CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

sábado, 29 de agosto de 2026

Palmeiras: Fortuna de Leila Pereira cresceu R$ 500 milhões em um ano.

No ranking anterior, Leila estava na 42ª colocação entre as mulheres mais ricas, com uma fortuna calculada em R$ 4,4 bilhões. O aumento foi de aproximadamente 11,4% em 12 meses.

Afortuna de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, cresceu cerca de R$ 500 milhões em um ano, segundo ranking da revista Forbes. Aos 61 anos, a empresária tem patrimônio estimado em R$ 4,9 bilhões e ocupa a 15ª posição entre as mulheres mais ricas do Brasil, além de aparecer entre os 250 maiores bilionários do país em 2026.No ranking anterior, Leila estava na 42ª colocação entre as mulheres mais ricas, com uma fortuna calculada em R$ 4,4 bilhões. O aumento foi de aproximadamente 11,4% em 12 meses. A trajetória empresarial da dirigente está principalmente ligada à Crefisa e ao Centro Universitário das Américas (FAM), negócios fundados por seu marido, José Roberto Lamacchia. Leila passou a administrar as empresas em 2008. Criada em 1964, a Crefisa ganhou espaço no mercado de crédito pessoal, inicialmente com foco em funcionários públicos, aposentados e pensionistas do INSS. Com o tempo, a companhia também expandiu suas atividades para o segmento empresarial. Relação com o Palmeiras A ligação de Leila Pereira com o futebol ganhou força em 2015, quando a Crefisa passou a ser a principal patrocinadora do Palmeiras. O acordo foi firmado durante um período de dificuldades financeiras do clube e permaneceu por dez anos. Ao longo da parceria, os investimentos da Crefisa no Palmeiras são estimados em mais de R$ 1 bilhão. Os recursos contribuíram para a formação do elenco e ocorreram durante uma fase de títulos relevantes, como os Campeonatos Brasileiros de 2016 e 2018 e as Libertadores de 2020 e 2021. Em 2025, entretanto, a Crefisa deixou o posto de patrocinadora máster do Palmeiras. Atualmente, a marca Sportingbet ocupa o espaço principal na camisa do clube. Leila foi eleita presidente do Palmeiras em novembro de 2021, com 88% dos votos. Ela tomou posse em 15 de dezembro daquele ano e se tornou a primeira mulher a comandar o clube. Desde então, passou a atuar em um cenário historicamente dominado por homens. Durante a Copa do Mundo de Clubes, disputada nos Estados Unidos em junho do ano passado, era a única mulher entre os presidentes dos 32 clubes participantes. Conhecida pelos torcedores como "tia Leila", a dirigente também participou de negociações importantes do Palmeiras. Uma delas foi a venda de Endrick ao Real Madrid, em 2023, por aproximadamente 60 milhões de euros. A transferência está entre as maiores da história do futebol brasileiro, ao lado das negociações de Neymar e Vinícius Júnior.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Brasileira é expulsa do 'Big Brother' da Argentina, se recusa a sair e é retirada por segurança.

A confusão começou após Campanita reclamar do desaparecimento de produtos de maquiagem. Em meio à discussão, ela pegou fotos do filho de Pincoya, que reagiu. "Ela mexeu na foto do meu filho. Ela não tem por que tirar a foto do meu filho", disse a chilena.

A brasileira Stefanny Campanita Pereira foi expulsa nesta quinta-feira (27) do Gran Hermano Generación Dorada, versão argentina do Big Brother, após uma briga com a chilena Jennifer Pincoya Galvarini. Danelik, outra participante envolvida no episódio, também foi retirada do programa.A confusão começou após Campanita reclamar do desaparecimento de produtos de maquiagem. Em meio à discussão, ela pegou fotos do filho de Pincoya, que reagiu. "Ela mexeu na foto do meu filho. Ela não tem por que tirar a foto do meu filho", disse a chilena. A discussão evoluiu para empurrões e ameaças de agressão. O participante Brian Sarmiento precisou se colocar entre as duas para impedir um confronto físico. Danelik então empurrou Campanita e tentou jogar a bolsa da brasileira na água. Martín também interveio e tentou acalmar Pincoya. A produção do Grand Hermano analisou as imagens e decidiu expulsar as duas participantes. Ao ser informada da decisão, Campanita chamou a medida de absurda e se recusou a deixar a casa. A resistência durou cerca de uma hora, até que um segurança entrou no local para acompanhá-la para fora. Durante a confusão, a brasileira afirmou que vinha sofrendo hostilidade desde sua chegada ao reality. "De uma maneira horrível, muito feia", declarou. Após o episódio, a equipe de Campanita, que vive no Paraguai, publicou um comunicado nas redes sociais acusando participantes de "agressão física, agressão verbal, hostilidade e bullying físico e psicológico". Segundo a nota, as situações foram registradas pelas câmeras do programa e não poderiam ser justificadas como parte do jogo. "Essas condutas não fazem parte de nenhum jogo; constituem violência explícita", afirmou a equipe. O grupo disse ter "tolerância zero" com situações de hostilidade e intimidação e afirmou avaliar medidas judiciais. "Apontar a violência não prejudica a vítima; a defende", concluiu.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Brasileira de 21 anos é a bilionária mais jovem do mundo.

