será em uma sexta-feira. Com organização, é possível criar períodos estendidos de folga. Uma das opções é aproveitar o fim de Abril. Ao solicitar folga entre os dias 22 e 30 de Abril, o período de descanso pode ir de 21 de Abril até 3 de maio. Nesse caso, são 13 dias consecutivos de descanso usando apenas sete dias úteis. Mais adiante, novembro também se destaca como um dos melhores meses para quem quer maximizar as férias. Apesar de o feriado da Proclamação da República, em 15 de Novembro, cair em um domingo, outras datas compensam. O Dia de Finados, em 2 de Novembro, será em uma segunda-feira, e o Dia da Consciência Negra, em 20 de Novembro, cairá em uma sexta-feira. Com isso, é possível montar um período prolongado de descanso. Quem conseguir organizar férias entre 3 e 19 de novembro pode, na prática, ficar afastado do trabalho de 31 de Outubro a 22 de Novembro, somando 23 dias de descanso com apenas 13 dias úteis. Outras datas ao longo do ano também permitem estratégias de emenda. O feriado de 7 de Setembro cairá em uma segunda-feira, assim como 12 de outubro. Já o Corpus Christi será em 4 de Junho, uma quinta-feira, possibilitando a tradicional “ponte” com a sexta. Para quem costuma folgar no Carnaval, a terça-feira de 17 de Fevereiro também abre espaço para ampliar o descanso com poucos dias adicionais. Com planejamento e alinhamento com a empresa, o calendário de 2026 oferece diversas oportunidades para descansar mais e gastar menos dias de férias.FONTE BRASIL AO MINUO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA

Comissão debate uso de reatores nucleares modulares na matriz energética brasileira.

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (7), a tecnologia de Small Modular Reactors (SMRs) e a customização do projeto para o mercado brasileiro. Trata-se de versões reduzidas de usinas nucleares tradicionais destinadas à produção de energia. A ideia é que possam ser instalados em locais menores, em regiões remotas ou em projetos industriais. Eles podem ser montados em módulos, conforme a necessidade. O debate será realizado às 16 horas, no plenário 14. O debate atende a pedido dos deputados General Pazuello (PL-RJ) e Julio Lopes (PP-RJ). Segundo os parlamentares, o objetivo é discutir o potencial dos reatores modulares para ampliar o acesso à energia e contribuir para o desenvolvimento econômico regional. No requerimento em que pedem o debate, os deputados afirmam que cerca de 30 países estudam projetos de SMRs e que, embora o Brasil detenha conhecimento sobre o ciclo completo de enriquecimento de urânio, ainda está nos estágios iniciais dessa tecnologia. Segundo eles, os SMRs representam uma inovação importante por não gerarem poluentes e por poderem operar independentemente da rede de transmissão elétrica convencional. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMSSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÙBLICOS

Comissão debate condições de trabalho dos nutricionistas; participe.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública, nesta terça-feira (7), para discutir as condições de trabalho dos nutricionistas no Brasil. A reunião será realizada no plenário 8, às 16 horas, e será interativa. Veja quem foi convidado e envie suas perguntas O debate atende a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). Ela afirma que o objetivo é buscar soluções para problemas que afetam os nutricionistas, especialmente os que atuam em organizações sociais, como a precarização das condições de trabalho e as desigualdades em relação a outras categorias da saúde. Sâmia acrescenta que a audiência também pretende tratar de temas como adicional de insalubridade, equiparação salarial, jornada de trabalho, metas e condições de trabalho inadequadas, além de analisar propostas em tramitação no Congresso que preveem o limite de 30 horas semanais e a criação do piso nacional da categoria. “O debate é relevante para a gestão de serviços públicos de saúde e para a formulação de medidas legislativas e administrativas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho e da qualidade do atendimento à população”, comenta a parlamentar. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA

Comissão debate impactos de acordos de cooperação internacional de segurança adotados pelo Brasil.

A Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados promove nesta quarta-feira (8) audiência pública para discutir a abrangência dos acordos de cooperação internacional de segurança adotados pelo Brasil. A reunião será realizada no plenário 3, às 16 horas. O debate atende a pedido do deputado João Daniel (PT-SE). Ele afirma que o objetivo é discutir os efeitos, no território nacional, de acordos e mecanismos de cooperação internacional nas áreas de segurança, inteligência, controle migratório e compartilhamento de dados, especialmente quanto ao impacto sobre direitos e garantias fundamentais. João Daniel acrescenta que a audiência pretende esclarecer: quais instrumentos de cooperação estão em vigor; como são utilizados dados provenientes de bases estrangeiras; e se práticas como retenção, inadmissão, repatriação e deportação seguem critérios transparentes e respeitam o devido processo legal. “O debate é importante para assegurar a conformidade dessas práticas com a Constituição e com os tratados internacionais de direitos humanos, além de contribuir para o aperfeiçoamento das normas e da atuação do Estado brasileiro”, comenta o parlamentar. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria sistema nacional de combate à violência contra a mulher e destina R$ 5 bilhões para conter feminicídios.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26 cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e autoriza a União a destinar até R$ 5 bilhões para ações emergenciais de combate ao feminicídio. As despesas serão excluídas do limite de gastos, em razão da natureza emergencial da proteção às mulheres. A proposta, da deputada Jack Rocha (PT-ES) e outros parlamentares, prevê que os recursos sejam transferidos diretamente a estados, municípios e ao Distrito Federal, no âmbito do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. O objetivo da medida, que está em análise na Câmara dos Deputados, é induzir ações integradas e descentralizadas para garantir a vida de meninas e mulheres. O projeto de lei é uma das prioridades de votação da bancada feminina. Pelo texto, o sistema funcionará em regime de colaboração entre os entes federativos, servindo como instrumento de articulação, gestão e promoção de políticas públicas de prevenção. Divisão dos recursos O montante de R$ 5 bilhões será distribuído ao longo de três anos, conforme a disponibilidade orçamentária: 2026: até R$ 3 bilhões; 2027: até R$ 1 bilhão; e 2028: até R$ 1 bilhão. Os recursos serão divididos igualmente: 50% para os estados; e 50% para os municípios. O repasse será feito de forma direta, sem a necessidade de convênios ou contratos, desde que o ente beneficiário apresente um plano de ação e mantenha os valores em conta bancária específica. Prioridades e diretrizes O projeto estabelece que, no mínimo, 30% dos recursos recebidos por estados e municípios sejam aplicados em duas áreas específicas:  na educação para o combate à cultura de violência (especialmente para homens e meninos); e no fortalecimento da rede de atendimento às mulheres. Entre as diretrizes do novo sistema estão o reforço da proteção a mulheres em situações de risco de feminicídio e o aprimoramento da transparência de dados e indicadores. Gravidade Jack Rocha destaca a gravidade dos dados de violência contra a mulher: em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “A violência contra mulheres e meninas, notadamente em sua forma letal – o feminicídio –, permanece como um dos mais graves desafios de direitos humanos e de segurança pública no Brasil”, afirma a deputada. Para ela, a criação do sistema nacional transformará compromissos políticos em medidas práticas. “Reconhecer o feminicídio como calamidade pública não constitui mero recurso retórico, mas proposta concreta de enfrentamento e de reconhecimento institucional da gravidade extrema da violência contra a mulher no país”, diz Jack Rocha. Fiscalização Para garantir o uso correto das verbas, a proposta prevê a criação de uma instância de governança para monitorar e avaliar as ações. Os entes que não apresentarem planos de ação ou que descumprirem as exigências de transparência terão os repasses suspensos. A prestação de contas seguirá procedimentos simplificados, focados em resultados e na rastreabilidade do dinheiro. Próximos passos O projeto será analisado por comissões técnicas da Câmara e também pelo Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado por deputados e senadores.Reportagem – Noéli Nobre Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto autoriza SUS a usar hospitais privados para zerar filas de cirurgia bariátrica.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 6626/25 institui o Programa Nacional de Ampliação do Acesso à Cirurgia Bariátrica e Metabólica. O objetivo é autorizar estados e municípios a contratarem hospitais e clínicas da rede privada para realizar as operações, de forma complementar à rede pública, quando esta se mostrar insuficiente para atender à demanda existente. A medida visa reduzir o tempo de espera e a morbimortalidade associada à obesidade grave, utilizando a capacidade ociosa do setor privado para desafogar o Sistema Único de Saúde (SUS). Como vai funcionar Pelo texto, as secretarias de saúde poderão firmar convênios ou contratos com estabelecimentos privados. A prioridade será para entidades filantrópicas (sem fins lucrativos), mas clínicas com fins lucrativos também poderão participar se houver necessidade. O acesso às cirurgias na rede privada contratada seguirá exclusivamente a regulação do SUS, obedecendo à lista única de espera e aos critérios de gravidade clínica (risco cardiovascular, diabetes, limitações de locomoção, etc.). Diretrizes e Segurança Para participar, a clínica privada precisará garantir não apenas a cirurgia, mas todo o suporte necessário, incluindo: avaliação multiprofissional pré-operatória; estrutura de UTI e retaguarda para emergências; acompanhamento pós-operatório a longo prazo. Justificativa O autor, deputado Vanderlan Alves (Republicanos-CE), argumenta que a obesidade é um problema de saúde pública que gera custos altíssimos ao governo com o tratamento de complicações futuras, como hipertensão e problemas articulares. Segundo ele, a estrutura atual do SUS está sobrecarregada com urgências, travando a fila das bariátricas. "A medida não cria privilégio, não institui fila paralela e não viola a autonomia federativa. Ao contrário, organiza e induz uma política pública necessária, autorizando de forma clara que os gestores possam utilizar a rede privada para ampliar o acesso à cirurgia, com controle e segurança", afirma o autor na justificativa. Transparência Pelo texto, os governos que aderirem ao programa deverão divulgar relatórios com o número de pacientes atendidos, o tempo médio de espera e a lista de clínicas contratadas. Próximos passos A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova reembolso a estados por gastos com presos condenados pela Justiça Federal.

