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domingo, 5 de abril de 2026

Quanto custa uma viagem até a Lua? Entenda os valores da corrida espacia.

Estimativa da Nasa para o projeto de exploração espacial supera R$ 530 bilhões e visa garantir hegemonia dos EUA frente à China na corrida por minerais raros e ida a Marte.

O Programa Artemis, que pretende levar seres humanos de volta à Lua depois de um intervalo de mais de 50 anos, deve alcançar um custo total de US$ 100 bilhões (algo em torno de R$ 530 bilhões). A estimativa é baseada em relatório da própria Nasa, com previsões de orçamento até 2025, e de orçamentos anunciados pela Casa Branca até 2030.O valor inclui o desenvolvimento do foguete Space Launch System (SLS), da cápsula Órion e de toda a infraestrutura dos lançamentos do programa. De acordo com as estimativas da Nasa, US$ 40 bilhões já haviam sido gastos até 2020 e outros US$ 53 bilhões estavam previstos para os cinco anos seguintes. Além disso, um pedido orçamentário da Casa Branca prevê para este ano um valor de US$ 8,3 bilhões para a área da exploração espacial relacionada à Lua e a Marte. Entre 1969 e 1972, a Nasa levou 12 astronautas à Lua como parte do Programa Apollo. Segundo um artigo publicado na Space Next 50, a agência espacial teria gastado US$ 20 bilhões ao longo do programa - um total que, reajustado para valores atuais, ficaria em algo entre US$ 150 bilhões e US$ 170 bilhões. O alto valor do programa, aliás, foi um dos motivos que levaram a sua extinção. Mas por que retomá-lo agora? Do ponto de vista científico, o objetivo é voltar à Lua para criar uma base espacial e, a partir de lá, enviar astronautas a Marte ainda na próxima década. Do ponto de vista econômico, entretanto, voltar à Lua agora faz mais sentido do que no passado, a partir da constatação da presença de muitos minerais raros no satélite terrestre e do desenvolvimento de tecnologia para minerá-los. É o caso, por exemplo do Hélio 3, um isótopo raro na Terra, mas abundante na Lua. A substância é vista como o combustível do futuro devido ao seu potencial para reatores de fusão nuclear limpa, segura e praticamente ilimitada. A rigor, a Lua não pertence a ninguém, mas quem conseguir chegar por lá primeiro, certamente terá a primazia na exploração. Não por acaso, a China entrou na corrida espacial, prometendo levar um taikonauta ao satélite em 2030. Mais do que levar o ser humano de volta ao satélite natural, as missões Artemis têm o objetivo de garantir a superioridade dos EUA na exploração espacial, em meio a uma disputa com a China. 'Era de ouro para a ciência e as descobertas' Após o lançamento da missão Artemis II, o administrador da Nasa, Jared Isaacman, destacou que o objetivo da agência é testar os sistemas da espaçonave Órion e do foguete SLS de olho em futuras missões. "Nenhum ser humano jamais voou nesta nave. Estamos realizando testes rigorosos para garantir que tudo esteja em ordem. Ela abrirá caminho para missões subsequentes e uma era de ouro para a ciência e as descobertas", disse à Nasa TV.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião.

Voo comercial cruzou o céu da Flórida no momento exato da decolagem e registrou imagens raras. Missão da NASA marca retorno de humanos à órbita da Lua após mais de 50 anos e segue com sistemas funcionando normalmente.

Desde quarta-feira, o mundo acompanha a missão tripulada Artemis II rumo à Lua. Mas passageiros de um voo comercial tiveram um privilégio raro: assistir ao lançamento diretamente da janela do avião.O voo 1784 da Delta Air Lines, que partiu da Costa Rica e seguia para Atlanta, sobrevoava a Flórida exatamente no momento do lançamento, garantindo uma vista impressionante do foguete em ascensão. Um dos passageiros registrou o momento em vídeo. Diferentemente de outras ocasiões em que voos são fretados para observar fenômenos espaciais, neste caso tudo aconteceu por coincidência. A NASA confirmou que a manobra que colocou a missão em trajetória rumo à Lua foi concluída com sucesso, apesar de pequenos incidentes sem impacto no voo. Segundo a agência, a tripulação está bem e os sistemas da cápsula funcionam conforme o previsto. Durante o primeiro dia completo no espaço, os astronautas realizaram verificações e manobras para garantir a segurança da nave, que nunca havia transportado humanos até então. “Este ainda é um voo de teste (...) continuaremos coletando informações importantes diariamente para aprender a operar esta nave no ambiente espacial real”, afirmou Hu. O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com o foguete SLS, o mais potente já desenvolvido pela NASA, marcando o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos. A missão também é histórica por reunir uma tripulação diversa, com a astronauta Christina Koch, o piloto Victor Glover e o canadense Jeremy Hansen. Ao se aproximarem da Lua, os astronautas irão orbitar o satélite e sobrevoar seu lado oculto, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, com expectativa de estabelecer um novo recorde de distância percorrida por humanos no espaço. A trajetória adotada, chamada de “retorno livre”, permite que a nave seja atraída pela gravidade lunar e retorne naturalmente à Terra. A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e incluirá a reentrada na atmosfera, considerada uma das etapas mais críticas, antes do pouso no oceano Pacífico. A missão faz parte do programa Artemis, que prepara o retorno de humanos à superfície lunar. A NASA trabalha em parceria com outros países e empresas privadas, como SpaceX e Blue Origin, responsáveis pelo desenvolvimento dos módulos que serão usados em futuras missões de pouso na Lua.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Mudanças no saque-aniversário do FGTS: o que acontece com seu dinheiro.

