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terça-feira, 17 de março de 2026

O bolo não cresceu? Veja os erros mais comuns e como salvar a sua receita.

Especialista explica que erros simples no preparo, como medidas incorretas, fermento inadequado, ingredientes gelados ou temperatura errada do forno, estão entre as principais causas de bolos que não crescem ou murcham após assar.

Você já abriu o forno e encontrou um bolo murcho, baixo ou solado? Segundo o Google Trends 2025, buscas como “bolo não cresce” e “bolo solado” aumentam em mais de 30% nos meses mais frios do ano, quando mais pessoas cozinham em casa e enfrentam dúvidas sobre técnicas básicas de confeitaria. Mas afinal, o que realmente causa esses problemas?Segundo Rafael Fraga, chef de gastronomia da Prática, muitos erros acontecem em detalhes simples do preparo. “Um bolo perfeito depende de equilíbrio, temperatura correta, ingredientes em boa condição e uma massa bem estruturada. Quando qualquer uma dessas etapas falha, o resultado final é comprometido”, explica Rafael. O chef lista abaixo os principais motivos que levam um bolo a solar, não crescer ou murchar e como evitá-los: 1. Medidas erradas na receita Colocar líquido demais ou exagerar na farinha deixa o bolo pesado e impede que ele cresça. Como evitar: meça os ingredientes com cuidado, siga a receita e peneire a farinha antes de usar para deixar a massa mais leve. 2. Problemas com o fermento Fermento vencido, em pouca quantidade ou em excesso faz o bolo não crescer ou murchar depois de assado. Como evitar: use fermento dentro da validade, na medida certa e teste antes de colocar na massa. 3. Massa batida do jeito errado Mexer demais depois de colocar a farinha deixa o bolo duro, bater pouco não cria ar suficiente para crescer. Como evitar: depois da farinha, misture devagar. Na etapa de bater manteiga, açúcar ou claras, capriche para incorporar ar. 4. Ingredientes gelados Ovos, leite ou manteiga frios atrapalham a mistura e o crescimento do bolo. Como evitar: retire os ingredientes da geladeira com antecedência e use tudo em temperatura ambiente. 5. Erros na temperatura do forno Forno frio não deixa o bolo crescer, forno quente demais assa por fora e deixa cru por dentro. Abrir o forno cedo também faz o bolo murchar. Como evitar: pré-aqueça o forno entre 170 °C e 180 °C e evite abrir a porta nos primeiros 15 a 20 minutos. 6. Forma inadequada Forma grande demais espalha a massa e faz o bolo crescer pouco. Como evitar: use o tamanho de forma indicado na receita. 7. Tirar ou desenformar antes da hora Retirar o bolo ainda cru ou desenformar quente o faz afundar no meio. Como evitar: faça o teste do palito e espere de 10 a 15 minutos antes de desenformar. Para o chef Rafael Fraga, entender o comportamento da massa é o que garante bolos sempre fofos e estáveis. “Quando controlamos temperatura, proporções e manipulação, o bolo reage exatamente como deveria. Pequenos ajustes tornam o processo mais previsível, evitando desperdícios e garantindo um bolo delicioso”, finaliza.Fonte Lifestyle ao Minuto Noticias.

Instagram vai remover criptografia e conversas ficarão menos seguras.

O Instagram anunciou que as mensagens privadas da sua rede social deixarão de contar com encriptação ponto a ponto a partir do começo de maio. 

