CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

domingo, 28 de junho de 2026

Operação ‘Rota Clandestina’ dá prejuízo milionário para organização criminosa.

 

A Receita Federal do Brasil, em atuação conjunta com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, deflagrou nesta data a Operação “Rota Clandestina”, com o objetivo de desarticular organização criminosa dedicada ao contrabando de cigarros de origem paraguaia, com atuação interestadual.

As investigações apontaram a existência de um grupo estruturado e hierarquizado, responsável pela importação clandestina, armazenamento, transporte e comercialização de cigarros ilegais, com ramificações em diversos estados brasileiros, incluindo Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.Ao longo das apurações, foram identificadas ao menos 12 grandes apreensões, totalizando mais de 1.000.000   de maços de cigarros, além de movimentação financeira superior a R$ 76 milhões, evidenciando a dimensão e o potencial econômico da atividade ilícita. Segundo as investigações, os produtos eram adquiridos no Paraguai e introduzidos clandestinamente no Brasil por rotas ilegais na região de fronteira. Em seguida, eram armazenados em depósitos clandestinos em Campo Grande/MS e distribuídos para outras unidades da federação, com o uso de veículos adaptados, transportadoras vinculadas ao grupo e documentação fiscal fraudulenta para simular legalidade.No aspecto financeiro, foram identificados indícios consistentes de lavagem de dinheiro, mediante uso de empresas de fachada, interpostas pessoas (“laranjas”), movimentações incompatíveis com a renda declarada, transferências fracionadas e utilização de mecanismos informais de remessa de valores ao exterior (“dólar-cabo”). A investigação contou com análises fiscais e bancárias conduzidas pela equipe de investigação, que evidenciaram incompatibilidades entre rendimentos declarados e movimentações financeiras, além de variação patrimonial sem origem comprovada, contribuindo para o fortalecimento das apurações e o embasamento das medidas cautelares.Início das investigações A investigação teve início a partir de informações de inteligência da Polícia Federal, que identificaram indícios da atuação de um grupo organizado voltado ao contrabando de cigarros. A partir desse ponto, foram realizadas diligências integradas e análises fiscais detalhadas, que confirmaram a estrutura e o funcionamento sistemático da organização criminosa. Modus operandi O grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções entre seus integrantes, incluindo aquisição no exterior, transporte clandestino, armazenamento, distribuição e gestão financeira.A logística consistia em: – aquisição de cigarros na região de fronteira com o Paraguai; – transporte fracionado em veículos para reduzir riscos de apreensão; – armazenamento em imóveis e estabelecimentos comerciais; – distribuição em larga escala para outros estados; – utilização de empresas de fachada e documentos fiscais fraudulentos para dar aparência de legalidade; – uso de sistemas informais de remessas financeiras e contas de terceiros para ocultação de valores.Participam da ação: 07 auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil e 15 analistas-tributários da Receita Federal do Brasil; 62 policiais federais e 17 policiais rodoviários federais.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.

Linha de Frente amplia operações de segurança em Anápolis com uso de motocicletas.

Anápolis tem sido ao longo de muitos anos, referência em Goiás nos investimentos e parcerias no setor de segurança pública, que é uma atribuição do ente estadual.

Voltando um pouco no tempo e na história, no início dos anos 2000, o município saiu à frente no estado com a criação do Banco de Horas para a Polícia Militar.Com o passar dos anos e de gestões na Prefeitura, esse programa se manteve e foi melhorado. Em 2018, foi criada a Força Tática, outro programa que veio para consolidar a parceria do poder público local com a PM e reforçar a segurança dos anapolinos. Agora, mais recentemente, a Administração Municipal criou o Linha de Frente, que acoplou o policiamento militar com as áreas que exercem fiscalizações sensíveis na cidade, como a Postura e a Vigilância Sanitária. E, agora, outro passo foi dado para ampliar o programa. O 3º CRPM– Comando Regional da Polícia Militar, junto com a Prefeitura, implantou no Linha de Frente o policiamento com uso de motocicletas, proporcionando uma maior mobilidade operacional. Ou seja, mais rapidez nas respostas às ocorrências e capacidade de acesso a locais que, às vezes, são mais difíceis para as camionetes que são usadas no programa.Esse modelo soma-se, portanto, ao que já se tinha para potencializar ações realizadas em parques, praças, bairros e outros espaços do município. O Linha de Frente, por exemplo, já tem uma base num dos locais de maior movimentação de pessoas da cidade: o terminal Urbano na Praça Americano do Brasil, que é utilizado para a integração do transporte público. Com atuação dinâmica e permanente, o Linha de Frente – Motos fortalece a presença institucional da PMGO, contribuindo para a redução da criminalidade e para a promoção de um ambiente mais seguro, assegurando à população anapolina o pleno exercício do direito de ir e vir.Nos últimos dias, essas ações são visíveis à população com patrulhamentos constantse, monitoramento, abordagens a indivíduos em fundada suspeita, consultas de pessoas e fiscalização em pontos estratégicos, fortalecendo a prevenção criminal, a localização de foragidos da Justiça e, de uma maneira ampla, colaborando com a preservação da ordem pública. Mais do que combater o crime, a presença da Polícia Militar busca proporcionar tranquilidade para que cada cidadão possa seguir sua rotina com mais segurança e confiança. E esse trabalho, aliado com ações e apoio do poder público, só tende a trazer resultados cada vez mais positivos para o município, que segue dessa forma sendo referência para Goiás e até para o Brasil, em segurança pública.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO


Mulher perde memória de 10 anos após fazer força para evacuar.

Episódio chamou atenção de especialistas e repercutiu internacionalmente

Uma mulher chinesa ganhou destaque na imprensa internacional após apresentar um episódio incomum logo depois de fazer força para evacuar. Segundo relatos divulgados por veículos estrangeiros, ela deixou de se lembrar dos acontecimentos dos últimos 10 anos de sua vida.A mulher sofria de constipação quando o caso ocorreu. Após sair do banheiro, ela demonstrou confusão e não conseguiu recordar fatos importantes da última década. Apesar do susto, as lembranças retornaram gradualmente e foram totalmente recuperadas no dia seguinte. Explicação médica Especialistas associaram o episódio à Amnésia Global Transitória (AGT), condição caracterizada por uma perda súbita e temporária da memória, geralmente sem danos permanentes ao cérebro. De acordo com médicos, esforços físicos intensos podem provocar alterações momentâneas no fluxo sanguíneo cerebral. Em alguns casos, o mecanismo está relacionado à chamada manobra de Valsalva, quando a pessoa prende a respiração e faz força, aumentando a pressão dentro do tórax e interferindo temporariamente na circulação sanguínea. A condição costuma durar poucas horas e, na maioria dos casos, não deixa sequelas neurológicas.Caso raro Embora a AGT seja reconhecida pela medicina, especialistas consideram incomum a ocorrência de episódios desencadeados durante atividades cotidianas. Por isso, o relato da paciente chamou atenção de médicos e pesquisadores e voltou a repercutir em diferentes países nos últimos anos. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região. FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS.


Vapes avançam entre jovens e especialistas alertam para risco de morte pulmonar.

 

Aparelhos eletrônicos para fumar preocupam médicos pelos riscos pulmonares e rápida dependência entre jovens Vander Lúcio Barbosa Com Centro Ânima Hospitalar.

Celebrado em 31 de Maio, o Dia Mundial Sem Tabaco chama atenção para um problema de saúde pública: o uso crescente de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), conhecidos como vapes ou pods. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo continua entre as principais causas de mortes evitáveis no mundo, contribuindo para mais de 8 milhões de óbitos anuais por doenças cardiovasculares e respiratórias. No Brasil, profissionais de saúde enfrentam o desafio de combater a ideia de que o cigarro eletrônico seria alternativa inofensiva ao tabaco tradicional. Materialde referência geográfica Diferente do cigarro convencional, os dispositivos eletrônicos funcionam pelo aquecimento de líquidos químicos. Segundo a pneumologista do Ânima Centro Hospitalar, Dra. Carol Gomes Imai, a ausência de fumaça não elimina os riscos. “Os vapes funcionam através do aquecimento de líquidos com nicotina, solventes, aromatizantes e partículas químicas ultrafinas. Essas substâncias penetram profundamente nos pulmões, provocando inflamação intensa das vias aéreas e alteração dos mecanismos de defesa pulmonar”, alerta a médica.Um dos pontos mais preocupantes, segundo especialistas e alertas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), é a elevada concentração de nicotina presente nesses dispositivos. Alguns modelos possuem carga equivalente a até 20 cigarros convencionais, acelerando o ciclo de dependência química, especialmente entre jovens. “A exposição precoce à nicotina interfere diretamente no desenvolvimento pulmonar e pode comprometer a função respiratória”, destaca a Dra. Carol Gomes Imai. Segundo ela, o cérebro dos adolescentes ainda está em formação, tornando-se vulnerável aos mecanismos de dependência. Clinicamente, já são observados casos de tosse crônica, chiado no peito e agravamento de crises asmáticas em pacientes jovens.Ao contrário do cigarro tradicional, os vapes também podem provocar lesões graves. É o caso da EVALI, lesão pulmonar associada ao uso de cigarros eletrônicos, monitorada no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A condição pode causar falência respiratória até em pessoas jovens e saudáveis.Clima agravante O cenário se torna ainda mais preocupante em Goiás durante o período de clima seco, característico do outono e inverno. A baixa umidade do ar provoca ressecamento das vias respiratórias, reduzindo a defesa natural do organismo contra vírus, bactérias e partículas nocivas. Materialde referência geográfica “Quando o indivíduo inala os aerossóis do vape ou a fumaça do cigarro, essa barreira protetora é ainda mais comprometida”, explica a pneumologista. Segundo ela, essa combinação favorece pneumonias, bronquites e crises em pacientes com doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC. Para combater os danos provocados pelo tabagismo, o diagnóstico precoce é considerado fundamental. Tosses persistentes, falta de ar e cansaço frequente devem ser investigados rapidamente. O Ânima Centro Hospitalar orienta que pacientes procurem atendimento imediato caso apresentem sinais como falta de ar progressiva, dor no peito, tosse intensa com febre ou coloração arroxeada nos lábios e extremidades. A unidade dispõe de exames especializados, como espirometria, tomografia computadorizada de tórax e broncoscopia, utilizados na investigação de doenças pulmonares relacionadas ao tabagismo. Parar de fumar exige suporte multidisciplinar. O protocolo do hospital reúne acompanhamento pneumológico, suporte psicológico e tratamento medicamentoso individualizado, ampliando as chances de sucesso e reduzindo recaídas. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS NASCIONAL.

Escoliose: diagnóstico precoce amplia chances de tratamento eficaz.

A escoliose caracteriza-se por uma curvatura lateral anormal na coluna vertebral

Uma alteração aparentemente discreta na postura pode evoluir de forma silenciosa ao longo dos anos, comprometendo gravemente a qualidade de vida. Durante a campanha Junho Verde, o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo reforça a necessidade de identificar a escoliose precocemente. Essa atenção inicial é fundamental para ampliar as alternativas terapêuticas e evitar o agravamento progressivo dos casos.A escoliose caracteriza-se por uma curvatura lateral anormal na coluna vertebral. Embora possa surgir em qualquer etapa da vida, a condição manifesta-se com maior frequência durante a infância e a adolescência, período marcado pelo estirão de crescimento. Identificar os sinais visíveis nessa fase de desenvolvimento faz uma diferença crucial nos resultados finais. Os responsáveis devem observar assimetrias como diferença na altura dos ombros, desalinhamento da cintura, inclinação persistente do tronco e alterações posturais. Em quadros severos, a evolução da deformidade compromete a caixa torácica e reduz a função pulmonar. Estima-se que a patologia atinja cerca de 3% da população mundial com menos de 18 anos. Opções terapêuticas O diagnóstico definitivo combina avaliação clínica minuciosa e exames de imagem, principalmente a radiografia panorâmica da coluna. O plano de tratamento varia conforme o grau de severidade da curvatura e a maturidade óssea do paciente, englobando observação periódica, fisioterapia especializada, coletes ortopédicos e intervenções cirúrgicas. O uso correto do colete estabilizador barra a progressão da deformidade. Como unidade de referência em alta complexidade pelo Sistema Único de Saúde, o hospital goiano realiza cirurgias corretivas semanalmente. A instituição conta com equipes multidisciplinares e tecnologia de ponta, incluindo monitorização neurofisiológica intraoperatória, garantindo segurança na correção de deformidades severas. A grande mensagem da conscientização global é que a escoliose possui tratamento eficaz e que a descoberta rápida muda completamente o prognóstico. Quanto mais cedo a curva é detectada pelos especialistas, maiores são as probabilidades de controlar a evolução natural da doença, assegurando um crescimento saudável e preservando o bem-estar e o futuro do jovem paciente. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL CONTEXTO NOTICIAS GO.


