CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Chocolate, queijo, azeite e molho de tomate podem ficar mais baratos com acordo entre UE e Mercosul.

 

Os azeites produzidos nos países europeus, taxados em 10%, terão a alíquota zerada a partir do 15º ano, mas também já ficarão mais baratos a partir do primeiro ano de vigência, devido aos cortes graduais.

O acordo entre União Europeia e Mercosul aprovado na sexta-feira (9) pelos países europeus pode baratear produtos bastante consumidos pelo brasileiro e conhecidos pela qualidade na Europa, como chocolates, queijos, azeites e molho de tomate. O tratado comercial prevê redução de alíquotas para vários alimentos a partir de um cronograma pré-definido.Os chocolates europeus, por exemplo, hoje são taxados em 20% pelo Brasil, mas ficarão imunes aos tributos a partir do décimo ano de vigência do acordo, que ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu. O cronograma de cortes, no entanto, já começa logo no primeiro ano de tratado. Os queijos da UE, que hoje têm alíquota de 16%, também terão isenção de tributos de importação a partir do décimo ano. Nesse caso, haverá uma cota anual de 30 mil toneladas em todo o Mercosul -quando essa quantidade for atingida, os importadores precisarão voltar a pagar impostos de importação. A mozarela, porém, seguirá sendo taxada em 28%. Já os azeites produzidos nos países europeus, taxados em 10%, terão a alíquota zerada a partir do 15º ano, mas também já ficarão mais baratos a partir do primeiro ano de vigência, devido aos cortes graduais. A redução nos impostos de importação de azeite, aliás, pode gerar um impacto significativo nas compras dos brasileiros. Hoje, quase todo o azeite consumido no Brasil vem de fora do país, sendo que Portugal é de longe o maior exportador do alimento para o Brasil (em 2025, foram 10 mil toneladas, contra 662 vindo da Argentina, o segundo colocado). Estão na lista também de produtos que deverão chegar mais baratos ao Brasil os molhos de tomate, sobretudo os italianos -principal origem dos molhos importados pelo Brasil. Nesse caso, em dez anos, os molhos verão as taxas de 18% de importação serem zeradas. Os consumidores de kiwi no Brasil também devem se beneficiar com o acordo. A maior parte da fruta vendida em supermercados brasileiros vem de fora, sendo Grécia e Itália o segundo e o terceiro maiores vendedores, atrás apenas do Chile. Nesse caso, a redução será integral logo no primeiro ano de vigência. Os vinhos europeus, por sua vez, terão alíquotas de 20% a 27% reduzidas a zero entre o oitavo e décimo ano, a depender do tipo de vinho. Já os vinhos brancos produzidos em algumas regiões específicas da Europa serão isentos logo no primeiro ano do acordo. A manteiga também terá sua alíquota reduzida, ainda que o Brasil importe muito pouco desse produto. Nesse caso, assim que o acordo entrar em vigência, a manteiga europeia terá uma alíquota reduzida em 30% -hoje, a alíquota aplicada pelo governo brasileiro é de 16%. ASSOCIAÇÕES EMPRESARIAIS CELEBRAM ACORDO Se na União Europeia agricultores manifestam contrários ao acordo com medo de que a carne brasileira tome parte do mercado europeu, no Brasil há euforia com o tratado. O agronegócio brasileiro será o maior beneficiado com o acordo. As tarifas de importação de 77% dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu serão eliminadas, com destaque para carnes suína e de frango, açúcar, pecuária bovina e óleos e gorduras vegetais. Simulações feitas pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, mostram que, até 2040, as exportações de carnes de suínos e aves aos países europeus cresceriam 19,7%. Após a aprovação do acordo, a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) publicou uma nota, afirmando que o tratado comercial representa um avanço no comércio entre os dois blocos. A entidade celebra a possibilidade de o Brasil exportar mais frango, carne suína e ovo para a União Europeia. Já a CNI (Confederação Nacional da Indústria) disse que o acordo representa um passo significativo para a inserção internacional do Brasil e para o fortalecimento da indústria nacional. "O acordo também prevê o reconhecimento recíproco de indicações geográficas, protegendo produtos regionais brasileiros com selo de origem e ampliando oportunidades para marcas nacionais no mercado europeu, como café e queijos", diz em nota.Fonte Economia ao Minuto Noticias.

Ex-Chelsea choca o mundo aos 33 anos: "Me restam dias de vida"

Lamisha Musonda, jogador que, ao longo da carreira, representou clubes como Chelsea e Anderlecht, revela, através das redes sociais, que sofre de uma doença não especificada, que o deixou à beira da morte.

Lamisha Musonda, jogador de 33 anos que, ao longo da carreira, passou por clubes como Chelsea e Anderlecht, surpreendeu a todos nesta semana ao recorrer às redes sociais para comunicar que está à beira da morte, em razão de uma doença que ele próprio não especificou.O meio-campista, que não fazia publicações havia quase dois anos, compartilhou nos últimos dias uma série de textos. O primeiro deles foi publicado na última quinta-feira, no qual abordou os diversos “altos e baixos” que enfrentou ao longo da vida. “Tem sido um par de anos complicados e dolorosos. É com tristeza que informo que venho enfrentando dificuldades para recuperar minha saúde, o que me impediu de estar presente nas redes sociais”, escreveu. “Tive de aceitar que minha saúde está em estado crítico e que, agora, estou apenas lutando para me manter vivo. Agradeceria muito a ajuda e as orações de todos neste período. Eu e minha família estamos lutando, e não vou desistir até que chegue a hora de dar meu último suspiro. Como podem ver, fui abençoado com uma linda fase inicial da minha vida”, acrescentou. No mesmo dia, o próprio Musonda tornou pública a gravidade de sua condição de saúde. “Agora que percebo que me restam apenas alguns dias, também me dou conta de que tive muitas pessoas ao meu lado e que guardarei essas memórias para sempre com carinho. A vida é complicada, mas a vista é linda”, afirmou. Já na sexta-feira, ele voltou a se manifestar: “Quero agradecer a Deus pelas orações, pelas mensagens gentis, cheias de otimismo e amor, que recebi de todos. Quero agradecer também à minha família. Meus irmãos e meus pais me amam mais do que tudo. Eu não sou um ser humano perfeito. Ninguém é”. “Quero agradecer ainda ao futebol e à escola por me terem dado lições reais de vida. Quero ser lembrado como alguém que não se deixou levar por elogios excessivos. Mas as boas pessoas que conheci ao longo do caminho — companheiros de equipe, professores, treinadores, motoristas de ônibus — é por elas que luto e me mantenho forte”, concluiu.O percurso de Lamisha Musonda Filho de Charly Musonda, ex-jogador e ex-auxiliar técnico do Anderlecht — que chegou a defender a seleção principal da Zâmbia —, Lamisha Musonda nasceu em Bruxelas, em 27 de março de 1992, e deu seus primeiros passos no futebol justamente no tradicional clube belga. Seu potencial ficou evidente rapidamente, o que o levou a integrar as categorias de base do Chelsea em 2012, quando tinha apenas 20 anos. Na época, passou a atuar pela equipe sub-21, antes de ser emprestado ao KV Mechelen e, posteriormente, dispensado sem ter disputado partidas no mais alto nível. Depois disso, teve passagens pouco produtivas pelo Llagostera, da Espanha, e pelo TP Mazembe, do Congo, onde acabou encerrando a carreira em 2019.Fonte Esporte ao Minuto Noticias.

Afastamentos por burnout disparam e gastos com auxílios pressionam Previdência.

O diagnóstico de burnout veio depois de um longo período de esgotamento tratado como normal. Afastada por 15 dias, tentou voltar ao trabalho, mas teve uma crise de pânico e se demitiu.

