Atletas e profissionais ligados à organização da Copa do Mundo estão sendo impedidos de entrar nos Estados Unidos.
Nesta quinta-feira (11), começa a Copa do Mundo 2026 com o primeiro de 104 jogos. Será no mítico Estádio Azteca que o México e a África do Sul vão dar o pontapé de inicial, a partir das 16h (hora de Brasília).Como a festa também faz parte desta competição, antes de a bola rolar no gramado terá a habitual cerimônia de abertura com pompa, circunstância e muita música. Resta saber se tudo vai decorrer como o esperado, já que os protestos têm tomado conta da Cidade do México. A política vai se misturando com o esporte e os manifestantes não perdoam o Governo, já para não falar das obras por concluir que foram feitas pensando...no Mundial. É certo que os jogos ainda não começaram, mas a verdade é que pouco se tem falado de futebol quando se trata do tão aguardado torneio. As polêmicas já são mais do que muitas e muito por culpa dos Estados Unidos. O conflito levado à diante por Donald Trump contra o Irã promete passar de fora de campo para dentro das quatro linhas. A seleção iraniana vai participar do campeonato, mas os vistos para entrarem nos Estados Unidos demoraram a chegar...e nem todos foram ao mesmo tempo. Só que essa não é a única questão em torno da seleção do Irã, já que os atletas iranianos foram obrigados a se hospedar no México, mas os seus jogos vão acontecer em solo norte-americano durante a fase de grupos. A situação irá, claramente, prejudicar a selação do Irã. Além disso, os boicotes dos EUA continuam e, desta vez, os visados foram os torcedores iranianos que ficaram sem bilhetes para apoiar o seu país. O curioso é que não é só o Irã a ter razões de queixa, que o diga o herói da qualificação do Mundial do Iraque. Aymen Hussein já está nos Estados Unidos, mas precisou de passar por um interrogatório de sete horas para receber autorização de entrar no país. Quem teve mais azar foi Omar Artan, o melhor árbitro do continente africano, que estava autorizado pela FIFA a participar na Copa… mas o país de Trump o impediu de entrar. O homem chegou a ser preso e regressou à Somália.O mesmo aconteceu ao fotógrafo oficial da seleção do Iraque que também foi obrigado a voltar para trás. As justificações norte-americanas demoram a chegar e deixam muitas questões no ar. As decisões dos Estados Unidos não tendem a acalmar os ânimos - e a FIFA não diz nada -, o que levou a ONU a fazer um pedido especial. Resta saber o que mais estará para vir. Outra polêmica está relacionada a exigência da Fifa para mudanças nos uniformes do Haiti às vésperas do início da Copa. A entidade alegou desconformidade visual, mas o material já tinha sido aprovada há alguns meses atrás. O jogo da inauguração México-África do Sul, 20h00 (Estádio Azteca, Cidade do México) - TVI.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário