CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Ator Julien Arnold morre no palco durante apresentação no Canadá.

 

Arnold, que fazia parte do elenco do clássico conto natalino, sofreu um mal súbito enquanto estava em cena.

O ator Julien Arnold, de 60 anos, faleceu tragicamente no último dia 24 de novembro durante uma apresentação da peça A Christmas Carol no Citadel Theatre, em Edmonton, Canadá. Arnold, que fazia parte do elenco do clássico conto natalino, sofreu um mal súbito enquanto estava em cena. De acordo com informações do The Mirror, o ator recebeu atendimento médico imediato no local. Apesar das várias tentativas de reanimação, seu óbito foi declarado ainda no teatro, deixando a equipe e o público em choque. Em uma publicação no Facebook, o Citadel Theatre prestou homenagem ao ator, que era uma figura marcante na comunidade artística de Edmonton: "Julien era um artista talentoso cujo carisma e talento agraciaram o nosso palco em inúmeras produções, incluindo A Christmas Carol. Sua perda é profundamente sentida por sua família, amigos, colegas da Carol Company, equipe do Citadel Theatre e pela comunidade de Edmonton, que ele tanto amava." Arnold era conhecido por sua longa trajetória no teatro e por seu envolvimento em produções locais, sendo considerado um membro querido e respeitado da comunidade artística. Para ajudar a esposa de Julien Arnold com os custos das despesas fúnebres, amigos do ator criaram uma página no GoFundMe. A iniciativa busca homenagear sua memória e apoiar a família neste momento de perda profunda. Leia Também: Amor e perda: Celebridades que morreram de coração partido.(Fonte Fama ao Minuto Notícias)

Veja quem terá direito ao abono do PIS/Pasep em 2025; entenda.

 

Terá direito ao benefício no ano que vem trabalhadores ganham até R$ 2.640.

