CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quinta-feira, 9 de julho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria regime simplificado para iniciativas esportivas de pequeno porte.

A proposta será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça da Câmara.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui um regime simplificado para apresentação, execução, acompanhamento e prestação de contas de projetos esportivos de pequeno porte. O texto aprovado é a versão do relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP), para o Projeto de Lei 1620/26, do deputado Mauricio do Vôlei (PL-MG). “A redução de exigências administrativas pode favorecer essas iniciativas”, disse o relator. O substitutivo de Saulo Pedroso deixa claro que o novo regime simplificado será aplicado apenas aos projetos financiados com recursos orçamentários da União, incentivos fiscais federais ou instrumentos federais de cooperação. Diretrizes e regras A proposta abrange projetos de pequeno porte para fomento ao esporte de base, comunitário, educacional, de formação ou de participação que tenham crianças, adolescentes, estudantes ou comunidades como público prioritário. As iniciativas devem ser executadas por entes federativos, organizações civis sem fins lucrativos ou instituições de ensino. Haverá limite de valor total, a ser definido em regulamento, compatível com as regras simplificadas. Entre outros pontos, o texto permite adoção de plano de trabalho padronizado, de análise documental e técnica simplificada e de acompanhamento orientativo e prestação de contas por relatório simplificado de execução física e financeira. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOS

Comissão debate impactos da extensão de patentes no orçamento da União e no SUS.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados promove, na terça-feira (14), audiência pública sobre os impactos da extensão de patentes no orçamento da União e no financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS). O debate será realizado às 14 horas, em plenário a ser definido, e será interativo. A reunião foi pedida pelo deputado Clodoaldo Magalhães (PV-PE). O parlamentar explica que a extensão de patentes pode aumentar os custos de compra de medicamentos pela União, pelos estados e pelos municípios, com reflexos diretos sobre o financiamento do SUS. "O tema envolve aspectos sensíveis relacionados ao acesso da população a medicamentos, bem como à dinâmica concorrencial do setor farmacêutico, o que reforça a necessidade de um debate qualificado e plural", afirma Magalhães. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Audiência pública discute gestão da área do monumento do Cristo Redentor.

Deputado defende que atividades religiosas fiquem com a Igreja Católica, e proteção ambiental, com o poder público.

A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados debate, na próxima terça-feira (14), o uso do espaço onde fica o monumento ao Cristo Redentor, no Alto Corcovado, no Rio de Janeiro. O debate será realizado às 10 horas no plenário 5. A reunião foi proposta pelo deputado Ricardo Abrão (PSDB-RJ). O parlamentar lembra que o Estado brasileiro é laico e que a Constituição estabelece limites para atuação direta do Poder Público na administração de espaços religiosos. "Nesse contexto, a gestão direta, por órgão estatal, de um santuário religioso em funcionamento permanente mostrar-se-ia incompatível com o modelo constitucional de separação entre Estado e Igreja", afirma. Segundo Abrão, as atividades religiosas do Santuário Cristo Redentor devem continuar sob responsabilidade da Igreja Católica. Ao Poder Público caberia exercer as atribuições de proteção ambiental e patrimonial. “O Santuário Cristo Redentor constitui um dos maiores símbolos da identidade nacional brasileira, reunindo em um único espaço relevante dimensão religiosa, cultural, histórica e turística, com reconhecimento internacional como patrimônio de valor excepcional para o Brasil e para o mundo”, afirma o deputado. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova criação de delegacias especializadas no atendimento a pessoas com deficiência.

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto que cria, nos estados e no Distrito Federal, as Delegacias Especializadas no Atendimento às Pessoas com Deficiência (DEAPD) As unidades serão financiadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Pela proposta, o Poder Executivo deverá regulamentar a instalação gradual das delegacias, de acordo com a demanda de cada região. Por recomendação da relatora, deputada Dra. Alessandra Haber (Pode-PA), o colegiado aprovou a versão da Comissão de Segurança Pública para o Projeto de Lei 4517/25, do deputado Juninho do Pneu (PSDB-RJ). A principal mudança em relação ao texto original foi a previsão de financiamento pelo Fundo Nacional de Segurança Pública. Segundo a relatora, essa alteração dá à proposta "maior viabilidade administrativa e financeira". De acordo com o texto aprovado, as delegacias deverão contar com equipes multiprofissionais formadas por delegados, investigadores, escrivães, psicólogos, assistentes sociais, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e profissionais de apoio. Essas unidades especializadas também deverão promover ações de prevenção, conscientização e orientação sobre os direitos das pessoas com deficiência. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto suspende por cinco anos abertura de novos cursos privados de medicina.

 

Proposta em análise na Câmara prevê que governo supervisione instituições com desempenho insatisfatório durante a moratória.

O Projeto de Lei 1165/26 suspende por cinco anos a abertura de novos cursos privados de medicina e a ampliação de vagas nessas graduações. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Durante a moratória, o Poder Executivo deverá supervisionar as instituições com desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), promovendo avaliações presenciais e adotar medidas de reestruturação de cursos. Após esse período, a abertura de cursos privados e de novas vagas serão autorizados após seleção pública realizada pelo governo conforme a demanda. A restrição não se aplica a instituições públicas federais, estaduais e municipais que comprovarem atender aos critérios mínimos de qualidade previstos na proposta. Critérios mínimos Conforme o projeto de lei, a oferta dos cursos de medicina deverá atender às regras do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Entre os critérios mínimos previstos na proposta estão: existência de rede assistencial própria ou conveniada para garantir a formação prática dos estudantes; capacidade instalada para o internato e outras atividades práticas supervisionadas; professores e profissionais responsáveis pela supervisão prática dos estudantes (preceptores) com qualificação e experiência compatíveis; laboratórios e estruturas de simulação para o ensino; limite para a relação entre estudantes, supervisores e campos de prática; e integração com o Sistema Único de Saúde (SUS), mediante pactuação com gestores municipais e estaduais. O autor do texto, deputado Dr. Luiz Ovando (PP-MS), afirma que a moratória tem o objetivo de "interromper a expansão desordenada, permitir avaliação profunda do sistema e restabelecer critérios técnicos objetivos". Além disso, ele acredita que a medida alinha a formação médica com a necessidade de garantir a segurança da população. Conforme resultado do Enamed de 2025, citado pelo parlamentar, 99 cursos de medicina obtiveram desempenho insatisfatório nas avaliações nacionais. Avaliação dos cursos Para cursos com desempenho insatisfatório, o projeto prevê: proibição de abrir novas vagas ou ampliar as já existentes; redução gradual do número de vagas; apresentação de plano de reestruturação com cronograma e metas; e supervisão intensiva e nova avaliação presencial. Nos casos de reincidência ou de irregularidades graves nos campos de prática, o texto determina: abertura de processo de descredenciamento progressivo; suspensão do ingresso de novas turmas; garantia de plano de transição para os estudantes já matriculados concluírem a graduação; e descredenciamento do curso, caso as medidas de correção não resolvam os problemas. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Educação; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto proíbe cassinos on-line algorítmicos, como o "Jogo do Tigrinho"

Proposta em análise na Câmara dos Deputados mantém autorização para apostas esportivas de quota fixa e loterias oficiais.

