CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

“Valores familiares” levam filha de Túlio Maravilha a recusar UFRJ.

Aprovada na UFRJ e na Uerj, Tulianne Maravilha optou por não ingressar nas universidades públicas. 

Declarações da família sobre princípios, segurança e estrutura provocaram forte reação nas redes sociais e levaram a jovem a se explicar.A menção a “valores familiares” foi o ponto de partida para uma polêmica que rapidamente tomou conta das redes sociais. A declaração partiu da família de Tulianne Maravilha, filha do ex-jogador Túlio Maravilha, ao explicar por que a jovem não pretende cursar uma universidade pública, mesmo após ser aprovada em duas instituições de referência no Rio de Janeiro.Estudante e influenciadora digital, Tulianne contou que passou no vestibular para Nutrição na Universidade Federal do Rio de Janeiro e para Odontologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A conquista foi celebrada pela família, mas a decisão final foi pela matrícula em uma faculdade particular. Em vídeo publicado nas redes, a mãe da jovem, Cristiane, explicou a escolha. “Um dos fatores maiores para a gente não permitir que nossos filhos vão para a federal é manter nossos valores familiares. A faculdade particular é mais alinhada aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”, afirmou. Na sequência, Túlio Maravilha acrescentou que a questão da segurança também pesou. “A logística não é muito legal. Fica a uma hora de casa, duas horas dependendo do trânsito. Tem que passar pela Linha Amarela e pela Linha Vermelha, zonas de perigo e de muitos conflitos. E a federal aqui no Rio, infelizmente, está bem precária”, disse o ex-jogador. A própria Tulianne reforçou esse argumento ao comentar a estrutura das universidades públicas. “Está caindo aos pedaços, infelizmente. Não tem papel higiênico”, declarou. Cristiane ainda completou que a decisão envolve “segurança, qualidade de vida e a preservação dos filhos diante de um mundo com trânsito, roubos e falta de paz”. As falas provocaram forte reação nas redes sociais. Muitos internautas criticaram o discurso e defenderam o ensino público. “Quem realmente tem valores não corre o risco de perdê-los em uma universidade”, escreveu uma usuária. Outra comentou: “Sou formada em federal, faço mestrado e só estudo como qualquer aluno”. Houve ainda quem ironizasse a decisão: “Pelo menos deixou a vaga para alguém que vai dar valor”. Com a repercussão negativa, Tulianne voltou às redes para se explicar. Em um novo vídeo, afirmou que as declarações da família foram interpretadas de forma equivocada. “Quando a gente fala de valores e princípios, isso é algo da nossa família. Em nenhum momento minha mãe disse que a UFRJ não tem valores ou que a UERJ não tem princípios. Não houve comparação dizendo que uma faculdade é melhor do que a outra”, afirmou. Segundo a jovem, a escolha por uma instituição privada foi pessoal e não teve a intenção de desqualificar as universidades públicas, embora o debate sobre segurança, estrutura e acesso ao ensino superior tenha sido reacendido a partir do caso.Fonte Fama ao Minuto Noticias.

IPVA não é obrigatório para todos; saiba quem pode deixar de pagar.

Regras variam conforme o estado e beneficiam donos de veículos antigos, pessoas com deficiência, profissionais do transporte, entidades sociais e proprietários de carros elétricos ou híbridos; saiba quem tem direito e como solicitar o benefício.

