CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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sábado, 13 de junho de 2026

Homem morre ao cair do 14º andar em SP; visita deixou prédio após queda.

Josué da Cruz, de 44 anos, recebeu visita de homem desconhecido horas antes da tragédia; morte do homem foi confirmada ainda no local.

A Polícia Civil investiga a morte de um analista de 44 anos que caiu do 14º andar do edifício onde ele vivia na avenida Nagib Farah Maluf, na zona leste de São Paulo. Uma visita que a vítima recebeu horas antes deixou o apartamento quatro minutos depois da queda.Polícia Militar foi acionada por volta das 06h16 de hoje para atender uma ocorrência de morte após queda em um condomínio residencial. A vítima, identificada como Josué da Cruz, foi achada caída na área comum do edifício, vestindo apenas roupas íntimas. Ele morava no 14º andar. Morte de Josué foi confirmada ainda no local. Segundo o boletim de ocorrência, obtido pelo UOL, o morador havia recebido a visita de um homem —que não teve o nome divulgado— por volta de 0h45. A entrada do visitante foi autorizada pelo condômino através de aplicativo de mensagens, porém, a liberação não foi realizada porque o homem não tinha cadastro no edifício. Posteriormente, Josué autorizou a entrada da visita por interfone. Os PMs que atenderam a ocorrência informaram ter visto imagens das câmeras de segurança do condomínio que mostram a vítima recebendo o visitante e ambos no corredor do prédio em direção ao apartamento. A visita ficou por horas no apartamento do analista. Visitante deixou o imóvel às 06h20, conforme registro da portaria, quatro minutos após a queda de Josué. De acordo com o BO, é possível concluir inicialmente que o indivíduo estava no interior do imóvel no momento da queda do morador. Imóvel da vítima foi achado revirado e desorganizado. A princípio, não havia sinais claros de luta corporal no espaço, informou uma autoridade policial que fez diligência no espaço após a morte. O celular da vítima foi achado sobre o colchão de um cômodo e recolhido pela perícia técnica. A porta da cozinha estava trancada pelo lado interno, com a chave na fechadura, apontou o registro policial. Vizinhos do analista disseram ter ouvido um forte barulho em razão da queda da vítima. No lado interno do apartamento, conforme os moradores, o visitante teria dito que Josué "teria se jogado". O visitante não foi localizado pela polícia até o momento.Amigo de Josué disse à polícia que o analista não tinha um relacionamento amoroso fixo no momento. Ele contou ter ficado na companhia do analista até por volta das 19h de ontem e, depois, deixou o local para ir até outros compromissos que havia marcado anteriormente. O morador havia comentado com o amigo que receberia um homem na residência. O caso foi registrado como morte suspeita no 63ºDP (Vila Jacuí). No BO foi apontado que há dúvida razoável quanto a ser um suicídio. A reportagem tenta contato com a SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo). O texto será atualizado tão logo haja manifestação. Procure ajuda Se você estiver tendo pensamentos suicidas, procure ajuda especializada. O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional e prevenção ao suicídio gratuitamente, 24 horas por dia, pelo telefone 188. Também há atendimento por chat, e-mail e presencialmente. Outra opção é procurar um Caps (Centro de Atenção Psicossocial) na sua cidade. Há ainda o Pode Falar, canal criado pelo Unicef para jovens de 13 a 24 anos, com atendimento anônimo e gratuito.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.

MPF aciona Justiça para que Hospital Albert Einstein atenda lei de cotas na residência médica.

