CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quarta-feira, 27 de maio de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria cadastro de creches sob coordenação do Ministério da Educação.

Proposta altera o Marco Legal da Primeira Infância; texto segue em análise na Câmara.

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um cadastro de creches para crianças na educação infantil. Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Educação para o Projeto de Lei 1430/24, da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA). O substitutivo ajustou os objetivos originais à legislação vigente, alterando o Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/16). Pelo texto, o cadastro de creches será coordenado pelo Ministério da Educação, responsável pela coleta, sistematização e atualização de dados mínimos, como localização de cada unidade, denominação, natureza jurídica e número de vagas. “Com dados consistentes e atualizados, será possível direcionar os investimentos, reduzir desigualdades regionais e garantir que crianças em situação de maior risco social tenham acesso a ambientes seguros, acolhedores e promotores de desenvolvimento”, afirmou Laura Carneiro no parecer aprovado. Próximos passos O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova projeto que permite pagar até 25% a mais por produtos da Política de Garantia de Preços Mínimos.

Proposta permite venda direta de estoques públicos a pequenas empresas, cooperativas e associações. Texto segue para análise do Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a União a comprar produtos básicos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) por preço até 25% acima do preço mínimo em vigor. A matéria será enviada ao Senado. De autoria do ex-deputado Beto Faro (PA), o Projeto de Lei 1384/11 foi relatado em Plenário pelo deputado Wilson Santiago (Republicanos-PB), que incluiu emenda permitindo à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vender diretamente esses produtos básicos a micro e pequenas indústrias de alimentos, a micro e pequenas empresas dedicadas ao varejo alimentar e a cooperativas e associações. A maior parte do texto aprovado seguiu o substitutivo elaborado pelo deputado Zé Neto (PT-BA)- e anteriormente aprovado pela Comissão de Finanças e Tributação. O texto original aumentava a quantidade de produtos que o governo poderia comprar para formar o estoque estratégico de alimentos básicos. O limite passaria de 1/12 para 3/12 do consumo anual estimado. Já o texto aprovado mexe apenas com o valor adicional que o governo poderá pagar aos produtores na compra de produtos do estoque, como arroz, feijão e outras culturas estocáveis. Ultimamente, a média dos preços tem se mantido acima do preço mínimo. O texto especifica que as compras, a serem realizadas por meio de leilão público, serão definidas, em ato do Poder Executivo, quanto aos tipos de produtos, volume, preço máximo e locais de aquisição. A ideia de Zé Neto é que o leilão pode compensar gastos maiores com as compras do estoque regulatório (25% a mais do preço mínimo) por causa da competição de lances no sentido contrário (oferta do menor preço por tonelada vendida ao governo). Venda Atualmente, a Lei 8.171/91 prevê que as vendas dos estoques públicos serão realizadas por meio de leilões em bolsas de mercadorias ou por licitação pública. O texto apresentado pelo deputado Wilson Santiago e aprovado pelo Plenário estabelece que a Conab poderá, ainda, praticar a venda direta dos estoques comprados a preço maior para atender programas e ações de abastecimento e de segurança alimentar. Um ato conjunto dos três ministérios envolvidos (Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Fazenda) definirá, a partir de subsídios técnicos fornecidos pela Conab, os critérios de adesão e credenciamento dos beneficiários e a metodologia de preços da venda direta, a qual terá como referência os preços de mercado. Ração animal O PL 1384/11 também altera a lei sobre o programa de venda em balcão (ProVB) de milho para incluir outros produtos destinados à ração animal. Assim, conforme portaria interministerial dos Ministérios da Agricultura; do Desenvolvimento Agrário; e da Fazenda, poderão ser contemplados sorgo, caroço de algodão, farelo de soja, farelo de milho e outros. O ProVB é uma espécie de estoque regulador voltado à venda de milho destinado à ração animal para aquicultores e pequenos criadores com Cadastro da Agricultura Familiar (CAF). O substitutivo aprovado inclui, como beneficiários do programa, as cooperativas de produção agropecuária e as associações, ambas compostas por agricultores familiares e com CAF ativo. Enquanto o limite legal de compra pelo produtor familiar permanece inalterado (27 toneladas mensais), o limite para as cooperativas e associações será de 80 toneladas mensais. Os três ministérios também deverão, em ato conjunto, estabelecer as condições para a venda dos produtos às cooperativas e associações de agricultores familiares, definindo limites específicos para sua participação e comprovação do repasse dos produtos a seus cooperados. Esses órgãos terão ainda de aprovar a proposta de utilização dos estoques públicos comprados pelo governo federal e de uso do contrato de opção de venda. O contrato de opção de venda funciona como uma espécie de “seguro de preços” para o produtor rural, que paga um prêmio para adquirir o direito (opção) de vender sua produção ao governo em data futura e a um preço previamente fixado. Se na época da colheita o preço de mercado estiver muito baixo, o produtor exerce a opção e vende para Conab pelo valor garantido no contrato. Caso o preço de mercado esteja em alta, ele simplesmente não exerce a opção e vende no mercado comum. 2026 Para 2026, os ministérios envolvidos estimaram a compra de 50 mil toneladas de milho no ProVB, com custo projetado de R$ 60 milhões a R$ 65 milhões. O preço de venda também poderá ser subsidiado ao pequeno criador por meio de equalização de preços para a qual estão reservados R$ 80 milhões. Estabilidade de preços O relator entendeu que a proposta é oportuna e conveniente por buscar fortalecer a política de estoques públicos de alimentos, instrumento essencial para assegurar a estabilidade de preços e prevenir situações de desabastecimento. N "A manutenção de estoques estratégicos bem estruturados reafirma esse compromisso histórico, garantindo que alimentos essenciais permaneçam acessíveis à população mais vulnerável e consolidando o direito humano à alimentação adequada como prioridade permanente do Estado brasileiro", disse. O deputado Airton Faleiro (PT-PA) afirmou que o texto permitirá que a Conab compre produtos para ajudar a regular o mercado com valor até 25% acima do preço mínimo. "Isso não era permitido e dificultava a compra de produtos", declarou. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Especialistas e vítimas de enchentes defendem apoio psicológico para vítimas de desastres climáticos.

Projeto de lei em análise na Câmara prevê a criação de uma política de saúde mental com essa finalidade.