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 43/25, do deputado Alberto Fraga (PL-DF), que obriga a União a reembolsar os estados e o Distrito Federal pelos custos com presos condenados ou detidos por decisão da Justiça Federal. A proposta altera a Lei de Execução Penal. A regra valerá também para os casos de prisão em flagrante, preventiva e temporária. O dinheiro repassado pelo governo federal deverá ser destinado à melhoria dos sistemas prisionais locais. Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Albuquerque (Republicanos-RR), pela aprovação do texto. Segundo o relator, a proposta corrige uma distorção e evita prejuízos aos estados e ao Distrito Federal. “A medida também fortalecerá a cooperação no combate ao crime organizado e na gestão da execução penal”, afirmou Albuquerque. Motivação Alberto Fraga, autor da proposta aprovada, disse que o ideal seria que a União tivesse presídios suficientes para o cumprimento de penas decorrentes de crimes de sua competência, especialmente o tráfico internacional de drogas. “As unidades federais destinam-se principalmente ao isolamento de lideranças criminosas e são de segurança máxima, inadequadas para cumprimento de sentenças condenatórias comuns”, declarou. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova alteração de regra sobre integralidade em pensões de militares estaduais.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza estados e Distrito Federal a garantir integralidade e paridade a pensões de militares estaduais. O texto aprovado é a versão do relator, deputado Sargento Gonçalves (PL-RN), para o Projeto de Lei 240/24, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ). O relator apresentou uma nova versão, mas manteve a intenção inicial. “Esta proposta busca corrigir uma grave distorção histórica criada a partir da Emenda Constitucional 41/03, que suprimiu, para as pensões por morte, o direito à paridade e à integralidade, mantendo-o apenas para proventos de aposentadoria concedidos sob certas regras de transição”, disse o relator. Principais pontos A proposta altera o Decreto-Lei 667/69, que trata da reorganização das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados, do Território e do Distrito Federal. A nova regra abrangeria benefícios concedidos de 2004 a 2019. O projeto original determinava a concessão automática da integralidade, mas Sargento Gonçalves alterou o texto para que a regra dependa de lei de iniciativa dos governadores, respeitando a autonomia dos estados e do Distrito Federal. Após os debates na Comissão de Previdência, a deputada Ana Paula Lima (PT-SC) apresentou voto em separado contrário à aprovação da proposta. “Há flagrantes inconstitucionalidades formais e materiais”, afirmou a parlamentar. Próximos passos O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto proíbe reserva de mercado na pesca esportiva e exige base científica para restrições estaduais.

A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

O Projeto de Lei 6203/25 estabelece um marco legal nacional para a pesca esportiva e proíbe estados e municípios de criarem restrições que configurem "reserva de mercado" para empresas de turismo. A proposta altera a Lei da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca (Lei 11.959/09) e está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define a pesca esportiva como a modalidade "pesque e solte", onde o peixe deve ser devolvido vivo ao habitat, diferenciando-a da pesca amadora, na qual é permitido o transporte do pescado para consumo próprio. Proibir a privatização dos rios O ponto central do projeto é limitar o poder de estados e municípios de restringir o acesso aos rios. Pelo texto, fica proibido aos entes federativos: restringir a pesca esportiva apenas a clientes de empresas de turismo ou guias autorizados; estabelecer trechos de rios de uso exclusivo para concessionários (reserva de mercado); proibir ou restringir o livre trânsito de populações ribeirinhas e a pesca de subsistência. De acordo com o projeto, o acesso aos rios só poderá ser limitado mediante comprovação técnica de necessidade ambiental. O projeto também lista os equipamentos permitidos na modalidade esportiva: linha de mão, caniço simples, molinete ou carretilha, anzóis e iscas (naturais ou artificiais). População local O autor do projeto, deputado Nicoletti (PL-RR), argumenta que a falta de uma lei federal gerou insegurança jurídica e abusos. Ele cita o caso de Roraima, onde a legislação estadual teria vedado a pesca do tucunaré para o cidadão comum, autorizando-a apenas para empresas de turismo licenciadas. “Tal medida, na prática, não protege o meio ambiente, mas cria uma inaceitável reserva de mercado para um grupo seleto de operadores. O cidadão comum, o pescador amador e o pequeno empreendedor local são alijados do uso de um bem que é de todos”, afirma o autor na justificativa. Segundo o parlamentar, a proposta visa impedir a "privatização de rios" e garantir que a pesca esportiva continue sendo uma ferramenta de turismo e preservação, sem excluir a população local. Próximos passos A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


Veja outro ângulo do momento em que pai percebe filha salva do acidente.

No vídeo, divulgado nas redes sociais, o homem aparece visivelmente abalado ao segurar a menina contra o peito poucos segundos depois do imp...