A Meta justifica a decisão com o facto de a funcionalidade ter uma adoção baixa.O Instagram anunciou nesta segunda-feira que pretende remover a criptografia de ponta a ponta que estava disponível nas mensagens privadas da plataforma.“Mensagens com criptografia de ponta a ponta no Instagram deixarão de ser suportadas após 8 de Maio de 2026”, informa um comunicado publicado no Centro de Ajuda da rede social. Em declaração enviada ao site Engadget, a Meta afirmou que a decisão foi tomada porque a ferramenta era pouco utilizada pelos usuários. “Muito poucas pessoas optaram por usar mensagens com criptografia de ponta a ponta nas Mensagens Diretas, por isso vamos remover essa opção nos próximos meses”, afirmou um porta-voz da empresa. A tecnologia era responsável por aumentar a privacidade das conversas entre usuários. Segundo a Meta, o recurso funcionava garantindo que apenas os participantes da conversa pudessem acessar o conteúdo das mensagens. “Quando você envia uma mensagem em uma conversa com criptografia de ponta a ponta, o seu dispositivo bloqueia a mensagem durante o envio”, explica a empresa. “Essa mensagem só pode ser desbloqueada por um dispositivo que tenha uma das chaves especiais da conversa. O mesmo vale para chamadas de vídeo e áudio.” A empresa também ressaltava que nem mesmo a própria Meta poderia acessar o conteúdo dessas conversas. “Ninguém, nem mesmo a Meta, pode ler suas mensagens ou ouvir suas chamadas, exceto as pessoas que possuem essas chaves especiais. Mesmo que quiséssemos, não poderíamos fazer isso”, informou a companhia. Com a mudança, a partir de 9 de Maio nenhuma conversa nas mensagens diretas do Instagram contará com criptografia de ponta a ponta. A plataforma afirmou ainda que usuários afetados pela alteração receberão orientações para baixar mensagens ou arquivos que desejarem salvar. “Se você tiver conversas afetadas por essa mudança, verá instruções sobre como baixar qualquer conteúdo multimídia ou mensagens que queira manter”, informou o Instagram. “Caso esteja usando uma versão antiga do aplicativo, pode ser necessário atualizar o app antes de fazer o download das conversas.” Enquanto isso, o TikTok afirmou que também não pretende implementar criptografia em suas mensagens. Em declaração à BBC, a empresa disse que a adoção da tecnologia poderia dificultar o trabalho de equipes de segurança e autoridades caso fosse necessário acessar mensagens em investigações. Segundo a companhia, isso poderia fazer com que usuários se sentissem menos seguros. Atualmente, a criptografia de ponta a ponta está presente em diversos serviços de comunicação, como WhatsApp, Telegram, iMessage, Facebook Messenger, Google Messages e Signal. Nessas plataformas, apenas o remetente e o destinatário conseguem acessar o conteúdo das mensagens. De acordo com o Engadget, a criptografia não é amplamente utilizada em serviços digitais na China. Ainda não se sabe, porém, se a ByteDance, empresa-mãe do TikTok, teve influência na decisão de não adotar essa camada adicional de privacidade.Fonte Tech ao Minuto Noticias.

Entenda o que está em jogo nas negociações entre Brasil e EUA sobre facções criminosas.

Possível decisão do governo Trump de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas preocupa o governo brasileiro, que teme impactos econômicos, tensões diplomáticas com os EUA e até brechas para ações militares americanas.

A possível decisão do governo de Donald Trump de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho como organizações terroristas tem causado preocupação no governo brasileiro. A medida pode gerar consequências econômicas, criar tensões diplomáticas com os Estados Unidos e até Abrir brechas para ações militares em território brasileiro.No dia 8, o portal UOL revelou que a administração Trump estuda incluir as duas facções na lista de organizações terroristas estrangeiras dos Estados Unidos, conhecidas como Foreign Terrorist Organizations. A iniciativa acendeu um alerta no governo Lula.Essa classificação é um ato administrativo do governo americano e não depende de autorização judicial. Por isso, pode ser aplicada com grande margem de decisão por parte da Casa Branca e, em alguns casos, ter efeitos extraterritoriais, atingindo pessoas ou instituições fora dos Estados Unidos. Desde então, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem participado de reuniões para tentar impedir a mudança e discutir alternativas com autoridades americanas. Nos bastidores, o governo também teme que o tema seja explorado politicamente pela oposição em ano eleitoral. Além disso, o governo Trump chegou a sugerir que o Brasil recebesse em presídios nacionais estrangeiros capturados nos Estados Unidos, em um modelo semelhante ao adotado por El Salvador, que abriga detentos em sua penitenciária de segurança máxima conhecida como Cecot. Impactos econômicos Caso PCC e Comando Vermelho sejam classificados como organizações terroristas, empresas brasileiras e o sistema financeiro nacional poderiam ser afetados por medidas unilaterais dos Estados Unidos. A legislação americana prevê punições não apenas para integrantes dessas organizações, mas também para pessoas, empresas e instituições financeiras que tenham recursos ligados a esses grupos ou conhecimento sobre eles.Na avaliação do governo brasileiro, isso pode abrir margem para sanções contra empresas que tenham tido contato indireto com recursos relacionados às facções, mesmo que não tivessem conhecimento da origem criminosa. Instituições financeiras, por exemplo, poderiam ser alvo de medidas punitivas caso tenham movimentado valores posteriormente associados às organizações. Tensão diplomática A possível classificação também ameaça gerar novos atritos entre Brasil e Estados Unidos. Nos últimos meses, os dois países vinham reduzindo tensões após disputas comerciais provocadas por tarifas impostas anteriormente. Na tentativa de evitar a medida, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, entrou em contato com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, logo após a divulgação da informação.Entre os argumentos apresentados pelo governo brasileiro está a sugestão de que Washington aguarde um encontro presencial entre Lula e Trump antes de tomar qualquer decisão definitiva. A expectativa é de que essa reunião aconteça em Abril. O governo brasileiro também sustenta que a classificação das facções como organizações terroristas poderia gerar efeitos inesperados no país e afetar áreas importantes da cooperação bilateral. Outra preocupação é a possibilidade de os Estados Unidos passarem a restringir a concessão de vistos para cidadãos brasileiros. Risco de ações militares Em um cenário mais extremo, a nova classificação poderia abrir brechas legais para que os Estados Unidos tratem o combate às facções brasileiras como uma questão de segurança nacional. Nesse contexto, autoridades americanas poderiam justificar operações envolvendo militares ou agentes da CIA em áreas de fronteira ou até dentro do território brasileiro. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), indicam que PCC e Comando Vermelho ampliaram significativamente sua atuação nos últimos anos. Segundo o levantamento, as duas facções já estão presentes em todos os estados brasileiros e exercem hegemonia em pelo menos 13 deles. O PCC domina principalmente Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Roraima, São Paulo e Piauí. Já o Comando Vermelho tem forte presença no Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rio de Janeiro, estado onde surgiu. As duas organizações também expandiram suas atividades para fora do país. O Comando Vermelho mantém negócios com pelo menos oito países da América Latina, enquanto o PCC já possui presença identificada em ao menos 16 nações.Fonte Politica ao Minuto Noticias.

