CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Sintoma discreto pode ser alerta de câncer no fígado; entenda.

Especialistas alertam que o câncer no fígado pode se manifestar com sintomas pouco óbvios, muitas vezes ignorados ou confundidos com problemas simples do dia a dia. 

Identificar esses sinais precocemente pode ser decisivo para o diagnóstico e aumentar as chances de tratamento eficaz.Alguns tipos de câncer podem evoluir de forma silenciosa, com sinais que passam despercebidos ou são confundidos com problemas comuns. No caso do câncer de fígado, um sintoma pouco óbvio pode surgir em outra parte do corpo e acabar sendo ignorado.De acordo com o oncologista Jiri Kubes, uma dor persistente no ombro pode estar relacionada à doença. Em entrevista ao jornal britânico Mirror, ele explica que esse desconforto pode ser um tipo de “dor referida”, quando o problema se origina em um órgão, mas é sentido em outra região. “Às vezes, o câncer de fígado pode causar o que chamamos de dor referida ou dor fantasma, em que o desconforto é sentido no ombro em vez do abdômen”, afirma o médico. Segundo ele, isso acontece porque o fígado está próximo de nervos que se conectam ao ombro. “A irritação nesses nervos pode fazer com que a dor seja percebida em outras partes do corpo”, explica. Em muitos casos, o incômodo aparece do lado direito, o que leva muitas pessoas a atribuírem a dor a esforço físico, postura inadequada ou até problemas ao dormir. O especialista alerta que esse tipo de sintoma costuma ser negligenciado. “O grande desafio do câncer de fígado é que os sinais iniciais são muito sutis, e por isso acabam sendo ignorados ou confundidos com algo inofensivo”, diz. Outros sinais que merecem atenção Além da dor no ombro, há outros sintomas que podem indicar problemas no fígado, embora muitas vezes pareçam banais. O médico Marcos Pontes destaca que muitas pessoas convivem com doenças hepáticas sem saber. “Acredito que 70% das pessoas com gordura no fígado não sabem que estão doentes”, afirma. A esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, pode evoluir de forma silenciosa e, em alguns casos, levar a complicações graves, como cirrose e câncer. O médico alerta que inflamações prolongadas no órgão podem causar danos irreversíveis. “Ficar muito tempo com inflamação pode provocar cicatrizes no fígado e levar a problemas mais sérios”, explica. Entre os sinais que não devem ser ignorados estão: Pele e olhos amarelados Urina escura ou fezes claras Coceira na pele Perda de apetite ou náusea Emagrecimento sem causa aparente Cansaço excessivo Presença de um caroço no lado direito do abdômen Diante de qualquer sintoma persistente, a recomendação é buscar avaliação médica para um diagnóstico adequado.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Pesquisadora é presa sob suspeita de furtar material biológico em laboratório da Unicamp.

 

A apuração contou com o apoio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Durante as diligências, o material foi localizado em endereço não divulgado e encaminhado ao Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) para análise pericial.

Uma professora da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) foi presa nesta segunda-feira (23) sob suspeita de furtar material biológico do Instituto de Biologia, no interior de São Paulo.Segundo a PF (Polícia Federal), a prisão faz parte de um inquérito instaurado logo após a universidade comunicar o desaparecimento do material científico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada. Não foram fornecidas informações que detalhassem as características do material furtado nem como ele seria usado pela suspeita. A apuração contou com o apoio da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Durante as diligências, o material foi localizado em endereço não divulgado e encaminhado ao Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) para análise pericial. Além da prisão, a PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 9ª Vara Federal de Campinas. Soledad Palameta Miller é professora-doutora da FEA (Faculdade de Engenharia de Alimentos) desde 2025. A defesa da pesquisadora afirmou ao portal g1 que não houve furto. À Folha o advogado Pedro de Mattos Russo apenas confirmou estarem corretas as declarações dadas ao veículo e disse que não faria novos comentários devido ao sigilo do caso. Segundo ele, não há materialidade do crime e Miller utilizava a estrutura do Instituto de Biologia por não dispor de laboratório próprio. Os investigados podem responder por furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado. Em nota, a Reitoria da Unicamp declarou que mantém colaboração integral com a PF e que detalhes adicionais sobre o inquérito serão preservados para não comprometer as investigações.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Sindicatos citam saúde e produtividade como argumentos para reduzir a jornada de trabalho semanal.

