CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Cantora gospel de 21 anos morre após acidente em brinquedo de parque.

Jovem sofreu traumatismo craniano após falha em equipamento conhecido como “minhocão”, em Minas Gerais; outras pessoas ficaram feridas, e polícia investiga o caso enquanto parque afirma seguir normas de segurança.

A cantora gospel Carolina Beatriz, de 21 anos, morreu após sofrer um acidente no brinquedo conhecido como “minhocão”, em um parque de diversões em Itabirito, Minas Gerais, na noite de sábado (11). De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma peça do equipamento se soltou durante o funcionamento, provocando a queda de algumas pessoas.Segundo os socorristas, a jovem sofreu uma parada cardiorrespiratória traumática, causada por um grave traumatismo cranioencefálico. As equipes de resgate tentaram reanimá-la, mas a morte foi confirmada ainda no local.Outras vítimas foram atendidas pelo Samu e encaminhadas para a UPA de Celso Matos, com ferimentos leves. Até o momento, o número total de feridos não foi divulgado. A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais esteve no parque durante a madrugada, e o brinquedo foi interditado. A corporação informou que dois homens, de 24 e 45 anos, foram conduzidos para prestar depoimento por meio da 2ª Central Estadual do Plantão Digital. Em nota, o Minas Center Park, responsável pelo brinquedo, lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade à família e aos amigos da vítima, colocando-se à disposição para prestar apoio. O parque informou ainda que adotou todas as medidas necessárias desde o início, acionando rapidamente os serviços de emergência e colaborando com as autoridades. A administração afirmou também que segue as normas técnicas e de segurança, com rotinas de manutenção e fiscalização dos equipamentos, e reforçou que está colaborando de forma transparente com as investigações para esclarecer as circunstâncias do acidente. O velório da jovem foi realizado neste domingo (12). Nas redes sociais, onde reunia cerca de 2,9 mil seguidores, Carolina compartilhava sua trajetória na música gospel. A última publicação foi feita poucos dias antes do acidente, mostrando um momento de gravação em estúdio.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

Comissão debate prioridades na área de direitos humanos; participe.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados realiza nesta quinta-feira (9) a Jornada de Direitos Humanos 2026. O debate foi solicitado pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e vai reunir representações da sociedade civil, movimentos sociais e agentes públicos que atuam na área. O objetivo é construir uma agenda de prioridades comuns. “O evento serve para orientar as atividades do colegiado durante o ano, mantendo a tradição do diálogo aberto com a sociedade civil organizada e a oitiva dos grupos que atuam no setor”, afirma. A reunião será realizada no plenário 9, às 9 horas. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA

Comissão debate segurança pública e valorização dos veteranos no Brasil.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira (9), audiência pública para discutir o papel desempenhado pelos veteranos das forças de segurança pública, da ativa ou da reserva, na consolidação das políticas públicas de segurança e cidadania. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 6. O debate atende a pedido do deputado Coronel Meira (PL-PE). Segundo o parlamentar, a audiência também tratará de encaminhamentos para a formulação de políticas públicas permanentes que assegurem o reconhecimento institucional desses profissionais. "Ademais, o debate buscará refletir sobre a necessidade de fortalecer ações de prevenção social, reinserção e valorização profissional dos homens e mulheres que dedicaram suas vidas à proteção da sociedade", afirmou. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS PÚBLICOS

Comissão discute desafios do Instituto Nacional de Meteorologia frente a mudanças climáticas.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quinta-feira (9) para discutir as perspectivas e os desafios do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) diante das mudanças climáticas. A reunião será realizada no plenário 8, às 15 horas. O debate foi solicitado pela deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela destaca a importância de fortalecer o Inmet devido ao aumento de eventos extremos, como secas prolongadas, chuvas intensas, ondas de calor e tempestades severas. A parlamentar acrescenta que o órgão desempenha papel essencial na produção de dados, no monitoramento do tempo e do clima e na emissão de alertas que subsidiam políticas públicas e decisões governamentais. "O Inmet enfrenta dificuldades relacionadas à modernização tecnológica, à recomposição de pessoal, à manutenção da infraestrutura e à ampliação da capacidade de resposta", listou Erika Kokay. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Nova lei regulamenta a profissão de doula.

 

Conforme a norma, a presença da doula no momento do parto não exclui a participação de acompanhante.

A Lei 15.381/26 regulamenta o exercício da profissão de doula, que oferece apoio físico, emocional e informacional à gestante, especialmente durante o parto normal. A norma é originária do Projeto de Lei 3946/21, do Senado, aprovado pelos senadores e pelos deputados. O texto foi sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira (8) e publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (9). Atribuições A nova lei lista atribuições da doula antes, durante e após o período do parto. Na gravidez: facilitar o acesso da gestante a informações sobre gestação, parto e pós-parto baseadas em evidências científicas atualizadas; e incentivá-la a buscar uma unidade de saúde para realizar o acompanhamento pré-natal. Durante o parto: orientar e apoiar a gestante em relação à escolha das posições mais confortáveis a serem adotadas durante o processo; auxiliar a gestante a utilizar técnicas de respiração e vocalização para obter maior tranquilidade; e utilizar recursos não farmacológicos para conforto e alívio da dor da parturiente, como massagens, banhos mornos e compressas mornas. No pós-parto: orientar e prestar apoio aos cuidados com o recém-nascido e ao processo de amamentação. Fica proibido A lei proíbe às doulas: utilizar ou manusear equipamentos médico-assistenciais; realizar procedimentos médicos, fisioterápicos ou de enfermagem; administrar medicamentos; e interferir nos procedimentos técnicos dos profissionais de saúde. Requisitos Para o exercício da profissão, a lei: exige diplomas de ensino médio e de curso de qualificação profissional específica em doulagem que, se expedidos por instituições estrangeiras, deverão ser revalidados no Brasil; e permite a continuidade de atuação às que já exerçam, comprovadamente, a atividade há mais de três anos. Acompanhante e doula No momento do parto, a presença da doula, de livre escolha da gestante, não exclui a presença de acompanhante, garantida por outra legislação. Essa garantia abrange a rede pública e a privada durante todo o período de trabalho de parto e pós-parto imediato, em todos os tipos de parto, inclusive em casos de intercorrências e situações de abortamento. O estabelecimento não poderá cobrar qualquer taxa adicional pela presença da doula, mas isso não implica obrigações por parte do estabelecimento, como remuneração ou vínculo empregatício. Atenção básica A lei permite ainda que a doula integre as equipes de saúde da atenção básica, mas seu serviço não substitui o atendimento prestado por quaisquer dos profissionais de saúde participantes da assistência à gestante, à parturiente e à puérpera.Da Reportagem/NN Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara rejeita mudança feita pelo Senado na medida provisória do seguro-defeso.

O texto que vai à sanção é o parecer apresentado na comissão mista que analisou a MP.

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, na sessão desta quinta-feira (9), as mudanças feitas ontem pelo Senado na Medida Provisória 1323/25. Assim, ficou mantida a versão aprovada pelos deputados na terça-feira (7). O texto, que altera as regras para pagamento do seguro-defeso, segue para sanção presidencial. O seguro-defeso é um benefício social decorrente da proibição da pesca no período de reprodução dos peixes. O texto que vai à sanção é o parecer do senador Beto Faro (PT-PA), apresentado na comissão mista que analisou a MP. Principais pontos A medida provisória estabelece novas condições de cadastro e identificação para evitar fraudes no pagamento do seguro-defeso e autoriza a quitação das parcelas pendentes em 2026 se o beneficiário atender aos requisitos exigidos em lei. Segundo o texto aprovado, para ter direito ao benefício de anos anteriores, o interessado deve ter solicitado dentro dos prazos legais. O pagamento ocorrerá em até 60 dias depois da regularidade plena do pescador no programa. As despesas ficarão de fora do limite previsto na Lei 10.779/03, que é a dotação orçamentária do ano anterior mais a correção permitida pelo arcabouço fiscal (IPCA mais até 2,5% da variação real da receita primária). Para 2026, o total do seguro-defeso previsto, exceto esses atrasados, é de R$ 7,9 bilhões. “Essa aprovação representa um avanço importante para os pescadores", afirmou o deputado Fausto Jr. (União-AM), que fez parte da comissão mista. "Conseguimos garantir mais agilidade, menos burocracia e mais segurança jurídica no acesso ao seguro-defeso. Essas medidas vão facilitar a vida de quem mais precisa, especialmente nas regiões mais remotas."Reportagem – Ralph Machado Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias



 


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão de Meio Ambiente lança relatório sobre impacto da causa animal; participe.

