CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quarta-feira, 22 de julho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto permite bloqueio imediato de bens em suspeita de fraude financeira.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1515/26 permite que órgãos reguladores suspendam atividades e bloqueiem bens de emissores de títulos, plataformas de intermediação e outros participantes de esquemas financeiros quando houver indícios de fraude, lavagem de dinheiro ou risco ao sistema financeiro. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Nesses casos, a decisão do Banco Central (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) terá efeito imediato, mas deverá ser submetida à homologação judicial em até 24 horas. A Justiça, por sua vez, deverá decidir em até 24 horas. Nos casos mais complexos, o prazo poderá chegar a 72 horas. Captação de recursos O projeto também prevê que a emissão de títulos para captação de recursos, conhecidos como títulos de captação massiva, inclusive ativos digitais, como tokens, dependa de registro prévio no Bacen ou na CVM. A regra vale para ofertas destinadas ao público em geral ou a um número indeterminado de investidores que possam representar risco ao sistema financeiro em razão do volume de recursos captados, da quantidade de investidores ou do uso de novas tecnologias. Além disso, as instituições responsáveis deverão: Divulgar informações claras sobre os riscos dos investimentos; Apresentar demonstrações financeiras auditadas; Adotar programas de prevenção à lavagem de dinheiro; e Cumprir exigências mínimas de capital e de garantias. Segundo o autor da proposta, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), a iniciativa é uma "resposta necessária aos desafios contemporâneos do sistema financeiro e da ordem pública", ao combinar medidas preventivas com instrumentos para agilizar a atuação das autoridades. Novos crimes A proposta cria três crimes específicos relacionados a fraudes financeiras. São eles: Participação em milícia privada de intimidação: reclusão de dois a oito anos e multa. O crime abrange grupos organizados para coagir autoridades, jornalistas ou investigadores e dificultar investigações sobre fraudes financeiras. O Código Penal já prevê o crime de milícia privada, mas o projeto cria uma modalidade específica para esses casos. Obstrução de investigação: reclusão de um a seis anos e multa. O texto reúne em um tipo penal específico condutas como ocultação de provas, intimidação de testemunhas e ataques cibernéticos para prejudicar investigações. Retaliação contra colaboradores de investigações: reclusão de dois a seis anos e multa. A proposta tipifica a intimidação ou a prática de violência contra quem colaborar com investigações ou fiscalizações relacionadas a fraudes financeiras. Cooperação entre órgãos O texto também cria um regime permanente de cooperação entre Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Polícia Federal, Ministério Público, Receita Federal e outros órgãos responsáveis pela fiscalização e investigação. O objetivo é facilitar o compartilhamento de informações, coordenar operações e aprimorar a produção de provas. O projeto ainda prevê mecanismos de proteção para investigadores, servidores públicos, magistrados, membros do Ministério Público, jornalistas, peritos, testemunhas e denunciantes que atuem em investigações relacionadas aos crimes previstos no texto. Próximos passos A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS.

Texto será analisado pela Comissão de Orçamento e pelos plenários da Câmara e do Senado.

O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares. O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em Julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF). Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo. O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente. O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de Junho de 2026. Próximos passos A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei. O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado. Reportagem – Silvia Mugnatto Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 954/26 prevê preço mínimo para o cacau produzido no Brasil, a ser definido pelo governo federal. Pelo texto, o valor deverá considerar despesas como mão de obra, insumos, colheita, infraestrutura e uso da terra, além de garantir uma margem mínima de lucro de 15%. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta é de autoria do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA). Ele afirma que os produtores de cacau enfrentam instabilidade nos preços internacionais e, ao contrário do que ocorre com o café, não contam com uma política permanente de garantia de preços. Segundo o deputado, o projeto "preenche essa lacuna histórica, criando um sistema de preço mínimo baseado no custo real de produção, com margem de viabilidade econômica, e um fundo de intervenção financiado em parte por contribuição sobre as importações". Para definir o preço mínimo, o governo usará como base um levantamento anual da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre os custos de produção do cacau. O valor não poderá ser inferior ao custo total da produção. Pelo projeto, produtores com o Selo Verde Cacau, concedido a empresas com práticas sustentáveis, terão direito a um adicional de 10% sobre o preço mínimo. Intervenção da Conab Quando o preço de mercado permanecer abaixo do preço mínimo por mais de 30 dias consecutivos, a Conab deverá adotar uma das seguintes medidas para atender produtores familiares: comprar a produção pelo preço mínimo, por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF); ou conceder empréstimos com juros de 1% ao ano, tendo as amêndoas de cacau como garantia, pelo prazo de até 12 meses. Fundo de estabilização A proposta cria o Fundo de Estabilização da Cacauicultura (FEC) para financiar essas intervenções e apoiar programas de melhoria da produção e da comercialização do cacau. Os recursos do fundo virão de: dotações do Orçamento da União; contribuição de 0,5% sobre as importações de amêndoas e produtos semielaborados de cacau; repasses de estados produtores que aderirem ao programa; doações e acordos internacionais. O projeto também prevê que o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia ofereçam instrumentos para proteger produtores e cooperativas exportadoras das oscilações do câmbio, com custo máximo de 1% ao ano. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais. O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação "não condizem com a realidade das regiões atendidas", pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista. Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto amplia transparência de títulos privados do agronegócio.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 821/26 amplia as exigências de transparência sobre lastros financeiros dos principais títulos privados de financiamento do agronegócio. Em análise na Câmara dos Deputados, a medida alcança os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). O texto altera a Lei 11.076/04, que criou esses ativos. Hoje, esses títulos são emitidos com garantia em créditos vinculados ao agronegócio, mas, segundo o autor do projeto, deputado Nilto Tatto (PT-SP), as informações nem sempre chegam ao investidor "de forma estruturada e comparável ao conhecimento do mercado", o que dificulta a avaliação dos riscos. O parlamentar afirma que a proposta segue uma tendência internacional iniciada após a crise financeira de 2008, quando a falta de transparência sobre a garantia de ativos dificultou a avaliação de risco pelos investidores. Como resposta, Estados Unidos e União Europeia adotaram regras para ampliar a divulgação de informações sobre os créditos que compõem essas operações, incluindo características dos ativos, concentração de riscos e desempenho das carteiras. Informações Entre as novas exigências, os documentos de emissão deverão trazer, em linguagem padronizada e de fácil identificação, informações como: os tipos de contratos e créditos que garantem cada título; os segmentos do agronegócio financiados; os prazos médios das operações, as principais garantias e o grau de concentração por devedor; os critérios utilizados para selecionar os créditos que compõem o lastro. O projeto também determina a divulgação de informações sobre o perfil de risco das carteiras, incluindo índices de inadimplência, recuperação de créditos, concentração das operações, ações judiciais relevantes, recuperação judicial, falência, embargos ambientais e outras restrições que possam afetar a capacidade de pagamento dos devedores. Outra medida prevista é a criação de um sistema eletrônico de acesso público, administrado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com informações sobre a garantia dos títulos, preservando o sigilo bancário e os dados pessoais. As instituições emissoras de LCA também deverão divulgar relatório anual indicando para quais segmentos do agronegócio os recursos captados foram destinados. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto estabelece regras para cobertura jornalística de violência contra a mulher.