FOLHAPRESS) - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou mudanças nas regras de acesso ao abono do PIS/Pasep. Terá direito ao benefício no ano que vem trabalhadores ganham até R$ 2.640. Esse valor será corrigido pela inflação nos próximos anos. As alterações serão feitas de forma gradual até atender apenas trabalhadores que ganham um salário mínimo e meio, segundo pronunciamento do ministro Fernando Haddad (Fazenda), na noite desta quarta (27). Pelas regras atuais têm direito ao abono do PIS/Pasep quem trabalhou formalmente no ano-base do pagamento, recebendo até dois salários mínimos em média, desde que esteja inscrito no programa há pelo menos cinco anos e que o empregador tenha enviado os dados corretamente na Rais (Relação Anual de Informações Sociais). A nova regra modifica um dos critérios de acesso a partir do pagamento do ano que vem, mas os impactos são poucos. A proposta do governo é desvincular o valor máximo da renda que dá acesso ao benefício do reajuste do salário mínimo e vincular a atualização apenas à inflação. O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) está pagando o benefício relacionado ao ano-base de 2022. O calendário de liberações já chegou ao final, mas quem tem direito pode fazer a retirada até 27 de dezembro. Só neste ano, o governo já pagou cerca de R$ 27 bilhões. O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal a trabalhadores da iniciativa privada e o Pasep é liberado pelo Banco do Brasil a servidores e funcionários de órgãos públicos. Para 2025, o MTE poderá destinar R$ 30,6 bilhões para pagar o benefício, conforme definido em reunião do Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) realizada no final de junho. Do total, R$ 27,4 bilhões devem ser destinados ao pagamento do PIS e R$ 3,2 bi para o Pasep. Sobre o calendário de pagamento de 2025, devem ser mantidas as datas a exemplo do que ocorreu neste ano, quando o trabalhador recebe o abono com base em dois anos antes, e não no ano anterior. Chegou-se a ser estudada essa alteração, mas seria necessário pagar duas competências em um único ano, e não há Orçamento. Além disso, o pagamento agora é feito de forma unificada, conforme o mês de aniversário do profissional. QUAL É O VALOR DO ABONO SALARIAL DO PIS/PASEP? O abono é pago conforme o número de meses trabalhados no ano-base e pode chegar a um salário mínimo, hoje em R$ 1.412. Os valores consideram o abono pago em 2024. Número de meses no ano-base - Abono salarial 1 - R$ 118 2 - R$ 236 3 - R$ 353 4 - R$ 471 5 - R$ 589 6 - R$ 706 7 - R$ 824 8 - R$ 942 9 - R$ 1.059 10 - R$ 1.177 11 - R$ 1.295 12 - R$ 1.412 A consulta para saber se tem direito é feita no aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou no Portal Gov.br. Quem é cliente da Caixa ou do Banco do Brasil já recebeu o dinheiro diretamente na conta, nas datas de pagamento conforme o calendário anual do PIS/Pasep. COMO SABER SE TEM DIREITO AO PIS/PASEP? É possível fazer a consulta pela internet. PELA INTERNET 1. Acesse o site https://servicos.mte.gov.br/spme-v2/#/login e clique em "Entrar com gov.br" 2. Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo no seguinte site: https://www.gov.br/pt-br/servicos/criar-sua-conta-gov.br 3. Em seguida, clique em "Abono Salarial" 4. Na próxima tela, aparecerá a informação se o trabalhador receberá ou não o benefício1. No celular ou tablet, baixe o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, caso não o tenha. 2. Faça login com seu CPF e senha cadastrados no Portal Gov.br. Caso não tenha cadastro, é possível fazê-lo neste site. 3. Na tela inicial, clique em "Abono Salarial - Consultar". Caso a opção não apareça, clique no menu da parte de baixo da tela, depois, em "Benefícios e Abono Salarial". 4. Na próxima página, aparecerá a informação sobre os valores a receber. COMO É FEITO O PAGAMENTO DO PIS? O pagamento do PIS (Programa de Integração Social) é feito pela Caixa a trabalhadores da iniciativa privada que têm carteira assinada. O dinheiro é liberado automaticamente para quem é cliente do banco, conforme o mês de aniversário do trabalhador. Os trabalhadores que possuem conta-corrente ou poupança na Caixa recebem o crédito automaticamente. Os demais beneficiários recebem na poupança social digital movimentada pelo Caixa Tem. No Caixa Tem, é possível pagar contas, fazer transferências, pagar na maquininha e realizar compras com o cartão de débito virtual. COMO É FEITO O PAGAMENTO DO PASEP? Já o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) é pago pelo Banco do Brasil a servidores que trabalharam no ano-base de 2022. Clientes do Banco do Brasil recebem direto na conta. Os demais devem procurar uma agência bancária da instituição para sacar o dinheiro. Abono é diferente de cota Participantes que foram cadastrados no PIs/Pasep até 1988 têm direito à cota. Até 1988, as empresas faziam depósitos individuais no fundo PIS/Pasep; por isso, só trabalhadores entre 1971 e 1988 têm direito. Depois, a Constituição alterou as regras e o dinheiro passou a ser do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que paga o seguro-desemprego. Em 2020, a regra mudou e os valores migraram para o FGTS. Podem sacar a cota os trabalhadores cadastrados até 1988, que ainda tenham os valores na conta e que atendam uma das seguintes condições: - Aposentadoria - 70 anos completos - Invalidez permanente - Reforma militar ou transferência para a reserva remunerada (somente para militar) - Neoplasia maligna (câncer) do titular ou de seus dependentes - Portador do vírus HIV (Aids) - Amparo social ao idoso concedido pelo INSS - Amparo assistencial a portadores de deficiência, concedido pelo INSS Falecimento (herdeiros) Leia Também: Haddad anuncia isenção de IR para renda até R$ 5 mil e corte de gastos.(Fonte Economia ao Minuto Notícias)

Mensagem em garrafa lançada há 16 anos no Brasil é achada na Austrália.

 

O objeto foi jogado no oceano por Joe Johnson, um norte-americano que tem o hábito de enviar recados em garrafas pelo mundo.