 

Reunião será interativa; envie suas perguntas.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (14), audiência pública para discutir o “Relatório de Impacto da Causa Animal”. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 2, e vai tratar do apoio às organizações não governamentais (ONGs) de proteção e bem-estar animal. O evento atende a pedido do deputado Delegado Matheus Laiola (União-PR) e vai ser interativo. Desafio Segundo o parlamentar, a proteção e o bem-estar animal representam um desafio complexo no Brasil, com efeitos sobre a saúde pública, o meio ambiente e a economia. Ele afirma que as ONGs são essenciais para preencher a lacuna deixada pelo Estado no resgate, tratamento e reabilitação de animais em situação de vulnerabilidade. O relatório que será apresentado na terça foi elaborado pela Federação Brasileira da Causa Animal. Delegado Matheus Laiola adianta que a publicação trará dados inéditos e análises sobre: o cenário atual; os desafios das ONGs; o impacto econômico do abandono e dos maus-tratos; e a contribuição social e sanitária dessas entidades. “A audiência pública proposta permitirá um debate técnico qualificado, com a participação de especialistas, representantes governamentais e da sociedade civil", afirma o parlamentar.O objetivo é, a partir do relatório, identificar as melhores estratégias para aprimorar as políticas públicas. O deputado ressalta ainda que o investimento em bem-estar animal traz benefícios diretos para a saúde humana e ambiental. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova projeto que reajusta multa por adulteração de combustíveis.

Proposta será enviada ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reajusta as multas aplicáveis pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e cria uma taxa de fiscalização a ser paga à agência pelo setor regulado em razão dos serviços prestados. As medidas estão previstas no Projeto de Lei 399/25, do deputado Flávio Nogueira (PT-PI). O texto segue para o Senado. O projeto foi aprovado na forma de substitutivo do relator, deputado Alceu Moreira (MDB-RS). Segundo o texto, as multas atuais da ANP, na faixa entre R$ 5 mil e R$ 5 milhões, terão reajuste de 4,7 vezes, passando para R$ 23,5 mil a R$ 23,5 milhões, conforme a infração e sua gravidade. Importar ou comercializar petróleo e derivados fraudados, por exemplo, é uma infração que poderá ser penalizada com a faixa de R$ 94 mil a R$ 23,5 milhões. Segundo o relator, o texto aperfeiçoa a lei da fiscalização das atividades relativas ao abastecimento nacional de combustíveis (Lei 9.847/99). Além de atualizar as faixas de multas, a proposta inclui novas infrações relacionadas ao descumprimento das metas compulsórias de redução de emissões de gases de efeito estufa e à obrigação de comprovar a adição de biocombustíveis, prevendo sanções proporcionais ao volume não adicionado. Em Julho do ano passado, a ANP multou 28 distribuidores de combustíveis com valores que somam R$ 152 milhões por descumprimento de metas individuais de descarbonização do programa RenovaBio. Para esse tipo de infração das metas de descarbonização, o texto cria uma multa específica de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. "Tivemos gente comprando Nafta no Amapá. Nafta é para a indústria petroquímica, e vendiam como se gasolina fosse, com tributo absolutamente diferente, causando grande desvantagem e acabando com os motores dos veículos", disse Alceu Moreira. O autor do projeto, deputado Flávio Nogueira, disse que o comércio de combustíveis fora do padrão legal distorce a concorrência, penaliza o empreendedor honesto, lesa o consumidor e compromete bilhões em arrecadação que deveriam retornar em políticas públicas. "É exatamente para enfrentar esse tipo de realidade que o projeto foi criado. Estamos fortalecendo o Estado para que ele não seja refém do crime organizado", disse. Títulos de carbono As metas do programa RenovaBio devem ser cumpridas por meio da compra e “aposentadoria” dos CBIOs, títulos financeiros emitidos por produtores de biocombustíveis certificados que representam a redução de emissões de carbono obtida com esses combustíveis alternativos. Conforme as metas, esses títulos devem ser comprados por distribuidoras para compensar a poluição gerada pela venda de combustíveis fósseis.O ciclo dos CBIOs começa com a certificação ambiental de usinas de biocombustíveis, que têm sua eficiência medida em termos de emissões evitadas. Isso é transformado nos créditos representados pelos certificados CBIOs em razão da comparação com combustíveis fósseis na redução de emissão de gases do efeito estufa. Esses títulos são então negociados na bolsa de valores e comprados principalmente por distribuidoras de combustíveis obrigadas a compensar suas emissões anuais, encerrando o processo com a “aposentadoria” dos títulos. Aplicação gradativa O texto aprovado pelos deputados prevê a graduação dessa multa por descumprimento de metas de descarbonização em razão da gravidade e extensão do dano, da vantagem conseguida, do porte e capacidade econômica do infrator, de reincidência específica e de possível cooperação e presteza na correção da irregularidade. Essa graduação será aplicada ainda à multa variável de R$ 94 mil a R$ 23,5 milhões por importar, exportar e comercializar petróleo, gás natural, seus derivados e biocombustíveis fora de especificações técnicas. Essas especificações incluem vícios de qualidade ou quantidade, inclusive disparidade em relação ao constante no recipiente, embalagem ou rotulagem. Esse desvio de especificações deve ainda tornar os produtos impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou diminuir-lhes o valor. Adição de biocombustíveis No caso de a empresa não comprovar, por meio de documentos específicos, o cumprimento da obrigação de adicionar biocombustíveis aos combustíveis fósseis, a multa será proporcional ao volume de biodiesel que deixou de ser adicionado, com valores variáveis de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. Se a nota fiscal for emitida de forma simulada ou fraudulenta para esconder o não cumprimento dessa obrigação de adicionar biodiesel, haverá multa de igual faixa de valor para esse ato. A partir desse reajuste das multas, elas serão atualizadas anualmente pela ANP com base na inflação acumulada. No entanto, a atualização de valores incidirá apenas sobre multas ainda não aplicadas, permanecendo o valor original nos processos em andamento. Suspensão da empresa Além das multas, o texto aprovado prevê a suspensão de forma cautelar da empresa pelo descumprimento das regras de descarbonização ou de adição de biocombustíveis. Após processo administrativo, a ANP poderá ainda aplicar a suspensão temporária, total ou parcial, das atividades se ficar comprovado que as adições compulsórias não foram feitas.Autorização revogada Ainda na lei sobre fiscalização das normas para o abastecimento de combustíveis, o texto do relator troca a penalidade de cancelamento de registro de instalação anteriormente suspensa pela revogação de autorização de filial, aplicável a outras situações: deixar de atender a normas de segurança com perigo à vida, ao patrimônio e ao abastecimento regular nacional de combustíveis; ou operar instalações e equipamentos em desacordo com a legislação. Nesses casos, a pessoa jurídica não poderá obter nova autorização para o mesmo local, estabelecimento ou instalação por cinco anos. Caso Refit Em Setembro de 2025, a ANP interditou a Refit (antiga refinaria de Manguinhos), no Rio de Janeiro, por riscos de acidentes e falhas graves de segurança. A interdição ocorreu como desdobramento das operações Cadeia de Carbono e Carbono Oculto, da Polícia Federal, sobre participação do crime organizado no controle de postos de combustíveis e lavagem de dinheiro em fintechs. O grupo Refit é considerado devedor contumaz, com dívidas da ordem de R$ 26 bilhões junto a estados e à União. Grupo de empresas A penalidade de revogação da autorização para as atividades reguladas pela ANP também poderá ocorrer em relação a outras empresas do mesmo grupo econômico se houver reincidência nas infrações de segurança citadas após revogação de autorização de filial. Outra situação é para o devedor contumaz. O texto de Alceu Moreira amplia e especifica os tipos de dirigentes que serão proibidos de exercer as atividades reguladas do setor depois da revogação da autorização, por cinco anos a partir do fim do processo administrativo: proprietário, sócios de empresas de responsabilidade limitada (Ltda), acionista controlador; administrador, diretor e representante legal. Essa proibição poderá ser estendida às estruturas societárias superiores da empresa quando ficar caracterizada a interposição de pessoas (“laranjas”) ou empresas ou mesmo se a punição não cumprir os objetivos da regulação. Depois da decisão, haverá um prazo de 90 dias para o afastamento dos responsáveis punidos da estrutura societária e administrativa, do controle e da representação de todas as empresas. Por outro lado, se o processo for relacionado a infração contra a ordem econômica reconhecida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ou por decisão judicial, o projeto aprovado garante o devido processo legal no âmbito da ANP para a punição de revogação da autorização, com a ponderação sobre o risco de desabastecimento. Mercadoria apreendida Em diversas situações previstas na lei que resultam na apreensão de bens, inclusive mercadorias como combustíveis, o projeto permite a aplicação de penalidade de perdimento desses bens se não houver reclamação em 30 dias contados da apreensão. A critério da ANP, os bens poderão ser doados, vendidos em hasta pública, descartados ou incorporados ao patrimônio da agência. Já os custos com transporte e realocação de combustíveis ficarão por conta do antigo proprietário, desde a apreensão e até a sua liberação ou perdimento. Processo administrativo No processo administrativo que apurar as infrações, o texto do PL 399/25 permite a participação de terceiros interessados que possam contribuir para esclarecer o assunto. As decisões da ANP deverão ser publicadas na internet. Em processos que possam resultar na revogação da autorização de exercer as atividades reguladas pela ANP, sua assessoria jurídica deverá emitir parecer e também deverão ser analisados os impactos no abastecimento nacional e/ou regional de combustíveis. Ministério Público Quanto à obrigação de a agência encaminhar ao Ministério Público a cópia integral do processo, se relativo a determinadas infrações, Alceu Moreira propõe que isso ocorra após a decisão de primeira instância no processo administrativo em vez de após a decisão definitiva, como é hoje. Descarbonização Na lei sobre a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), o texto do relator exige que a distribuidora faça em juízo depósito equivalente ao valor do crédito questionado de títulos do programa de descarbonização (CBIOs). Isso valerá para ação pedindo a suspensão, substituição ou diferimento do cumprimento da meta individual no âmbito de pedido de tutela provisória de urgência ou de evidência. O texto aprovado também proíbe o segredo de Justiça nessas ações judiciais “em razão do relevante interesse coletivo envolvido no cumprimento das metas compulsórias de descarbonização”. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias





domingo, 12 de abril de 2026

Nasa divulga foto de astronautas da Artemis ao lado de cápsula horas após pouso.

Na imagem, Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, aparecem sorridentes ao lado do módulo que os trouxeram de volta à Terra, batizado pela equipe de Integrity. 

Os astronautas disseram que o nome representa a base de confiança, respeito, franqueza e humildade entre eles e os demais envolvidos na missão. A Nasa divulgou foto dos astronautas da missão espacial Artemis 2 ao lado da cápsula, que pousou no oeano Pacífico, na costa de San Diego, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (10), após passar dez dias em viagem espacial ao redor da Lua.Na imagem, Reid Wiseman, 50, Victor Glover, 49, Christina Koch, 47, e Jeremy Hansen, 50, aparecem sorridentes ao lado do módulo que os trouxeram de volta à Terra, batizado pela equipe de Integrity. Os astronautas disseram que o nome representa a base de confiança, respeito, franqueza e humildade entre eles e os demais envolvidos na missão. O registro foi feito no porta-aviões USS John P. Murtha, onde os astronautas foram levados para os primeiros exames médicos. A previsão é de retornem ao Centro Espacial Johnson da Nasa, em Houston (Texas), neste sábado (11). A cápsula, equipada com um escudo protetor, foi usada na etapa final da missão que impôs o desafio à tripulação de sobreviver à temperatura de quase 2.800 graus Celsius devido ao choque com a atmosfera terrestre. Em seguida, foi deflagrado o sistema de frenagem com uso de para-quedas, para reduzir a velocidade de 38,4 mil km/h atingida na chegada à Terra. A amerissagem se deu às 21h07 (ainda à tarde, 17h07, na costa oeste dos Estados Unidos), exatamente como o planejado, no ponto culminante de uma cadeia de eventos que começou às 15h53, quando a cápsula usou seu módulo de serviço para realizar a última manobra de correção de trajetória, colocando-a rumo ao seu destino. Em comunicação com a central de comando, assim que cápsula tocou as águas do Pacífico, a tripulação afirmou estar bem.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Violência policial cresce após recorde em SP; Baixada Santista tem alta de 283% nas mortes.

Dados mostram avanço da letalidade policial mesmo sem grandes operações, com destaque para alta na Baixada Santista; cenário contrasta com queda de crimes como homicídios e roubos, enquanto governo atribui aumento ao combate a organizações criminosas.