Para autores, modo como o feminicídio é noticiado pode reforçar estigmas e sensação de impunidade; Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 1008/26 estabelece princípios e diretrizes para a cobertura jornalística e publicitária da violência contra a mulher. O objetivo é conciliar a informação responsável e a proteção das vítimas com o respeito à liberdade de imprensa. A proposta, do deputado Luiz Couto (PT-PB) e outros parlamentares, altera a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) e está em análise na Câmara dos Deputados. Entre seus pontos, a proposição: garante a liberdade de imprensa e de expressão e veda qualquer forma de censura prévia; determina a inserção de bloco informativo padrão, com canais oficiais de denúncia e acolhimento, nas coberturas e campanhas temáticas; impõe padrões de anonimização e de proteção de dados pessoais das vítimas; proíbe abordagens sensacionalistas e a reprodução de estereótipos de gênero, fixando princípios de cobertura ética; recomenda diretrizes de boa prática editorial para coberturas ao vivo e de emergência; e prevê a observância das diretrizes nos contratos administrativos de publicidade institucional e de patrocínio. O projeto institui ainda o Selo de Boas Práticas em Comunicação para o Enfrentamento da Violência contra a Mulher e cria o Comitê Consultivo de Boas Práticas, de natureza consultiva e multissetorial. O Poder Executivo também poderá instituir o Calendário Nacional de Campanhas de Comunicação e o Prêmio Nacional de Boas Práticas de Cobertura. Valores O argumento dos autores é que a comunicação social exerce papel relevante na formação de valores, percepções e comportamentos coletivos, influenciando a forma como a sociedade compreende e enfrenta a violência contra a mulher. Apoiados em estudos nacionais, os deputados dizem que o modo como o feminicídio é noticiado pode reforçar estigmas e alimentar a sensação de impunidade, em vez de mobilizar transformações sociais. “De acordo com o dossiê ‘Qual é o papel da imprensa na cobertura de casos de feminicídio?’, do Instituto Patrícia Galvão, a imprensa muitas vezes recorre a enquadramentos narrativos que personalizam os crimes e ignoram os marcadores sociais da violência, como gênero, classe, raça e território”, apontam os parlamentares na justificativa do projeto. “Ainda segundo o dossiê, a repetição de estereótipos, a ausência de fontes especializadas e o foco exclusivo na figura do agressor ou em detalhes cruéis contribuem para a espetacularização da violência contra a mulher”, relatam. Os parlamentares dizem, por outro lado, que há reportagens com enfoques éticos, depoimentos de especialistas, apresentação de dados e contextualização do problema. O projeto, afirmam ainda, insere-se no esforço nacional de qualificar a cobertura midiática da violência de gênero, em consonância com compromissos internacionais assumidos pelo Brasil. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Cultura; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Da Reportagem/NN Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes.

Proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência. Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário. Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia. “A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS). Violência doméstica Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima. O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas. Próximas etapas A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 21 de julho de 2026

Alvo dos EUA, Pix está no centro de disputa sobre quem controla os trilhos do dinheiro no mundo.

 

Alvo do tarifaço de Donald Trump, o Pix passou a integrar uma disputa que vai além do mercado financeiro. Especialistas apontam que o controle das redes de pagamento envolve soberania, influência geopolítica e a capacidade de países aplicarem sanções internacionais.

Na mira do novo tarifaço imposto pelo governo Trump, o Pix, sistema de pagamento instantâneo que revolucionou as transações financeiras no país e se tornou uma das soluções mais queridas entre os brasileiros, passou a ocupar o centro de uma disputa internacional que envolve quem controla os trilhos do dinheiro no mundo.Embora o embate tenha origem na guerra comercial com os Estados Unidos, a discussão também gira em torno de influência geopolítica e soberania digital e monetária. A disputa não é só sobre intermediários financeiros, como as bandeiras de cartão de débito e crédito, e a eventualidade de perderem receita e mercado com a expansão de infraestruturas digitais públicas. É também sobre poder. Não que as bandeiras deixem de ser importantes. O uso de cartões até cresceu no Brasil com a expansão do Pix. Mas elas podem não ser mais imprescindíveis no futuro, e os americanos querem manter controle sobre os sistemas de pagamento pelo mundo porque isso lhes dá influência geopolítica. Decisões do governo Trump, por exemplo, abrangem casos em que sanções contra indivíduos e instituições incluem negar acesso aos canais bancários formais controlados pelos norte-americanos. Um exemplo recente é o caso de Francesca Albanese, relatora especial da ONU, que teve o acesso a sistemas bancários americanos restringido devido às suas críticas à política americana em Gaza. É mais difícil fazer empresas não americanas cumprirem esse tipo de determinação. Usualmente, as leis precisam ser recepcionadas pelo sistema de Justiça doméstico para terem validade. Já os arranjos de pagamento de empresas sediadas nos Estados Unidos, como Visa, Mastercard, Google e Apple, tendem a seguir decisões do governo norte-americano. O conflito se encaixa em um contexto monetário e geopolítico mais amplo. Na prática, a possibilidade de que países criem suas próprias redes de pagamento e as conectem entre si reduz a capacidade de o governo americano aplicar suas regras de forma extraterritorial.“É geopolítica pura. A disputa sobre o Pix ou infraestruturas digitais públicas de pagamento não é só sobre intermediários financeiros, e sim sobre poder”, diz a advogada Fernanda Garibaldi, diretora-executiva da Zetta, associação que reúne bancos digitais e empresas de tecnologia financeira. “Mudou quem manda no jogo. Meios de pagamento são mais que infraestruturas de transação financeira, são instrumentos geopolíticos de poder. E quem controla os trilhos do dinheiro controla mais que o sistema bancário”, diz ela. Garibaldi destaca a importância de os países terem alternativas e cita o exemplo do que aconteceu na Suécia, que voltou a introduzir cédulas em espécie após a guerra da Ucrânia, a fim de evitar a dependência de sistemas de outros países, como os cartões de bandeiras americanas. TRILHO ABERTO No Brasil, o Pix virou uma infraestrutura crítica, cuja interrupção causaria impacto, e um ativo de soberania regulatória digital. Gerido pelo Banco Central, não é uma empresa pública, tampouco uma empresa privada. É uma infraestrutura pública de mercado aberta, regulada e usada por bancos, fintechs, empresas de cartão e empresas adquirentes. Após o governo Trump confirmar a aplicação de uma tarifa de 25%, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, chegou a comparar o sistema ao saneamento básico ao defender o Pix. “Seria mais ou menos como tentar dizer que criar saneamento básico comprometeria receita de caminhão-pipa.” Lançado em 2020, o Pix conta com mais de 170 milhões de usuários cadastrados, representando aproximadamente 80% da população. Ele facilitou a bancarização no país e o uso de cartões, de acordo com os especialistas. Em junho, a quantidade total de transações do Pix chegou a 7,7 bilhões. De 85% a 90% do total é processado dentro do SPI, Sistema de Pagamentos Instantâneos, que é o motor do BC, a infraestrutura tecnológica central que processa e liquida todas as transações em tempo real. O restante ocorre fora do SPI, englobando operações internas, entre os bancos, liquidadas nos sistemas das próprias instituições. Em 2025, os cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões no rastro da expansão do Pix, um crescimento de 10,1%, segundo dados da Abecs, Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Foram 48,1 bilhões de operações. “O Pix, meio de pagamento instantâneo e 24h por 7 dias, foi um negócio revolucionário, talvez a política pública mais importante dos últimos 30 anos, com enorme efeito em bancarização e digitalização dos meios de pagamento. A infraestrutura ser do BC permitiu o acesso”, diz Vinicius Carrasco, professor da PUC do Rio e economista-chefe da Stone, empresa de serviços financeiros. “Durante um tempo, acho que houve centralização excessiva, por parte do instituidor, na agenda de adição de funcionalidades e produtos. Isso tem se ajustado no tempo, como era de se esperar”, afirma. Integrantes do governo Lula não escondem, nos bastidores, o incômodo com as bandeiras. A visão é que elas estão por trás da pressão de Trump, mesmo após essa indústria de cartões ter sido favorecida por uma carga regulatória menor do BC nos últimos anos para estimular a concorrência. Esse processo fez proliferar a criação de várias instituições de pagamento, que colocaram para dentro do mercado milhões de pessoas que nunca tinham usado cartão. Segundo os auxiliares de Lula, as bandeiras já estariam correndo risco de imagem no Brasil pela pressão ao Pix. Em meio à polêmica, a Mastercard diz que o Pix é uma inovação importante e que continua comprometida em investir no Brasil, trabalhando com parceiros de todo o ecossistema de pagamentos para promover a inovação, fortalecer a segurança e ampliar o acesso aos pagamentos digitais. A Visa informa que acompanha a investigação do USTR, Escritório do Representante do Comércio dos EUA, e tem dialogado com autoridades governamentais no Brasil e nos Estados Unidos para identificar oportunidades de fortalecer a colaboração. LEI DO PIX O BC já firmou acordos de cooperação técnica com mais de 47 bancos centrais para exportar a tecnologia do Pix e auxiliar outros países a desenvolver seus próprios sistemas. Entre lideranças do setor, cresce a defesa para que todas as normas infralegais sejam reunidas em uma legislação única, a ser aprovada pelo Congresso, para dar segurança jurídica ao sistema, que já conta com várias funcionalidades, como o Pix Crédito. O BC tem enfrentado falta de recursos para gestão do Pix e de outros sistemas necessários ao seu funcionamento. O orçamento para custeio e investimento chegou ao nível mais baixo em 2024 e, de lá para cá, continua sofrendo com cortes. O diretor de Produtos, Serviços e Segurança da Febraban, Federação Brasileira de Bancos, Ivo Mósca, destaca que o BC precisa ter os recursos necessários para avançar com a regulação. “Ele precisa acompanhar esta velocidade [tecnologia] para ter a capacidade de supervisão adequada.” PIX AUTOMÁTICO Permite que pagamentos recorrentes sejam feitos de forma automática. O pagador precisa autorizar uma única vez a operação, sem precisar fazer um novo pagamento a cada nova cobrança. PIX COBRANÇA Instrumento de cobrança, iniciado por meio do QR Code ou Pix Copia e Cola, que serve para pagamentos imediatos, em pontos de venda físicos e comércio eletrônico, e pagamentos com vencimento, realizados em data futura, podendo incluir outras informações, como juros, multas, descontos e abatimentos, de forma semelhante ao boleto. A liquidação é instantânea, está disponível por 24 horas nos sete dias da semana e não exige compensação bancária. Já o boleto tem liquidação em até três dias úteis. O boleto, ao contrário, não funciona em feriados, necessita de compensação bancária e tem liquidação em até três dias úteis. PIX APROXIMAÇÃO Permite pagar instantaneamente com Pix usando a tecnologia NFC. É possível fazer um Pix aproximando o celular da maquininha, por meio do aplicativo do banco ou utilizando uma carteira digital oferecida por instituições autorizadas pelo BC. PIX AGENDADO Opção que permite programar um Pix para uma data futura. O usuário escolhe o dia em que o pagamento será feito e pode cancelar até o dia anterior. PIX SAQUE E PIX TROCO São duas funcionalidades para facilitar o acesso a dinheiro em espécie sem depender exclusivamente de caixas eletrônicos ou agências bancárias. No Pix Saque, o usuário pode sacar em estabelecimentos credenciados, como supermercados, farmácias, padarias, postos de gasolina, lotéricas e até caixas eletrônicos participantes. Ele faz um Pix para o estabelecimento, sem realizar compras no local, e retira o dinheiro. O Pix Troco é uma combinação de compra e saque. PIX CRÉDITO Funciona como uma operação de crédito pessoal no Pix. O BC não regulamentou a modalidade, mas vetou o uso do nome “Pix parcelado” pelas instituições, que passaram a chamar de “Pix no crédito” ou “parcelamento do Pix”. A funcionalidade é oferecida por bancos e fintechs de forma independente. Cada instituição define suas próprias regras, prazos de parcelamento e taxa de juros. Mas a falta de regras do BC preocupa especialistas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Copa de 2030 terá seis sedes e jogos em três continentes; entenda.

