CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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domingo, 12 de abril de 2026

Nasa divulga foto de astronautas da Artemis ao lado de cápsula horas após pouso.

Na imagem, Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, aparecem sorridentes ao lado do módulo que os trouxeram de volta à Terra, batizado pela equipe de Integrity. 

Os astronautas disseram que o nome representa a base de confiança, respeito, franqueza e humildade entre eles e os demais envolvidos na missão. A Nasa divulgou foto dos astronautas da missão espacial Artemis 2 ao lado da cápsula, que pousou no oeano Pacífico, na costa de San Diego, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (10), após passar dez dias em viagem espacial ao redor da Lua.Na imagem, Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, aparecem sorridentes ao lado do módulo que os trouxeram de volta à Terra, batizado pela equipe de Integrity. Os astronautas disseram que o nome representa a base de confiança, respeito, franqueza e humildade entre eles e os demais envolvidos na missão. O registro foi feito no porta-aviões USS John P. Murtha, onde os astronautas foram levados para os primeiros exames médicos. A previsão é de retornem ao Centro Espacial Johnson da Nasa, em Houston (Texas), neste sábado (11). A cápsula, equipada com um escudo protetor, foi usada na etapa final da missão que impôs o desafio à tripulação de sobreviver à temperatura de quase 2.800 graus Celsius devido ao choque com a atmosfera terrestre. Em seguida, foi deflagrado o sistema de frenagem com uso de para-quedas, para reduzir a velocidade de 38,4 mil km/h atingida na chegada à Terra. A amerissagem se deu às 21h07 (ainda à tarde, 17h07, na costa oeste dos Estados Unidos), exatamente como o planejado, no ponto culminante de uma cadeia de eventos que começou às 15h53, quando a cápsula usou seu módulo de serviço para realizar a última manobra de correção de trajetória, colocando-a rumo ao seu destino. Em comunicação com a central de comando, assim que cápsula tocou as águas do Pacífico, a tripulação afirmou estar bem.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Violência policial cresce após recorde em SP; Baixada Santista tem alta de 283% nas mortes.

Dados mostram avanço da letalidade policial mesmo sem grandes operações, com destaque para alta na Baixada Santista; cenário contrasta com queda de crimes como homicídios e roubos, enquanto governo atribui aumento ao combate a organizações criminosas.

