CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

domingo, 16 de agosto de 2026

Malha fina do IR 2026: hoje é o último dia para regularizar pendências.

Receita Federal encerra nesta segunda-feira (10) o processamento do último lote regular de restituição do Imposto de Renda 2026. Quem ainda está com a declaração retida deve consultar a situação e corrigir eventuais erros para tentar receber ainda neste lote.

Quem ainda está na malha fina do Imposto de Renda 2026 deve agir nesta segunda-feira (10). A Receita Federal encerra o processamento do quarto e último lote regular de restituição, tornando este o prazo final para regularizar pendências com chance de inclusão no pagamento previsto para 31 de Agosto.O primeiro passo é consultar a situação da declaração no portal e-CAC ou na área Meu Imposto de Renda, disponível no site e no aplicativo da Receita Federal. No Extrato de Processamento da DIRPF, o contribuinte consegue verificar se a declaração foi processada normalmente ou se existe alguma inconsistência que impede a liberação da restituição. Como saber se a declaração caiu na malha fina O sistema da Receita informa quando a declaração foi retida e aponta a natureza da pendência. Com essas informações, o contribuinte pode identificar se houve erro no preenchimento ou se será necessário apenas apresentar documentos quando solicitado. Quanto antes a situação for consultada, maiores são as chances de corrigir o problema e evitar que a restituição fique para os lotes residuais. Motivos mais comuns para cair na malha fina As retenções normalmente ocorrem por divergências entre as informações declaradas e os dados enviados à Receita Federal por empresas, bancos, planos de saúde e instituições de previdência. Os problemas mais frequentes são: rendimentos informados com valores diferentes dos declarados pelas fontes pagadoras; omissão de rendimentos; despesas médicas sem comprovação; dependentes declarados por mais de um contribuinte; inconsistências em dados de previdência privada, instituições financeiras ou planos de saúde. O que fazer para regularizar a declaração Se houver erro ou omissão de informações, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora. Na correção, é necessário manter o mesmo modelo de tributação escolhido originalmente, informar o número do recibo da declaração anterior e alterar apenas os dados que apresentaram inconsistências.Se a retificação resultar em imposto adicional a pagar, o valor deverá ser quitado com os encargos previstos na legislação. Problemas com a chave Pix também podem impedir a restituição Nem todas as restituições pendentes estão relacionadas à malha fina. A Receita Federal informou que milhares de pagamentos deixaram de ser realizados porque o contribuinte informou o CPF como chave Pix, mas não possui uma conta bancária vinculada a essa chave. Nesses casos, basta cadastrar a chave Pix CPF em uma instituição financeira, alterar a conta indicada para o recebimento no serviço Meu Imposto de Renda ou enviar uma declaração retificadora com outra conta bancária de sua titularidade. Quem perder o prazo ainda pode receber? Sim. O contribuinte não perde o direito à restituição. No entanto, se a situação não for regularizada a tempo do fechamento do quarto lote, o pagamento ficará para um dos lotes residuais liberados posteriormente pela Receita Federal. Por isso, a recomendação é consultar a declaração ainda nesta segunda-feira, identificar eventuais pendências e fazer as correções necessárias o quanto antes.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOICIAS.

Anvisa manda apreender seis tipos de sal vendidos; veja a lista.

Agência proibiu a fabricação, importação, venda, distribuição, propaganda e uso de seis produtos comercializados pela internet sem regularização sanitária. Os itens também faziam promessas de benefícios à saúde sem comprovação científica.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso de seis tipos de sal vendidos sem registro sanitário no Brasil. Segundo o órgão, os produtos eram fabricados de forma clandestina e comercializados principalmente pela internet, sem qualquer regularização.A medida atinge os seguintes produtos: Quanqton Ocean Salts;Sal Integral Quanqton; Sal Perfeito; New Quantic; Endurance; Sal Marinho Integral. Por que a Anvisa proibiu esses produtos? De acordo com a Anvisa, os sais eram produzidos por empresa sem identificação e sem autorização para funcionamento, o que impede qualquer garantia sobre a procedência, as condições de fabricação e o controle de qualidade dos produtos. A fiscalização também encontrou publicidade com alegações terapêuticas consideradas irregulares. Entre as promessas estavam melhora da hidratação celular, prevenção de câimbras, redução da fadiga muscular, reposição de minerais para atletas e recuperação mais rápida após atividades físicas intensas. Segundo a agência, alimentos não podem ser divulgados com propriedades medicinais ou promessas de prevenção e tratamento de doenças sem comprovação científica e autorização dos órgãos competentes. O que muda para consumidores A determinação vale para todo o território nacional e obriga a retirada dos produtos do mercado. A proibição também alcança anúncios e qualquer forma de divulgação dos itens. Plataformas de comércio eletrônico foram notificadas para remover as ofertas. A orientação da Anvisa é que consumidores interrompam o uso desses produtos e evitem adquirir sais vendidos sem registro sanitário ou acompanhados de promessas de benefícios à saúde não autorizadas.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova admissibilidade de PEC que prevê recursos mínimos para o esporte.

Texto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 175/07, que estabelece que União, estados, Distrito Federal e municípios deverão destinar, anualmente, pelo menos 1% da receita de impostos à promoção do desporto educacional e de alto rendimento. A proposta, de autoria do ex-deputado Décio Lima (SC), recebeu parecer favorável do relator, deputado Helder Salomão (PT-ES). REPASSES Além de definir percentuais mínimos, a proposta propõe um sistema de repasse de recursos entre os entes federativos para viabilizar políticas públicas integradas. Assim, do mínimo previsto para a União, 25% serão destinados aos estados e ao Distrito Federal, e 25% aos municípios. Os critérios de rateio dos recursos serão definidos em lei complementar. OUTRAS PROPOSTAS Helder Salomão também considerou constitucionais outras quatro PECs que estão apensadas: PEC 191/07, que também assegura recursos mínimos de 1% por ano para a promoção do desporto; PEC 351/13, que permite a destinação de recursos públicos a entidades desportivas privadas; PEC 417/09, que assegura recursos mínimos para o financiamento de ações e serviços públicos do desporto; e PEC 130/15, que determina a aplicação de um percentual mínimo de 2% da receita resultante de impostos no desenvolvimento do esporte e lazer. PRÓXIMAS ETAPAS A análise da admissibilidade pela CCJ é apenas o primeiro passo da tramitação da proposta. Agora, os textos serão analisados por uma comissão especial e pelo Plenário, em dois turnos de votação. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara divulga ganhadoras do Diploma Mulher-Cidadã Carlota Pereira de Queirós 2026

A entrega do prêmio está marcada para o dia 1º de Dezembro.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher divulgou, nesta quinta-feira (13), as vencedoras do Diploma Mulher-Cidadã Carlota Pereira de Queirós de 2026. O prêmio homenageia mulheres que contribuíram para o exercício da cidadania, a defesa dos direitos femininos e as questões de gênero no Brasil. A entrega dos diplomas está marcada para o dia 1º de dezembro, em sessão solene da Câmara dos Deputados. VEJA QUEM SERÁ PREMIADAHeloísa Teixeira, anteriormente Buarque de Hollanda (in memoriam) —  escritora e professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com carreira dedicada à literatura e à cultura. Foi diretora de importantes instituições, como o Museu da Imagem e do Som. Maria da Conceição Evaristo de Brito — escritora e pesquisadora. Autora do livro "Olhos D'água", vencedor do Prêmio Jabuti. Atua para dar visibilidade às vivências da mulher negra e combater o racismo. Patrícia Gomes Rufino Andrade — doutora em Educação e secretária de Ações Afirmativas e Diversidade da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Dedica-se à promoção da igualdade racial, à valorização da população negra e à luta por justiça social. Samantha Maria Borchear — advogada com atuação na defesa da saúde pública e dos direitos sociais, com longa experiência como ouvidora municipal de Saúde de Juiz de Fora. Villis Marra Gomes — procuradora de Justiça e coordenadora das Procuradorias Cíveis do Ministério Público de Goiás. Atua na defesa dos direitos das mulheres, da igualdade de gênero e na proteção de grupos vulneráveis. QUEM FOI CARLOTA Carlota Pereira de Queirós foi médica, escritora, pedagoga e política. Ela foi a primeira mulher brasileira a votar e ser eleita deputada federal na história do Brasil. Eleita pelo estado de São Paulo em 1934, Carlota Queirós participou dos trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, entre 1934 e 1935. O foco de seu mandato foi a defesa da mulher e das crianças. Ocupou seu cargo até o golpe de 1937, quando Getúlio Vargas fechou o Congresso. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Medida provisória amplia recursos para programas federais de crédito.

Guerra no Oriente Médio aumentou custos do crédito privado e ampliou a demanda por crédito estatal.

A Medida Provisória (MP) 1385/26 abre crédito extraordinário no Orçamento de 2026 no valor de R$ 3,5 bilhões para programas de crédito, inclusive habitacional, em condições melhores do que as oferecidas pelo mercado. O governo afirma que o setor privado tem restringido operações em razão do aumento dos riscos associados aos conflitos no Oriente Médio. A maior parte dos recursos liberados pela MP será usada para aportes: no Fundo Garantidor para investimentos no Programa Emergencial de Acesso a Crédito; e no Fundo Garantidor de Operações para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. HABITAÇÃO Outra parcela, de R$ 750 mil, será usada pelo Ministério das Cidades para aumentar o Fundo Garantidor da Habitação Popular. A ideia é elevar as operações do programa Reforma Casa Brasil, lançado pelo governo em Novembro de 2025. Segundo o governo, o cenário de aversão ao risco fez aumentar a migração da demanda por crédito habitacional da rede privada para o programa estatal. O programa promove reformas, ampliações e melhorias em moradias. “Esse choque de demanda não linear superou todas as projeções, acelerando o ritmo de contratações do programa”, afirma a mensagem do governo que acompanha a medida provisória. As contratações do programa de reformas subiram da média mensal de R$ 173 milhões no primeiro quadrimestre de 2026 para R$ 780 milhões em junho. O volume foi mantido em Julho. META FISCAL Os créditos extraordinários não afetam a meta fiscal do ano, que é um superávit de R$ 34,3 bilhões, mas impactam a dívida pública. A medida será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova exigência de consultas públicas para escolha de homenageados em rodovias federais.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que exige a realização de consultas e audiências públicas para a escolha de nomes de estações, pontes, viadutos e trechos de rodovias federais. O objetivo é garantir a participação da população local na definição das homenagens. Por recomendação da relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), foi aprovado o Projeto de Lei 3471/23, do deputado Diego Garcia (União-PR). O texto tramita em conjunto com Projeto de Lei 3201/19, do Senado, que trata de assunto similar e foi rejeitado, assim como uma versão da Comissão de Viação e Transportes. A proposta aprovada altera a Lei 6.682/79, que trata do Plano Nacional de Viação e da denominação de estruturas viárias. Pelo texto, a pertinência da homenagem deverá ser atestada por consultas documentadas com organizações locais ou por manifestação expressa da Câmara de Vereadores ou da Assembleia Legislativa. ORIENTAÇÃO Segundo o parecer de Lídice da Mata, a Súmula 1/26 da Comissão de Cultura já recomenda que projetos dessa natureza sejam instruídos com prova clara de concordância da Assembleia Legislativa ou da Câmara Municipal correspondente. “A exigência de consultas e audiências públicas ou de manifestação expressa do Poder Legislativo local ou regional reforça a participação social e assegura maior legitimidade às denominações aprovadas pelo Congresso”, afirmou a relatora. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade em abrigos para idosos vulneráveis e sem amparo familiar.

Projeto continua sendo analisado na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reconhece de forma expressa o direito de acesso às instituições de longa permanência e prioriza, nesse acesso, as pessoas idosas em situação de vulnerabilidade que não tenham familiares com condições de garantir os cuidados necessários. Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), pela aprovação do Projeto de Lei 1367/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), na forma de um texto substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família. A nova redação mantém o objetivo da proposta, mas promove ajustes para evitar a repetição de normas já existentes no Estatuto da Pessoa Idosa. O substitutivo também inclui de forma explícita o termo “instituição de longa permanência” no artigo que trata do direito à moradia digna. Além disso, a nova versão detalha que a prioridade de atendimento nas instituições públicas ou conveniadas será dada à pessoa idosa sem responsáveis capazes de cuidar dela, considerando, nessa avaliação, cônjuge, companheiro, pais, filhos e irmãos. Weliton Prado disse que a proposta fortalece o marco protetivo da pessoa idosa. “Os custos de vida nessa faixa etária crescem de forma significativa, a depender da necessidade de suporte e da condição de saúde, intensificando a sobrecarga dos familiares responsáveis pelo cuidado”, considerou. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias

sábado, 15 de agosto de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta de adoção de hip hop nas escolas públicas.

Texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4401/25, da deputada Camila Jara (PT-MS), que institui a Política Hip Hop nas Escolas, na rede pública federal de educação básica. O objetivo é reconhecer, valorizar e integrar as expressões da cultura hip hop no ambiente escolar. Respeitada a autonomia das escolas, a política abrangerá: a poesia falada (slam e MC); a música e discotecagem (DJ); a dança urbana (breakdance); as artes visuais urbanas (grafite); e o conhecimento de valores como respeito, resistência, paz, união e consciência crítica. EXPRESSÃO CULTURAL A relatora, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), recomendou a aprovação do projeto. Ela afirmou que a proposta reconhece, nas escolas, uma expressão cultural multifacetada. “A adoção do hip hop na rede pública de educação básica fortalece a problematização da realidade social, o pensamento crítico e a valorização da cultura das periferias brasileiras”, avaliou Talíria. “Onde o Estado muitas vezes se faz ausente ou chega apenas por meio de seu braço armado, o hip hop chega com o microfone, as tintas, as batidas e com o acolhimento.” Talíria Petrone disse ainda que o hip hop trata de identificação, criando espaços onde a juventude negra se enxerga. “Quando um jovem escuta artistas e pensadores que forjaram suas trajetórias no hip hop, como Emicida, Djonga, Duquesa, Ebony e BK, ele vê possibilidade de futuro. Essa representatividade combate a evasão escolar”. AÇÕES A relatora argumentou ainda que a proposta está em consonância com as diretrizes do governo federal, que lançou, neste ano, o Programa Escola Nacional de Hip Hop. Ela acredita, no entanto, que a institucionalização da política em lei garante segurança jurídica e perenidade às ações pedagógicas. Segundo o projeto, essas ações poderão ser desenvolvidas de forma: interdisciplinar, como conteúdo transversal de apoio ao currículo; extracurricular, por meio de oficinas, mostras artísticas, ciclos formativos ou semanas temáticas; e em parceria com coletivos culturais locais, pontos de cultura, artistas educadores e organizações da sociedade civil. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que institui a Política Nacional da Longevidade.

O texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional da Longevidade. O texto cria a Comissão Nacional da Longevidade, responsável por ações para pessoas idosas. A proposta aprovada é a versão do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), para o Projeto de Lei 107/26, do deputado Gilberto Nascimento (Pode-SP). O relator fez ajustes para retirar o detalhamento de órgãos do Poder Executivo. “O substitutivo procura manter a estrutura da proposta original, mas preserva a margem de discricionariedade na implementação, respeitando, assim, a separação de Poderes”, afirmou Weliton Prado no parecer. OUTROS PONTOS A política terá como diretrizes a atenção integral à pessoa idosa, a promoção do envelhecimento ativo e o combate a formas de violência ou negligência. Também prevê o fortalecimento do cuidado de longa duração e o apoio aos cuidadores. Além disso, o texto prevê a criação do Sistema Nacional de Informações da Longevidade. A plataforma deve coletar, organizar e disponibilizar dados sobre a implementação da política, integrando áreas como saúde, previdência e assistência social. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras.

A partir dessa data, candidatos podem pedir votos, realizar comícios e fazer lives.

A propaganda eleitoral para as eleições deste ano começa oficialmente neste domingo (16). A partir dessa data, candidatas e candidatos já podem pedir votos de forma direta, realizar comícios e fazer transmissões ao vivo (lives) na internet para promoção pessoal. Conheça as regras das eleições 2026 e vote consciente Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão só terá início no dia 28 de Agosto, a partir de quando as emissoras deverão reservar 70 minutos diários na programação para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo do dia. Para tornar a disputa equilibrada e evitar abusos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu normas rígidas sobre o que é permitido e o que é proibido até o primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro (Resolução 23.610/19). Essas regras passaram a valer nas eleições municipais de 2024 e abordam o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas, proíbem a manipulação de áudios e vídeos para confundir eleitores (deepfakes) e responsabilizam partidos, candidatos e plataformas pela não remoção imediata de conteúdos falsos, de ódio, racistas, homofóbicos, nazistas, fascistas ou antidemocráticos. Veja o que pode e o que não pode ser feito até a véspera do primeiro turno: Permitido: entregar folhetos e outros impressos (santinhos) em espaços públicos abertos, como vias públicas, praças, feiras livres e parques, e usar adesivos em veículos ou janelas residenciais. Mensagens eletrônicas e instantâneas são permitidas, desde que informem claramente quem é o remetente e ofereçam opção para descadastramento em até 48 horas. Proibido: fazer propaganda em bens públicos ou de uso comum, como postes, árvores, muros, cercas, cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, mesmo que sejam de propriedade privada. É proibido ainda o uso de outdoors (painéis eletrônicos ou não) e de telemarketing em qualquer horário. REDES SOCIAIS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes sociais: candidatos e partidos devem informar ao TSE os endereços de seus sites e perfis oficiais. O eleitor pode se manifestar livremente, mas o anonimato é proibido. Inteligência artificial: o uso de conteúdo gerado por IA é permitido, mas deve vir com um aviso explícito e destacado de que a imagem ou som foi manipulado tecnologicamente. É proibida a publicação de novos conteúdos com IA nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas seguintes. Mensagens automatizadas: é proibido usar IA para recomendar ou priorizar candidaturas e emitir opiniões ou recomendar votos por meio de respostas automatizadas. Mensagens privadas: a propaganda enviada por pessoas físicas de forma privada ou em grupos restritos não se submete às regras gerais, desde que não haja impulsionamento pago.IMPULSIONAMENTO DE CONTEÚDO A contratação deve ser feita diretamente pelo candidato ou partido com a plataforma (como redes sociais ou buscadores). O post deve exibir claramente o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão "Propaganda Eleitoral". É proibido impulsionar posts para fazer propaganda negativa ou atacar outros candidatos. PROIBIÇÃO DE “DEEPFAKES” É proibido usar inteligência artificial para criar ou alterar vozes e imagens de pessoas (vivas ou mortas), as chamadas deepfakes, com o objetivo de enganar o eleitor ou prejudicar candidaturas. Quando usada para prejudicar ou para favorecer candidatura, a deepfake configura crime eleitoral e pode levar a cassação do registro ou do mandato. O TSE deverá decidir em breve, quais situações caracterizam esse tipo de uso. COMÍCIOS E ATOS DE RUA Comícios: podem ocorrer entre 8h e meia-noite. O comício de encerramento da campanha pode ser estendido por mais duas horas. Showmícios: são proibidos eventos com apresentações de artistas para animar reuniões eleitorais, mesmo que o artista não cobre cachê. Som: o uso de alto-falantes é permitido até o dia 3 de Outubro, das 8h às 22h, desde que respeitada a distância mínima de 200 metros de hospitais, escolas e tribunais. DEBATES As emissoras de rádio e TV devem convidar para os debates os candidatos de partidos que tenham, no mínimo, cinco parlamentares no Congresso Nacional. A presença dos demais candidatos é facultativa, dependendo de convite da emissora. PRAZOS ATÉ O 1º TURNO 15 de Agosto (sábado): prazo final para o registro oficial de candidaturas. 16 de Agosto (domingo): início oficial da propaganda eleitoral geral e na internet. 28 de Agosto (sexta-feira): início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. 1º de Outubro (quinta-feira): último dia para debates, comícios e propaganda gratuita. 3 de Outubro (sábado): último dia para caminhadas, carreatas e uso de alto-falantes (até as 22h). 4 de Outubro (domingo): dia da eleição (1º turno). Para denunciar irregularidades, o eleitor pode usar o aplicativo Pardal Móvel ou o sistema Siade do TSE para casos de desinformação. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades.

 

Participantes defenderam políticas institucionais contra o assédio e a aprovação de projeto que criminaliza a misoginia.

