CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

sábado, 28 de março de 2026

Hackers vazam fotos de diretor do FBI para provar ação.

O grupo responsável, identificado como Handala Hack Team, afirmou ter invadido a caixa de entrada do e-mail pessoal de Kash Patel, diretor do FBI.

O FBI confirmou nesta sexta-feira (27) que seu diretor, Kash Patel, foi alvo de um ataque hacker conduzido por um grupo associado ao Irã, em meio ao contexto da guerra no Oriente Médio. Considerando que um possível adversário dos Estados Unidos teria acessado a conta de uma figura de alto escalão da agência, esperava-se inicialmente a divulgação de informações sensíveis, como dados pessoais ou conteúdos estratégicos relevantes para o conflito.Entretanto, as primeiras imagens divulgadas não indicam esse tipo de exposição. O material mostra Patel em situações de lazer, incluindo momentos em que aparece cheirando e fumando charutos, passeando em um carro conversível e fazendo caretas em uma selfie no espelho enquanto segura uma garrafa de rum. Ainda não há clareza sobre o alcance total do ataque nem sobre quais outros dados podem ter sido obtidos. O grupo responsável, identificado como Handala Hack Team, afirmou ter invadido a caixa de entrada do e-mail pessoal de Patel. Em seu site, os hackers declararam que Patel "agora encontrará seu nome na lista de vítimas hackeadas com sucesso". Além disso, disseram ter dedicado o ataque às vítimas do navio Iris Dena, bombardeado pelos Estados Unidos na costa do Sri Lanka durante a guerra. De acordo com um porta-voz do FBI, os dados acessados “são de natureza histórica e não envolvem nenhuma informação do governo”. A Reuters informou que não conseguiu confirmar a autenticidade dos e-mails divulgados pelo grupo, embora uma análise preliminar indique que o conteúdo inclui uma combinação de mensagens pessoais e profissionais, datadas entre 2010 e 2019. O Handala se apresenta como um coletivo pró-Palestina, mas especialistas ocidentais o associam a operações de ciberinteligência do governo iraniano. Nesta semana, o grupo também alegou outro ataque, divulgando documentos de 28 engenheiros da Lockheed Martin que atuam no Oriente Médio e ameaçando-os de morte. Dias antes, em 11 de março, reivindicaram ainda um ataque contra a Stryker, alegando ter apagado um grande volume de dados da empresa.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Polícia apreende 40 mil dólares em cédulas falsas na casa de Bia Miranda.

Conhecida por sua atuação nas redes sociais e por já ter participado do reality show A Fazenda, ela é investigada por envolvimento na promoção de jogos ilegais.

Na noite de sexta-feira, 27, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro realizou uma operação que resultou na apreensão de US$ 40 mil em cédulas falsas que estavam com Bia Miranda, de 21 anos. Durante a ação, também foram recolhidos joias e um carro na residência da influenciadora. Conhecida por sua atuação nas redes sociais e por já ter participado do reality show A Fazenda, ela é investigada por envolvimento na promoção de jogos ilegais.A corporação informou que agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa de Bia Miranda. A iniciativa integra a segunda fase da Operação Desfortuna, conduzida pela DCOC-LD (Delegacia de Combate ao Crime Organizado, à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro). A investigação busca aprofundar a apuração sobre possíveis ligações com esquemas ilícitos relacionados a apostas online. Ao prestar depoimento na delegacia, a influenciadora declarou que utilizava o dinheiro cenográfico para promover plataformas de apostas online, além de atrair seguidores para seus perfis nas redes sociais. Após a realização da busca e apreensão, as autoridades solicitaram à Justiça o bloqueio das contas bancárias de Bia Miranda, com o objetivo de interromper o fluxo de recursos que poderiam estar ligados ao financiamento de organizações criminosas, especialmente aquelas associadas a jogos ilegais. Cabe destacar que Bia Miranda já havia sido alvo da primeira fase da Operação Desfortuna, realizada em Agosto de 2025. Na ocasião, entretanto, ela não foi localizada pelos agentes responsáveis pela ação. O novo mandado de busca e apreensão foi motivado pela continuidade da divulgação de apostas ilegais por parte da influenciadora. Diante dessas informações, a polícia pediu novas medidas judiciais.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Morre James Tolkan, ator de 'De Volta para o Futuro' e 'Top Gun'

No filme de aventura e ficção científica com Michael J. Fox, ele viveu o vice-diretor do colégio, sr. Strickland -com diferentes versões ao longo dos filmes da trilogia-, cuja autoridade era desafiada pelo protagonista, enquanto no filme de Tom Cruise ele foi o comandante Tom Jardian.