Policiais militares e civis mataram um total de 130 pessoas no estado de São Paulo em janeiro e fevereiro de 2026. Com média de duas mortes por dia, a letalidade policial aumentou 41% em relação ao mesmo período do ano passado.Os números indicam que a tendência de alta da violência policial persiste após um recorde nas estatísticas. De outubro a dezembro do ano passado, São Paulo teve 276 mortes provocadas por intervenções policiais, maior número já registrado em um trimestre desde o início da série histórica em 1996. Agora, o aumento é puxado pelo recrudescimento das mortes na região metropolitana da Baixada Santista, que já foi palco das operações mais letais da Polícia Militar sob o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), a Escudo e a Verão. Desencadeadas após assassinatos de policiais em Guarujá e Santos, em 2024 e 2023, as duas ações deixaram um saldo oficial de 84 mortos pela PM. Há dois anos, o total de pessoas mortas pela PM em janeiro e fevereiro foi de 147, puxado principalmente pela Verão. Ou seja, os números de 2026 se aproximam do registrado naquele período, mesmo sem uma operação expecifica que tenha concentrado os casos. A Baixada Santista teve seis mortes provocadas por policiais registradas em janeiro e fevereiro de 2025. No primeiro bimestre deste ano, foram 23 mortes, um aumento de 283%. Os números consideram casos em que os policiais estavam em serviço e de folga. O aumento da violência policial contrasta com outros crimes, que tem registrado queda no estado. É o caso do homicídio doloso, por exemplo, que teve 392 casos no primeiro bimestre, recuo de 7,5% em relação a 2025 e menor número para o período na série histórica. Já o conjunto de nove municípios da Baixada registraram 20 assassinatos em janeiro e fevereiro, dois a mais do que no ano anterior. O número de roubos registrados no estado também foi o menor já registrado para o primeiro bimestre, enquanto o de furtos caiu. Um crime que continua em alta são os registros de feminicídios, com 56 casos em janeiro e fevereiro, maior número desde 2018. Questionada sobre o aumento, a Secretaria de Segurança Pública da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que "intensificou o enfrentamento à criminalidade violenta e organizada, com a realização de operações de alta complexidade e risco, o que influencia diretamente o tipo de ocorrência enfrentada pelas equipes." "Na área de abrangência do Deinter-6 (Santos), os homicídios dolosos, furtos e roubos em geral também apresentaram quedas, com este último indicador chegando ao menor patamar desde o ínicio da série histórica", diz a nota. No litoral, as mortes causadas por PMs se concentraram nos municípios de Guarujá, Santos e Cubatão. Nesse período, em dois casos três pessoas foram mortas de uma só vez: em Santos, na tarde de 23 de Janeiro; e em Cubatão, no dia 30 de Janeiro. Em outro caso que entrou para as estatísticas do período, em 5 de Janeiro, um policial militar de 37 anos matou um jovem de 21 anos com um tiro na cabeça após uma discussão de trânsito na Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. O cabo Leandro de Souza Assis, que estava de folga, se entregou e foi preso. A discussão começou porque não havia espaço para dois carros passarem simultaneamente em uma rua do bairro. O PM emparelhou seu veículo com o do outro motorista -Bruno Lisboa Araújo, 21- e os dois começaram a discutir. O policial disse que Araújo abriu parcialmente a porta do veículo, colocou um dos pés para fora e fez menção de sacar uma arma. O cabo afirmou que nesse momento pegou a pistola que portava e atirou no jovem. O boletim de ocorrência diz que nenhuma arma foi encontrada com a vítima. Com casos como esse, as mortes provocadas por policiais nos seis meses que vão de setembro de 2025 até fevereiro deste ano já superam o que foi registrado em todo o ano de 2022 -quando a letalidade policial chegou aos patamares mais baixos de um período de 17 anos. Desde o início da gestão Tarcísio, a atuação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e dos Baep (Batalhões de Ações Especiais de Polícia) se destacam em meio ao aumento da violência policial. Esses batalhões, que recebem treinamento especializado no combate a grupos armados e são considerados tropas de elite dentro da PM paulista, envolveram-se em ocorrências que terminaram em mortes não apenas com frequência maior, mas também em quantidade maior de municípios ao longo do ano passado. Conhecida pelo alto índice de letalidade, a Rota foi o batalhão da PM que mais matou no ano passado, com 67 casos. A maioria ocorreu com agentes em serviço -4 mortes foram provocadas por policiais de folga. Neste ano, policiais da Rota já se envolveram em 22 mortes, segundo dados do Gaesp (Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública) do Ministério Público de São Paulo. Se mantiver esse ritmo no restante do ano, a tropa de elite deve superar o número de mortes registrado no ano passado. Letalidade e controle da atuação da polícia tornou-se um dos temas centrais da gestão Tarcísio desde a campanha. Durante a corrida eleitoral, em 2022, ele anunciou o interesse em acabar com o programa de câmeras corporais da PM. Após uma série de críticas, inclusive pela redução da mortes de civis e de policiais a partir da implementação dos equipamentos, ele passou a dizer que estudaria mudanças, mas sem desistir da ideia. Em dezembro de 2024, dias após circularem imagens de um PM jogando um homem de uma ponte durante uma abordagem, Tarcísio afirmou que havia errado nas críticas ao uso do equipamento. Sob seu governo, a PM contratou novos modelos, em que cabe ao policial acionar a câmera para que a gravação tenha início. Os equipamentos podem ter acionamento automático quando há outra câmera ligada num raio de 20 metros. O número de mortos por policiais subiu a cada ano desde o início da atual gestão. Nas operações Escudo e Verão, sete casos foram denunciados após o Ministério Público estadual entender que PMs mataram pessoas que não ofereciam risco e tentaram fraudar provas, muitas vezes tampando as lentes das câmeras corporais. A Secretaria de Segurança Pública disse que "todas as ocorrências de morte decorrente de intervenção policial são rigorosamente investigadas, com acompanhamento das corregedorias, do Ministério Público e do Judiciário. As circunstâncias de cada caso são analisadas de forma individualizada, com base em elementos técnicos e periciais" A pasta afirmou ainda que "as polícias paulistas não compactuam com excessos e desvios de conduta, punindo com rigor todos os casos identificados. Desde 2023, mais de 1.300 policiais civis e militares foram presos, expulsos ou demitidos das corporações, reforçando o papel atuante das respectivas corregedorias."FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.


Vírus sincicial também traz risco para idosos, alertam especialistas.

Neste segundo trimestre, a expectativa é de aumento. De Fevereiro a Março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

O aumento dos casos de influenza A tem causado preocupação, mas esse não é o único agente infecioso que ameaça a saúde dos brasileiros. No primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 18% dos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) com identificação viral confirmada foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma infecção ainda pouco conhecida. Neste segundo trimestre, a expectativa é de aumento. De fevereiro a março, o VSR correspondeu a 14% dos casos de síndrome com vírus confirmados, de acordo com o Boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  De Março a Abril, essa proporção subiu para 19,9%. Em 2025, por 23 semanas consecutivas, de Março a Agosto, o VSR foi o vírus mais prevalente. Já dados de laboratórios privados sobre pacientes com quadros leves e graves, mostram que, na semana encerrada em 4 de abril deste ano, 38% dos testes positivos para algum vírus acusaram o VSR. Essa proporção é 12 pontos maior do que a verificada na primeira semana de março, de acordo com informações reunidas pelo Intituto Todos pela Saúde. Dados subestimados Para a pneumologista e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Rosemeri Maurici, esses números são apenas "a ponta do iceberg" e o risco do VSR é subestimado, especialmente em adultos e idosos.  Ela explica que a testagem contra o VSR só começou a ser feita em maior escala, no Brasil, a partir da pandemia de covid-19, por isso, o impacto real da doença ainda não é totalmente conhecido.  "Muitos hospitais internam pacientes com síndrome respiratória aguda agrave, e eles até morrem, sem saber qual o agente que causou, porque não testaram ou testaram fora do prazo que é identificável." Dos cerca de 27,6 mil casos de SRAG registrados no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, em apenas um terço, ou seja, em 9.079, o vírus causador foi identificado. E quase 17% não foram sequer testados.  Além disso, como o VSR é o principal causador da bronquiolite, uma inflamação nos pulmões que acomete principalmente os bebês, muitas pessoas acham que o vírus não atinge adultos. De fato, dos 1.651 casos graves de infecção por VSR registrados de janeiro a março, 1.342 foram em menores de dois anos. Entre pessoas com mais de 50 anos, apenas 46 casos foram confirmados.  Mas a médica ressalva que, em pacientes adultos, a carga viral do VSR diminui após 72 horas da infecção, o que dificulta a detecção do vírus. Já as crianças demoram mais para eliminar o invasor, o que propicia janela maior de diagnóstico. Para ela, isso também influencia as estatísticas. Comorbidades Os dados de mortes, por outro lado, mostram uma relação bem menos desigual: foram 27 no total este ano, sendo 17 em bebês de até 2 anos, e sete entre idosos com 65 anos ou mais. De acordo com a geriatra Maisa Kairalla, o envelhecimento pesa nessa conta, assim com as comorbidades adquiridas ao longo da vida.  "Só com o avanço da idade, a gente já tem a imunosenescência, que é o declínio do sistema imunológico, ou seja, mais chance de ter doenças infecciosas. Acontece que, no Brasil, também se envelhece com doenças crônicas.” Segundo a pneumologista, a essa população se soma muitos pacientes que por muito tempo fumaram e ingeriram bebida alcoólica. Idosos mais propensos Por esse conjunto de fatores, os idosos são mais propensos a desenvolver quadros mais graves de diversas doenças. Mas dados da literatura médica apresentados por Maísa, mostram que o VSR representa um risco especial.  O paciente idoso com VSR tem 2,7 vezes mais chance de desenvolver pneumonia, e duas vezes mais chances de precisar de UTI e intubação e de vir a óbito, na comparação com a influenza.  As duas especialistas participaram na última terça-feira (7), do seminário "Impacto do VSR na população 50+", organizado pela farmacêutica GSK para jornalistas, em São Paulo. O evento também debateu algumas condições de saúde que inspiram ainda mais cuidados entre esse público.  O cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Múcio Tavares ressaltou que mais de 60% dos casos graves associados à infecção pelo vírus essencial respiratório ocorrem em pacientes com alguma doença cardiovascular.  "As doenças virais respiratórias, costumam levar a eventos cardiovasculares e cérebro-vasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e piora da insuficiência cardíaca. Isso tudo acontece porque a infecção viral causa uma inflamação sistêmica no organismo", explicou. O endocrinologista Rodrigo Mendes também alertou para a maior vulnerabilidade dos pacientes com diabetes, pois a maior concentração de glicose no sangue torna o paciente mais suscetível a infecções e agravamentos. "Muitas vezes, o paciente está com a doença controlada e o tratamento estável há algum tempo. Aí ele contrai uma infecção, que gera uma resposta inflamatória exacerbada e ele não só precisa ser hospitalizado como também passa a precisar de um tratamento mais complexo", acrescenta.  Outro grupo de alto risco é o das pessoas com doenças respiratórias crônicas como asma grave e doença pulmonar obstrutiva (DPOC). De acordo com a professora da UFSC, Rosemeri Maurici, o impacto de uma internação em UTI aumenta em 70% a probabilidade desses pacientes morrerem em até três anos.  "Além disso, ele começa a sofrer a perda da função pulmonar de forma acelerada. E esses pacientes, uma vez internando, a probabilidade de eles internarem novamente é muito grande."  Vacinação O VSR, e especialmente o agravamento da infecção, pode ser prevenido com vacinação, mas os imunizantes contra o vírus para a população adulta, por enquanto, estão disponíveis apenas na rede privada. Por enquanto, o Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde oferece apenas a vacina para gestantes, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida.  A imunização é recomendada por entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), para pessoas de 50 a 69 anos com comorbidades e para todos os idosos a partir dos 70 anos.  A professora da UFSC Rosemeri Maurici, que também é coordenadora da Comissão de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia sugere que as sociedades médicas indiquem os grupos prioritários à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS-Conitec, responsável por recomendar a adoção de novas terapias ao Ministério da Saúde. FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