Uma garrafa com uma mensagem lançada ao mar em 2008, durante um cruzeiro entre o Rio de Janeiro e Salvador, foi encontrada recentemente na praia de Peterborough, no Estado de Victoria, Austrália. O objeto foi jogado no oceano por Joe Johnson, um norte-americano que tem o hábito de enviar recados em garrafas pelo mundo. O objeto foi descoberto por Tony, um morador local que caminhava pela praia. Surpreso, ele encontrou dentro da garrafa um bilhete escrito por Joe. “Parabéns pela sua curiosidade! Obrigado por recuperar esta garrafa e tirar um tempo para ver o que havia dentro. Eu lancei garrafas como essa em diferentes partes do mundo, na esperança de que alguém as encontrasse e enviasse a mensagem de volta para mim nos Estados Unidos”, dizia a mensagem. Em entrevista à ABC Melbourne, Joe contou que sempre que viaja de cruzeiro, lança uma ou duas garrafas no mar. “Minha esposa e eu fazemos muitos cruzeiros, e esse é um hábito meu. Não me lembro especificamente desta garrafa, mas fico feliz que ela tenha sido encontrada”, disse. Como parte do experimento, Joe oferecia uma recompensa simbólica a quem encontrasse a garrafa. “Por favor, envie a mensagem de volta para mim. Eu gostaria muito de saber o quão longe ela viajou e por quanto tempo esteve no mar. Para agradecer, envio 20 dólares (cerca de R$116) pelo retorno desta nota”, escreveu ele no bilhete. A descoberta foi compartilhada pelo australiano Chris van Kempen no grupo de Facebook "The Peterborough Press", no dia 24 de novembro. A publicação gerou grande repercussão, com inúmeros comentários de internautas fascinados pela jornada da mensagem e a conexão inesperada que ela proporcionou. Leia Também: Turma encontra mensagem em garrafa escrita por mãe de aluna 26 anos atrás.(Fonte Mundo ao Minuto Notícias)

Adolescente de 17 anos é morta por porcos em fazenda na Rússia.

 

Milena foi encontrada por um amigo, já com vários ferimentos no rosto e pelo corpo. Apesar dos esforços para socorrê-la, a gravidade dos ferimentos levou à sua morte.

Milena Shevelyova, uma adolescente de 17 anos, morreu tragicamente no último sábado (18), após ser atacada pelos porcos da fazenda de sua família na Rússia. O incidente ocorreu enquanto ela alimentava os animais. Segundo informações do jornal The Sun, Milena foi derrubada por um dos porcos, conhecido por ser agressivo, que a atacou violentamente, mordendo-a e rompendo sua artéria femoral. Ao cair, a jovem bateu a cabeça e ficou inconsciente durante o ataque. Milena foi encontrada por um amigo, já com vários ferimentos no rosto e pelo corpo. Apesar dos esforços para socorrê-la, a gravidade dos ferimentos levou à sua morte. As autoridades russas abriram uma investigação para apurar possíveis casos de negligência no atendimento à jovem, o que poderá determinar se medidas preventivas poderiam ter evitado a tragédia. Leia Também: Mensagem em garrafa lançada há 16 anos no Brasil é achada na Austrália.(Fonte Mundo ao Minuto Notícias)

Homem dado como morto e cremado pela família é encontrado vivo nos EUA.

 

Funcionários do estabelecimento identificaram a vítima como James Robinson, mas as autoridades registraram a informação sem realizar a devida confirmação.

James Robinson, de 50 anos, foi encontrado vivo três anos após ser dado como morto e cremado pela própria família em São Francisco, Califórnia. O caso começou em 7 de maio de 2021, quando um homem foi encontrado sem vida em um hotel na Califórnia, vítima de overdose. Funcionários do estabelecimento identificaram a vítima como James Robinson, mas as autoridades registraram a informação sem realizar a devida confirmação. Acreditando tratar-se de James, a família autorizou a cremação do corpo e recebeu as cinzas, que foram guardadas em um recipiente especial. Desde então, deixaram de visitar São Francisco, onde James vivia em situação de rua e lutava contra o vício em drogas, conforme relatado pelo jornal Le Parisien. A situação tomou um rumo inesperado em julho de 2024, quando um amigo da família afirmou ter visto James vivo na Market Street, uma das principais avenidas de São Francisco. Após a denúncia, a família exigiu explicações das autoridades. O médico legista então admitiu o erro: a vítima cremada era, na verdade, Jacob Bruce Chrisinger, outro homem com histórico semelhante ao de James, incluindo dependência química e períodos prolongados de desaparecimento. "Foi devastador saber que nos despedimos da pessoa errada. Sentimos que Jacob foi abandonado e que não tivemos a chance de nos despedir dele adequadamente", lamentou um familiar de Chrisinger. Quanto a James Robinson, ele foi temporariamente reunido com seus parentes e iniciou um processo de desintoxicação. No entanto, segundo informações da família, ele voltou a desaparecer pouco tempo depois. Leia Também: Indicação errada do Google Maps termina em tragédia na Índia.(Fonte Mundo ao Minuto Notícias)

CÂMARA DOS DEPUTADOS Entra em vigor lei que cria o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais.

