CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Pelo menos 18 mortos em ataque aéreo perto de Teerã.

Bombardeio atinge área residencial na província de Alborz e deixa 18 mortos e 24 feridos. Conflito no Golfo Pérsico já soma milhares de vítimas e agrava crise global após bloqueio do Estreito de Ormuz.

Pelo menos 18 pessoas morreram nesta segunda-feira, incluindo duas crianças, após um ataque aéreo atingir a província de Alborz, próxima à capital do Irã, Teerã. A informação foi divulgada por veículos da imprensa iraniana.Os bombardeios atingiram áreas residenciais, segundo a agência de notícias Fars e o portal Mizan, ligado ao poder judiciário, que citou um vice-governador da região. "Até o momento, foram confirmadas as mortes de 18 de nossos compatriotas, incluindo duas crianças", informou a autoridade. Outras 24 pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais. O episódio ocorre no 39º dia do conflito iniciado em 28 de fevereiro, após uma ofensiva militar conjunta de Israel e Estados Unidos. Desde então, a guerra já deixou mais de três mil mortos na região do Golfo Pérsico. Em resposta, o governo iraniano intensificou ataques contra interesses americanos e israelenses em países vizinhos, além de bloquear o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo. A região é responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo e gás comercializados globalmente. O bloqueio provocou alta nos preços dos combustíveis e deve impactar a inflação de diversos produtos em escala internacional.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Homem é atropelado enquanto pedia namorada em casamento na Espanha.

Um homem de 36 anos ficou gravemente ferido depois de ter sido atropelado durante um encontro ilegal de carros modificados em Madrid, Espanha; vítima estava pedindo a namorada em casamento quando o incidente aconteceu.

Um homem de 36 anos ficou gravemente ferido depois de ter sido atropelado por um carro enquanto pedia a namorada em casamento. Tudo aconteceu durante um encontro ilegal de carros modificados no parque industrial de Los Olivos, na cidade de Getafe, em Madrid, Espanha.O incidente teria acontecido entre as 01h00 e as 03h00 da madrugada de sábado, dia 4 de Abril, durante um encontro para modificação de carros, vulgarmente conhecidos como "tunning". Os detalhes exatos do acidente ainda não são conhecidos. No entanto, de acordo com a agência de notícias EFE, momentos antes, o casal estava no meio da rua cercado por veículos derrapando à sua volta.  O homem, que acabou sendo atropelado, sofreu um traumatismo craniano, tendo sido transportado para o Hospital 12 de Outubro em estado grave. Ainda assim, não corre perigo de vida.  Quanto ao alegado autor do atropelamento, fugiu após o incidente. No entanto, foi preso pouco depois pelas autoridades na cidade vizinha de Fuenlabrada, sendo agora investigado por crime de ofensa à integridade física por negligência e um outro crime relacionado com a segurança rodoviária. Segundo as autoridades, grande parte dos indivíduos que estavam na concentração ilegal fugiram do local após o atropelamento. FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Flávio Bolsonaro diz que postura crítica de Eduardo a Nikolas 'não é inteligente'

Declaração expõe divisão no grupo político após troca de críticas públicas entre aliados nas redes sociais. Flávio Bolsonaro defende união, elogia Nikolas Ferreira e afirma que conflitos internos prejudicam estratégia para as eleições.