 A empresária e hoje criadora de conteúdo Carla Ramalho, 34, passou meses ignorando sinais de que algo não ia bem. Olho tremendo, insônia, lapsos e perda de memória, irritabilidade e queda de desempenho viraram parte da rotina enquanto trabalhava como gerente de marketing em uma multinacional. "Eu acordava mais cansada do que quando ia dormir."O diagnóstico de burnout veio depois de um longo período de esgotamento tratado como normal. Afastada por 15 dias, tentou voltar ao trabalho, mas teve uma crise de pânico e se demitiu. Os afastamentos por burnout -síndrome do esgotamento profissional- se multiplicaram por 6 em quatro anos e passaram a pressionar os gastos da Previdência Social. Dados do MPS (Ministério da Previdência Social) apontam alta de 493% nos auxílios-doença por esgotamento no trabalho e falta de lazer, saltando de 823 casos em 2021 para 4.880 em 2024. Nos seis primeiros meses de 2025, os registros chegaram a 3.494, representando 71,6% dos afastamentos do ano anterior. Os números podem estar subnotificados. O esgotamento no trabalho não é fácil de ser identificado e pode levar o profissional a ser afastado por outras doenças. Além disso, trabalhadores informais não contribuem com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e ficam fora das estatísticas. "A irritabilidade foi o sintoma mais latente para mim. Entreguei por meses [o trabalho] na força do ódio, ignorando totalmente os sintomas", diz Carla. Em 2024, o INSS concedeu 472,3 mil auxílios-doença relacionados à saúde mental -o que inclui depressão, ansiedade e outras síndromes- de um total de 3,6 milhões de afastamentos. No ano anterior, foram 283,5 mil. Em 2025, os transtornos por saúde mental geraram 271.076 afastamentos de janeiro a junho, de um total de mais de 2 milhões de auxílios e já representam 1 em cada 7 afastamentos, aproximando-se das concessões por problemas ósseos e musculares, que lideram as doenças no INSS. Carla não recebeu auxílio-doença, pago depois de 15 dias de afastamento -nesse período, para quem tem carteira assinada, o valor é pago pela empresa-, e reconhece que só melhorou por ter rede de apoio e vida financeira estável. Ela destaca o preconceito e o medo de ser visto como fraco como fatores que fazem o trabalhador não buscar ajuda e fugir do afastamento. Em vídeo na internet, explica as diferenças entre ter síndrome de burnout -adoecimento crônico- e um burnout pontual. A trabalhadora viveu os dois casos. As despesas com auxílio têm crescido mais do que as com outros benefícios e passaram de R$ 18,9 bilhões em 2022 para R$ 31,8 bilhões em 2024, alta de 68%. Já os gastos totais da Previdência subiram de R$ 734,3 bilhões, em 2022, para R$ 802,2 bilhões em 2023 -alta de 9,2%- e chegaram a R$ 876,9 bilhões em 2024, crescimento de 19,4% ante 2022. "Não é questão de não aguentar o tranco. É questão de adoecer. Se fosse um relacionamento amoroso que te levasse a esse estado, todo mundo diria para terminar. Burnout não é frescura, não é desculpa. É um problema de saúde reconhecido pela OMS [Organização Mundial da Saúde]", diz Carla. O avanço acelerado dos afastamentos por transtornos mentais acendeu um alerta no governo. Estudos de impacto começaram ainda na gestão de transição, em 2022, quando já se observavam efeitos prolongados do pós-pandemia. A ampliação do home office, o aumento do tempo conectado e o crescimento da informalidade e da chamada uberização passaram a ser considerados pontos-chave do novo cenário de adoecimento. MULTA POR FALTA DE MAPEAMENTO DE RISCO COMEÇA EM MAIO Em 2023, normativa do Ministério da Saúde reforçou o burnout como doença ocupacional, consolidando o direito ao auxílio-doença que dá estabilidade na volta ao trabalho. No ano seguinte, o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) passou a exigir o mapeamento de riscos psicossociais nas empresas. Mas a pressão de empregadores fez o governo adiar para maio de 2026 o início das multas a quem descumprir a norma. A historiadora e jornalista Ana Carolina Rangel, 44, viveu por anos em estado de exaustão permanente, sem perceber que estava doente. Dormia com dois celulares e ficava disponível para a empresa quase 24 horas por dia. Teve uma hérnia de disco, infecções de ouvido e