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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em assassinato nos EUA.

Ela foi considerada culpada de participar dos assassinatos de Christine Banfield e Joseph Ryan em 2023. 

Além do período presa, terá que cumprir mais dois anos de liberdade condicional. À época, ela mantinha um relacionamento com.A babá brasileira Juliana Peres Magalhães foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a 10 anos de prisão por homicídio. A sentença foi proferida no condado de Fairfax (no estado da Virgínia) na tarde desta sexta-feira (13).Ela foi considerada culpada de participar dos assassinatos de Christine Banfield e Joseph Ryan em 2023. Além do período presa, terá que cumprir mais dois anos de liberdade condicional. À época, ela mantinha um relacionamento com Brendan Banfield, pai da família para a qual trabalhava e marido de Christine. Segundo a investigação, ele e Juliana elaboraram um plano para matar a mulher que envolvia o uso de um site fetichista e treinamento de tiro. Em depoimento, a brasileira disse que o objetivo do crime era permitir que eles pudessem ficar juntos. Juliana está presa desde a época do crime e aceitou um acordo com a Procuradoria de Fairfax, no qual confessou participação na trama e se declarou culpada pela morte de Ryan. Antes do acordo, ela respondia por homicídio em segundo grau (que tem uma pena maior) e uso ilegal de arma de fogo. Com a colaboração na investigação, a acusação foi reclassificada para "manslaughter", um tipo de homicídio com pena menor, de no máximo dez anos de prisão. Além disso, como parte do acordo, a promotoria do caso recomendou que a brasileira deveria ser condenada a uma pena semelhante ao período que ela já cumpriu de prisão, que somam pouco mais de dois anos. A brasileira leu um depoimento em que pediu desculpas às famílias afetadas. "Eu não vou me perdoar pela dor que causei. Não o que eu possa fazer. Há tantos arrependimentos, sei que meu remorso não trará paz a ninguém. Eu me perdi em uma relação, ultrapassei todos os limites e coloquei entes queridos em risco." Durante a leitura da sentença, porém, a juíza afirmou que não poderia aceitar a recomendação e decidiu condená-la pela pena máxima para o crime, que foi de dez anos. "Suas ações foram deliberadas, motivadas por interesse próprio e demonstraram um profundo desprezo pela vida humana. Então, sejamos claros: você não merece nada além do encarceramento e de uma vida de reflexão sobre o que fez à vítima e à família dela. Que isso pese intensamente sobre a sua consciência", afirmou a juíza Penney S. Azcarate. A magistrada afirmou que o caso foi um dos o caso de "homicídio mais grave que o tribunal já viu". Em entrevista a jornalistas após o veredito, o advogado da babá brasileira, Ryan Campbell, afirmou que sente "profunda solidariedade com a família Banfield e com a família de Joe Ryan". "O que eles enfrentaram foi terrível. Quando ficou claro que o correto a fazer era cooperar, fizemos todo o possível para colaborar e ajudar na condenação de Brendan Banfield", disse Campbell. OS ASSASSINATOS De acordo com os autos do processo, Juliana e Brendan criaram um perfil falso em um site de fetiches, se passando por Christine. Por meio desse perfil, marcaram um encontro com Ryan na casa da família. O plano era matar Christine e fazer parecer que o crime havia sido cometido por ele. Juliana teria sido responsável pela morte de Joseph, já Brendan foi considerado culpado pelos assassinatos em um veredito divulgado no fim de janeiro -ele assassinou a mulher a facadas. Ele também foi condenado por uso de arma de fogo e por colocar uma criança em perigo -a filha do casal, então com quatro anos, estava na residência no momento do crime. A sentença dele será proferida no início de maio, porém a expectativa é que ele seja condenado a prisão perpétua. A posutra de Brendan foi classificada pela Promotoria como "monstruosa" por cometer os crimes e ainda mentir no banco das testemunhas. Segundo a acusação, ele desejava construir uma vida com Juliana e não via outra forma de fazê-lo sem matar a esposa. Segundo o jornal The New York Times, durante a audiência, o advogado de Brendan, John Carroll, alegou que Juliana teria iniciado conversas com um jornalista interessado em comprar sua história. De acordo com mensagens apresentadas no tribunal, o plano seria produzir um documentário para a Netflix sobre o caso.Fonte Mundo ao Minuto Noticias.

Jornalista Flávia Bacelar morre aos 31 anos, após câncer agressivo.