Comissão de Constituição e Justiça da Câmara analisa duas propostas sobre o tema.

Representantes de sindicatos de trabalhadores defenderam nesta terça-feira (24) a redução da jornada máxima semanal no país como estratégia para melhorar a saúde mental, o tempo de convívio familiar e a eficiência dos trabalhadores brasileiros. Eles participaram de debate na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Na avaliação dos sindicatos, no “mundo ideal”, a redução seria das atuais 44 horas por semana para 36 horas. Mas, de maneira unânime, afirmaram que apoiam a proposta defendida na semana passada na CCJ pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho: 40 horas semanais, com duas folgas e sem perda salarial. Márcio Ayer, presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, apresentou dados do "Atlas Comentado da Escala 6x1", revelando que mais de 50% dos trabalhadores sofrem pressão ou assédio e 33% gastam mais de uma hora e meia diária apenas no trânsito. Para Ayer, essa escala não organiza apenas o emprego, mas " a vida inteira do trabalhador", retirando dele o convívio social e a saúde.“A escala 6x1 não é neutra, ela organiza a desigualdade no país. É o tempo como eixo da exploração”, disse. “Quando cruzamos baixo salário, jornada extensa e deslocamento, o resultado é claro: o trabalhador não trabalha seis dias, ele vive em função do trabalho todos os dias”, disse. Valeir Ertle, da CUT, reforçou que a jornada de 44 horas, inalterada desde 1988, contribui para que o Brasil tenha um dos maiores índices de burnout (esgotamento profissional) do mundo. "A produtividade por hora trabalhada aumentou exponencialmente com a automação e a IA, mas o ganho não foi compartilhado com a classe trabalhadora", afirmou. Ertle também defendeu que o trabalhador precisa de tempo para a família, a religião e o descanso, afirmando que a mudança é uma "luta pela vida".Impactos A reunião foi proposta pelo deputado Paulo Azi (União-BA), relator na CCJ de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que pretendem extinguir a escala 6x1 e reduzir a jornada semanal: a PEC 221/19 propõe uma transição gradual de dez anos para 36 horas semanais; e a PEC 8/25 estabelece a mesma jornada, mas com escala 4x3 e implementação em um ano. Azi questionou os debatedores sobre possíveis impactos na economia, nos custos das empresas e na informalidade. Ele abordou ainda a capacidade de micro e pequenas empresas de absorver as mudanças. Por fim, quis saber sobre o risco de engessamento das negociações coletivas caso a definição da escala seja constitucionalizada. Em resposta, o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Santos Neto defendeu a redução para 40 horas semanais no texto constitucional e a definição das escalas por negociação coletiva conforme a realidade de cada setor. E contestou previsões negativas sobre a economia. Segundo ele, as empresas focam em custos numéricos e planilhas, ignorando o burnout e problemas de saúde mental causados por jornadas excessivas. “Jornada excessiva gera custos ocultos, como indenizações e perdas de produtividade”, disse. Antônio dos Santos Neto apresentou um caso prático de sucesso no país: o setor de TI em São Paulo, que opera há mais de uma década com 40 horas semanais e escala 5x2. Segundo ele, a experiência resultou em ganhos de produtividade e maior procura por profissionais, provando que eficiência econômica e dignidade social são complementares.Competitividade Francisco Canindé, da União Geral dos Trabalhadores trouxe uma perspectiva de mercado global, afirmando que a redução da jornada é também uma questão estratégica de competitividade. Ele argumentou que países desenvolvidos estão exigindo cada vez mais que as empresas brasileiras comprovem responsabilidade social para aceitar seus produtos. “Nós queremos justamente trazer, de forma concreta e objetiva, com pesquisas e com indicadores, que em muitos países europeus, uns por lei, outros por negociação, a redução da jornada de trabalho trouxe bem-estar social, produtividade e responsabilidade social empresarial”, disse. Canindé citou um estudo feito no Reino Unido (4 Day Week Global) que testou 3 mil trabalhadores. Segundo ele, 80% dos líderes empresariais consideraram a transição para 4 dias úteis bem-sucedida, com redução de estresse, fadiga, insônia e melhorias na saúde física e mental.Reportagem – Murilo Souza Edição – Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias






CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado critica discrepância entre dados do governo e do setor sobre pirataria em apostas on-line.

Enquanto o governo afirma que até 70% das apostas são legais; associações do setor apontam que pirataria domina metade do mercado.

O coordenador da Comissão Externa sobre os Atos de Pirataria e a Agenda do "Brasil Legal", deputado Julio Lopes (PP-RJ), criticou, nesta terça-feira (24), a disparidade entre os números apresentados pelo governo e pelos representantes do setor sobre a legalidade do mercado de apostas on-line no país. Enquanto o coordenador-geral de Regulação da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, Leandro Lucchesi, citou estimativas de que até 70% das apostas já estariam no mercado legal, associações do setor apontaram que a pirataria ainda domina cerca de metade do mercado. Julio Lopes classificou como "absurda" a falta de dados governamentais precisos. “Eu acho, honestamente, um absurdo que haja uma discrepância tão grande entre a visão do governo e a visão dos senhores em relação à ilegalidade. Seria importante que os senhores se juntassem para que a gente tivesse um dado mais aproximado da realidade”, afirmou o deputado. Julio Lopes acrescentou que a diferença representa bilhões de reais e é "inverossímil" que não se conheça o tamanho exato do problema em um mercado tão profissionalizado quanto o brasileiro. Em resposta, Leandro Lucchesi esclareceu que a secretaria não valida oficialmente os números citados, oriundos de consultorias privadas. “A SPA, na verdade, não endossa nenhum desses indicadores”, declarou. “A SPA está fazendo um acordo de cooperação técnica com o Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] para ter esse indicador, entre outros”, explicou Lucchesi. Ele informou que o plano de trabalho deve ser celebrado ainda em 2026.Impacto financeiro A diretora-executiva do Laboratório de Direitos Humanos e Novas Tecnologias (LabSul), Letícia Ferraz, apresentou dados sobre as perdas econômicas. De acordo com ela, enquanto o mercado legal faturou, em 2025, R$ 37 bilhões e gerou R$ 9,9 bilhões em arrecadação de impostos vinculados a políticas públicas, o mercado ilegal movimenta entre R$ 26 bilhões e R$ 40 bilhões anuais. “Estamos perdendo de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões anuais que poderiam ser transformados em políticas públicas”, destacou Letícia. Como sugestões de combate, a diretora defendeu um ambiente competitivo com tributação justa, a aprovação do marco legal de combate ao mercado ilegal (PL 4044/25), a criação de um selo distintivo para operadoras legais e maior atuação do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no monitoramento do sistema financeiro. PIX Integrante do Conselho Consultivo da Associação Internacional de Gaming (Aigaming), Ana Bárbara Teixeira também reforçou a necessidade de controlar o acesso das plataformas piratas ao sistema de pagamentos. “A perna que a gente está tendo mais problema hoje é com o sistema financeiro, é como que as bets ilegais conseguem ter acesso ao Pix”, pontuou. Ela sugeriu que as casas regulamentadas tenham acesso à lista de fraudadores do Banco Central para aprimorar a prevenção à lavagem de dinheiro. O presidente da Associação Brasileira de Jogos e Loterias (Abrajogo), Witoldo Hendrich Júnior, destacou a necessidade de segurança jurídica. Na opinião dele, o excesso de propostas para aumentar tributos ou restringir publicidade afugenta investidores e empurra o apostador para a ilegalidade. “O exagero está empurrando o jogador e, em última análise, a sociedade, para dentro da pirataria”, alertou. Desafios técnicos Gianluca Fiorentini, gerente de fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), detalhou as dificuldades técnicas no bloqueio de sites. Ele explicou que a agência atua apenas na execução das ordens da SPA e que o papel da Anatel é limitado. “A Anatel não tem meios fáticos-legais para mover por si só a retirada do conteúdo. Ela não tem competência para isso.” Entre os desafios listados por ele e por Witoldo Júnior estão o uso de tecnologias que mascaram a localização do usuário e o dinamismo dos domínios piratas, que alteram o endereço digital em minutos para burlar bloqueios. O deputado Julio Lopes colocou a comissão à disposição para encaminhar demandas ao Banco Central e a outros órgãos, buscando maior efetividade no combate ao crime organizado financiado pelas apostas irregulares. Reportagem - Noéli Nobre Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Ministro André Mendonça do STF determina prorrogação da CPMI do INSS.