Morreu, nesta quinta-feira (26), o ator James Tolkan, célebre por papéis coadjuvantes em filmes como "De Volta para o Futuro" e "Top Gun - Ases Indomáveis", aos 94 anos, em Nova York. A informação foi confirmada ao portal The Hollywood Reporter e a causa da morte não foi divulgada.No filme de aventura e ficção científica com Michael J. Fox, ele viveu o vice-diretor do colégio, sr. Strickland -com diferentes versões ao longo dos filmes da trilogia-, cuja autoridade era desafiada pelo protagonista, enquanto no filme de Tom Cruise ele foi o comandante Tom Jardian. Nascido em 1931, ele serviu à Marinha americana antes de ir estudar no Actors Studio, em Nova York. Desde então, trabalhou no audiovisual americano por mais de cinco décadas, desde a série "Naked City", em 1960, até o faroeste "Bone Tomahawk", de 2015. Teve papéis ainda em filmes policiais como "Serpico" e "O Príncipe da Cidade", de Sidney Lumet, além de comédias como "A Última Noite de Bóris Grushenko", de Woody Allen, e "Negócios de Família", além de ter estrelado peças na Broadway como "Glengarry Glen Ross", de David Mamet. Ele deixa a mulher, Parmelee, que trabalha com figuros e cenários de teatro. Ele se conheceram nos bastidores da peça "Pinkville", em 1971.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Nova variante da Covid se espalha e já atinge 23 países; veja riscos.

A variante foi identificada inicialmente na África do Sul, em Novembro de 2024, a partir de uma amostra de swab nasal de um menino de 5 anos. 

Em Março de 2025, apareceu em Moçambique e, posteriormente, na Holanda e na Alemanha. Após um período de baixa incidência, os registros voltaram a crescer a partir de setembro do ano passado.Uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus responsável pela Covid-19, já foi detectada em pelo menos 32 países. Denominada BA.3.2, essa linhagem chama atenção por apresentar maior capacidade de escape imunológico em relação aos anticorpos, quando comparada às variantes atualmente predominantes no mundo, como a JN.1 e a LP.8.1, que são alvos das vacinas. Ainda assim, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há indícios de que a BA.3.2 cause quadros mais graves nem de que os imunizantes deixem de oferecer proteção significativa contra formas severas da doença.A variante foi identificada inicialmente na África do Sul, em Novembro de 2024, a partir de uma amostra de swab nasal de um menino de 5 anos. Em Março de 2025, apareceu em Moçambique e, posteriormente, na Holanda e na Alemanha. Após um período de baixa incidência, os registros voltaram a crescer a partir de setembro do ano passado. Entre Novembro de 2025 e Janeiro de 2026, a BA.3.2 passou a representar cerca de 30% das sequências semanais em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. Até 11 de fevereiro, já havia sido identificada em 23 países, incluindo Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, segundo análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O Brasil ainda não registrou casos dessa linhagem. Nos Estados Unidos, a variante foi encontrada em amostras de viajantes de diferentes países, em esgoto de aeronaves, em pacientes — incluindo dois hospitalizados — e em amostras de esgoto de 25 estados. A BA.3.2 possui entre 70 e 75 mutações na proteína Spike em comparação com a JN.1 e a LP.8.1, atualmente as mais comuns. Segundo a OMS, a variante apresenta um “escape substancial de anticorpos em comparação com variantes anteriores”, mas não demonstra vantagem clara de crescimento. Além disso, "não há estudos clínicos ou epidemiológicos publicados indicando que BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença em comparação com outros descendentes (da Ômicron) em circulação". A entidade também afirma: "Até o momento, não há sinais de aumento de hospitalizações, admissões em UTI ou mortes atribuíveis à BA.3.2 nos locais onde ela foi detectada”. A OMS conclui que a BA.3.2 “não parece representar riscos adicionais à saúde pública além daqueles associados às outras linhagens descendentes da Ômicron atualmente em circulação, embora seu perfil acentuado de escape imune justifique monitoramento virológico e epidemiológico contínuo”. A principal recomendação segue sendo manter a vacinação em dia. Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 integra o calendário nacional para gestantes, idosos e crianças no Brasil. Gestantes devem receber uma dose a cada gravidez, enquanto idosos com 60 anos ou mais devem ser vacinados a cada seis meses. Crianças entre 6 meses e 5 anos devem completar o esquema primário, que varia conforme o imunizante. Outros grupos prioritários continuam recebendo reforços: imunocomprometidos a cada seis meses e os demais anualmente. Entre eles estão indígenas, profissionais da saúde, pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua. Para quem não se enquadra nesses grupos, não há recomendação atual de novas doses.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Proibição a atletas trans nas Olimpíadas é um retrocesso que ataca todas mulheres, diz Tifanny.