Nove em cada dez municípios brasileiros registraram desastres climáticos entre 1991 e 2023. Os dados foram apresentados em audiência pública da Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, que debateu nesta terça-feira (26) a criação da Política Nacional de Saúde Mental Climática (PL 6151/25). O projeto cria diretrizes para o Sistema Único de Saúde (SUS) prevenir e tratar traumas, ansiedade e outros impactos psicossociais causados por desastres ambientais e eventos climáticos extremos. A proposta está em análise na comissão. A audiência pública reuniu especialistas e vítimas das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul. Eles apoiaram a iniciativa do projeto. A agricultora Elida Dias relatou os impactos das enchentes na vida da família. Ela morou por três meses em um barraco de lona e precisou deixar Eldorado do Sul para viver por 24 dias em Sertão Santana. “Perdi as cem galinhas, perdi as vacas, perdi porco. Até hoje ninguém perguntou se eu precisava de alguma coisa. Ficaram cinco galinhas em cima do telhado por mais de um mês. Quando voltamos, elas não conseguiam mais caminhar. Não está sendo fácil. As pessoas caminham de cabeça baixa, todo mundo se isolou. Eu comparo as pessoas a vasos. Tem vaso quebrado, vaso trincado e vaso faltando pedaço. Esses vasos precisam ser reconstruídos.”Acompanhamento contínuo O relator da proposta, deputado Gilson Daniel (Pode-ES), afirmou que o projeto cria uma política pública permanente para atendimento psicossocial em situações de desastres climáticos. “Reconstrução não significa apenas recuperar pontes, estradas e moradias. Também significa restaurar vínculos humanos, oferecer acolhimento psicológico e fortalecer as comunidades.” O projeto prevê ações para enfrentar a crise psicossocial, o estresse pós-traumático e o trauma comunitário causados por enchentes, secas severas e queimadas. A proposta inclui acompanhamento contínuo e acolhimento para vítimas, familiares e equipes de resgate. As ações envolvem saúde, educação e defesa civil. O texto também prevê a criação de centros comunitários voltados à recuperação emocional das comunidades afetadas. A fundadora da organização não governamental Time To Act, Luciana Brafman, defendeu a proposta. “Ele é fundamental para termos espaços permanentes em regiões vulneráveis a desastres climáticos. Isso dá segurança psicológica às pessoas, porque elas sabem onde buscar apoio se acontecer outra tragédia”, disse.Traumas O pedagogo de emergência e terapeuta social da Associação de Pedagogia de Emergência no Brasil, Reinaldo Nascimento, relatou consequências emocionais observadas após tragédias climáticas. Segundo ele, algumas crianças mais velhas voltaram a urinar na cama e chupar dedo. “Perguntamos aos pais como eles estão, se conseguem dormir e se alimentar. Muitas pessoas não entendem que essas reações são comuns depois de uma tragédia. Entram em pânico e acham que estão perdendo o controle emocional.” A especialista Débora Noal, da Força Nacional do SUS do Ministério da Saúde, afirmou que muitos agricultores priorizam a recuperação dos meios de subsistência. Segundo ela, retomar a produção ajuda diretamente na saúde mental das famílias atingidas. Débora Noal também relatou um episódio ocorrido após desastres de 2011. “Uma indústria farmacêutica distribuiu benzodiazepínicos (sedativos para dormir) para moradores atingidos. Depois, ocorreram novos deslizamentos. As crianças conseguiram fugir, mas muitos adultos medicados não acordaram a tempo”, disse. Reconstrução O agricultor Hélio Dias, morador de Eldorado do Sul, afirmou que a recuperação financeira é essencial para reconstruir a vida das famílias afetadas. “Quando eu cheguei, não tinha mais nada. Meu maquinário ficou cerca de 15 dias embaixo d’água. Como produzir desse jeito? Ainda temos dívidas para pagar. Precisamos criar um fundo rotativo para financiar esse trabalho.” Reportagem - Luiz Cláudio Canuto Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputados aprovam projeto que garante direitos para pessoas com diabetes tipo 1.

Projeto assegura, entre outros, acesso a medicamentos e insumos pelo SUS; texto segue para sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante direitos às pessoas com diabetes mellitus tipo 1 em ambientes escolares e de trabalho, além de reforçar o direito a medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O Projeto de Lei 5868/25, do Senado, será enviado à sanção presidencial sem mudanças, conforme parecer favorável do relator, deputado João Cury (MDB-SP). Para o relator, o projeto cria condições para que pessoas com diabetes tipo 1 recebam tratamento adequado e possam prevenir complicações da doença. "A proposição contribui para remover barreiras concretas à plena participação social dessas pessoas", disse Cury. De acordo com o texto, o enquadramento da pessoa com diabetes tipo 1 como pessoa com deficiência será condicionado ao atendimento dos critérios estabelecidos no Estatuto da Pessoa com Deficiência. A concessão de benefícios financeiros, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), dependerá de avaliação biopsicossocial específica para incapacidade laboral ou vulnerabilidade socioeconômica. "Essa cautela é relevante, pois condição crônica, por si só, não assegura automaticamente os direitos reservados às pessoas com deficiência", afirmou Cury. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, de origem genética e sem cura. A doença não está necessariamente ligada ao consumo excessivo de açúcar. Ela se manifesta em geral na adolescência, mas pode aparecer antes. Independentemente de avaliação biopsicossocial, as pessoas com diabetes tipo 1 terão direito a medicamentos pelo SUS, bem como a insumos necessários à aplicação da insulina e ao monitoramento da glicemia (índice de açúcar no sangue). Terão ainda direito a apoio psicossocial e orientações sobre o manejo da doença, incluindo programas de capacitação oferecidos pelo SUS e pelo sistema de saúde suplementar. Trabalho e estudo O projeto aprovado garante às pessoas com diabetes tipo 1 o porte e uso de glicosímetro, de sistema de monitoramento contínuo de glicose, de insulina, de bomba de insulina e de outros insumos necessários ao tratamento da doença, tanto em instituições de ensino quanto no ambiente de trabalho. Fica vedada qualquer forma de discriminação em razão da doença e de suas complicações ou do uso desses insumos, em ambientes públicos ou privados. Insulina Como o organismo da pessoa com diabetes tipo 1 não produz insulina, ela depende de doses regulares de insulina sintética, conforme medição contínua. Por isso, o projeto garante pausas durante a atividade escolar, jornada de trabalho ou prova de concurso público para monitoramento da glicemia, aplicação de insulina e consumo de alimentos. Para evitar episódios de hipoglicemia, quando há queda do nível de açúcar no sangue, o texto garante adaptação razoável de atividades em ambiente escolar e no trabalho, conforme laudo médico. Esse laudo passa a ter validade indeterminada, independentemente de ter sido emitido por profissional das redes de saúde pública ou privada. A pessoa também poderá pedir que seja incluída na Carteira de Identidade Nacional (CIN) sua condição específica a fim de facilitar o exercício dos direitos previstos ou contribuir para preservar a sua saúde, como em caso de um resgate. Concurso público As pessoas com diabetes tipo 1 terão direito ainda a condições especiais para a realização das provas como já ocorre para pessoas com deficiência ou em situação especial. Cardápios escolares O PL 5868/25 garante aos pais ou responsáveis legais de pessoas com diabetes tipo 1 acesso às informações nutricionais e ao cronograma das refeições oferecidas na escola, de forma clara e atualizada. Esses cardápios deverão ser adequados às necessidades nutricionais e, se houver solicitação, devem ser concedidos horários de alimentação flexíveis. Pais e responsáveis também poderão pedir adaptação da jornada de trabalho quando isso for necessário para acompanhar o tratamento do dependente. Para isso, devem ser feitos ajustes de horário, intervalos ou saídas, observadas as regras de compensação de jornada e demais normas trabalhistas aplicáveis, inclusive acordos e convenções coletivas de trabalho. Terão direito ainda, no sistema de saúde, a apoio psicossocial e a orientações sobre o manejo do diabetes mellitus tipo 1, incluindo programas de capacitação oferecidos. Campanhas Em relação ao poder público, o projeto determina a realização de campanhas de conscientização sobre a doença, suas particularidades e complicações e sobre os direitos garantidos pelo texto. A lei entrará em vigor depois de 180 dias de sua publicação. Incidência na população Estima-se que o Brasil tenha cerca de 600 mil pessoas com diabetes mellitus tipo 1, e quase um sexto desse grupo é composto por crianças e adolescentes. Essa condição crônica pode comprometer, temporariamente ou de forma irreversível, o funcionamento de vários órgãos, como rins e olhos, bem como aumentar o risco de doenças potencialmente letais, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que a proposta faz justiça a 600 mil pessoas. "Teremos essas pessoas com acesso a medicamentos do SUS, a horários especiais de trabalho e também a condições especiais na escola. Estamos dando um passo generoso para a inclusão", afirmou. O texto assegura que não haverá qualquer tipo de discriminação, segundo a deputada Erika Kokay. "Sem discriminação, com acesso ao tratamento, com avaliação biopsicossocial, com direitos", defendeu a deputada, elogiando a atuação de entidades que lutaram para aprovação do texto.Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias



Câmara aprova circuito junino em seis polos nordestinos.

