CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Cientista brasileiro cria ressonância odontológica inédita sem radiação.

Equipamento em testes deve começar a ser utilizado no Brasil ainda este ano.

As máquinas de ressonância magnética, amplamente usadas na medicina, agora avançam para a odontologia com um equipamento desenvolvido exclusivamente para examinar a cavidade bucal. A tecnologia está em fase de testes e tem previsão de início de uso no Brasil ainda este ano, com a proposta de ampliar a precisão dos diagnósticos e reduzir riscos associados aos métodos tradicionais de imagem.O projeto é resultado de uma pesquisa liderada pelo cirurgião-dentista, pesquisador e professor brasileiro Rubens Spin-Neto, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Segundo ele, o objetivo é produzir imagens mais detalhadas e capazes de revelar alterações que nem sempre são identificadas nos exames convencionais. Além disso, o novo equipamento elimina totalmente a utilização de radiação ionizante, comum na maior parte dos procedimentos de imagem usados atualmente na odontologia.Hoje, exames como radiografias e tomografias dependem desse tipo de radiação, que, quando acumulada ao longo da vida, pode estar associada ao aumento do risco de câncer. Por isso, a ressonância magnética surge como uma alternativa que não apresenta esse tipo de exposição. Assim, o paciente pode realizar exames repetidos sem o impacto da radiação, o que modifica a rotina de acompanhamento clínico. Mais segurança Além de não utilizar radiação ionizante, a nova ressonância odontológica amplia a capacidade de análise das estruturas da boca. Enquanto os exames tradicionais mostram principalmente tecidos duros, como dentes e ossos, o equipamento permite visualizar com maior nitidez os tecidos moles, como gengivas, nervos e músculos. Dessa forma, o profissional passa a ter acesso a um conjunto mais completo de informações para avaliação clínica. Segundo Spin-Neto, muitos pacientes procuram atendimento por dor, cáries ou alterações ósseas. No entanto, em diversos casos, a origem do problema pode estar nos tecidos moles. Assim, a tecnologia se torna a primeira modalidade de imagem, dentro da odontologia, capaz de avaliar de forma detalhada tanto os tecidos mineralizados quanto os tecidos moles.Diagnóstico precoce Outro ponto destacado é a possibilidade de identificar alterações em estágios iniciais. Com isso, os profissionais conseguem reconhecer problemas antes que eles estejam avançados, o que influencia diretamente no planejamento do tratamento e no acompanhamento do paciente. Atualmente, o equipamento segue em fase de testes e validação técnica. A previsão é que sua utilização clínica no Brasil tenha início ainda este ano, após a conclusão das etapas regulatórias e de adaptação às rotinas dos serviços odontológicos. Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.Fonte Jornal Contexto Noticias GO.

Nenhum comentário:

Israel mata comandante iraniano ligado ao Estreito de Ormuz, diz jornal.

Alireza Tangsiri teria sido morto em ataque no sul do Irã, segundo imprensa israelense. Militar era apontado como responsável pela estratégi...