garganta, e sofreu dois abortos. Foi na pandemia de Covid-19 que a exaustão chegou ao limite e veio o diagnóstico: síndrome de burnout. "Em nenhum momento consegui identificar o que realmente era. Não cheguei a verbalizar na empresa, porque esse tipo de vulnerabilidade era ainda menos aceita do que hoje. Era como se eu estivesse em um deserto interno", diz. Ana Carolina, hoje especialista em felicidade corporativa, atribui o aumento do cansaço entre os trabalhadores à intensificação de fatores já existentes, como longas jornadas e dificuldades de transporte, somados ao crescimento da ansiedade, impulsionado pela internet e pela sensação de disponibilidade permanente. Outro fator, segundo ela, é a precarização do trabalho. "Eu vejo muitas pessoas da base da pirâmide [social] tendo que complementar a renda com trabalhos informais, como trabalho com aplicativos." A especialista diz que é difícil para o trabalhador identificar sozinho o burnout ou sair dele. Em meio a isso, outras doenças relacionadas ao esgotamento começam a surgir, confundindo ainda mais os sintomas. "Com cansaço e falta de sono, a imunidade cai." Segundo o MTE, estudos mostram que o impacto do adoecimento mental no trabalho não se limita ao período de afastamento. Benefícios por doenças ocupacionais não exigem carência no INSS -não é preciso ter um mínimo de contribuições para ter direito, como nos auxílios comuns-, o que amplia a base de trabalhadores. Além disso, as contribuições deixam de ser pagas. O profissional continua com depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) pela empresa e tem estabilidade de 12 meses após voltar ao trabalho. Caso seja considerado auxílio previdenciário -por doença comum-, esses direitos não estão previstos. Para Leonardo Rolim, ex-ministro da Previdência e ex-presidente do INSS, o crescimento dos afastamentos por transtornos mentais é um fenômeno estrutural e de longa duração, que se intensificou no início dos anos 2000 e ganhou força após a pandemia com mudanças no mercado de trabalho. Rolim diz que setores como o bancário já apresentavam altos índices de adoecimento psíquico há mais de uma década, com pressão por metas e outros fatores. Outro ponto que ele destaca é o fato de que auxílios comuns duram três ou quatro meses, mas os relacionados à saúde mental podem se estender por seis meses ou mais. "O impacto maior não é apenas na despesa previdenciária, mas na produtividade do país e na vida das pessoas", diz. IMPACTO NA JUSTIÇA DO TRABALHO A advogada Priscila Arraes Reino, especializada em Previdência, afirma ser perceptível o crescimento de processos na Justiça envolvendo síndrome de burnout, tanto em volume quanto em gravidade. Segundo ela, o que chega ao Judiciário é resultado de exposições prolongadas a ambientes de trabalho que estão adoecendo as pessoas. Levantamento do escritório Trench Rossi Watanabe mostra que o número de ações trabalhistas pela síndrome segue em trajetória de alta. O termo aparece em 17,2 mil processos distribuídos em 2024 em petições iniciais, sentenças, acórdãos e decisões do TST (Tribunal Superior do Trabalho). Em 2025, foram 20,1 mil menções, segundo a advogada Priscila Kirchhoff, sócia do escritório. O total representa alta de 16,9%. "Em 2025, as ações trabalhistas que mencionam burnout somaram um passivo de R$ 3,63 bilhões para as empresas. O valor médio das causas por processo foi de R$ 286 mil." Para Arraes, o burnout, reconhecido como doença do trabalho no Brasil desde 1999, deve ser compreendido como problema estrutural do trabalho contemporâneo, e não como fragilidade individual. A advogada diz que os gastos para a Previdência são altos, mas o impacto para o trabalhador pode ser irreparável. "O benefício por incapacidade, em regra, é inferior à remuneração habitual, gerando perda de renda, instabilidade financeira e dificuldades para custear tratamento e medicação, muitas vezes de uso contínuo e alto custo", diz. Para conseguir o auxílio no INSS, o trabalhador deve apresentar atestado médico com a CID (Classificação Internacional de Doenças) e ter laudos que comprovem que o adoecimento está ligado ao trabalho. O pedido é feito pela Central 135 ou pelo aplicativo ou site Meu INSS.Fonte Economia ao Minuto Noticias.