Jogadora de vôlei do Osasco afirma que questionamentos não são apenas pelo desempenho esportivo. 

Decisão deve aumentar judicialização, com ações em torno dos direitos fundamentais, preveem especialistas.Principal expoente da causa trans no esporte brasileiro de alto rendimento nos últimos anos, a jogadora de vôlei Tifanny Abreu afirmou que a determinação do COI (Comitê Olímpico Internacional) de impôr testes genéticos para liberar a participação de atletas na categoria feminina representa um retrocesso na luta de todas as mulheres.Tendo convivido com uma série de questionamentos sobre sua presença em quadra ao longo da carreira, a jogadora do Osasco afirmou ter recebido com um sentimento de tristeza a resolução do Comitê Olímpico. "Muita gente tenta reduzir esse debate a um ataque exclusivo às pessoas trans, mas não é só sobre isso. É sobre mulheres. Sobre todas as mulheres", disse a atleta por meio de nota. Na quinta-feira (26), o COI anunciou que apenas atletas biologicamente do sexo feminino, cujo gênero será determinado por um teste genético único de triagem, serão elegíveis para participar de competições na categoria feminina nos Jogos Olímpicos. Segundo a entidade, a política visa "proteger a categoria feminina", como parte de sua iniciativa para estabelecer uma regra universal para competidores no esporte feminino de elite. Sob críticas de grupos LGBTQIA+ e de direitos humanos, entidades esportivas, federações internacionais e governos vêm promovendo um endurecimento das regras sobre a participação de mulheres transgênero em competições e eventos esportivos ao longo dos últimos meses. A alegação é a de que as ações visam preservar a justiça na categoria feminina e estariam embasadas em supostas vantagens competitivas em relação às atletas cis, devido a exposição à testosterona quando ainda se identificavam com o gênero masculino. Pesquisadores ressaltam, porém, que os dados disponíveis não são suficientes para confirmar suposta vantagem. Para além do debate sobre atributos físicos, Tifanny também citou na nota o caso da deputada Erika Hilton, que teve questionada sua eleição à presidência da Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, pelo fato de ser uma mulher trans. A deputada "teve sua identidade questionada ao ponto de tentarem retirá-la de um espaço que é, justamente, de representação das mulheres. Se antes o argumento era "vantagem" ou "força", nesse caso foi o quê?", questionou Tifanny . "Isso mostra que nunca foi só sobre desempenho. É sobre quem é reconhecida como mulher", acrescentou a ponteira, que chegou a ter a participação vetada por vereadores de Londrina em um torneio na cidade no fim de Fevereiro. A ministra Carmen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu liminar autorizando a participação de Tifanny na competição, com a jogadora conquistando o título da Copa do Brasil com o Osasco. Segundo a atleta, as novas regras do COI podem prejudicar muitas mulheres, "inclusive cis, por critérios cada vez mais questionáveis. E isso precisa ser discutido com responsabilidade, não com exclusão." "Existe um discurso de que tudo isso é para "proteger o esporte feminino", mas na prática a gente vê outra coisa. Quando o assunto envolve pessoas trans, sempre surge uma tentativa de tirar, excluir, questionar sua presença, independentemente do contexto", afirmou Tifanny. "Direitos não podem andar para trás. O mundo não pode regredir. Ou a gente se posiciona agora, ou aceita ver conquistas sendo desmontadas pouco a pouco por uma extrema direita que insiste em excluir, dividir, destruir", acrescentou ela. DIREITOS FUNDAMENTAIS EM XEQUE, APONTAM ESPECIALISTAS Profissionais da área do Direito avaliam que a imposição do COI, ainda que alegadamente embasada em critérios científicos, tende a aumentar a judicialização em torno do tema. Advogada do Ambiel Bonilha Advogados e especialista