Após o fim do Mundial de 2026, as atenções se voltam para a edição do centenário. Espanha, Portugal e Marrocos receberão a maior parte das partidas, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai sediarão jogos comemorativos.

A Copa do Mundo de 2026 terminou neste domingo (19), mas a contagem regressiva para a próxima edição já começou. Em 2030, o torneio celebrará 100 anos com uma configuração inédita: seis países, distribuídos por três continentes, participarão da organização.Espanha, Portugal e Marrocos serão os anfitriões principais, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai receberão uma partida comemorativa cada. A escolha foi oficializada pela Fifa em Dezembro de 2024. A proposta tem como objetivo lembrar a primeira Copa do Mundo, disputada no Uruguai em 1930. Os três confrontos na América do Sul abrirão as comemorações do centenário antes de o restante da competição seguir para Europa e África. Como será dividida a Copa de 2030? A maior parte dos jogos será realizada na Espanha, em Portugal e no Marrocos. Os três países apresentaram uma candidatura conjunta e receberão praticamente todo o torneio. Uruguai, Argentina e Paraguai participarão da abertura simbólica, com uma partida em cada território. Depois desses compromissos, as seleções envolvidas viajarão para os países que concentrarão a competição. A Fifa já confirmou que o primeiro jogo da edição será realizado no Uruguai, país que sediou e venceu o Mundial inaugural. A partida acontecerá no mesmo cenário da final de 1930, o estádio Centenário, em Montevidéu. Por que Argentina e Paraguai também foram escolhidos? A presença argentina representa a participação do país na decisão da primeira Copa, quando terminou com o vice-campeonato diante do Uruguai. Já o Paraguai abriga a sede da Conmebol, única confederação continental que existia quando a competição foi criada. A inclusão dos três países foi articulada pelos representantes sul-americanos como parte das celebrações dos 100 anos do torneio. Quais países receberão uma Copa pela primeira vez? Portugal, Marrocos e Paraguai nunca sediaram partidas de uma Copa do Mundo masculina. A Espanha organizou o Mundial de 1982, vencido pela Itália. A Argentina recebeu a edição de 1978 e conquistou o primeiro título de sua história. O Uruguai, por sua vez, foi o anfitrião e campeão do torneio inaugural, em 1930. Quais estádios poderão receber os jogos? A candidatura de Espanha, Portugal e Marrocos apresentou 20 estádios, mas a Fifa ainda deverá confirmar a relação definitiva de cidades e arenas. A Espanha concentra a maior quantidade de opções, com estádios previstos em cidades como Madri, Barcelona, Bilbao, Sevilha, Málaga, Zaragoza e San Sebastián.Portugal apresentou três arenas, duas em Lisboa e uma no Porto. No Marrocos, a proposta inclui estádios em Agadir, Casablanca, Fez, Marrakech, Rabat e Tânger. Um dos projetos de maior destaque é o Grand Stade Hassan II, planejado para Casablanca e projetado para receber até 115 mil torcedores. Na América do Sul, a previsão é que os jogos sejam realizados no estádio Centenário, em Montevidéu, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e em uma arena nacional em Assunção.Como funcionará a logística entre os continentes?Os jogos comemorativos na América do Sul acontecerão antes do início da programação principal em Espanha, Portugal e Marrocos.O calendário deverá reservar um intervalo para que as seleções possam viajar, descansar e se adaptar ao novo fuso horário antes de entrarem novamente em campo.A organização representa um dos maiores desafios da edição, já que equipes e torcedores terão de percorrer longas distâncias entre os continentes.Quando será disputada a Copa de 2030?O planejamento apresentado prevê que as comemorações do centenário comecem nos dias 8 e 9 de Junho de 2030, com as estreias de Argentina, Paraguai e Uruguai.Os jogos de abertura nos países anfitriões principais estão previstos para 13 e 14 de Junho. A final deverá ser realizada em 21 de Julho.As datas, no entanto, ainda podem passar por ajustes antes da divulgação do calendário definitivo.Quantas seleções participarão? O formato atualmente previsto mantém as 48 seleções utilizadas pela primeira vez na Copa de 2026. A possibilidade de ampliar o torneio para 64 participantes chegou a ser discutida, mas não foi oficialmente aprovada. Portanto, até uma eventual mudança anunciada pela Fifa, o Mundial de 2030 continuará planejado para 48 equipes. Quais seleções já estão classificadas? Os seis países envolvidos na organização têm vagas garantidas: Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Paraguai e Uruguai. A Fifa confirmou que as classificações automáticas serão descontadas das cotas de suas respectivas confederações. As demais seleções serão definidas nas Eliminatórias continentais, que devem começar nos próximos anos. Depois de uma Copa realizada entre Canadá, Estados Unidos e México, o Mundial voltará a atravessar fronteiras em 2030. Desta vez, porém, a competição alcançará três continentes e usará a própria história como ponto de partida para celebrar seu centenário.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Google Imagens completa 25 anos e ganha funções com IA.