As mudanças previstas limitam o número de parcelas que podem ser antecipadas e deixam parte do saldo bloqueada, reduzindo o valor disponível para crédito e para saques futuros.

As mudanças no saque‑aniversário do FGTS que entraram em vigor em 2026 alteram a forma como o trabalhador acessa o saldo e reduzem o valor disponível para quem já contratou a antecipação. A nova regulamentação afeta tanto o dinheiro liberado quanto o limite de crédito oferecido pelos bancos.Quem antecipou pode ter menos dinheiro disponível A principal consequência imediata é o bloqueio de parte do saldo. Muitos trabalhadores percebem que o valor exibido no aplicativo da Caixa não corresponde ao que realmente pode ser sacado. Isso acontece porque o montante usado como garantia da antecipação fica retido até o fim do contrato. Mesmo quando há liberações extras do FGTS, essa parte bloqueada não entra na conta do trabalhador. Limite de antecipação será reduzido Outra mudança importante está no número de parcelas que poderão ser antecipadas. A partir de novembro de 2026, o trabalhador terá acesso a um volume menor de crédito, já que o limite de antecipações será reduzido. Como fica a regra Até outubro de 2026: é possível antecipar até cinco parcelas. A partir de novembro: o limite cai para três parcelas. Com isso, o valor total liberado pelos bancos também diminui. Por que o valor final pode cair Mesmo quem não está contratando um novo empréstimo pode notar uma redução no saldo disponível. Isso ocorre por três motivos principais: parcelas futuras já comprometidas com o banco; limite menor para novas antecipações; regras mais rígidas para uso do FGTS como garantia. Quando o trabalhador faz a antecipação, ele abre mão dos saques‑aniversário dos próximos anos, o que reduz o saldo livre. Como saber se parte do saldo está bloqueada A consulta deve ser feita no aplicativo do FGTS. Alguns sinais indicam que há valores retidos: diferença entre o saldo total e o saldo liberado; indicação de bloqueio no extrato; registro de antecipações ativas. Se houver bloqueio, o valor só volta a ficar disponível após o fim do contrato com o banco. Vale a pena continuar no saque‑aniversário? A resposta depende da situação de cada trabalhador. A modalidade pode ser útil para quem precisa de crédito rápido, mas não é a melhor escolha para quem deseja manter o saldo integral para situações como demissão sem justa causa. Com as novas regras, o saque‑aniversário se torna mais restritivo e menos vantajoso para quem depende da antecipação. Antes de contratar ou permanecer na modalidade, é essencial verificar quanto do saldo está realmente liberado e avaliar se a operação faz sentido no longo prazo.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão debate contrato de concessão ferroviária da Rumo Malha Sul.

Concessão do trecho deve terminar em Março de 2027.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (7), às 10 horas, audiência pública sobre o contrato de concessão ferroviária da Rumo Malha Sul. O debate será realizado no plenário 11 e atende a pedido do deputado Luiz Carlos Busato (União-RS). A audiência será interativa. Veja quem foi convidado e envie suas perguntas  O objetivo é discutir a situação atual da malha ferroviária concedida à Rumo Malha Sul e as perspectivas com o encerramento da concessão, previsto para Março de 2027. A concessionária opera uma grande rede de ferrovias no Brasil, principalmente na região Sul. Escoamento de grãos Busato afirma que a falta de investimentos em manutenção e ampliação nas últimas décadas levou à perda da capacidade de transporte ferroviário no Rio Grande do Sul. Isso traz consequências negativas para o escoamento de cargas e para a competitividade da agroindústria gaúcha. “É necessário que sejam adotadas medidas contundentes para que a nova licitação preveja os investimentos necessários à retomada do modo ferroviário de transportes no Estado”, afirma. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão da Câmara avalia parcerias para desenvolver a saúde pública.