Haaland ultrapassa Cristiano Ronaldo e fixa recorde na Premier League.

O atacante do Manchester City tornou-se o jogador mais rápido a chegar à marca dos 100 gols na Premier League. Quebrou recorde do português em metade dos jogos.

Erling Haaland se tornou o jogador mais rápido da história a alcançar a marca de 100 gols na Premier League. O feito aconteceu no início do mês passado, em Dezembro. O atacante do Manchester City abriu o placar na visita ao Fulham, comandado por Marco Silva, e atingiu a marca histórica após 111 partidas — 13 jogos a menos do que a lenda do futebol inglês Alan Shearer. Pouco tempo depois, com dois gols marcados contra o West Ham, o craque norueguês ultrapassou o português Cristiano Ronaldo no número de gols anotados na Premier League. Haaland soma agora 104 gols, contra 103 do atual jogador do Al Nassr. Agora, o destaque fica por conta do ranking dos dez jogadores mais rápidos a chegar aos 100 gols na Premier League. Confira a galeria acima e descubra quem faz parte da lista.Fonte Esporte ao Minuto Noticias.

Youtuber MrBeast diz que usa até três pares de AirPods por dia.

MrBeast não prescinde dos seus AirPods e afirma que são “uma dádiva de Deus”. O youtuber explica que usa diferentes pares de AirPods de acordo com a fase do dia.

Oyoutuber Jimmy Donaldson — mais conhecido como MrBeast — concedeu uma entrevista à revista GQ na qual revelou dez itens dos quais não abre mão no dia a dia e se declarou um grande fã dos AirPods, da Apple.MrBeast afirmou, inclusive, que usa de dois a três pares de AirPods por dia, destacando que costuma substituí-los assim que a bateria acaba. Segundo ele, o criador de conteúdo realiza entre 60 e 70 chamadas diariamente e também utiliza os fones para assistir a vídeos no YouTube. “[Os AirPods] são uma dádiva de Deus”, disse MrBeast, explicando que adota um sistema de cores para identificar os fones que usa em diferentes momentos do dia. O par verde é utilizado pela manhã, o amarelo à tarde e o rosa à noite. Apesar da organização, o youtuber admitiu que costuma danificar os AirPods com facilidade e que frequentemente se envolve em acidentes que o obrigam a comprar novos modelos. “Provavelmente usei pelo menos uma dúzia de pares este ano”, reconheceu. Abaixo, é possível conferir o vídeo publicado no canal da GQ no YouTube, no qual MrBeast explica quais são os dez itens indispensáveis em sua rotina diária.Fonte Tech ao Minuto Noticias.

Mapa Astral: o que as casas dizem sobre sua jornada.

A explicação para as 12 casas.