Policiais militares e civis mataram um total de 130 pessoas no estado de São Paulo em janeiro e fevereiro de 2026. Com média de duas mortes por dia, a letalidade policial aumentou 41% em relação ao mesmo período do ano passado.Os números indicam que a tendência de alta da violência policial persiste após um recorde nas estatísticas. De outubro a dezembro do ano passado, São Paulo teve 276 mortes provocadas por intervenções policiais, maior número já registrado em um trimestre desde o início da série histórica em 1996. Agora, o aumento é puxado pelo recrudescimento das mortes na região metropolitana da Baixada Santista, que já foi palco das operações mais letais da Polícia Militar sob o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), a Escudo e a Verão. Desencadeadas após assassinatos de policiais em Guarujá e Santos, em 2024 e 2023, as duas ações deixaram um saldo oficial de 84 mortos pela PM. Há dois anos, o total de pessoas mortas pela PM em janeiro e fevereiro foi de 147, puxado principalmente pela Verão. Ou seja, os números de 2026 se aproximam do registrado naquele período, mesmo sem uma operação expecifica que tenha concentrado os casos. A Baixada Santista teve seis mortes provocadas por policiais registradas em janeiro e fevereiro de 2025. No primeiro bimestre deste ano, foram 23 mortes, um aumento de 283%. Os números consideram casos em que os policiais estavam em serviço e de folga. O aumento da violência policial contrasta com outros crimes, que tem registrado queda no estado. É o caso do homicídio doloso, por exemplo, que teve 392 casos no primeiro bimestre, recuo de 7,5% em relação a 2025 e menor número para o período na série histórica. Já o conjunto de nove municípios da Baixada registraram 20 assassinatos em janeiro e fevereiro, dois a mais do que no ano anterior. O número de roubos registrados no estado também foi o menor já registrado para o primeiro bimestre, enquanto o de furtos caiu. Um crime que continua em alta são os registros de feminicídios, com 56 casos em janeiro e fevereiro, maior número desde 2018. Questionada sobre o aumento, a Secretaria de Segurança Pública da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que "intensificou o enfrentamento à criminalidade violenta e organizada, com a realização de operações de alta complexidade e risco, o que influencia diretamente o tipo de ocorrência enfrentada pelas equipes." "Na área de abrangência do Deinter-6 (Santos), os homicídios dolosos, furtos e roubos em geral também apresentaram quedas, com este último indicador chegando ao menor patamar desde o ínicio da série histórica", diz a nota. No litoral, as mortes causadas por PMs se concentraram nos municípios de Guarujá, Santos e Cubatão. Nesse período, em dois casos três pessoas foram mortas de uma só vez: em Santos, na tarde de 23 de Janeiro; e em Cubatão, no dia 30 de Janeiro. Em outro caso que entrou para as estatísticas do período, em 5 de Janeiro, um policial militar de 37 anos matou um jovem de 21 anos com um tiro na cabeça após uma discussão de trânsito na Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. O cabo Leandro de Souza Assis, que estava de folga, se entregou e foi preso. A discussão começou porque não havia espaço para dois carros passarem simultaneamente em uma rua do bairro. O PM emparelhou seu veículo com o do outro motorista -Bruno Lisboa Araújo, 21- e os dois começaram a discutir. O policial disse que Araújo abriu parcialmente a porta do veículo, colocou um dos pés para fora e fez menção de sacar uma arma. O cabo afirmou que nesse momento pegou a pistola que portava e atirou no jovem. O boletim de ocorrência diz que nenhuma arma foi encontrada com a vítima. Com casos como esse, as mortes provocadas por policiais nos seis meses que vão de setembro de 2025 até fevereiro deste ano já superam o que foi registrado em todo o ano de 2022 -quando a letalidade policial chegou aos patamares mais baixos de um período de 17 anos. Desde o início da gestão Tarcísio, a atuação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e dos Baep (Batalhões de Ações Especiais de Polícia) se destacam em meio ao aumento da violência policial. Esses batalhões, que recebem treinamento especializado no combate a grupos armados e são considerados tropas de elite dentro da PM paulista, envolveram-se em ocorrências que terminaram em mortes não apenas com frequência maior, mas também em quantidade maior de municípios ao longo do ano passado. Conhecida pelo alto índice de letalidade, a Rota foi o batalhão da PM que mais matou no ano passado, com 67 casos. A maioria ocorreu com agentes em serviço -4 mortes foram provocadas por policiais de folga. Neste ano, policiais da Rota já se envolveram em 22 mortes, segundo dados do Gaesp (Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública) do Ministério Público de São Paulo. Se mantiver esse ritmo no restante do ano, a tropa de elite deve superar o número de mortes registrado no ano passado. Letalidade e controle da atuação da polícia tornou-se um dos temas centrais da gestão Tarcísio desde a campanha. Durante a corrida eleitoral, em 2022, ele anunciou o interesse em acabar com o programa de câmeras corporais da PM. Após uma série de críticas, inclusive pela redução da mortes de civis e de policiais a partir da implementação dos equipamentos, ele passou a dizer que estudaria mudanças, mas sem desistir da ideia. Em dezembro de 2024, dias após circularem imagens de um PM jogando um homem de uma ponte durante uma abordagem, Tarcísio afirmou que havia errado nas críticas ao uso do equipamento. Sob seu governo, a PM contratou novos modelos, em que cabe ao policial acionar a câmera para que a gravação tenha início. Os equipamentos podem ter acionamento automático quando há outra câmera ligada num raio de 20 metros. O número de mortos por policiais subiu a cada ano desde o início da atual gestão. Nas operações Escudo e Verão, sete casos foram denunciados após o Ministério Público estadual entender que PMs mataram pessoas que não ofereciam risco e tentaram fraudar provas, muitas vezes tampando as lentes das câmeras corporais. A Secretaria de Segurança Pública disse que "todas as ocorrências de morte decorrente de intervenção policial são rigorosamente investigadas, com acompanhamento das corregedorias, do Ministério Público e do Judiciário. As circunstâncias de cada caso são analisadas de forma individualizada, com base em elementos técnicos e periciais" A pasta afirmou ainda que "as polícias paulistas não compactuam com excessos e desvios de conduta, punindo com rigor todos os casos identificados. Desde 2023, mais de 1.300 policiais civis e militares foram presos, expulsos ou demitidos das corporações, reforçando o papel atuante das respectivas corregedorias."FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.


Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas.

