CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Homem escapa de ser esmagado ao sair de elevador na Índia.

Um homem quase doi esmagado em um elevador em Valsad, na Índia, e o momento ficou registrado pela camêra de segurança do prédio; residente sofreu ferimentos leves na cabeça.

Omomento em que um homem escapa, por pouco, a um acidente com um elevador, em Valsad, na Índia, foi gravado e compartilhado nas redes sociais. Tudo aconteceu na terça-feira e, apesar de quase ter sido esmagado, o homem sobreviveu.As imagens, que pode ver acima, mostram o momento em que o homem está saindo da estrutura, com a mesma se movendo. O homem, que vive no 9.º andar do prédio onde tudo aconteceu, conseguiu escapar por uma pequena brecha. De acordo com as publicações indianas, apesar de ter sobrevivido, o homem bateu com a cabeça no chão, tendo sofrido ferimentos leves.Fonte Mundo ao Minuto Noticias.

INSS detecta novo consignado irregular do Master, como Credcesta, e vê indícios de fraude.

 

Contratos de M Fácil têm duplicação de nomes, omissão de juros e ausência de assinatura, e casos foram levados a órgãos de controle; defesa de Daniel Vorcaro diz que banco sempre atuou em estrita observância a normas do crédito consignado.

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) detectou um produto do Banco Master, na área de créditos e benefícios consignados, que também era ofertado de forma irregular e que estava, até a semana passada, fora do radar das apurações internas tocadas pelo órgão federal.Há indícios de fraude em contratos do M Fácil Consignado, com nomes duplicados em um mesmo contrato, omissão dos juros cobrados e ausência de assinatura que permitisse uma conferência mínima sobre a validação do benefício consignado. Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, o M Fácil é equivalente ao Credcesta, um produto criado em 2018 por Augusto Lima e levado ao Master, onde Lima se tornou sócio de Daniel Vorcaro. Após expansão junto a servidores públicos em estados e municípios, o Credcesta passou a ser ofertado a aposentados e pensionistas do INSS. É um cartão de benefício consignado que tem operação irregular, sem amparo legal e com possibilidade de incidência de juros sobre juros nos contratos firmados, conforme avaliação de Waller Júnior, como a Folha de S.Paulo mostrou em reportagem publicada nesta segunda-feira (2). Os contratos do Credcesta serão cancelados, diante da nebulosidade dos termos e do método de transferência de uma modalidade de crédito a outra, sem clareza sobre juros adotados. Na semana passada, a partir de uma análise contrato a contrato, o INSS detectou que o M Fácil também tinha operação irregular, inclusive com indícios de fraudes, o que deu início a uma apuração, ainda em curso, sobre a extensão da operação do M Fácil junto a clientes do Master. A detecção foi feita em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União) e comunicada a outros órgãos de controle. Em nota, a defesa de Vorcaro afirmou que o Master respeitou as normas e procedimentos do INSS. "O banco sempre atuou em estrita observância às normas e aos procedimentos estabelecidos pelo INSS para a concessão de crédito consignado, incluindo os requisitos de formalização, identificação do contratante e comprovação de consentimento", disse. O Banco Central, responsável pelo processo de liquidação do Master, não respondeu aos questionamentos da reportagem. Contratos do M Fácil analisados pelo INSS não permitem verificar se a assinatura eletrônica do beneficiário é verdadeira. Também não há dados expressos sobre juros e valores das parcelas. Os casos devem ser levados à esfera criminal, segundo o órgão, em razão de indícios de fraudes. "Para o INSS, é como se M Fácil Consignado e Credcesta não existissem, porque a gente só autoriza a fazer consignado em contrato específico do segurado com a instituição financeira", disse o presidente da autarquia. "Quando há a migração de um crédito para o consignado, essa migração já ocorre com várias irregularidades, em que não há autonomia para verificação. Não há como quebrar sigilo bancário, verificar os descontos, se foi atribuído um juro indevido ou não", completa Waller Júnior. "O nosso aposentado fica desesperado por dinheiro, e consegue o que é mais fácil." Por meio de um acordo de cooperação técnica com o governo federal, entre Setembro de 2020 e Setembro de 2025, o Master operou em todas as linhas de consignados do INSS. Esse acordo deixou de ser renovado, diante da iminente crise do banco e das suspeitas de fraudes em transações de carteiras, inclusive de consignados. Na prática, representou um descredenciamento do Master para operação de créditos e benefícios consignados. No site da instituição, o M Fácil passou a ser divulgado como um empréstimo pessoal -sem a palavra "consignado"- no valor de R$ 150 a R$ 1.500. Antes, oferecia benefícios como descontos em farmácias. O Banco Central decretou a liquidação do banco em novembro. Benefícios consignados como o Credcesta -que é similar ao M Fácil, segundo o INSS- foram permitidos a aposentados e pensionistas do INSS a partir de uma MP (medida provisória) em 2022, no governo de Jair Bolsonaro (PL). O Credcesta tinha contrato de exclusividade de 15 anos com o governo da Bahia, na gestão de Rui Costa (PT), que é ministro da Casa Civil da Presidência desde o início do governo Lula (PT). No Master, expandiu-se pelo país, chegando a 24 estados e 176 municípios no final de 2024. Quando surgiram as denúncias de que havia uma quadrilha simulando consignados no INSS, o Master foi uma das primeiras instituições a ter o registro suspenso. Em 17 de novembro, Daniel Vorcaro e Augusto Lima foram presos pela PF (Polícia Federal) dentro da investigação que apura fraudes na venda de carteiras de crédito para o BRB (Banco de Brasília). A suspeita é de que haviam organizado um esquema para simular a criação de carteiras sem lastro. O ex-banqueiro voltou a ser preso nesta quarta-feira (3) em nova fase da Operação Compliance Zero que apontou a existência de um suposto grupo em torno de Vorcaro voltado à vigilância e intimidação de desafetos.Fonte Economia ao Minuto Noticias.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova departamento no CNJ para monitorar decisões internacionais sobre direitos humanos.