 

Lei também permite acesso a nomes e CPFs de condenados em primeira instância por crime sexual.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou com um veto a Lei 15.035/24, que cria o Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais. O sistema deve ser desenvolvido a partir dos dados constantes do Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro. Lula vetou um dispositivo que previa a manutenção dos dados por dez anos após o cumprimento integral da pena. Na mensagem enviada ao Congresso Nacional, ele afirma que a medida é inconstitucional por violar princípios como intimidade, vida privada, honra e imagem do condenado. “A extensão do prazo para manter disponíveis os dados dos condenados no Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais para além do período de cumprimento da pena viola princípios e normas constitucionais, como a proporcionalidade e o devido processo legal”, argumentou. O veto será submetido ao Congresso Nacional, podendo ser mantido ou derrubado. A proposta que deu origem à lei (PL 6212/23), foi apresentada pela senadora Margareth Buzetti (PSD-MT). O texto foi aprovado pelo Senado em maio deste ano. Em outubro, a Câmara dos Deputados aprovou um substitutivo ao projeto. Pela nova versão, os dados de pessoas condenadas por crimes sexuais devem ser incluídos no sistema de consulta processual após a decisão em primeira instância. O substitutivo da Câmara foi confirmado neste mês pelo Senado. Acesso De acordo com a lei, o sistema de consulta processual deve permitir acesso público ao nome completo e ao número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de réus condenados em primeira instância por crimes sexuais. A regra vale para os seguintes tipos penais: - estupro; - registro não autorizado da intimidade sexual; - estupro de vulnerável; - favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável; - mediação para servir a lascívia de outrem; - favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual; - manutenção de casa de prostituição; e - rufianismo (aproveitar financeiramente da prostituição de outra pessoa). Ainda segundo a lei sancionada, o sistema de consulta deve manter dados como a pena ou outras medidas de segurança impostas ao réu condenado, que passa a ser monitorado por dispositivo eletrônico. Caso o réu seja absolvido em grau recursal, o sigilo sobre as informações deve ser restabelecido. Da Agência Senado – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto com punição mais rigorosa para prática de racha próximo de escolas e hospitais.

 

O projeto será ainda analisado pela Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta as penas previstas para a prática de “racha” em vias públicas. “Racha” ou “pega” é o nome popular de corridas ilegais entre automóveis ou motocicletas em ruas, estradas e rodovias do País. O texto aprovado altera o Código de Trânsito Brasileiro para estabelecer que a punição para esse crime, atualmente de seis meses a três anos de detenção, será aumentada quando o racha:

  • for praticado nas proximidades de escolas, hospitais, estações de embarque e desembarque de passageiros, ruas estreitas, ou onde haja grande movimentação ou concentração de pessoas – pena de 2 a 4 anos de detenção, multa e suspensão ou proibição do direito de dirigir;
  • causar lesão corporal grave – pena de 4 a 8 anos de reclusão, sem prejuízo das demais penas previstas;
  • causar morte – pena de 6 a 12 anos de reclusão, sem prejuízo das demais penas previstas.

O texto aprovado foi um substitutivo do relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ),  para o Projeto de Lei 2846/24, do deputado Pastor Gil (PL-MA). Orginalmente, o projeto previa o aumento da pena para rachas, em qualquer situação, para 2 a 4 anos de detenção. Leal, no entanto, considerou a punição desproporcional, ponderando que essa pena é atualmente prevista para o crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor. “Pensamos em agravar a penalidade a ser imposta àqueles que oferecem esse tipo de risco às pessoas em situações ou locais específicos. Não nos parece razoável imprimir pena de reclusão de dois a quatro anos para a prática de racha ou de manobras perigosas que não tenha resultado em morte ou lesão corporal, como prevê o projeto em análise”, defendeu Leal. Próximas etapas O projeto será ainda analisado pela Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem – Murilo Souza Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que autoriza a Anac a requisitar força policial para deter agressor de mulher em avião.