Serviço passará a oferecer resultados personalizados em tempo real, área para salvar referências e criação de imagens a partir de comandos de texto. Novidades começam a ser liberadas nos Estados Unidos e devem chegar gradualmente a outros países.

O Google Imagens completa 25 anos neste mês e ganhará novas funções voltadas à personalização, à organização de conteúdos e à criação de imagens por inteligência artificial.Embora a interface permaneça praticamente igual, o Google afirma que os resultados passarão a ser atualizados em tempo real e adaptados aos interesses de cada usuário por meio de um algoritmo. De acordo com o site GSMArena, as mudanças devem aproximar o serviço do Pinterest. Será possível salvar imagens em uma área específica, continuar explorando conteúdos relacionados e reunir referências para consultar posteriormente.A empresa informou que a nova página inicial do Google Imagens começará a ser liberada nas próximas semanas para usuários dos Estados Unidos. A expectativa é que a novidade chegue gradualmente a outros países onde o buscador está disponível. Outra ferramenta anunciada permitirá criar imagens diretamente na pesquisa a partir de descrições em texto. O recurso utilizará o Nano Banana, tecnologia do Google voltada à geração de imagens com inteligência artificial. A opção será oferecida nas regiões que já contam com a criação de imagens pelo Modo IA integrado ao buscador. Em entrevista ao site CNet, Lou Wang, cofundador do Google Lens, afirmou que a empresa pretende ampliar o uso da inteligência artificial para tornar mais simples e natural a resolução de perguntas complexas. Segundo ele, os novos modelos permitem compreender melhor a maneira como as pessoas formulam suas dúvidas e oferecer respostas mais adequadas. “Com esses modelos de inteligência artificial, temos capacidade para compreender de forma muito mais natural e intuitiva como uma pergunta é feita”, afirmou. “Nosso foco é permitir que as pessoas expressem suas questões com facilidade e, ao mesmo tempo, oferecer a melhor resposta possível.”FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

4 proteínas vegetais que ajudam a controlar a pressão arterial.

Lentilha, edamame, linhaça e sementes de abóbora fornecem proteínas e nutrientes que favorecem a saúde dos vasos sanguíneos. Segundo nutricionistas, esses alimentos podem contribuir para reduzir a pressão arterial e proteger o coração.

A pressão alta muitas vezes não provoca sintomas, mas está entre os principais fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral e outras doenças cardiovasculares. Além do acompanhamento médico e da adoção de hábitos saudáveis, algumas escolhas alimentares podem contribuir para o controle da pressão arterial.Em entrevista ao site Verywell Health, nutricionistas indicaram fontes vegetais de proteína que também fornecem nutrientes importantes para a saúde dos vasos sanguíneos e do coração. Esses alimentos podem ser especialmente úteis para quem segue uma dieta vegana ou deseja reduzir o consumo de produtos de origem animal.Confira algumas das opções recomendadas pelos especialistas: Lentilhas De sabor suave e levemente terroso, as lentilhas são ricas em fibras, potássio e magnésio. Esses nutrientes ajudam a equilibrar os efeitos do sódio no organismo e favorecem o relaxamento dos vasos sanguíneos, explica o nutricionista Matthew Landry. O alimento também fornece arginina, um aminoácido envolvido na produção de óxido nítrico. Segundo a nutricionista Candace Pumper, essa substância contribui para manter os vasos sanguíneos dilatados e facilitar a circulação. Edamame O edamame é a soja ainda jovem, colhida antes de amadurecer completamente. Além de apresentar uma boa quantidade de proteínas, o alimento também é fonte de potássio, destaca a nutricionista Meghan Windham. Por ser rico em fibras e naturalmente pobre em sódio, o edamame pode contribuir para a manutenção de níveis saudáveis de pressão arterial, afirma Landry. Sementes de linhaçaAs sementes de linhaça são consideradas um alimento de grande valor nutricional por concentrarem ácido alfa-linolênico, um tipo de ômega-3, além de fibras solúveis e lignanas, compostos vegetais com ação antioxidante.De acordo com os especialistas, esses componentes podem ajudar a reduzir a atividade da enzima conversora de angiotensina, conhecida como ECA, que participa do controle da pressão arterial.Sementes de abóbora As sementes de abóbora fornecem proteínas, magnésio, gorduras insaturadas e diferentes compostos bioativos ligados à saúde cardiovascular. Essas substâncias podem favorecer o relaxamento dos vasos sanguíneos, melhorar a elasticidade das artérias e colaborar para o bom funcionamento do endotélio, camada que reveste internamente os vasos. Em conjunto, esses efeitos também ajudam a proteger a saúde do coração.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

5 dicas para usar melhor o ChatGPT e obter boas respostas.

Definir objetivos, fornecer contexto, indicar o tom e apresentar exemplos são estratégias que ajudam o ChatGPT a compreender melhor cada pedido e entregar respostas mais úteis, claras e próximas do resultado esperado.