O pedido inclui a abertura de editais complementares no processo seletivo de 2026, com reserva de vagas para pessoas com deficiência, negros, indígenas, quilombolas e pessoas trans.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública para obrigar o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a implementar a política de cotas em seus programas de residência médica. O pedido inclui a abertura de editais complementares no processo seletivo de 2026, com reserva de vagas para pessoas com deficiência, negros, indígenas, quilombolas e pessoas trans.A reportagem pediu manifestação do hospital sobre a ação movida pela Procuradoria. O espaço está aberto. A procuradora da República Ana Letícia Absy, que subscreve a ação, afirma que o Einstein recebe benefícios públicos indiretos por meio de imunidades tributárias federais. Segundo o MPF, o hospital possui certificação de entidade beneficente e atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de programas de apoio à rede pública, o que garante isenção de contribuições federais destinadas à seguridade social. "Tal fato afasta qualquer alegação de que seus programas de residência médica seriam atos de gestão puramente privados ou imunes ao controle estatal", afirma o documento. Segundo a ação, no processo seletivo de 2026, o Hospital Albert Einstein deixou de reservar vagas para grupos minoritários e vulnerabilizados, em desacordo com as normas do Ministério da Saúde. O MPF sustenta que, ao receber benefícios fiscais e atuar em programas financiados com recursos públicos, o hospital assume obrigações relacionadas à promoção da igualdade e da redução de desigualdades históricas. "Trata-se, portanto, de um duplo reconhecimento estatal que não apenas qualifica a atuação da instituição no campo da saúde e da educação, mas também lhe impõe deveres específicos de alinhamento às políticas públicas e aos objetivos constitucionais voltados à promoção de direitos fundamentais. O gozo de benefícios fiscais e a utilização de recursos públicos conferem à entidade obrigações positivas correlatas, que incluem a adoção de medidas concretas voltadas à promoção da igualdade material e à redução de desigualdades históricas", afirma a Procuradoria. Dados do estudo "Demografia Médica no Brasil 2023", coordenado pela Faculdade de Medicina da USP em parceria com a Associação Médica Brasileira, mostram que pessoas negras ocupam 27,5% das vagas de residência médica no país, apesar de representarem a maioria da população. Em contrapartida, 70,1% dos médicos residentes se declaram brancos. A ação foi distribuída para a 8ª Vara Cível Federal de São Paulo.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.


Pai de Henry Borel pede anulação de julgamento de Monique Medeiros.

 

Juíza concedeu perdão judicial a mãe do menino, morto em 2021.