 

A Câmara dos Deputados continua discutindo a proposta.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a requisitar auxílio de força policial para deter infratores que coloquem em perigo a segurança das pessoas, especialmente das mulheres. Apresentado pelo deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), o Projeto de Lei 4376/23 altera a lei que criou a agência (Lei 11.182/05). Hoje, Anac já possui competências legais para adotar medidas necessárias à segurança de pessoas e bens no transporte aéreo.  A proposta inclui a proteção da mulher como preocupação específica, permitindo a atuação direta da Anac em caso de violência de gênero durante os voos.  O parecer da relatora, deputada Rosana Valle (PL-SP), foi favorável ao projeto. “Ao enfatizar a proteção da mulher, o texto busca oferecer ambiente mais seguro e digno para todas as passageiras, reforçando a importância de atendimento mais ágil e proativo diante de ameaças à segurança e à integridade física e psicológica das mulheres”, avaliou.  Próximos passos A proposta, que tramita em caráter conclusivo, também já foi aprovada pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Agora, o texto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem - Lara Haje Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova exigência da apresentação de listas de tripulantes e passageiros de embarcações.

 

Relatora destaca a importância da lista em situações de acidentes; a Câmara continua discutindo a proposta.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga comandantes de embarcações comerciais usadas na navegação de cabotagem ou de interior a apresentarem à autoridade marítima uma lista de tripulantes e passageiros antes de cada viagem. A navegação de cabotagem é praticada entre portos do País, e a de interior em rios, lagos, canais, enseadas, baías e angras. A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Helena Lima (MDB-RR), para o Projeto de Lei 463/20, da deputada Aline Gurgel (Republicanos-AP).  Helena Lima destacou a importância da lista em situações de acidentes, quando é necessário identificar pessoas envolvidas. Atualmente, a Marinha exige a lista apenas para embarcações com maior porte, o que dificulta a contagem e identificação de vítimas em embarcações menores. O substitutivo proposto pela relatora desobriga embarcações de transporte urbano ou semiurbano da nova exigência. “Fizemos uma ressalva em razão da dificuldade de cumprimento dessas regras em operações de transporte desses tipos, caracterizado pelo volume e rotatividade dos passageiros transportados”, explicou a relatora. Próximas etapas O texto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem – Murilo Souza Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova reserva de vagas em estacionamento para grávidas, mulheres no pós-parto e adultos com crianças.

 

A proposta continua em discussão na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que determina a reserva vagas em estacionamentos para gestantes a partir do sexto mês de gravidez, mulheres no puerpério (até 30 dias após o parto) e adultos com crianças de até um ano e meio. A proposta reserva, no mínimo, 2% do total de vagas do estacionamento, público ou privado, para essas pessoas. Para fazer uso do direito, os veículos devem exibir credencial fornecida pelos órgãos de trânsito. Parecer favorável A comissão aprovou o parecer da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 3275/15, do Senado Federal. Ela recomendou a adoção do texto aprovado anteriormente na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, que, em sua opinião, é "mais completo e atualizado". "Ao alterar o Código de Trânsito Brasileiro, o Congresso presta um grande serviço na ampliação dos cuidados e atenções que todas as mulheres merecem, sobretudo quando estão na fase gestacional ou cuidando da saúde e da sociabilidade de uma criança", justificou a relatora. A proposta altera ainda a Lei 10.048/00, sobre regras de acessibilidade, para incluir as novas categorias. Próximos passos A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem - Emanuelle Brasil Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova projeto que cria a Política Nacional de Economia Solidária.

