Lillian Smart contraiu uma infecção que ataca o cérebro e, para além de rara, costuma ser fatal. Estado de saúde da menina, de 8 anos, deteriorou-se em dias e o anúncio da sua partida foi feito pela família.
Uma menina de 8 anos morreu no Lousiana, nos Estados Unidos da América, depois de contrair uma rara infecção por ter nadado em um lago junto à sua casa.Lillian Smart, residente en Ruston (Louisiana), morreu este sábado, um dia depois de comemorar o seu 8.º aniversário. "Ontem à noite, a Lillian passou dos nossos braços para os braços de Jesus", anunciou a família. "As lesões no cérebro eram muito graves para que o seu corpinho conseguisse recuperar. Todos fizeram tudo o que puderam para a manter aqui. Estamos devastados e, sinceramente, não sabemos o que fazer agora", detalharam numa publicação nas redes sociais.Na origem da morte de Lillian está a contração da bactéria "Naegleria fowleri". Trata-se de uma ameba de vida livre conhecida como "ameba comedora de cérebros", que vive em águas doces, mornas ou quentes (como lagos, rios e fontes termais) e em piscinas mal tratadas.Lillian estava internada há vários dias. Segundo a sua mãe detalhou a imprensa, ela foi ao hospital depois de apresentar febres altas e problemas de visão. A menina sofreu uma inflamação cerebral e encontrava-se numa unidade de cuidados intensivos. Vale destacar que o próprio Departamento de Saúde do Louisiana tinha informado, no dia 19 de agosto, que um residente do mesmo Estado tinha contraído esta doença, informando que a exposição tinha se verificado provavelmente enquanto nadava no lago Claiborne, situado a cerca de 48 quilômetros a noroeste de Ruston. "Trata-se de uma infecção muito rara, mas normalmente fatal", alertou o mesmo departamento, citado pela CNN internacional. As infeções por "Naegleria fowleri" são extremamente raras, havendo apenas 180 casos confirmados entre 1937 e 2025, de acordo com o Departamento de Saúde da Louisiana, refere a mesma publicação norte-americana. O estado registou apenas três casos durante esse período. Embora a maioria dos casos tenha se concentrado nos estados do Sul e do Centro devido ao clima mais quente, estudos recentes sugerem que as alterações climáticas estão aquecendo as águas nos estados do Norte e do Centro-Oeste, alargando as áreas onde a ameba pode ser encontrada.FONTE MUNDO AO MNUTO NOTICIAS.
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