Neste segundo trimestre, a expectativa é de aumento. De Fevereiro a Março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não é o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 18% dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma infecção ainda pouco conhecida. Neste segundo trimestre, a expectativa é de aumento. De fevereiro a março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  De Março a Abril, essa proporção subiu para 19,9%. Em 2025, por 23 semanas consecutivas, de Março a Agosto, o VSR foi o vírus mais prevalente. Já dados de laboratórios privados sobre pacientes com quadros leves e graves, mostram que, na semana encerrada em 4 de abril deste ano, 38% dos testes positivos para algum vírus acusaram o VSR. Essa proporção é 12 pontos maior do que a verificada na primeira semana de março, de acordo com informações reunidas pelo Intituto Todos pela Saúde. Dados subestimados Para a pneumologista e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Rosemeri Maurici, esses números são apenas "a ponta do iceberg" e o risco do VSR é subestimado, especialmente em adultos e idosos.  Ela explica que a testagem contra o VSR só começou a ser feita em maior escala, no Brasil, a partir da pandemia de covid-19, por isso, o impacto real da doença ainda não é totalmente conhecido.  "Muitos hospitais internam pacientes com síndrome respiratória aguda agrave, e eles até morrem, sem saber qual o agente que causou, porque não testaram ou testaram fora do prazo que é identificável." Dos cerca de 27,6 mil casos de SRAG registrados no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, em apenas um terço, ou seja, em 9.079, o vírus causador foi identificado. E quase 17% não foram sequer testados.  Além disso, como o VSR é o principal causador da bronquiolite, uma inflamação nos pulmões que acomete principalmente os bebês, muitas pessoas acham que o vírus não atinge adultos. De fato, dos 1.651 casos graves de infecção por VSR registrados de janeiro a março, 1.342 foram em menores de dois anos. Entre pessoas com mais de 50 anos, apenas 46 casos foram confirmados.  Mas a médica ressalva que, em pacientes adultos, a carga viral do VSR diminui após 72 horas da infecção, o que dificulta a detecção do vírus. Já as crianças demoram mais para eliminar o invasor, o que propicia janela maior de diagnóstico. Para ela, isso também influencia as estatísticas. Comorbidades Os dados de mortes, por outro lado, mostram uma relação bem menos desigual: foram 27 no total este ano, sendo 17 em bebês de até 2 anos, e sete entre idosos com 65 anos ou mais. De acordo com a geriatra Maisa Kairalla, o envelhecimento pesa nessa conta, assim com as comorbidades adquiridas ao longo da vida.  "Só com o avanço da idade, a gente já tem a imunosenescência, que é o declínio do sistema imunológico, ou seja, mais chance de ter doenças infecciosas. Acontece que, no Brasil, também se envelhece com doenças crônicas.” Segundo a pneumologista, a essa população se soma muitos pacientes que por muito tempo fumaram e ingeriram bebida alcoólica. Idosos mais propensos Por esse conjunto de fatores, os idosos são mais propensos a desenvolver quadros mais graves de diversas doenças. Mas dados da literatura médica apresentados por Maísa, mostram que o VSR representa um risco especial.  O paciente idoso com VSR tem 2,7 vezes mais chance de desenvolver pneumonia, e duas vezes mais chances de precisar de UTI e intubação e de vir a óbito, na comparação com a influenza.  As duas especialistas participaram na última terça-feira (7), do seminário "Impacto do VSR na população 50+", organizado pela farmacêutica GSK para jornalistas, em São Paulo. O evento também debateu algumas condições de saúde que inspiram ainda mais cuidados entre esse público.  O cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Múcio Tavares ressaltou que mais de 60% dos casos graves associados à infecção pelo vírus essencial respiratório ocorrem em pacientes com alguma doença cardiovascular.  "As doenças virais respiratórias, costumam levar a eventos cardiovasculares e cérebro-vasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e piora da insuficiência cardíaca. Isso tudo acontece porque a infecção viral causa uma inflamação sistêmica no organismo", explicou. O endocrinologista Rodrigo Mendes também alertou para a maior vulnerabilidade dos pacientes com diabetes, pois a maior concentração de glicose no sangue torna o paciente mais suscetível a infecções e agravamentos. "Muitas vezes, o paciente está com a doença controlada e o tratamento estável há algum tempo. Aí ele contrai uma infecção, que gera uma resposta inflamatória exacerbada e ele não só precisa ser hospitalizado como também passa a precisar de um tratamento mais complexo", acrescenta.  Outro grupo de alto risco é o das pessoas com doenças respiratórias crônicas como asma grave e doença pulmonar obstrutiva (DPOC). De acordo com a professora da UFSC, Rosemeri Maurici, o impacto de uma internação em UTI aumenta em 70% a probabilidade desses pacientes morrerem em até três anos.  "Além disso, ele começa a sofrer a perda da função pulmonar de forma acelerada. E esses pacientes, uma vez internando, a probabilidade de eles internarem novamente é muito grande."  Vacinação O VSR, e especialmente o agravamento da infecção, pode ser prevenido com vacinação, mas os imunizantes contra o vírus para a população adulta, por enquanto, estão disponíveis apenas na rede privada. Por enquanto, o Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde oferece apenas a vacina para gestantes, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida.  A imunização é recomendada por entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), para pessoas de 50 a 69 anos com comorbidades e para todos os idosos a partir dos 70 anos.  A professora da UFSC Rosemeri Maurici, que também é coordenadora da Comissão de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia sugere que as sociedades médicas indiquem os grupos prioritários à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS-Conitec, responsável por recomendar a adoção de novas terapias ao Ministério da Saúde. FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


Mãe que torturava bebê de 20 dias para se vingar do pai é condenada.

Mulher filmou agressões e enviou ao pai da criança; Justiça de SP impôs 10 anos e 10 meses de prisão, retirou o poder familiar e apontou “método cruel” com tapas, sacolejos e ameaças contra o recém-nascido.