O pai do menino Henry Borel, Leniel Borel, entrou nesta segunda-feira (8) com recurso pedindo a anulação do julgamento que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, mãe da criança.No último dia  4 de Junho, a juíza Elizabeth Louro, que presidiu o julgamento, concedeu o perdão judicial a Monique Medeiros. O júri havia decidido desclassificar a acusação de homicídio intencional para homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) e condená-la pelo crime de tortura por omissão.  Ao aplicar o perdão judicial, a juíza justificou que Monique já sofreu um castigo severo, o suficiente. A magistrada criticou a “reação desproporcional da sociedade, classificando-a como discriminatória e fruto de uma cultura que exige que a mulher seja uma mãe perfeita”. Monique foi sentenciada a 1 ano e 4 meses de detenção pelo crime de tortura e como já vinha cumprindo prisão preventiva, a pena foi considerada encerrada. A defesa de Leniel Borel argumenta que "os jurados já haviam reconhecido a materialidade e a autoria atribuídas a Monique, bem como rejeitado a tese absolutória apresentada pela defesa". "Contudo, na sequência da votação, foram submetidos a novos quesitos cujas respostas se mostraram incompatíveis com as conclusões anteriormente alcançadas pelo próprio Conselho de Sentença, gerando contradição interna no veredicto e comprometendo a correta interpretação da vontade soberana dos jurados”, destaca o advogado Cristiano da Rocha Medina, que representa Leniel Borel. Segundo o recurso, o perdão judicial "impede a identificação inequívoca da real manifestação do Conselho de Sentença". A defesa requer a anulação do julgamento e a realização de novo júri. “O respeito à soberania dos veredictos pressupõe que a vontade dos jurados seja manifestada de forma clara, coerente e livre de contradições. Quando há dúvida objetiva sobre o alcance das respostas fornecidas pelo Conselho de Sentença, impõe-se a realização de novo julgamento para que a decisão reflita, de maneira inequívoca, a vontade dos jurados”, conclui. De acordo com o promotor de Justiça, Fábio Vieira, que atuou no júri, o Ministério Público recorreu da decisão, “uma vez que, em uma primeira quesitação, Monique foi considerada responsável pela morte dolosa de Henry. Assim, entendemos que ela também deveria ter sido condenada pelo homicídio doloso”. Defesa de Jairinho O ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pela morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, ocorrida em 8 Março de 2021.  A defesa de Jairinho também apresentou recurso nesta segunda-feira (8) contra a condenação. Os advogados alegam parcialidade da juíza Elizabeth Machado Louro. Segundo os advogados, a questão vem sendo levantada desde o início do processo e ganhou força após críticas feitas pelo Ministério Público e pela assistência de acusação em relação ao perdão judicial para Monique Medeiros.A defesa sustenta que, “caso a Justiça reconheça vícios capazes de anular o julgamento de Monique Medeiros, o mesmo entendimento deve ser aplicado a Jairinho”. Os advogados afirmam que um eventual novo júri deveria ocorrer sem as supostas nulidades apontadas ao longo da tramitação do processo. Defesa de Monique Os advogados que atuam na defesa de Monique ressaltaram que “o Tribunal do Júri constitui uma das mais importantes garantias constitucionais do Estado Democrático de Direito, sendo a soberania dos veredictos um princípio expressamente assegurado pela Constituição da República de 1988”. Em nota, eles avaliam que o julgamento foi pautado pela análise das provas produzidas na instrução processual, dentro das regras que regem o procedimento do júri popular.  Ao longo de todo o processo, a defesa de Monique sustentou que “ela não praticou qualquer agressão contra seu filho e que seu maior erro foi não conseguir perceber, a tempo, a violência que ela e seu filho sofriam. A morte de Henry representa uma tragédia irreparável para todos os envolvidos neste caso”.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.


Procuradoria investiga prefeituras de AL por uso de verba da educação em arena de vaquejada.

 

Arnaldo Higino, que comanda politicamente as cidades, já foi alvo de investigações que envolvem desvio de água e de verba federal de escola e da saúde. Procurados desde 12 de Maio, Arnaldo, Teo e Suzy Higino não respondem.