Proposta foi apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça e seguirá para o Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria novo departamento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para monitorar decisões de sistemas internacionais de direitos humanos. A proposta será enviada ao Senado. De autoria do CNJ, o Projeto de Lei 591/26 define esses sistemas internacionais como o conjunto de normas, órgãos e mecanismos de proteção e promoção dos direitos humanos. Esses sistemas poderão funcionar tanto no âmbito global, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), quanto no âmbito regional interamericano, vinculados à Organização dos Estados Americanos (OEA). No aspecto normativo, os sistemas abrangem tratados, convenções e protocolos, decisões, sentenças, recomendações, medidas de urgência, pareceres consultivos e relatórios emitidos por seus respectivos comitês, comissões e cortes de Justiça. O texto aprovado nesta terça-feira (3) é um substitutivo do relator, deputado Icaro de Valmir (PL-SE), segundo o qual esse departamento será supervisionado pelo presidente do CNJ e será coordenado por um juiz auxiliar nomeado por ele. Intercâmbio Para atingir os objetivos do novo órgão, o CNJ poderá firmar vínculos de cooperação e intercâmbio com órgãos e entidades públicas ou privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais no campo de direitos humanos. Será possível ainda celebrar contratos com pessoas físicas e jurídicas especializadas. Atribuições O projeto define como atribuições do Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos (DDH), entre outras: monitorar a implementação de decisões e recomendações emitidas por esses sistemas em relação ao Brasil e atuar para o seu efetivo cumprimento e na prevenção de novas condenações internacionais; acompanhar e fiscalizar a implementação de parâmetros de direitos fundamentais estabelecidos no âmbito desses sistemas; zelar pela observância, por parte do poder público, das decisões dos órgãos desses sistemas internacionais de direitos humanos, podendo solicitar informações de órgãos e entidades e emitir orientações e notas técnicas; promover e apoiar a universalização do acesso à Justiça e a adoção de tecnologias digitais e de inteligência artificial; e promover ações, projetos e políticas judiciárias de direitos humanos, considerando os parâmetros normativos e as boas práticas nacionais e internacionais. Reportagem – Eduardo Piovesan Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara premia cinco obras audiovisuais contra a violência doméstica.