Uma mulher foi condenada pela Justiça de São Paulo a 10 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, por torturar o próprio filho, um recém-nascido de apenas 20 dias. A decisão também determinou a perda definitiva do poder familiar e impediu que ela recorra em liberdade.O caso veio à tona após o pai da criança receber vídeos das agressões e acionar a polícia. Nas gravações, a mãe atacava o bebê e fazia ameaças, em um contexto que, segundo a investigação, estava ligado ao término do relacionamento entre os dois. Quando chegaram ao imóvel, policiais militares encontraram o recém-nascido com sinais evidentes de violência. As marcas no rosto e na região da mandíbula eram visíveis, indicando o uso de força incompatível com a fragilidade da vítima. Ao analisar o processo, o juiz Heitor Moreira de Oliveira, da 1ª Vara de Crimes Praticados Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça de São Paulo, destacou a gravidade do cenário encontrado e a consistência das provas. “Os policiais que participaram da ocorrência foram uníssonos em descrever com precisão o cenário de horror encontrado no apartamento”, afirmou. Segundo a sentença, as agressões não foram ocasionais, mas parte de um comportamento contínuo. “Não se tratou de um ato isolado de impaciência, mas de um método cruel utilizado para infligir dor física ao bebê e, por via transversa, um sofrimento psíquico insuportável ao genitor, servindo o recém-nascido como mero objeto de vingança e chantagem emocional”, registrou o magistrado. Os laudos médicos e os vídeos anexados ao processo comprovaram a violência. “A submissão da vítima a intenso sofrimento físico é comprovada pelos vídeos e pelo laudo médico, que demonstram tapas, sacolejos violentos (potencialmente fatais pela síndrome do bebê sacudido) e cortes. O sofrimento mental, por sua vez, é inerente à própria brutalidade do ato e à exposição do neonato a um ambiente de terror. O dolo de torturar restou cristalizado pelo fato de a ré ter filmado as agressões e as enviado em tempo real ao pai da criança”, concluiu. Para o juiz, a resposta do Estado deve ser proporcional à gravidade do crime. “A resposta do Estado deve, portanto, ser firme e proporcional à atrocidade cometida contra um ser humano em seu estado mais absoluto de vulnerabilidade.” A defesa ainda pode recorrer da decisão.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.

Emojis no trabalho podem prejudicar sua imagem profissional, diz estudo.

 


Pesquisa aponta que mensagens sem emojis são consideradas mais profissionais, enquanto símbolos negativos prejudicam a imagem; já os positivos só ajudam quando usados com coerência em contextos neutros ou amigáveis.

Ouso de emojis em ambientes profissionais pode influenciar diretamente a forma como um trabalhador é percebido por colegas e superiores. Essa é a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, publicado na revista “Collabra: Psychology”.A pesquisa analisou como esses elementos visuais afetam a comunicação corporativa e indicou que, embora pareçam inofensivos, os emojis podem alterar significativamente a percepção de competência e profissionalismo. O estudo avaliou a reação de 243 participantes, sendo 134 homens e 109 mulheres, a diferentes mensagens de trabalho com e sem emojis. Foram utilizados três cenários: textos sem emoji, mensagens com emoji positivo, como uma “cara sorridente”, e mensagens com emoji negativo, como uma “cara zangada”. Os resultados apontaram que mensagens sem qualquer emoji são vistas como mais profissionais e sérias. No entanto, a inclusão de um emoji positivo pode melhorar a percepção do remetente, desde que esteja alinhado a um conteúdo neutro ou amigável. Por outro lado, quando um emoji positivo é inserido em mensagens com teor negativo, o efeito pode ser o contrário do esperado. Nesses casos, o símbolo pode ser interpretado como ironia ou falta de sinceridade, prejudicando a imagem de quem escreveu. Já o uso de emojis negativos apresentou impacto consistentemente desfavorável. Independentemente do contexto, esses elementos reduziram a percepção de competência e adequação profissional dos autores das mensagens. Os pesquisadores destacam que a coerência entre o conteúdo da mensagem e o emoji utilizado é um fator essencial. Combinações alinhadas, como mensagens positivas acompanhadas de emojis positivos, tendem a ser melhor recebidas. Ainda assim, mesmo quando coerentes, emojis negativos continuam sendo mal vistos no ambiente corporativo. O estudo também identificou diferenças na forma como homens e mulheres interpretam essas mensagens. Ambos os grupos avaliaram negativamente o uso de emojis negativos, mas as mulheres demonstraram maior rigor ao analisar mensagens negativas com emojis quando enviadas por outras mulheres. Quando o remetente era homem, não foram observadas diferenças significativas na avaliação. Segundo os autores, isso pode estar relacionado a normas sociais ainda presentes no ambiente de trabalho, especialmente no que diz respeito à expressão emocional. Com base nos resultados, os especialistas recomendam cautela no uso de emojis em comunicações profissionais. A principal orientação é evitar completamente emojis negativos. Já os positivos podem ser utilizados, desde que em contextos apropriados e com atenção à coerência da mensagem. Outro ponto destacado é que o conteúdo escrito continua sendo o principal fator na avaliação profissional. Ou seja, o texto ainda tem mais peso do que o emoji, embora esses elementos visuais possam reforçar ou prejudicar a interpretação. “Os emojis não são acrescentos neutros em mensagens de texto”, afirma a autora do estudo, Erin L. Courtice. “Podem influenciar a forma como os outros nos avaliam, particularmente em termos de competência e adequação. Ao entender as nuances da utilização de emojis, os profissionais podem tirar partido destas ferramentas digitais para melhorarem a sua comunicação e desenvolverem relações profissionais mais fortes”.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.




EUA abandonam as negociações e JD Vance regressa a Washington sem acordo.

Após mais de 20 horas de negociações, Estados Unidos encerram diálogo com o Irã diante da recusa em aceitar condições sobre programa nuclear; vice-presidente afirma que exigência era central para acordo de paz.