Mãe que torturava bebê de 20 dias para se vingar do pai é condenada.

Mulher filmou agressões e enviou ao pai da criança; Justiça de SP impôs 10 anos e 10 meses de prisão, retirou o poder familiar e apontou “método cruel” com tapas, sacolejos e ameaças contra o recém-nascido.

Uma mulher foi condenada pela Justiça de São Paulo a 10 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, por torturar o próprio filho, um recém-nascido de apenas 20 dias. A decisão também determinou a perda definitiva do poder familiar e impediu que ela recorra em liberdade.O caso veio à tona após o pai da criança receber vídeos das agressões e acionar a polícia. Nas gravações, a mãe atacava o bebê e fazia ameaças, em um contexto que, segundo a investigação, estava ligado ao término do relacionamento entre os dois. Quando chegaram ao imóvel, policiais militares encontraram o recém-nascido com sinais evidentes de violência. As marcas no rosto e na região da mandíbula eram visíveis, indicando o uso de força incompatível com a fragilidade da vítima. Ao analisar o processo, o juiz Heitor Moreira de Oliveira, da 1ª Vara de Crimes Praticados Contra Crianças e Adolescentes do Tribunal de Justiça de São Paulo, destacou a gravidade do cenário encontrado e a consistência das provas. “Os policiais que participaram da ocorrência foram uníssonos em descrever com precisão o cenário de horror encontrado no apartamento”, afirmou. Segundo a sentença, as agressões não foram ocasionais, mas parte de um comportamento contínuo. “Não se tratou de um ato isolado de impaciência, mas de um método cruel utilizado para infligir dor física ao bebê e, por via transversa, um sofrimento psíquico insuportável ao genitor, servindo o recém-nascido como mero objeto de vingança e chantagem emocional”, registrou o magistrado. Os laudos médicos e os vídeos anexados ao processo comprovaram a violência. “A submissão da vítima a intenso sofrimento físico é comprovada pelos vídeos e pelo laudo médico, que demonstram tapas, sacolejos violentos (potencialmente fatais pela síndrome do bebê sacudido) e cortes. O sofrimento mental, por sua vez, é inerente à própria brutalidade do ato e à exposição do neonato a um ambiente de terror. O dolo de torturar restou cristalizado pelo fato de a ré ter filmado as agressões e as enviado em tempo real ao pai da criança”, concluiu. Para o juiz, a resposta do Estado deve ser proporcional à gravidade do crime. “A resposta do Estado deve, portanto, ser firme e proporcional à atrocidade cometida contra um ser humano em seu estado mais absoluto de vulnerabilidade.” A defesa ainda pode recorrer da decisão.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.

Emojis no trabalho podem prejudicar sua imagem profissional, diz estudo.

 


Pesquisa aponta que mensagens sem emojis são consideradas mais profissionais, enquanto símbolos negativos prejudicam a imagem; já os positivos só ajudam quando usados com coerência em contextos neutros ou amigáveis.

Ouso de emojis em ambientes profissionais pode influenciar diretamente a forma como um trabalhador é percebido por colegas e superiores. Essa é a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Ottawa, no Canadá, publicado na revista “Collabra: Psychology”.A pesquisa analisou como esses elementos visuais afetam a comunicação corporativa e indicou que, embora pareçam inofensivos, os emojis podem alterar significativamente a percepção de competência e profissionalismo. O estudo avaliou a reação de 243 participantes, sendo 134 homens e 109 mulheres, a diferentes mensagens de trabalho com e sem emojis. Foram utilizados três cenários: textos sem emoji, mensagens com emoji positivo, como uma “cara sorridente”, e mensagens com emoji negativo, como uma “cara zangada”. Os resultados apontaram que mensagens sem qualquer emoji são vistas como mais profissionais e sérias. No entanto, a inclusão de um emoji positivo pode melhorar a percepção do remetente, desde que esteja alinhado a um conteúdo neutro ou amigável. Por outro lado, quando um emoji positivo é inserido em mensagens com teor negativo, o efeito pode ser o contrário do esperado. Nesses casos, o símbolo pode ser interpretado como ironia ou falta de sinceridade, prejudicando a imagem de quem escreveu. Já o uso de emojis negativos apresentou impacto consistentemente desfavorável. Independentemente do contexto, esses elementos reduziram a percepção de competência e adequação profissional dos autores das mensagens. Os pesquisadores destacam que a coerência entre o conteúdo da mensagem e o emoji utilizado é um fator essencial. Combinações alinhadas, como mensagens positivas acompanhadas de emojis positivos, tendem a ser melhor recebidas. Ainda assim, mesmo quando coerentes, emojis negativos continuam sendo mal vistos no ambiente corporativo. O estudo também identificou diferenças na forma como homens e mulheres interpretam essas mensagens. Ambos os grupos avaliaram negativamente o uso de emojis negativos, mas as mulheres demonstraram maior rigor ao analisar mensagens negativas com emojis quando enviadas por outras mulheres. Quando o remetente era homem, não foram observadas diferenças significativas na avaliação. Segundo os autores, isso pode estar relacionado a normas sociais ainda presentes no ambiente de trabalho, especialmente no que diz respeito à expressão emocional. Com base nos resultados, os especialistas recomendam cautela no uso de emojis em comunicações profissionais. A principal orientação é evitar completamente emojis negativos. Já os positivos podem ser utilizados, desde que em contextos apropriados e com atenção à coerência da mensagem. Outro ponto destacado é que o conteúdo escrito continua sendo o principal fator na avaliação profissional. Ou seja, o texto ainda tem mais peso do que o emoji, embora esses elementos visuais possam reforçar ou prejudicar a interpretação. “Os emojis não são acrescentos neutros em mensagens de texto”, afirma a autora do estudo, Erin L. Courtice. “Podem influenciar a forma como os outros nos avaliam, particularmente em termos de competência e adequação. Ao entender as nuances da utilização de emojis, os profissionais podem tirar partido destas ferramentas digitais para melhorarem a sua comunicação e desenvolverem relações profissionais mais fortes”.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.




EUA abandonam as negociações e JD Vance regressa a Washington sem acordo.

