CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Cristiano Ronaldo abre garagem e exibe coleção de carros milionária.

Craque português mostrou modelos raros de Bugatti, Ferrari, McLaren e Mercedes avaliados em milhões de euros. Dono de cerca de 40 veículos, ele afirma tratar parte da coleção como investimento e compara os automóveis a obras de arte.

Cristiano Ronaldo voltou a exibir uma de suas maiores paixões fora dos campos: os carros de luxo. De férias em Cascais, o jogador português abriu a garagem e mostrou nas redes sociais parte de uma coleção avaliada em milhões de euros.Em três fotos publicadas na noite de terça-feira, o craque revelou cerca de dez veículos, com destaque para modelos raros da Bugatti e da Ferrari. Entre os carros da Bugatti aparecem o Centodieci, o Veyron Super Sport e o Chiron. O Centodieci é o mais exclusivo do trio: tem preço inicial de 8 milhões de euros e apenas dez unidades produzidas no mundo, uma delas pertencente a Cristiano Ronaldo. O Veyron Super Sport custa perto de 2 milhões de euros, sem impostos, enquanto o Chiron tem valor estimado em aproximadamente 2,5 milhões de euros. A coleção também inclui quatro Ferraris: Daytona SP3, Monza SP1, 599 GTO e Purosangue. Os dois primeiros fazem parte da série limitada Icona. O Monza SP1 chama atenção por ter apenas um assento e motor de 810 cavalos de potência.Mas a coleção exibida por Cristiano Ronaldo vai além de Bugatti e Ferrari. Nas imagens também aparecem dois modelos exclusivos da McLaren: o Speedtail e o Senna. O McLaren Speedtail é um dos carros mais raros da fabricante britânica. Apenas 106 unidades foram produzidas, e cada uma tem preço superior a 2 milhões de euros. Já o McLaren Senna, criado em homenagem ao tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna, teve produção limitada a 500 exemplares e é avaliado em cerca de 1,5 milhão de euros.Fechando a seleção de supercarros está o Mercedes-AMG One, considerado um dos modelos mais tecnológicos da marca alemã. Equipado com um conjunto mecânico que supera os 1.000 cavalos de potência, o veículo custa aproximadamente 2,5 milhões de euros e teve apenas 275 unidades fabricadas em todo o mundo.Mais do que reunir veículos de alto valor, a garagem de Cristiano Ronaldo reforça um lado que o jogador já assumiu publicamente: o de colecionador. Em outras ocasiões, ele explicou que parte dos carros é tratada como investimento de longo prazo e que alguns modelos raramente chegam a ser usados. G-Wagon também faz parte da coleção Durante a passagem por Portugal, Cristiano Ronaldo visitou a Cidade do Futebol e acompanhou o amistoso de pré-temporada entre Al Nassr e Almería. O atacante defende o clube saudita e também é investidor da equipe espanhola.Imagens publicadas nas redes sociais mostram o jogador deixando o local em um Mercedes-Benz G-Class, conhecido como G-Wagon. Em Portugal, o modelo tem preço inicial de cerca de 148,4 mil euros.Quantos carros tem CR7? Nem ele sabe Em Novembro de 2025, Cristiano Ronaldo admitiu que já havia perdido a conta de quantos carros possuía. Durante uma entrevista a Piers Morgan, o capitão da seleção portuguesa estimou que sua coleção reunia entre 40 e 41 veículos. O jogador explicou que parte das compras não é feita para uso cotidiano, mas como forma de investimento. Como exemplo, citou o Bugatti Tourbillon, adquirido poucos dias antes da conversa.“Posso comprar o que quiser, mas não preciso mais disso. Há três dias comprei um carro, mas é para coleção. É como se fosse um quadro. Eu não vou dirigi-lo. É um investimento”, afirmou. Questionado sobre o número exato de automóveis, Cristiano disse não acompanhar esse total com precisão. “Não conto os carros que tenho. É normal, é um fato. Talvez uns 40 ou 41, se tivesse que apostar. Juro pelos meus filhos que não sei”, declarou. O português também revelou qual marca ocupa um lugar especial em sua garagem. “O favorito? Adoro os Bugatti. São máquinas diferentes”, completou.ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Pobreza volta a subir na Argentina, e Milei admite cenário “horrível”

Estimativas apontam que cerca de 600 mil argentinos entraram na pobreza no primeiro trimestre. Apesar da piora, presidente sustenta que o ajuste econômico segue na direção correta e mantém a defesa dos cortes no Estado.

Cerca de 600 mil argentinos teriam passado a viver abaixo da linha da pobreza nos primeiros três meses de 2026. A estimativa, publicada pelo jornal La Nación, acompanha cálculos que apontam alta do indicador de 29,9% para 30,7% entre o fim de 2025 e o início deste ano.Questionado sobre a piora, Javier Milei reconheceu a gravidade da situação social, mas afirmou que o resultado não compromete a estratégia econômica adotada pelo governo. “O panorama é horrível, mas a tendência geral continua excelente”, declarou o presidente argentino nesta terça-feira (4). Milei usa início do mandato como comparação Ao avaliar o cenário atual, Milei preferiu comparar os números com os índices registrados nos primeiros meses de sua administração. Segundo ele, a pobreza chegou a aproximadamente 57% naquele período e, desde então, recuou para perto de 30%. “Não somos a Suíça. O panorama geral ainda é terrível, mas a tendência continua excelente. Eu vejo a tendência: a economia está crescendo, a pobreza está diminuindo e a inflação está caindo”, afirmou. A taxa de 30,7% foi calculada com base nos microdados da Pesquisa Permanente de Domicílios, produzida pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina. O resultado oficial consolidado ainda não havia sido divulgado. Governo considera redução de salários públicos parte do ajuste Milei também voltou a defender a diminuição das despesas do Estado. Desde que assumiu a Presidência, seu programa econômico inclui cortes orçamentários, redução de subsídios, desregulamentação e restrição da circulação de dinheiro. O presidente admitiu que os salários pagos pelo setor público perderam valor, mas tratou o movimento como consequência prevista de sua política.“Os salários do setor público estão caindo, mas esse é um resultado desejado do modelo. Significa que o Estado arcará com o ajuste. É a motosserra”, declarou. Apesar da defesa dos cortes, Milei disse que pretende melhorar a remuneração dos profissionais mais qualificados do serviço público. Segundo ele, a medida ajudaria a recuperar a valorização dessas carreiras. Inflação perde força, mas consumo continua pressionado A contenção de gastos e a política monetária mais rígida contribuíram para desacelerar a inflação argentina. A melhora dos preços, porém, não eliminou as dificuldades enfrentadas pelas famílias. A perda do poder de compra e o enfraquecimento da demanda interna continuam afetando atividades como o comércio varejista e a indústria de transformação. O crescimento também não se distribui de maneira uniforme. As áreas mais ligadas ao mercado externo apresentam resultados melhores do que os setores dependentes do consumo doméstico. Petróleo, mineração e agricultura impulsionam atividade Parte da recuperação econômica vem da agricultura, beneficiada pela melhora da produção, e das indústrias de petróleo, gás e minerais.Vaca Muerta, uma das maiores reservas de petróleo e gás não convencional do mundo, tornou-se um dos principais motores da expansão energética argentina. A extração de lítio também ganhou relevância com o aumento da demanda internacional pelo mineral. Enquanto essas atividades avançam, empresas voltadas ao mercado interno ainda enfrentam vendas fracas e dificuldades para retomar a produção. Economia vira motivo de disputa entre Argentina e Brasil Os resultados argentinos também entraram no confronto político entre os governos de Milei e Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de o presidente argentino participar do lançamento da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e criticar o governo brasileiro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reagiu e chamou Milei de “palhaço”. Durigan usou indicadores de inflação, desemprego, risco-país e comércio exterior para sustentar que a economia brasileira apresenta desempenho superior ao da Argentina. Milei, no entanto, mantém o discurso de que os efeitos sociais do ajuste são parte de um processo necessário para reorganizar a economia. A nova alta da pobreza mostra que os resultados positivos defendidos pelo governo ainda convivem com dificuldades para uma parcela significativa da população.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Ator preso por suspeita de estupro diz que confundiu criança com namorada.