Pagar IPVA todo começo de ano pesa no bolso de muitos motoristas, mas o que pouca gente sabe é que, em várias situações, a cobrança do imposto pode ser dispensada legalmente. A isenção existe, está prevista nas normas estaduais e pode beneficiar desde donos de veículos antigos até pessoas com deficiência, profissionais do transporte e instituições sociais.Como o IPVA é um tributo estadual, não há uma regra única no país. Cada estado define quem paga, quem fica isento e quais são os critérios para obter o benefício. Por isso, entender as regras locais faz toda a diferença para não desembolsar um valor que, em alguns casos, nem precisaria ser pago. Além do perfil do proprietário, o próprio veículo pode garantir a isenção. Veículos mais antigos estão entre os principais beneficiados. Em boa parte do Brasil, carros com muitos anos de fabricação deixam de ser tributados automaticamente. O tempo mínimo varia conforme o estado: há locais em que a isenção começa aos dez anos, enquanto outros exigem 15 ou até 20 anos de uso. Em Minas Gerais, por exemplo, a idade do veículo não garante isenção, mas há exceções para automóveis de valor histórico. Outro grupo que costuma ter direito ao benefício é o de pessoas com deficiência. Nesses casos, a isenção pode valer tanto para quem dirige quanto para o responsável legal. O enquadramento depende de laudos médicos e da comprovação da condição de saúde, que pode ser física, intelectual ou sensorial. Transtorno do espectro autista, esclerose múltipla e artrite reumatoide estão entre as condições aceitas, conforme avaliação dos órgãos estaduais. Quem pode ficar isento do IPVA A legislação estadual prevê diferentes perfis que podem ter direito à isenção do IPVA, benefício conhecido popularmente como IPVA social. Entre os principais casos estão: Pessoas com deficiência Proprietários com deficiência física, intelectual ou sensorial podem solicitar a isenção. O benefício também pode ser concedido ao responsável legal. A lista de condições aceitas inclui transtorno do espectro autista, esclerose múltipla, artrite reumatoide, hérnia de disco e más formações congênitas, entre outras, conforme critérios médicos exigidos por cada estado. Donos de veículos antigos Em muitos estados, carros mais antigos deixam de pagar IPVA após atingir determinada idade. O prazo varia conforme a unidade da federação e costuma ser de 10, 15 ou 20 anos de fabricação. Profissionais que usam o veículo para trabalhar Taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativo e de transporte escolar podem ter direito à isenção em estados como São Paulo e Acre, desde que cumpram os requisitos legais e comprovem o uso profissional do automóvel. Entidades filantrópicas e organizações sociais Alguns estados concedem isenção para veículos registrados em nome de instituições de educação, assistência social ou organizações sem fins lucrativos. Veículos elétricos e híbridos Com o objetivo de incentivar tecnologias menos poluentes, alguns governos estaduais oferecem isenção ou redução do IPVA para carros elétricos e híbridos. Em São Paulo, por exemplo, esses modelos estão isentos do imposto até 2026. Diferenças nas regras entre os estados Por se tratar de um imposto estadual, cada governo define suas próprias regras de cobrança e isenção. Em São Paulo, Acre e Paraíba, veículos com mais de 20 anos de fabricação não pagam IPVA. No Amazonas, Ceará e Distrito Federal, o prazo é de 15 anos. Já em estados como Amapá, Goiás e Rio Grande do Norte, a isenção ocorre a partir dos 10 anos do veículo. Minas Gerais não concede isenção apenas com base na idade do automóvel, mas prevê benefícios para veículos de valor histórico, além de carros adquiridos em leilões públicos ou recuperados de ações criminosas.Para saber exatamente quais regras se aplicam, o proprietário deve consultar a Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está registrado. Como pedir a isenção Em alguns casos, como a isenção por idade do veículo, o benefício é concedido automaticamente. Nas demais situações, é necessário fazer um pedido formal à Secretaria da Fazenda estadual, geralmente por meio de sistemas eletrônicos. O processo costuma exigir documentos pessoais, dados do veículo e, dependendo do caso, laudos médicos ou comprovantes de atividade profissional ou filantrópica. Cada estado define seus próprios prazos, mas é comum que a solicitação precise ser feita até 31 de dezembro do ano anterior à cobrança do imposto. Após o pedido, o prazo de análise e concessão da isenção costuma variar entre 30 e 45 dias. Documentos exigidos A lista de documentos pode mudar conforme o tipo de isenção e o estado, mas normalmente inclui: Dados do veículo, como Renavam, placa e Certificado de Registro e Licenciamento Documentos pessoais do proprietário, como RG, CPF, CNH e comprovante de residência Laudos médicos e periciais, no caso de pessoas com deficiência Formulários específicos da Secretaria da Fazenda Comprovantes de exercício profissional ou de atuação filantrópica, quando aplicável O que fazer se o pedido for negado Caso a isenção seja recusada, o proprietário pode recorrer pelos canais oficiais da Secretaria da Fazenda. A negativa geralmente ocorre por falta de documentação ou por não enquadramento nos critérios legais. Em São Paulo, por exemplo, o recurso deve ser apresentado de forma eletrônica, com envio de documentos, dados do veículo e uma justificativa detalhada para revisão do pedido. Cuidados para aumentar as chances de aprovação Para evitar problemas no processo, especialistas recomendam verificar a legislação atual do estado, manter todos os documentos em dia, reunir previamente os comprovantes exigidos e fazer a solicitação com antecedência. Assim, há tempo para corrigir falhas ou apresentar recurso, se necessário.Fonte Economia ao Minuto Noticias.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto dispensa exame de corpo delito em crimes de violência doméstica contra a mulher.