O Ministério Público Federal em Alagoas abriu um procedimento para investigar o uso de dinheiro da educação para o pagamento de agrotóxicos, peças de tratores e reforma de uma arena de vaquejada por parte de duas prefeituras de Alagoas, Campo Grande e Olho D'Água Grande, comandadas pela mesma família.O caso foi revelado no último dia 1º pela Folha de S.Paulo, após cruzar extratos do Fundeb, mais de 30 notas fiscais e visitar as duas cidades. O procedimento foi instaurado na quarta (3) no 10º Ofício da Procuradoria da República em Alagoas, órgão com atribuição criminal. Os desvios identificados pela reportagem, que somam cerca de R$ 6 milhões, ainda incluem gastos de manutenção de carros particulares para construtoras, sem que haja obras de educação, e gastos vultosos para transporte escolar. Nas cidades, no entanto, ônibus circulam em situação precária, escolas sofrem infraestrutura deficiente e professores recebem remuneração 50% abaixo do piso nacional. O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da educação básica. Inclui verbas de impostos estaduais e municipais, acrescidas de complementação federal -por envolver dinheiro da União, a Procuradoria também atua nesses casos. A família do político Arnaldo Higino controla os dois municípios. O sobrinho Teo Higino (PSB) é prefeito pelo segundo mandato de Campo Grande, e a mulher de Arnaldo, Suzy Higino (PP), governa Olho D'Água Grande também pelo segundo mandato. Todos foram procurados na tarde de quarta-feira, mas não responderam. A reportagem esteve nas prefeituras e pede, repetidamente, esclarecimentos desde 12 de Maio. O pai de Arnaldo, Evânio Higino, dá nome a uma arena de vaquejada, privada, que fica na entrada de uma das fazendas do grupo, em Campo Grande. Evânio Higino também é o nome de uma escola municipal que adiou o início do ano letivo por falta de carteiras. Enquanto a quadra da escola Evânio Higino está interditada há pelo menos dois anos, com telhado destruído, o Parque de Vaquejada Evânio Higino, de propriedade da família, recebeu cobertura nova na arquibancada neste ano.As melhorias para a vaquejada foram custeadas com dinheiro do Fundeb das duas cidades. A obra terminou em março, a tempo de receber uma competição, que deu R$ 380 mil em prêmios. Outros membros da família Higino ocupam cargos nas duas cidades. Greicy Higino, sobrinha de Arnaldo e irmã de Teo, é secretária de Educação de Campo Grande. A mulher de Teo, Mara Higino, é vice-prefeita em Olho D'Água Grande. Arnaldo Higino foi eleito prefeito de Campo Grande pela primeira vez em 1992 e, desde 2005, deixa o cargo apenas para parentes assumirem. Ele já é alvo de várias investigações. Em 2017, foi preso em flagrante ao receber propina de R$ 11 mil de uma pessoa, também investigada, que esquentava notas fiscais para lavar o desvio de dinheiro público. Naquela investigação, os desvios detectados também envolviam recursos da educação, relacionados a merenda escolar e ao PDDE (Programa de Dinheiro Direto na Escola), além de outras rubricas. Um outro parente dele, Miguel Higino -que foi prefeito de Campo Grande entre 2013 e 2016- também foi investigado e preso. A Folha de S.Paulo não conseguiu contato com Miguel. Em 2011, Arnaldo Higino foi denunciado pelo Ministério Público de Alagoas sob acusação de ter desviado água da rede de abastecimento da cidade para beneficiar uma de suas fazendas. O "gato" de Arnaldo provocava falta de água em três povoados: Cabaças, Traíras e Capim.Ele também já foi investigado sob suspeita de compra de votos e desvios de dinheiro da área de saúde. Nessa última ação, de 2019, foi condenado e fez um acordo para ressarcir, de forma parcelada, R$ 429 mil aos cofres públicos. Arnaldo chegou a conseguir votos para se reeleger em 2020, pelo PP, mas a Justiça Eleitoral impugnou a candidatura por causa da condenação por improbidade e suspensão de direitos políticos. Foi na eleição suplementar que o sobrinho Teo Higino chegou ao cargo. O ex-prefeito declarou, naquele pleito, ter R$ 874 mil em bens, a maior parte em propriedades. Ele chegou a migrar de partido, do PP para o PSB em 2024, mas sua filiação está suspensa por causa da perda de direitos políticos decorrente de condenação. Ele também transferiu seu domicílio eleitoral para a cidade vizinha de Porto Real do Colégio. Relatos colhidos na cidade indicam que ele pretende estender sua influência além das cidades que já controla.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Mãe de Virginia Fonseca estreia como coach e cobra R$ 80 mil por palestra.

Margareth Serrão fala sobre educação dos filhos, construção de trajetórias de sucesso e compartilha experiências pessoais. Ela cita a ex-namorada de Vini Jr. e William Gusmão como exemplos de sucesso e defende a autonomia dos jovens desde cedo.

