CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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terça-feira, 21 de abril de 2026

Mês da Mulher: Elas já são quase 45% dos optantes do MEI no município.

No mês da mulher, o empreendedorismo é uma pauta que está na ordem do dia. E os números, em várias áreas, mostram que elas não só conquistaram, mas avançam em vários segmentos de atividades, inclusive, no microempreendedorismo.

Levantamento realizado pelo CONTEXTO no Portal do Empreendedor mostra que até o dia 7/3 último, o número de optantes do MEI (Microempreendedor Individual) no município era de 39.462. OPU seja, já quase na casa de 40 mil. Desse total de optantes, 21.872 (55,43%) são do sexo masculino e 17.590 (44,57%) são do sexo masculino. Dentre os cinco segmentos com maior número de optantes, segundo a classificação do cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), três possuem maior número de mulheres à frente dos micronegócios. A atividade de Cabeleireiro possui maior número de cadastros: são 2.518, desse total, 1.861 são micronegócios conduzidos por mulheres e 657 conduzidos por homens. Uma larga diferença. O segmento de Promoção de vendas tem o segundo maior número de optantes: 2.252. Neste caso, prevalece a direção por homens, com 1.218 cadastros, contra 1.034 de mulheres.A terceira atividade é a de Comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios. São 2.098 optantes no total, sendo 1.634 mulheres e 464 homens. Novamente, elas aparecem em uma maioria ampla. A situação se reverte em relação à quarta atividade, que é relacionada a Obras de alvenaria. Neste caso, são 1.798 optantes no total, sendo 1.727 homens e 71 mulheres. A quinta atividade soma 1.111 optantes que abriram negócios relacionados como Lanchonetes, casas de chá, sucos e similares. Neste caso, 605 negócios são conduzidos por mulheres e 506 por homens. Números gerais Em relação à totalidade de MEIs em Anápolis (homens e mulheres), até o início desse mês, tem-se que 21.970 (35,12%) escolheram atuar em estabelecimento físico. Os que atuam em local fixo, fora de loja, somam 14.199 (22,69%). Os MEIs anapolinos que trabalham pela internet já somam 12.946 (20,69%).Há ainda os microempreendedores que atuam pelo sistema de televendas, que somam 4.134 (6,61%). Os que trabalham com suporte dos Correios somam 2.134 (3,41%) e, por fim, 1.000 (1,6%) MEIs de Anápolis trabalham com uso de máquinas automáticas. Importante ressaltar que em relação à forma de atuação, o número total é diferente do que o número atual de MEIS, porque há opção para o optante cadastrar mais de uma forma de desenvolver o seu negócio. A pesquisa também aponta o número de optantes por MEI (homens e mulheres) em relação à nacionalidade. Neste caso, obviamente, a grande maioria é brasileira, são 39.278. Mas, tem-se ainda 43 MEIs em Anápolis de nacionalidade colombiana; 28 de venezuelana; 27 portuguesa; 13 senegalesa e 10 haitiana. No total, o cadastro registra pessoas optantes de ambos os sexos de 34 diferentes nacionalidades.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO

CDL Mulher promove cursos de marketing e redes sociais para empreendedoras.

A Escola CDL Mulher, em parceria com o Sebrae Goiás, realiza nesta semana o 6º módulo de capacitação voltado ao empreendedorismo feminino, com foco em “Marketing, conteúdo e redes sociais”, um dos temas mais demandados pelas participantes.

Em razão do feriado de 21 de Abril, os encontros serão realizados excepcionalmente na quarta e quinta-feira, dias 22 e 23 de Abril, às 18h30, na sede da CDL, na Rua Conde Afonso Celso, 143, Centro. O formato em dois dias foi definido para aprofundar o conteúdo, considerado essencial para o fortalecimento do posicionamento de marca, ampliação da presença digital e uso estratégico das redes sociais como canal de vendas.A capacitação integra o cronograma da Escola CDL Mulher, que aborda temas voltados à gestão, desenvolvimento de negócios e formação empreendedora. O projeto tem registrado aumento contínuo no número de participantes a cada módulo. A participação é gratuita, sendo solicitada apenas a doação de um quilo de alimento não perecível, destinado às ações sociais da CDL Mulher.As inscrições podem ser feitas pelo Instagram da entidade (@cdlmulher), com acesso ao link disponível na biografia. Na programação, os encontros seguem no dia 28 de Abril com o tema “Liderança, pessoas e processos”, e se encerram em 5 de Maio com “Legado, expansão e visão de futuro”. De acordo com a presidente da CDL Mulher, Danielly Mendes, e a analista do Sebrae, Rita Queiroz, a iniciativa marca o início de uma parceria entre as instituições para fomentar o empreendedorismo feminino, com previsão de novas ações ao longo do ano.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.