Marco Furlan apresentou versões diferentes após ser preso por suspeita de estupro de vulnerável. Segundo o boletim de ocorrência, ele também alegou ter entrado no quarto por engano e afirmou não se lembrar do que aconteceu.

O ator Marco Furlan, de 48 anos, afirmou à polícia que confundiu uma criança de 5 anos com a própria namorada após ser preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável. A alegação consta no boletim de ocorrência e será analisada no inquérito conduzido pela Polícia Civil.O que Marco Furlan disse à polícia? A nova versão foi divulgada depois de o caso ganhar repercussão. Inicialmente, Furlan teria dito aos policiais militares que passou mal durante a festa de aniversário e entrou no quarto por engano. Já na delegacia, declarou que havia consumido bebida alcoólica e não se lembrava do que ocorreu, recordando apenas do momento em que foi colocado na viatura. Como ocorreu a prisão de Marco Furlan? A prisão aconteceu durante uma comemoração realizada em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. Segundo o registro policial, familiares e convidados foram alertados pelo choro da criança. A mãe da vítima e outras pessoas seguiram até o cômodo e encontraram o ator ao lado da menina.A Polícia Militar foi chamada e prendeu Furlan em flagrante. Testemunhas relataram que ele apresentava comportamento alterado e chorava durante a abordagem. Depois de ser levado à Delegacia de Pindamonhangaba, o ator foi autuado por estupro de vulnerável. Prisão de ator foi convertida em preventiva Após a audiência de custódia, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. O ator permanece à disposição da Justiça. O que diz a Secretaria da Segurança Pública? Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que outros detalhes não serão divulgados por causa da natureza da ocorrência e por envolver uma criança. “Um homem, de 48 anos, foi preso em flagrante e permanece à disposição da Justiça. Demais detalhes serão preservados devido à natureza da ocorrência e por envolver menor de idade”, declarou a pasta. Investigação sobre Marco Furlan corre sob sigilo A investigação tramita sob sigilo. Até a divulgação das novas informações, a defesa de Marco Furlan não havia se manifestado publicamente sobre as acusações.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Caso de assédio em grupo musical choca o Peru; cantora registra queixa.

Cantora Naldy Saldaña registrou denúncia contra o diretor musical do projeto do qual faz parte depois dele ter sido filmado tentando beijá-la e a apalpá-la. A mulher diz que este não foi um episódio isolado.

