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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Laudo nega choque e polícia prende amiga de jovem achada morta em piscina.

Perícia também descartou falha na rede elétrica do local. Ainda segundo a investigação, os técnicos analisaram a fiação do espaço onde Beatriz morreu e não constataram nenhuma falha que pudesse ter provocado a descarga elétrica.

 A Polícia Civil de São Paulo prendeu na terça-feira (28) uma mulher de 40 anos por suspeita de envolvimento na morte de Beatriz Calegari de Paula, 26, que foi achada sem vida próximo a uma piscina em uma área de lazer em Lins, no interior do estado, no dia 16 de Janeiro. Caso foi inicialmente registrado como morte suspeita. Na época, a presa, identificada apenas como Graziele, contou à polícia que Beatriz teria levado choque ao acionar a cascata da piscina do local. A suspeita chegou a alegar que também tinha ficado ferida ao tentar socorrer a vítima. Laudo do IML descartou que a morte de Beatriz tenha sido provocada por choque elétrico. De acordo com o Instituto Médico Legal, a jovem morreu por afogamento. As informações são da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Lins. Perícia também descartou falha na rede elétrica do local. Ainda segundo a investigação, os técnicos analisaram a fiação do espaço onde Beatriz morreu e não constataram nenhuma falha que pudesse ter provocado a descarga elétrica. Beatriz foi achada morta no dia 16 de Janeiro. Na ocasião, os socorristas encontraram a jovem já sem vida, usando apenas um biquíni, próximo a uma piscina em uma casa no bairro Manoel Scalf. A motivação para o crime não foi divulgada. A suspeita segue presa temporariamente após passar por audiência de custódia. O caso segue sob investigação. Defesa afirma que a prisão de Graziele foi "prematura". À reportagem, o advogado Celso Modonesi alegou que, desde o ocorrido, ela estava em "tratamento psiquiátrico devido ao choque pelo falecimento da amiga", e ressaltou que o laudo pericial que apontou afogamento como causa da morte da Beatriz foi "mal elaborado". "Há um conjunto de falhas que a polícia de forma vil induziu o juízo ao erro, deferindo a prisão provisória para acalmar o clamor público que cobra [a polícia]. Eles não têm prova alguma de qualquer coisa ou fato, estão perdidos na investigação e usaram da prisão infundada para acalmar o clamor da sociedade com a prisão de uma inocente, que tem um filho menor de 12 anos", diz o advogado.Fonte Justiça ao Minuto Noticias.

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