A maioria de nós conhece nosso signo astrológico baseado em nossa data de nascimento e talvez as características principais de alguns outros: os virginianos são organizados, os leoninos são extrovertidos e os piscianos são sensíveis. Esta é a interpretação mais básica da astrologia, tão básica que pode realmente reduzir nossa compreensão da natureza humana em vez de adicionar insights. Quanto mais você aprende sobre o zodíaco e o mapa astral completo, mais você pode desenvolver seu conhecimento sobre si mesmo e os outros. Quando você leva em conta o significado dos signos ascendentes, dos planetas e dos elementos, você encontra uma riqueza de perspicácia e compreensão que expandirá sua mente e sua compaixão por si e por aqueles ao seu redor. As casas do zodíaco são um dos elementos menos conhecidos da astrologia, mas adicionam uma profundidade fascinante ao seu mapa pessoal. Clique para saber tudo sobre as casas, os signos que as governam e o que elas significam para você.Fonte Lifestyle ao Minuto Noticias.

Elon Musk compartilha foto do 1º ministro da Inglaterra usando biquíni.

Elon Musk, dono da Tesla e do X, compartilhou imagens geradas por Inteligência Artificial do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, de biquíni. 

A publicação vem depois do Reino Unido ter ameaçado banir a ferramenta de IA do X, o Grok.Elon Musk compartilhou imagens do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer de biquíni.O magnata, dono do X e da Tesla, respondeu a uma publicação onde duas dessas imagens foram compartilhadas, numa clara crítica à posição do governo de Downing Street sobre o Grok (a ferramenta de Inteligência Artificial do X). A publicação original pretendia argumentar que o Grok fazia exatamente o mesmo que outras ferramentas de IA, como o Gemini ou o ChatGPT. "O Gemini da Google e o ChatGPT da OpenAI também geram imagens de pessoas de biquíni, quando lhes é pedido. Portanto, porque é que o Keir Starmer está tão focado no Grok e no X?", questionava o internauta, que, como prova, mostrava capturas de tela de ambas as plataformas de IA mencionadas. Em resposta, Elon Musk respondeu: "Eles só querem suprimir a liberdade de expressão".Grok permite criar imagens de caráter sexual de outros utilizadores A polêmica vem desde dezembro e envolve outros países, especialmente europeus. O tema diz respeito a uma atualização da IA do X, que permite aos usuários editarem qualquer fotografia na rede social por meio de uma simples descrição em texto. Basta pedir ao Grok, e a imagem é alterada conforme o desejo do usuário. A atualização permite, inclusive, a sexualização de imagens de mulheres e até de menores de idade. Na tentativa de impedir que esse tipo de situação continue ocorrendo, o X alterou as permissões de uso da ferramenta de edição. Atualmente, a “geração e edição de imagens estão limitadas aos assinantes pagos” e ficam sob responsabilidade de cada usuário. Isso significa que o nome e as informações de pagamento do usuário ficam associados à imagem alterada, independentemente do conteúdo, o que permite a responsabilização legal — e de forma mais fácil — dos envolvidos. “Qualquer pessoa que utilizar o Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as consequências”, alertou Elon Musk na plataforma X. A mudança, no entanto, é considerada “insuficiente” pelo governo britânico, que avalia a possibilidade de banir o Grok no país. Um porta-voz do primeiro-ministro Keir Starmer afirmou ontem que a nova medida “simplesmente transforma uma funcionalidade que permite a criação de imagens ilegais em um serviço premium”. “Isso não é uma solução”, acrescentou. “Na verdade, é um insulto às vítimas de misoginia e violência sexual. A única coisa que isso prova é que o X consegue agir rapidamente quando quer.” Em entrevista à rádio Greatest Hits Radio, Starmer classificou a situação como “nojenta”. “O X precisa criar juízo e remover esse material. Vamos agir porque isso simplesmente não é tolerável”, afirmou, acrescentando que já solicitou ao órgão regulador britânico de mídia, a Ofcom, que avalie o caso e que “todas as opções estão sobre a mesa”.Fonte Mundo ao Minuto Noticias.

Chocolate, queijo, azeite e molho de tomate podem ficar mais baratos com acordo entre UE e Mercosul.

  Os azeites produzidos nos países europeus, taxados em 10%, terão a alíquota zerada a partir do 15º ano, mas também já ficarão mais baratos...