em direito desportivo, Mariana Araújo Evangelista afirmou que, sob a ótica jurídica, a medida evidencia a prevalência do princípio da integridade competitiva sobre o da inclusão, ao menos no contexto do esporte de alto rendimento. "Ainda que fundamentada em argumentos científicos e de segurança, a adoção de um critério biológico rígido tende a enfrentar questionamentos relevantes sob a perspectiva de direitos fundamentais, especialmente no que diz respeito à proporcionalidade e à vedação à discriminação", afirmou Mariana. "A ausência de consenso científico absoluto sobre vantagens competitivas pode fragilizar a justificativa para uma restrição tão ampla", acrescentou a especialista. Ela disse ainda esperar que a decisão do Comitê Olímpico funcione como uma espécie de catalisador para novas restrições em âmbito internacional, tanto por federações internacionais quanto por legislações nacionais. "A tendência é que disputas envolvendo elegibilidade esportiva ganhem ainda mais espaço em instâncias como o Tribunal Arbitral do Esporte, o CAS, consolidando esse debate como um dos mais sensíveis e atuais do direito desportivo", disse Mariana. Especialista em direito desportivo, Higor Maffei Bellini afirmou que o COI é a organizadora dos Jogos e detém competência regulatória para fixar critérios de elegibilidade e participação nas suas competições, inclusive em matéria de categoria feminina. "Isso não significa, porém, que a decisão seja imune a controle jurídico." Bellini disse que o CAS (Tribunal Arbitral do Esporte) deve ser a via a qual muitos atletas e entidades poderão recorrer, mas ressaltou que "é importante não tratar essa via arbitral como ponto final absoluto". "A experiência recente mostra que, uma vez esgotado o controle na Suíça, inclusive perante o Tribunal Federal Suíço, a discussão pode avançar para a jurisdição europeia de direitos humanos", afirmou o especialista. Ele citou o caso da corredora sul-africana Caster Semenya, bicampeã olímpica nos 800 m, com triunfos em Londres, em 2012, e no Rio de Janeiro, em 2016. Seu quadro é classificado como hiperandrogenismo, um tipo de distúrbio endócrino que gera produção de testosterona acima da média. Em 2019, nova política da World Athletics determinou que corredoras com o quadro de Semenya se submetessem a tratamento hormonal para reduzir a testosterona se quisessem continuar participando de provas entre 400 m e 1.600 m. Distâncias em que, na avaliação da federação, poderiam levar vantagem. A recomendação foi rejeitada pela atleta, que disse sofrer discriminação da federação. Ela acabou impedida de competir nas distâncias. Em Julho de 2025, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) decidiu que a Suíça, sede do COI e do CAS, violou o direito da atleta a um julgamento justo. "A discussão deixa de ser apenas de organização do esporte e passa a envolver também direitos civis ou direitos humanos, tanto das mulheres cis quanto das mulheres trans", afirmou Bellini. De um lado, a pretensão de assegurar que mulheres cis disputem vagas em condições de igualdade material, sem influência de fatores biológicos ligados ao desenvolvimento masculino; de outro, o direito da pessoa trans de não ser discriminada e de participar de uma atividade que também tem dimensão econômica, já que o esporte de alto rendimento é trabalho e meio de subsistência para muitas atletas. "Como os Jogos de Los Angeles serão apenas em 2028, há tempo, em tese, para que atletas diretamente atingidas tentem discutir não só a validade esportiva da norma perante o CAS, mas depois também a sua legalidade em tribunais europeus, sob a ótica da igualdade, da não discriminação, do acesso efetivo à justiça e da proteção dos direitos fundamentais de mulheres trans e cis."FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Marrone passa por nova cirurgia para complementar procedimento íntimo.