Participantes de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre misoginia denunciaram o aumento da violência contra mulheres em universidades e escolas públicas. O debate foi promovido na quarta-feira (12) pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial. A presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Roberta Pontes, citou três casos recentes de violência contra meninas em escolas. “Há cerca de um ano, uma menina chamada Alícia Valentina, de apenas 11 anos, foi assassinada dentro da sala de aula por dizer não. Recentemente, três meninas foram esfaqueadas dentro da sala de aula também por dizer não. Uma semana antes, duas meninas foram estupradas de forma coletiva dentro da sala de aula”, relatou. A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bianca Borges, citou um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2015. Segundo o estudo, 67% das estudantes brasileiras já tinham sofrido violência por parte de homens.De acordo com a representante estudantil, esse era o dado mais recente que havia encontrado sobre o assunto. O mesmo estudo, segundo Bianca Borges, apontava que 36% das vítimas deixaram de participar de atividades acadêmicas por medo de violência. Para Bianca, o dado demonstra a dificuldade das instituições de ensino para acolher vítimas e responsabilizar agressores. “O homem que praticou a violência não está deixando a sala de aula. Ele continua sendo aceito pela instituição e dentro do seu círculo social. Então, é [o uso da] violência como um método para a nossa exclusão de espaços que historicamente nos foram negados, do nosso pleno potencial de realização, que se dá, em grande parte, a partir da educação.”AUDITORIA De acordo com a diretora da Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União, Wanessa Carvalho, uma auditoria do órgão mostrou que apenas 29 das 69 universidades públicas brasileiras têm política institucional de combate ao assédio sexual. Segundo a auditora, mesmo entre essas universidades há lacunas. O problema mais recorrente seria limitar as ações ao corpo técnico, como professores e alunos, sem alcançar toda a comunidade universitária.AÇÕES Entre as soluções possíveis, as participantes da audiência defenderam ações integradas entre universidades e outros órgãos, como Ministério Público e Defensoria Pública. A criação de órgãos internos nas instituições, como ouvidorias e corregedorias comandadas por mulheres, também foi apontada como uma medida. A coordenadora do Programa de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Rosely Silva Pires, defendeu a medida. “Quando um professor será penalizado? Quando um estudante será penalizado? Quando a estrutura que faz a avaliação e a dosimetria dessa violência tiver uma equipe de mulheres comprometidas. Enquanto as ouvidorias e as corregedorias forem coordenadas e dirigidas por homens, por professores, nós vamos continuar levando estudantes para fazer a denúncia no Fala BR, e as denúncias serão jogadas para debaixo do pano.”PROJETO DA MISOGINIA As participantes também afirmaram, de forma unânime, que a misoginia alimenta a violência contra as mulheres. A deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidiu a audiência na Comissão de Direitos Humanos, também defendeu essa avaliação. Para a parlamentar, outra medida importante é aprovar o Projeto de Lei 896/23, que torna a misoginia crime. “Misoginia é o alimento para todas as formas de violência de gênero. Portanto, aprovar o projeto de criminalização da misoginia representa estarmos enfrentando os feminicídios simbólicos e literais. Discurso não tem inocência, discurso vira bala, discurso vira hematoma, discurso vira feridas no corpo e na alma das mulheres neste país.” O projeto que torna crime disseminar discursos de ódio contra mulheres, inclusive pela internet, já foi aprovado pelo Senado e está pronto para ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova circulação de animais em condomínios.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1711/25 que altera o Código Civil para garantir a livre circulação de animais domésticos nas áreas comuns de condomínios, desde que estejam sob responsabilidade de um cuidador. O texto impede que normas condominiais proíbam a presença desses animais, inclusive em elevadores de serviço e escadas. O colegiado acolheu o parecer favorável do relator, deputado Chico Alencar (Psol-RJ), ao projeto do deputado Célio Studart (PSD-CE). O relator afirmou que a medida busca evitar proibições consideradas arbitrárias e reduzir conflitos entre moradores. Conforme ele, a proposta “não fragiliza direitos de terceiros”, pois mantém a possibilidade de gestão das áreas comuns para garantir segurança, higiene e sossego.Atualmente, o Código Civil garante ao condômino o uso das áreas comuns, mas não estabelece regra específica sobre a circulação de animais. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado sugere que Câmara avalie propostas sobre educação a distância que estão em tramitação Fonte: Agência Câmara de Notícias

Diretrizes curriculares publicadas pelo CNE e um decreto editado pelo governo dão orientações diferentes sobre a necessidade de aulas presenciais nos cursos de EAD.

Após coordenar uma audiência pública sobre cursos de licenciatura a distância na Comissão de Educação, o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) disse que pretende sugerir ao presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) uma análise, pela Câmara, das propostas sobre Educação a Distância que estão tramitando na Casa. Em Maio deste ano, o governo editou o decreto 12.456/26, que eliminou os cursos superiores totalmente a distância. No mínimo, serão necessárias 10% de aulas presenciais e 10% de atividades em tempo real. Alguns cursos, como medicina, só poderão ser presenciais. No caso das licenciaturas, só serão permitidos cursos presenciais ou semipresenciais. Nos semipresenciais, será necessário um mínimo de 30% de presencialidade e 20% de aulas em tempo real. A transição vai até maio do ano que vem. Mas, em junho, o Conselho Nacional de Educação, ao atualizar as diretrizes curriculares nacionais, fixou o mínimo de aulas presenciais nas licenciaturas em 50%. A mudança ainda depende de homologação do Ministério da Educação. E foi justamente a indefinição sobre o tema que motivou o debate na Câmara. Para a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), o CNE não pode ultrapassar os limites do decreto. “Embora o decreto coloque que o Conselho tem as condições de fazer as regulações, não se pode, como se diz no ditado popular, ser mais realista que o rei. O decreto já traz os limites, já traz as regras, então qualquer regulamentação tem que ser feita dentro daquilo que o decreto falou. É isso que nós estamos pedindo, é por isso que nós queremos sensibilizar o Conselho Nacional de Educação, sob pena de a gente comprometer a educação a distância de milhões de estudantes”, afirmou. A conselheira do CNE Maria Paula Bucci justificou a medida pela baixa qualidade dos cursos de licenciatura a distância. Em maio, o Ministério da Educação divulgou que 51,8% destes cursos tem notas 1 ou 2 no Enade. A nota máxima é 5. Os representantes do ensino superior privado, que concentra as ofertas de ensino a distância, criticaram a instabilidade das regras. Juliano Griebeler, presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares, disse que 80% dos estudantes de ensino superior estão no setor privado e que a qualidade não pode ser medida pelo formato de ensino.A posição também foi defendida por Dinamara Machado, da Associação dos Mantenedores Independentes Educadores do Ensino Superior. “Só a EAD produz cursos ruins? E se nós colocarmos, de fato, a análise dos dados, o que nós vamos ver? Nós também temos cursos no formato presencial com notas 1 e 2. Então, se precisamos harmonizar, estamos falando da educação do povo brasileiro, precisamos pensar em todos os formatos”, argumentou. Para Wilane Nascimento, da União Nacional dos Estudantes, o ensino a distância significa uma democratização do acesso ao ensino superior, mas a qualidade deve ser fiscalizada. Ela defendeu mais aulas presenciais nas licenciaturas. “Nós sabemos muito bem que a formação docente tem que conter esse caráter pedagógico que a gente só consegue acessar a partir da interação do docente com a sala de aula, com a comunidade, com a escola, com o nosso bairro”, disse. Na audiência, também foram explicitadas posições contrárias a qualquer mínimo de aulas presenciais para a educação a distância. Fonte: Agência Câmara de Notícias


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Rádios e TVs comunitárias cobram novas outorgas e mais recursos em audiência na Câmara.

Representantes do setor também pediram novas políticas de fomento e defenderam a comunicação comunitária.