Lançado no fim de 2022, o ChatGPT se tornou uma das ferramentas de inteligência artificial mais conhecidas e utilizadas do mundo. A tecnologia passou a fazer parte da rotina de estudantes, profissionais e empresas, mas a qualidade das respostas ainda depende, em grande parte, da forma como cada pedido é apresentado.Não basta apenas fazer uma pergunta. Para obter resultados mais úteis, é importante explicar com clareza qual é o objetivo, fornecer as informações necessárias e indicar como a resposta deve ser apresentada. Quanto mais específico for o comando, também chamado de prompt, maior será a chance de o ChatGPT compreender a tarefa e entregar um conteúdo adequado. Também não é necessário acertar tudo na primeira tentativa. O usuário pode avaliar a resposta, corrigir o direcionamento, acrescentar detalhes e pedir uma nova versão até chegar ao resultado desejado. Esse processo de refinamento faz parte do uso da ferramenta. Confira cinco dicas para aproveitar melhor o ChatGPT: 1. Defina a função que a ferramenta deve assumir Indique a perspectiva que deseja para a resposta. É possível pedir, por exemplo, que o ChatGPT explique um tema como professor, revisor de textos, especialista em marketing, orientador de estudos ou profissional de determinada área. Também vale informar para quem o conteúdo será produzido. Uma explicação destinada a uma criança, a um iniciante ou a um profissional experiente exige níveis diferentes de linguagem e profundidade. 2. Apresente exemplos do resultado esperado Quando possível, mostre uma referência do estilo, do formato ou da estrutura que deseja. Você pode fornecer um modelo de título, um parágrafo, uma tabela ou até um texto anterior e pedir que a nova resposta siga características semelhantes. Os exemplos ajudam a reduzir ambiguidades e tornam mais claro o que deve ser mantido, alterado ou evitado. 3. Forneça o contexto necessário Explique a situação antes de fazer o pedido. Informe o objetivo da tarefa, o público, o canal em que o conteúdo será usado e qualquer restrição relevante. Em vez de escrever apenas “faça um texto sobre alimentação saudável”, por exemplo, é mais eficiente pedir “faça um texto de até 500 palavras, destinado a leitores adultos, com linguagem simples, dicas práticas e sem termos técnicos”. 4. Determine o tom e o formato da resposta O usuário pode orientar o ChatGPT a responder de maneira didática, formal, descontraída, persuasiva, objetiva ou acolhedora. Também é possível definir o tamanho e a apresentação do conteúdo, solicitando uma lista, um resumo, uma tabela comparativa, um roteiro, um e-mail ou um texto dividido por subtítulos. A OpenAI recomenda identificar claramente a tarefa, oferecer contexto e especificar o tom e o estilo desejados. 5. Peça explicações, critérios e revisão Em tarefas mais complexas, solicite que o ChatGPT apresente as principais etapas da solução, explique os critérios utilizados, indique possíveis limitações e confira a resposta antes de concluir. Também pode ser útil pedir que a ferramenta identifique informações ausentes, aponte suposições, compare alternativas ou revise o resultado em busca de erros e contradições. Nenhum comando precisa ser excessivamente longo ou complicado. O mais importante é deixar claro o que deve ser feito, qual resultado se espera e quais condições precisam ser respeitadas. Prompts claros, específicos e orientados ao objetivo costumam gerar respostas mais relevantes.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Sobras de comida: os erros que aumentam o risco de contaminação.

Tempo fora da geladeira, recipientes inadequados e reaquecimento excessivo podem comprometer a segurança dos alimentos. Especialistas explicam como armazenar as sobras corretamente, reduzir o desperdício e conservar as refeições por mais tempo.

Armazenar as sobras de comida da maneira correta ajuda a reduzir o desperdício, economizar nas compras e evitar riscos à saúde. Para isso, é preciso prestar atenção ao tempo que os alimentos ficam fora da geladeira, ao tipo de recipiente utilizado e à forma de resfriamento e reaquecimento.Especialistas em segurança alimentar ouvidos pelo site de Martha Stewart reuniram algumas orientações simples que podem prolongar a conservação das refeições e manter os alimentos seguros para o consumo. Respeite a regra das duas horas Um dos principais cuidados é guardar as sobras rapidamente na geladeira ou no congelador. As bactérias se multiplicam com maior facilidade entre 4 °C e 60 °C, intervalo conhecido como “zona de perigo”. Quanto mais tempo a comida permanece nessa faixa de temperatura, maior é o risco de contaminação. Por isso, os alimentos não devem ficar em temperatura ambiente por mais de duas horas. Em dias muito quentes, esse limite cai para apenas uma hora. Não é necessário esperar que a comida esfrie completamente antes de colocá-la na geladeira. Para acelerar o resfriamento, o ideal é dividir os alimentos em porções menores e deixá-los em recipientes rasos, com a tampa ligeiramente aberta por alguns minutos. Escolha recipientes adequados Recipientes baixos, rasos e bem vedados são mais indicados do que potes profundos, porque permitem que a comida esfrie de maneira mais rápida e uniforme. Os potes de vidro costumam ser uma boa opção, já que não mancham, não absorvem odores e são mais resistentes a riscos.Os recipientes de plástico também podem ser usados, especialmente por serem mais leves. No entanto, devem ser substituídos quando estiverem riscados, deformados ou descoloridos. Identifique e reaqueça com cuidado Colocar uma etiqueta com o nome do prato e a data em que ele foi armazenado ajuda a evitar dúvidas e o consumo de alimentos guardados por tempo demais. Outra recomendação é reaquecer apenas a quantidade que será consumida. O ideal é evitar aquecer, resfriar e aquecer novamente a mesma comida várias vezes. Guarde no lugar certo da geladeira As prateleiras superiores e centrais são as mais adequadas para armazenar sobras, pois costumam manter uma temperatura mais estável. Já a porta da geladeira sofre mais variações de temperatura e, por isso, não é o melhor local para guardar refeições prontas. Saiba quando congelar Quando não houver intenção de consumir o alimento nos próximos dias, o melhor é congelá-lo o quanto antes, em vez de deixá-lo por muito tempo na geladeira. Ensopados, massas assadas e outros pratos preparados costumam congelar bem quando são armazenados em embalagens adequadas. Separar a comida em porções individuais antes do congelamento também facilita o descongelamento e o preparo de refeições futuras.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Recém-nascido é encontrado em lixeira de hospital no interior de SP.

Bebê foi localizado com vida no banheiro de um hospital particular em Sorocaba e recebeu atendimento de emergência. A polícia investiga se a criança foi abandonada por uma adolescente atendida na unidade.

Um recém-nascido foi resgatado com vida após ser encontrado dentro de uma lixeira em um hospital particular de Sorocaba, no interior de São Paulo. O caso ocorreu na tarde desta segunda-feira e está sendo investigado pela Polícia Civil.Segundo a Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio do telefone 190 e, ao chegar ao local, encontrou o bebê já recebendo atendimento da equipe médica. Após os primeiros socorros, a criança foi encaminhada ao Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), onde permaneceu internada. O Hospital Evangélico de Sorocaba confirmou que o recém-nascido foi localizado no banheiro feminino do pronto-socorro da unidade. Em nota, a instituição informou que a equipe prestou atendimento de emergência imediatamente após a descoberta e providenciou a transferência para um hospital de referência. As investigações apontam, inicialmente, que o bebê pode ser filho de uma adolescente atendida no hospital. No entanto, familiares da jovem negam essa possibilidade. Para esclarecer o caso, a polícia deverá solicitar exames que confirmem ou descartem a maternidade. Enquanto isso, a adolescente e seus responsáveis foram levados à delegacia para prestar depoimento.O Conselho Tutelar também foi acionado para acompanhar a ocorrência. A Polícia Civil apura as circunstâncias em que o recém-nascido foi abandonado e busca identificar os responsáveis pelo caso.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Cientistas do Butantan estão entre os melhores do mundo em ranking.

Sete pesquisadores do Instituto Butantan aparecem pelo segundo ano consecutivo entre os cientistas de maior impacto do mundo. O ranking internacional avalia a relevância acadêmica com base no volume de publicações e no número de citações recebidas.