O Projeto de Lei 2258/26 proíbe a operação e a publicidade de cassinos on-line algorítmicos, como caça-níqueis digitais e o chamado "Jogo do Tigrinho". O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta revoga o trecho da Lei 14.790/23 que permite apostas sobre eventos virtuais de jogos on-line, mas mantém as regras para as apostas de quota fixa baseadas em eventos esportivos reais (bets) e as loterias oficiais. A proibição vale inclusive para plataformas sediadas no exterior e acessíveis a pessoas no Brasil, qualquer que seja a moeda e ou o meio de pagamento usados. R$ 240 bilhões apostados O autor do projeto, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), cita um estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que aponta que os brasileiros destinaram R$ 240 bilhões a plataformas de apostas on-line em 2024. O levantamento estima ainda perdas de R$ 103 bilhões para o varejo e a entrada de 1,8 milhão de pessoas em situação de inadimplência. O parlamentar também menciona nota técnica do Banco Central indicando que 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em apostas via Pix em 2024. Segundo o deputado, os cassinos on-line apresentam maior risco de dependência porque seus resultados são definidos por algoritmos, e não por eventos reais. "O apostador não compete contra um evento externo verificável: compete contra um sistema projetado pelo próprio operador, sem qualquer possibilidade de aferição independente da regularidade dos resultados", critica Pimenta. Próximos passo.A proposta será distribuída às comissões pertinentes ao assunto. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão de Direitos Humanos aprova obrigatoriedade de registro de crimes de homotransfobia.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatório o registro e o processamento de crimes de homotransfobia nos sistemas de segurança pública do Brasil. A proposta determina que os boletins de ocorrência passem a ter campos específicos para informações sobre orientação sexual, identidade de gênero, nome social e raça ou cor da vítima. Esses dados deverão ser autodeclarados no momento da denúncia. A autoridade policial deverá incluir ainda, no relatório final da investigação, uma avaliação fundamentada sobre a existência ou não de motivação homotransfóbica no crime. Nova versão O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ), para o Projeto de Lei 2668/24, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). A nova redação inclui modificações sugeridas anteriormente pela Comissão de Segurança Pública. Motta explicou que o projeto possui dimensão de política pública, pois os dados obtidos permitirão o monitoramento dos casos de violência contra a população LGBTQIAPN+ e a formulação de ações de enfrentamento pelo Estado, combatendo ainda a invisibilidade dessa população. “O projeto busca sanar a ausência de indicação sobre a motivação LGBTfóbica dos fatos noticiados. Isso ocorre porque as condutas homofóbicas e transfóbicas são registradas como crime de racismo, às quais se aplica a Lei do Racismo, por decisão de 2019 do Supremo Tribunal Federal”, disse o relator. Capacitação O texto aprovado também prevê a capacitação obrigatória de agentes de segurança pública e a implementação de programas de formação continuada para garantir que a lei seja aplicada corretamente. Além disso, as delegacias deverão fixar cartazes com as definições de “orientação sexual”, “identidade de gênero” e “nome social” para orientar o público. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para vira lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova redução de IPVA para veículos acidentados recuperáveis.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 10/25, que obriga os estados e o Distrito Federal a aplicar redutor na alíquota do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos veículos acidentados recuperáveis. O relator, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), recomendou a aprovação do texto. “A proposta, em alguma medida, poderá beneficiar as seguradoras, uma vez que parte dos veículos fica com elas após o pagamento da indenização”, disse. Segundo o autor do projeto, deputado Coronel Meira (PL-PE), a depreciação no mercado de revenda não se reflete na tributação dos veículos acidentados. “Os donos enfrentam carga tributária desproporcional”, afirmou o parlamentar. Regras previstas Conforme o texto aprovado, a medida beneficiará veículos que sofreram algum tipo de sinistro, como batida ou incêndio, mas que podem ser reparados. Para aplicação do redutor, a proposta prevê as seguintes regras: o benefício será concedido aos veículos registrados como sinistrados recuperáveis nos órgãos de trânsito e que estejam em situação regular; a alíquota reduzida deverá refletir a depreciação do valor de mercado do automóvel em relação a veículo similar sem histórico de sinistro; e os estados e o Distrito Federal regulamentarão os percentuais de redução e os procedimentos administrativos para concessão do benefício. Próximos passos O projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto restabelece validade de acordos coletivos até nova negociação.

Proposta em análise na Câmara dos Deputados retoma a ultratividade das normas coletivas, extinta pela reforma trabalhista de 2017.

O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão debate projeto que mantém validade de acordos coletivos.

Proposta restabelece a ultratividade das normas trabalhistas até nova negociação.

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados debate, na próxima terça-feira (14), o Projeto de Lei 3015/25, que restabelece a ultratividade das normas coletivas de trabalho. O debate será realizado às 10 horas no plenário 12. O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF), autora da proposta, que prevê que as cláusulas de convenções e acordos coletivos continuem válidas até a celebração de um novo instrumento coletivo – a ultratividade das normas coletivas de trabalho. Erika Kokay afirma que a ultratividade trabalhista evita a supressão abrupta de direitos e garante equilíbrio nas relações de trabalho. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão convoca Mauro Vieira para explicar facções classificadas como terroristas.

Ministro das Relações Exteriores também deverá falar sobre declarações envolvendo possível intervenção militar dos EUA no Brasil.

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou a convocação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para prestar esclarecimentos sobre a atuação do governo diante da classificação, pelos Estados Unidos, de organizações criminosas brasileiras como terroristas. O depoimento ainda não foi agendado. O ministro também deverá esclarecer declarações sobre uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil. A convocação de Mauro Vieira foi pedida pelo deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), 3º vice-presidente do colegiado. Informações insuficientes O deputado havia pedido informações, por escrito, ao Ministério das Relações Exteriores sobre a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras e sobre o posicionamento diplomático adotado pelo Brasil. Segundo o parlamentar, a resposta do ministério apresentou informações gerais e não esclareceu pontos considerados essenciais. "Em vez de fornecer informações objetivas, limitou-se, em diversos trechos, a apresentar considerações genéricas sobre a posição institucional do governo brasileiro, sem esclarecer aspectos essenciais para o exercício da função fiscalizatória desta Casa", reclamou o deputado. Em documento enviado à Câmara, o Itamaraty informou que manifestou sua posição às autoridades norte-americanas. No entanto, não detalhou quando ocorreram as comunicações, quais autoridades participaram das tratativas, quais canais diplomáticos foram utilizados, qual foi o conteúdo das manifestações brasileiras, nem quais providências decorreram dessas conversas. Da Assessoria da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional Edição - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova punição para organizadores de eventos esportivos que não combaterem discriminação.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê punições para organizadores de eventos esportivos que deixarem de adotar medidas educativas e preventivas para coibir práticas discriminatórias. O texto abrange casos de racismo, xenofobia, homofobia, transfobia e violência contra as mulheres.Pela proposta, as sanções serão aplicadas de forma progressiva e poderão incluir:advertência; multa;impedimento de receber recursos ou benefícios do poder público; e proibição temporária de promover ou participar de atividades ou eventos esportivos. O texto também determina que os valores arrecadados com as multas sejam destinados aos fundos de esporte de cada esfera de governo. O dinheiro deverá financiar ações educativas de prevenção e combate ao racismo, à xenofobia, à homofobia, à transfobia e à violência contra as mulheres.Substitutivo Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovado o substitutivo acatado anteriormente na Comissão de Direitos Humanos para o Projeto de Lei 81/21, do ex-deputado Alexandre Frota (SP), e a outro projeto apensado (PL 1869/24).Em vez de criar lei sobre atos de racismo e homotransfobia em eventos esportivos, o substitutivo altera a Lei Geral do Esporte para reforçar a responsabilidade de organizações esportivas em prevenir esse tipo de crime.Laura Carneiro apenas alterou o substitutivo para trocar a menção ao “Fundo de Apoio ao Esporte e Lazer do respectivo estado” por “fundos de esporte de cada esfera de governo”. Ela explicou que a expressão anterior não encontra correspondência precisa na terminologia adotada pela Lei Geral do Esporte.Integração A deputada observou ainda que o esporte é um espaço de integração social, de promoção da saúde, da educação e dos valores democráticos, devendo promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Ela lamentou, por outro lado, os casos de racismo e homofobia vistos em estádios brasileiros nos últimos anos.“Os fatos demonstram que não basta punir o indivíduo infrator: é imprescindível responsabilizar as entidades esportivas que, por omissão ou negligência, deixam de adotar medidas preventivas e educativas para criar um ambiente esportivo seguro, inclusivo e livre de discriminação”, avaliou Laura Carneiro.Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.Reportagem – Noéli Nobre Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado cobra mais investimentos para prevenir desastres climáticos; ouça a entrevista.

Relator de comissão especial defende mais recursos e alerta para impactos de possível super El Niño.

O alerta para um possível super El Niño em 2026 reacende o debate sobre a preparação das cidades brasileiras para enfrentar desastres climáticos extremos. Embora o fenômeno seja conhecido, sua intensidade, somada às mudanças climáticas, aumenta o risco de ondas de calor, queimadas, secas prolongadas e chuvas intensas. Em 2024, um forte El Niño provocou seca extrema em mais de 80% dos municípios brasileiros. No Sul, enchentes afetaram mais de 6 milhões de pessoas. Em entrevista à Rádio Câmara nesta quarta (8), o deputado Gilson Daniel (Pode-ES), relator da Comissão Especial sobre Catástrofes Climáticas, afirma que o principal problema é o investimento "quase zero" na prevenção de desastres.  “Nós temos um orçamento aprovado na Câmara e que é encaminhado pelo Executivo, que praticamente não vem com recursos para a prevenção. E os municípios não têm recursos para esse tipo de investimento. Precisam dos governos estaduais e federal”, explica. Ouça a íntegra da entrevista de Gilson Daniel à Rádio Câmara Gilson Daniel cita o Rio Grande do Sul, onde muitas pessoas que perderam suas casas nas enchentes voltaram a morar nos mesmos locais. Segundo ele, situação semelhante ocorre em Mimoso do Sul (ES), onde famílias continuam vivendo em áreas de risco. Investimentos “insignificantes” Segundo Gilson Daniel, os investimentos para prevenção de desastres hoje, no Brasil, são “insignificantes”. “Os recursos são colocados só no momento de crise. E aí os municípios são bastante prejudicados porque o custo do pós-desastre é muito superior ao da prevenção”, compara. “Levantamentos internacionais mostram que, a cada um dólar investido, você economizaria 15 dólares. Segundo Gilson Daniel, há estados que praticamente não investiram em prevenção. O deputado defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 44/23, que reserva 5% dos valores de emendas individuais de parlamentares e de emendas de bancada para a prevenção de desastres. A PEC já foi aprovada pela Câmara e está em tramitação no Senado Federal. “Eu acredito que esta PEC talvez seja a maior contribuição que o Parlamento possa dar”, afirma. “Mas, realmente, ainda falta muito para o país estar preparado para um super El Niño. Nós vamos ter possíveis secas severas, queimadas, chuvas intensas”, prevê. Para o deputado, “esta é uma pauta que precisa ser discutida o tempo todo”. Por isso, ele defende a criação de uma comissão permanente na Câmara para discutir desastres. Da Rádio Câmara Edição - Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS INDEPENDÊNCIA DA BAHIA

Independência da Bahia é homenageada em sessão na Câmara dos Deputados; assista.

A Independência da Bahia é comemorada em 2 de julho, data em que os portugueses se retiraram definitivamente do Brasil. A Câmara dos Deputados celebrou a ocasião em sessão solene. 2 de Julho: a independência do Brasil na Bahia Parlamentares e representantes da sociedade civil destacaram a importância da união popular para enfrentar e vencer os colonizadores. A deputada Lídice da Mata (PSB-BA), uma das autoras do pedido para a realização da sessão, lembrou que a liberdade da Bahia não foi concedida, mas conquistada. "Vivemos em uma democracia conquistada com muito esforço, uma democracia que exige vigilância permanente, compromisso institucional e respeito à soberania do Brasil. Assim como nossos antepassados resistiram à dominação estrangeira, também nós devemos afirmar todos os dias que os destinos do Brasil pertencem exclusivamente ao povo brasileiro", discursou. Da TV Câmara - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova renegociação de dívidas de mutuários com o Funproger.

O texto poderá seguir para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite que o Banco do Brasil e o Banco do Nordeste renegociem débitos de mutuários com o Fundo de Aval para a Geração de Emprego e Renda (Funproger). O relator, deputado Luiz Gastão (PSD-CE), apresentou parecer pela constitucionalidade do Projeto de Lei 4774/23, do deputado Domingos Neto (PSD-CE). Ele fez apenas algumas correções técnicas no texto.  A proposta estabelece as condições de negociação, como concessão de descontos sobre encargos e multas, pagamento das prestações em até 120 meses e taxa de juros equivalente à Taxa de Longo Prazo (TLP).  Para devedores de menor renda, um regulamento poderá prever taxas de juros menores.  A renegociação extraordinária destina-se aos empréstimos feitos há, pelo menos, sete anos e registrados como inadimplentes em 31 de dezembro de 2022. Funproger Criado pela Lei 9.872/99, o Funproger fornece aval a empréstimos contratados por empreendedores que não possuem as garantias exigidas pelos bancos. O fundo é composto por recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e gerido pelo Banco do Brasil. Próximos passos A proposta tramitou em caráter conclusivo e já poderá seguir para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação, antes, pelo Plenário da Câmara. Reportagem - Paula Bittar Edição - Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 7 de julho de 2026

Governo autoriza novos concursos com 316 vagas para Banco Central e Receita Federal.

Governo autorizou concursos com 316 vagas para Receita Federal e Banco Central, em meio à repercussão da crise do Banco Master. Parte dos servidores deve reforçar áreas de fiscalização e supervisão do sistema financeiro.

O  governo federal autorizou nesta segunda-feira (6) a realização de concursos públicos com 316 vagas para a Receita Federal e o Banco Central, em reforço das equipes dos órgãos após o escândalo do Banco Master.O edital de abertura deverá ser publicado em até seis meses. Serão, ao todo, 146 vagas para a Receita, distribuídas entre 116 para analista tributário e 30 para auditores fiscais, de nível superior. No caso do BC, serão 170 vagas, sendo cem para auditor e 20 para procurador, ambas de nível superior, e 50 para técnico, de nível intermediário. Como mostrou a Folha de S.Paulo, parte deles será direcionados para a área de supervisão bancária, já que a atuação do BC sobre instituições financeiras voltou ao centro do debate após a crise do Master. Houve integrantes da autoridade monetária a defenderem o fortalecimento das equipes, depois do que foi considerado uma série de falhas na fiscalização do sistema financeiro. O Banco Central pedia um número ainda maior de vagas, 560, no total. Segundo a entidade, isso ajudaria a recompor um quadro que vem reduzindo ao longo do tempo devido às aposentadorias e redução na contratação de funcionários. Conforme revelou a Folha de S.Paulo, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) também terá seu quadro reforçado em cerca de 50 técnicos. O órgão é outro que foi criticado por não ter agido em relação às fraudes envolvendo o Master, principalmente em operações feitas por meio dos fundos de investimento ligados à instituição financeira.  As novas contratações na autarquia seriam um esforço para atender às demandas do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, que estabeleceu plano de reestruturação para a comissão. O Banco Central também mantém a articulação política em torno da PEC da autonomia, que amplia a autonomia administrativa, orçamentária e financeira da instituição. A proposta foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado em 2026 e aguarda votação no plenário. Finançaspúblicas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


Adriane Galisteu anuncia data de estreia de A Fazenda 2026.

Adriane Galisteu confirmou que a 18ª temporada de A Fazenda estreia em 14 de Setembro. A apresentadora prometeu novidades na dinâmica do reality, mas garantiu que o programa manterá sua essência e disse ainda não conhecer os participantes da nova edição.

Adriane Galisteu anunciou que a 18ª temporada de A Fazenda (Record) estreará no dia 14 de Setembro.A Record divulgou um vídeo da apresentadora se arrumando no camarim e contando a novidade. "Não vim fazer A Fazenda, vim fazer uma participação especial na Casa do Patrão e vim lembrar a galera que dia 14 começa A Fazenda, dia 14 de Setembro." A apresentadora falou mais sobre sua participação no reality de Boninho. "Vim trocar uma ideia com eles, conhecer os participantes de perto." Em sua visita à casa, ela falou sobre a estreia. "Teremos novas mecânicas, que ainda não posso contar. A gente sempre traz algo novo, mas nunca perde a essência: a alma caipira, o galo canta cedo, o chicote tá na mão. A partir do dia 14 de Setembro teremos Fazenda ao vivo e só paramos no Natal. Vim avisar vocês e ao Brasil." Galisteu disse ainda não saber nenhum nome especulado para a temporada. "A produção já tá correndo. Carelli nunca me diz nenhum nome, ele não me dá nenhum mole. Mas o importante é que eu tô pronta e preparada."FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Cantora Lauren Bennett, voz de "Party Rock Anthem", morre aos 37 anos.

Cantora britânica ficou conhecida mundialmente pela participação no sucesso do LMFAO e também integrou o grupo G.R.L., que já havia enfrentado outra tragédia com a morte de Simone Battle, em 2014.

A cantora britânica Lauren Bennett, conhecida pela participação no hit mundial “Party Rock Anthem”, do LMFAO, morreu aos 37 anos. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (6) pelo grupo G.R.L., do qual ela fez parte. A causa da morte não foi divulgada.Em uma publicação nas redes sociais, as integrantes do G.R.L. lamentaram a morte da artista e destacaram as lembranças construídas ao lado dela. O grupo afirmou que Lauren será lembrada pelo amor, pelas risadas e pelo espírito marcante, que tocou a vida de muitas pessoas. A cantora Aria Crescendo, que também integrou o Paradiso Girls, foi uma das primeiras a se manifestar publicamente. Ela publicou fotos antigas com Lauren e relembrou momentos vividos pelas duas durante a trajetória no grupo feminino. Natural de Meopham, no condado de Kent, na Inglaterra, Lauren começou a carreira ainda jovem. Antes de ganhar projeção internacional, participou de concursos de talentos, cantou em pubs e chegou a competir no “The X Factor”. Depois, foi convidada a integrar o Paradiso Girls. Ainda adolescente, mudou-se para Los Angeles para investir na carreira musical. Com o Paradiso Girls, participou do single “Patron Tequila”, lançado em 2009 e que teve destaque nas paradas de música eletrônica dos Estados Unidos. O reconhecimento mundial veio em 2011, quando Lauren participou dos vocais de “Party Rock Anthem”, música do LMFAO que se tornou um dos maiores sucessos daquele ano. A faixa liderou paradas em vários países e projetou o nome da artista internacionalmente. Depois, Lauren integrou o G.R.L., grupo feminino que ganhou notoriedade com músicas como “Ugly Heart” e “Wild Wild Love”, parceria com Pitbull. Em 2014, a banda enfrentou outra perda com a morte de Simone Battle. Após a tragédia, o grupo lançou “Lighthouse” em homenagem à colega e passou a apoiar iniciativas voltadas à saúde mental.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Morre o autor Benedito Ruy Barbosa, que desvendou o Brasil rural em suas novelas.

Autor de clássicos como "Pantanal", "Renascer" e "O Rei do Gado", Benedito Ruy Barbosa morreu aos 95 anos. Criador de tramas marcadas pelo Brasil rural, pela memória afetiva e por temas sociais, ele ajudou a moldar a teledramaturgia brasileira.

A vida de Benedito Ruy Barbosa -que morreu nesta terça-feira (7), ao 95 anos, devido à complicações de insuficiência renal crônica-, passou na televisão. Foi exibida em capítulos de "Cabocla", "Os Imigrantes", "Paraíso", "Pantanal", "Renascer", "O Rei do Gado", "Terra Nostra" e de outras das mais de 20 novelas que escreveu inspirado por suas vivências.Como seus protagonistas, Ruy Barbosa foi um homem do campo, e sua vida, uma saga de lutas e sucessos. Talvez por isso, costumava falar da história de seus personagens com a voz embargada, olhos marejados, muitas vezes sem segurar as lágrimas. Não foram poucas as vezes em que familiares se depararam com ele chorando diante de uma cena que acabara de escrever. Um passional assumido. O autor nasceu em 17 de Abril de 1931 em Gália, no interior paulista, cidade recém-criada à época, com algumas dezenas de ruas e pouco mais de 2.000 habitantes. Mudou-se pequeno com a família para a vizinha Vera Cruz, onde o pai tinha livraria, tipografia e jornal. Brincava com filhos de imigrantes que trabalhavam na produção de café, muito presente na região. À noite, sob um lampião, inventava histórias para a turma.  Em férias no sítio de um tio, aprendeu a tocar berrante, andar a cavalo, tirar leite de vaca e a tocar a boiada. Mas a infância se encerraria logo, com a morte prematura do pai, aos 29 anos, com a qual o autor nunca se conformaria. Foi com ele que o são-paulino fanático aprendeu a jogar bola. Além do gosto pelo futebol, o pai lhe presenteou com um livro do Peter Pan, que o faria despertar para a futura profissão. Mais velho de cinco irmãos, começou a trabalhar aos 12 anos para sustentar a família, agora sem tipografia, livraria e jornal, vendidos pela mãe, que não conseguia administrá-los. Foi caixeiro, escrevente de cartório e vendeu jornal, até se tornar auxiliar de guarda-livros, uma espécie de contador, na Comercial Antônio Perez, de exportação de café. O salário não era suficiente e, aos 16 anos, meteu-se em um terno surrado e embarcou rumo à estação da Luz, em São Paulo. Sem dinheiro, lembrou-se de um primo que trabalhava em um clube à beira do rio Tietê. Foi para lá, onde passou a dormir em um cubículo, com suas roupas penduradas em pregos na parede. Entre uma batalha e outra para conseguir dinheiro, pulava da ponte para mergulhar naquele Tietê ainda não poluído.Empregou-se na sede paulistana da mesma firma em que trabalhara em Vera Cruz. Em 1952, foi transferido para Marialva, norte do Paraná. Lá, além de vender café, fez programa de rádio transmitido em alto-falantes e escreveu para o jornal local. O primeiro passo para a futura carreira foi dado nessa época. Após presenciar uma das maiores geadas da história do país, escreveu o romance "Fogo Frio", que em 1959 seria adaptado para peça do Teatro Arena, com direção de Augusto Boal. Nos sete anos entre a criação do romance e sua consagração nos palcos, de volta a São Paulo, passou por redações de jornais, onde desempenhou várias funções, como a de repórter de esportes. Orgulhava-se de ter visto Pelé jogar aos 15 anos e de ter escrito reportagem profética: "Santos prepara fenômeno chamado Pelé". Foi nesse tempo, em um bailinho de estudantes, que conheceu Marilena, com quem se casou e teve quatro filhos -Edmara, Edilene, Ruy Maurício e Marcelo, que iriam, todos, trabalhar com ele nas novelas. Com o sucesso de "Fogo Frio", foi contratado por uma agência de publicidade como editor de roteiros da Colgate-Palmolive, que produzia novelas para as emissoras. Trabalhou, então, com Glória Magadan, cubana adepta de tramas estrangeiras, que queria distância da realidade brasileira. Com ela, embora tenha aprendido alguns truques folhetinescos, Ruy Barbosa teve a grande lição sobre o que não fazer. Afinal, para ele, o Brasil tinha que estar na telenovela. Materialde referência geográfica Ao lado Dias Gomes, Janete Clair, Lauro César Muniz e de outros grandes dramaturgos, fundaria a teledramaturgia brasileira, que ajudaria a moldar uma identidade nacional, a partir da formação das redes de TV. E o Brasil de Ruy  Barbosa era o Brasil rural, com a sua poesia e estética bucólicas, a graça dos "causos" dos caipiras, mas também com as lutas do campo, a violência latente de um país que sempre se negou a fazer a reforma agrária, grande bandeira do autor. Depois de uma primeira fase na Tupi, nos anos 1960, estreou na Globo com "Meu Pedacinho de Chão", em 1971. Logo se tornaria o grande autor das 18h, com sucessos como "Cabocla" (1979), "Paraíso" (1982) e "Sinha Moça" (1986). Na década de 1970, escreveu também 12 histórias (240 capítulos ao todo) para a série infantil "Sítio do Picapau Amarelo", baseado na obra de Monteiro Lobato. Mas tinha o projeto de "Os Imigrantes" para o horário nobre, que a Globo não quis. Foi para a Band, onde, em 1981, fez a novela, que recebeu vários prêmios. Voltou para a Globo, de onde sairia novamente após quase dez anos para mudar a história da teledramaturgia com "Pantanal", exibida em 1990 na Manchete. Quando o ritmo acelerado e cheio de cortes dos videoclipes contaminava a televisão, a trama pantaneira, com lentas sequências das águas dos rios e do voo de tuiuiús, conseguiu o que soava impossível: roubar da Globo a liderança no Ibope. Imprimou uma nova linguagem à televisão, com valorização das cenas externas, tratadas como no cinema, e de diferentes paisagens brasileiras. Com o estrondoso sucesso, a Globo finalmente aceitaria colocá-lo no horário nobre. Em suas tramas das oito, de forte impacto na audiência, deixou claros seus posicionamentos políticos, especialmente na defesa dos sem-terra, em "O Rei do Gado", de 1996. Em entrevista ao Roda Viva, à época, contou que havia sido cobrado por parlamentares pela morte do senador Caxias, da novela, em um conflito, sem que o culpado fosse apontado e punido. "Eu respondi: 'Cadê os responsáveis pelos massacres de Corumbiara [RO], de Eldorado dos Carajás [PA]? Se vocês me apresentarem os culpados, eu mostro quem matou [o senador]". Politicamente, foi muito próximo ao PT, mas depois se disse desiludido com as lutas internas do partido. Antes, na juventude e, havia se engajado com o comunismo, trabalhado com o politizado Teatro Arena e criado o famoso jingle  "O sol nasceu para todos e também para você", do emedebista Orestes Quércia. Diante dos muitos sucessos e poucos percalços no Ibope, a estafa se tornou uma espécie de coautora. Em "Pantanal" (1990), fumava muito, dormia pouco e foi internado com pneumonia. "Renascer" (1993) ele terminou de escrever no hospital, com úlcera. Em "O Rei do Gado" (1996), internou-se em um spa.  Também enfrentou problemas de saúde quando escrevia "Esperança" (2002). Mesmo assim, resistia a ter colaboradores. Em "Terra Nostra" (1999), por exemplo, lesionou o braço ao jogar bola com o neto Marcos, que ele chamava de Marquinhos, e não quis ajuda de outro profissional. Ditava os capítulos para um "assistente" que ele mesmo arrumou: o próprio Marquinhos. "Não gosto que mexam no meu texto. A carpintaria do capítulo e da história inteira é como um castelo de cartas: se tirar um, caem todas." Remakes de suas tramas acabariam ficando nas mãos de familiares, em geral sob sua supervisão. As filhas Edmara e Edilene, trabalharam, por exemplo, nas novas versões de "Cabocla" (2004), "Sinhá Moça" (2006), "Paraíso" (2009) e "Meu Pedacinho de Chão" (2014). O neto Bruno Luperi assinou os remakes de "Pantanal" (2022) e "Renascer" (2024) -os dois já haviam trabalhado juntos em "Velho Chico" (2016), última novela de que Ruy Barbosa foi autor, aos 85 anos. "Cada novela que escrevi foi um ano da vida que perdi e sacrifiquei minha família. Se fosse começar de novo, ficaria na publicidade ou no jornalismo"", disse, certa vez. Mas ele escolheu as novelas. Azar da publicidade e do jornalismo. Em uma entrevista à atriz Vida Alves, em 1999, ao tentar definir a si próprio, ele se lembrou de uma frase que o neto Marcos havia escrito em uma prova que perguntava "O que você quer deixar para os filhos quando morrer?". Em lágrimas, o autor repetiu: "Quando eu morrer, eu quero deixar para os meus filhos as minhas malas velhas, o meu jeito de andar e as plantas que eu plantei".FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Mãe é acusada de matar filho de 4 anos e cozinhar partes do corpo.

Mulher de 32 anos se apresentou à polícia na Austrália e teria confessado o crime. O caso provocou questionamentos sobre falhas na proteção infantil, já que autoridades haviam recebido denúncias anteriores envolvendo a família.

Uma mulher australiana foi acusada de matar o próprio filho, de 4 anos, e de cozinhar partes do braço da criança. O caso aconteceu no último sábado (4), em Wyong, na Austrália.Segundo as autoridades, a mulher, de 32 anos, se apresentou a uma delegacia e confessou o crime. Após o relato, policiais foram até o apartamento onde ela morava e encontraram a criança sem vida. Inicialmente, a polícia informou que o menino apresentava ferimentos graves em um dos braços e que investigava a possibilidade de canibalismo. A suspeita foi posteriormente reforçada pela própria mãe, que teria admitido ter cozinhado partes do corpo do filho. Exames foram realizados em amostras de saliva, sangue e unhas da mulher para verificar as declarações feitas por ela. Por questões legais, as identidades da mãe e da criança não foram divulgadas. O caso também levantou questionamentos sobre a atuação dos serviços de proteção infantil. Mãe e filho já tinham sido alvo de várias denúncias ao Departamento das Comunidades e Justiça de Nova Gales do Sul. De acordo com a imprensa britânica, vizinhos haviam relatado situações preocupantes envolvendo a mulher e a criança. Entre os registros, estavam histórico de violência e abuso de drogas. A própria mãe da suspeita já teria pedido uma ordem judicial contra ela. Kate Washington, ministra das Comunidades e da Família de Nova Gales do Sul, afirmou que o departamento responsável pela proteção infantil recebeu várias denúncias envolvendo a criança antes do crime. Segundo o The Guardian, a última queixa relacionada à família havia sido feita há 18 meses. “Hoje, muitas pessoas em Nova Gales do Sul se perguntam como isso aconteceu e se poderia ter sido feito mais para proteger essa criança. Queremos entender se havia algo que poderíamos ter feito de forma diferente para oferecer mais proteção”, afirmou a ministra.A mulher compareceu ao tribunal no domingo e não pediu liberdade mediante pagamento de fiança. Ela deve voltar ao tribunal local de Wyong no dia 1º de Setembro.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Jovem dá à luz dormindo e bebê fica protegido por cobertores.

 

Uma jovem deu à luz ao terceiro filho dormindo, o que a deixou "traumatizada". Segundo relatou, ninguém percebeu que o recém-nascido esteve debaixo dos cobertores durante vários minutos. 

Uma jovem canadense de 27 anos deu à luz ao terceiro filho dormindo, o que a deixou “traumatizada”, já que ninguém percebeu que o recém-nascido estava debaixo dos cobertores durante vários minutos.https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/2396142/jovem-da-a-luz-dormindo-e-bebe-fica-protegido-por-cobertores utm_medium=email&utm_source=gekko&utm_campaign=afternoon#:~:text=Carolina%20Moreno%20recordou,p%C3%A2nico%20se%20instalava.“Quando me virei de costas, as mãos dela ainda estavam na minha barriga, e foi então que ela me disse que a minha barriga parecia muito estranha. Naquele momento, não sei por que razão, pensei: ‘O meu bebê está morto’”, disse. Contudo, quando se ajustou, sentiu alguma coisa entre as pernas. “Juro que pensei que fosse a minha placenta ou que o meu útero tivesse saído... nunca pensei que fosse o meu bebê”, adiantou.De fato, quando a enfermeira levantou as mantas, o recém-nascido “estava de barriga para baixo, debaixo de todos os cobertores”. “Está de barriga para baixo. Não está chorando. E eu entro em pânico. Vê um bebê que não está chorando e que provavelmente já está ali há vários minutos debaixo dos cobertores, debaixo de você. […] Fiquei com muito medo. Pensei que ele não estivesse vivo”, admitiu. A enfermeira pegou rapidamente o bebê e, mesmo depois de ter começado a chorar, Carolina não conseguiu “assimilar que ele estava bem”. Disse, inclusive, que toda a experiência a deixou “muito traumatizada”. “Estava gritando. Gritei com o meu marido. Ele pensou que tinha perdido o parto. Simplesmente não percebeu que todos nós tínhamos perdido o parto”, acrescentou. Apesar de ter sido “um choque enorme encontrá-lo [debaixo dos cobertores]”, a jovem indicou que o filho “estava dormindo, e é um bebê muito tranquilo; ainda hoje basta deitá-lo e ele adormece, não é de chorar”. “Não fazíamos ideia de que ele já tinha saído, o que, na verdade, foi o que tornou tudo tão assustador no início, já que não conseguiam encontrar os batimentos cardíacos dele, porque já não estava dentro de mim. Pensamos que algo horrível tinha acontecido. […] Agora que conhecemos a personalidade dele, faz todo o sentido: ele é o bebê mais calmo que existe”, garantiu.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Itamaraty alerta para risco de EUA usar força militar no Brasil.