Rádios e TVs comunitárias apresentaram reivindicações ao governo e ao Congresso Nacional durante audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (13). A lista inclui novas outorgas, recursos financeiros e aprovação de projeto de lei para aumento do limite de potência de transmissão para que as emissoras cumpram a missão de serem espaço para promoção dos direitos humanos, inclusão social e participação democrática. Nos 30 anos da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço Brasil), o presidente da entidade, Geremias dos Santos, destacou a importância da comunicação comunitária, sobretudo diante das emissoras comerciais. “Rádio comunitária e TV comunitária significam, na prática, a democratização da comunicação. Se o Brasil foi formado por vários coronéis na parte da economia, talvez o pior coronel que temos no nosso país sejam os coronéis eletrônicos, os coronéis das rádios e TVs que mandam e desmandam nesse país e, todo dia, pautam o governo para o interesse empresarial de poucos. Rádio comunitária é a vontade popular”, afirmou Geremias dos Santos. A Abraço cobra uma política de fomento por parte do governo federal e tem críticas à execução da Lei 9.612/98, que regulamentou o Serviço de Radiodifusão Comunitária.Ao Congresso, Geremias dos Santos pediu a aprovação do Projeto de Lei 10637/18, que aumenta o limite de potência de transmissão e a quantidade de canais para comunicação comunitária. O texto já foi aprovado no Senado, mas sofre resistências na Comissão de Comunicação da Câmara desde 2018. O presidente da TV Comunitária de Brasília, Paulo Miranda, apresentou outras reivindicações, sobretudo à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). “Uma outra grande luta nossa é pela criação de um fundo nacional de financiamento, apoio e desenvolvimento da comunicação comunitária, alternativa e popular nesse país. O dinheiro da Secom, infelizmente, vai todo para a mídia golpista", apontou. "E nós estamos muito atrasados por não termos uma TV indígena, uma TV do povo negro e uma TV de música brasileira 24 horas por dia. Seria muito simples termos tudo isso fazendo multiplex na onda digital da TV Brasil e se a gente também tivesse acesso ao Canal da Cidadania.” Paulo Miranda reclamou de “perseguição real” à comunicação comunitária e, como exemplos, citou a retirada de emissoras públicas das listas de TV a cabo e a derrubada do canal da TV Comunitária de Brasília do Youtube sob o argumento de conteúdo “nocivo e perigoso”. A emissora acaba de completar 29 anos no ar.ELEIÇÕES A coordenadora Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Letícia Vieira Montandon, apresentou o documento “20 pontos para uma comunicação democrática”, que será entregue a todos os candidatos nas eleições de outubro. “Quais são as candidaturas que vão defender uma comunicação forte, que vão enfrentar essa concentração dos meios de comunicação, que vão enfrentar os desafios colocados pelas grandes plataformas digitais? Quem vai defender que a comunicação seja tratada como um direito e não apenas como negócio?”, questionou. Taís Ladeira de Medeiros, assessora da Secom da Presidência da República, resumiu a posição do governo sobre o setor. “O atual governo defende a democracia e a democracia precisa de uma comunicação pública e comunitária forte, para que essas vozes possam ser ouvidas e participem também da construção do espaço público.” Taís de Medeiros relembrou o histórico da comunicação comunitária brasileira, que remonta até as comunidades eclesiais de base, movimentos sociais e o movimento das Rádios Livres, na década de 1960, com forte participação juvenil e universitária. Ela também defendeu atualização da legislação diante da nova realidade geopolítica e tecnológica. CONFERÊNCIA A coordenadora de articulação da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ivânia Teles, disse que há discussões internas para uma possível convocação da segunda Conferência Nacional de Comunicação, em 2027. A primeira ocorreu em 2009. Organizadora do debate, a deputada Erika Kokay (PT-DF) defendeu o fortalecimento da comunicação pública no Brasil. “Se está enraizado no território, é popular, é comunitário e é transformador. Portanto, as rádios comunitárias transformam a nossa realidade. Dão espaços para que as vozes possam ser escutadas.” Segundo o Ministério das Comunicações, há 11.700 estações de rádio no Brasil, das quais 5.406 são comunitárias. O atual Plano Nacional de Outorga tem previsão de três editais para contemplar 1.389 localidades, com prioridade para áreas atualmente sem outorga. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade em abrigos para idosos vulneráveis e sem amparo familiar.

Projeto continua sendo analisado na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reconhece de forma expressa o direito de acesso às instituições de longa permanência e prioriza, nesse acesso, as pessoas idosas em situação de vulnerabilidade que não tenham familiares com condições de garantir os cuidados necessários. Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), pela aprovação do Projeto de Lei 1367/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), na forma de um texto substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família. A nova redação mantém o objetivo da proposta, mas promove ajustes para evitar a repetição de normas já existentes no Estatuto da Pessoa Idosa. O substitutivo também inclui de forma explícita o termo “instituição de longa permanência” no artigo que trata do direito à moradia digna. Além disso, a nova versão detalha que a prioridade de atendimento nas instituições públicas ou conveniadas será dada à pessoa idosa sem responsáveis capazes de cuidar dela, considerando, nessa avaliação, cônjuge, companheiro, pais, filhos e irmãos. Weliton Prado disse que a proposta fortalece o marco protetivo da pessoa idosa. “Os custos de vida nessa faixa etária crescem de forma significativa, a depender da necessidade de suporte e da condição de saúde, intensificando a sobrecarga dos familiares responsáveis pelo cuidado”, considerou. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que inclui ações de saneamento para agentes de saúde em áreas indígenas.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui ações complementares de saneamento básico entre as atribuições de agentes de saúde e de combate a endemias em comunidades indígenas e quilombolas. O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Juliana Cardoso (PT-SP), para o Projeto de Lei 2431/21, do ex-deputado Luizão Goulart (PR), e para um apensado. O substitutivo altera a Lei 11.350/06, que trata da atividade desses profissionais. SEGURANÇA JURÍDICA Segundo a relatora, a proposta busca enfrentar tragédias humanitárias em áreas indígenas. A atuação dos agentes será complementar, voltada à prevenção de doenças, e não isenta o Estado de garantir a infraestrutura adequada. “A medida deverá garantir segurança jurídica e facilitar os trabalhos dos profissionais envolvidos, que serão formalmente reconhecidos pela legislação”, afirmou Juliana Cardoso no parecer. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto isenta de impostos federais empresas abertas por jovens em municípios com baixo IDH.

Conforme a proposta, benefício valerá por três anos para negócios em cidades com índice inferior à média nacional.

O Projeto de Lei 2367/26, do deputado Silvio Antonio (MA), atualmente na suplência, prevê isenção de impostos federais para empresas abertas por jovens em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) abaixo da média nacional. Pela proposta, essas novas empresas não terão de pagar, nos primeiros três anos de funcionamento, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e as contribuições para o PIS/Pasep e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O projeto cria o programa “Minha Empresa, Meu Futuro” para incentivar o empreendedorismo juvenil nessas regiões. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. REGRAS Para ter direito ao benefício, a empresa deverá:  ter como proprietário ou sócio majoritário um jovem entre 18 e 29 anos;manter a sede e a operação principal no município com IDH-M inferior à média nacional e estar devidamente regularizada; e gerar pelo menos um posto de trabalho direto, além do sócio-titular. “O projeto nasce da urgência em oferecer uma alternativa real de prosperidade para a juventude brasileira, especialmente aquela residente em regiões historicamente negligenciadas pelo Poder Público, como o interior do estado do Maranhão”, afirma o autor da proposta. Segundo dados do IBGE citados pelo autor na justificativa que acompanha o projeto, no Maranhão, 43% dos jovens entre 18 e 29 anos vivem em domicílios com renda per capita de até meio salário mínimo, e a taxa de formalização de jovens empreendedores é de apenas 12%. TRAMITAÇÃO A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova apoio psicológico a responsáveis por pacientes com fissura labiopalatina.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui os responsáveis por pacientes com fissura labiopalatina no acompanhamento psicológico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) após a cirurgia de correção.A fissura labiopalatina é uma malformação congênita que ocorre quando o lábio e o céu da boca do bebê não se formam completamente durante a gestação.A condição pode afetar a alimentação, a fala, a respiração e a audição. Em muitos casos, exige acompanhamento por diferentes profissionais de saúde e cirurgias corretivas.ACOMPANHAMENTO DESDE O DIAGNÓSTICO A proposta também determina que recém-nascidos diagnosticados com a malformação durante o pré-natal ou após o nascimento sejam encaminhados a um centro especializado para acompanhamento clínico e planejamento da cirurgia reparadora. PARECER FAVORÁVEL A comissão aprovou a versão (substitutivo) do relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), para o Projeto de Lei 2157/25, do ex-deputado Augusto Puppio (AP), e para projetos apensados. O texto aprovado substitui a expressão “lábio leporino” por fissura labiopalatina. Segundo o relator, a mudança "aproxima a legislação do padrão técnico-científico usado na área da saúde e evita o uso de terminologias pejorativas". COMO É HOJE A legislação atual determina que o SUS ofereça gratuitamente cirurgia reconstrutiva e tratamento pós-cirúrgico para pacientes com “lábio leporino ou fenda palatina”. Também prevê atendimento de fonoaudiologia, psicologia, ortodontia e outras especialidades relacionadas ao tratamento. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade para a Amazônia Legal em fundo sobre mudança do clima.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prioriza o repasse de recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) para a Amazônia Legal. O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Dilvanda Faro (PT-PA), para o Projeto de Lei 4517/24, do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR). O substitutivo altera a Lei 12.114/09, que trata do fundo, e abrange o apoio a cadeias produtivas sustentáveis e os pagamentos por serviços ambientais.AÇÕES PRESERVADAS A relatora ajustou o texto para que a prioridade à Amazônia Legal não prejudique outras regiões, como no combate ao desmatamento no Cerrado, na redução de emissões em zonas industriais e nas ações de adaptação climática em municípios. “É possível aprimorar a proposta para que essa priorização da Amazônia Legal não comprometa o desenvolvimento de outras políticas públicas igualmente importantes no país”, afirmou Dilvanda Faro.PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto preecisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que institui a Política Nacional da Longevidade.

O texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional da Longevidade. O texto cria a Comissão Nacional da Longevidade, responsável por ações para pessoas idosas. A proposta aprovada é a versão do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), para o Projeto de Lei 107/26, do deputado Gilberto Nascimento (Pode-SP). O relator fez ajustes parretirar o detalhamento de órgãos do Poder Executivo.“O substitutivo procura manter a estrutura da proposta original, mas preserva a margem de discricionariedade na implementação, respeitando, assim, a separação de Poderes”, afirmou Weliton Prado no parecer.OUTROS PONTOS A política terá como diretrizes a atenção integral à pessoa idosa, a promoção do envelhecimento ativo e o combate a formas de violência ou negligência. Também prevê o fortalecimento do cuidado de longa duração e o apoio aos cuidadores. Além disso, o texto prevê a criação do Sistema Nacional de Informações da Longevidade. A plataforma deve coletar, organizar e disponibilizar dados sobre a implementação da política, integrando áreas como saúde, previdência e assistência social. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras.

A partir dessa data, candidatos podem pedir votos, realizar comícios e fazer lives.

A propaganda eleitoral para as eleições deste ano começa oficialmente neste domingo (16). A partir dessa data, candidatas e candidatos já podem pedir votos de forma direta, realizar comícios e fazer transmissões ao vivo (lives) na internet para promoção pessoal. Conheça as regras das eleições 2026 e vote consciente Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão só terá início no dia 28 de agosto, a partir de quando as emissoras deverão reservar 70 minutos diários na programação para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo do dia. Para tornar a disputa equilibrada e evitar abusos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu normas rígidas sobre o que é permitido e o que é proibido até o primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro (Resolução 23.610/19). Essas regras passaram a valer nas eleições municipais de 2024 e abordam o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas, proíbem a manipulação de áudios e vídeos para confundir eleitores (deepfakes) e responsabilizam partidos, candidatos e plataformas pela não remoção imediata de conteúdos falsos, de ódio, racistas, homofóbicos, nazistas, fascistas ou antidemocráticos. Veja o que pode e o que não pode ser feito até a véspera do primeiro turno: Permitido: entregar folhetos e outros impressos (santinhos) em espaços públicos abertos, como vias públicas, praças, feiras livres e parques, e usar adesivos em veículos ou janelas residenciais. Mensagens eletrônicas e instantâneas são permitidas, desde que informem claramente quem é o remetente e ofereçam opção para descadastramento em até 48 horas. Proibido: fazer propaganda em bens públicos ou de uso comum, como postes, árvores, muros, cercas, cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, mesmo que sejam de propriedade privada. É proibido ainda o uso de outdoors (painéis eletrônicos ou não) e de telemarketing em qualquer horário. REDES SOCIAIS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes sociais: candidatos e partidos devem informar ao TSE os endereços de seus sites e perfis oficiais. O eleitor pode se manifestar livremente, mas o anonimato é proibido. Inteligência artificial: o uso de conteúdo gerado por IA é permitido, mas deve vir com um aviso explícito e destacado de que a imagem ou som foi manipulado tecnologicamente. É proibida a publicação de novos conteúdos com IA nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas seguintes. Mensagens automatizadas: é proibido usar IA para recomendar ou priorizar candidaturas e emitir opiniões ou recomendar votos por meio de respostas automatizadas. Mensagens privadas: a propaganda enviada por pessoas físicas de forma privada ou em grupos restritos não se submete às regras gerais, desde que não haja impulsionamento pagIMPULSIONAMENTO DE CONTEÚDO A contratação deve ser feita diretamente pelo candidato ou partido com a plataforma (como redes sociais ou buscadores). O post deve exibir claramente o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão "Propaganda Eleitoral". É proibido impulsionar posts para fazer propaganda negativa ou atacar outros candidatos. PROIBIÇÃO DE “DEEPFAKES” É proibido usar inteligência artificial para criar ou alterar vozes e imagens de pessoas (vivas ou mortas), as chamadas deepfakes, com o objetivo de enganar o eleitor ou prejudicar candidaturas. Quando usada para prejudicar ou para favorecer candidatura, a deepfake configura crime eleitoral e pode levar a cassação do registro ou do mandato. O TSE deverá decidir em breve, quais situações caracterizam esse tipo de uso. COMÍCIOS E ATOS DE RUA Comícios: podem ocorrer entre 8h e meia-noite. O comício de encerramento da campanha pode ser estendido por mais duas horas. Showmícios: são proibidos eventos com apresentações de artistas para animar reuniões eleitorais, mesmo que o artista não cobre cachê. Som: o uso de alto-falantes é permitido até o dia 3 de Outubro, das 8h às 22h, desde que respeitada a distância mínima de 200 metros de hospitais, escolas e tribunais. DEBATES As emissoras de rádio e TV devem convidar para os debates os candidatos de partidos que tenham, no mínimo, cinco parlamentares no Congresso Nacional. A presença dos demais candidatos é facultativa, dependendo de convite da emissora. PRAZOS ATÉ O 1º TURNO 15 de Agosto (sábado): prazo final para o registro oficial de candidaturas. 16 de Agosto (domingo): início oficial da propaganda eleitoral geral e na internet. 28 de Agosto (sexta-feira): início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. 1º de Outubro (quinta-feira): último dia para debates, comícios e propaganda gratuita. 3 de Outubro (sábado): último dia para caminhadas, carreatas e uso de alto-falantes (até as 22h). 4 de Outubro (domingo): dia da eleição (1º turno). Fonte: Agência Câmara de Notíciaso. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova treinamento de primeiros socorros para pais de recém-nascidos.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a obrigatoriedade de hospitais oferecerem, antes da alta, orientação e treinamento básico de primeiros socorros aos pais ou responsáveis por recém-nascidos, com ênfase em manobras para desobstrução das vias aéreas. Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), ao Projeto de Lei 2943/25, da deputada Camila Jara (PT-MS), e apensados. O projeto original obrigava a maternidade a oferecer o treinamento antes da alta. O substitutivo mantém a obrigação, mas dispensa a repetição quando os pais ou responsáveis já tiverem sido capacitados durante o pré-natal. Para a relatora, a orientação é uma medida de proteção à vida e à saúde das crianças, nos primeiros meses de vida. “Nessas situações, poucos minutos podem ser decisivos para preservar a vida e evitar sequelas neurológicas permanentes, tornando indispensável que pais e cuidadores saibam reconhecer sinais de sufocação e executar corretamente as manobras de desobstrução das vias aéreas”, defendeu. Segundo o relatório, acidentes por sufocamento e aspiração provocaram cerca de 300 mortes de crianças com menos de 1 ano no país em 2024, conforme dados do Ministério da Saúde. PRÓXIMOS PASSOS A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova aumento de penas para crimes contra idosos.