Naldy Saldaña, vocalista da orquestra La Bella Luz, do Peru, apresentou uma queixa contra o diretor musical do projeto. O homem é acusado de assédio sexual e de ter tocado de forma inapropriada na artista, sem o consentimento dela.As imagens do momento se tornaram públicas e estão indignando os peruanos. Situação criou uma onda de solidariedade com a cantora nas redes sociais, onde se pede também uma condenação para o suspeito. Tudo aconteceu durante os ensaios da banda. Naldy estava saindo do banheiro quando César Sánchez Chavesta, diretor musical da orquestra, começou a agarrá-la, forçando um beijo e pegando no peito dela. As imagens foram registradas em 18 de junho, destaca o El Pais, e se tornaram públicas pouco depois. Já a cantora apresentou queixa no dia seguinte às gravações. Naldy relata que o caso agora público não é um episódio único, mas sim o culminar de sucessivas tentativas de abuso sexual por parte de César Sánchez Chavesta."Não foi a primeira vez. Naquele mês, comecei a evitar ir ao banheiro. Ele tentava sempre me tocar quando eu passava por ele", revela a jovem de 26 anos. Sem apoio, cantora abandonou projeto A cantora, que estava há três anos na orquestra La Bella Luz, diz que esperava uma resposta firme do grupo após a sua denúncia, contudo isso não aconteceu e, um mês depois, decidiu ela própria se afastar do projeto. "Me diziam que isto ia passar e que ia conseguir ultrapassar a situação", revela, lamentando a posição dos seus colegas de trabalhos. Note-se que César éfundador e proprietário da banda.Só depois de as imagens serem divulgadas é que a orquestra anunciou a afastamento por tempo indeterminado de Sánchez Chavesta. Denúncia levou ao cancelamento de vários eventos A denúncia de Naldy já teve o seu impacto em vários projetos da banda. A Del Barrio Producciones anunciou o cancelamento de uma série inspirada na história de La Bella Luz e explicou que não pode prosseguir com uma produção baseada na orquestra, enquanto uma pessoa visada numa denúncia desta natureza continua fazendo parte da mesma. A empresa afirmou que mantém uma política de tolerância zero face ao assédio e reafirmou o seu compromisso com a proteção das vítimas e o respeito pelo devido processo legal. Também o programa "Mande quien mande", da América Televisión, que tinha organizado um reality show para encontrar a nova cantora da La Bella Luz, decidiu cancelar temporariamente o casting. "Pedimos que as investigações sejam levadas até ao fim. Ninguém tem o direito de sofrer qualquer tipo de assédio e muito menos de ficar calada. Graças a Deus que esta jovem conseguiu reunir provas para mostrar ao mundo o que este infeliz estava fazendo", afirmou Tula Rodríguez, uma das apresentadoras.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Nova lei regulamenta o filtro de relevância para o STJ analisar recursos especiais sobre leis federais.

Regra permite selecionar casos de impacto econômico, político, social ou jurídico.

A Lei 15.484/26 regulamenta o filtro de relevância para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) analise recursos especiais. A Emenda Constitucional 125, de  2022, criou esse requisito, mas ainda faltava uma lei para regulamentar as hipóteses. O recurso especial permite questionar decisões de tribunais de segunda instância sobre a interpretação ou a aplicação de leis federais. Agora, para que o STJ analise o recurso, deverá ser demonstrado que a questão tem relevância econômica, política, social ou jurídica e vai além dos interesses das partes. A falta de relevância somente poderá ser reconhecida pelo voto de 2/3 dos integrantes do órgão responsável pelo julgamento. A Constituição já definia como relevantes os recursos relacionados a ações penais, ações de improbidade administrativa, causas com valor superior a 500 salários mínimos, casos que possam resultar em inelegibilidade e decisões que contrariem a jurisprudência dominante do STJ. PROJETO DO SENADO A nova lei é originada do Projeto de Lei 3085/26, do senador Davi Alcolumbre (União-AP), aprovado pelos deputados e pelos senadores. O texto foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado no Diário Oficial da União de terça-feira (4). Hugo Motta afirma que nova lei fortalece atuação do STJ em recursos especiais Ao apresentar a proposta, Davi Alcolumbre argumentou que a regulamentação do filtro de relevância contribuirá para reduzir a sobrecarga do STJ e permitirá que a Corte concentre sua atuação em questões de maior impacto. EFEITOS DAS DECISÕES O texto também altera o Código de Processo Civil (CPC) para disciplinar os efeitos das decisões do STJ. Quando a relevância de um recurso for reconhecida, o relator poderá suspender, por até seis meses, os processos que tratem da mesma questão jurídica. Esse prazo poderá ser prorrogado uma única vez em situações específicas. As decisões tomadas nesses julgamentos também deverão ser observadas pelas demais instâncias do Judiciário em processos semelhantes. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Mais de 80 vetos trancam pauta do Congresso na volta do recesso.

