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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Pai repete gesto de argentina presa no Rio por racismo.

Ele negou a veracidade das imagens, alegando que foram manipuladas por inteligência artificial, enquanto sua namorada afirmou que ele estava “sob efeito do álcool”.

Veículos de imprensa da Argentina classificaram como um “escândalo sem fim” o caso envolvendo Agostina Páez, que responde por injúria racial no Rio de Janeiro. A repercussão ganhou novos desdobramentos após a circulação, nas redes sociais, de um vídeo em que seu pai, Mariano Páez, aparece imitando um macaco em um bar. Ele negou a veracidade das imagens, alegando que foram manipuladas por inteligência artificial, enquanto sua namorada afirmou que ele estava “sob efeito do álcool”.“Provocação de um pai que nunca aprende”, diz a chamada da versão impressa do Clarín. O jornal detalha o episódio envolvendo Mariano Páez e ressalta que o gesto “nunca saiu de cena”. A publicação também relembrou casos de racismo contra Vinícius Júnior na Espanha, incluindo a denúncia contra o argentino Gianluca Prestianni por tê-lo chamado de “macaco”. Outro caso citado foi no reality Gran Hermano, no qual uma participante foi expulsa por declarações racistas.“Racismo e provocação: um escândalo sem fim”, destaca o La Nación, que trouxe o vídeo como destaque de capa e o classificou como um “doloroso capítulo”. Já o Página 12 descreveu o episódio como um “escândalo internacional” que “não tem fim”, relatando a defesa feita por Stefany Budán. Agostina Páez, de 29 anos, foi flagrada em 14 de março proferindo ofensas racistas contra um funcionário de um bar, chamando-o de “negro” de forma discriminatória. A confusão começou após ela questionar o valor da conta. Enquanto aguardava a verificação das câmeras, passou a insultar o trabalhador. Imagens registraram o momento em que ela imita um macaco e reproduz sons, além de dizer “mono”.A Justiça do Rio de Janeiro autorizou seu retorno à Argentina mediante pagamento de caução equivalente a 60 salários mínimos, cerca de R$ 97,2 mil. Posteriormente, o vídeo de Mariano Páez surgiu, gravado na província de Santiago del Estero. Ele afirma que o material é falso e diz ter sido vítima de chantagem. A Lei de Racismo de 1989 define crimes resultantes de discriminação coletiva, com pena de 1 a 5 anos de prisão, sendo inafiançável e imprescritível. Já a injúria racial refere-se a ataques individuais com base em raça, cor, etnia, religião ou origem. Casos podem ser denunciados em delegacias especializadas ou em qualquer unidade policial, presencialmente ou pela internet.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


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