Em respostas enviadas ao Congresso, Mauro Vieira afirmou que a classificação de PCC e CV como organizações terroristas pelos EUA pode afetar a soberania nacional e abrir margem para ações unilaterais contra pessoas, empresas e instituições brasileiras.

Em pelo menos duas respostas a requerimentos de informações de deputados federais, o Itamaraty alertou para o risco de ações militares dos Estados Unidos no Brasil  após a classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. “Há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro", alerta o documento mais recente, enviado em 1º de julho e assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em resposta a requerimento de informação do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES). No texto enviado ao Congresso, o chanceler afirma que a classificação pode gerar impactos relevantes para a economia e para a soberania nacional. Segundo ele, autoridades estadunidenses poderiam aplicar medidas administrativas e judiciais de caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas, empresas e organizações brasileiras. Em maio, os EUA classificaram as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas. Na semana passada, o Departamento de Tesouro daquele país sancionou duas pessoas e três empresas brasileiras acusando-as de supostos vínculos com o PCC.   Ainda na resposta ao deputado Evair Vieira, o ministro reforçou que “a classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional", reitera o ministro. Política Mauro Vieira destacou em sua resposta que não houve comunicação formal dos Estados Unidos ao Brasil sobre a intenção de designar facções criminosas brasileiras como terroristas. Ele considera ainda que essa classificação não apresenta benefícios para a segurança dos países. “Militarizar agenda” Além da última resposta, o ministro já havia chamado atenção para o risco de uso de força militar pelos EUA em território brasileiro em um documento datado de 29 de maio deste ano, direcionado ao deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), que também apresentou um requerimento de informação ao Itamaraty sobre o tema. “No plano estratégico e econômico, tal reclassificação tenderia a militarizar a agenda regional de combate ao crime organizado, elevar custos de compliance das empresas e do sistema financeiro nacional e penalizar atividades lícitas”, afirmou.  “Confusão” O chanceler destacou que dada a amplitude dos termos aplicados na legislação de contraterrorismo dos EUA, podem haver sérias implicações para cidadãos brasileiros nas searas financeira, migratória e penal, para além do potencial uso da força militar. “Trata-se, portanto, de medida que tem impactos relevantes sobre a soberania do Brasil”. O ministro avalia que, além de não gerar benefícios concretos, a classificação das facções como terroristas pode prejudicar a cooperação entre forças policiais dos dois países, “ao introduzir confusão entre dois fenômenos claramente diferentes à luz da legislação brasileira: o crime organizado e o terrorismo”.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Bets usam 'texto-foguete' e promoções restritas para reter jogadores e captar clientes fiéis.

Os anúncios durante as transmissões, alvos de críticas pelas recomendações de  jogo, pelo tom de urgência e pelas letras miúdas, são apenas a parte mais aparente e sujeita a regras das bets, afirmam especialistas.

O objetivo dos sites de apostas na Copa do Mundo, mais do que lucrar no curto prazo, é captar clientes fiéis. Os anúncios durante as transmissões, alvos de críticas pelas recomendações de jogo, pelo tom de urgência e pelas letras miúdas, são apenas a parte mais aparente e sujeita a regras das bets, afirmam especialistas."São a ponta do iceberg", diz George Valença, professor de ciência da computação da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco), cuja pesquisa tem foco nos padrões manipulativos de  marketing, os chamados "dark patterns". Quem se cadastra em uma bet passa a receber newsletters via emails e SMSs batizados de 'textos-foguete', com programas de fidelidade para o apostador e outras promoções proibidas para o público que não esteja cadastrado, de acordo com a lei nº 14.790 de 2023. Dados da SimilarWeb mostram que a estratégia funcionou. As bets que anunciaram na CazéTV obtiveram um aumento de mais de 115% no número de downloads de seus aplicativos durante o torneio. Um email da Betnacional recebido pela reportagem, por exemplo, mostra condições promocionais preparadas com a CazéTV por tempo limitado. As campanhas de KTO e Bet365, por sua vez, oferecem clubes de fidelidade nos quais quem aposta mais é recompensado. Além disso, os jogadores que chegam nessas plataformas interessados nos prognósticos esportivos se deparam com as ofertas de cassino online, como transmissões ao vivo de roleta e jogos eletrônicos como o Fortune Tiger, o chamado jogo do tigrinho. Desporto Esse marketing direcionado não é alvo da investigação do governo pelos "alertas ilegíveis" nem da liminar do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) que suspendeu peças publicitárias exibidas na transmissão do mundial da Fifa, mas pesquisadores ouvidos pela reportagem veem na interação entre as bets e os jogadores padrões enganosos de marketing. Procuradas pela reportagem, as empresas Betnacional, KTO e Bet365 não quiseram comentar. O IBJR (Instituto Brasileiro de Jogo Responsável), associação que representa as três marcas, disse que as leis brasileiras já são estritas e declarou-se a favor da apuração pelas autoridades.Em nota, o canal do YouTube afirmou que as mudanças implementadas nos últimos dias na exibição de marcas de apostas respondem às preocupações do governo e do Conar. A empresa disse que o mercado de apostas esportivas no Brasil ainda está em processo de amadurecimento e que o debate contribui para a evolução do setor. Pesquisadores chamam esses recursos de padrões manipulativos de design: mecanismos de interface e comunicação criados para induzir decisões favoráveis à plataforma. Valença, da UFRPE, explica que táticas que envolvem bônus sob condições restritas, como apostas válidas apenas para os minutos iniciais de uma partida ou com tetos baixos de valor, baseiam-se em mecanismos de manipulação psicológica conhecidos como "urgência falsa", "escassez falsa" ou "pagar para pular". Um exemplo disso é a peça publicitária da Betnacional exibida no jogo entre Inglaterra e Gana em 23 de junho na qual foi oferecida "uma oportunidade exclusiva para este jogo". Esse padrão se repete à exaustão na comunicação com apostadores por canal fechado, embora o regulamento de apostas esportivas proíba esse tipo de incentivo. Desporto Além disso, enquanto depósitos são concluídos em poucos cliques, o saque costuma exigir etapas adicionais, como reconhecimento facial e envio de documentos.Um levantamento da entidade de direitos digitais Ctrl+Z concluiu que, das 149 odds promocionais exibidas na CazéTV durante a Copa, 91 resultaram em apostas perdedoras, 53 em vencedoras e cinco foram devolvidas. Porém, não é possível dizer que as casas de apostas ganharam dinheiro só nesses lances, considerando que as premiações são proporcionais aos riscos. De acordo com o diretor para Brasil do site de apostas sueco Betsson, André Gelfi, as promoções tendem a oferecer um preço mais atrativo para o consumidor, o que normalmente implica margens menores. "Em um ambiente de concorrência acirrada, a busca por diferenciação via preço pode, em tese, levar as margens a zero e até mesmo resultar em operações com prejuízo." É por isso que as bets limitam os valores que podem ser apostados nesses eventos promocionais, afirma o professor de estatística da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) Alexsandro Bezerra Cavalcanti, que estuda a matemática das bets. "Eles não são bobos. O objetivo é conseguir novos clientes, minimizando as perdas", diz Cavalcanti. Segundo a pesquisadora Esther Morel, doutoranda na UFF (Universidade Federal Fluminense), anúncios na transmissão  esportiva funcionam, na verdade, como a isca de uma estratégia de " marketing manipulativo"Uma vez capturado pelo cadastro, o usuário entra em um circuito fechado de comunicação personalizada (por WhatsApp, SMS e emails diários), mais opaco à supervisão estatal do que o monitoramento de mídias tradicionais abertas. Já nos sites ou aplicativos das bets, os usuários aceitam estar de acordo com as condições estipuladas pelas empresas. Morel diz que a interface desses sites está estruturada sob os conceitos de "tecnologia persuasiva", campo que estuda como computadores podem ser programados para alterar o comportamento humano. As plataformas automatizam os estímulos de marketing personalizado para disparar notificações visuais exatamente nos momentos de maior suscetibilidade do jogador. Publicidadee marketing O EFEITO DA COPA SOBRE AS BETS A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo contra o Marrocos provocou um salto nas audiências digitais das principais plataformas de apostas em operação no país. O site da bet365 liderou o volume de acessos na web, registrando seus picos diários no período com mais de 5,3 milhões de visitas. No mesmo intervalo de largada do torneio mundial, a Betnacional superou a marca de 1,8 milhão de visitas em um único dia, enquanto a KTO ultrapassou 530 mil acessos diários. O movimento nas plataformas móveis concentrou-se em datas decisivas para o avanço das seleções. Logo após o primeiro  jogo do Brasil, a bet365 registrou 73 mil novos downloads diários. O maior pico de instalações do mês ocorreu na véspera do confronto do Brasil contra o Japão na fase eliminatória: a bet365 atingiu 79 mil downloads em um único dia, acompanhada pela Betnacional, que obteve seu recorde mensal com 40 mil instalações na mesma data. O tempo que os usuários dedicam às plataformas de apostas varia de acordo com o canal escolhido. No segmento móvel, a permanência costuma ser mais prolongada: a KTO, por exemplo, retém seus usuários por uma média de 9 minutos e 56 segundos por sessão. EXEMPLOS DE PADRÕES ENGANOSOS ENCONTRADOS NAS BETS As plataformas operam ainda com outras armadilhas de interface comuns na economia digital: - Roach Motel: Ambientes digitais desenhados para que a entrada e o cadastro sejam fáceis, mas o cancelamento ou a exclusão da conta sejam intencionalmente labirínticos. - Confirmshaming: Textos de notificação redigidos para gerar culpa ou desconforto emocional no usuário que tenta recusar uma oferta ou fechar a sessão.- Leituras criativas da regulação: Manobras em exigências de jogo responsável. Quando obrigadas a fornecer ferramentas de limitação de tempo, as empresas frequentemente configuram os padrões do sistema sugerindo tetos de 8, 12 ou até 16 horas contínuas de jogo. O teto mínimo possível é de 1 hora. Da mesma forma, o teto de depósito mínimo indicado é de R$ 50 mil. Ao monitorar de perto os dados financeiros e os hábitos de navegação dos usuários sob a justificativa de segurança antifraude, as empresas convertem essas bases em insumos para novos algoritmos de atração. Cria-se um ciclo em que a permanência é estimulada pela euforia do ganho ou pela urgência psicológica de recuperar perdas. Para além do debate sobre o vício, analistas apontam que a arquitetura dessas plataformas mascara relações de exploração econômica sob uma estética de entretenimento e autonomia individual. Economia O resultado final consolidaria uma engrenagem que transfere de forma direta renda de brasileiros para operadoras de apostas sediadas, em grande parte, em paraísos fiscais e de propriedade estrangeira, segundo especialistas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


