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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Influenciador brasileiro pró-Trump tem fiança negada nos EUA.

Unior Pena foi preso pelo ICE após faltar a audiência migratória e teve pedido de liberdade provisória rejeitado pela Justiça. 

Defesa vai recorrer da decisão enquanto ele segue detido em Nova Jérsei. O influenciador brasileiro Junior Pena teve o pedido de fiança negado pela Justiça dos Estados Unidos após ser preso pelo ICE. Ele está detido desde 31 de Fevereiro no centro de retenção Delaney Hall, em Nova Jérsei.A informação foi divulgada por Maycon MacDowel, amigo do influenciador, nas redes sociais. Segundo ele, a juíza responsável pelo caso rejeitou o pedido inicial de liberdade provisória, mas a defesa deve recorrer da decisão. “Semana passada, infelizmente, o Junior teve uma audiência em que a juíza negou o seu direito à fiança. Isso não quer dizer que é o fim da caminhada”, afirmou MacDowel. Ele explicou que o próximo passo será solicitar nova audiência, desta vez com outro magistrado. “A próxima etapa agora é recorrer, apresentar o caso a outro juiz, que vai determinar se ele realmente terá direito à fiança ou não”, disse.De acordo com o amigo, a prisão ocorreu após Junior Pena faltar a uma audiência obrigatória relacionada ao seu processo migratório. MacDowel afirmou que o influenciador já havia obtido aprovação em um pedido de perdão junto às autoridades americanas, mas a ausência na corte resultou na detenção. “O Junior estava com tudo aprovado, dentro da legalidade, mas, quando não vai à corte, eles prendem”, declarou. Morando nos Estados Unidos desde 2009, Junior Pena reúne mais de 480 mil seguidores no Instagram, onde produz conteúdos sobre imigração e o dia a dia de brasileiros no país. Ele também é apoiador declarado do presidente Donald Trump e já defendeu publicamente as políticas migratórias adotadas pelo governo republicano. Em postagens anteriores, o influenciador afirmou que as ações do ICE teriam como alvo apenas pessoas envolvidas em crimes. “Tem uma matéria que mostra o ICE pegando, tem até brasileiro no meio, mas é tudo bandido. Tudo bandido”, disse em um vídeo. Meses depois, em Dezembro, publicou conteúdo em tom crítico à atuação da agência, classificando determinadas abordagens como “desumanas”.Fonte Mundo ao Minuto Noticias.

 

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