Polícia identifica quem retirou câmera de jovem após queda fatal.

Equipamento que registrava o salto de Maria Eduarda desapareceu logo após o acidente e ainda não foi encontrado. Investigação aponta possível supressão de provas e levou à prisão temporária de três suspeitos.

As investigações sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ganharam um novo capítulo após a Polícia Civil identificar quem teria retirado a câmera acoplada ao corpo da jovem logo após a queda durante um salto de rope jump em uma ponte no interior de São Paulo.Segundo a polícia, João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, que integrava a equipe responsável pela atividade, teria removido o equipamento segundos após o acidente. A suspeita levou à prisão temporária do investigado, cumprida no último fim de semana. De acordo com o relatório elaborado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, João Antônio estava na base da estrutura quando Maria Eduarda foi lançada da Ponte do Esqueleto, em Limeira. Os investigadores afirmam que, assim que a vítima atingiu o solo, ele se aproximou do corpo e retirou a câmera que registrava o salto. O equipamento, considerado uma peça fundamental para esclarecer a dinâmica da tragédia, ainda não foi localizado. Em depoimento, João Antônio negou ter retirado a câmera. Segundo sua versão, ele apenas se aproximou da jovem para verificar se ela ainda apresentava sinais vitais. Para a Polícia Civil, no entanto, há indícios de supressão de provas, hipótese que embasou o pedido de prisão temporária. Os investigadores acreditam que as imagens poderiam ajudar a esclarecer detalhes importantes sobre o momento do salto e eventuais falhas na execução da atividade. A delegada Andréa Levy, responsável pelo caso, informou que as apurações também apontaram possíveis tentativas de eliminação de provas digitais após a morte da jovem. Além de João Antônio, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, apontada como organizadora do evento e responsável pelo grupo Entre Cordas, e Gabriel Barros Martins, integrante da equipe.Segundo a investigação, Evelyne teria apagado o perfil do grupo nas redes sociais após o acidente, eliminando conteúdos que poderiam auxiliar na apuração. Já Gabriel é acusado de deixar o local logo após a tragédia e não se apresentar espontaneamente às autoridades mesmo sabendo da investigação em andamento. A Polícia Civil apura a possível prática de homicídio com dolo eventual, quando o autor assume o risco de provocar a morte, além de fraude processual. O caso ocorreu em 13 de Junho e teve grande repercussão após a divulgação de imagens que mostram Maria Eduarda sendo lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem estar presa às cordas de segurança. Conforme a investigação, a vítima deveria estar conectada a dois sistemas de proteção, mas nenhum deles estava devidamente fixado no momento do salto. Paralelamente, três instrutores presos desde o dia da tragédia já foram indiciados por homicídio doloso qualificado. Ao todo, a polícia já ouviu mais de 20 pessoas e mantém dois inquéritos em andamento para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias da morte da jovem.FONTE JUSTIÇA AO MINNUTO NOTICIAS.

INSS dá prazo para fazer biometria sob pena de perder aposentadoria.

 

Instituto Nacional do Seguro Social dará prazo de 30 dias para segurado fazer biometria sob pena de perder pedido de aposentadoria; veja o que mudou na biomentria do INSS e quem está dispensado!