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (6) que a postura crítica do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, contra o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) é contraproducente."Nesse momento eu acho que não é inteligente. É uma questão que a gente tem que deixar a vaidade de lado, deixar de lado quem tem razão e quem não tem, porque é uma questão de sobrevivência do nosso país", disse Flávio em entrevista ao podcast Inteligência Ltda. O senador elogiou Nikolas, a quem chamou de "maior potência digital" e "moleque de ouro". "Apesar da idade baixa pra política, ele tem 29 anos de idade. É um cara que é maduro. É um cara inteligente. É um cara que entende o jogo político. Que ajuda demais", afirmou. A declaração veio dois dias após Eduardo e Nikolas trocarem farpas na rede social X (ex-Twitter). Eduardo acusou o deputado mineiro de compartilhar conteúdo de um perfil de direita que não apoiava a pré-candidatura presidencial de Flávio. O deputado mineiro, então, respondeu com um riso à publicação. "Risinho de deboche para mim? Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família", disse Eduardo. Ele afirmou que Nikolas coloca Flávio em uma "espiral de silêncio" ao não demonstrar apoio público efetivo. Ele continuou: "Os holofotes e a fama te fizeram mal, infelizmente. Demorei muito para acreditar que você trabalhava o algoritmo das suas redes para dar visibilidade a quem deseja a morte de meu pai, a quem comemora a prisão dele e a todos os que odeiam a mim e a minha família". Logo após o novo atrito, Flávio publicou no sábado um vídeo nas redes sociais pedindo pacificação. "É muito angustiante ver lideranças do nosso lado se digladiando enquanto a gente tem um país para resgatar", disse. Nikolas compartilhou o vídeo com o comentário: "Concordo, presidente. Cada um fazendo sua parte chegaremos lá". O episódio é mais um capítulo no racha interno do PL desde que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso e declarado inelegível. Integrantes do centrão avaliam que as brigas públicas, especialmente envolvendo a família Bolsonaro, dificultam a costura de alianças para Flávio e arranham a imagem de moderação que ele tenta projetar. Em Fevereiro, Nikolas já havia afirmado, após visita a Bolsonaro na Papudinha, que Eduardo "não está bem", em resposta às críticas feitas contra ele e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro por, na visão de Eduardo, não terem se engajado o suficiente na campanha de Flávio.FONTE POLITICA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Nova lei reajusta em 8% salário de funcionários do Ministério Público e do Conselho do Ministério Público.

Aumento para 2027 e 2028 foi vetado por ser considerado inconstitucional.

Foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Lei 15.373/26, que estabelece reajuste de 8%, a partir de 1º de Julho próximo, nos vencimentos básicos dos cargos efetivos, dos cargos em comissão e das funções comissionadas dos servidores do Ministério Público da União e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Lula vetou o reajuste de 8% em 2027 e 2028, porque aumentam o gasto com pessoal para o futuro governo – o que é inconstitucional. O relator do texto na Câmara (Projeto de Lei 3879/24), deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), afirmou que a proposta segue o teto constitucional, "sem excepcionalidade nenhuma". Para Bulhões, o reajuste “reafirma esse compromisso com a simetria, promovendo a harmonia necessária ao pleno funcionamento do sistema de Justiça”, referindo-se a reajuste igual aprovado para os servidores do Judiciário e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Reportagem – Luiz Gustavo Xavier Edição – Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão debate direitos dos povos indígenas nesta quarta.

Evento ocorre paralelamente ao Acampamento Terra Livre, encontro anual que reúne povos indígenas em Brasília.

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados realiza, na quarta-feira (8), o 4º Seminário sobre Direitos dos Povos Indígenas no Congresso Nacional. O debate atende a pedido da presidente da comissão, deputada Juliana Cardoso (PT-SP). Segundo a parlamentar, o seminário dá continuidade aos debates promovidos pela comissão durante as edições de 2024 e 2025 do Acampamento Terra Livre, encontro anual que reúne povos indígenas de vários biomas do país. Juliana Cardoso afirma que o Acampamento Terra Livre é hoje o mais importante evento indígena do país, por sua dimensão nacional e pela continuidade ao longo do tempo. Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, o evento vai até sábado (11) e deve receber entre 7 mil e 8 mil pessoas, entre indígenas e não indígenas. Violência e marco temporal Entre os temas a serem debatidos, a deputada destaca a violência contra os povos indígenas e o marco temporal. Segundo ela, a tese jurídica que limita o direito dos povos indígenas a territórios que ocupavam apenas desde a Constituição de 1988 tem sido contestada por povos originários, juristas, constitucionalistas e organizações da sociedade civil. Ela lembra ainda que o marco temporal vem sendo apontado como um dos fatores ligados ao agravamento dessa violência. “A realização deste 4º seminário é, portanto, uma excelente oportunidade para dar continuidade a esses debates, atualizá-los e, ao mesmo tempo, fortalecer essa pauta no cotidiano parlamentar e estabelecer diálogos legislativos comprometidos com a defesa dos direitos dos povos originários”, afirmou Juliana Cardoso. O seminário será realizado às 14 horas, no auditório Nereu Ramos. Da Redação - GM Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO

Comissão especial debate exigência de exames médicos e psicológicos no trânsito.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa mudanças no Código de Trânsito Brasileiro realiza audiência pública nesta quarta-feira (8) para discutir a exigência de exames médico, psicológico e toxicológico para motoristas. O debate será realizado às 14 horas, em plenário a ser definido. A reunião atende a pedidos da deputada Erika Kokay (PT-DF) e dos deputados Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), Fausto Pinato (PP-SP) e Eduardo Velloso (União-AC). A comissão especial analisa 270 propostas que mudam o Código de Trânsito (PL 8085/14 e apensados). Desafios Segundo Pinato, o trânsito permanece como um dos grandes desafios de saúde pública e segurança viária no Brasil. O exame psicotécnico, segundo ele, é um importante instrumento para avaliar aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais dos motoristas e garantir um trânsito seguro. Exame toxicológico Já Aureo Ribeiro quer discutir a exigência do exame toxicológico na obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para candidatos às categorias A e B. Desde o ano passado, motoristas das categorias A e B (motos e carros) são obrigados a apresentar exame toxicológico negativo para obter a primeira habilitação (Lei 15.153/25). O exame toxicológico já era obrigatório para motoristas das categorias C, D e E, que dirigem veículos de carga e transporte coletivo. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão ouve procuradores sobre repressão durante a ditadura militar; participe.

O debate será interativo; os interessados poderão enviar perguntas pela internet.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (8), audiência sobre as vítimas da repressão estatal e empresarial durante a ditadura militar no Brasil. O debate será realizado às 17 horas, no plenário 9. Veja a lista de quem foi convidado para o debate; e envie suas perguntas A reunião atende a pedido do deputado Reimont (PT-RJ). O objetivo é ouvir familiares de pessoas atingidas pela repressão durante a ditadura militar, representantes do Ministério Público Federal e do Ministério Público do Trabalho. O deputado afirma que a ditadura militar no Brasil foi marcada por prisões arbitrárias, tortura e repressão a trabalhadores, povos indígenas e comunidades rurais, muitas vezes com a participação ou conivência de agentes privados. Reimont argumenta que ouvir familiares das vítimas é fundamental para fortalecer as políticas de memória, verdade e justiça. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto define regras para monitorar e controlar a poluição sonora no país.

O Projeto de Lei 225/26 cria a Política Nacional de Despoluição Sonora, com regras para monitorar, mapear e reduzir ruídos em áreas urbanas e rurais. 

O projeto reconhece como direito a qualidade sonora do ambiente e estabelece padrões nacionais de controle de ruído. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Pelo texto, o governo federal, como gestor do Programa Nacional de Controle da Qualidade Acústica (ProSon), deverá definir limites máximos de exposição sonora conforme o tipo de área, como residencial, hospitalar, escolar, comercial e industrial. Plano de gestão O projeto prevê, em nível federal, a criação de um sistema e de um plano nacional de gestão da qualidade acústica para estabelecer cenários, metas e prazos de referência para as ações locais de fiscalização e controle. O plano terá validade por dez anos e será elaborado com a participação de órgãos ambientais, de saúde e de transporte. Distrito Federal e municípios, segundo a proposta, deverão elaborar mapas acústicos e planos locais de despoluição sonora, com atualização a cada quatro anos. Esses instrumentos deverão identificar fontes de ruído, áreas críticas, zonas sensíveis e fixar metas de redução. O monitoramento da qualidade acústica ficará sob a responsabilidade da Rede Nacional de Monitoramento da Qualidade Acústica, constituída por órgãos e instituições do Sistema Nacional do Meio Ambiente. Impactos na saúde A autora do projeto, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), destaca que "a poluição sonora é um sério problema de saúde pública, piorado pelo crescimento urbano desordenado, tráfego intenso, atividades comerciais, obras e eventos públicos". De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ruído ambiental prejudica o sono e pode causar hipertensão, doenças cardíacas, problemas cognitivos em crianças e transtornos mentais. “Espera-se, com o projeto, criar cidades mais habitáveis, reduzir progressivamente os níveis de ruído e assegurar a proteção ao direito constitucional ao meio ambiente equilibrado, com benefícios como redução de doenças relacionadas ao som excessivo”, diz a deputada. Empreendimentos ou atividades potencialmente ruidosos ficarão obrigados a apresentar um Estudo de Impacto Acústico (EIAc) no processo de licenciamento urbanístico e ambiental. Eventos temporários só poderão funcionar com licença específica, com definição de horários e níveis máximos de emissão. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Saúde mental de jornalistas exige mais estudos, aponta Conselho de Comunicação.