Cantor segue em recuperação após intervenção realizada dias depois de tratar problema na região anal. 

Bruno mantém agenda de shows enquanto parceiro permanece afastado por recomendação médica, sem previsão de retorno aos palcos.Ocantor Marrone passou por um novo procedimento cirúrgico nesta quinta-feira (26), o que provocou mudanças temporárias na agenda da dupla com Bruno. A informação foi divulgada pelas redes sociais oficiais dos artistas.De acordo com a equipe, a cirurgia faz parte do acompanhamento médico após uma intervenção recente. No dia 20, o sertanejo já havia sido submetido a um procedimento para tratar uma veia dilatada na região anal. Marrone está em recuperação, com quadro considerado estável, e segue afastado dos compromissos profissionais por orientação médica. Mesmo sem a presença do parceiro, Bruno optou por manter a agenda de shows. As apresentações previstas incluem cidades como Colorado e Pato Branco, no Paraná, além de Planaltina de Goiás e Campinas, em São Paulo. Ainda não há previsão para o retorno de Marrone aos palcos. Dias antes, o cantor comentou nas redes sociais que havia passado por uma cirurgia, mas sem entrar em detalhes. "Fiz uma pequena cirurgia. Não posso dizer onde. Vocês imaginam onde foi, né? Estou me recuperando dessa cirurgia, que é chata", disse. O procedimento foi realizado em São Paulo, após uma série de shows pela Europa. Atualmente, Marrone se recupera em casa, em Goiânia.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Marcos Oliveira reclama de gritaria e falta de sexo no Retiro dos Artistas.

 

Conforme relato, os moradores, na casa dos 70, 80 anos, não têm o hábito de ir até a casa do outro para conversar e preferem fazer isso num ambiente coletivo. "E só falam sobre o passado. E aí, bicho, eu não estou no passado", emendou.

Conhecido pelo personagem Beiçola de "A Grande Família" (2001-2014), o ator Marcos Oliveira, 69, se diz incomodado com algumas atitudes dos veteranos no Retiro dos Artistas, onde ele tem uma casa. Segundo ele, a gritaria durante as refeições e a falta de sexo têm causado nele certa indisposição e problemas de convivência."Viver aqui é ótimo, só que tem que se adaptar. Aqui não tem uma conduta geral para conviver. E aí você vai e aguenta. Na hora do almoço, é uma refeição que eles gritam, a relação deles é gritar", afirmou em entrevista à Veja.Conforme relato, os moradores, na casa dos 70, 80 anos, não têm o hábito de ir até a casa do outro para conversar e preferem fazer isso num ambiente coletivo. "E só falam sobre o passado. E aí, bicho, eu não estou no passado", emendou. A falta de contato mas íntimo também é um fator de descontentamento, segundo o artista. "Mesmo velho, a sexualidade existe no inconsciente. Há o desejo sexual noturno e isso não se toca no assunto. Velho não é para sentir prazer, não é para ter relação. Não quero fazer um sexo Cirque Du Soleil, que sobe e desce, mas é uma troca de carinho e, aqui, não pode ter isso", disse. RETIRO SE PRONUNCIA Pelas redes sociais, o Retiro dos Artista com sede em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, se pronunciou e classificou as declarações de Marcos Oliveira como "infelizes". "Sobre as recentes declarações do Marcos Oliveira, entendemos que foram infelizes e não refletem a realidade da maioria dos nossos residentes", diz trecho do comunicado."É importante reconhecer que nem toda pessoa que precisa de ajuda se sente confortável em estar em uma posição de vulnerabilidade. Aceitar e querer estar nessa condição são coisas diferentes, e isso também exige compreensão", diz outro trecho. A instituição afirma que abriga mais de 50 pessoas com histórias e personalidades distintas e que é preciso ter diálogo constante para manter um ambiente e paz, harmonia e respeito.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova criação de cadastro nacional de condenados por crimes hediondos.

Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3813/24, que institui o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime Hediondo. A lista tem o objetivo de reunir informações essenciais sobre indivíduos condenados definitivamente para auxiliar em ações de prevenção, investigação e proteção da sociedade. De autoria do deputado Delegado Caveira (PL-PA), a proposta prevê a inclusão obrigatória de dados de identificação, perfil genético, características físicas, fotos e registros de moradia e trabalho no sistema. O texto, que altera a Lei dos Crimes Hediondos, também estabelece mecanismos para a divulgação pública de informações sobre criminosos foragidos, incluindo o uso da infraestrutura de operadoras de telefonia móvel para o envio de alertas à população. Parecer Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), pela aprovação do projeto de lei. Bilynskyj destacou que a fragmentação das bases de dados atuais prejudica o trabalho policial, em um cenário de mandados de prisão não cumpridos, muitos deles referentes a crimes graves. “A precariedade das bases de dados dificulta a atuação coordenada das forças de segurança e retarda a recaptura de criminosos de alta periculosidade”, afirmou. Para o relator, o novo cadastro é um instrumento eficaz para “unificar informações e apoiar operações de captura”. Viabilidade e custos A proposta define que o custeio do cadastro será realizado por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública, o que garantiria, segundo Bilynskyj, a viabilidade administrativa da medida sem criar obrigações impossíveis de serem cumpridas pelos entes federativos. Além disso, o texto prevê a cooperação entre estados e a União para a atualização constante dos dados. Próximos passos O projeto, que também já foi aprovado pela Comissão de Comunicação, ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.Reportagem – Noéli Nobre Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prazo de seis meses para conclusão de processos administrativos prioritários.

Proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise no Plenário da Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa o prazo máximo de seis meses para a conclusão de processos administrativos federais que tramitam em regime de prioridade — benefício garantido por lei a idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças graves. Atualmente, a lei garante a prioridade na tramitação para grupos vulneráveis, mas não define um tempo limite para que o governo analise os pedidos. Com a mudança, a administração pública terá até seis meses para concluir a análise, contados a partir do protocolo devidamente instruído. Esse prazo não será absoluto. O texto permite prorrogação excepcional, desde que a autoridade competente apresente uma justificativa fundamentada (por motivos materiais, operacionais ou de instrução) e informe ao cidadão o novo prazo estimado. Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas. Por recomendação do relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), o colegiado aprovou o substitutivo adotado pela Comissão de Administração e Serviço Público ao Projeto de Lei 187/25, de autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). Concessão de direitos O texto aprovado restringe a regra do prazo máximo apenas aos processos que tratam da concessão de direitos ou benefícios em favor da parte. Isso significa que processos de natureza sancionatória (como punições disciplinares ou multas), mesmo envolvendo idosos ou pessoas com deficiência, não estarão sujeitos a esse limite rígido de seis meses. Segundo Ricardo Ayres, essa distinção é necessária para "evitar a impunidade ou o cerceamento de defesa em casos complexos que exigem mais tempo de investigação". Responsabilidade do servidor O texto também prevê que o descumprimento do prazo de seis meses não gerará punição automática para a administração ou seus agentes, se ficar provado que a demora ocorreu por fatores alheios à sua vontade ou pela complexidade do caso. A proposta altera a Lei de Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999). Reportagem – Emanuelle Brasi Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


Hackers vazam fotos de diretor do FBI para provar ação.

O grupo responsável, identificado como Handala Hack Team, afirmou ter invadido a caixa de entrada do e-mail pessoal de Kash Patel, diretor d...