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, anunciou o fim das negociações entre Washington e Teerã sem a assinatura de um acordo de paz. Segundo ele, o impasse ocorreu após o Irã recusar as condições impostas pelos americanos, que incluíam o compromisso de não desenvolver armas nucleares.As conversas, consideradas de alto nível, se estenderam por cerca de 21 horas. Durante todo o processo, Vance manteve contato direto com o presidente Donald Trump e outros integrantes do governo norte-americano. "Mas a verdade é que precisamos de ver um compromisso afirmativo de que não irão procurar obter uma arma nuclear, nem irão procurar as ferramentas que lhes permitiriam alcançar rapidamente uma arma nuclear", afirmou Vance durante uma breve coletiva de imprensa em Islamabad. "Esse é o objetivo central do Presidente dos Estados Unidos. E é isso que tentámos alcançar através destas negociações", completou.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Vou expor tudo”: brasileira ameaça Trump e Melania após caso Epstein.

Ex-modelo diz ter informações comprometedoras e faz acusações nas redes; episódio envolve deportação, ligação com aliado do presidente e relatos sobre contato com círculo próximo ao financista Jeffrey Epstein.

Após Melania Trump negar qualquer ligação com Jeffrey Epstein, uma conta na rede X atribuída à ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, publicou uma série de mensagens com acusações e ameaças direcionadas à primeira-dama e ao presidente Donald Trump.Nas postagens, posteriormente apagadas, a autora afirmava que pretendia revelar informações comprometedoras. "Vou destruir seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Vou até o fim –não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei sobre quem você é e quem é o seu marido. Não tenho mais nada a perder na minha vida. [...] Tome cuidado comigo", dizia a mensagem.Amanda Ungaro foi casada com Paolo Zampolli, aliado de Trump. Segundo o jornal The New York Times, Zampolli teria tomado conhecimento de que a ex-mulher estava presa em Miami sob acusações de fraude e, a partir disso, entrou em contato com David Venturella, do ICE, para informar que ela estaria em situação migratória irregular. Após esse episódio, Ungaro foi deportada em outubro de 2025. Ao New York Times, Zampolli negou ter solicitado qualquer tipo de favorecimento às autoridades e disse que apenas buscou entender o caso. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou, em nota, que a deportação ocorreu porque a brasileira estava com o visto vencido há um longo período. "Qualquer sugestão de que ela foi presa e removida por razões políticas ou favoritismo é falsa", afirmou o órgão. Nas publicações, a ex-modelo também alegou ter uma relação antiga com Melania. "Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida –todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive mandando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Claramente havia algo errado, mas não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou –porque eu tenho caráter", escreveu.De acordo com o New York Times, o casal presidencial mantinha proximidade com Zampolli e Ungaro no passado. Em resposta, um porta-voz de Melania afirmou que ela "não tem conhecimento nem envolvimento nos assuntos pessoais de Zampolli e de Ungaro" e que "não teve nenhum contato ou envolvimento" com o ICE. Em entrevista ao jornal O Globo, Ungaro relatou que, ainda adolescente, viajou em uma aeronave ligada a Epstein. Segundo ela, havia cerca de 30 meninas a bordo, descritas como "bonitas e bem novinhas", mas "mais parecidas com estudantes do que com modelos", além do bilionário e de sua então companheira, Ghislaine Maxwell. O relacionamento com Zampolli começou pouco tempo depois desse episódio e se estendeu por quase 20 anos. Atualmente, Ungaro acusa o ex-marido de abuso sexual e violência doméstica. Os dois travam uma disputa judicial pela guarda do filho, de 15 anos, nos Estados Unidos.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Trabalhador poderá sacar até 20% do FGTS para pagar dívidas, diz ministro da Fazenda.

Secretário da Fazenda detalha plano para liberar saque do FGTS, renegociar dívidas com desconto de até 90% e ampliar crédito a famílias e informais; governo aposta em juros menores e nega caráter eleitoral nas medidas.