 Sete pesquisadores do Instituto Butantan estão entre os cientistas de maior impacto do mundo, segundo um ranking internacional de ciência.O levantamento Best Scientists by Discipline 2026, da plataforma Research.com, destacou os profissionais do instituto paulista. Pelo segundo ano consecutivo, os pesquisadores figuram na lista que mede a produtividade e a influência acadêmica global. A classificação utiliza o índice H para avaliar o impacto das publicações. Esse indicador calcula a relevância do cientista com base no número de artigos publicados e na quantidade de vezes que eles foram citados por outros trabalhos. O grupo do Butantan inclui a diretoria e cientistas aposentados. Entre os premiados estão o diretor Esper Kallás, o vice-diretor Rui Curi, os pesquisadores Ana Maria Moura-da-Silva, Sergio Verjovski Almeida e Vanderson Rocha, além dos aposentados Darci Moraes Barros-Battesti e Antonio Carlos Martins Camargo. QUEM SÃO OS CIENTISTAS PREMIADOS O vice-diretor Rui Curi e a pesquisadora Ana Maria Moura-da-Silva lideram as posições brasileiras do grupo. Curi ocupa o 3º lugar nacional em biologia e bioquímica por seus estudos em metabolismo celular, enquanto Ana Maria é a 5ª em biologia molecular, pesquisando venenos de serpentes. O diretor Esper Kallás e outros especialistas também se destacam no ranking nacional. Kallás ficou na 13ª posição em imunologia por pesquisas sobre HIV e vacinas, e Sergio Verjovski Almeida alcançou o 8º lugar em biologia molecular. A lista brasileira ainda traz especialistas em oncologia e parasitologia. Vanderson Rocha, pioneiro em terapia celular contra o câncer, é o 17º em medicina; Darci Barros-Battesti é a 50ª em ciência animal; e Antonio Carlos Camargo ocupa a 109ª posição em biologia e bioquímica.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

INSS atualiza regras; veja quais doenças dão benefício sem carência.

Acidente vascular encefálico agudo e abdome agudo cirúrgico passaram a integrar a relação de condições que dispensam as 12 contribuições mínimas. Segurado ainda precisa comprovar incapacidade para o trabalho e manter vínculo com a Previdência.

Trabalhadores diagnosticados com doenças graves podem ter acesso mais rápido aos benefícios por incapacidade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A lista de condições que dispensam o período mínimo de 12 contribuições mensais foi ampliada e passou a incluir o acidente vascular encefálico (AVE) agudo e o abdome agudo cirúrgico.Na prática, quem enfrentar uma dessas condições poderá pedir o benefício mesmo sem ter completado um ano de contribuições. A dispensa da carência, porém, não significa aprovação automática. O segurado ainda terá de comprovar que não consegue exercer sua atividade profissional e atender aos demais critérios previdenciários. O que é a carência do INSS? A carência é o número mínimo de contribuições exigido para que o trabalhador possa receber determinados benefícios. No caso do benefício por incapacidade temporária, conhecido anteriormente como auxílio-doença, a regra geral exige pelo menos 12 pagamentos mensais ao INSS. Essa exigência deixa de ser aplicada quando a incapacidade está relacionada a uma das doenças graves previstas nas normas previdenciárias. Nessa situação, o pedido pode ser apresentado imediatamente, desde que o trabalhador mantenha a qualidade de segurado. Isso significa que ele precisa estar contribuindo para o INSS ou ainda se encontrar dentro do chamado período de graça, intervalo em que a proteção previdenciária é mantida mesmo sem novas contribuições. Quais doenças permitem pedir o benefício sem carência? A lista passa a reunir 17 doenças e condições graves: tuberculose ativa; hanseníase; alienação mental; câncer; cegueira; paralisia irreversível e incapacitante; cardiopatia grave; doença de Parkinson; espondilite anquilosante; nefropatia grave; doença de Paget em estágio avançado; Aids; contaminação por radiação; hepatopatia grave; esclerose múltipla; acidente vascular encefálico agudo; abdome agudo cirúrgico.Mesmo quando o diagnóstico consta na lista, o INSS analisa cada solicitação individualmente. O ponto principal não é apenas a existência da doença, mas o impacto dela sobre a capacidade de trabalho do segurado. É obrigatório passar pela perícia? A incapacidade precisa ser comprovada por documentos médicos e poderá ser avaliada pela Perícia Médica Federal. Dependendo do caso e das regras disponíveis no momento do pedido, o benefício por incapacidade temporária pode ser analisado apenas com o envio da documentação médica. O próprio sistema do Meu INSS informa quando essa possibilidade estiver disponível. O órgão também pode convocar o segurado para uma perícia presencial caso considere necessário realizar uma avaliação mais detalhada. Quais documentos devem ser enviados? Quem pretende solicitar o benefício deve reunir o máximo possível de informações sobre o quadro de saúde e o tratamento realizado. Podem ser apresentados: laudos médicos atualizados; atestados; exames laboratoriais; exames de imagem; receitas; relatórios de internação ou tratamento; documentos que indiquem o período necessário de afastamento. É importante que os documentos estejam legíveis e contenham informações suficientes para que o perito compreenda a doença, sua gravidade e as limitações enfrentadas pelo trabalhador. O que precisa constar no laudo médico? O laudo ou atestado deve identificar corretamente o paciente e o profissional responsável pelo atendimento. O documento precisa apresentar: nome completo do segurado; diagnóstico ou código da Classificação Internacional de Doenças (CID); descrição do quadro clínico; período estimado de afastamento; data de emissão; assinatura do profissional; número de registro no conselho de classe, como CRM ou CRO. Documentos assinados digitalmente também podem ser aceitos, desde que a assinatura eletrônica utilize certificação válida de acordo com a legislação brasileira. Qual é a diferença entre auxílio temporário e aposentadoria? O benefício por incapacidade temporária é destinado a quem precisa se afastar do trabalho por mais de 15 dias, mas apresenta possibilidade de recuperação. A duração do pagamento dependerá da avaliação médica e do período indicado para o afastamento. Com a recuperação da capacidade profissional, o segurado poderá voltar ao trabalho. Já a aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente chamada de aposentadoria por invalidez, é concedida quando a perícia conclui que o trabalhador não pode retornar à sua atividade e também não tem condições de ser reabilitado para outra profissão. O pagamento é mantido enquanto a incapacidade permanente permanecer caracterizada, podendo haver novas avaliações pelo INSS. Como solicitar o benefício pelo Meu INSS? O pedido pode ser feito pelo site ou aplicativo Meu INSS. Também é possível buscar orientação pela Central Telefônica 135. No Meu INSS, o segurado deve: entrar na plataforma com a conta Gov.br; procurar pela opção de benefício por incapacidade; preencher os dados solicitados; anexar os documentos médicos; conferir as informações antes do envio; acompanhar o andamento do pedido pelo próprio sistema. Caso uma perícia presencial seja necessária, o segurado receberá as informações sobre data e local de atendimento. Quem realmente tem direito à dispensa? Para não precisar cumprir as 12 contribuições, não basta apresentar o diagnóstico de uma das doenças incluídas na lista. O trabalhador ainda precisa: ter qualidade de segurado; comprovar incapacidade para o trabalho; apresentar documentação médica adequada; comparecer à perícia, caso seja convocado; atender aos demais requisitos do benefício solicitado. A inclusão do AVE agudo e do abdome agudo cirúrgico amplia a proteção para segurados surpreendidos por quadros graves que exigem atendimento e afastamento imediatos. A mudança reduz uma barreira importante, mas a concessão continuará dependendo da comprovação da incapacidade e da análise realizada pelo INSS.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Argentina vira as costas para a Espanha durante entrega da taça.

OS Jogadores argentinos deixaram o palco no momento em que Rodri recebia o troféu da Copa do Mundo de 2026 e foram em direção à torcida. O gesto provocou críticas na Espanha e ampliou a polêmica após a final marcada por confusão e agressões.