 

A proposta também proíbe a substituição da pena privativa de liberdade por qualquer pena restritiva de direitos; para virar lei, texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 982/25 dispensa o exame de corpo de delito em crimes cometidos no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando subsistirem outras provas idôneas do crime de lesão corporal. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera a Lei Maria da Penha. “A dispensa do exame de corpo de delito já tem sido realidade na prática, uma vez que a revitimização da mulher mostra-se um fator mais grave do que a produção da prova”, explica a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), autora da proposta. “As dificuldades envolvendo a denúncia, que muitas vezes é feita após certo período de tempo, impedem a realização de tal exame”, acrescenta. Ela lembra que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já tem entendido que o “exame de corpo de delito poderá, em determinadas situações, ser dispensado para a configuração de lesão corporal ocorrida em âmbito doméstico, na hipótese de subsistirem outras provas idôneas da materialidade do crime." Substituição de penas O projeto também proíbe, nos casos de violência doméstica e familiar, a aplicação de penas de cesta básica e outras de prestação pecuniária. Segundo Tabata Amaral, o objetivo é deixar ainda mais evidente que fica vedada a substituição da pena privativa de liberdade por qualquer pena restritiva de direitos. “A legislação atual já prevê a proibição de aplicação de penas de multa isoladamente, pagamento de cestas básicas ou pecuniária”, destaca. Ela lembra que o STJ também editou súmula nesse sentido (Súmula 588). “Entretanto, na prática cotidiana do judiciário, há resistência de magistrados em aplicar tal entendimento e permanecem substituindo penas privativas de liberdade por restritivas de direito”, alerta a parlamentar. Medidas protetivas A proposta também prevê que as medidas protetivas de urgência vigorarão enquanto persistir risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes, independentemente da extinção da punibilidade do agressor, extinção ou arquivamento do processo relativo à violência. “A violência doméstica não se encerra com o fim de um processo judicial, muitas vezes, o risco à integridade da vítima persiste mesmo após a prescrição do crime ou a absolvição do agressor”, afirma Tabata Amaral. “Esta alteração assegura que a vítima não fique desamparada em situações em que o agressor ainda representa uma ameaça, independentemente do desfecho jurídico do caso”, conclui. Próximos passos A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem - Lara Haje Edição - Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria incentivo fiscal para doações de empresas a serviços públicos de saúde.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 430/25 prevê a criação do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde. A proposta permite que empresas deduzam do Imposto de Renda (IR) as doações feitas a ações do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo texto, em análise na Câmara dos Deputados, as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real poderão deduzir até 4% do IR devido. Haverá ainda um acréscimo de até 1% no limite de dedução para iniciativas realizadas em municípios com baixos índices de desenvolvimento, conforme critérios a serem regulamentados. Os recursos captados deverão ser aplicados por hospitais públicos e filantrópicos ou entidades sem fins lucrativos em ações específicas, como: • obras de infraestrutura (construção ou reforma); • compra de equipamentos; • capacitação de profissionais; • pesquisa científica; e • investimentos em tecnologia, incluindo a telemedicina. Esforço conjunto Segundo os deputados Paulinho da Força (Solidariedade-SP) e Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), autores da proposta, a medida permitirá novas fontes de financiamento para o setor, sem comprometer o equilíbrio fiscal. “É uma oportunidade singular de conjugação de esforços entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade em prol da construção de um sistema de saúde mais robusto, eficiente e acessível”, afirmaram eles na justificativa do projeto. Conforme o texto, os valores arrecadados pelo programa deverão ser tratados como recursos adicionais ao orçamento oficial. Para garantir a transparência, os projetos serão avaliados por uma comissão vinculada ao Ministério da Saúde. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto prevê agravantes para crimes de trabalho escravo e tráfico de pessoas.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 661/25 determina que a pena para o crime de trabalho escravo será aumentada em 50% se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência. Hoje, o Código Penal prevê essa agravante quando a vítima é criança ou adolescente. A proposta também institui um aumento de pena (de um terço até a metade) para o crime de tráfico de pessoas caso a vítima seja transferida para outro estado. O autor do texto, deputado Benes Leocádio (União-RN), afirma que o objetivo é ampliar a proteção legal a grupos considerados especialmente vulneráveis. “Ao prever uma causa de aumento de pena para essas circunstâncias, a proposta reconhece a gravidade adicional do crime e busca dissuadir práticas que frequentemente resultam em formas graves de exploração”, disse Leocádio. Próximos passos O projeto será analisado de forma conclusiva na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem - Janary Júnior Edição - Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Proposta institui o Programa Mais Dentistas para o Brasil.