Empresas de energia renováveis suspendem quase R$ 40 bi em investimentos e avaliam deixar Nordeste.

O cenário se dá em razão de uma série de fatores. Além do lento crescimento da demanda por energia e o "curtailment" (corte forçado na geração), problemas já conhecidos, representantes do setor reclamam de uma recente elevação dos custos de operação, com a perda de vantagens fiscais e o aumento de exigências.

Empresas do setor de energia renovável avaliam migrar do Nordeste, região de condições climáticas favoráveis à geração eólica e solar, para outros locais do Brasil, suspendendo investimentos próximos a R$ 38,8 bilhões entre 2025 e 2026.O cenário se dá em razão de uma série de fatores. Além do lento crescimento da demanda por energia e o "curtailment" (corte forçado na geração), problemas já conhecidos, representantes do setor reclamam de uma recente elevação dos custos de operação, com a perda de vantagens fiscais e o aumento de exigências. Integrantes do governo Lula (PT) ponderam que os benefícios fiscais concedidos no passado para impulsionar essas fontes alternativas não são mais necessários, uma vez que elas já ganharam espaço na matriz energética nacional. Com o mercado consolidado, dizem, agora é necessário ajustar a política tributária, para evitar que vantagens às energias eólicas e solares gerem um desequilíbrio no sistema energético nacional, encarecendo a conta ao consumidor. Procurado por meio de sua assessoria de imprensa desde o último dia 27 de Março, o Ministério de Minas e Energia não se manifestou até a publicação deste texto. A maior parte dos empreendimentos de energia renovável está no Nordeste, região que é abundante em sol e vento. A pedido da reportagem, a Absolar e a Abeólica (associações que representam respectivamente as geradoras de energia solar e eólica) calcularam o impacto da crise no setor. A primeira entidade afirmou que, durante o ano de 2025, 141 usinas devolveram suas outorgas. Elas somariam R$ 18,9 bilhões. A Absolar acrescenta que, na comparação entre o projetado e o realizado no último ano, houve outros R$ 5,9 bilhões em investimentos frustrados. Já a Abeólica disse que a desaceleração do crescimento do setor gerou cerca de R$ 14 bi em investimentos suspensos."Essa crise se agravou principalmente a partir de 2023, 2024 e o Nordeste, que recebe mais de 95% dos investimentos, está sofrendo. Nós temos inclusive fábricas no Nordeste demitindo e fechando por falta de investimento, de novos projetos", afirma Elbia Gannoum, diretora-executiva da associação. A Casa dos Ventos, uma das principais empresas de renováveis do país, é uma das companhias que admite reduzir investimentos no Nordeste e recalcular sua rota para apostar em projetos em Mato Grosso e no Rio Grande do Sul. Procurada, a empresa informou que investe "tanto no Nordeste quanto em outras geografias". Mato Grosso do Sul e o Rio Grande do Sul surgem como alternativas, pois, apesar de não terem condições climáticas tão favoráveis quanto as do Nordeste, estão mais próximos dos polos consumidores. O aumento do custo de geração tem explicação em dois dispositivos aprovados em 2025, na Medida Provisória 1304. Esse texto nasceu da pretensão do governo em reorganizar o setor elétrico, que acabou frustrada pela força dos lobbies no Congresso. A medida criou dispositivos para impulsionar o setor de baterias, com o objetivo de resolver o curtailment. Esse corte forçado de geração ocorre porque a quantidade produzida por fontes renováveis varia