Circuito inclui as cidades de Maracanaú (CE), Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Patos (PB), Petrolina (PE) e Juazeiro do Norte (CE).

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, proposta que institui o Circuito Nordestino de Quadrilhas Juninas, realizado anualmente em seis cidades nordestinas: Maracanaú (CE), Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Patos (PB), Petrolina (PE) e Juazeiro do Norte (CE). O objetivo é promover, valorizar e fomentar as manifestações juninas, em especial as quadrilhas, como patrimônio cultural imaterial do Nordeste. O texto segue agora para o Senado. De autoria da deputada Fernanda Pessoa (União-CE), o Projeto de Lei 1602/26 foi aprovado conforme substitutivoo do relator, deputado Yury do Paredão (MDB-CE). O relator incluiu a cidade cearense de Juazeiro do Norte no circuito. Entre os objetivos do circuito estão incentivar o turismo cultural e regional, promover a integração entre os municípios participantes e fortalecer a economia criativa e as cadeias produtivas locais. O texto inclui o circuito no calendário oficial de eventos do Ministério do Turismo como evento de interesse turístico e cultural nacional. A União poderá apoiar financeiramente e institucionalmente o circuito, em articulação com estados e municípios. Além disso, poderá promover campanhas de divulgação e fomentar parcerias público-privadas. Segundo Fernanda Pessoa, a proposta contempla municípios que se destacam nacionalmente pela grandiosidade, organização e impacto de seus eventos. "A criação do circuito permitirá a integração estruturada desses grandes polos, promovendo sinergia entre os eventos, otimização de recursos e fortalecimento de uma agenda turística coordenada", disse. Para a autora, a articulação vai evitar sobreposição de datas e incentivar a circulação de visitantes entre as cidades participantes. Yury do Paredão afirmou que a criação do Circuito Nordestino de Quadrilhas Juninas poderá contribuir de maneira decisiva para valorizar e fomentar esse patrimônio cultural e imaterial do Nordeste. "Os festejos juninos das cidades citadas se destacam nacionalmente e internacionalmente por sua grandiosidade e estrutura profissional, com importantes impactos positivos no fomento à economia local", declarou. Segundo o deputado Eduardo Bismarck (PV-CE), o circuito criará uma rota turística que valorizará a cultura nordestina e atrairá turistas. "Muitos outros destinos poderiam estar contemplados, mas entendo que estão lá as mais relevantes e, no futuro, outras tantas podem ser inseridas". A deputada Erika Kokay (PT-DF), vice-líder da maioria, afirmou que a força das quadrilhas resgata a história brasileira. "O chão que a gente pisa é parte da nossa construção como condição de sujeito. Essa é a força cultural do Brasil", disse. O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), citou que o maior São João do mundo é em Campina Grande. "Muito importante esse projeto, sobretudo pela cultura do Nordeste". Reportagem – Tiago Miranda Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Especialistas defendem estratégias de rastreabilidade e fiscalização no combate à mineração ilegal.

Deputado diz que o Brasil tem evasão maior que R$ 100 bilhões anuais.

Representantes dos principais órgãos de controle da mineração defenderam estratégias de fiscalização, durante audiência da Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre a “Agenda Brasil Legal” nesta terça-feira (26). O superintendente de fiscalização da Agência Nacional de Mineração (ANM), Fernando de Oliveira, citou a gravidade da exploração ilegal, sobretudo em relação ao ouro extraído da Amazônia. “Especificamente em Permissões de Lavra Garimpeira, nós temos mais de 3 mil e elas estão, na sua grande maioria, localizadas na Amazônia, que seria esse epicentro do garimpo ilegal no Brasil. De R$ 10 bilhões a R$ 20 bilhões teriam sido perdidos em arrecadação nos últimos cinco anos. A mineração ilegal causa destruição ambiental irreversível, viola direitos de povos indígenas e quilombolas e ainda financia atividades criminosas”, explicou. O ouro ilegal se mistura à cadeia produtiva legal, o que dificulta a rastreabilidade e o controle fiscal, com reflexos negativos para o Brasil no comércio internacional. Em 2023, a Polícia Federal criou a Diretoria de Amazônia e Meio Ambiente com foco na proteção das comunidades indígenas e ribeirinhas diante do avanço do garimpo ilegal na região. Responsável pelo órgão, o delegado Renato Arruda citou a estratégia em curso juntamente com Ibama, Funai e ANM. “Os garimpeiros dali, submetidos a condições degradantes, não têm acumulado riqueza. A estratégia da Polícia Federal é atingir quem não está com a mão na massa: é quem está se capitalizando ilegalmente. Porque o crime organizado é combatido atingindo o bolso”, afirmou. O delegado informou que, no ano passado, quase R$ 2 bilhões foram retirados de criminosos envolvidos em garimpo ilegal, exploração de madeira e grilagem de terra. O valor é equivalente a todo o orçamento anual de custeio da Polícia Federal. Representante do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM), Ecio Morais lembrou que, das cerca de 100 toneladas de ouro produzidas no Brasil, apenas 10% são processadas no país. Se esse índice chegasse a 30%, ele calcula que R$ 20 bilhões seriam agregados à economia brasileira. A maioria das exportações (98%) ocorre pela Alfândega de Guarulhos, em São Paulo, onde há cerca de 500 quilos de ouro apreendidos por irregularidades constatadas pela Receita Federal. O presidente da Comissão de Direito Minerário da OAB no Distrito Federal, Frederico Bedran, pediu reforço do monitoramento físico e digital de todos os minerais, desde a extração até a destinação final. “A gente discute minerais críticos hoje, minerais para a nova economia, o que requer que esses minérios sejam produzidos com uma baixa pegada de carbono. A rastreabilidade traz um brand para esses minérios e a gente realmente mostra, mundo afora, que o minério brasileiro tem uma pegada de carbono menor”, ressaltou. Propostas em análise Atualmente, há 11 projetos de lei de rastreabilidade mineral em análise na Câmara e no Senado. O coordenador da comissão, deputado Julio Lopes (PP-RJ), é autor de proposta (PL 1924/24) que cria uma espécie de Observatório Nacional do Sistema Mineral. “Segundo todos os relatórios da CNI na mineração, a gente tem uma evasão maior que R$ 100 bilhões anuais. E a ideia é a gente criar um sistema de monitoração e de acompanhamento digital e online do sistema mineral brasileiro. E isso, com as novas tecnologias satelitais, é absolutamente possível e barato. Porque o caro é o dano, o caro é o contrabando, o caro é a exploração indevida.” Durante a audiência, os especialistas admitiram a necessidade de correções na atual Permissão de Lavra Garimpeira (PLG), um formato simplificado que permite a exploração imediata (de ouro, diamante, cassiterita, columbita e outros minerais estratégicos), sem obrigatoriedade de pesquisa prévia. Também houve apelos por reforço da estrutura da agência reguladora.Reportagem –  José Carlos Oliveira Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão mista debate o uso de tecnologia no combate à violência contra a mulher.