Após mais de 20 horas de negociações, Estados Unidos encerram diálogo com o Irã diante da recusa em aceitar condições sobre programa nuclear; vice-presidente afirma que exigência era central para acordo de paz.

O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, anunciou o fim das negociações entre Washington e Teerã sem a assinatura de um acordo de paz. Segundo ele, o impasse ocorreu após o Irã recusar as condições impostas pelos americanos, que incluíam o compromisso de não desenvolver armas nucleares.As conversas, consideradas de alto nível, se estenderam por cerca de 21 horas. Durante todo o processo, Vance manteve contato direto com o presidente Donald Trump e outros integrantes do governo norte-americano. "Mas a verdade é que precisamos de ver um compromisso afirmativo de que não irão procurar obter uma arma nuclear, nem irão procurar as ferramentas que lhes permitiriam alcançar rapidamente uma arma nuclear", afirmou Vance durante uma breve coletiva de imprensa em Islamabad. "Esse é o objetivo central do Presidente dos Estados Unidos. E é isso que tentámos alcançar através destas negociações", completou.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Vou expor tudo”: brasileira ameaça Trump e Melania após caso Epstein.

Ex-modelo diz ter informações comprometedoras e faz acusações nas redes; episódio envolve deportação, ligação com aliado do presidente e relatos sobre contato com círculo próximo ao financista Jeffrey Epstein.

Após Melania Trump negar qualquer ligação com Jeffrey Epstein, uma conta na rede X atribuída à ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, publicou uma série de mensagens com acusações e ameaças direcionadas à primeira-dama e ao presidente Donald Trump.Nas postagens, posteriormente apagadas, a autora afirmava que pretendia revelar informações comprometedoras. "Vou destruir seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Vou até o fim –não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei sobre quem você é e quem é o seu marido. Não tenho mais nada a perder na minha vida. [...] Tome cuidado comigo", dizia a mensagem.Amanda Ungaro foi casada com Paolo Zampolli, aliado de Trump. Segundo o jornal The New York Times, Zampolli teria tomado conhecimento de que a ex-mulher estava presa em Miami sob acusações de fraude e, a partir disso, entrou em contato com David Venturella, do ICE, para informar que ela estaria em situação migratória irregular. Após esse episódio, Ungaro foi deportada em outubro de 2025. Ao New York Times, Zampolli negou ter solicitado qualquer tipo de favorecimento às autoridades e disse que apenas buscou entender o caso. O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou, em nota, que a deportação ocorreu porque a brasileira estava com o visto vencido há um longo período. "Qualquer sugestão de que ela foi presa e removida por razões políticas ou favoritismo é falsa", afirmou o órgão. Nas publicações, a ex-modelo também alegou ter uma relação antiga com Melania. "Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida –todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive mandando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Claramente havia algo errado, mas não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou –porque eu tenho caráter", escreveu.De acordo com o New York Times, o casal presidencial mantinha proximidade com Zampolli e Ungaro no passado. Em resposta, um porta-voz de Melania afirmou que ela "não tem conhecimento nem envolvimento nos assuntos pessoais de Zampolli e de Ungaro" e que "não teve nenhum contato ou envolvimento" com o ICE. Em entrevista ao jornal O Globo, Ungaro relatou que, ainda adolescente, viajou em uma aeronave ligada a Epstein. Segundo ela, havia cerca de 30 meninas a bordo, descritas como "bonitas e bem novinhas", mas "mais parecidas com estudantes do que com modelos", além do bilionário e de sua então companheira, Ghislaine Maxwell. O relacionamento com Zampolli começou pouco tempo depois desse episódio e se estendeu por quase 20 anos. Atualmente, Ungaro acusa o ex-marido de abuso sexual e violência doméstica. Os dois travam uma disputa judicial pela guarda do filho, de 15 anos, nos Estados Unidos.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Trabalhador poderá sacar até 20% do FGTS para pagar dívidas, diz ministro da Fazenda.

Secretário da Fazenda detalha plano para liberar saque do FGTS, renegociar dívidas com desconto de até 90% e ampliar crédito a famílias e informais; governo aposta em juros menores e nega caráter eleitoral nas medidas.

À frente do Ministério da Fazenda há menos de um mês, Dario Durigan afirmou em entrevista à Folha que trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105, poderão sacar até 20% do saldo do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, para quitar dívidas.A medida pode liberar cerca de R$ 7 bilhões e integra um programa mais amplo de renegociação, que prevê descontos concedidos pelos bancos e garantia do governo para refinanciamento do saldo restante, com juros menores. O pacote, uma demanda do presidente Lula, também deve incluir linhas de crédito para caminhoneiros, motoristas de aplicativo e taxistas, além de apoio a setores como construção civil e fertilizantes. Durigan nega caráter eleitoral nas ações. "A gente está lidando com os problemas concretos."Ele também afirmou que o atual governo deixará uma situação econômica mais equilibrada. "Não estamos deixando nenhuma bomba amarrada." Folha - A pauta do governo no momento são as medidas para reduzir o endividamento. O cenário é preocupante? Dario Durigan - Depois do primeiro Desenrola, teve o começo de corte da Selic, em agosto de 2023, e uma queda do endividamento. No fim de 2024 e durante 2025, a relação é diretamente proporcional entre o aumento da taxa de juros e o endividamento das famílias, dos informais, das pequenas empresas e das grandes. O importante para as pessoas é que elas tomem crédito sustentável. A expectativa é que a gente dê um estímulo agora nessa virada de chave e deixe medidas estruturantes. Vai ter uma limitação na possibilidade de essa pessoa continuar jogando nas bets, uma espécie de quarentena para quem aderir. Folha - Por quanto tempo? Dario Durigan - O presidente vai arbitrar. A gente tem trabalhado com um prazo de seis meses. Folha - Quais serão as ferramentas de estímulo? Dario Durigan - Não há gasto público direto. A ideia é que as próprias instituições financeiras façam uma redução da dívida e haja um refinanciamento com uma taxa de juros menor. E aí entra o governo garantindo a inadimplência eventual nessa segunda operação. O governo não vai pagar a dívida das pessoas, mas vai garantir de modo que os bancos façam uma taxa de juros menor. E a gente vai usar o FGO para isso. Folha - As pessoas também vão poder fazer um saque extraordinário no FGTS para pagar dívidas mais caras. Como vai funcionar? Dario Durigan - Tem duas discussões. O ministro Luiz Marinho identificou uma interpretação inconsistente da Caixa em relação à devolução que já foi feita para as pessoas demitidas e que fizeram a opção do saque-aniversário com consignado. Para corrigir essa interpretação, seria uma devolução de R$ 7 bilhões. A segunda medida envolve um saque limitado do FGTS. O que estamos discutindo? Quanto a gente pode limitar esse saque sem comprometer a sustentabilidade do fundo. Folha - Esse limite está em qual faixa? Dario Durigan - A gente tem trabalhado com um limite de 20% de saque da conta individual. É o número que está sendo discutido e que tem um impacto contido no fundo. Folha - Todos os trabalhadores terão acesso? Dario Durigan - Os trabalhadores que ganhem até cinco salários mínimos e que fizerem jus às demais regras. Quem ganha até cinco salários mínimos representa 92% dos brasileiros. Acima disso, tem muito menos gente e dívidas maiores. Não deveríamos mobilizar fundos ou opções de saque para esses casos. Folha - O desconto vai ser de quanto? Dario Durigan - Espero que de até 90%. Um exemplo: tem uma dívida de R$ 10 mil a juros de 8% ao mês. É impagável. Dá-se um desconto de 90%, fica com uma dívida de R$ 1.000. E, com a garantia do FGO, essa dívida pode ser rolada a 2% ou 2,5% ao mês. Muito menor e pagável. Vamos ter que exigir um desconto mínimo. Folha - Vai ter limite de juros? Dario Durigan - Como vai ter garantia pública, acho importante ter um juro pactuado ou limitado. Folha - Quantas pessoas serão atendidas? Dario Durigan - Temos uma expectativa de atender a mais de 30 milhões de pessoas. Folha - Quanto isso vai tirar do fundo? Dario Durigan - A gente não vai comprometer a sustentabilidade nem as políticas financiadas pelo fundo. Vamos fazer de maneira bem limitada e opcional. Nossa estimativa é por volta de R$ 7 bilhões. Folha - Após o Desenrola, houve aumento da inadimplência. O programa fracassou?Dario Durigan - Não, ao contrário. O Desenrola cumpriu seu papel. O que a gente viu foi um novo endividamento depois, com juros mais altos. Agora, com expectativa de queda da taxa, é preciso dar condições melhores às famílias. Folha - E para as empresas? Dario Durigan - O programa tem três frentes. As famílias, os informais e as pequenas empresas. Os informais terão uma linha garantida, porque tomam crédito mais caro. Folha - Como será essa linha? Dario Durigan - Vamos refinanciar dívidas dos informais, que muitas vezes não têm garantia de renda ou patrimônio. O FGO também vai ajudar a reduzir os juros. Folha - Qual é a lógica dessas medidas? Economia ou política? Dario Durigan - É uma avaliação econômica do que pode estar disfuncional no país. O endividamento das famílias é preocupante, e estamos enfrentando isso. Folha - Há críticas de que seria um pacote eleitoral. Dario Durigan - Não se trata de uma questão eleitoral. A gente está lidando com problemas concretos. Folha - Haverá medidas para combustíveis? Dario Durigan - Não. Vamos aguardar até o fim de maio para uma reavaliação. Folha - E a suspensão do imposto de exportação? Dario Durigan - É uma medida absurda. A gente recorreu e vai até onde for preciso. Folha - O Congresso pode aprovar pautas que aumentam gastos. Há preocupação?Dario Durigan - Sim. Estamos enfrentando uma situação de guerra. Esse esforço fiscal não pode ser desviado. Folha - O cenário econômico preocupa? Dario Durigan - A parte da Fazenda está sendo feita. Estamos garantindo equilíbrio fiscal. Folha - E o Banco Central? Dario Durigan - Eu não vou comentar o papel do BC. Mas do nosso lado, estamos fortalecendo o fiscal com reformas e cortes. Folha - O governo deixará problemas para o próximo mandato? Dario Durigan - Não. Não estamos deixando nenhuma bomba amarrada dentro do governo.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute criação do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador; participe.