 

Nos últimos tempos, Flávia trabalhava como diretora criativa na agência digital Global Monster. 

A empresa usou as redes sociais para comunicar a perda e prestar homenagem à profissional, destacando o carinho que ela despertava entre colegas.A jornalista Flávia Bacelar morreu aos 31 anos, após ser diagnosticada com um tipo de câncer agressivo e em estágio avançado. Formada em jornalismo pela Universidade Federal do Piauí, ela construiu a carreira em Teresina, onde atuou como repórter e também como assessora de comunicação.Nos últimos tempos, Flávia trabalhava como diretora criativa na agência digital Global Monster. A empresa usou as redes sociais para comunicar a perda e prestar homenagem à profissional, destacando o carinho que ela despertava entre colegas. “O post mais triste que já fizemos, mas que ainda carrega o brilho do sorriso de Flávia Bacelar, alguém querida por todos nós. Hoje nos despedimos de quem esteve ao nosso lado e fez parte da nossa história. Flávia, receba nossa gratidão pela sua caminhada conosco. Sua presença seguirá viva na memória de todos que tiveram o privilégio de conviver com você. À família e aos amigos, nossos mais sinceros sentimentos”, diz o texto. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí também se manifestou sobre a morte da jornalista, publicando uma nota de solidariedade à família e aos amigos. “O Sindjor-PI, ao tempo em que lamenta, presta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Flávia Bacelar, que vivenciam a dor da perda”. Flávia morreu na última quinta-feira (12/2). O sepultamento ocorreu na manhã desta sexta-feira (13), em Teresina. Desde o dia 6, ela estava internada no Hospital HTI, após receber o diagnóstico da doença.Fonte Fama ao Minuto Noticias.

Goleiro Bruno faz confissão inédita da morte de Eliza Samúdio: “Demônio"

Nos últimos tempos, o assunto voltou a ganhar força após o passaporte dela ser encontrado em Portugal, o que reacendeu questionamentos sobre o paradeiro dos restos mortais e sobre a motivação do crime.

Eliza Samúdio foi assassinada em 2010, mas o corpo nunca apareceu, o que transformou o caso em um dos crimes mais impactantes do país. Nos últimos tempos, o assunto voltou a ganhar força após o passaporte dela ser encontrado em Portugal, o que reacendeu questionamentos sobre o paradeiro dos restos mortais e sobre a motivação do crime.Agora, o goleiro Bruno trouxe novas declarações sobre o episódio. Em entrevista a um podcast, ele afirmou que não foi o mandante do assassinato, mas admitiu que teve responsabilidade por ter sido “omisso”. Segundo o ex-atleta, na época ele não imaginava o desfecho do que estava acontecendo e explicou que já não mantinha diálogo com Eliza. “Chegou a um ponto que eu não tinha mais diálogo com a Eliza. Quem tomava conta das minhas coisas era o Macarrão. Ele que resolvia tudo pra mim“, disse ele ao Geral Podcast. Em outro trecho, Bruno relatou o que respondeu durante o julgamento quando foi questionado sobre a autoria. “A situação que aconteceu, eu até falei no meu júri quando o juiz me perguntou: ‘Você mandou fazer isso?’. Eu falo ‘Não’. ‘Mas você sabia?’. Eu sabia, mas eu não mandei”, comentou. Ele reforçou a ideia de omissão: “Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso. Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Eu nunca falei que eu sou inocente, mas eu também não sou o demônio da parada”, declarou. Bruno também mencionou que o caso envolveria “facção” e pessoas além do que o público imagina, sem detalhar. “Eu já falei pra quem eu tinha que falar, e eu já falei pra quem eu devia uma satisfação”, afirmou. Por fim, falou sobre o desejo de conversar com o filho. “Espero que, no momento oportuno, ele me dê uma oportunidade pra mim falar com ele o que eu tenho que falar. É ele que precisa saber desse esclarecimento. Só ele, mais ninguém”, concluiu. Atualmente, Bruno está em liberdade condicional desde Janeiro de 2023. Aos 41 anos, tenta voltar ao futebol e seu último clube foi o Capixaba Sport Clube, do Espírito Santo.Fonte Esporte  ao Minuto Noticias.

Jogador de futebol morre em acidente de moto, aos 24 anos

O jovem atleta faleceu na noite da última sexta-feira, 15 de Maio de 2026, em um acidente registrado na BR-407, na cidade de Paulistana. O f...