A decisão ainda será analisada pelo Plenário da corte nesta quinta-feira (26).

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a prorrogação da CPMI do INSS. A decisão ainda será analisada pelo Plenário da corte nesta quinta-feira (26). O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), já admite que os trabalhos irão prosseguir por mais 60 dias, podendo chegar a 120 dias caso surjam fatos novos. Diante das decisões do STF que concedem habeas corpus a investigados, dispensando o comparecimento à comissão, o foco agora será ouvir testemunhas. “Com o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), nós decidiremos uma nova lista de convocados, especialmente de testemunhas, porque já temos decisões do Supremo que nos impedem de trazer investigados. Então, não adianta nós ficarmos insistindo até ter uma definição sobre essa mudança de posicionamento do STF.” Carlos Viana afirmou que já foram encaminhados questionamentos ao Supremo para tentar reverter os habeas corpus concedidos e realizar o depoimento desses investigados. Entre os nomes que a comissão ainda pretende ouvir estão Martha Graeff, ex-noiva do dono do banco Master Daniel Vorcaro, o ministro da Previdência, Wolney Queiroz e o presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção. Sobre os documentos de Daniel Vorcaro retirados da sala cofre da comissão por decisão de André Mendonça, Carlos Viana informou que já enviou ofício ao ministro solicitando a devolução do material. Relatório O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar, afirmou que o relatório já reúne cerca de 5 mil páginas e 228 indiciamentos. Segundo ele, a prorrogação será relevante para elaborar propostas voltadas ao aperfeiçoamento do sistema previdenciário. “Vai muito além do relatório. A prorrogação vai ser muito importante porque nós estamos trabalhando na legislação, através de projetos de lei para buscar uma blindagem do sistema de previdência.” Alfredo Gaspar destacou ainda que as investigações apontam uma grande vulnerabilidade do Brasil a esquemas de lavagem de dinheiro, um problema que, segundo ele, também precisa ser enfrentado com mudanças na legislação. Reportagem – Daniele Lessa Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado cobra solução para pagamentos indevidos em pedágio eletrônico.

Governo diz que multas serão suspensas e promete centralizar pagamentos em aplicativo.