A audiência será interativa; mande suas perguntas.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (14) audiência pública para discutir a proposta de criação do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. A reunião ocorrerá no plenário 8, às 16 horas. O debate atende a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP). Ela é a favor da elaboração de um sistema intersetorial que melhore as condições de trabalho, amplie a formalização e fortaleça a proteção à saúde dos trabalhadores. A criação do sistema nacional é uma sugestão do grupo de trabalho Saúde do Trabalhador do Instituto Walter Leser, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Subnotificações Sâmia Bomfim afirma que há subnotificação de mortes e doenças relacionadas ao trabalho no Brasil, além da ausência de dados sobre trabalhadores informais, o que dificulta o diagnóstico da realidade e amplia os custos sociais e econômicos para o sistema público. Ela acrescenta que mudanças recentes na legislação trabalhista e previdenciária, somadas ao enfraquecimento da fiscalização, contribuíram para a precarização das condições de trabalho. “Uma solução digna e humana para esses problemas seria a implementação urgente do Sistema Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora no Brasil”, defende. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute uso de medicamento no Sistema Único de Saúde para prevenção ao HIV; participe.


A audiência será interativa; envie suas perguntas.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (14) audiência pública para discutir o uso do medicamento Lenacapavir no Sistema Único de Saúde (SUS) como prevenção ao HIV/Aids. A reunião será realizada às 17 horas, em plenário a ser definido. O debate atende a pedido da deputada Duda Salabert (PDT-MG).  O objetivo é analisar o acesso ao medicamento como uma questão de direitos humanos, considerando a necessidade de ampliar políticas públicas de prevenção ao HIV. Duda Salabert ressalta que o direito à saúde exige ações que garantam acesso universal e igualitário, e que novas tecnologias podem ajudar a superar barreiras que ainda limitam a prevenção. “Discutir a implementação do Lenacapavir no SUS significa debater como garantir que avanços científicos cheguem efetivamente às populações que mais precisam, evitando que inovações terapêuticas fiquem restritas a contextos de maior renda ou a sistemas privados de saúde”, comenta. Maior prevenção Ela acrescenta que o Lenacapavir, por ser um medicamento de longa duração e que pode ser administrado semestralmente, amplia o acesso à prevenção, especialmente para pessoas com dificuldade de aderir a tratamentos contínuos ou de frequentar serviços de saúde regularmente. A deputada destaca ainda que essas dificuldades atingem de forma mais intensa grupos em situação de vulnerabilidade, como pessoas LGBTQIA+, pessoas negras, trans, trabalhadores do sexo e populações periféricas, reforçando desigualdades sociais, raciais e de gênero.Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESSPECIAL DE VIAÇÃO E TRANSPORTES

Comissão discute situação operacional e segurança do Aeroporto Internacional de São Luís.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados realiza na terça-feira (14) audiência pública para discutir a situação operacional e a segurança do Aeroporto Internacional de São Luís (MA). A reunião será realizada às 15h30, em plenário a ser definido. O debate atende a pedido do deputado Márcio Honaiser (PDT-MA). Ele afirma que, além de esclarecer as condições de operação e infraestrutura do terminal, o objetivo é avaliar impactos das intervenções em curso e buscar melhorias na gestão aeroportuária. Márcio Honaiser acrescenta que o aeroporto é estratégico para a integração regional, o desenvolvimento econômico, o turismo e o transporte de cargas no Maranhão. Problemas Segundo o parlamentar, no entanto, o terminal enfrenta problemas como: atrasos e cancelamentos de voos; dificuldades operacionais, especialmente em situações de baixa visibilidade; e demora nas obras de melhoria da pista de pouso e decolagem. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO ESPECIAL

Comissão especial debate inclusão social e escolar de pessoas com autismo.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados sobre a Política Nacional para Pessoas com Autismo (PL 3080/20) realiza, na terça-feira (14), audiência pública sobre inclusão social e escolar na infância e na adolescência. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 9, a pedido do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo o parlamentar, a inclusão escolar exige debate aprofundado com especialistas que atuam na garantia de direitos educacionais. Assim, a escuta de especialistas, entidades representativas e instituições de ensino é essencial para orientar diretrizes alinhadas às necessidades do país. Políticas intersetoriais Orlando Silva diz que a inclusão social na primeira infância exige articulação entre políticas intersetoriais. “As gestoras indicadas possuem experiência concreta na implementação de programas e redes de apoio essenciais ao desenvolvimento infantil”, afirma. O deputado também destaca a necessidade de subsídios técnicos para a formulação de um Plano Nacional de Políticas para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que proíbe invasor de terra de ter acesso a políticas de crédito rural.

Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto que proíbe o acesso de invasores de propriedades rurais a políticas públicas da agricultura familiar. Assim, quem ocupar área invadida ou tiver cometido esbulho possessório (tomar um imóvel de forma ilegal) não poderá acessar crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) nem participar de programas federais de compra de alimentos e merenda escolar, por exemplo. A proposta altera a Lei 11.326/06, que define quem pode ser agricultor familiar e empreendedor familiar rural. Mudanças O texto aprovado é a versão do relator, deputado José Medeiros (PL-MT), para o Projeto de Lei 4705/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE). Confira a íntegra do texto aprovado A proposta original condicionava a classificação de agricultor familiar à comprovação de propriedade ou posse do imóvel e à existência de CNPJ. Medeiros afirmou que mudou a redação para “atingir o mesmo objetivo” com menos alterações na lei. Segundo ele, a medida favorece quem trabalha a terra e impede o acesso a recursos públicos por quem comete crimes. "A justiça agrária não abarca movimentos que se dizem sociais, mas que espalham a desordem no campo", disse. Regras para acesso a programas De acordo com o substitutivo aprovado, para participar de programas públicos de compra de alimentos, o agricultor familiar deverá cumprir três condições: • comprovar a propriedade ou posse legal da área; • ter inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); e • não ter sido excluído do Programa Nacional de Reforma Agrária. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.Reportagem – Tiago Miranda Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Seminário discute como fortalecer enfrentamento à violência contra meninas e mulheres; participe.