Clássico entre Portugal e Espanha agita oitavas da Copa nesta segunda.

Segunda-feira terá Portugal x Espanha, com Cristiano Ronaldo e Lamine Yamal frente a frente, além de Estados Unidos x Bélgica. Os vencedores dos dois confrontos se enfrentam nas quartas de final do Mundial.

Adefinição das quartas de final da Copa do Mundo de 2026 continua nesta segunda-feira (6) com dois confrontos que prometem fortes emoções. O grande destaque do dia é o clássico entre Portugal e Espanha, que coloca frente a frente Cristiano Ronaldo e Lamine Yamal. Mais tarde, Estados Unidos e Bélgica disputam a última vaga da chave.O duelo entre portugueses e espanhóis será disputado às 16h (horário de Brasília), em Dallas, e reúne duas seleções apontadas entre as favoritas ao título. Invictas no torneio, as equipes chegam ao mata-mata vivendo momentos diferentes. A Espanha atravessa uma sequência de 35 partidas sem derrota. A equipe liderou o Grupo H, eliminou a Áustria por 3 a 0 na fase anterior e ainda não sofreu gols nesta Copa. Além da consistência defensiva, conta com o bom momento do atacante Mikel Oyarzabal, artilheiro da equipe no torneio, e do jovem Lamine Yamal, uma das principais revelações do  futebol mundial. Portugal também segue invicto, mas teve uma campanha mais turbulenta. A seleção terminou em segundo lugar no Grupo K e precisou buscar uma virada sobre a Croácia para avançar às oitavas. Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo disputa sua sexta Copa do Mundo e lidera a equipe com três gols marcados. O confronto marca o terceiro encontro entre Portugal e Espanha em Mundiais. Em 2010, a Espanha venceu por 1 a 0 nas oitavas de final e seguiu até conquistar o título. O segundo duelo aconteceu em 2018, quando as equipes empataram por 3 a 3 em uma partida histórica, marcada pelo hat-trick de Cristiano Ronaldo. O encontro mais recente foi na final da Liga das Nações de 2025, vencida pelos portugueses nos pênaltis. Às 21h, em Seattle, Estados Unidos e Bélgica fecham a programação das oitavas de final. Os americanos chegam embalados após liderarem o Grupo D e eliminarem a Bósnia e Herzegovina na fase anterior, mesmo atuando boa parte do segundo tempo com um jogador a menos. A boa notícia para os anfitriões é a presença do atacante Folarin Balogun. Expulso na última partida, ele teve a suspensão anulada e estará à disposição. Artilheiro da equipe na Copa, com três gols, Balogun forma o setor ofensivo ao lado de Christian Pulisic, principal referência técnica da seleção. Futebol A Bélgica, por outro lado, tenta confirmar a recuperação no torneio. Depois de uma fase de grupos irregular, a equipe protagonizou uma reação impressionante diante do Senegal. Perdendo por 2 a 0 até os minutos finais do segundo tempo, buscou o empate e garantiu a classificação na prorrogação com um pênalti convertido por Youri Tielemans.Experiência é a principal arma dos belgas. Kevin De Bruyne segue como líder da equipe, que ainda conta com nomes como Courtois, Trossard, Doku e Tielemans. Romelu Lukaku, decisivo na última partida, ainda é dúvida entre os titulares. O vencedor de Estados Unidos x Bélgica enfrentará quem avançar do clássico entre Portugal e Espanha. Jogos desta segunda-feira (6): 16h – Portugal x Espanha Transmissão: TV Globo, sportv, Globoplay, ge.globo, ge TV, SBT, NSports e CazéTV. 21h – Estados Unidos x Bélgica Transmissão: CazéTV.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Receita abre consulta a lote automático do IR; veja quem recebe.

Pagamento será feito em 15 de Julho por Pix vinculado ao CPF e deve beneficiar cerca de 4 milhões de contribuintes que não eram obrigados a declarar, mas tiveram imposto retido em 2024.

