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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Provas de assassinato de modelo chocam em julgamento; entenda.

O corpo esquartejado de Choi foi encontrado pela polícia em Fevereiro de 2023, em uma propriedade nos arredores de Hong Kong. Poucos dias antes da morte, a modelo, que tinha 140 mil seguidores no Instagram, havia publicado fotos feitas durante a Semana de Moda de Paris.

Uma motosserra, um martelo e um moedor de carne foram apresentados nesta sexta-feira (2) durante o julgamento pelo assassinato da modelo e influenciadora Abby Choi, de 28 anos. Os objetos fazem parte das provas apresentadas pela acusação no caso, que envolve uma disputa familiar e chocou Hong Kong. Os  crimes desse tipo são considerados raros na cidade.O corpo esquartejado de Choi foi encontrado pela polícia em fevereiro de 2023, em uma propriedade nos arredores de Hong Kong. Poucos dias antes da morte, a modelo, que tinha 140 mil seguidores no Instagram, havia publicado fotos feitas durante a Semana de Moda de Paris. O assassinato é atribuído ao ex-marido da vítima, Alex Kwong, de 31 anos, ao pai dele, Kwong Kau, de 68, e ao irmão, Anthony Kwong, de 35. De acordo com a acusação, o crime teria sido motivado por uma disputa financeira relacionada a um imóvel de luxo comprado por Choi por mais de US$ 7,5 milhões, o equivalente a cerca de R$ 39 milhões. Os três acusados podem ser condenados à prisão perpétua. Eles se declararam inocentes na quarta-feira (30), primeiro dia do julgamento, que deve continuar até Dezembro. Na audiência desta sexta, a promotora Charlotte Draycott afirmou que o assassinato foi resultado de um plano “cuidadosamente elaborado”. Segundo ela, os acusados compraram, dias antes do crime, ferramentas que seriam utilizadas para esquartejar e se desfazer do corpo, entre elas um moedor de carne. A promotora também relatou que uma vizinha ouviu o barulho de uma motosserra no prédio onde, posteriormente, foi localizada uma lâmina de serra com vestígios de carne humana. Outra prova apresentada ao júri foi um martelo. Segundo um laudo forense, o formato do objeto era compatível com as lesões encontradas no crânio da vítima. Imagens de câmeras de segurança exibidas durante o julgamento mostram Choi entrando em uma das duas vans utilizadas pela família Kwong em 21 de Fevereiro de 2023. Os veículos foram estacionados perto da propriedade onde os restos mortais da modelo seriam encontrados três dias depois.O ex-sogro e o ex-cunhado de Choi foram presos em 24 de Fevereiro. O ex-marido foi detido no dia seguinte. Segundo a polícia, ele foi localizado quando planejava fugir de Hong Kong. Choi tinha dois filhos com Alex Kwong. O caso segue em julgamento, com a acusação apresentando as provas que, segundo a promotora, sustentam a versão de que o assassinato foi planejado pelos acusados.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

INSS informa pagamento de salário a novo grupo: Veja quem tem direito.

 

A beneficiária não precisará cumprir período de carência para ter direito ao pagamento. Também não haverá desconto de contribuição previdenciária sobre os valores recebidos durante o afastamento.

Mulheres vítimas de violência doméstica que obtiverem na Justiça uma medida protetiva determinando o afastamento do trabalho poderão receber remuneração por até seis meses. A regra foi formalizada nesta quinta-feira (1º) por meio de parecer vinculante da Advocacia-Geral da União (AGU), assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida vale para seguradas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e dispensa uma nova perícia médica ou análise do mérito pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).Com a nova regra, a decisão judicial que determinar o afastamento será suficiente para dar início ao procedimento, enquanto o INSS verifica a condição previdenciária da beneficiária. A medida decorre de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a aplicação da Lei Maria da Penha. A legislação permite que a Justiça determine o afastamento da vítima do trabalho por até seis meses, mantendo seu vínculo profissional. Até então, não havia uma definição clara sobre quem deveria arcar com a remuneração durante esse período.Simulação salário Para trabalhadoras com vínculo empregatício, o empregador deverá pagar os primeiros 15 dias de afastamento. Depois desse período, o INSS será responsável pelo pagamento durante o restante do afastamento determinado judicialmente. Já mulheres sem vínculo empregatício, como contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais, poderão receber o benefício integralmente pelo INSS. Nesses casos, a medida também busca preservar a fonte de renda durante o período em que a mulher estiver afastada do trabalho por determinação judicial. Benefício não exige carência A beneficiária não precisará cumprir período de carência para ter direito ao pagamento. Também não haverá desconto de contribuição previdenciária sobre os valores recebidos durante o afastamento. Além disso, o período em que a mulher permanecer afastada será considerado como tempo de contribuição para a aposentadoria. A medida busca evitar que a vítima tenha prejuízos previdenciários enquanto precisa deixar o trabalho para preservar a própria segurança.O STF também estabeleceu regras para mulheres que não possuem cobertura previdenciária. Nesses casos, o pagamento terá natureza assistencial e deverá ser feito pelo Estado, Distrito Federal ou município indicado pelo juiz, seguindo as regras da assistência social.Calendário pagamento Atendimento terá prioridade e sigilo Após a publicação do parecer, o Ministério da Previdência Social e o INSS terão prazo de até 15 dias para regulamentar os procedimentos. O atendimento deverá ser prioritário e sigiloso, inclusive por meio dos canais do Meu INSS. A presidente do Instituto, Ana Cristina Silveira, afirmou que a medida representa um avanço na proteção social. Segundo ela, mulheres que rompem situações de violência precisam encontrar apoio do Estado, e não novos obstáculos. O parecer também prevê que o INSS busque o ressarcimento dos valores pagos às vítimas. Para isso, a Procuradoria-Geral Federal poderá entrar com ações regressivas contra os responsáveis pela violência. A discussão sobre a responsabilidade pelo pagamento já vinha sendo tratada pelo Judiciário. Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça reconheceu a responsabilidade do INSS após os primeiros 15 dias de afastamento. Em Dezembro de 2025, o STF confirmou essa proteção em julgamento com repercussão geral. Em Junho de 2026, o Supremo esclareceu que o benefício não exige carência e estabeleceu regras para seguradas e mulheres sem vínculo previdenciário. Com a nova regulamentação, o pagamento passa a contar com procedimentos administrativos definidos para os casos de afastamento determinado pela Justiça.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Provas de assassinato de modelo chocam em julgamento; entenda.

O corpo esquartejado de Choi foi encontrado pela polícia em Fevereiro de 2023, em uma propriedade nos arredores de Hong Kong. Poucos dias an...