 

Pauta do Congresso tem 99 vetos presidenciais aguardando análise; desses, 87 estão trancando a pauta e impossibilitando novas votações.

Pelo menos 87 vetos presidenciais trancam a pauta de votações do Congresso e aguardam análise de deputados e senadores neste segundo semestre. Ao todo, o Congresso analisa 99 vetos presidenciais. Entre os vetos que impedem novas votações, estão os que atingem trechos dos projetos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. Os trechos vetados tratam de temas como saúde, educação, trabalho, segurança e políticas sociais. ÚLTIMA VOTAÇÃO A última sessão conjunta para analisar vetos ocorreu em maio. Vetos não apreciados em 30 dias trancam a pauta do Congresso. Para rejeitar um veto, é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores. Saiba como é a análise de vetos pelo Congresso Nacional VETO TOTAL Entre os vetos em análise, 16 rejeitaram integralmente propostas aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O mais recente (VET 40/26) foi aposto ao Projeto de Lei 2816/23, que garantia ao zootecnista o mesmo piso salarial estabelecido para engenheiros, químicos, arquitetos, agrônomos e veterinários. O governo vetou integralmente o projeto sob o argumento de que a proposta é inconstitucional por contrariar o interesse público ao estabelecer o piso sem apresentar estimativa de impacto orçamentário da medida. Também foram integralmente vetadas as seguintes propostas: a que prevê isenção de IPI sobre móveis e eletrodomésticos para vítimas de desastres (VET 23/24); a que permite o uso do vale-cultura em atividades esportivas (VET 24/24); a que prorroga financiamentos rurais em municípios em emergência (VET 25/24); a que muda o número de deputados federais (VET 20/25); a que concede isenção da taxa de navegação de cargas para as regiões Norte e Nordeste (VET 27/25); a que estende a garantia-safra para municípios do semiárido do Rio de Janeiro (VET 28/25); a que prevê a distribuição de cordões com desenhos de girassóis para identificar pessoas com deficiências ocultas (VET 44/25); a que cria o Símbolo Nacional de Acessibilidade da Pessoa com Visão Monocular (VET 47/25); a que prevê o aproveitamento de empregados de estatais elétricas desestatizadas (VET 50/25); a que unifica as idades máximas para ingresso nas carreiras das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares (VET 1/26); a que altera a Lei de Registros Públicos para ratificar registros de terras em áreas de fronteira (VET 6/26); a que reconhece o estágio como experiência profissional (VET 22/26); a que permite o uso do Fundo Nacional de Segurança Pública em ações em rodovias e no trânsito das cidades (VET 24/26); a que permite que o trabalhador safrista mantenha benefícios sociais durante períodos de contratação temporária no campo (VET 29/26); e a que cria o programa Primeiro Emprego, que flexibiliza regras para a entrada de jovens no mercado de trabalho (VET 34/26). ORÇAMENTO Na proposta da Lei Orçamentária deste ano (VET 9/26), foram vetados dois dispositivos que somavam quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares incluídas pelo Congresso no Orçamento. No veto à LDO (VET 51/25), 4 dos 44 trechos vetados já foram derrubados pelos parlamentares em maio – entre eles, está o que permite que cidades com 65 mil habitantes com pendências fiscais celebrem convênios com o governo federal e acessem recursos de programas e emendas parlamentares. Os trechos restantes ainda precisam ser analisados. REFORMA TRIBUTÁRIA Também devem ser avaliados 10 dos 46 trechos vetados na regulamentação da reforma tributária (VET 7/25). Estão pendentes vetos sobre o comitê gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (VET 8/26) e a operacionalização de crédito consignado por meio de plataformas digitais (VET 23/25). ESPORTE O VET 14/23, referente à Lei Geral do Esporte, é o que tem mais dispositivos vetados. Apesar de 57 itens do veto já terem sido apreciados, ainda há outros 340 aguardando análise dos congressistas. MEIO AMBIENTE O veto ao Estatuto do Pantanal (VET 36/25) abrange regras de manejo do fogo e sugestão para uso de áreas desmatadas ilegalmente ou degradadas na implantação de novos empreendimentos, em detrimento da sua recuperação ambiental. INFRAESTRUTURA Os vetos presidenciais às propostas dos marcos regulatórios do setor elétrico e do transporte público coletivo urbano também aguardam votação. Entre os trechos rejeitados no marco do setor elétrico (VET 42/25), está o que permite o ressarcimento por cortes de geração, abrangendo todos os eventos de origem externa, independentemente da causa. Já o VET 30/26, referente ao transporte público, foi aposto ao item que obriga União, estados e municípios a custear gratuidades e descontos tarifários com recursos orçamentários. SPRAY DE PIMENTA O Projeto de Lei 727/16, que deu origem à Lei 15.474/26, que autoriza o uso de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres, também teve 16 dispositivos vetados (VET 39/26). Entre eles, está o que permite a compra dos sprays por menores de 18 anos, mediante autorização expressa dos responsáveis. EDUCAÇÃO Em vigor há pouco mais de um mês, a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação foi sancionada com veto a 32 trechos (VET 33/26). Alguns deles tratam de triagem educacional anual em massa e identificação precoce. Outro trecho rejeitado prevê a criação de um centro de referência em cada unidade da Federação. Confira todos os vetos em tramitação Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto eleva para R$ 250 mil o teto de isenção de IPI na compra de carros por pessoas com deficiência.