À frente do Ministério da Fazenda há menos de um mês, Dario Durigan afirmou em entrevista à Folha que trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105, poderão sacar até 20% do saldo do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, para quitar dívidas.A medida pode liberar cerca de R$ 7 bilhões e integra um programa mais amplo de renegociação, que prevê descontos concedidos pelos bancos e garantia do governo para refinanciamento do saldo restante, com juros menores. O pacote, uma demanda do presidente Lula, também deve incluir linhas de crédito para caminhoneiros, motoristas de aplicativo e taxistas, além de apoio a setores como construção civil e fertilizantes. Durigan nega caráter eleitoral nas ações. "A gente está lidando com os problemas concretos."Ele também afirmou que o atual governo deixará uma situação econômica mais equilibrada. "Não estamos deixando nenhuma bomba amarrada." Folha - A pauta do governo no momento são as medidas para reduzir o endividamento. O cenário é preocupante? Dario Durigan - Depois do primeiro Desenrola, teve o começo de corte da Selic, em agosto de 2023, e uma queda do endividamento. No fim de 2024 e durante 2025, a relação é diretamente proporcional entre o aumento da taxa de juros e o endividamento das famílias, dos informais, das pequenas empresas e das grandes. O importante para as pessoas é que elas tomem crédito sustentável. A expectativa é que a gente dê um estímulo agora nessa virada de chave e deixe medidas estruturantes. Vai ter uma limitação na possibilidade de essa pessoa continuar jogando nas bets, uma espécie de quarentena para quem aderir. Folha - Por quanto tempo? Dario Durigan - O presidente vai arbitrar. A gente tem trabalhado com um prazo de seis meses. Folha - Quais serão as ferramentas de estímulo? Dario Durigan - Não há gasto público direto. A ideia é que as próprias instituições financeiras façam uma redução da dívida e haja um refinanciamento com uma taxa de juros menor. E aí entra o governo garantindo a inadimplência eventual nessa segunda operação. O governo não vai pagar a dívida das pessoas, mas vai garantir de modo que os bancos façam uma taxa de juros menor. E a gente vai usar o FGO para isso. Folha - As pessoas também vão poder fazer um saque extraordinário no FGTS para pagar dívidas mais caras. Como vai funcionar? Dario Durigan - Tem duas discussões. O ministro Luiz Marinho identificou uma interpretação inconsistente da Caixa em relação à devolução que já foi feita para as pessoas demitidas e que fizeram a opção do saque-aniversário com consignado. Para corrigir essa interpretação, seria uma devolução de R$ 7 bilhões. A segunda medida envolve um saque limitado do FGTS. O que estamos discutindo? Quanto a gente pode limitar esse saque sem comprometer a sustentabilidade do fundo. Folha - Esse limite está em qual faixa? Dario Durigan - A gente tem trabalhado com um limite de 20% de saque da conta individual. É o número que está sendo discutido e que tem um impacto contido no fundo. Folha - Todos os trabalhadores terão acesso? Dario Durigan - Os trabalhadores que ganhem até cinco salários mínimos e que fizerem jus às demais regras. Quem ganha até cinco salários mínimos representa 92% dos brasileiros. Acima disso, tem muito menos gente e dívidas maiores. Não deveríamos mobilizar fundos ou opções de saque para esses casos. Folha - O desconto vai ser de quanto? Dario Durigan - Espero que de até 90%. Um exemplo: tem uma dívida de R$ 10 mil a juros de 8% ao mês. É impagável. Dá-se um desconto de 90%, fica com uma dívida de R$ 1.000. E, com a garantia do FGO, essa dívida pode ser rolada a 2% ou 2,5% ao mês. Muito menor e pagável. Vamos ter que exigir um desconto mínimo. Folha - Vai ter limite de juros? Dario Durigan - Como vai ter garantia pública, acho importante ter um juro pactuado ou limitado. Folha - Quantas pessoas serão atendidas? Dario Durigan - Temos uma expectativa de atender a mais de 30 milhões de pessoas. Folha - Quanto isso vai tirar do fundo? Dario Durigan - A gente não vai comprometer a sustentabilidade nem as políticas financiadas pelo fundo. Vamos fazer de maneira bem limitada e opcional. Nossa estimativa é por volta de R$ 7 bilhões. Folha - Após o Desenrola, houve aumento da inadimplência. O programa fracassou?Dario Durigan - Não, ao contrário. O Desenrola cumpriu seu papel. O que a gente viu foi um novo endividamento depois, com juros mais altos. Agora, com expectativa de queda da taxa, é preciso dar condições melhores às famílias. Folha - E para as empresas? Dario Durigan - O programa tem três frentes. As famílias, os informais e as pequenas empresas. Os informais terão uma linha garantida, porque tomam crédito mais caro. Folha - Como será essa linha? Dario Durigan - Vamos refinanciar dívidas dos informais, que muitas vezes não têm garantia de renda ou patrimônio. O FGO também vai ajudar a reduzir os juros. Folha - Qual é a lógica dessas medidas? Economia ou política? Dario Durigan - É uma avaliação econômica do que pode estar disfuncional no país. O endividamento das famílias é preocupante, e estamos enfrentando isso. Folha - Há críticas de que seria um pacote eleitoral. Dario Durigan - Não se trata de uma questão eleitoral. A gente está lidando com problemas concretos. Folha - Haverá medidas para combustíveis? Dario Durigan - Não. Vamos aguardar até o fim de maio para uma reavaliação. Folha - E a suspensão do imposto de exportação? Dario Durigan - É uma medida absurda. A gente recorreu e vai até onde for preciso. Folha - O Congresso pode aprovar pautas que aumentam gastos. Há preocupação?Dario Durigan - Sim. Estamos enfrentando uma situação de guerra. Esse esforço fiscal não pode ser desviado. Folha - O cenário econômico preocupa? Dario Durigan - A parte da Fazenda está sendo feita. Estamos garantindo equilíbrio fiscal. Folha - E o Banco Central? Dario Durigan - Eu não vou comentar o papel do BC. Mas do nosso lado, estamos fortalecendo o fiscal com reformas e cortes. Folha - O governo deixará problemas para o próximo mandato? Dario Durigan - Não. Não estamos deixando nenhuma bomba amarrada dentro do governo.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute criação do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador; participe.