Discreta e distante dos holofotes, Amelie pertence à terceira geração de uma das famílias fundadoras da multinacional brasileira. Sua fortuna está diretamente relacionada às ações da companhia, uma das empresas mais valiosas da bolsa brasileira.

A catarinense Amelie Voigt Trejes, de 21 anos, tornou-se em 2026 a bilionária mais jovem do mundo, segundo a Forbes, com uma fortuna estimada em R$ 5,67 bilhões (US$ 1,1 bilhão). Herdeira da WEG, ela superou o alemão Johannes von Baumbach por uma diferença de sete semanas de idade.Discreta e distante dos holofotes, Amelie pertence à terceira geração de uma das famílias fundadoras da multinacional brasileira. Sua fortuna está diretamente relacionada às ações da companhia, uma das empresas mais valiosas da bolsa brasileira. Amelie é descendente de Werner Ricardo Voigt, um dos três fundadores da WEG. A empresa nasceu em 1961, em Jaraguá do Sul (SC), criada por Werner, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus. As iniciais dos sobrenomes dos três deram origem ao nome WEG. Embora não exerça função executiva na companhia, Amelie integra o grupo de acionistas controladores por meio das empresas familiares que possuem participação na WEG. De acordo com os registros societários mais recentes, ela possui diretamente 5.282.602 ações ordinárias, equivalentes a 0,126% do capital da empresa. Também detém 33,33% da Cladis Voigt Trejes Administradora Ltda., participação dividida igualmente com os irmãos Felipe e Pedro, e outros 33,33% da Clica Voigt Administradora Ltda. Considerando as participações diretas e indiretas, Amelie controla aproximadamente 106,7 milhões de ações da WEG, correspondentes a cerca de 2,54% da companhia. Ela também integra o grupo de acionistas ligado à WPA Participações e Serviços S.A., que reúne as famílias dos fundadores e detém pouco mais de 50% da WEG. Família entre os mais jovens A WEG ganhou o apelido de “fábrica de bilionários” devido à sucessão mantida entre as famílias fundadoras. Cinco dos seis brasileiros mais jovens da lista de bilionários da Forbes pertencem à família Voigt.Entre eles estão Dora Voigt de Assis, de 28 anos, com US$ 1,4 bilhão; Felipe e Pedro Voigt Trejes, ambos de 23 anos, com US$ 1,1 bilhão cada; Lívia Voigt de Assis, de 21 anos, com US$ 1,4 bilhão; e Amelie, também de 21 anos, com US$ 1,1 bilhão. Criada inicialmente para fabricar motores elétricos, a WEG ampliou seu portfólio e hoje produz geradores, transformadores, turbinas, painéis, sistemas de automação, equipamentos de energia, carregadores para veículos elétricos, tintas e componentes elétricos. Segundo a empresa, são mais de 1,5 mil linhas de produtos. A multinacional está presente em 41 países, emprega mais de 45 mil pessoas e possui unidades nos cinco continentes. A valorização das ações e a estrutura acionária familiar contribuíram para a formação das fortunas dos herdeiros.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Mãe que matou filhos durante depressão pós-parto é considerada inocente.

Dimone Gleming matou os filhos durante um "estado de psicose grave" e um tribunal de Bronx considerou-a inocente. O caso acontece na mesma época em que se aguarda por um desfecho no julgamento de Lindsay Clancy.