Vídeos vencedores do concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher serão exibidos na TV Câmara a partir de domingo.

A Câmara dos Deputados premiou cinco obras audiovisuais, uma de cada região do país, no concurso Pelo Fim da Violência contra a Mulher. Os diretores receberam R$ 10 mil pelos direitos de exibição nos canais de comunicação da Câmara. Na TV Câmara, os vídeos começam a ser exibidos no domingo (8), a partir das 8 horas. Durante a premiação, participantes afirmaram que a violência contra a mulher é um problema cultural, relacionado à desvalorização das mulheres e às desigualdades de poder entre homens e mulheres. Para o secretário de Comunicação Social da Câmara, deputado Marx Beltrão (PP-AL), o concurso amplia o debate sobre o tema. “É importante falar sobre o cuidado com as mulheres e o combate ao feminicídio. Hoje, cerca de quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil. Com a divulgação nas redes sociais, a informação chega mais rápido e ajuda a conscientizar a população. Esse também é um papel da Câmara.” A diretora da Coordenação de Transmissão em Tempo Real da Câmara, Daniela Guerson, afirmou que a cultura é um espaço de mudança de mentalidade e pode contribuir para o enfrentamento da violência.A chefe de gabinete da Secretaria da Mulher, Ana Lustosa, também defendeu o papel do audiovisual. “O cinema e a televisão são linguagens democráticas, que chegam à casa das pessoas e permitem que o público se coloque no lugar das personagens. É uma forma de apresentar a violência de gênero em suas diferentes manifestações e aproximar a sociedade brasileira desse tema.” O concurso é uma parceria entre a Secretaria de Comunicação Social, por meio da TV Câmara, e a Secretaria da Mulher. Obras premiadas Centro-Oeste: o curta-metragem de ficção Até Amanhã, da diretora goiana Patrícia Alves da Silva, aborda a violência psicológica. Segundo ela, o roteiro foi inspirado em experiências pessoais. “O roteiro foi baseado em vivências minhas. Usei o recurso do loop temporal para representar o ciclo da violência. A sensação era de viver sempre o mesmo dia.” Norte: o documentário Marcas da Alma, do diretor tocantinense Hermes Filho Leal, apresenta depoimentos de mulheres vítimas de violência física.MO filme também explica como funciona a Lei Maria da Penha e mostra instrumentos de proteção, como as delegacias especializadas de atendimento à mulher. Sudeste: o filme Escola de Homens, da diretora Sara Stopazzolli, do Rio de Janeiro, retrata encontros de um grupo que participa de curso no Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Nova Iguaçu (RJ). Esses cursos são previstos na Lei Maria da Penha para homens autores de crimes de menor potencial ofensivo. Nordeste: foi premiado o filme Quem eu sou?, da diretora Lisiane Fagundes Cohen. A produção foi rodada em Salvador (BA) e aborda as consequências psicológicas da violência sexual. Sul: o documentário Atrás da Porta, que reúne atrizes que encenam relatos reais de mulheres que sofreram diferentes tipos de violência, como patrimonial, psicológica e física. A produção também mostra como elas superaram a situação e as consequências dos abusos em suas vidas. Reportagem - Maria Neves Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que aumenta pena para corrupção passiva praticada por integrante do Judiciário.

O projeto será analisado agora pelo Plenário; para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4344/24, que aumenta a pena para os crimes de concussão e corrupção passiva quando praticados pela autoridade judiciária. Pelo Código Penal, a concussão é exigir vantagem indevida em razão de função, e a corrupção passiva é solicitar, receber ou aceitar promessa de vantagem indevida. Atualmente, a pena para ambos os crimes é de 2 a 12 anos de reclusão e multa. O texto aprovado amplia a pena de 1/3 até a metade. O relator, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), recomendou a aprovação da proposta, de autoria dos deputados Duda Ramos (MDB-RR) e Amom Mandel (Cidadania-AM). “A gravidade da conduta exige resposta penal mais severa”, disse o relator. “A conduta de um magistrado que vende sentenças, além de configurar crime, é um atentado à própria essência do Judiciário, minando os pilares do Estado Democrático de Direito”, afirmaram os autores na justificativa da proposta. Próximos passos O projeto ainda será analisado pelo Plenário. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Motta: não faltará determinação da Câmara para enfrentar o crime organizado.