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 544/25 institui o Programa Mais Dentistas para o Brasil, com o objetivo de reduzir a carência de profissionais em locais prioritários para o Sistema Único de Saúde (SUS) e diminuir as desigualdades regionais. A proposta, de autoria da deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE), está em análise na Câmara dos Deputados. A ideia é formar recursos humanos na área odontológica, fortalecendo a prestação de serviços na atenção primária. “O projeto se inspira no Programa Mais Médicos, que resultou no aumento da oferta de profissionais na atenção primária à saúde e na redução da desigualdade na distribuição deles pelo país”, afirma a parlamentar. Serão consideradas regiões prioritárias para o Programa Mais Dentistas: os Distritos Sanitários Especiais Indígenas; as comunidades remanescentes de quilombos; e as comunidades ribeirinhas. Segundo o texto, as atividades desempenhadas no programa não criarão vínculo empregatício. Outros incentivos Ainda conforme a proposta, haverá oferta de vagas para cirurgiões-dentistas brasileiros ou estrangeiros com registro em Conselho Regional de Odontologia, mediante cursos de aperfeiçoamento ou pós-graduação, entre outras possibilidades. O projeto prevê o pagamento de bolsas em três modalidades (formação, supervisão e tutoria). Profissionais que atuarem de forma ininterrupta em áreas de difícil fixação por 48 meses ainda terão direito a uma indenização financeira. A proposta também trata de benefícios específicos para graduados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que atuarem em áreas vulneráveis. Nesse caso, eles poderão pleitear regras diferenciadas para amortização do saldo devedor. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto assegura presença de pais em terapias de pessoas com deficiência.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 619/25 assegura a presença de pais ou responsáveis em consultas e terapias multidisciplinares de crianças, adolescentes e adultos com deficiências ou síndromes. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Pela proposta, hospitais, clínicas e estabelecimentos de saúde, sejam públicos ou privados, deverão garantir esse acompanhamento em atendimentos com psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas e outras atividades terapêuticas. “A ideia é fortalecer a legislação, assegurando que instituições e profissionais reconheçam essa necessidade e viabilizem um atendimento humanizado e acessível”, explicou a deputada Clarissa Tércio (PP-PE), autora do projeto. Outros pontos A presença poderá ocorrer de forma física, por meio de vidro refletivo ou via transmissão em tempo real (sem armazenamento), em sala próxima e reservada. A presença física será facultativa apenas se puder interferir no tratamento. O descumprimento da medida sujeitará os infratores a advertência e multa, valor a ser destinado a campanhas de humanização. Em caso de reincidência, o texto prevê a cassação do registro do estabelecimento e do profissional envolvido. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Saúde; e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto obriga preso a pagar por uso e manutenção de tornozeleira eletrônica.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 766/25 obriga presos temporários ou condenados a pagarem pelos gastos com uso e manutenção de equipamento de monitoração eletrônica. O texto, em análise na Câmara dos Deputados, altera a Lei de Execução Penal. Pela proposta, o monitorado será responsável pela conservação do equipamento e deverá ressarcir o prejuízo em caso de dano ou avaria, após avaliação técnica. A cobrança não será aplicada aos beneficiários da gratuidade de justiça. Já a recusa injustificada ao pagamento resultará na inscrição do débito em dívida ativa. Ainda segundo o texto, os recursos arrecadados com a medida serão destinados ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), para custeio e investimentos. Os estados e o Distrito Federal também poderão instituir cobranças semelhantes. Justificativa e impacto Autor do projeto, o deputado Célio Studart (PSD-CE) afirma que a medida visa combater o crime organizado e gerar receitas para o custeio dos equipamentos. Ainda conforme o parlamentar, a monitoração eletrônica contínua facilita a identificação de descumprimentos de medidas judiciais e fomenta o caráter preventivo quanto à reincidência em outros crimes. “A utilização de monitoração eletrônica e a respectiva cobrança pelo seu uso são medidas que podem contribuir, significativamente, para alcançar esses objetivos”, defendeu Célio Studart. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto prevê controle do Congresso sobre contas da Itaipu Binacional.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 754/25 prevê o controle externo das contas de empresas supranacionais pelo Congresso Nacional. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A medida abrange estatais criadas por tratados internacionais com participação da União, como a Itaipu Binacional. Pela proposta, o controle externo poderá ter o apoio do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão auxiliar do Congresso. Segundo o deputado Alberto Fraga (PL-DF), autor do projeto, a medida visa dar concretude à fiscalização dessas empresas, conforme previsto na Constituição. Ele argumenta que é necessário regular a atuação dos governos nesses casos. “Por ser uma entidade binacional, oriunda de um tratado de 1973, não se previu, nos instrumentos de formalização, a forma como se daria a fiscalização de contas da usina hidrelétrica”, afirma o parlamentar, ao citar Itaipu. Lei das Estatais A proposta inclui dispositivo na Lei das Estatais, que trata do estatuto jurídico das empresas públicas e das sociedades de economia mista. A mesma regra de controle externo deverá ser aplicada aos parceiros internacionais do Brasil. Para tratados já vigentes anteriores à Constituição, como o de Itaipu, firmado com o Paraguai, o projeto de lei determina que o Executivo retome negociações com o governo vizinho, a fim de elaborar emenda que inclua a norma de controle. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS CPMI aprova pedidos de prisão e quebra de sigilos de servidores do INSS e de empresas.