Audiência pública discutirá aplicativos de denúncia, botões do pânico e inteligência artificial como ferramentas de proteção.

A Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher realiza, nesta quarta-feira (27), audiência pública para discutir o uso de tecnologias como ferramentas de apoio no combate à violência contra mulheres. O debate será realizado às 14h30, na Ala Nilo Coelho, plenário 2, do Senado Federal. A audiência será interativa. Segundo a presidente da comissão, deputada Luizianne Lins (Rede-CE), a violência contra a mulher continua sendo um grave problema social e de direitos humanos, o que exige o fortalecimento das estratégias de prevenção, denúncia e proteção às vítimas. A parlamentar afirma que tecnologias como aplicativos de denúncia, monitoramento eletrônico de agressores, botões do pânico, inteligência artificial e plataformas digitais de acolhimento podem ampliar a proteção às mulheres e agilizar a resposta das autoridades. Da Redação – AC Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Centrais sindicais temem vulnerabilidade de categorias não contempladas pelas regras da PEC 6x1.

Sindicalistas questionam exclusão de trabalhadores com salários mais altos e prazo para terceirizados; votação pode ocorrer nesta quarta-feira.

Em reunião com os parlamentares da comissão especial que analisa o fim da escala de trabalho 6x1, representantes de centrais sindicais mostraram preocupação com os trabalhadores que ficarem de fora da redução de jornada para 40 horas semanais. De acordo com o coordenador do Fórum das Centrais Sindicais, Lúcio Clemente, o problema está na restrição ao benefício de acordo com o salário do trabalhador.  texto apresentado pelo relator prevê que as regras não se aplicam aos profissionais com curso universitário que ganhem mais de duas vezes e meia o teto de remuneração da Previdência Social, o equivalente hoje a R$ 21.188. Os trabalhadores poderão negociar as jornadas individualmente com os patrões. Para Lúcio Clemente, essa norma reduz a proteção desses trabalhadores. Isso é uma preocupação grande, porque os efeitos do ponto de vista do impacto sobre o conjunto das categorias podem não ser pequenos. É difícil de mensurar agora, mas nós estamos falando de parte da força de trabalho que, em geral, poderá ficar fora da proteção sindical dos acordos e convenções coletivas”, alertou. Lúcio Clemente afirmou ainda que as centrais de trabalhadores discordam do prazo concedido para a adequação dos contratos de trabalhadores terceirizados do setor público. A proposta prevê que as empresas, nesse caso, terão até um ano para promover a mudança de jornada. Para o sindicalista, a transição deveria ser a mesma dos demais empregados. Relatório  relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), apresentou o texto na segunda-feira (25). A proposta assegura a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição do salário, e garante duas folgas semanais, uma preferencialmente aos domingos. No caso das folgas, o direito será assegurado assim que a emenda constitucional entrar em vigor. Já a jornada será reduzida para 42 horas por semana 60 dias depois da vigência da norma e para 40 horas, 12 meses depois desse período. Integrantes da comissão afirmaram que a votação da proposta pode ocorrer nesta quarta-feira na Câmara dos Deputados. O presidente do colegiado, deputado Alencar Santana (PT-SP), adiantou que vai reabrir a sessão de debate sobre o texto às 10 horas da manhã para tentar concluir a votação até as 17 horas. Segundo o parlamentar, se a comissão aprovar a proposta nesse período, o presidente da Câmara, Hugo Motta, se comprometeu a votar o texto no plenário no mesmo dia. “Se a gente conseguir isso, o presidente Hugo Mota vai levar essa matéria amanhã à noite ainda para o plenário. Se a gente não conseguir, vai ficar na feira, mas vamos trabalhar amanhã, tentando ali garantir a votação em comissão a tempo de levar o plenário amanhã à noite – até porque é quarta-feira, é um dia em que aqui é a Casa tem forte presença, o que é bom”, disse.Mobilização Os deputados presentes à audiência pública foram unânimes em pedir mobilização para garantir que o texto seja aprovado. A deputada Erika Hilton (Psol-SP), autora de uma das propostas que deu origem à mudança, pediu atenção total à votação. “Nós teremos que permanecer vigilantes, lutando contra os inimigos da classe trabalhadora, que irão fazer todas as manobras possíveis para tentar destruir o texto. Depois de votado aqui na Câmara dos Deputados, nós vamos ter que continuar nossa articulação e nossa mobilização, porque no Senado não tem nada dado. O Senado já está tentando fazer algumas manobras. Eles estão pensando: ‘vamos então deixar passar aqui, o pessoal vai dar uma esquecidinha, e depois a gente massacra o texto no Senado’”, disse ela.Reportagem – Maria Neves Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias






CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

Comissão de Constituição e Justiça pode votar hoje proposta que reduz maioridade penal para 16 anos.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados pode discutir e votar, nesta quarta-feira (27), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/15, que estabelece a maioridade civil e penal aos 16 anos de idade. A reunião deliberativa, que tem esta proposta como único item da pauta, será realizada às 10 horas, no plenário 1. A proposta é de autoria do ex-deputado Gonzaga Patriota (PE). O parecer apresentado pelo relator, deputado Coronel Assis (PL-MT), é favorável à admissibilidade da PEC na CCJ, com emendas. Se acolhida, a medida ainda terá de ser discutida por uma comissão especial. A Constituição Federal estabelece atualmente que menores de 18 anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas da legislação especial. Na semana passada, a CCJ chegou a se reunir para analisar a proposta, mas o presidente da comissão, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), em razão do início da Ordem do Dia do Plenário, que impede outras votações na Casa. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DEFESA NACIONAL

Comissão ouve ministro da Justiça e Segurança Pública sobre a atuação internacional da Polícia Federal.

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados realiza, nesta quarta-feira (27), reunião para ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, sobre a atuação internacional da Polícia Federal. O ministro foi convocado a pedido dos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS), Helio Lopes (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ). Eles querem  esclarecimentos sobre os órgãos envolvidos em operação de monitoramento de cidadão brasileiro nos Estados Unidos, os dados compartilhados com autoridades estrangeiras, os instrumentos jurídicos utilizados, eventual autorização judicial para monitoramento indireto de bens e deslocamentos, e os limites operacionais da atuação da Polícia Federal no exterior. O debate será realizado às 9 horas, no plenário 3. Além disso, os parlamentares querem ouvir Wellington César Lima e Silva sobre a crise diplomática com os Estados Unidos, a expulsão de um delegado da Polícia Federal do território norte-americano e outros assuntos de competência do Ministério. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 26 de maio de 2026

Petróleo abre a semana abaixo de US$ 100 diante de possível acordo entre Irã e EUA.

Na abertura do pregão, às 19h deste domingo (24), o barril do tipo Brent -referência mundial- estava sendo negociado a US$ 99, queda de 5% em relação ao fechamento do mercado na sexta-feira (22).