Evento é promovido pela Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional realiza, na terça e na quarta-feira (14 e 15), um seminário para discutir formas de fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres. As reuniões serão realizadas às 9h30, na terça, e às 9 horas, na quarta, sempre no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado. O evento foi proposto pela deputada Luizianne Lins (PT-CE), presidente da comissão, e será interativo. Veja quem foi convidado na terça-feira e envie suas perguntas Veja quem foi convidado na quarta-feira e envie suas perguntas  Aprimoramento Segundo a parlamentar, a comissão adotou abordagem transversal e intersetorial para enfrentar a violência contra meninas e mulheres. Ela afirma que o seminário busca: aprimorar a rede de enfrentamento; garantir políticas públicas mais eficientes e humanizadas; e superar gargalos institucionais. Parceria Luizianne Lins destaca que o evento foi planejado em conjunto com o Ministério das Mulheres e o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e vai reunir contribuições para o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. “O seminário pretende focar em eixos centrais para a proteção de meninas e mulheres, tais como: o diálogo interinstitucional, a interseccionalidade, justiça e segurança e violências emergentes”, afirma.Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão externa debate impactos econômicos da pirataria, falsificação e contrabando.

Colegiado foi criado pela Câmara dos Deputados para avaliar o assunto.

A Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre Pirataria discute nesta terça-feira (14) os impactos econômicos e os mecanismos de combate à falsificação e ao contrabando no comércio varejista, no comércio exterior e no direito do consumidor. O debate será realizado às 15 horas, no plenário 3. O evento foi proposto pelo deputado Julio Lopes (PP-RJ). O objetivo é analisar os prejuízos causados pelas atividades ilegais à economia formal e reunir subsídios para propor medidas legislativas e institucionais para enfrentar o problema. Prejuízos Julio Lopes afirma que a pirataria, o contrabando e a falsificação: reduzem a renda de quem atua na legalidade; comprometem empregos; geram perda de arrecadação; e favorecerem a expansão da economia ilegal. Ele acrescenta que essas práticas configuram falhas na atuação do Estado, ao não garantir ambiente de negócios seguro e competitivo, o que contribui para o chamado Custo Brasil. Importados falsificados O deputado também destaca que a entrada de produtos sem procedência e subfaturados compromete a competitividade da indústria nacional e desequilibra a balança comercial. Na avaliação do parlamentar, o problema também afeta diretamente o consumidor, que pode adquirir produtos sem garantia e com riscos à saúde e à segurança, além de perder o direito à reparação. Da Redação – ND Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ÉTICA E DECORO

Conselho de Ética analisa pareceres sobre representações contra deputado Marcos Pollon.

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta terça-feira (14) para avaliar pareceres relativos a representações em desfavor do deputado Marcos Pollon (PL-MS), por suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar durante ocupação do Plenário, em agosto do ano passado. A reunião será realizada às 14 horas, no plenário 11. O conselho vai avaliar: O parecer apresentado pelo deputado Moses Rodrigues (União-CE) sobre a Representação 24/25, da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, que trata de suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar atribuído ao deputado Marcos Pollon. Outras duas representações estão apensadas a esta: 25/25 e 27/25. O parecer do deputado Ricardo Maia (MDB-BA) sobre a Representação 26/25, também de autoria da Mesa Diretora, que trata de suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar do deputado Marcos Pollon. Da Redação - ND Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão discute atividades do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos; participe.

Audiência será interativa; envie suas perguntas.

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados promove na quarta-feira (15) audiência pública para discutir as atividades do Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP). A reunião será realizada no plenário 4, às 14 horas. O debate atende a pedido do deputado Saulo Pedroso (PSD-SP). Ele afirma que o objetivo é analisar as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do paradesporto e a aplicação de recursos no ciclo paralímpico. Para Saulo Pedroso, o Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos tem papel estratégico na promoção do esporte paralímpico, apoiando clubes e atletas com deficiência por meio de projetos de formação, aquisição de equipamentos e realização de competições. Ele acrescenta que, com a proximidade dos Jogos Paralímpicos de 2028, em Los Angeles, é necessário debater a execução de políticas inclusivas e o uso dos recursos destinados ao setor. O deputado destaca ainda a importância de garantir que os investimentos respeitem princípios como equidade, acessibilidade e descentralização, ampliando o acesso ao esporte para pessoas com deficiência em todo o país. Da Redação – MO Fonte: Agência Câmara de Notícias


sábado, 11 de abril de 2026

Pedido de desculpas não basta: Enzo é cortado de Chelsea x City.

Meia argentino fica fora do confronto após polêmica sobre desejo de viver em Madri; técnico confirma punição, diz que jogador pediu desculpas e cobra foco total do elenco em momento decisivo da temporada.

O meio-campista Enzo Fernández não será relacionado para o jogo do Chelsea contra o Manchester City, marcado para este domingo. A decisão foi confirmada pelo técnico Liam Rosenior, mesmo após o jogador ter pedido desculpas pelas declarações recentes em que afirmou que gostaria de morar em Madri."Tive uma conversa muito boa [com o Enzo]... Aliás, até tive três ou quatro conversas com ele. Ele pediu desculpa, a mim e ao clube, e vamos tratar disso depois de um jogo muito importante no domingo", disse o treinador, em entrevista à Sky Sports. Rosenior explicou que a situação ainda será tratada internamente, mas ressaltou que não coloca em dúvida o caráter do atleta. "É uma reunião séria sobre um assunto muito importante para o Enzo. Disse-lhe que, em nenhum momento deste processo, estou a questionar o seu carácter nem quem ele é como pessoa. Acredito que as pessoas cometem erros e que não se deve aplicar um castigo desproporcionado ao erro. Tomámos uma medida disciplinar. Foi uma decisão tomada por mim e o que quero do Enzo é que, a partir daqui, siga em frente e tenha uma carreira de grande nível", afirmou. O treinador também confirmou que o jogador seguirá fora da equipe neste momento. "Não, ele não vai jogar no domingo. Mas espero que, depois disso, seja uma parte importante do grupo daqui para a frente. Ainda há alguns pontos a rever mas não vou entrar em detalhes. Mas, ao mesmo tempo, quero todos os jogadores totalmente focados numa fase decisiva da época", completou. Ao ser questionado sobre o impacto da ausência de um dos principais nomes do elenco, Rosenior reforçou o caráter coletivo do futebol. "Não se trata de indivíduos. Não se trata de estarmos a prejudicar-nos. Há determinados valores e uma cultura em que eu acredito e em que o clube também acredita, que tornam a equipa mais forte quando são bem aplicados", disse. A polêmica teve início após uma declaração de Enzo Fernández durante um compromisso com a seleção argentina. Questionado sobre onde gostaria de viver no futuro, o jogador citou a capital espanhola. "Gosto muito de Madrid. É semelhante a Buenos Aires, a comida, tudo", afirmou em entrevista à Luzu TV. A fala repercutiu negativamente dentro do clube inglês, que decidiu aplicar uma punição de dois jogos ao atleta. A sanção começou a ser cumprida na última partida da equipe, válida pela Copa da Inglaterra. Segundo o novo agente do jogador, Javier Pastore, a situação já foi resolvida entre as partes. "Estamos em sintonia com o Chelsea. Fizemos as pazes ontem e anteontem entre o Chelsea e o jogador. Na verdade, nunca houve problemas. Apenas pusemos os pontos nos is", afirmou em entrevista ao Top Mercato.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

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