de acordo com o vento e o sol. Em momentos de pico, é necessário tirar essas usinas da tomada para evitar uma sobrecarga que pode colapsar a rede nacional.A medida, porém, traz prejuízo a essas usinas. Como mostrou a Folha de S. Paulo, o país hoje desperdiça o equivalente a uma usina de Belo Monte em razão do curtailment. Uma das formas mais eficazes de resolver o problema é usando baterias para guardar o excesso de energia gerado nas horas de pico para ser consumido quando o consumo aumenta. A medida provisória estabeleceu que apenas podem ter acesso ao Reidi (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura), que dá desconto de impostos a usinas de geração solar e eólica, as que sejam integradas a sistemas de armazenamento. Na prática, as entidades reclamam que isso limitou o poder de investimento de algumas empresas. "O texto ocasionou um retrocesso, criando falta de isonomia para a fonte solar frente a outras tecnologias, ao restringir o acesso ao Reidi. Este tipo de requisito e limitação não existe para nenhuma outra fonte no Brasil", afirmou a entidade. Outro dispositivo criticado é o repasse dos custos da reserva de capacidade para os novos empreendimentos. Essa reserva é a contratação de usinas para serem acionadas em momentos de baixa produção, mas alta demanda. Como as energias renováveis são intermitentes (não geram todo o tempo), há necessidade de contratar mais geradores de reserva.A exigência imposta a novos empreendimentos, segundo a entidade, encarece o custo, desestimula novos investimentos e "pode pressionar economicamente os projetos de geração renovável". Além disso, as entidades se queixam que a Aneel aprovou, em 2022, duas resoluções que aumentam a taxa a ser paga pelas geradoras de energia à medida que elas estão mais distantes dos principais polos consumidores do país, como o Sul e o Sudeste. A Absolar avalia que isso "aumentou os custos de uso da rede para usinas situadas longe dos centros de carga, especialmente no Norte e Nordeste" e "pode deslocar os projetos fotovoltaicos", o que já está acontecendo. "Os atos normativos em questão foram resultado de mais de cinco anos de debate, e após aprovação, tiveram seus efeitos e aplicação modulada de forma a trazer previsibilidade e adaptabilidade dos agentes", rebate a Aneel. Dada a insatisfação do setor e sua capacidade de mobilização de parlamentares no Congresso, há, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, um projeto para derrubar essas resoluções.Representantes das renováveis afirmam ainda que o Executivo tem demorado para realizar o leilão de contratação de baterias, que poderia resolver o problema do curtailment e reduzir o prejuízo às usinas. Reclamam que, ao invés disso, foi feito um leilão para reserva de capacidade cuja maior parte dos vencedores é composta por empresas de geração a gás e a carvão, combustíveis fósseis poluentes. "A gente precisa realmente ter uma solução porque, do contrário, vamos perder oportunidade de investir num país que tem uma grande potencialidade diante da transição energética. A situação de fato é preocupante", diz Elbia. Há uma avaliação geral de que a chegada de data centers poderia impulsionar o setor de energia, se abastecidos com renováveis, pois consomem quantidades enormes de eletricidade -por outro lado, são criticados por exigir muita água. A criação de um programa nacional para esses empreendimentos, porém, está travado no Congresso Nacional.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