Um juiz do Bronx, nos Estados Unidos, decidiu que uma mãe diagnosticada com depressão pós-parto após matar os filhos, em 2022, não era criminalmente responsável pelo crime.Dimone Fleming, de 26 anos, foi considerada, na segunda-feira, não responsável por motivo de doença ou deficiência mental pela morte de seus dois filhos, Daishawn Fleming, de 3 anos, e Octavius Canada, de 11 meses, em um abrigo para famílias no Bronx. Na noite dos homicídios, Fleming estava "em estado de psicose grave e desconectada da realidade", testemunhou o psiquiatra Eric Goldsmith. A mulher afirmou que, no momento da morte dos filhos, estava sofrendo alucinações e acreditava que o mundo estava prestes a acabar. "Fleming acreditava que suas ações eram necessárias para proteger ou 'purificar' seus filhos", concluiu um relatório de psiquiatria forense elaborado por médicos contratados pela defesa. Antes dos homicídios, Fleming havia passado dois meses em tratamento em um hospital no Queens, onde foi diagnosticada com transtorno depressivo grave e recebeu prescrição de medicamentos psicotrópicos, informou o The New York Times, citando registros judiciais. No entanto, a mãe não tomava os medicamentos conforme a prescrição e, em vez disso, consumia maconha diariamente. Segundo as informações, isso pode ter agravado seus sintomas de saúde mental. O caso aconteceu na noite de 26 de Novembro de 2022, quando um funcionário do abrigo onde a mulher vivia ligou para o serviço de emergência após relatos de que havia água e fumaça saindo do apartamento da suspeita. A polícia encontrou Fleming "agindo de forma irracional", e ela foi levada ao hospital para uma avaliação.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Confiança de Serviços sobe 1,2 ponto em Agosto ante Julho, para 89 pontos, afirma FGV

O resultado foi favorecido pelo recuo recente da inflação e por um mercado de trabalho ainda resiliente.

O Índice de Confiança de  Serviços (ICS) avançou 1,2 ponto na passagem de Julho para agosto, na série com ajuste sazonal, para 89,0 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira, 28. Na média móvel trimestral, o índice ficou praticamente estável, com alta de 0,1 ponto, para 89,2 pontos."A confiança de  serviços voltou a subir em agosto, recuperando parte da perda do mês anterior, puxada tanto pela percepção sobre a situação atual quanto pelas expectativas para os próximos meses. O movimento de alta não se disseminou por completo entre os segmentos e pode refletir, em parte, uma compensação após a forte queda de julho", avaliou Stéfano Pacini, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota. No cenário interno, o resultado foi favorecido pelo recuo recente da inflação e por um mercado de trabalho ainda resiliente. "Ainda assim, os juros reais permanecem elevados e o endividamento das famílias segue como contrapeso, num quadro em que o avanço do El Niño ameaça pressionar novamente os preços de alimentos e energia. Com isso, um possível afrouxamento da política monetária pode demorar mais que o previsto, o que reforça a cautela quanto à trajetória do setor ao longo do segundo semestre", continuou Pacini. A alta do ICS em agosto refletiu melhora nos dois componentes do índice. O Índice de Situação Atual (ISA-S) avançou 1,3 ponto, para 90,8 pontos, e o Índice de Expectativas (IE-S) subiu 1,0 ponto, para 87,3 pontos. No ISA-S, houve alta nos dois indicadores. O item que mede o volume de demanda atual registrou avanço de 0,6 ponto, para 91,2 pontos, enquanto o indicador de situação atual dos negócios subiu 2,0 pontos, para 90,3 pontos. Pela ótica das expectativas, o indicador de demanda prevista nos próximos três meses aumentou 2,1 pontos, para 86,8 pontos. Já o indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses ficou estável, sem variação, em 88,0 pontos.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria política nacional para garantir atenção integral a atletas de base.