Atualmente, essa isenção só vale para carros de até R$ 200 mil.

O Projeto de Lei 2079/26 aumenta para R$ 250 mil o limite para a compra de veículos novos com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) por pessoas com deficiência ou transtorno do espectro autista.O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei 8.989/95, que trata dessa desoneração tributária. Atualmente, a legislação restringe o benefício a automóveis com preço de venda ao consumidor de até R$ 200 mil.Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (Republicanos-SC), os veículos novos encareceram recentemente, tornando o benefício inacessível. “A mobilidade é uma pré-condição para a inclusão social e para a autonomia”, argumentou a deputada ao defender o limite de R$ 250 mil.PRÓXIMOS PASSOS A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado defende busca ativa para reverter queda na cobertura vacinal.

No Dia Nacional da Saúde, Dorinaldo Malafaia sugere que equipes levem imunizantes às casas das famílias; assista à entrevista.

No Dia Nacional da Saúde, celebrado hoje (5 de agosto), o coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Vacina, deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP), defendeu que o Ministério da Saúde adote uma estratégia de vacinação ativa para reverter a queda na cobertura vacinal no Brasil. Em entrevista à Rádio Câmara, Malafaia lembrou que o Dia Nacional da Saúde é celebrado na data de nascimento do sanitarista Oswaldo Cruz. Segundo ele, assim como as autoridades de saúde atuais, Oswaldo Cruz enfrentou o desafio de ampliar a vacinação no país. Ouça a íntegra da entrevista de Dorinaldo Malafaia à Rádio Câmara Malafaia afirmou que há uma diferença entre o contexto de 1904 e o atual. Segundo ele, a Revolta da Vacina ocorreu por causa da obrigatoriedade da vacinação contra a varíola e do desconhecimento sobre os benefícios da imunização. Hoje, acrescentou, o medo ou a recusa em se vacinar muitas vezes estão relacionados ao negacionismo e à disseminação de notícias falsas nas redes sociais. “A gente fala muito no Parlamento que precisamos ter uma narrativa hegemônica do efeito positivo da vacina. O problema é que nós atuamos com discursos que geram medo à população." "E, quando um profissional de saúde propaga uma fake news, isso é um problema grave! Então, nós estamos fazendo na frente parlamentar exatamente um exercício de educação e saúde”, disse. CAMPANHA EM ANDAMENTO O Ministério da Saúde iniciou uma campanha nacional de multivacinação para atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos em todo o país. BUSCA ATIVA A mobilização segue até 1º de setembro e terá um Dia D nacional em 22 de Agosto para ampliar a cobertura vacinal e alcançar quem está com doses em atraso. Para Dorinaldo Malafaia, além de campanhas, é preciso que o ministério adote uma estratégia ativa de vacinação, levando os imunizantes às casas das famílias. “Uma equipe de saúde da família tem em torno, na sua área, de 1.000 a 1.500 famílias", calculou. "É esse método que permite que a gente possa realmente elevar as coberturas vacinais. A vacinação passiva, essa em que o cidadão vai até a unidade de saúde, tem mostrado baixo resultado.” As quedas nos índices de vacinação levaram ao retorno de doenças como o sarampo no país. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Nova lei cria rota turística entre Porto Alegre e Serra Gaúcha.