O deputado Hugo Leal (PSD-RJ) cobrou, em audiência pública na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (24), solução para cobranças indevidas de pedágio eletrônico nas rodovias. O problema ocorre nos chamados pontos de livre passagem, em que pórticos substituem as praças físicas e a cobrança é feita de forma automática. Nesse modelo, o motorista paga depois. Segundo o deputado, o sistema começou a ser testado no Rio de Janeiro em 2023 e já gerou mais de 1,5 milhão de multas no estado. Hugo Leal criticou a falta de solução para o problema. “O ministro disse que as multas deveriam ser suspensas. Mas a agência ainda não resolveu a situação. O sistema foi implantado em 2023 e, até agora, não há definição sobre o passivo”, afirmou. Ele se referiu a declaração do ministro dos Transportes, Renan Filho, que, em reunião na Câmara, afirmou que as multas aplicadas durante a fase experimental seriam suspensas. O diretor de Regulação da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), Basílio Militani Neto, confirmou a suspensão. Segundo ele, todas as multas ficarão suspensas até a regulamentação completa do sistema.Falta de informação ao usuário.Basílio Neto afirmou que o modelo ainda apresenta falhas, principalmente pela falta de informação e de sinalização adequada. De acordo com ele, muitos motoristas não sabem quando passam por um pórtico, quanto devem pagar ou como fazer o pagamento. Outro problema é que as informações estão dispersas. Em uma mesma viagem, o usuário pode passar por rodovias de diferentes concessionárias e não saber a quem pagar. Além disso, os órgãos de fiscalização não conseguem verificar facilmente se o pagamento foi feito. Centralização no aplicativo Para resolver essas falhas, o governo pretende reunir todas as informações sobre pedágio eletrônico em um único sistema. Segundo Basílio Neto, os dados ficarão disponíveis no aplicativo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), desde a notificação até as formas de pagamento. “O cidadão terá acesso a tudo em um único ambiente, em um aplicativo já usado por milhões de pessoas”, afirmou. Avaliação das concessionárias Mesmo com os problemas, o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, Marco Aurélio Barcelos, disse que o modelo é positivo. Segundo ele, a taxa de inadimplência em janeiro foi de 9,56%, mesmo em praças recém-implantadas. Em outros países, esse índice gira em torno de 7%. Reportagem - Maria Neves Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL PL 8085/14

Comissão especial debate formação de condutores no Brasil.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, previstas no PL 8085/14, debate, nesta quarta-feira (25), a formação de condutores no Brasil. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 2. O debate atende a pedidos da deputada Erika Kokay (PT-DF) e dos deputados Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) e Fausto Pinato (PP-SP). Segundo os parlamentares, o objetivo é avaliar as mudanças no processo e aprimorar as políticas públicas voltadas à segurança no trânsito. Erika Kokay afirma que a formação de motoristas está diretamente relacionada à proteção da vida, à integridade física das pessoas e à promoção de um trânsito mais seguro. Aureo Ribeiro destaca que a audiência pública também permitirá avaliar o modelo atual, identificar gargalos e excesso de burocracia, bem como possíveis soluções para aperfeiçoar o sistema. "A formação adequada de condutores constitui etapa fundamental para a prevenção de sinistros e para a construção de um ambiente viário mais seguro e responsável", afirma.Já Fausto Pinato ressalta a importância de discutir os critérios de formação, qualificação e atualização profissional dos instrutores dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), responsáveis pela preparação dos novos motoristas. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO MISTA DE COMBATE Á VIOLENCIA CONTRA MULHER

Comissão debate violência contra mulheres negras e indígenas.

A Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher promove, nesta quarta-feira (25), audiência pública para discutir a violência contra mulheres negras e indígenas, com foco na interseccionalidade da opressão e na necessidade de políticas públicas específicas. O debate será realizado às 14 horas no plenário 6, da ala Nilo Coelho, no Senado O debate atende a pedido da deputada Luizianne Lins (PT-CE), presidente da comissão. Segundo a parlamentar, os dados de violência de gênero mostram que mulheres negras e indígenas são as mais vulneráveis, pois sofrem com a sobreposição do machismo e do racismo estrutural. O objetivo da audiência é identificar lacunas nas políticas atuais e propor ações que reconheçam e combatam a violência sob a ótica da interseccionalidade.Luizianne Lins ressalta que o Atlas da Violência 2024 aponta que a taxa de homicídios de mulheres negras é substancialmente superior à de mulheres não negras, o que evidencia a seletividade da violência e a necessidade de respostas específicas do poder público. “A análise dos dados de violência letal no Brasil revela uma face cruel da seletividade da proteção estatal: enquanto as taxas de homicídio de mulheres não negras apresentam tendências de estabilidade ou queda, os índices entre mulheres negras e indígenas seguem em trajetória ascendente”, afirma. Da Redação – AC Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão debate primeiro contrato com jovens atletas; participe.