Relatório cita aumento de afastamentos e condições de trabalho como fatores de risco.

É preciso ampliar pesquisas sobre a saúde mental de profissionais da comunicação. Essa é uma das conclusões de relatório apresentado nesta segunda-feira (6), em reunião do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. O conselheiro Carlos Magno destacou a dificuldade de obter dados atualizados sobre o tema. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2024 houve 472 mil afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 68% em relação ao ano anterior. O afastamento médio foi de 196 dias. O relatório aponta ainda as longas jornadas e a apuração frequente de situações trágicas como problemas enfrentados pelos profissionais. Magno citou pesquisa feita nos Estados Unidos, em 2024, com 1.140 jornalistas. Os dados mostram que 84% dos jornalistas e 88% dos ex-jornalistas relataram problemas de saúde mental. Segundo a pesquisa, 64% afirmaram que isso tem grande impacto no ambiente de trabalho. O conselheiro também mencionou o estudo “Jornalismo no Brasil em 2025”, produzido pela newsletter Farol Jornalismo em parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Foram ouvidos 275 profissionais de seis redações brasileiras. Os profissionais relataram ambiente de trabalho tóxico, com os seguintes problemas: falta de empatia; pouca transparência; comunicação violenta; desrespeito às folgas; sobrecarga de trabalho. "A pesquisa é limitada, mas indica tendências e reforça a necessidade de ampliar o debate", disse Carlos Magno. Ele afirmou que a situação piorou após a pandemia de coronavírus. Segundo o conselheiro, medidas individuais incluem prática de exercícios físicos, alimentação adequada e sono regular. Entre as ações coletivas, estão o combate a jornadas exaustivas e o incentivo ao trabalho em equipe. Novas pesquisas Carlos Magno sugeriu que o conselho peça ao DataSenado uma pesquisa nacional sobre o tema. A conselheira Samira Castro informou que a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em parceria com o Ministério do Trabalho, lançará uma pesquisa sobre a saúde mental da categoria. Segundo ela, quase metade dos jornalistas relatou depressão e insônia. "A pesquisa vai orientar políticas sindicais e ampliar a atenção da sociedade ao tema, para melhorar as condições de trabalho", afirmou. A reunião foi dirigida pela vice-presidente do conselho, Angela Cignachi. Da Agência Senado Edição - GM Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUITADOS Projeto prevê inclusão de cacau e derivados na merenda escolar.

A Câmara dos Deputados está discutindo o assunto.

O Projeto de Lei 69/26 inclui entre as diretrizes da Política Nacional de Incentivo à Produção de Cacau de Qualidade o estímulo à adoção do fruto e de derivados na merenda escolar. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei 13.710/18, que trata da política nacional. Hoje, essa norma já estimula a adoção do chocolate na merenda. Segundo o deputado Zé Neto (PT-BA), autor da proposta, a mudança fortalece a cadeia econômica do cacau, sobretudo a agricultura familiar. Ele citou ainda possíveis benefícios do consumo moderado do alimento. “A medida poderá gerar benefícios tanto para os produtores locais que se empenham diariamente nessa atividade quanto para os jovens brasileiros em idade escolar”, afirmou Zé Neto. Próximos passos A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS ECA Digital depende de mudança de cultura para ser efetivo, aponta debate.

 

O Conselho de Comunicação Social do Congresso realizou audiência sobre o tema.

