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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Falso comandante fez mais de 900 voos ao longo de 15 anos.

Ex-piloto da Air Canada foi acusado de fraude e falsificação de documentos por ter pilotado mais de 900 voos, enquanto comandante, com uma licença falsificada; caso foi descoberto após uma inspeção de rotina às suas credenciais.

Um ex-piloto da Air Canada, a principal companhia aérea do Canadá, foi acusado de vários crimes, incluindo fraude e falsificação de documentos, após ter usado uma licença falsa durante vários anos.Segundo a rede televisiva canadense CP24, o homem, identificado como Geoffrey Wall, 59 anos, começou a trabalhar na Air Canada como copiloto, em 1998, e foi promovido a comandante em 2009.  Desde então e até início de 2026, ocasião em que se aposentou quando começou a ser investigado, realizou centenas de voos e transportou milhares de passageiros em aviões que, afinal, não tinha permissão legal para comandar.  Em coletiva de imprensa, esta terça-feira (9), o vice-chefe da polícia de Peel, Nick Milonovich, disse que os detalhes da investigação "parecem o roteiro de um filme". Já o detetive Chad Michell explicou que, "como comandante, o acusado era considerado o piloto comandante e era o responsável final pela operação e segurança da aeronave durante o voo". No total, fez mais de 900 voos domésticos e internacionais com uma licença falsa e acumulou milhões de dólares em salários ao longo da sua carreira de quase três décadas.As suspeitas sobre o falso comandante só começaram em Março de 2025, durante uma operação de fiscalização de rotina no Terminal 1 do Aeroporto Internacional Pearson de Toronto, em Mississauga, Ontário. Nessa ocasião, "foram detectadas anomalias na documentação da licença de piloto que apresentou", explicou Michell, acrescentando que o caso começou a ser investigado pelo Ministério dos Transportes do Canadá e, posteriormente, pela polícia. Segundo explicou, a investigação da polícia de Peel começou em janeiro de 2026, depois de os agentes terem sido informados pelo Ministério dos Transportes do Canadá sobre as conclusões da agência reguladora. Concluiu-se que, apesar de Geoffrey Wall tivesse "algumas qualificações" para ser piloto comercial, "nunca obteve a Licença de Piloto de Transporte Aéreo para Aviões, uma licença de alto nível necessária para transportar passageiros nas aeronaves que pilotava, incluindo os Boeing 767, 777 e 787". O ex-piloto enfrenta agora várias acusações, incluindo fraude superior a 5.000 dólares, uso de documentos falsificados, posse de marca falsificada e perturbação da ordem pública. Deverá comparecer em tribunal no dia 29 de Junho. Em comunicado, citado pelo The Guardian, a Air Canada garantiu que a segurança dos passageiros "não foi comprometida" pelo incidente, referindo que todos os pilotos "passam por formação recorrente obrigatória" a cada seis meses para "validar a sua competência de voo", o que inclui uma verificação de voo com um piloto certificado pela Transport Canada todos os anos. "Durante todo o seu período de trabalho na Air Canada, o indivíduo em questão era um piloto totalmente qualificado, detentor de uma Licença de Piloto Comercial válida, e cumpriu ou superou com sucesso a formação recorrente exigida, demonstrando um elevado nível de competência para operar aeronaves de grande porte em segurança", afirmou a Air Canada.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

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