O projeto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 2734/26 cria a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde Física e Mental do Atleta de Base, com o objetivo de prevenir, diagnosticar, acompanhar, reabilitar e proteger a saúde de crianças, jovens e adolescentes que praticam esportes. O texto de autoria do deputado licenciado Ribeiro Neto (MA) está em análise na Câmara. Quem poderá participar Para ser considerado atleta de base, é necessário ter entre 6 e 21 anos e praticar atividades esportivas escolares, comunitárias, sociais ou amadoras. A política dará prioridade a atletas: de famílias de baixa renda; vinculados a projetos sociais esportivos; matriculados na rede pública; residentes em comunidades periféricas ou regiões de vulnerabilidade social; e que tenham sofrido lesões decorrentes da prática esportiva. “O esporte de base precisa ser tratado como política pública integrada, e não apenas como atividade recreativa”, afirmou Ribeiro Neto. “A proteção à saúde do jovem atleta é também proteção à educação, à saúde mental, à convivência comunitária e à prevenção da exclusão social”. Objetivos O projeto busca: prevenir lesões decorrentes da prática esportiva; promover avaliações médicas, físicas e psicológicas; assegurar orientação sobre saúde, nutrição, bem-estar emocional e prevenção de lesões; garantir acolhimento psicológico em casos de afastamento, pressão competitiva e ansiedade esportiva; integrar saúde, educação, assistência social e esporte; proteger crianças, adolescentes e jovens contra práticas abusivas, excesso de cobrança, negligência, assédio moral e violência psicológica; reduzir desigualdades em relação à saúde preventiva entre atletas de base de baixa renda. A política poderá ainda oferecer avaliações clínicas, cardiológicas, ortopédicas e fisioterapêuticas de forma preventiva. Também poderá realizar acompanhamento psicológico esportivo, orientação nutricional, reabilitação pós-lesão e encaminhamento para serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Cooperação A política poderá criar redes locais de atenção à saúde de atletas de base, com articulação entre: unidades básicas de saúde; centros médicos; escolas públicas e privadas; universidades; instituições de ensino técnico; entidades esportivas; organizações da sociedade civil, e projetos esportivos comunitários. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas Comissões do Esporte; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão vota na segunda-feira MP que acaba com "taxa das blusinhas” para compras de até 50 dólares.

Relatora é favorável ao texto do governo; previsão é votar a medida na Câmara e no Senado na terça-feira.

A relatora da medida provisória da chamada “taxa das blusinhas” (MP 1357/26), senadora Leila Barros (PDT-DF), disse nesta sexta-feira (28) que o seu relatório deve ser apresentado e votado na segunda-feira (31) na comissão mista da proposta. A ideia é votar nos plenários da Câmara e do Senado já na terça-feira (1º). A senadora adiantou que é favorável ao texto do governo. A MP isentou de imposto de importação as compras por remessas internacionais de até 50 dólares desde maio deste ano. Acima deste valor e até 3 mil dólares, a taxa é de 60% com um desconto fixo de 20 dólares. O presidente da comissão, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), também é favorável à medida. Segundo ele, os brasileiros mais ricos podem trazer do exterior até 2 mil dólares em compras sem pagar imposto, quando viajam. “Será que esses brasileiros e brasileiras não têm o direito também de ter acesso a compras internacionais, ampliação de acesso para o consumo até 50 dólares, sendo que a média é em torno de menos de 20 dólares?” Lopes lembrou que a reforma tributária criou a Contribuição sobre Bens e Serviços, que entrará em vigor em 2027, inclusive para compras internacionais. Mas, para pessoas de baixa renda, haverá um cashback de 20% para bens não essenciais. A senadora Leila Barros disse que vai analisar as 112 emendas apresentadas neste final de semana e aproveitar o que for possível. Entre as emendas, existem as que aumentam a isenção para 100 dólares, as que permitem a isenção apenas para produtos sem similar nacional, e até as que criam regimes de compensação para a indústria nacional. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova MP que destina crédito a profissionais do transporte e inclui transporte escolar.

A medida provisória ainda será votada pelos plenários da Câmara e do Senado.