Proposta ainda precisa ser analisada pelo Plenário

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1706/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para os crimes de lesão corporal, abandono, constrangimento ilegal e estelionato praticados contra pessoas idosas.  Pelo texto, em casos de lesão corporal, a pena será de um a três anos de reclusão, podendo ser aumentada em um terço se for qualificada. A pena atual para lesão corporal simples é de três meses a um ano de detenção. Para o estelionato, o projeto prevê aumento de pena de um a dois terços. A pena poderá ser aplicada em dobro se a vítima tiver 80 anos ou mais. Nos crimes de abandono de incapaz ou constrangimento ilegal, as penas poderão ser aumentadas, respectivamente, pela metade e em um terço. O constrangimento ilegal ocorre quando alguém, por violência ou grave ameaça, força outra pessoa a fazer o que a lei proíbe ou a deixar de fazer o que a lei permite. Também ocorre quando o autor reduz a capacidade de resistência da vítima. A relatora, deputada Renilce Nicodemos (MDB-PA), apresentou parecer favorável à proposta de autoria do deputado Henderson Pinto (União-PA).O projeto ainda depende de aprovação pelo Plenário da Câmara, antes de seguir ao Senado. Mais vulneráveis Nicodemos considerou que endurecer as penas para crimes praticados contra idosos “alinha-se diretamente ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, que exige do Estado não apenas a abstenção de violações, mas a adoção de medidas positivas para proteger os mais vulneráveis”. Para a relatora, a proposta complementa e aperfeiçoa o sistema atual de proteção ao idoso. “Do ponto de vista criminológico, os dados demonstram que a violência contra idosos tem características específicas que justificam tratamento penal diferenciado”, justificou. “A vulnerabilidade física, psicológica e social dessa população torna os crimes praticados contra ela particularmente reprováveis, não apenas pelos danos diretos causados, mas pelo impacto desproporcional que geram”, disse Renilce Nicodemos. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova ampliação da cobertura de medicamentos para doenças raras.

Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4973/25, que amplia a cobertura obrigatória dos planos de saúde para medicamentos de uso domiciliar capazes de controlar a evolução de doenças raras e imunomediadas.  autora da proposta, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), explicou que esses tratamentos são usados para controlar a evolução de doenças como artrite reumatoide, esclerose múltipla, doença de Crohn, artrite psoriásica e dermatite atópica, além de prevenir complicações. la destacou ainda que os remédios de uso oral podem oferecer uma alternativa aos tratamentos por infusão, que exigem estrutura hospitalar ou ambulatorial. ARECER FAVORÁVEL  colegiado aprovou o substitutivo da relatora, deputada Rosangela Moro (PL-SP), à proposta. egundo ela, a lei atual garante a cobertura de medicamentos orais para tratamento de câncer, mas não estabelece regra equivalente para outras doenças graves e progressivas, o que restringe o acesso a tratamentos disponíveis fora do ambiente hospitalar. RITÉRIOS osangela Moro ressaltou que o substitutivo confere “maior segurança jurídica e precisão normativa” ao texto original ao estabelecer critérios para a cobertura dos medicamentos pelos planos de saúde. Entre as condições estão: prescrição médica; registro sanitário e indicação terapêutica aprovada em bula pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária; cumprimento das Diretrizes de Utilização aplicáveis; e inclusão do medicamento no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para a indicação terapêutica e a população correspondentes. O texto aprovado altera a Lei dos Planos de Saúde. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto exige consulta pública para dar nome a rodovias e viadutos federais.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

O Projeto de Lei 3471/23 exige a realização de consultas e audiências públicas para a escolha de nomes de estações terminais, pontes, viadutos e trechos de rodovias federais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei 6.682/79, que dispõe sobre a denominação de vias e estações terminais do Plano Nacional de Viação. Atualmente, a legislação não especifica critérios detalhados para a escolha dos nomes dos homenageados. PARTICIPAÇÃO POPULAR Segundo o autor da proposta, deputado Diego Garcia (União-PR), o objetivo é garantir a participação da população na definição das homenagens. “Nada mais democrático do que incluirmos a participação popular nesses processos”, disse.Pelo texto, a pertinência da homenagem deverá ser atestada por meio de consultas documentadas com organizações locais. Outra opção para comprovar o apoio é a manifestação da Câmara de Vereadores ou da Assembleia Legislativa. PRÓXIMOS PASSOS A proposta será analisada em conjunto com o Projeto de Lei 3201/19, já aprovado pelo Senado, por tratarem de assuntos semelhantes. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova admissibilidade de PEC que prevê recursos mínimos para o esporte.

Texto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 175/07, que estabelece que União, estados, Distrito Federal e municípios deverão destinar, anualmente, pelo menos 1% da receita de impostos à promoção do desporto educacional e de alto rendimento. A proposta, de autoria do ex-deputado Décio Lima (SC), recebeu parecer favorável do relator, deputado Helder Salomão (PT-ES). REPASSES Além de definir percentuais mínimos, a proposta propõe um sistema de repasse de recursos entre os entes federativos para viabilizar políticas públicas integradas. Assim, do mínimo previsto para a União, 25% serão destinados aos estados e ao Distrito Federal, e 25% aos municípios. Os critérios de rateio dos recursos serão definidos em lei complementar. OUTRAS PROPOSTAS Helder Salomão também considerou constitucionais outras quatro PECs que estão apensadas: PEC 191/07, que também assegura recursos mínimos de 1% por ano para a promoção do desporto; PEC 351/13, que permite a destinação de recursos públicos a entidades desportivas privadas; PEC 417/09, que assegura recursos mínimos para o financiamento de ações e serviços públicos do desporto; e PEC 130/15, que determina a aplicação de um percentual mínimo de 2% da receita resultante de impostos no desenvolvimento do esporte e lazer. PRÓXIMAS ETAPAS A análise da admissibilidade pela CCJ é apenas o primeiro passo da tramitação da proposta. Agora, os textos serão analisados por uma comissão especial e pelo Plenário, em dois turnos de votação. Fonte: Agência Câmara de Notícias


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Governo mira 36 mercados após tarifas dos EUA afetarem 5,6 mil empresas.

 

Plano da ApexBrasil prevê investimento de R$ 210 milhões e mais de 300 ações para abrir alternativas às exportações brasileiras. Agronegócio, alimentos, calçados, máquinas, medicamentos, móveis e pescados estão entre os 35 setores que receberão apoio.