Marco normativo na proteção on-line de crianças e adolescentes, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que entrou em vigor há menos de um mês, promove avanços para a segurança nos ambientes virtuais. Mas a legislação é apenas o início de um enfrentamento que depende de mudanças culturais. Esse foi um dos pontos debatidos pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional em audiência nesta segunda-feira (6). Confira os principais pontos do ECA Digital O ECA Digital (Lei 15.211/25) reúne responsabilidades a serem compartilhadas pelo tripé empresas de tecnologia, família e Estado. A lei foi recém-regulamentada por três decretos, entre eles o Decreto 12.880/26, que prevê a implementação progressiva de diversas disposições. A coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli, abriu o debate destacando que a legislação procura criar um ambiente de regras, com obrigações para o setor privado, mas concretiza uma visão de que o cuidado com crianças e adolescentes não pode ser apenas da família, mas compartilhado entre Estado e sociedade. Renata Mielli disse ainda que o debate regulatório é complexo e enfrenta forte lobby. "Nós estamos apenas começando a enfrentar os desafios do próprio ECA Digital, porque ele não é apenas uma legislação, ele é uma mudança cultural de como nós vamos passar a interagir com esse ambiente", afirmou. "Diferentemente de outras leis, para as quais basta o 'cumpra-se', você vai lá e sanciona e se resolve o problema, esta é uma lei que precisa de um tempo, porque precisa da participação de um conjunto da sociedade para que a sua implementação seja de fato efetiva, mas ela não é o ponto final do debate legislativo em torno das questões da criança e do adolescente", disse. Moderação de conteúdo Para Paulo Rená, da Coalizão Direitos na Rede, a pauta de regulamentação de plataformas precisa de avanços. Ele destacou a importância do devido processo na moderação do conteúdo. "O devido processo aqui é um instrumento de garantia da liberdade de expressão, incluindo o acesso à informação e a nossa possibilidade de manifestar o nosso pensamento. Se houver abuso, se houver arbitrariedade, se houver um exagero na remoção de conteúdo, no bloqueio, na suspensão de contas, a gente tem uma ferramenta para incidir e solicitar uma correção", afirmou. Rená também ressaltou ser importante a distinção entre aferição de idade e verificação de identidade. "Aferir idade, ver se a pessoa pode ou não acessar aquele conteúdo necessariamente tem que estar separado de verificação de identidade. O site não pode saber quem eu sou; só deve saber que eu tenho mais de 18, mais de 14, mais de 12 ou menos de 12, só", explicou. "Na aferição de idade prevista no ECA Digital, tem que funcionar assim, com minimização de dados."A diretora de Políticas Públicas do Conselho Digital, Roberta Jacarandá, disse que a regulação pode fortalecer práticas existentes, preencher lacunas e trazer uma coordenação institucional. "A ideia é evitar justamente que essas soluções que a legislação e a regulação trazem desconsiderem o real funcionamento do ecossistema digital", disse. Roberta Jacarandá afirmou que uma das características do ECA Digital é a "abordagem baseada no risco", que implica obrigações proporcionais a esse risco. "O risco não decorre da existência de uma ferramenta tecnológica em si, mas de como essa ferramenta é usada, quais são as salvaguardas que ela apresenta e que tipo de proteção ela oferece. Por essa razão, a gente vê a regulamentação, na sua melhor forma, priorizando resultados de proteção, e o Estado coibindo riscos concretos." A representante do Instituto Alana, Maria Mello, ponderou que “as maiores vulnerabilidades existentes na vida de crianças e adolescentes no ambiente off-line estão mais diretamente relacionadas às vulnerabilidades do contexto on-line”. "As vulnerabilidades off-line, às quais as crianças estão expostas, vão tornar esses perigos, esses riscos maiores quando elas estão no ambiente on-line. Soma-se a isso o fato de que o Brasil é hoje um dos países em que se passa mais tempo utilizando smartphones, telas e uma série de outros dispositivos eletrônicos", disse Maria Mello. Compartilhamento de dispositivos Os conselheiros Carlos Magno e Camila Leite Contri questionaram os debatedores sobre a proteção de crianças e adolescentes quando há o compartilhamento de dispositivos, principalmente por jovens de famílias de menor poder aquisitivo. Em resposta, o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, destacou que o ECA Digital tornou obrigatória a vinculação da conta de uma criança à de um adulto. Ele disse que 1 em cada 5 celulares no Brasil é compartilhado. Assim como outros debatedores, Tavares lamentou que o Projeto de Lei 3066/25, em tramitação na Câmara, proíba o uso da rede privada virtual (VPN), que “é uma ferramenta absolutamente essencial para a garantia da segurança e também da privacidade e da proteção de dados”. A reunião desta segunda-feira foi coordenada pela vice-presidente do Conselho de Comunicação Social, Angela Cignachi. Da Redação Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias



Pelo menos 18 mortos em ataque aéreo perto de Teerã.

Bombardeio atinge área residencial na província de Alborz e deixa 18 mortos e 24 feridos. Conflito no Golfo Pérsico já soma milhares de víti...