Também serão investigados filhos de envolvidos nas denúncias.

A CPMI do INSS aprovou, nesta quinta-feira (5), a quebra de sigilo fiscal de servidores do INSS, filhos de investigados e 36 empresas. Dos 57 requerimentos aprovados, 51 tratam de quebras de sigilo. Os deputados e senadores ainda aprovaram o pedido de prisão preventiva e de retenção de passaporte dos seguintes suspeitos de envolvimento nas fraudes do INSS: Felipe Macedo Gomes, ex-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas Brasil Clube de Benefícios; Igor Dias Delecrode, ex-presidente da Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista; Américo Monte Júnior, ex-presidente da Amar Brasil Clube de Benefícios; Anderson Cordeiro de Vasconcelos, dirigente da Associação Master Prev; Marco Aurélio Gomes Júnior, apontado como dirigente da Amar Brasil Clube de Benefícios, Master Prev Clube de Benefícios, Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas (ANDDAP) e Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista (AASAP); e Mauro Palombo Concilio, contador de diversas empresas beneficiadas com descontos indevidos. As fraudes do INSS consistiram na falsificação de autorização de idosos para que se tornassem mensalistas de associações e sindicatos. As entidades utilizavam irregularmente acordos com o INSS para descontar automaticamente as mensalidades das aposentadorias e pensões. Veja aqui todos os requerimentos aprovados. Banco Master Outro assunto que marcou a retomada dos trabalhos do colegiado nesta quinta-feira foi a retirada dos documentos sobre o Banco Master que haviam sido enviados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, o que aconteceu por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. Parlamentares discutiram durante a reunião os limites da investigação sobre descontos indevidos em benefícios previdenciários. E também cobraram esclarecimentos sobre o acesso e o uso de informações sigilosas relacionadas ao Banco Master. O presidente da CPMI, Carlos Viana, fez um relato da reunião que teve com Dias Toffoli para tratar da retirada desses documentos. Segundo Viana, Toffoli argumentou que o material chegou à comissão antes de passar por uma análise completa da Polícia Federal, o que poderia comprometer as investigações e até invalidar provas em caso de vazamento. "Esses documentos chegaram à comissão antes que a Polícia Federal pudesse fazer a compilação e a investigação dos dados, o que poderia prejudicar o inquérito", afirmou o presidente da CPMI, salientando que o ministro do STF se comprometeu a devolver o material após a conclusão das diligências policiais. Viana também ressaltou que a atuação da comissão deve se concentrar nos descontos irregulares que prejudicaram aposentados e pensionistas para evitar questionamentos judiciais sobre o alcance das apurações da CPMI. O Banco Master, além de outras denúncias, é acusado de praticar descontos irregulares em contratos consignados. Proteção aos aposentados Carlos Viana também informou que a fase de 2026 da CPMI do INSS terá como foco principal o estabelecimento de regras e definições claras para proteção dos aposentados e pensionistas. Ao abrir a primeira reunião do ano, o parlamentar declarou ainda que as próximas etapas do trabalho seguirão para a responsabilização de criminosos. Viana disse que relatórios aos quais teve acesso nos últimos dias mostram que, dos R$ 210 bilhões movimentados por bancos e financeiras, boa parte sem o conhecimento de aposentados e pensionistas, os descontos indevidos nas folhas de pagamento chegaram a cerca de R$ 6,8 bilhões nos últimos cinco anos. Inicialmente, a investigação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União havia identificado um valor de R$ 6,3 bilhões em fraudes. Da Redação - RS Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto estende contratos de usinas a carvão mineral até 2050.