A comissão mista sobre a Medida Provisória 1366/26, que destina recursos para o financiamento de veículos a motoristas de transporte privado, aprovou nesta sexta-feira (28) o texto da MP, com alterações. O texto seguirá para análise dos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Entre outros pontos, o texto aprovado cria linha de financiamento para profissionais do transporte remunerado privado de passageiros, taxistas, cooperativas de taxistas e profissionais do transporte escolar. O texto aprovado é um projeto de lei de conversão que também permite o financiamento de infraestrutura, equipamentos e renovação da frota do transporte urbano de passageiros ou cargas. O foco principal do governo ao editar a medida foi a concessão de empréstimos para entregadores de aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas. A relatora da MP, deputada Amanda Gentil (PP-MA), acolheu 6 das 14 emendas apresentadas. Entre as mudanças aprovadas está a inclusão dos profissionais do transporte escolar entre os beneficiários da linha de crédito. "A alteração amplia o alcance da política pública para contemplar modalidade de transporte diretamente relacionada à garantia de acesso à educação e à mobilidade de crianças e adolescentes", afirmou a relatora. A versão aprovada também amplia as possibilidades de financiamento e inclui novas regras para o Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), além de incorporar medidas relacionadas ao transporte escolar, à acessibilidade, à transparência e às áreas de trânsito, habitação e indústria de baterias. Pagamento flexível Outra mudança feita pela relatora autoriza os bancos a adotarem sistema de pagamento flexível para as operações. A regra permite a cobrança de parcelas com valores diferentes no início e no final do financiamento, com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito pelos trabalhadores. Para a presidente da comissão, senadora Leila Barros (PDT-DF), o parecer aprovado é positivo. "A proposta passa a contemplar também o transporte escolar, a inclusão das pessoas com deficiência e um olhar especial para as mulheres que trabalham com transporte, além de avanços em transparência e controle", disse. Condições e adaptações O acesso à linha de crédito fica limitado a um veículo por motorista de transporte privado ou taxista e a um veículo por cooperado, no caso das cooperativas. O projeto também permite financiar o seguro do veículo e o seguro prestamista, desde que sejam contratados com o bem financiado. O projeto permite o uso da linha de crédito para custear a adaptação de veículos para motoristas com deficiência e para a adaptação de táxis ao transporte de passageiros em cadeiras de rodas. O texto aprovado também prevê o financiamento de itens de segurança para mulheres motoristas. Nesse sentido, atribui ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a competência por estabelecer taxas, prazos e carências com condições diferenciadas para mulheres. A previsão original apresentada pelo governo era de que as operações tivessem juros de 12,5% ao ano para homens e de 11,5% ao ano para mulheres, com prazo de pagamento de até 48 meses e carência de dois meses. Operação e exclusão de fintechs As linhas financiadas com recursos do FIIS terão como agentes financeiros o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Essas instituições poderão habilitar outros agentes financeiros, públicos ou privados, desde que eles assumam os riscos das operações. A relatora retirou a referência expressa às fintechs, mas não proibiu a participação dessas empresas como agentes habilitados. "A expressão fintechs não conta com definição no ordenamento jurídico brasileiro. Dessa maneira, seu uso em lei compromete a segurança na aplicação do dispositivo e dificulta a delimitação precisa do universo de entidades habilitáveis", justificou Amanda Gentil. Para aderir, os beneficiários deverão autorizar o compartilhamento das informações necessárias à verificação dos critérios de elegibilidade. No caso dos profissionais vinculados a aplicativos, as plataformas digitais serão responsáveis por fornecer os dados. Transparência O texto autoriza o uso de recursos do FIIS para financiar a renovação de frota e investimentos relacionados ao transporte urbano. Para reduzir os riscos das operações e ampliar a oferta de crédito, o arranjo prevê a cobertura de garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) e do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI). Pelo texto, os bancos divulgarão dados abertos com o número de operações, valores contratados, taxas praticadas e inadimplência, em observância à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O comitê gestor do FIIS encaminhará ao Congresso um relatório anual de avaliação de impacto social, econômico e ambiental. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara terá semana de esforço concentrado com votações a partir desta segunda-feira.

Deputados poderão votar medidas como o fim da "taxa das blusinhas" e financiamento para entregadores de aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas.

A Câmara dos Deputados terá semana de esforço concentrado com votações em Plenário a partir desta segunda-feira (31), às 18 horas. Entre os itens em pauta estão três medidas provisórias: MP 1357/26, que acaba com a “taxa das blusinhas” (Imposto de Importação para compras de até 50 dólares); MP 1360/26, que simplifica regras para atividade de mototaxistas; MP 1366/26, que cria linha de financiamento para entregadores de aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas. A pauta da semana também inclui outros 16 projetos, que poderão ser votados em sessões de votação na segunda, na terça (1º), na quarta (2) e na quinta-feira (3). Entre essas propostas está a que amplia o prazo para dedução no Imposto de Renda de doações aos programas de apoio à atenção oncológica e de atenção da saúde da pessoa com deficiência (PL 6231/19) e a que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PL 3904/23). Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS TRIBUTOS SOBRE COMBUSTIVEIS

Nova lei reduz tributos sobre combustíveis e prevê incentivos para fertilizantes.