Rota abrange 20 municípios gaúchos.

A Lei 15.482/26 cria a Rota Turística do Vale da Felicidade, no Rio Grande do Sul. O objetivo é estimular o turismo cultural, rural, histórico e de aventura em 20 municípios gaúchos. A nova lei é originada do Projeto de Lei 1028/22, do deputado Osmar Terra (PL-RS), aprovado pelos deputados e senadores. Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a norma foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de terça-feira (4). Com a rota, a estruturação, a gestão e a promoção dos atrativos turísticos passarão a contar com o apoio dos programas oficiais voltados para o fortalecimento do turismo. A Rota Turística do Vale da Felicidade é, conforme a lei, composta pelos seguintes municípios: Alto Feliz, Barão, Bom Princípio, Brochier, Capela de Santana, Feliz, Harmonia, Linha Nova, Maratá, Montenegro, Pareci Novo, Portão, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, Salvador do Sul, São José do Hortêncio, São José do Sul, São Vendelino, Tupandi e Vale Real, todos situados entre a região metropolitana de Porto Alegre e a Serra Gaúcha. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria política nacional de avaliação e premiação de servidores.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1852/26 institui a Política Nacional de Gestão de Desempenho e Eficiência para o serviço público em todos os níveis. A proposta define regras para a avaliação de pessoal e prevê mecanismos de premiação para bons resultados. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a avaliação dos servidores será feita preferencialmente a cada ano. Serão analisados pontos como produtividade, qualidade do trabalho, cumprimento de metas, assiduidade e pontualidade. Segundo o autor do projeto de lei, deputado Fabio Garcia (União-MT), é preciso fortalecer a cultura de melhoria contínua na administração pública. “O texto não se orienta por uma lógica punitiva, mas sim por uma abordagem de valorização e desenvolvimento do servidor público”, afirmou ele na justificativa do projeto. PREMIAÇÃO E CAPACITAÇÃO Para reconhecer o trabalho eficiente, os órgãos públicos poderão conceder bônus financeiros ou priorizar o servidor em programas de treinamento. Esse bônus não será incorporado à remuneração e dependerá da disponibilidade orçamentária. A proposta proíbe que as avaliações sejam baseadas exclusivamente na opinião da chefia, sem critérios objetivos. Todo servidor avaliado terá acesso prévio aos métodos de avaliação e poderá conferir integralmente os resultados pessoais. Pelo texto, os profissionais com desempenho considerado insuficiente terão prioridade de inclusão em programas institucionais de capacitação. O objetivo é oferecer treinamento focado na melhoria contínua do desempenho funcional. PRÓXIMOS PASSOS O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Administração e Serviço Público e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto proíbe venda de vapes para nascidos a partir de 2009.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1955/2026 proíbe a venda, a oferta e a disponibilização de produtos de tabaco e dispositivos eletrônicos para fumar, os chamados “vapes”, aos nascidos a partir de 1º de janeiro de 2009. A proposta eleva a idade mínima para compra desses itens anualmente, a fim de criar a “geração livre de fumo”. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a idade mínima para adquirir cigarros e produtos fumígenos com ou sem nicotina subirá a cada ano, a partir de 2027. No futuro, a proibição de compra valerá para todos os consumidores. Os estabelecimentos que descumprirem a regra estarão sujeitos a punições, com multas em valor suficiente para desestimular a prática. A proposta também prevê a apreensão das mercadorias irregulares e a suspensão do comércio infrator. JUSTIFICATIVA Autor da proposta, o deputado Mauricio Neves (PP-SP) disse que a medida segue tendência mundial inspirada em legislação do Reino Unido. Na justificativa do texto, ele afirmou que a restrição foca na proteção de crianças e adolescentes. Segundo o deputado, o tabagismo é um dos maiores problemas de saúde pública do Brasil, com cerca de 174 mil mortes evitáveis por ano. Ele lembrou ainda que, mesmo proibido, cresceu muito no país o comércio de cigarros eletrônicos (Veja infográfico abaixo). “O aumento do uso do tabaco entre jovens é a principal preocupação, pois serve como porta de entrada para o vício em nicotina”, declarou Mauricio Neves. “Por isso não há o que esperar, razão pela qual espero a rápida aprovação”, continuou. PRÓXIMOS PASSOS O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Frei Orlando terá nome inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