Presidente da Câmara destacou que, durante sua gestão, quase 50 projetos sobre segurança pública já foram aprovados.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Parlamento tem dado respostas claras à sociedade para o enfrentamento do crime organizado. Motta destacou que, durante sua gestão, quase 50 projetos sobre segurança pública já foram aprovados pelos deputados. Ele reforçou que as portas da Câmara estão abertas para colocar o tema em pauta. Motta participou na noite de terça-feira (4) da 2ª Conferência de Segurança Pública, em Brasília. “Quero garantir que, da parte da Câmara, não faltará coragem para enfrentar o que é preciso enfrentar, não faltará a determinação de defender o que é certo, nem disposição de dizer que a Câmara e o Congresso têm a preocupação em melhorar indicadores de segurança pública do nosso país”, discursou. Motta defendeu a valorização das forças de segurança e citou a aprovação de projetos que aumentam as penas de crimes contra agentes de segurança, e também contra crianças, jovens e idosos. Combate a facções Ele citou ainda a aprovação do marco legal de combate a facções criminosas e elogiou o diálogo entre o Congresso e o Executivo para que o texto fosse aprovado pelos parlamentares. “Não permitimos a partidarização desse debate, porque o cidadão quer mais segurança, não existe segurança de direita ou de esquerda, existe segurança ou insegurança, e a sociedade nos cobra políticas públicas claras para que possamos viver em um país mais seguro”, disse Motta. “O novo marco legal não pertence a partidos. O aumento de penas e as novas tipificações criadas vão fortalecer as forças de segurança, o Judiciário e o Ministério Público no enfrentamento do crime organizado”, afirmou o presidente. Penitenciárias Hugo Motta criticou ainda o sistema penitenciário brasileiro e defendeu uma reforma na área. Para ele, é preciso colocar “o dedo na ferida” e rever o sistema, pois é ineficiente na ressocialização e se tornou um local dominado pelas facções criminosas. “Isso só será possível se tivermos a decisão política de fazer o que for preciso para que essas mudanças possam ser consolidadas”, declarou. Reportagem – Luiz Gustavo Xavier Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova exigência de sinalização acessível em espaços públicos e privados.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna obrigatória a sinalização acessível em ruas, praças, ônibus e edifícios públicos e privados. Por recomendação do relator, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), foi aprovada a versão da Comissão de Desenvolvimento Urbano para o Projeto de Lei 256/22, do ex-deputado Cássio Andrade (PA). Veja o que foi aprovado O texto aprovado altera a Lei de Acessibilidade para exigir que a sinalização seja oferecida em formato acessível, sempre que possível. O objetivo da proposta é assegurar o acesso à informação a pessoas com deficiência. O substitutivo amplia o escopo da proposta ao permitir que as informações sejam oferecidas em qualquer formato que facilite o acesso das pessoas – e não apenas em Braille ou Libras, como determinava o texto original. “A evolução do conceito de acessibilidade, hoje compreendido de forma ampla, incluindo comunicação e informação, impõe o aperfeiçoamento da lei para assegurar a inclusão comunicacional nos espaços urbanos”, afirmou o relator. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Motta afirma que projetos da bancada feminina serão a prioridade de votação neste mês.