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que pedir um benefício e não tiver biometria -ou não se encaixar em nenhuma das situações de dispensa- tem 30 dias para regularizar a situação, sob pena de perda do requerimento, já que o órgão pode considerar que houve desistência da solicitação.Nesta segunda-feira (22), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicou no Diário Oficial da União uma nova portaria que amplia a exigência de cadastro biométrico para a concessão de benefícios previdenciários e assistenciais, como aposentadorias, auxílios e o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas). Objetivo da regra é confirmar a identidade do beneficiário e impedir que terceiros recebam valores de forma indevida.  Agora, quem solicitar benefícios ao INSS deverá comprovar registro biométrico em bases oficiais do governo, como Carteira de Identidade Nacional (CIN), Título de eleitor ou com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Ficam de fora da regra os pedidos de pensão, salário-maternidade e benefícios por incapacidade, incluindo o auxílio-doença. Além disso, há dispensa da biometria para pessoas com mais de 80 anos, refugiados e migrantes. O QUE É A BIOMETRIA E COMO CONFIRMAR OS DADOS NO INSS? A biometria é um cadastro de dados biométricos do segurado, por meio de dados como a impressão digital do cidadão e/ou biometria facial, com foto do rosto da pessoa. Hoje é registrada em diversos serviços que o cidadão usa tanto por meio do governo federal, no Gov.br, governos estaduais ou municipais, ou nos bancos. Pela nova regra, o segurado não precisa confirmar nnehum dado com o próprio INSS. Ele deve apenas ter o cadastro biométrico por meio dos seguintes documentos: - CIN (Carteira de Identidade Nacional), que é o novo RG - Título de eleitor com base biométrica no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para quem já vota colocando a digital - CNH (Carteira Nacional de Motorista), para quem tem biometria no Detran (Departamento Nacional de Trânsito) do seu estado QUANDO O INSS PASSOU A EXIGIR BIOMETRIA? A biometria para pedidos de BPC foi instituída pelo governo em 2024. Desde então, segurados precisam estar com seus cadastros em alguma das bases. Em Novembro de 2025, o INSS passou a aplicar a biometria para pedidos de aposentadoria e auxílio-reclusão, em regulamentação ao decreto de Julho. Agora, com a normativa, o órgão revoga um procedimento interno para os servidores e adota, para a concessão de benefício, as novas orientações. Na prática, não houve mudanças substanciais, porque os procedimentos internos já previam essa confirmação biométrica em alguns casos. O QUE MUDOU NA BIOMETRIA DO INSS? O INSS publicou nova portaria substituindo documento interno e deixando claro, em Diário Oficial, quais são as regras aplicadas aos segurados no que diz respeito ao cadastro biométrico para a concessão de benefícios previdenciários. A biometria, porém, já era exigida para solicitações de BPC desde Dezembro de 2024 e para outros benefícios, foi regulamentada em decreto de julho de 2025. A medida passou a valer nos pedidos de aposentadoria em novembro do ano passado.Agora, o INSS reforça as exigência, publica o prazo de 30 dias para a confirmação do cadastro biométrico, sob pena de desistência de requerimento para quem for obrigado a ter biometria e não regularizar a situação no prazo. Além disso, a portaria traz consigo a lista de situações em que o cadastro biométrico está dispensado. QUEM ESTÁ DISPENSADO DA BIOMETRIA DO INSS? A portaria lista seis situações que dispensam o segurado de apresentar a biometria: 1 - pessoas com mais de 80 anos; 2 - migrantes, refugiados ou apátridas; 3 - quem mora no exterior; 4 - quem está impossibilitado de se deslocar por mais de 30 dias por motivo de saúde ou deficiência, mas é preciso apresentar atestado médico que comprove a condição; 5 - moradores de localidades de difícil acesso, listadas em portaria do governo; 6 - segurados que fazem pedido de salário-maternidade, benefício por incapacidade ou pensão por morte. QUAIS BENEFÍCIOS EXIGEM BIOMETRIA E QUAIS FICAM DE FORA? - Os benefícios que exigem cruzamento de dados biométrico são aposentadoria, BPC e auxílio-reclusão - O que ficam de fora são auxílio-doença, auxílio-acidente, pensão por morte, salário-maternidade e aposentadoria por incapacidade permanente O QUE ACONTECE COM QUEM NÃO TIVER BIOMETRIA? O segurado que fizer pedido de aposentadoria e não tiver biometria registrada nas bases do CIN (Carteira Nacional de Identidade), no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ou na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) terá até 30 dias para regularizar essa situação. A dica de especialistas é substituir o RG comum pelo CIN para conseguir o registro biométrico, já que esse documento pode servir para a confirmação exigida pelo INSS. Caso não faça isso no prazo, o pedido será considerado como desistência, e o segurado terá de fazer nova solicitação de benefício. AS REGRAS PUBLICADAS PELO INSS SÃO NOVAS? Não. As regras publicadas pelo instituto em portaria no Diário Oficial da União já eram previstas em legislações de 2024 e de 2025 e já vinham sendo exigidas internamente. O prazo de 30 dias para regularização, no entanto, não havia sido publicado em Diário Oficial para os segurados. Com informações da 'Folhapress'FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Governo mira 36 mercados após tarifas dos EUA afetarem 5,6 mil empresas.

  Plano da ApexBrasil prevê investimento de R$ 210 milhões e mais de 300 ações para abrir alternativas às exportações brasileiras. Agronegóc...