 O preço do petróleo abriu a semana em queda com o mercado internacional repercutindo um possível acordo entre o Irã e os Estados Unidos para o fim da guerra.Na abertura do pregão, às 19h deste domingo (24), o barril do tipo Brent -referência mundial- estava sendo negociado a US$ 99, queda de 5% em relação ao fechamento do mercado na sexta-feira (22). O petróleo WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, abriu a semana cotado em US$ 92, valor 5% inferior ao do encerramento do mercado na sexta. Ambos os contratos de petróleo atingiram o menor nível desde 7 de Maio. Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o bloqueio americano no estreito de Hormuz continuaria em vigor enquanto um acordo com o Irã não fosse "alcançado, certificado e assinado". "As negociações estão procedendo de forma ordenada e construtiva, e informei meus representantes que não se precipitassem porque o tempo está ao nosso lado. O bloqueio continuará em força e efeito total até que um acordo seja alcançado, certificado e assinado", escreveu Trump em publicação na rede Truth Social. Segundo a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim, um possível acordo para o fim da guerra levaria o número de navios autorizados a transitar pelo estreito de Hormuz a normalizar em 30 dias. O bloqueio naval deve ser completamente suspenso em 30 dias, de acordo com um memorando de entendimento, disse a Tasnim, acrescentando que parte dos fundos congelados do Irã deve ser liberada na primeira fase. No sábado (23), Trump disse que o acordo com o país persa estava nos detalhes finais. A declaração deste domingo parece contradizer o sinal de avanço do dia anterior, mas a leitura no mercado internacional de petróleo indica otimismo com a normalização de Hormuz.De acordo com agências de notícias do Omã, autoridades do país e do Irã se reuniram neste domingo para discutir princípios para uma governança da liberdade de navegação em Hormuz. O país da península arábica foi um dos menos atingidos por ataques retaliatórios iranianos, que miraram em particular outros países árabes da região com forte presença americana em bases militares, como Qatar e Emirados Árabes Unidos. O analista da MST Marquee Saul Kavonic disse que, apesar de todas as ressalvas e riscos que ainda cercam o acordo de paz, agora há alguma luz no fim do túnel, o que deve trazer um alívio de curto prazo para os preços do petróleo. No entanto, analistas esperam que sejam necessários meses para que os fluxos de petróleo pelo estreito voltem ao normal e para que instalações danificadas sejam reparadas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Cartão de crédito: veja como controlar gastos e evitar dívidas.

Acompanhar a fatura, limitar parcelamentos e evitar o pagamento mínimo estão entre as principais medidas para usar o cartão sem comprometer o orçamento. Aplicativos bancários também ajudam no controle das despesas do dia a dia.

O cartão de crédito pode facilitar pagamentos, ajudar na organização financeira e oferecer benefícios como cashback e programas de pontos. Mas o uso sem controle também pode virar uma fonte de dívidas, principalmente por causa dos juros altos do crédito rotativo.Para evitar problemas, o primeiro passo é entender quanto entra e quanto sai do orçamento todos os meses. Ter clareza sobre despesas fixas, gastos variáveis e parcelas já assumidas ajuda a definir um valor seguro para usar no cartão. Aplicativos bancários e planilhas financeiras também podem ajudar no acompanhamento dos gastos e evitar surpresas na fatura. Outro cuidado importante é não considerar o limite liberado pelo banco como dinheiro disponível. O ideal é estabelecer um teto pessoal para os gastos mensais, compatível com a renda e com os compromissos financeiros já existentes. Também é recomendável evitar o pagamento mínimo da fatura. Quando isso acontece, o valor restante entra no crédito rotativo, modalidade que possui alguns dos juros mais altos do mercado. Para manter as contas em ordem, a orientação é pagar o valor total até a data de vencimento. Alguns hábitos simples ajudam no controle financeiro: • acompanhar os gastos pelo aplicativo do banco; • consultar a fatura regularmente; • ativar notificações de compras em tempo real; • programar débito automático; • escolher uma data de vencimento próxima ao recebimento do salário; • monitorar cobranças indevidas ou suspeitas. O parcelamento de compras também exige atenção. Apesar de ajudar em aquisições de maior valor, o excesso de parcelas pode comprometer o orçamento dos meses seguintes sem que a pessoa perceba.Antes de dividir uma compra, vale avaliar se ela é realmente necessária, quantas parcelas já estão em andamento e se o valor continuará cabendo no orçamento futuramente. Concentrar os gastos em um único cartão também costuma facilitar a organização financeira. Além de reduzir o risco de esquecer vencimentos, isso ajuda no acompanhamento da fatura e no controle do consumo mensal. Usado com planejamento e acompanhamento frequente, o cartão de crédito pode funcionar como uma ferramenta de organização financeira sem comprometer o orçamento. O parcelamento também exige atenção. Embora possa ser útil em compras de maior valor, o acúmulo de parcelas reduz a renda disponível nos meses seguintes e pode comprometer o orçamento sem que o consumidor perceba. Antes de parcelar, vale avaliar se a compra é realmente necessária, quantas parcelas já estão em andamento e se o valor continuará cabendo no orçamento futuramente. Outra orientação comum é concentrar os gastos em um único cartão. Segundo especialistas, usar muitos cartões dificulta o controle financeiro, aumenta o risco de atrasos e favorece compras impulsivas.Além de facilitar o acompanhamento da fatura, concentrar despesas em apenas um cartão também pode melhorar o acúmulo de pontos e cashback. Manter a disciplina e monitorar os gastos frequentemente são as principais formas de usar o cartão de crédito de maneira saudável e evitar o endividamento.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Demitido pelo São Paulo, Hernán Crespo vira prioridade para assumir Racing.

Racing vê Hernán Crespo como principal alvo para substituir Gustavo Costas após eliminação precoce na Copa Sul-Americana. Ex-técnico do São Paulo está livre no mercado desde março, mas negociação é considerada complicada nos bastidores do clube argentino.

 O Racing tem Hernán Crespo como prioridade para assumir o comando da equipe após a saída de Gustavo Costas.CRESPO NA MIRA A diretoria trabalha para aproveitar a pausa para a Copa e definir um novo treinador, e vê o ex-São Paulo como alvo principal para o cargo. A mudança acontece após o fim da terceira passagem de Costas pelo clube. O treinador de 63 anos não resistiu ao empate por 2 a 2 com o Caracas, resultado que selou a eliminação precoce do Racing ainda na fase de grupos da Copa Sul-Americana. Além da campanha continental ruim, também pesou a trajetória irregular no Torneo Apertura, em que a equipe avançou aos playoffs apenas em oitavo lugar e caiu nas quartas de final. Internamente, a avaliação é de que o período sem jogos durante a pausa para a Copa pode ser determinante para reorganizar o projeto esportivo e iniciar um novo ciclo no comando técnico. O UOL ouviu de fontes ligadas ao negócio que operação é considerada "difícil" nos bastidores. Costas deixa o Racing com dois títulos conquistados em dois anos e meio: a Copa Sul-Americana de 2024 e a Recopa Sul-Americana de 2025, vencida justamente sobre o Botafogo. Livre no mercado desde março, Hernán Crespo deixou o comando do São Paulo e acabou substituído por Roger Machado, escolhido pela diretoria após a eliminação na semifinal do Paulista, mesmo com o time na parte de cima do Brasileirão no início da temporada. A troca, porém, não surtiu efeito: Roger permaneceu apenas cerca de dois meses no cargo, caiu após eliminação precoce na Copa do Brasil e abriu espaço para uma nova mudança, com a chegada de Dorival Júnior.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

WhatsApp prepara recurso para mostrar quem está online no app.

Nova função em teste no WhatsApp para iPhone reunirá em uma única área os contatos que estiveram ativos recentemente. Ferramenta também permitirá destacar favoritos e seguirá respeitando as configurações de privacidade dos usuários.