Petróleo volta a subir com interrupção de fluxo de navios no estreito de Hormuz.

Ao longo do fim de semana, a escalada das tensões voltou a interromper o tráfego na região. No sábado (18), a Guarda Revolucionária iraniana realizou ataques contra embarcações que transitavam pelo estreito de Hormuz, segundo agências internacionais.

O petróleo abriu em alta de 6% nas negociações referentes a esta segunda-feira (20), com investidores voltando a adotar uma postura mais conservadora em relação a uma resolução da guerra no Irã, além de lidar com mensagens contraditórias sobre o conflito.O barril do Brent, referência internacional, era cotado a cerca de US$ 96 por volta das 20h45 deste domingo (19), no contrato com vencimento em junho deste ano. O movimento tem influência de um novo bloqueio do Irã ao fluxo no estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito. A alta reverte a forte queda da commodity na sexta-feira (17), quando o anúncio da reabertura do estreito pelo Irã levou a um alívio nas cotações do Brent e do WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, que atingiram os menores níveis desde Março. Ao longo do fim de semana, a escalada das tensões voltou a interromper o tráfego na região. No sábado (18), a Guarda Revolucionária iraniana realizou ataques contra embarcações que transitavam pelo estreito de Hormuz, segundo agências internacionais.Teerã afirmou ter retomado regras mais rígidas de passagem após o que classificou como violações por parte dos Estados Unidos. Em discurso televisionado, Mohammad Bagher Ghalibaf disse que Washington não conseguiu pressionar o Irã por meio de ultimatos nem obter apoio internacional para a guerra. Em resposta, Donald Trump afirmou que o Irã estava "fazendo graça" e que não conseguirá chantagear os EUA. Neste domingo, o presidente norte-americano voltou a ameaçar destruir a infraestrutura do país. "Estamos oferecendo um acordo muito justo e razoável, e espero que eles aceitem, porque, se não aceitarem, os Estados Unidos vão destruir todas as usinas de energia e todas as pontes no Irã. Chega de ser bonzinho!", escreveu Trump. O republicano também afirmou que representantes dos dois países devem se reunir para mais uma rodada de negociações no Paquistão na segunda-feira (20) -o acordo de trégua expira na quarta-feira (22). Segundo a agência Tasnim, associada à Guarda Revolucionária, o regime ainda não decidiu se enviará representantes para as conversas. A suspensão do programa nuclear do Irã é considerada um dos principais impasses do conflito. Segundo Trump, o Irã teria concordado em abrir mão do urânio enriquecido. O regime iraniano, como tem sido praxe durante a guerra, não confirma as informações.A proposta defendida por Washington prevê que Teerã abandone seu programa nuclear como parte de um acordo mais amplo. O Irã, contudo, tem demonstrado resistência. Segundo o jornal New York Times, Teerã teria aceitado suspender a atividade nuclear por até cinco anos. Os EUA propõem uma suspensão de 20 anos. Enquanto isso, o impasse em torno do estreito de Hormuz mantém o mercado global em alerta. A guerra, que já está em sua oitava semana, levou a uma forte alta nos preços do petróleo. Desde o início do conflito, as cotações do Brent, referência global, acumulam valorização de 25%. Para analistas, as incertezas nas negociações entre Washington e Teerã, somadas às dificuldades para normalizar o fluxo pela via, devem manter a volatilidade dos preços por meses. Mesmo em caso de reabertura, ainda há dúvidas sobre quando empresas de transporte marítimo retomarão o fluxo. As companhias aguardam condições de segurança e sinalizações mais firmes de Washington e Teerã. Segundo a plataforma MarineTraffic, nenhuma embarcação entrou ou saiu do Golfo desde as 21h de sábado no horário de Brasília.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Piloto morre após acidente com sete carros em Nürburgring.

Juha Miettinen, de 66 anos, não resistiu após colisão nos primeiros minutos das classificatórias para as 24 Horas de Nürburgring. Corrida foi interrompida, e outros seis pilotos ficaram feridos, sem risco de morte.

O piloto finlandês Juha Miettinen morreu durante as corridas classificatórias para as 24 Horas de Nürburgring, realizadas neste sábado (18), no circuito Nordschleife, na Alemanha. A prova faz parte do calendário da NLS (Nürburgring Langstrecken-Serie).O acidente, considerado grave, envolveu sete carros e aconteceu nos primeiros minutos da corrida, que também contava com a participação de Max Verstappen. A prova foi imediatamente interrompida com bandeira vermelha para permitir o atendimento às vítimas. Miettinen foi socorrido no local e levado ao centro médico do circuito, mas não resistiu, apesar das tentativas de reanimação. Ele tinha 66 anos, era piloto amador e competia com um BMW de número #121, da equipe Keeevin Motorsport. Os outros seis pilotos envolvidos no acidente também foram encaminhados a um hospital, mas nenhum deles sofreu ferimentos com risco de morte. Após o ocorrido, a corrida foi definitivamente cancelada. Antes da interrupção, o carro de Max Verstappen havia garantido a sexta posição no grid de largada para a prova classificatória. No domingo, Miettinen foi homenageado com um minuto de silêncio antes da segunda corrida do fim de semana. A prova terminou com vitória do Audi da equipe Scherer Sport PHX, pilotado por Alexander Sims, Ben Green e Christopher Haase. Verstappen, que competiu ao lado de Lucas Auer em um Mercedes da equipe Mercedes-AMG Team Verstappen Racing, terminou na 38ª posição.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Mês da Mulher: Elas já são quase 45% dos optantes do MEI no município.

No mês da mulher, o empreendedorismo é uma pauta que está na ordem do dia. E os números, em várias áreas, mostram que elas não só conquistar...