Autores da proposta querem garantir "transição justa" para as zonas carboníferas da Região Sul.

O Projeto de Lei 1371/25 determina que o governo federal mantenha a contratação de usinas termelétricas a carvão mineral nacional até 31 de Dezembro de 2050. A proposta visa assegurar o que chama de "Transição Energética Justa" para as zonas carboníferas da Região Sul do Brasil. O texto altera a legislação do setor elétrico (Lei 10.848/04) para obrigar a contratação de "reserva de capacidade" dessas usinas. Na prática, isso estende a vida útil e a operação comercial de empreendimentos que, em muitos casos, tinham contratos vencendo nos próximos anos. Principais pontos da proposta O principal ponto é a Prorrogação das Outorgas. As concessões das usinas serão renovadas por 25 anos, a contar de 1º de janeiro de 2025. Os outros pontos são: Contratos até 2050: A compra de energia deve ser garantida até o final de 2050. Consumo Mínimo: Os contratos devem assegurar a compra de um montante mínimo de carvão mineral, mantendo os níveis estipulados em contratos vigentes em 2022. Preço: A remuneração das usinas será baseada no custo teto do Leilão de Energia Nova A-5 de 2021, com reajustes. Justificativa Econômica e Social Autores do projeto, os deputados Afonso Hamm (PP-RS) e Lucas Redecker (PSDB-RS) argumentam que o fechamento prematuro dessas usinas causaria um colapso social nos municípios mineradores. Eles citam o exemplo do Rio Grande do Sul, onde o desligamento de usinas gerou desemprego em cidades como Charqueadas e Minas do Leão, e o fechamento recente da Usina de Figueira, no Paraná. Segundo os autores, a transição para uma economia sem carvão exige tempo (mais de duas décadas) para preparar as cidades com novas indústrias e alternativas de renda. "A razão de ser desta proposição é garantir o tempo necessário para a concretização da transformação socioeconômica regional", afirmam, citando dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), que apontam a existência de 36 mil empregos diretos e indiretos na cadeia do carvão, com massa salarial de R$ 1,1 bilhão. Segurança Energética Além da questão social, o projeto defende que as termelétricas a carvão são essenciais para a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os autores argumentam que fontes renováveis (como eólica e solar) são intermitentes e que o carvão oferece energia firme e despachável (que pode ser acionada a qualquer momento), poupando água dos reservatórios das hidrelétricas. O texto cita a crise hídrica de 2021 e o apagão de agosto de 2023 como provas da necessidade de manter usinas térmicas operacionais. Afonso Hamm também minimiza o impacto ambiental, afirmando que as termelétricas a carvão representam apenas 0,3% das emissões totais de gases de efeito estufa do Brasil. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias

“Valores familiares” levam filha de Túlio Maravilha a recusar UFRJ.

Aprovada na UFRJ e na Uerj, Tulianne Maravilha optou por não ingressar nas universidades públicas.   Declarações da família sobre princípios...