Projeto de lei em análise na Câmara busca garantir às entidades formadoras o direito de preferência na celebração do primeiro contrato.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira (25) para discutir o Projeto de Lei 936/24, que reforça a preferência dos clubes formadores no primeiro contrato com jovens atletas, mesmo nos casos em que estes se vinculam a organizações esportivas de outra modalidade. O debate atende a pedido do deputado Luiz Lima (Novo-RJ) e está marcado para as 14 horas, no plenário 4. A audiência será interativa; veja quem foi convidado e envie suas perguntas Segundo o deputado, a proposta incide diretamente sobre a estrutura de formação esportiva no país, impactando clubes, entidades formadoras, atletas em início de carreira, famílias e outros agentes do setor. Para ele, é importante avaliar os possíveis efeitos da medida, especialmente no que se refere à proteção dos jovens atletas, à segurança jurídica das entidades formadoras e ao equilíbrio nas relações contratuais. "A discussão aprofundada contribuirá para identificar eventuais ajustes necessários ao texto legal, prevenindo conflitos futuros e assegurando que a norma esteja alinhada aos princípios da formação esportiva responsável, do desenvolvimento humano e da valorização do investimento realizado pelas entidades formadoras", diz Luiz Lima. "A construção de políticas públicas no âmbito esportivo demanda diálogo amplo e plural, de modo a conciliar os interesses econômicos do setor com a garantia dos direitos fundamentais dos atletas, especialmente daqueles em fase de formação", acrescenta. Da Redação - MB Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara pode votar projeto que prevê quebra de sigilo bancário para fixar pensão alimentícia.

Pauta desta quarta-feira (25) também inclui segunda chamada em concurso para gestantes, parturientes e puérperas.

O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar, nesta quarta-feira (25), projeto de lei que permite a quebra de sigilo bancário e fiscal para definir ou revisar pensão alimentícia. A intenção é obter informações quando os dados apresentados por quem paga a pensão forem insuficientes para calcular ou revisar o valor. Será possível quebrar o sigilo ainda quando houver indícios de ocultação de renda ou patrimônio. De autoria do deputado José Guimarães (PT-CE), o Projeto de Lei 1404/25 conta com substitutivo aprovado na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família. A reunião do Plenário está agendada para as 13h55. Gestante em concurso Outra proposta em pauta é  o projeto de lei 1054/19, do Senado, que garante prova em segunda chamada para gestante, parturiente ou puérpera inscrita em concurso público para cargos e empregos da administração pública direta e indireta da União. De acordo com o substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, elaborado pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a candidata deverá comprovar, com documento médico, que não pôde comparecer na data da prova. A comprovação deverá ser apresentada antes da aplicação do exame ou logo depois. O exercício do direito independe da data da gravidez, se prévia ou posterior à data de inscrição no concurso; do tempo de gravidez; ou de previsão expressa no edital do concurso. Mais propostas PL 2736/19, do deputado Juninho do Pneu (União-RJ), que exige certidão negativa de crimes de estelionato e apropriação indébita para a transferência de veículo. PL 5405/25, da deputada Greyce Elias (Avante-MG), que estabelece o dia 21 de setembro como o Dia da Autoestima da Mulher Brasileira. PL 6359/25, do Superior Tribunal de Justiça, que cria duas varas federais no Amazonas e seis no Mato Grosso do Sul. PL 6483/25, do deputado Lucas Abrahao (Rede-AP), que cria um programa para gestão de milhas aéreas acumuladas por órgãos públicos. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


Sintoma discreto pode ser alerta de câncer no fígado; entenda.

Especialistas alertam que o câncer no fígado pode se manifestar com sintomas pouco óbvios, muitas vezes ignorados ou confundidos com problem...