O presidente da República,  sancionou sem vetos a Lei Complementar 235/26, com regras para mitigar no Brasil impactos econômicos no mercado internacional de energia decorrentes do atual conflito no Oriente Médio. O texto, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28), reduz alíquotas de tributos federais sobre importação, produção e comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. A perda de arrecadação será compensada por receitas extraordinárias da União. Segundo o Poder Executivo, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã levou a arrecadação federal com petróleo e gás natural a R$ 28 bilhões no período de janeiro a março de 2026, ante R$ 9 bilhões no mesmo período de 2025. Biocombustíveis e fertilizantes A lei é oriunda da versão da relatora na Câmara, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), para o Projeto de Lei Complementar 114/26, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS). O Senado aprovou o texto após um ajuste na redação. Por recomendação da deputada, os benefícios para combustíveis fósseis deverão preservar a competitividade dos biocombustíveis. Assim, o governo concederá subvenção de R$ 1,2 bilhão aos produtores e cooperativas de etanol hidratado. A norma também beneficia produtores rurais com a suspensão do pagamento de tributos. Além disso, autoriza a União a conceder até R$ 5 bilhões em créditos para projetos de produção de fertilizantes e bioinsumos entre 2027 e 2031. Outros pontos A proposta também estipula regras para a destinação de recursos a hospitais inteligentes de alta complexidade e concede benefício fiscal para a Fifa durante a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, no Brasil. O texto traz ainda incentivos para o setor de minerais raros e estratégicos. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS ELEIÇÕES 2026

Eleição para deputado federal mobiliza R$ 982 milhões em recursos.

As receitas dos candidatos a deputado federal para gastos de campanha já chegam a R$ 982,8 milhões, superando os valores de todos os outros cargos em disputa na eleição deste ano. A informação é da plataforma de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números ainda podem mudar ao longo da campanha. Desses recursos, R$ 932 milhões ou 95% vêm de financiamento público, como o Fundo Partidário e o fundo eleitoral. Outros R$ 50,6 milhões são recursos privados, dividindo-se entre doações de pessoas físicas (R$ 27,8 milhões), recursos próprios (R$ 13,2 milhões) e financiamento coletivo (R$ 3,9 milhões). Os custos com a eleição para a Câmara dos Deputados são maiores do que os de assembleias legislativas (R$ 406,7 milhões), do Senado Federal (R$ 174,9 milhões), dos governos estaduais (R$ 196,6 milhões) e do presidente (R$ 83 milhões). Regiões O Sudeste é a região com mais recursos para campanha de deputado federal: R$ 397 milhões. Deste valor, R$ 188 milhões se destinam a São Paulo, o estado que elege o maior número de deputados, 70. Depois vêm os gastos com o Nordeste, de R$ 264 milhões. O Sul tem R$ 151 milhões; o Norte, R$ 100 milhões; e o Centro-Oeste R$ 71 milhões. Partidos Os partidos com maiores recursos para campanha de deputado federal são o PL, com R$ 253,8 milhões, e o PT, com R$ 172,1 milhões. Em seguida vêm o PP (R$ 98,2 milhões), o PSD (R$ 76 milhões) e o União (R$ 64,2 milhões). As legendas que mais receberam recursos privados são o PL (R$ 8 milhões), o Novo (R$ 7 milhões), o PT (R$ 5,7 milhões) e o PSD (R$ 5,1 milhões). Limites O limite de gastos de campanha e de contratação de pessoal para cada candidato a deputado federal é de R$ 3.176.572,53, mesmo valor das eleições de 2022. Em 2018, o limite era de R$ 2,5 milhões. Já o cargo de senador tem limites diferentes, variando de R$ 3.176.572,53, nos estados menos populosos, até R$ 7.115.522,46, em São Paulo. Cada candidato a deputado estadual ou distrital pode gastar até R$ 1.270.629,01. Os candidatos a deputado federal também têm limites para contratar pessoal na campanha. Os números variam de acordo com o estado - de 342 funcionários, em Tocantins, até 6.584, em São Paulo. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria regras para publicidade de anabolizantes e exige alertas sobre riscos à saúde.