O WhatsApp está desenvolvendo um novo recurso na versão beta do aplicativo para iPhone que permitirá aos usuários visualizar quais contatos estão online ou estiveram ativos recentemente.A novidade foi identificada pelo site WABetaInfo, especializado em acompanhar atualizações da plataforma. Segundo a publicação, o aplicativo ganhará uma nova área dedicada a mostrar quais contatos estão disponíveis para conversar naquele momento. Atualmente, o WhatsApp já permite saber se uma pessoa está online. Para isso, basta abrir a conversa com o contato e verificar se aparece a indicação “online” abaixo do nome do usuário. O problema é que, para conferir a disponibilidade de vários contatos, é necessário abrir conversa por conversa. Com a nova funcionalidade, essa verificação ficará centralizada em um único espaço dentro do aplicativo. “Essa área mostrará contatos que estiveram online recentemente, facilitando saber quem está disponível”, informou o WABetaInfo. Segundo o site, o recurso ficará localizado nas configurações do aplicativo, logo abaixo da foto de perfil do usuário. “Dentro dessa área, os usuários encontrarão seus contatos favoritos para acesso rápido. O WhatsApp exibirá até quatro contatos favoritos nesse espaço. Esse layout tornará mais prática a comunicação com os contatos favoritos”, acrescentou a publicação. A ferramenta também permitirá personalizar quais contatos aparecerão nessa área. Além disso, os usuários continuarão podendo ocultar suas informações de atividade para outras pessoas. “Como resultado, a visibilidade nessa área de contatos dependerá sempre das configurações de privacidade”, destacou o WABetaInfo. Por enquanto, o recurso segue em fase de testes na versão beta do WhatsApp para iPhone e ainda não há previsão oficial para o lançamento da novidade para todos os usuários.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Entenda o que é hipoglicemia, que pode ter matado Gabriel Ganley aos 22 anos.

A hipoglicemia clínica acontece quando os níveis de glicose caem abaixo de 70 miligramas por decilitro de sangue. O quadro só é considerado perigoso, porém, quando os valores são menores do que 54 mg/dL.

 A notícia da morte do influencer Gabriel Ganley, 22, neste sábado (23), repercutiu no mundo do fisioculturismo. Ele era um dos maiores produtores de conteúdo da indústria fitness brasileira, com mais de 1,6 milhão de seguidores nas redes sociais.A causa da morte não foi oficialmente divulgada. No entanto, segundo o portal Léo Dias e o blog Músculo, desta Folha, uma das hipóteses seria uma crise de hipoglicemia, caracterizada pela falta de açúcar (glicose) no sangue. A glicose é o principal combustível do corpo humano. Ela é obtida principalmente a partir do consumo de carboidratos. A hipoglicemia clínica acontece quando os níveis de glicose caem abaixo de 70 miligramas por decilitro de sangue. O quadro só é considerado perigoso, porém, quando os valores são menores do que 54 mg/dL. Enquanto a hipoglicemia leve gera mal-estar e desgaste, a hipoglicemia grave representa um risco real de morte. Segundo o endocrinologista Bruno Geloneze, pesquisador da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), como o cérebro usa quase exclusivamente glicose para funcionar, se a falta de açúcar não for corrigida rapidamente, há um colapso por falta de combustível. "Existe um termo para isso: neuroglicopenia. 'Neuro', de neurônio; 'glicopenia', falta de glicose. Isso pode levar rapidamente à perda de consciência, convulsão, coma e até à morte", afirma. USO ESTÉTICO DA INSULINA No caso de Ganley, a suspeita de hipoglicemia está associada ao uso de hormônios para ganho de massa muscular. Segundo relato do próprio influencer, ele passou a fazer uso das substâncias em Junho de 2025, buscando competir na mais tradicional e prestigiosa categoria do fisioculturismo, a Open. A insulina, explica Genoleze, é um hormônio de função anabólica e anticatabólica. "Anabólica porque joga nutrientes para dentro das células, principalmente musculares. Anticatabólica porque impede a quebra de proteínas.""No chamado 'fisiculturismo moderno', muitas vezes existe uso ilícito de insulina", diz o especialista. "Muitas vezes ela é combinada com esteroides anabolizantes e hormônios do crescimento." Assim, uma crise hipoglicêmica pode ocorrer por erro no cálculo da ingestão de carboidrato associado ao uso de insulina ou pela falta do monitoramento adequado da glicose. Conforme o endocrinologista, um caso de hipoglicemia aguda é raríssimo em não diabéticos que não estejam usando insulina. "Isso não acontece simplesmente porque alguém treinou demais ou fez uma dieta restritiva", afirma o médico. "Toda vez que a glicose cai um pouco, o organismo diminui a produção de insulina e começa a liberar glicose dos estoques, principalmente o fígado". "Uma pessoa saudável que fez um exercício muito intenso e não se alimentou adequadamente pode ter uma hipoglicemia leve. Isso porque, durante exercício intenso, principalmente em quem tem grande massa muscular, a captação de glicose é muito alta", diz ele. Nesse caso, os sintomas são tontura, suor, mal-estar, fraqueza e necessidade de comer. Mas, como a pessoa continua acordada, consegue se alimentar e restaurar os níveis de glicose no sangue. Já no caso da crise aguda, os sintomas são confusão mental, perda da coordenação motora e até mesmo convulsões. Se o quadro não for revertido, chega ao coma, que pode evoluir em questão de minutos para uma parada cardíaca fatal. "É justamente isso que torna qualquer tentativa de resgate extremamente difícil", afirma Genoleze. O uso irregular de insulina por não diabéticos também aumenta o risco de arritmias cardíacas e, quando é feito por tempo prolongado, pode fazer o organismo criar resistência à substância, levando, no futuro, à diabetes. O pesquisador da Unicamp alerta para a disseminação indiscriminada de informações sem embasamento científico dentro da cultura fitness e do fisioculturismo. "Há fóruns online, redes sociais, influenciadores, que dão inclusive protocolos de orientação não regulamentada: tabela de insulina, tabela de equivalência, quanto que deve usar de carboidrato, técnicas de aplicação... Isso é um completo absurdo da chamada 'bro science', a 'ciência de brother para brother'." "Isso faz com que a fronteira entre o uso seguro e o uso perigoso e letal seja muito tênue, especificamente, para o uso da insulina", ressalta Genoleze.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

China lança missão Shenzhou-23; astronauta ficará um ano no Espaço.

Missão Shenzhou-23 levará três astronautas à estação espacial Tiangong, onde um deles passará um ano inteiro em órbita pela primeira vez. Experiência será usada pela China para estudar os efeitos da longa permanência no espaço antes de futuras viagens à Lua e Marte.