Adecisão da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, vencida pelos espanhóis por 1 a 0 no domingo, terminou cercada por tensão dentro e fora de campo. Um dos momentos que mais repercutiram, porém, aconteceu durante a cerimônia de entrega do troféu.No instante em que Donald Trump e Gianni Infantino, presidentes dos Estados Unidos e da Fifa, respectivamente, entregavam a taça a Rodri, capitão da Espanha, os jogadores argentinos viraram as costas para o palco e caminharam em direção aos torcedores que estavam nas arquibancadas do MetLife Stadium. O gesto rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e provocou críticas, principalmente na imprensa espanhola, que interpretou a atitude como falta de esportividade e desrespeito ao protocolo tradicional reservado aos vice-campeões. Segundo o jornal “AS”, o elenco argentino deixou de acompanhar a coroação da seleção que havia acabado de vencer a final. Em vez disso, os atletas preferiram se despedir dos torcedores argentinos presentes no estádio. Ainda de acordo com a publicação, a atitude causou surpresa entre os jogadores espanhóis e também foi mal recebida por parte do público neutro. O episódio aumentou as críticas ao comportamento da Argentina ao longo do torneio  Los argentinos dando la espalda a España cuando levantaba la copa.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Agressão e confusão: Paredes protagoniza cenas de violência após a final.

 

Após o apito final da decisão da Copa do Mundo de 2026, Leandro Paredes protagonizou uma confusão com jogadores espanhóis. O argentino empurrou Eric García, derrubou Gavi duas vezes e precisou ser contido durante o tumulto.

Após o apito final da vitória da Espanha sobre a Argentina na decisão da Copa do Mundo de 2026, Leandro Paredes se envolveu em uma confusão com jogadores espanhóis.As imagens mostram uma troca de empurrões entre atletas das duas seleções. Em meio ao tumulto, o meio-campista argentino empurrou o zagueiro Eric García e, na sequência, derrubou Gavi duas vezes.Em um dos lances, Paredes também parece atingir o jogador espanhol durante a discussão. O momento de tensão aconteceu logo após o fim da partida que confirmou o título da Espanha.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Gus, um dos maiores T-Rex, foi vendido por valor recorde: 255 milhões.

Gus foi vendido por mais de 50 milhões de dólares (cerca de 255 milhões de reais), batendo um recorde de preço para um fóssil de dinossauro em leilão. Veja as imagens do T-Rex!.

Gus, um dos maiores esqueletos de T-Rex conhecidos, foi vendido pela Sotheby's no último dia 14 de julho, em Nova York, nos Estados Unidos tendo batido um recorde de preço para um fóssil de dinossauro levado a leilão: custou 50,1 milhões de dólares (cerca de 255 milhões de reais).O dinossauro em questão teria vivido há cerca de 67 milhões de anos, aponta a Sotheby's.  Na página de 'apresentação' de Gus, a leiloeira assinala que este é um dos maiores e "mais completos" esqueletos de T-Rex já descobertos, com cerca de 11,6 metros de comprimento e atingindo os 3,8 metros de altura. É composto por 183 ossos. A página do Guinness World Records revela que Gus se tornou no primeiro dinossauro na história a ultrapassar a 'marca' dos 50 milhões de dólares em um leilão. O comprador mantém-se no anonimato. O esqueleto foi encontrado em um rancho do estado norte-americano do Dakota do Sul, em 2021. As escavações prosseguiram em 2022 e 2023.  Gus recebeu este nome em homenagem a Gary 'Gus' Licking, o dono das terras nas quais o esqueleto foi descoberto - e que, entretanto, morreu.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Roberto Carlos alerta fãs sobre golpe com vídeo falso feito por IA.

Roberto Carlos alertou que criminosos estão usando imagens e áudios falsos, produzidos por inteligência artificial, para promover um suposto tratamento de saúde. O cantor negou qualquer vínculo com o produto e pediu que o conteúdo não seja compartilhado.

O cantor Roberto Carlos publicou um comunicado em seu Instagram nesta segunda (20) alertando fãs que sua imagem está sendo utilizada sem consentimento em um vídeo criado por inteligência artificial.A nota afirma que as imagens e áudios gerados estão sendo compartilhados na internet para divulgar um golpe de um tratamento de saúde. O intérprete de "Detalhes" esclareceu que ele nunca gravou nenhum material e não tem relação com o produto vendido."Peço que não compartilhem esse material. Além de enganar as pessoas, esse tipo de conteúdo pode causar prejuízos a quem acredita em informações falsas sobre saúde. Sempre que houver alguma informação oficial a meu respeito, ela será divulgada exclusivamente pelos meus canais oficiais", disse em nota.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Kaylee Hottle, atriz de "Godzilla vs. Kong", morre aos 18 anos.

 

Conhecida por interpretar Jia na franquia de filmes, a jovem morreu depois de um grave acidente de carro em Maryland, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo pai da atriz.

A atriz Kaylee Hottle, que ganhou projeção ao interpretar Jia em Godzilla vs. Kong (2021), morreu aos 18 anos após um acidente de carro ocorrido na manhã desta terça-feira (21), no estado de Maryland, nos Estados Unidos.A informação foi confirmada pelo pai da artista, Joshua Hottle, em entrevista ao TMZ. Segundo ele, a jovem sofreu um grave acidente e não resistiu aos ferimentos, morrendo durante o trajeto até o hospital. Joshua também comunicou a morte da filha em uma transmissão ao vivo de cerca de 23 minutos nas redes sociais. Utilizando a Língua Americana de Sinais (ASL), ele contou que precisou viajar até Maryland para realizar os procedimentos legais relacionados à liberação do corpo. Nascida em Atlanta, no estado da Geórgia, Kaylee fazia parte de uma família composta por várias gerações de pessoas surdas. Ela iniciou a carreira artística aos 9 anos, participando de campanhas publicitárias, incluindo um anúncio de utilidade pública para um aplicativo de videochamadas bastante utilizado pela comunidade surda e por pessoas com deficiência auditiva.No cinema, ficou conhecida por viver Jia, uma adolescente que se comunica com King Kong por meio da linguagem de sinais, em Godzilla vs. Kong. O sucesso do papel levou a atriz a retornar à franquia em Godzilla x Kong: O Novo Império, lançado em 2024.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Jornal inglês massacra Messi após final: "Petulante e vergonhoso"

Jeremy Cross, colunista do The Mirror, condenou a postura do argentino após a derrota para a Espanha e afirmou que o comportamento do camisa 10 no fim da decisão prejudicou a imagem construída ao longo da carreira.