Projeto cria regras para publicidade de anabolizantes e exige alertas sobre riscos à saúde.

O Projeto de Lei 3120/26 estabelece regras para a publicidade de esteroides anabolizantes e substâncias hormonais. A proposta exige que os anúncios identifiquem claramente que se trata de publicidade e apresentem alertas sobre os riscos à saúde. As regras valem para qualquer meio de divulgação, incluindo redes sociais, sites e aplicativos de mensagens. Em Maio, a morte súbita do fisiculturista Gabriel Ganley, que documentou publicamente o uso de anabolizantes, reacendeu o alerta sobre o consumo de hormônios entre jovens. O caso ocorre em um cenário de forte crescimento nas vendas de testosterona, que aumentaram mais de 700% nos últimos sete anos. Pelo projeto, a publicidade e a promoção dessas substâncias deverão apresentar, de forma visível e legível, um alerta sobre os riscos do uso sem acompanhamento médico. A mensagem deverá informar ainda sobre possíveis problemas no coração, no fígado, no sistema hormonal, na saúde mental e no metabolismo. O projeto proíbe apresentar essas substâncias como seguras ou sem riscos e também impede a divulgação para fins estéticos, recreativos ou de aumento de desempenho sem o alerta exigido. A autora, deputada Daniela do Waguinho (Republicanos-RJ), afirma que o consumo de anabolizantes para fins estéticos cresceu no Brasil em meio à divulgação de conteúdos sobre essas substâncias por influenciadores e clínicas estéticas. “O projeto não pretende proibir o debate sobre saúde hormonal nem o relato de experiências pessoais”, esclareceu a deputada. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação; de Defesa do Consumidor; de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto libera venda intermunicipal e interestadual de alimentos artesanais da agricultura familiar.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 2071/26 autoriza o comércio intermunicipal e interestadual de produtos que tenham inspeção dos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) e se enquadrem como alimentos artesanais e tradicionais da agricultura familiar. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a regra valerá para a produção familiar, artesanal e de pequeno porte, sem a exigência de adesão do município ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-Poa). A proposta altera a Lei da Política Agrícola. Pelo texto, o Ministério da Agricultura e Pecuária terá 180 dias para regulamentar o assunto, ou a venda intermunicipal e interestadual dos produtos ficará autorizada até a definição das regras. Justificativa Segundo o deputado Dr Flávio (PL-RJ), autor da proposta, a aplicação, hoje, de exigências sanitárias voltadas a grandes agroindústrias é desproporcional para a agricultura familiar e limita o acesso dos produtores aos mercados. “O que se pretende é que, ao menos os alimentos artesanais e tradicionais que tenham origem agroindustrial familiar, artesanal e de pequeno porte, tenham tratamento mais facilitado”, disse Dr. Flávio na justificativa do projeto de lei. Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto exige aval da Anac para troca de aviões por modelos menores em rotas regionais.

A Câmara dos Deputados está analisando a proposta.

O Projeto de Lei 2021/26 exige que as companhias aéreas obtenham autorização prévia da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para substituir aeronaves de grande porte por modelos de menor capacidade em rotas regionais. Autor da proposta, o deputado licenciado Leo Prates (BA) disse que a troca repentina de equipamentos prejudica o turismo e a economia. Pelo projeto, as empresas deverão apresentar o plano de contingência com antecedência mínima de 60 dias. “Empresas aéreas devem ser impedidas de utilizar o downgrade operacional como estratégia puramente financeira em detrimento da conectividade, devendo manter a capacidade da aeronave condizente com a demanda regional”, disse. Penalidades Conforme a proposta em análise na Câmara dos Deputados, a nova regra valerá para rotas consolidadas, definidas como aquelas com operação regular e taxa de ocupação superior a 70% nos últimos 12 meses. O texto estabelece multas administrativas caso a empresa aérea descumpra as regras de transição. A companhia infratora também será obrigada a garantir a reacomodação dos passageiros afetados pela diminuição da oferta de lugares. Além de punições financeiras e do atendimento direto ao consumidor, o projeto de lei ainda prevê que as infrações poderão gerar consequências operacionais. Por isso, a Anac ficará autorizada a impor possíveis restrições na malha aérea. Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto deduz do Imposto de Renda doação para combate à violência contra a mulher.

Isenção engloba pessoas físicas e empresas; texto está em análise na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 3138/26 garante isenção do Impos...