A China deu mais um passo em sua corrida espacial neste domingo (24) ao lançar a missão Shenzhou-23, considerada estratégica para os planos do país de enviar astronautas à Lua até 2030.O foguete Longa Marcha 2F decolou do Centro de Lançamento de Jiuquan, no deserto de Gobi, no noroeste chinês, levando três astronautas rumo à estação espacial Tiangong, conhecida como “Palácio Celestial”. A missão marca um momento histórico para o programa espacial chinês: pela primeira vez, um astronauta do país deverá permanecer um ano inteiro no espaço. Até agora, as estadias na estação espacial chinesa duravam cerca de seis meses. A longa permanência em órbita será usada para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano, etapa considerada essencial para futuras viagens tripuladas à Lua e até mesmo para missões a Marte. Entre os tripulantes está Li Jiaying, de 43 anos, que se tornou o primeiro astronauta de Hong Kong a participar de uma missão espacial chinesa. Antes de entrar para o programa espacial, ele trabalhava como policial no território semiautônomo. A tripulação também é formada por Zhu Yangzhu, engenheiro aeroespacial de 39 anos, e Zhang Zhiyuan, ex-piloto da força aérea chinesa, que fará sua primeira viagem ao espaço. Segundo a Agência Espacial Tripulada da China (CMSA), ainda não foi definido qual dos astronautas permanecerá um ano completo na Tiangong. A decisão dependerá do andamento da missão. Além dos estudos sobre permanência prolongada no espaço, os astronautas realizarão experimentos ligados à medicina, física, materiais e ciências biológicas. Os cientistas pretendem analisar efeitos como perda de densidade óssea, atrofia muscular, exposição à radiação, distúrbios do sono e desgaste psicológico.“O maior desafio será justamente o impacto sobre o corpo humano”, explicou à agência AFP o astrofísico Richard de Grijs, professor da Universidade Macquarie, na Austrália. O especialista também destacou a importância da confiabilidade dos sistemas de reciclagem de água e ar, além da capacidade de lidar com emergências médicas longe da Terra. “A China se tornou muito competente nessas áreas, mas passar um ano no espaço coloca os equipamentos e a tripulação em um nível operacional completamente diferente das missões mais curtas”, afirmou. O lançamento faz parte da estratégia chinesa de ampliar sua presença espacial e disputar protagonismo com os Estados Unidos, que desenvolvem o programa Artemis para retornar à superfície lunar. Pequim trabalha atualmente no desenvolvimento da espaçonave Mengzhou, chamada de “Nave dos Sonhos”, que deverá substituir a atual Shenzhou nas futuras missões tripuladas à Lua. O governo chinês também planeja construir até 2035 a primeira parte de uma base científica permanente na Lua, batizada de Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS). Nas últimas décadas, a China acelerou fortemente seus investimentos espaciais. Em 2019, o país se tornou o primeiro do mundo a pousar uma sonda no lado oculto da Lua. Dois anos depois, conseguiu colocar um robô em Marte. A criação da estação espacial Tiangong ganhou força após a China ser excluída da Estação Espacial Internacional em 2011, quando os Estados Unidos proibiram a Nasa de cooperar com o programa espacial chinês.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Por que sentimos tontura ao levantar rápido? Médico explica.

Sensação de cabeça girando ao se levantar pode estar ligada à queda momentânea da pressão arterial, mas também pode indicar desidratação, anemia ou outros problemas de saúde. Especialistas alertam para sintomas que merecem atenção médica.

Levantar rápido da cama ou da cadeira e sentir a cabeça girar é uma situação bastante comum. Mas por que isso acontece?Segundo o médico Donald Grant, em entrevista ao jornal Huffington Post, a tontura ao se levantar costuma estar relacionada a mudanças rápidas na pressão arterial. “Sentir tontura ao se levantar pode ser normal e geralmente acontece devido a alterações na pressão arterial, o que faz com que o cérebro receba menos fluxo sanguíneo por alguns instantes”, explicou o especialista. De acordo com ele, isso é especialmente frequente após longos períodos sentado ou deitado. No entanto, Grant alerta que nem sempre a tontura deve ser ignorada, já que o sintoma também pode indicar outros problemas de saúde. Uma das causas mais comuns é a chamada hipotensão ortostática, caracterizada pela queda repentina da pressão arterial ao passar da posição sentada ou deitada para a posição em pé. Outros sintomas incluem visão embaçada, fraqueza, confusão mental e náusea”, destacou o médico. Se os episódios forem frequentes, a recomendação é procurar avaliação médica. O que são tonturas? Segundo informações divulgadas pela CUF, rede de saúde portuguesa, o termo “tontura” é usado para descrever diferentes sintomas, como sensação de fraqueza, desequilíbrio, vertigem, cabeça leve ou sensação de desmaio. As manifestações mais comuns incluem falsa sensação de movimento ou rotação, perda de equilíbrio, instabilidade, sensação de cabeça pesada e até impressão de estar “flutuando”. Outras possíveis causas Além da pressão baixa, a desidratação também pode provocar tontura. “As tonturas também podem ser causadas pela desidratação. Por isso, é importante beber bastante líquido todos os dias, especialmente nos períodos mais quentes”, orientou Donald Grant.Segundo o médico, embora a necessidade de hidratação varie conforme idade, clima e condições de saúde, a recomendação geral costuma ser consumir entre seis e oito copos de líquidos diariamente. Alguns medicamentos e doenças também podem estar associados ao sintoma, incluindo anemia, diabetes e problemas cardíacos. uando procurar um médico? onald Grant afirma que a tontura merece atenção médica quando passa a ocorrer com frequência ou surge de forma repentina e intensa. Se as tonturas acontecerem com frequência ou piorarem de repente, procure atendimento médico. Um profissional poderá orientar melhor sobre as possíveis causas e tratamentos”, explicou. ambém é importante buscar ajuda médica caso a tontura venha acompanhada de sintomas como zumbido no ouvido, visão dupla, dormência no rosto, braços ou pernas, alterações nos batimentos cardíacos, desmaio, dor de cabeça ou náusea.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Trump diz que não há pressa para acordo com Irã.

Donald Trump afirmou que os Estados Unidos não têm pressa para fechar um acordo com o Irã e avisou que o bloqueio naval contra o país seguirá em vigor até a assinatura de um entendimento final. Negociações incluem o destino do urânio enriquecido iraniano e a possível flexibilização de sanções econômicas.

Donald Trump disse que orientou seus representantes a não se apressarem para fechar um acordo com o Irã e afirmou que o bloqueio naval dos EUA vai continuar até a assinatura de um texto final.Trump afirmou que o bloqueio dos EUA a navios e portos iranianos seguirá em vigor até um acordo ser alcançado, certificado e assinado. Em publicação na rede Truth Social, ele disse que "ambos os lados devem levar seu tempo e fazer as coisas direito".  presidente dos EUA disse que 'não há pressa' para concluir o entendimento e que o tempo joga a favor de Washington. Segundo a agência Reuters, uma autoridade sênior do governo dos EUA disse que a Casa Branca não esperava um acordo neste domingo, e que um anúncio poderia levar dias por depender de aval de autoridades iranianas, incluindo o líder supremo, Mojtaba Khamenei. m esboço de proposta em negociação prevê que Teerã entregue o urânio enriquecido que mantém hoje. Segundo uma autoridade regional citada pela Associated Press, o destino do material seria definido em novas rodadas em um prazo de 60 dias, com a possibilidade de diluição de parte do estoque e envio do restante a um terceiro país. A Agência Internacional de Energia Atômica afirma que o Irã tem 440,9 kg de urânio enriquecido a 60%. Esse nível, de acordo com a agência, está a um passo técnico do patamar de 90% considerado grau de armamento.  texto em discussão também inclui medidas sobre navegação e sanções. Autoridades disseram que o Estreito de Hormuz seria reaberto de forma gradual em paralelo ao fim do bloqueio dos EUA, e que Washington poderia permitir que o Irã volte a vender petróleo com dispensas de sanções e negociar a liberação de recursos iranianos congelados no exterior. PONTOS QUE AINDA TRAVAM AS NEGOCIAÇÕES A questão nuclear deve ficar para uma etapa posterior, segundo autoridades americanas e iranianas. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que não é possível resolver um compromisso nuclear "em 72 horas", e o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, afirmou que o tema não faz parte desta etapa. Israel pressiona por exigências mais duras e diz que um acordo final precisa eliminar 'a ameaça nuclear'. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que isso envolve desmantelar instalações de enriquecimento e retirar o material nuclear enriquecido do território iraniano, além de manter "liberdade de ação" contra ameaças, inclusive no Líbano.Um cessar-fogo entre Irã e EUA está em vigor desde 8 de abril, mas é descrito como frágil. Trump tem dito que busca um acordo para encerrar o conflito iniciado em 28 de Fevereiro, e autoridades americanas afirmam que a negociação dos detalhes sobre medidas nucleares levaria mais tempo. O rascunho citado pela Associated Press também menciona o fim da guerra entre Israel e Hezbollah e um compromisso de não interferência na região. Em discurso na TV, o líder do Hezbollah, Naim Qasem, disse esperar um acordo que inclua uma trégua no Líbano e afirmou que o desarmamento do grupo é inaceitável.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Detecção de variantes de coronavírus no esgoto pode antecipar alta de internações por Covid.