A reunião será interativa e os interessados poderão enviar perguntas.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados fará um balanço sobre a atual situação das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) em saúde na próxima terça-feira (7), às 10 horas. A reunião será realizada no plenário 7 e atende a pedido do deputado Jorge Solla (PT-BA). Segundo Solla, as PDPs são uma prática inovadora que utiliza o poder de compra estatal para estimular o desenvolvimento do Complexo Econômico Industrial da Saúde. A medida, afirma o deputado, amplia o acesso da população a produtos estratégicos. Como funciona O parlamentar explica que, nesses acordos, o Ministério da Saúde faz parcerias com laboratórios privados. E esses laboratórios se comprometem a repassar a tecnologia para laboratórios públicos nacionais. O objetivo é produzir medicamentos em até cinco anos. Durante esse período, os laboratórios privados produzem o princípio ativo e o governo garante exclusividade na compra dos produtos. Benefício para a população “A PDPs, além de gerar grande economia para o Ministério da Saúde, possibilitar a diminuição da dependência do país com a importação desses produtos, também trazem benefícios à população com a garantia do fornecimento de medicamentos essenciais ao Sistema Único de Saúde”, resumiu Solla. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Tratamento medicamentoso para pessoas com autismo é tema de audiência na terça.

Debate será promovido por comissão da Câmara dos Deputados criada para analisar a Política dos Direitos da Pessoa com Autismo.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que discute os direitos da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) realiza audiência pública na próxima terça-feira (7) sobre tratamentos medicamentosos e protocolos clínicos. O colegiado analisa o Projeto de Lei 3080/20, que cria a Política Nacional dos Direitos da Pessoa com TEA. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 9, e atende a pedido do deputado Amom Mandel (Cidadania-AM). A Lei 12.764/12 garante às pessoas com autismo o direito ao acesso completo aos serviços de saúde. Apesar disso, o parlamentar afirma que ainda há desafios. Segundo ele, faltam alguns medicamentos e não há padronização de critérios clínicos para prescrição e implementação de diretrizes terapêuticas no Sistema Único de Saúde (SUS). “A ausência de padronização e de ampla difusão de diretrizes baseadas em evidências científicas contribui para desigualdades regionais no acesso ao tratamento e para a adoção de práticas heterogêneas, por vezes incompatíveis com as melhores recomendações clínicas”, lamenta o deputado.Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Nova lei obriga municípios a oferecer vagas em creches e pré-escolas também em áreas rurais.

Lei obriga municípios a distribuir vagas na educação infantil conforme a população de cada área.

A Lei 15.369/26 obriga os municípios a ofertar vagas em educação infantil em zonas urbanas e rurais de acordo com a população de cada área. O texto altera a  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para explicitar que a atual obrigação dos municípios quanto à educação infantil, em creches e pré-escolas, deve ser proporcional à população. O objetivo é corrigir a desigualdade entre a cidade e o campo no acesso à educação. Até então, a LDB estabelecia como incumbência dos municípios a oferta da educação infantil, mas não fazia nenhuma referência ao fato de essa oferta ter de abranger as áreas urbanas e rurais. A nova lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º). A medida teve origem no Projeto de Lei 8618/17, do deputado Damião Feliciano (União-PB). Da Reportagem/NN Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão de Agricultura debate cobrança de royalties na produção de soja.

Audiência vai discutir impactos financeiros e insegurança jurídica no agronegócio.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados debate, na próxima quarta-feira (8), a cobrança de royalties de biotecnologia no cultivo de soja no Brasil. O debate será realizado às 16 horas, em plenário ainda não definido. A reunião foi proposta pelo deputado Heitor Schuch (PSB-RS). Royalties de biotecnologia são valores pagos pelos produtores rurais pelo uso de sementes geneticamente modificadas desenvolvidas por empresas de tecnologia agrícola. A forma de cobrar esses royalties, os percentuais aplicados e a retenção de valores na entrega da produção têm gerado insegurança jurídica e impactos financeiros no agronegócio. Segundo o deputado, há interpretações divergentes sobre direitos de propriedade industrial, contratos e proporcionalidade das cobranças. Isso aumenta a incerteza no ambiente de negócios e afeta a comercialização de grãos. Heitor Schuch espera que a audiência amplie o debate técnico e a transparência sobre a cobrança. O objetivo é reunir informações para aperfeiçoar o marco regulatório, com foco na segurança jurídica e no equilíbrio das relações. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


Quanto custa uma viagem até a Lua? Entenda os valores da corrida espacia.

Estimativa da Nasa para o projeto de exploração espacial supera R$ 530 bilhões e visa garantir hegemonia dos EUA frente à China na corrida p...