A reação de Lionel Messi nos momentos finais da Copa do Mundo de 2026 provocou forte repercussão na imprensa britânica. Após a vitória da Espanha sobre a Argentina, Jeremy Cross, colunista do jornal The Mirror, publicou uma crônica em tom crítico ao comportamento do capitão argentino.O jornalista concentrou sua análise nos episódios ocorridos perto do apito final, especialmente após a expulsão de Enzo Fernández e durante a confusão envolvendo Marc Cucurella. Em um dos lances, Messi procurou o árbitro Slavko Vinčić para reclamar de uma atitude do jogador espanhol.Para Cross, a tentativa do argentino de chamar a atenção da arbitragem foi incompatível com a importância que o atacante alcançou no futebol.“Ver alguém da estatura de Messi tentando usar isso a seu favor é vergonhoso, constrangedor e humilhante”, escreveu.Na avaliação do colunista, a atitude fez o camisa 10 parecer “uma criança mimada correndo para reclamar com o professor”. Cross também afirmou que, naquele instante, Messi comprometeu o próprio respeito e a dignidade. As críticas, no entanto, não foram direcionadas ao desempenho esportivo do jogador. O texto reconhece que o argentino teve uma participação de destaque no torneio, superou recordes e voltou a conduzir a seleção até uma decisão de Copa do Mundo.O contraste entre a campanha de Messi e sua conduta após a derrota é o principal ponto da crônica.“Há uma forma de perder, e Messi ainda não é velho demais para aprendê-la. O que ele mostrou ao mundo no apito final não era algo esperado dele”, afirmou Cross.Ao encerrar a análise, o jornalista destacou a dimensão da trajetória do argentino e lembrou suas contribuições ao futebol. Mesmo assim, considerou que o episódio poderá permanecer entre as lembranças negativas de uma eventual despedida dos Mundiais.Cross definiu Messi como “falível, vulnerável e humano”, mas avaliou que o atacante também demonstrou não saber lidar com a derrota. Segundo o colunista, a postura adotada na final lançou “um pouco de vergonha sobre seu legado extraordinário”.A Espanha garantiu o segundo título mundial de sua história ao vencer a Argentina por 1 a 0. Ferran Torres marcou o gol da decisão durante a prorrogação.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara dos Deputados envia ao STF informações sobre tramitação de emendas de comissões.

Advocacia da Casa afirma que as indicações seguiram o rito regimental e destaca que a execução dos recursos cabe ao Poder Executivo.

A Advocacia da Câmara dos Deputados encaminhou, na segunda-feira (20), ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), as informações solicitadas sobre a tramitação interna das indicações de emendas parlamentares de comissões. No documento, a Câmara reforça que os atos seguiram o rito regimental aplicável e destaca que a execução da despesa é atribuição do Poder Executivo. A Casa atua apenas na fase de indicação e aprovação das emendas. Documentos anexos A Câmara enviou ainda documentação, como atas de bancada e de comissão, registros do sistema, para demonstrar que as indicações foram "regularmente deliberadas e aprovadas, com data e registro individualizados". Sem desvios A Advocacia da Câmara sustenta também que os beneficiários indicados coincidem com os que efetivamente receberam os recursos, o que afastaria a configuração de peculato-desvio. O documento enviado ao STF reforça o compromisso da Câmara dos Deputados com a transparência e a rastreabilidade das emendas. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto exige audiência antes da soltura de agressor de mulher.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 1922/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), altera a Lei Maria da Penha para prever que agressores de mulheres participem de uma audiência antes de serem colocados em liberdade após a revogação da prisão preventiva ou a concessão de liberdade provisória. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A audiência, que será realizada em até 24 horas da expedição do alvará de soltura, também servirá para reforçar as medidas protetivas em vigor e poderá encaminhar o agressor a programas de recuperação e reeducação. Laura Carneiro afirma que a proposta busca ampliar a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, reforçando o cumprimento das medidas protetivas quando o agressor deixa a prisão. Segundo a deputada, o comparecimento obrigatório à audiência reafirma o compromisso do agressor com o processo penal e permite que ele seja formalmente alertado sobre as consequências do descumprimento das medidas impostas. "Esse é mais um esforço relevante para garantir proteção à vítima em sua realidade concreta e constranger o agressor ao afastamento e à contenção de seus impulsos violentos", afirmou a parlamentar. Próximos passos O PL 1922/26 será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.Reportagem - Emanuelle Brasil Edição - Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto inclui princípio da insignificância no Código Penal.

Regra não se aplica a crimes contra a administração pública; texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 205/26 inclui o princípio da insignificância no Código Penal e proíbe sua aplicação em crimes contra a administração pública. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Autora da proposta, a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) afirma que esse princípio, embora seja consolidado na prática dos tribunais, não possui hoje previsão expressa na legislação brasileira. “O projeto busca conferir maior estabilidade e coerência ao sistema jurídico-penal”, diz a parlamentar. Quando será aplicado Pelo texto, o princípio da insignificância poderá ser aplicado para concluir pela inexistência de crime quando estiverem presentes, ao mesmo tempo: a mínima ofensividade da conduta; o reduzidíssimo grau de reprovabilidade; a ausência de periculosidade social; e a inexpressividade da lesão causada. Segundo Laura Carneiro, a exceção prevista na proposta segue entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Súmula 599 da Corte define que “o princípio da insignificância é inaplicável aos crimes contra a administração pública”. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto reconhece o futebol como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1842/25 reconhece o futebol praticado no Brasil como manifestação da cultura nacional e patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto prevê que o Poder Executivo deve promover ações para valorizar o futebol como expressão da identidade nacional e preservar a memória e a prática do esporte. Autor do projeto, o deputado Helio Lopes (PL-RJ) afirma que o futebol transcende o campo esportivo e influencia a música, a literatura, o cinema e outras expressões artísticas e culturais do país. Títulos O parlamentar lembra que a seleção brasileira masculina é a maior campeã da Copa do Mundo, com cinco títulos, além de conquistas olímpicas. Ele destaca ainda que a seleção feminina conquistou sete títulos da Copa América e duas medalhas olímpicas de prata. "O projeto de lei visa assegurar o devido reconhecimento do futebol como manifestação cultural digna de ser protegida, valorizada e transmitida às futuras gerações. Trata-se de uma salvaguarda jurídica e simbólica de um dos mais poderosos elementos da cultura nacional", diz o autor. Identidade coletiva Helio Lopes lembra que, durante os jogos da seleção brasileira em Copas do Mundo, o país "virtualmente se paralisa", com repartições públicas interrompendo o expediente e escolas liberando alunos. Segundo ele, esses momentos representam "rituais de identidade coletiva". O deputado acrescenta que ídolos do esporte como Pelé, Garrincha, Zico, Romário, Ronaldo e Marta ajudam a projetar a imagem do Brasil no exterior. Próximos passos Como teve a urgência aprovada, a proposta poderá ser analisada diretamente pelo Plenário, sem passar pelas comissões temáticas. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem –Tiago Miranda Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria marco nacional para reconhecer direitos da pessoa idosa.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

O Projeto de Lei 184/26 cria o Marco Nacional de Reconhecimento Jurídico da Pessoa Idosa. O texto em análise na Câmara dos Deputados estabelece três categorias etárias para organizar a aplicação de políticas públicas e direitos. A proposta define como idosa a pessoa com idade igual ou superior a 60 anos. A partir desse marco, o texto cria as divisões conforme a faixa etária: inicial (60 a 64 anos); pleno (65 a 79 anos); e de longevidade avançada (80 anos ou mais). De acordo com a deputada Carla Dickson (PL-RN), autora da proposta, a atual fragmentação de regras gera insegurança jurídica. “Embora a legislação federal reconheça os 60 anos como marco inicial da velhice, diversos direitos utilizam idades distintas, sem um critério sistemático ou orientador”, disse a deputada. Direitos mínimos O projeto assegura direitos mínimos a todas as pessoas idosas a partir dos 60 anos. Entre outros, o texto determina a prioridade em processos judiciais e administrativos e o direito a acompanhante em internações hospitalares. A proposta também prevê o atendimento prioritário em serviços públicos e privados e proíbe a discriminação etária em contratos.As novas regras funcionarão de forma complementar ao Estatuto da Pessoa Idosa.Segundo Carla Dickson, a medida trará maior racionalidade para a administração pública. “A criação de categorias etárias jurídicas permite maior racionalidade na formulação de políticas públicas e na interpretação das normas”, afirmou.Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


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