A Receita Federal abre, a partir das 9h desta quarta-feira (8), a consulta ao lote especial de restituição automática do Imposto de Renda.A medida, chamada de “cashback” pela Receita, deve beneficiar cerca de 4 milhões de contribuintes. Ao todo, serão liberados aproximadamente R$ 500 milhões. O pagamento será feito em 15 de Julho, diretamente na conta vinculada à chave Pix do tipo CPF. Quem tem direito Podem receber a restituição automática contribuintes que: não eram obrigados a entregar a declaração do Imposto de Renda de 2025; não enviaram a declaração por conta própria; tiveram Imposto de Renda retido na fonte ao longo de 2024; têm valores a restituir de até R$ 1.000; estão com o CPF regular; possuem chave Pix vinculada ao CPF. Como funciona Neste projeto-piloto, a Receita usa informações já disponíveis em suas bases de dados para montar uma declaração simplificada automaticamente. Receitasempresariais Com isso, o órgão identifica se há valores pagos a mais e libera a restituição sem que o contribuinte precise entregar a declaração antes. Como consultar A consulta poderá ser feita a partir desta quarta-feira, no site da Receita Federal, pelo serviço “Meu Imposto de Renda”, ou pelo aplicativo da Receita Federal. O contribuinte poderá acessar a declaração gerada automaticamente, conferir os dados usados pela Receita, incluir informações, se necessário, e fazer ajustes ou retificações antes da conclusão do processamento. Como será o pagamento A restituição será paga exclusivamente por Pix, em conta vinculada à chave CPF do contribuinte. A Receita não fará depósito em contas que não estejam ligadas ao CPF nem emitirá ordem de pagamento. Quem for contemplado deve ter uma chave Pix CPF ativa para receber o dinheiro. Este lote não faz parte do calendário regular O lote especial de restituição automática tem cronograma próprio e será pago em parcela única no dia 15 de Julho. Ele não altera o calendário regular de restituições do Imposto de Renda. O próximo lote para quem entregou a declaração dentro do prazo está previsto para 31 de Julho. Atenção a golpes A Receita Federal orienta os contribuintes a usarem apenas os canais oficiais para consulta. O órgão não recomenda intermediários nem links recebidos por mensagens, redes sociais ou e-mail.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Ancelotti defende Brasil, explica pênalti e mira novo ciclo após queda.

Técnico evitou apontar culpados pela queda diante da Noruega, explicou a escolha de Bruno Guimarães para o pênalti, defendeu o desempenho da Seleção e garantiu que seguirá no comando do Brasil até o próximo ciclo.

Em 12 minutos de entrevista, Carlo Ancelotti tentou transformar a eliminação do Brasil em ponto de partida. Depois da derrota para a Noruega neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o técnico italiano evitou procurar culpados, defendeu suas escolhas e repetiu que a queda nas oitavas de final da Copa do Mundo não encerra seu trabalho na Seleção.Ancelotti não falou na saída do gramado, embora a Fifa exija entrevistas dos  treinadores após os jogos do Mundial. Pouco depois, apareceu na sala de imprensa e respondeu a 12 perguntas, quase todas feitas por jornalistas brasileiros. A principal mensagem do treinador foi a de que o Brasil não fez uma partida ruim. Para ele, a Seleção teve momentos de controle, criou chances para vencer e acabou punida por não transformar as oportunidades em gol. Sem citar nomes em tom de cobrança, o técnico lembrou os lances que poderiam ter mudado o roteiro da eliminação. Entre eles, o pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães no primeiro tempo e a chance clara perdida por Endrick no início da etapa final. “O jogo, em alguns momentos, foi bom. Tivemos oportunidades no primeiro tempo e também no segundo. As mudanças foram para dar frescor e tentar ganhar a partida”, afirmou. Ancelotti explicou que a estratégia contra a Noruega exigia cuidado. O treinador disse que pressionar muito alto poderia facilitar o jogo dos europeus, principalmente por causa da velocidade de Erling Haaland. “Parecia um jogo controlado. Seria muito complicado fazer uma pressão muito alta, porque isso seria bom para a velocidade do Haaland”, disse. As entradas de Endrick e Neymar também foram justificadas pelo italiano. Segundo ele, Endrick foi acionado para atacar os espaços e dar mais profundidade ao Brasil. Neymar, por sua vez, entrou para melhorar a criação no último terço do campo. Notíciasde desporto “Endrick entrou para dar mais profundidade e teve uma oportunidade. Depois da parada, contávamos com a qualidade de Neymar no último terço”, explicou.Um dos temas centrais da coletiva foi a escolha de Bruno Guimarães para cobrar o pênalti. Ancelotti afirmou que a decisão levou em conta estatísticas recentes, a hierarquia dos batedores e o momento dos jogadores em campo. De acordo com o treinador, Raphinha era o melhor cobrador entre os titulares analisados no último ano. Na lista geral, Neymar, Igor Thiago, Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Martinelli apareciam como opções. Bruno foi escolhido porque, segundo Ancelotti, era o nome mais indicado naquele momento da partida. “Escolhemos Bruno porque entendemos que era o melhor em campo”, declarou. Apesar da eliminação precoce, Ancelotti disse acreditar que o Brasil tinha elenco para ir mais longe na Copa. “O Brasil, com esse plantel, poderia competir até o final da Copa”, afirmou. O técnico reconheceu a frustração, mas fez questão de valorizar o grupo. Disse que a Seleção fez um Mundial “bom, não espetacular” e que, contra a Noruega, poderia ter merecido a vitória. “A experiência foi bonita. Tivemos um bom grupo. Agradeço aos jogadores, que trabalharam bem e criaram um bom ambiente. Nem tudo sai perfeito”, disse. Com contrato renovado até 2030 antes do início da Copa, Ancelotti afastou qualquer sinal de despedida. Para ele, a derrota abre uma nova etapa no comando da Seleção Brasileira. Futebol “Quando acontece algo assim, uma derrota é o começo de uma nova aventura. Vamos seguir trabalhando, melhorando e encontrando novas ideias. Não é o fim, é o começo de um novo ciclo. Vou seguir trabalhando por essa Seleção”, afirmou. O treinador disse que o primeiro passo será administrar a tristeza da eliminação. Depois disso, a comissão começará a pensar no futuro de uma equipe que, segundo ele, mistura jovens, veteranos e nomes que ainda podem ganhar espaço. “Agora temos que manejar a tristeza. Depois começamos a pensar no futuro dessa Seleção, que tem um grupo sólido, com jovens, alguns veteranos e novos jogadores que podem entrar”, completou.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Cinco desvantagens que você deve saber antes de comprar um iPhone usado.

Modelos de segunda mão podem ser uma alternativa para economizar, mas exigem atenção.  Bateria desgastada, ausência de garantia e limitações de  hardware estão entre os principais pontos a considerar antes da compra.

Os celulares modernos ganharam câmeras melhores, telas mais avançadas e recursos cada vez mais sofisticados. O problema é que, junto com a evolução, os preços também subiram, especialmente nos modelos topo de linha. Por isso, comprar um aparelho usado passou a ser uma alternativa para muita gente.No caso do iPhone, essa opção pode parecer ainda mais atraente, já que a Apple não costuma atuar com força no segmento de modelos mais baratos. Ainda assim, antes de fechar negócio, é importante conhecer os riscos e limitações de comprar um celular usado da marca. Segundo o site BGR, há alguns pontos que merecem atenção antes da compra. Eles não significam que adquirir um iPhone usado seja necessariamente uma má escolha, mas ajudam o consumidor a avaliar se o negócio realmente vale a pena. Cinco desvantagens de comprar um iPhone usado 1. Recursos novos podem não funcionar Dependendo do modelo, o aparelho pode não receber algumas funções das atualizações mais recentes do iOS. É o caso de recursos como a Apple Intelligence, disponível apenas em modelos mais novos. 2. Hardware mais antigo Um iPhone usado pode ter processador, tela, câmera e outros componentes menos eficientes em comparação com os modelos atuais. Isso pode afetar desempenho, consumo de bateria e qualidade de uso. 3. Ausência de garantia da Apple Smartphones Ao comprar um aparelho usado, é comum não ter acesso à garantia oficial da Apple. Isso significa que eventuais reparos podem sair do bolso do comprador. 4. Risco em lojas e plataformas Nem todos os vendedores, lojas de recondicionados ou marketplaces são confiáveis. Há risco de comprar um aparelho com defeitos ocultos, peças trocadas ou procedência duvidosa. 5. Bateria desgastada A bateria de um iPhone usado dificilmente terá a capacidade original. Em muitos casos, será necessário substituir o componente, o que representa um custo extra depois da compra.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria regime simplificado para iniciativas esportivas de pequeno porte.

A proposta será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça da Câmara. A Comissão do Esporte da Câ...