MG: Influencer e pré-candidato do MBL agride e apanha de gerente de loja.

Influenciador e pré-candidato ao governo de Minas discutiram com gerente após problema na retirada de uma encomenda. 

Confusão dentro da loja terminou em empurrões e troca de agressões, foi registrada em vídeo e agora é investigada pela Polícia Civil.O influenciador Ben Mendes, pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo partido MBL, e s gerente de uma loja em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, brigaram e trocaram agressões na sexta-feira.Mendes, 37, e a gerente, 52, discutiram e se agrediram após problemas na retirada de um produto. Segundo a Polícia Militar, por volta das 12h30, um funcionário do influenciador foi retirar uma encomenda no estabelecimento, mas o produto não foi liberado porque o responsável pela entrega não estava na loja naquele momento. O funcionário de Mendes voltou cerca de 40 minutos depois, mas não conseguiu pegar a encomenda. Conforme registro da ocorrência, ele foi informado pela gerente de que a retirada dependia de um comprovante da compra. Mendes então entrou na loja, discutiu com a gerente e eles trocaram empurrões. Parte da briga foi filmada pela equipe do influenciador e postada hoje nas redes sociais dele, onde acumula quase 500 mil seguidores. À PM, Mendes relatou que "só tentou se defender" após ter sido atingido por objetos, mordido. Ele também afirmou que teve a camiseta rasgada. "Você está louca?", dizia Mendes em um dos trechos. Procurada pelo UOL, a assessoria de imprensa do influenciador afirmou que publicará amanhã uma reportagem sobre o ocorrido na "Ben Mendes TV", no YouTube. Influenciador alegou que foi reconhecido por um conteúdo gravado dois anos antes na mesma loja. Segundo relato do influencer à PM, a gerente o reconheceu de uma gravação do programa "Ronda do Consumidor", publicada em seu canal no YouTube, com quase 2 milhões de inscritos. Mendes gravou uma reportagem na loja em 2022 -segundo a assessoria, foi o caso de uma consumidora que comprou uma porta e, por causa de um defeito e da demora na assistência, só conseguiria ser atendida 30 dias depois. A gerente afirmou aos policiais que acionou a corporação por se sentir ameaçada. Segundo ela, Mendes a gravou sem consentimento, tomou o celular de uma funcionária que filmava a discussão e o jogou no chão. Procurado pela reportagem, o influenciador nega. Funcionária também alegou que ofereceu estorno, mas proposta não foi aceita. A outra trabalhadora da loja, relatou aos militares que houve "troca de ofensas verbais" e foi ameaçada de agressão. "Situação não evoluiu porque outro funcionário conteve os dois", relatou, conforme registro da PM-MG. O nome da loja não foi divulgado pela polícia e, por isso, o UOL não conseguiu falar com os responsáveis. O espaço fica aberto para manifestações. A PM atendeu o caso, e a Polícia Civil abriu apuração. O caso foi para o Juizado Especial Criminal. O influenciador e a gerente foram levados a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e depois para o registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), que foi encaminhado ao juizado de Betim, onde são tratadas infrações consideradas menores. "Outras informações poderão ser divulgadas em momento oportuno, a fim de não prejudicar o andamento dos trabalhos investigativos", diz a Polícia Civil. Caso foi para Juizado Especial Criminal. O influenciador e a gerente foram levados a uma unidade de pronto atendimento e depois ao registro de um TCO (termo circunstanciado de ocorrência), que foi encaminhado ao juizado de Betim, onde são tratadas infrações consideradas menores. "Outras informações poderão ser divulgadas em momento oportuno, a fim de não prejudicar o andamento dos trabalhos investigativos", diz a Polícia Civil.Fonte Brasil ao Minuto Noticias.

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Especialista explica que erros simples no preparo, como medidas incorretas, fermento inadequado, ingredientes gelados ou temperatura errada ...