 

Proposta segue para sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) projeto de lei que cria a Política Nacional de Economia Solidária e um sistema de igual nome para articular as ações de fomento a empreendimento com essa característica. O texto será enviado à sanção presidencial. Foi aprovado um substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 6606/19 (antigo PL 4685/12), de autoria do deputado licenciado Paulo Teixeira (PT-SP), atual ministro do Desenvolvimento Agrário, e outros. O texto recebeu parecer favorável do relator, deputado Carlos Veras (PT-PE). O projeto caracteriza um empreendimento de economia solidária como aquele de fins econômicos e sem fins lucrativos, autogerido por seus membros, que devem exercer coletivamente as atividades econômicas e a decisão sobre a partilha dos seus resultados. A iniciativa deve ter administração transparente e democrática por meio de soberania da assembleia e praticar comércio de bens ou prestação de serviços de forma justa e solidária, distribuindo os resultados financeiros da atividade econômica com proporcionalidade em relação às operações e atividades econômicas realizadas individual e coletivamente. Já o resultado operacional líquido, quando houver, deverá ser destinado às suas finalidades ou para ajudar outros empreendimentos semelhantes em dificuldades ou mesmo para o desenvolvimento comunitário ou a qualificação profissional e social de seus integrantes. Os empreendimentos econômicos solidários que atuarem na forma de cooperativa terão seu funcionamento disciplinado pela legislação do cooperativismo. Não serão beneficiários da política nacional os empreendimentos que tenham como atividade econômica a intermediação de mão de obra subordinada. Debate em Plenário O deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos signatários da proposta, relembrou que também foi autor de uma lei similar no Rio Grande do Sul, quando foi deputado estadual. "Há muitos elementos que nos fazem ser fãs, apoiadores, estimuladores e defensores da economia solidária, sustentável, consciente e cooperada", disse. O deputado Patrus Ananias também defendeu o projeto, por apontar na perspectiva de uma sociedade solidária. "É fundamental o espaço da sociedade, da comunidade, de as pessoas se integrarem e se articularem em busca de objetivos comuns", declarou. Conferências Segundo o projeto aprovado, após conferências municipais, estaduais e nacional sobre o tema, caberá ao Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES) elaborar e propor ao Poder Executivo federal um plano nacional levando em consideração as deliberações da conferência nacional, a qual tem a atribuição ainda de, a cada quatro anos, avaliar a política da área. O CNES, a conferência nacional, órgãos ligados ao tema nas esferas municipal, estadual e federal, as organizações da sociedade civil e os empreendimentos econômicos solidários integram o sistema nacional de economia solidária, além da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias (Unicopas). Eixos de ações O projeto define seis eixos de ação para a política direcionada aos empreendimentos solidários:

  • formação, assistência técnica e qualificação social e profissional;
  • acesso a serviços de finanças e de crédito;
  • fomento à comercialização, ao comércio justo e solidário e ao consumo responsável;
  • fomento aos empreendimentos econômicos solidários e às redes de cooperação;
  • fomento à recuperação de empresas por trabalhadores organizados em autogestão; e
  • apoio à pesquisa e ao desenvolvimento e apropriação adequada de tecnologias.

Beneficiários de programas sociais poderão ser atendidos pelas ações da política nacional desde que atuem em empreendimentos econômicos solidários. A prioridade será para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade social. Haverá ainda um cadastro nacional de empreendimentos para que eles possam acessar os benefícios. Os grupos informais serão incentivados a buscar sua regularização jurídica para se inserirem plenamente no regime legal associativo. Diretrizes O PL 6606/19 lista várias diretrizes que devem orientar os empreendimentos beneficiários da Política Nacional de Economia Solidária, como:

  • administração democrática;
  • trabalho decente;
  • sustentabilidade ambiental;
  • prática de preços justos, de acordo com os princípios do comércio justo e solidário;
  • envolvimento dos membros na consecução do objetivo social do empreendimento;
  • respeito às diferenças e à dignidade da pessoa humana; e
  • promoção da equidade e dos direitos e garantias fundamentais.