Ele é conhecido por seu trabalho de assistência social e por ser patrono do Serviço de Assistência Religiosa do Exército.

O presidente  sancionou a Lei 15.483/26, que inscreve o nome de Frei Orlando – conhecido por seu trabalho de assistência social e por ser patrono do Serviço de Assistência Religiosa do Exército – no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial de terça-feira (4) e é originada do Projeto de Lei 1076/23, do deputado licenciado Prof. Paulo Fernando (DF), atualmente fora do exercício do mandato. Antes da sanção, o texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. O HOMENAGEADO Nascido em Morada Nova (MG) em 1913, Antônio Álvares da Silva, que adotou o nome religioso de Frei Orlando, atuou no magistério no Colégio Santo Antônio, em São João Del-Rei (MG). Frei Orlando morreu em 1945, às vésperas da conquista de Monte Castelo, na Itália, quando se deslocava para prestar assistência religiosa aos soldados da linha de frente. Ele foi atingido por um disparo acidental e faleceu aos 32 anos. LIVRO DE AÇO O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria registra, em páginas de aço, o nome de brasileiros ou grupos de brasileiros que tenham oferecido a vida em defesa do país, com dedicação e heroísmo excepcionais. Ele está guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto extingue margem de cartão de crédito em empréstimo consignado do INSS.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1947/26 extingue as margens específicas para cartão de crédito e cartão consignado de benefício nas operações financeiras de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A proposta em análise na Câmara dos Deputados mantém o limite global de 45% da renda para contratação da dívida, mas destina o percentual exclusivamente a empréstimos, financiamentos e arrendamento mercantil. O projeto abrange ainda os titulares do Benefício de Prestação Continuada (BPC), cujo limite total de descontos, exclusivos para empréstimos, será fixado em 35%. O texto também prevê sanções a bancos e empresas em caso de irregularidades. JUSTIFICATIVA Autor da proposta, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) disse que a regra atual muitas vezes resulta em descontos mensais contínuos. “É preciso fortalecer a proteção dos beneficiários sem inviabilizar o acesso ao crédito”, afirmou. Segundo Gaspar, relator na recente Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS, o objetivo é evitar o superendividamento de aposentados e pensionistas, já que as modalidades ligadas a cartão de crédito dificultam a liquidação do débito. PRÓXIMOS PASSOS O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Administração e Serviço Público; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


Veja o que cada clube precisa para avançar na Copa do Brasil

Cinco dos sete jogos do fim de semana terminaram empatados. Corinthians precisa vencer por três gols para avançar direto. Só dois times apro...