Presidente da Câmara defendeu uma pauta abrangente no combate à violência contra a mulher.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a prioridade de votação no mês de março serão projetos da bancada feminina. Motta participou, nesta quarta-feira (4), de café da manhã com as parlamentares do grupo e defendeu o compromisso de uma pauta ousada, firme e abrangente no combate à violência contra a mulher. “Temos muitos desafios. Recentemente, ao lado dos presidentes de todos os poderes, assinamos o pacto contra o feminicídio. O número de mulheres que são mortas Brasil afora nos entristece muito, e isso requer de nós respostas duras”, disse. “Quero reafirmar o compromisso no pacto contra o feminicídio e ter uma pauta ainda mais firme, ousada e abrangente no combate à violência contra mulher”, continuou.Participação feminina na política Além do combate à violência e ao feminicídio, Motta defendeu mais espaço para a mulher na política e destacou que um de seus compromissos é que as parlamentares relatem projetos dos mais variados temas, e não só relacionados aos temas da bancada. “Mulher tem de relatar projeto sobre tudo, tenho procurado priorizar isso, para ter mulheres nas relatorias importantes e, com isso, a bancada feminina ganha o protagonismo que merece”, declarou. “Temos que fortalecer o papel da bancada feminina para que, na próxima legislatura, ela venha ainda mais representativa”, disse o presidente. “Temos que aumentar a influência das mulheres na política nacional e nas grandes decisões de que o Brasil precisa”, acrescentou. Reportagem – Luiz Gustavo Xavier Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS PEC da Segurança Pública deve ser discutida em reunião de líderes nesta tarde.

Proposta está na pauta do Plenário.

A Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública (PEC 18/25) será o único tema da reunião de líderes agendada para a tarde desta quarta-feira (4). A   comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta não realizou a reunião programada para esta manhã. A PEC 18/25 cria o Sistema Único de Segurança Pública, que integra a atuação da União e dos estados no combate ao crime organizado. O relator é o deputado Mendonça Filho (União-PE). Mendonça Filho apresentou substitutivo ao texto original do governo no final do ano passado. A perspectiva é que a proposta seja analisada também pelo Plenário nesta semana. Veja a última versão do parecer Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto garante aos pais o direito de pedir a internação de jovens dependentes de drogas.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 1822/24, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), garante aos pais ou responsáveis o direito de solicitar a internação de adolescentes dependentes de drogas que estejam em situação de vulnerabilidade social ou sob ameaça de traficantes e facções criminosas. A adesão e a permanência desse adolescente serão voluntárias e formalizadas por escrito. O objetivo é permitir o tratamento da dependência química em entidades especializadas credenciadas pelo poder público. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Pelo texto, os jovens poderão ser encaminhados para instituições reconhecidas pelo poder público que comprovem ter em seus quadros profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas) como psicólogos, assistentes sociais, e, se possível, psiquiatra. Etapa transitória O projeto determina que o acolhimento seja uma etapa transitória, voltada à recuperação e à reinserção social do adolescente. As instituições deverão oferecer estrutura adequada, incluindo alimentação, atividades educativas, esportivas e culturais, além de cursos básicos de formação profissional. A medida também busca incentivar a retomada dos estudos durante o período de tratamento. O texto prevê que adolescentes com comprometimentos biológicos ou psicológicos graves, que necessitem de atendimento médico-hospitalar contínuo ou emergencial, sejam encaminhados à rede de saúde apropriada. A proposta também estabelece que o acolhimento deve ocorrer preferencialmente em ambiente com características residenciais e familiares, de modo a fortalecer os vínculos entre o jovem e sua família durante o processo terapêutico. O isolamento físico do menor dependente de álcool ou outras drogas fica proibido, exceto por decisão judicial. Na justificativa, o autor afirma que o projeto busca enfrentar o aumento do consumo de drogas entre jovens em situação de vulnerabilidade social e reduzir o risco de que adolescentes sejam recrutados por organizações criminosas. "O projeto de lei é necessário para regulamentar no Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad) o acolhimento de adolescentes com problemas decorrentes do uso, abuso ou dependência do álcool e outras drogas em entidades que tratem desta doença", defende o parlamentar. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário Reportagem – Rachel Librelon Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


Homem escapa de ser esmagado ao sair de elevador na Índia.

Um homem quase doi esmagado em um elevador em Valsad, na Índia, e o momento ficou registrado pela camêra de segurança do prédio; residente s...