Estudo publicado na revista Science aponta que a diversidade genética do coronavírus encontrada no esgoto pode prever com mais precisão novas ondas de Covid e aumento de hospitalizações, funcionando como um alerta antecipado até duas semanas antes da alta de casos.

 A análise do Sars-CoV-2 presente na rede de esgoto pode ser adotada para monitorar transmissões comunitárias de Covid. Mas a maior parte desse processo se concentra na quantidade de material genético viral encontrado nas amostras, dado que pode refletir tanto múltiplas infecções quanto uma única pessoa com carga viral elevada.Agora, uma nova pesquisa conseguiu demonstrar que a diversidade genética do Sars-CoV-2 nas redes de esgoto é um melhor preditivo para incidência de casos na população do que a carga viral. Segundo o modelo proposto, há uma forte correlação entre a ocorrência de variantes do vírus nas amostras coletadas e a incidência de novos casos e hospitalizações pela doença registrados em 1 a 2 semanas depois.  estudo, publicado na revista Science no último dia 14, foi conduzido por Dustin Hill, do departamento de Saúde Pública da Escola Maxwell de Cidadania e Assuntos Públicos de Syracuse (Estados Unidos) e pesquisadores da Universidade de Syracuse, do departamento de Saúde Estadual de Nova York e da Universidade de Albany, todos no estado de Nova York. s cientistas analisaram 12.290 sequências do coronavírus obtidas em amostras coletadas na rede de esgoto entre Jneiro de 2023 e Aril de 2025 em 194 locais no estado de Nova York. A análise buscou não apenas quanto vírus havia nas amostras, mas quão geneticamente diverso ele era, usando diferentes métricas de variabilidade molecular. e acordo com os autores, a diversidade genética parece refletir melhor a dinâmica real de transmissão do vírus na população. Isso porque a concentração viral no esgoto pode sofrer influência de diferenças individuais na eliminação do vírus pelas fezes, degradação do material genético ao longo da rede sanitária e fatores ambientais, como chuvas. egundo Hill, três medidas distintas de diversidade genética mostraram associação mais forte com novos casos. "Ao longo do tempo, a variabilidade genética do vírus aumenta e depois cai, e esse padrão acompanha o número de novas infecções e hospitalizações. Quando a diversidade cresce, mais pessoas adoecem; quando ela cai, as taxas de infecção diminuem", diz ele. As análises estatísticas indicaram ainda que o aumento da diversidade genética do vírus no esgoto antecedeu em uma a duas semanas o crescimento de internações por Covid, sugerindo que o método pode funcionar como um sistema de alerta precoce para o agravamento da transmissão da doença."Nós já sabíamos que a concentração de vírus no esgoto oferecia uma capacidade preditiva de uma a duas semanas para hospitalizações. Mas a diversidade genética trouxe um sinal ainda mais forte", diz David Larsen, também do departamento de Saúde Pública de Syracuse e coordenador do projeto. A diversidade genética funciona como uma lente para observar não apenas como o vírus evolui, mas também como responde ao mundo humano -às estações do ano, vacinas, tratamentos e circulação de pessoas", afirma Ian Vasconcellos Caldas, pesquisador brasileiro da Universidade de Syracuse e um dos autores do estudo. Apesar do potencial, os pesquisadores dizem que a técnica ainda enfrenta barreiras. A principal delas, segundo Hill, é o tempo necessário para processar e sequenciar as amostras, que pode chegar a duas semanas. Além disso, o método exige equipamentos de sequenciamento genético mais caros e complexos do que os utilizados em testes convencionais de PCR. Na avaliação dos autores, a abordagem pode futuramente ser aplicada também para outros patógenos, como influenza e VSR (vírus sincicial respiratório). "É difícil contar todas as árvores de uma floresta, mas basta uma para saber se ela tem muitas espécies diferentes ou poucas", diz Caldas. "Estamos vendo muitos avanços em técnicas de sequenciamento, inclusive abordagens metagenômicas [análise do DNA ambiental], que analisam amostras sem buscar um único patógeno específico", afirma Larsen. "A diversidade genética pode ajudar não apenas a detectar quais vírus estão circulando, mas também a inferir como a transmissão está acontecendo e se as medidas de controle estão funcionando.""Minha esperança é que nosso estudo encoraje pesquisadores a investir mais nessa tecnologia. A literatura científica já sugere que diversidade genética pode ser um elemento importante para prevenção de doenças", diz Hill.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


Vídeos mostram caos em Kiev após chuva de mísseis e drones russos.

A polícia ucraniana revelou as imagens das câmaras corporais onde é possível ver os primeiros minutos depois de Kiev ser atingida por intensos bombardeamentos russos, no domingo. Segundo a Força Aérea da Ucrânia, a Rússia utilizou mais de 600 drones e mísseis de vários tipos.

A polícia da Ucrânia divulgou vídeos gravados por câmeras corporais de agentes que mostram os primeiros momentos após os bombardeios russos que atingiram Kiev na madrugada de domingo. Segundo a Força Aérea ucraniana, a ofensiva envolveu mais de 600 drones e mísseis de diferentes tipos.As imagens foram publicadas nas redes sociais por Oleksiy Biloshytskyi, vice-chefe do Departamento de Polícia de Patrulha da Ucrânia. Na publicação, ele afirmou que os policiais estiveram entre os primeiros a chegar aos locais atingidos na capital e ajudaram vítimas ao lado de equipes de resgate, bombeiros e paramédicos. Os vídeos mostram cenários de destruição, com fumaça, escombros espalhados pelas ruas e incêndios em áreas residenciais. Também é possível ver moradores feridos recebendo atendimento e pessoas sendo retiradas de apartamentos danificados. Em um dos resgates, vítimas são retiradas pela janela com a ajuda de tábuas de madeira improvisadas. egundo autoridades ucranianas, esta foi a terceira vez que a Rússia utilizou um míssil com capacidade para transportar ogivas nucleares ou convencionais durante a guerra.  ataque aconteceu durante a madrugada de domingo e teve Kiev como principal alvo. De acordo com autoridades locais, ao menos quatro pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na capital e em regiões próximas.  Força Aérea da Ucrânia informou ter derrubado 549 drones russos e interceptado 55 mísseis durante a ofensiva. Entre os armamentos utilizados por Moscou estavam mais de 30 mísseis balísticos e 54 mísseis de cruzeiro.  governo russo afirmou que os bombardeios foram uma resposta ao ataque realizado por Kiev na quinta-feira contra uma residência estudantil em Lugansk, região ocupada pela Rússia. Segundo Moscou, o episódio deixou ao menos 21 mortos e mais de 40 feridos.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria cadastro de creches sob coordenação do Ministério da Educação.

Proposta altera o Marco Legal da Primeira Infância; texto segue em análise na Câmara. A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infânci...