A audiência será interativa; mande suas perguntas.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (14) audiência pública para discutir a proposta de criação do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. A reunião ocorrerá no plenário 8, às 16 horas. O debate atende a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). Ela é a favor da elaboração de um sistema intersetorial que melhore as condições de trabalho, amplie a formalização e fortaleça a proteção à saúde dos trabalhadores. A criação do sistema nacional é uma sugestão do grupo de trabalho Saúde do Trabalhador do Instituto Walter Leser, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Subnotificações Sâmia Bomfim afirma que há subnotificação de mortes e doenças relacionadas ao trabalho no Brasil, além da ausência de dados sobre trabalhadores informais, o que dificulta o diagnóstico da realidade e amplia os custos sociais e econômicos para o sistema público. Ela acrescenta que mudanças recentes na legislação trabalhista e previdenciária, somadas ao enfraquecimento da fiscalização, contribuíram para a precarização das condições de trabalho. “Uma solução digna e humana para esses problemas seria a implementação urgente do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Brasil”, defende. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute uso de medicamento no Sistema Único de Saúde para prevenção ao HIV; participe.


A audiência será interativa; envie suas perguntas.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (14) audiência pública para discutir o uso do medicamento Lenacapavir no Sistema Único de Saúde (SUS) como prevenção ao HIV/Aids. A reunião será realizada às 17 horas, em plenário a ser definido. O debate atende a pedido da deputada Duda Salabert (PDT-MG).  O objetivo é analisar o acesso ao medicamento como uma questão de direitos humanos, considerando a necessidade de ampliar políticas públicas de prevenção ao HIV. Duda Salabert ressalta que o direito à saúde exige ações que garantam acesso universal e igualitário, e que novas tecnologias podem ajudar a superar barreiras que ainda limitam a prevenção. “Discutir a implementação do Lenacapavir no SUS significa debater como garantir que avanços científicos cheguem efetivamente às populações que mais precisam, evitando que inovações terapêuticas fiquem restritas a contextos de maior renda ou a sistemas privados de saúde”, comenta. Maior prevenção Ela acrescenta que o Lenacapavir, por ser um medicamento de longa duração e que pode ser administrado semestralmente, amplia o acesso à prevenção, especialmente para pessoas com dificuldade de aderir a tratamentos contínuos ou de frequentar serviços de saúde regularmente. A deputada destaca ainda que essas dificuldades atingem de forma mais intensa grupos em situação de vulnerabilidade, como pessoas LGBTQIA+, pessoas negras, trans, trabalhadores do sexo e populações periféricas, reforçando desigualdades sociais, raciais e de gênero.Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESSPECIAL DE VIAÇÃO E TRANSPORTES

Comissão discute situação operacional e segurança do Aeroporto Internacional de São Luís.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (14) audiência pública para discutir a situação operacional e a segurança do Aeroporto Internacional de São Luís (MA). A reunião será realizada às 15h30, em plenário a ser definido. O debate atende a pedido do deputado Márcio Honaiser (PDT-MA). Ele afirma que, além de esclarecer as condições de operação e infraestrutura do terminal, o objetivo é avaliar impactos das intervenções em curso e buscar melhorias na gestão aeroportuária. Márcio Honaiser acrescenta que o aeroporto é estratégico para a integração regional, o desenvolvimento econômico, o turismo e o transporte de cargas no Maranhão. Problemas Segundo o parlamentar, no entanto, o terminal enfrenta problemas como: atrasos e cancelamentos de voos; dificuldades operacionais, especialmente em situações de baixa visibilidade; e demora nas obras de melhoria da pista de pouso e decolagem. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL

Comissão especial debate inclusão social e escolar de pessoas com autismo.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados sobre a Política Nacional para Pessoas com Autismo (PL 3080/20) realiza, na terça-feira (14), audiência pública sobre inclusão social e escolar na infância e na adolescência. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 9, a pedido do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo o parlamentar, a inclusão escolar exige debate aprofundado com especialistas que atuam na garantia de direitos educacionais. Assim, a escuta de especialistas, entidades representativas e instituições de ensino é essencial para orientar diretrizes alinhadas às necessidades do país. Políticas intersetoriais Orlando Silva diz que a inclusão social na primeira infância exige articulação entre políticas intersetoriais. “As gestoras indicadas possuem experiência concreta na implementação de programas e redes de apoio essenciais ao desenvolvimento infantil”, afirma. O deputado também destaca a necessidade de subsídios técnicos para a formulação de um Plano Nacional de Políticas para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que proíbe invasor de terra de ter acesso a políticas de crédito rural.

Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto que proíbe o acesso de invasores de propriedades rurais a políticas públicas da agricultura familiar. Assim, quem ocupar área invadida ou tiver cometido esbulho possessório (tomar um imóvel de forma ilegal) não poderá acessar crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) nem participar de programas federais de compra de alimentos e merenda escolar, por exemplo. A proposta altera a Lei 11.326/06, que define quem pode ser agricultor familiar e empreendedor familiar rural. Mudanças O texto aprovado é a versão do relator, deputado José Medeiros (PL-MT), para o Projeto de Lei 4705/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE). Confira a íntegra do texto aprovado A proposta original condicionava a classificação de agricultor familiar à comprovação de propriedade ou posse do imóvel e à existência de CNPJ. Medeiros afirmou que mudou a redação para “atingir o mesmo objetivo” com menos alterações na lei. Segundo ele, a medida favorece quem trabalha a terra e impede o acesso a recursos públicos por quem comete crimes. "A justiça agrária não abarca movimentos que se dizem sociais, mas que espalham a desordem no campo", disse. Regras para acesso a programas De acordo com o substitutivo aprovado, para participar de programas públicos de compra de alimentos, o agricultor familiar deverá cumprir três condições: • comprovar a propriedade ou posse legal da área; • ter inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); e • não ter sido excluído do Programa Nacional de Reforma Agrária. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.Reportagem – Tiago Miranda Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Seminário discute como fortalecer enfrentamento à violência contra meninas e mulheres; participe.