O governo lançou um plano para ampliar as vendas de produtos nacionais em 36 mercados e reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos. A iniciativa deve atender milhares de empresas que tiveram as exportações afetadas pelas novas barreiras comerciais norte-americanas.Segundo o governo, aproximadamente 5.600 empresas brasileiras foram atingidas diretamente pelas medidas. Desse total, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem capacidade para apoiar até 5.300 companhias de 35 setores considerados estratégicos. O Plano de Diversificação de Exportações receberá R$ 210 milhões em investimentos e prevê mais de 300 ações comerciais. A estratégia foi apresentada na terça-feira (11), em São Paulo, pelo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, durante uma reunião com representantes de mais de 30 entidades. Entre os setores prioritários estão agronegócio, alimentos e bebidas, calçados e couro, máquinas e equipamentos, dispositivos médicos, medicamentos, materiais elétricos e eletrônicos, indústria têxtil e de confecção, móveis, pescados, pedras, gemas e joias. Brasil busca novos compradores sem abandonar mercado dos EUA A estratégia prevê aproximar as empresas brasileiras de compradores internacionais por meio de rodadas de negócios, participação em feiras, consultorias para entrada em novos mercados e apoio financeiro. "Queremos diversificar mercados. Temos 36 mercados prioritários nos quais vamos atuar. E como fazemos isso? Levando oportunidades para que essas empresas possam fechar novos negócios e encontrar novos caminhos", afirmou Müller. Segundo o presidente da ApexBrasil, a procura por outros destinos para as exportações não significa uma saída do mercado norte-americano. "Nós não vamos substituir o mercado americano, vamos continuar trabalhando nos Estados Unidos, o país é um mercado importante. Mas o nosso foco agora é a diversificação, oferecer apoio e socorro às empresas impactadas para minimizar os riscos", disse.O programa disponibilizará 2.300 vagas para reuniões de negócios, 1.400 para participação em feiras internacionais, atendimento de consultoria para 1.200 empresas e mil vagas na chamada Bolsa Exportação. A América Latina concentrará o maior número de iniciativas, com 85 ações. A Europa terá 77, seguida pela Ásia, com 46. Canadá e México receberão 23 ações, enquanto África terá 16 e Oriente Médio, 11. Segundo a ApexBrasil, o cronograma do programa segue até agosto de 2027. Exportações brasileiras crescem apesar da queda nas vendas aos EUA O anúncio ocorre em um período de crescimento do comércio exterior brasileiro, apesar da retração das vendas para os Estados Unidos. Até julho, o Brasil acumulou superávit comercial de US$ 49 bilhões, avanço de 31,9% na comparação com os primeiros sete meses do ano anterior. As exportações brasileiras cresceram 10,5% no período e alcançaram US$ 218,6 bilhões. Já as importações avançaram 5,5%, somando US$ 169,5 bilhões, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento de 19,7% das vendas brasileiras para a China.Na direção contrária, as exportações destinadas aos Estados Unidos recuaram 12,2%. Washington, que até 2025 era o segundo maior parceiro comercial do Brasil, perdeu a posição para a União Europeia. As vendas brasileiras ao mercado norte-americano vêm registrando queda desde maio de 2025. Naquele período, o governo de Donald Trump aplicou uma tarifa adicional de 50% sobre grande parte dos produtos brasileiros. A medida acabou posteriormente suspensa por decisão judicial. Em Julho, Washington anunciou uma nova tarifa adicional de 25%, sob a justificativa de práticas comerciais consideradas desleais, além de outra taxa de 12,5%, relacionada a alegações de que o Brasil não estaria combatendo adequadamente o trabalho forçado. Estimativas apresentadas por representantes do setor empresarial brasileiro apontam que as novas medidas podem atingir entre US$ 7,4 bilhões e US$ 11 bilhões em exportações, o equivalente a uma parcela entre 18% e 29% de tudo o que o Brasil vende aos Estados Unidos. O governo tenta negociar a suspensão das tarifas. As medidas comerciais ocorrem durante um período de tensão diplomática entre os dois países, agravada em 4 de Agosto pela revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


Copa do Brasil terá três clássicos estaduais nas quartas de final.

Dos quatro jogos desta fase da disputa, três serão clássicos regionais: Palmeiras x Santos, Grêmio x Internacional e Cruzeiro x Atlético-MG. Vasco e Vitória completam os duelos das quartas da Copa do Brasil.

 Em sorteio realizado nesta terça-feira (11) na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), no Rio de Janeiro, foram definidos os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil.Dos quatro jogos desta fase da disputa, três serão clássicos regionais: Palmeiras x Santos, Grêmio x Internacional e Cruzeiro x Atlético-MG. Vasco e Vitória completam os duelos das quartas da Copa do Brasil. É a primeira vez na história da competição, que começou em 1989, que três das quatro partidas das quarta de final serão clássicos entre times rivais. A edição que chegou mais perto foi a de 2025, com dois clássicos: Atlético-MG x Cruzeiro mais uma vez, com vitória dos cruzeirenses por 4 a 0, no placar agregado, e Vasco x Botafogo, com triunfo vascaíno na disputa de pênaltis, após empate em 2 a 2 depois dos dois jogos. As partidas de ida e volta estão previstas para acontecer entre 26 de agosto e 2 de Setembro. As semifinais ocorrerão entre 1º e 8º de novembro, com a final pela primeira vez em jogo único, no dia 6 de Dezembro. O sorteio desta terça-feira também definiu os mandos de campo, com Inter, Cruzeiro, Vasco e Palmeiras disputando o primeiro jogo em casa. Além disso, também ficou definido o caminho dos times até a final. O vencedor do clássico gaúcho terá pela frente nas semifinais quem passar do clássico mineiro, com Palmeiras ou Santos encarando na próxima fase Vitória ou Vasco. Do grupo classificado, sete já conquistaram o título da competição ao menos uma vez, reunindo um total de 20 taças. O único que ainda não sagrou-se campeão é o Vitória, que ficou com o vice em 2010, contra o Santos de Neymar. A CBF também anunciou que as partidas das quartas de final contarão com a tecnologia do impedimento semiautomático, que já passou a ser adotada no Campeonato Brasileiro. SALTO NO VALOR DA PREMIAÇÃO A PARTIR DE 2018 Ao longo da história, a Copa do Brasil foi o palco de algumas das maiores zebras do futebol brasileiro, o que chegou a lhe render a alcunha de "competição mais democrática" do país. Em 2004, o Santo André, então na Série B, deixou pelo caminho Atlético-MG e Palmeiras, batendo o Flamengo de Júlio César e Athirson na decisão.No ano seguinte, foi a vez do Paulista de Jundiaí, que passou por Botafogo e Internacional e superou o Fluminense na final.Um dos casos mais lembrados ocorreu em 2002, quando o pequeno ASA de Arapiraca tirou o Palmeiras logo na primeira fase. Nos últimos anos, porém, o aumento da premiação aos times que chegam mais longe no torneio reduziu o espaço para as surpresas. Até 2017, o campeão recebia R$ 6 milhões, valor que deu um salto de 730% para R$ 50 milhões, a partir de 2018, quando a CBF fechou um novo contrato de direitos de transmissão com a Rede Globo. Desde então, os valores vêm em trajetória crescente, chegando a R$ 78 milhões ao campeão, e a R$ 34 milhões ao vice, na edição de 2026.FONTE WSPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


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