O texto conceitua comércio justo e solidário como a prática comercial diferenciada “pautada nos valores de justiça social e solidariedade”. Já o preço justo é aquele em que o valor do produto ou serviço seja construído a partir do diálogo, da transparência e da efetiva participação de todos os agentes envolvidos em sua composição a fim de resultar em distribuição equânime do ganho na cadeia produtiva. Objetivos
Entre os objetivos da Política Nacional de Economia Solidária destacam-se:

  • fortalecer e estimular o associativismo e o cooperativismo, que caracterizam os empreendimentos de economia solidária;
  • contribuir para a geração de renda, a melhoria da qualidade de vida e a promoção da justiça social;
  • promover o acesso da economia solidária a instrumentos de fomento, a meios de produção, a mercados e ao conhecimento e às tecnologias sociais necessários ao seu desenvolvimento; e
  • apoiar ações que aproximem consumidores e produtores, de modo a impulsionar práticas relacionadas ao consumo consciente e ao comércio justo e solidário.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova criação de estatal para desenvolver projetos aeroespaciais.

 

Empresa vai atuar, por exemplo, em lançamentos na Base de Alcântara (MA); proposta segue para o Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) projeto de lei que autoriza a estatal NAV Brasil a criar uma subsidiária para explorar economicamente a infraestrutura e a navegação aeroespaciais, como os lançamentos da Base de Alcântara (MA). O texto será enviado ao Senado. De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 3819/24 foi aprovado com parecer favorável do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE). O projeto autoriza a União a assumir o controle direto da subsidiária por meio da transferência total das ações de controle da nova estatal em posse da NAV Brasil. Segundo o governo, a Estratégia Nacional de Defesa (END) prevê a busca da autossuficiência nacional em materiais aeronáuticos, espaciais e bélicos, “de modo a reverter a indesejável situação atual de forte dependência de fornecedores estrangeiros”, especialmente por se tratar de materiais que envolvem tecnologias sensíveis e que sofrem restrições para a exportação “por critérios políticos dos governos dos seus fabricantes”. Já o relator, deputado Augustinho Coutinho, ressaltou que a nova estatal, "ao preencher lacuna existente na indústria nacional, contribuirá para a geração de empregos e para o desenvolvimento de pesquisa e inovação em setores estratégicos". A NAV Brasil foi criada em 2021 a partir da divisão da Infraero, que continuou com a administração de aeroportos menores, remetendo à nova empresa a prestação de serviços de navegação aérea e o recebimento das tarifas do setor pagas pelas companhias aéreas pelo uso da infraestrutura de navegação. De acordo com o projeto, a subsidiária poderá tocar ações relacionadas às atividades de instalação e operação de rede de satélites e de controle do espaço aéreo. A partir de programas propostos pelo Comando da Aeronáutica e aprovados pelo Ministério da Defesa, fará ainda a gerência e cooperará no desenvolvimento de projetos relacionados à indústria e à infraestrutura aeroespacial. Pessoal temporário Para viabilizar seu início de funcionamento, a subsidiária poderá contratar pessoal técnico e administrativo por tempo determinado por até quatro anos, seguindo os procedimentos da Lei 8.745/93. O projeto autoriza ainda a cessão de servidores públicos civis e militares e de empregados públicos, independentemente da ocupação de cargo em comissão ou de função de confiança. Para os militares, qualquer que seja sua atribuição, o tempo à disposição da nova empresa será considerado, para todos os efeitos legais, exercício de cargo de natureza militar. Caberá à subsidiária reembolsar os órgãos e as entidades de origem pelas despesas com o pessoal cedido. Por meio da adesão a entidade fechada de previdência complementar já existente, a nova estatal poderá patrocinar planos de previdência complementar para seus servidores. Quanto aos recursos para seu funcionamento, é garantido o uso daqueles alocados no Fundo Aeronáutico se for para realização de projetos de interesse do Comando da Aeronáutica. Debate em Plenário O deputado Bohn Gass (PT-RS) afirmou que são necessárias estatais nos setores fundamentais para o Estado brasileiro. "São informações que, se não as possuirmos através desse sistema, iremos pagar caro sem ter segurança sobre elas, isso é perder soberania." Crítico do projeto, o deputado Gilson Marques (Novo-SC) considerou que o governo tem excesso de estatais, mas não tem capacidade financeira para atender a população em políticas públicas de saúde, segurança e educação. "Quem abraça muito, aperta pouco. E, no fim, não entrega nada", disse. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

Bolsas globais e dólar têm forte queda depois de tarifaço de Trump.

  Em Nova York, o Dow Jones fechou com perdas de 3,98%, ante queda de 4,84% do S&P (no pior desempenho diário desde junho de 2020). Odia...