Evento é promovido pela Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional realiza, na terça e na quarta-feira (14 e 15), um seminário para discutir formas de fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres. As reuniões serão realizadas às 9h30, na terça, e às 9 horas, na quarta, sempre no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado. O evento foi proposto pela deputada Luizianne Lins (PT-CE), presidente da comissão, e será interativo. Veja quem foi convidado na terça-feira e envie suas perguntas Veja quem foi convidado na quarta-feira e envie suas perguntas  Aprimoramento Segundo a parlamentar, a comissão adotou abordagem transversal e intersetorial para enfrentar a violência contra meninas e mulheres. Ela afirma que o seminário busca: aprimorar a rede de enfrentamento; garantir políticas públicas mais eficientes e humanizadas; e superar gargalos institucionais. Parceria Luizianne Lins destaca que o evento foi planejado em conjunto com o Ministério das Mulheres e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e vai reunir contribuições para o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. “O seminário pretende focar em eixos centrais para a proteção de meninas e mulheres, tais como: o diálogo interinstitucional, a interseccionalidade, justiça e segurança e violências emergentes”, afirma.Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão externa debate impactos econômicos da pirataria, falsificação e contrabando.

Colegiado foi criado pela Câmara dos Deputados para avaliar o assunto.

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre Pirataria discute nesta terça-feira (14) os impactos econômicos e os mecanismos de combate à falsificação e ao contrabando no comércio varejista, no comércio exterior e no direito do consumidor. O debate será realizado às 15 horas, no plenário 3. O evento foi proposto pelo deputado Julio Lopes (PP-RJ). O objetivo é analisar os prejuízos causados pelas atividades ilegais à economia formal e reunir subsídios para propor medidas legislativas e institucionais para enfrentar o problema. Prejuízos Julio Lopes afirma que a pirataria, o contrabando e a falsificação: reduzem a renda de quem atua na legalidade; comprometem empregos; geram perda de arrecadação; e favorecerem a expansão da economia ilegal. Ele acrescenta que essas práticas configuram falhas na atuação do Estado, ao não garantir ambiente de negócios seguro e competitivo, o que contribui para o chamado Custo Brasil. Importados falsificados O deputado também destaca que a entrada de produtos sem procedência e subfaturados compromete a competitividade da indústria nacional e desequilibra a balança comercial. Na avaliação do parlamentar, o problema também afeta diretamente o consumidor, que pode adquirir produtos sem garantia e com riscos à saúde e à segurança, além de perder o direito à reparação. Da Redação – ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ÉTICA E DECORO

Conselho de Ética analisa pareceres sobre representações contra deputado Marcos Pollon.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta terça-feira (14) para avaliar pareceres relativos a representações em desfavor do deputado Marcos Pollon (PL-MS), por suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar durante ocupação do Plenário, em agosto do ano passado. A reunião será realizada às 14 horas, no plenário 11. O conselho vai avaliar: O parecer apresentado pelo deputado Moses Rodrigues (União-CE) sobre a Representação 24/25, da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, que trata de suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar atribuído ao deputado Marcos Pollon. Outras duas representações estão apensadas a esta: 25/25 e 27/25. O parecer do deputado Ricardo Maia (MDB-BA) sobre a Representação 26/25, também de autoria da Mesa Diretora, que trata de suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar do deputado Marcos Pollon. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute atividades do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos; participe.

Audiência será interativa; envie suas perguntas.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados promove na quarta-feira (15) audiência pública para discutir as atividades do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP). A reunião será realizada no plenário 4, às 14 horas. O debate atende a pedido do deputado Saulo Pedroso (PSD-SP). Ele afirma que o objetivo é analisar as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do paradesporto e a aplicação de recursos no ciclo paralímpico. Para Saulo Pedroso, o Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos tem papel estratégico na promoção do esporte paralímpico, apoiando clubes e atletas com deficiência por meio de projetos de formação, aquisição de equipamentos e realização de competições. Ele acrescenta que, com a proximidade dos Jogos Paralímpicos de 2028, em Los Angeles, é necessário debater a execução de políticas inclusivas e o uso dos recursos destinados ao setor. O deputado destaca ainda a importância de garantir que os investimentos respeitem princípios como equidade, acessibilidade e descentralização, ampliando o acesso ao esporte para pessoas com deficiência em todo o país. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria cadastro de creches sob coordenação do Ministério da Educação.

Proposta altera o Marco Legal da Primeira Infância; texto segue em análise na Câmara. A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infânci...