Após ganhar visibilidade nas redes sociais e em participações frequentes na televisão ao lado da filha, Virginia Fonseca, Margareth Serrão, 60, passou a investir em uma nova frente profissional. No último fim de semana, ela realizou sua primeira palestra durante o evento Somos Elas, voltado ao empreendedorismo feminino, em Porto Seguro (BA).Mãe da segunda brasileira com maior numero de seguidores no Instagram com 56,9 milhões (Anitta lidera com 61,3 milhões), Margareth falou sobre educação dos filhos e construção de trajetórias de sucesso. Ao compartilhar experiências pessoais, usou a trajetória da influenciadora como exemplo de independência e realização profissional. Durante a apresentação, ela defendeu que pais incentivem a autonomia dos filhos. "Tem que dar a base para o seu filho poder voar. Se você o prende numa gaiola, ele vai viver sempre debaixo das suas asas", afirmou. A estreia como palestrante também marcou sua entrada em um novo mercado. Segundo informações divulgadas nas redes sociais, o cachê para uma palestra de cerca de uma hora gira em torno de R$ 80 mil. Além de Virginia, 27, que construiu uma carreira como influenciadora e empresária, Margareth também destacou a criação do filho William Gusmão, 37, empresário e figura conhecida entre os seguidores da família nas redes sociais. Após o evento, ela comemorou a experiência em uma publicação direcionada ao público feminino. Na mensagem, afirmou que mulheres devem ocupar os espaços que desejarem e reconhecer suas próprias conquistas. "Lugar de mulher é onde ela quiser estar", escreveu.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Tiago Leifert rebate acusações de machismo: 'Precisam me machucar'

Apresentador reage após vídeo viral comparar comentários feitos por ele sobre Neymar e Marta em momentos distintos. Ele nega tratamento diferente entre os atletas e afirmou que o futebol feminino deve receber o mesmo nível de cobrança aplicado ao masculino.

Tiago Leifert usou uma transmissão ao vivo nesta segunda-feira (8) para responder às acusações de machismo que passaram a circular nas redes sociais nos últimos dias. A reação veio após a divulgação de um vídeo que reúne comentários feitos pelo apresentador sobre Neymar e Marta em momentos distintos.A montagem contrapõe uma análise de Leifert sobre a expulsão de Marta durante os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, a declarações mais recentes em defesa de Neymar. O vídeo ganhou repercussão após ser compartilhado por um internauta, que apontou uma suposta diferença de tratamento entre os dois atletas. Na live, o narrador do SBT rejeitou a interpretação e afirmou que os contextos das falas eram completamente diferentes. Segundo ele, uma crítica relacionada a uma expulsão em campo não pode ser comparada a uma discussão sobre convocação para a seleção brasileira. "É um jogo sujo e eles precisam de algum jeito me machucar, mostrar que o machista sou eu e não eles", disse ele que estará na equipe de transmissão da emissora dos jogos da Copa do Mundo 2026. Leifert continuou: "Eles pegaram uma expulsão da Marta nas Olimpíadas de 2024. Uma expulsão boba e compararam com a convocação do Neymar. O que tem a ver? A expulsão da Marta com a convocação do Neymar? Acertou quem disse nada", reclamou. O apresentador também afirmou que o futebol feminino deve ser tratado com o mesmo nível de exigência aplicado ao masculino. Para ele, atletas de elite precisam estar sujeitos às mesmas cobranças independentemente do gênero. "Imagina ter que explicar que uma expulsão em um jogo não tem nada a ver com uma convocação. Aqui tratamos futebol feminino como o topo, como a elite. Futebol feminino não está abaixo do futebol masculino", declarou. Ao longo da transmissão, o apresentador voltou a defender a importância de Marta para a seleção brasileira e afirmou que considera indispensável a presença da atacante na Copa do Mundo feminina de 2027, que será disputada no Brasil. "A Marta tem que ir de qualquer jeito. Mesmo se ela só puder jogar a final, tem que ser convocada", afirmou. "Essa live vai defender a convocação da Marta." A exibição do vídeo provocou debates nas redes sociais sobre a forma como atletas homens e mulheres são avaliados pela imprensa esportiva. Leifert, porém, sustenta que suas análises seguiram critérios técnicos e que não houve distinção motivada por gênero.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.


Médicos detalham caso após filho de Sthefany Brito golfar sangue.

Atriz relatou nas redes sociais susto após o bebê recém-nascido golfar sangue.

Sthefany Brito levou um grande susto após amamentar o filho recém-nascido e acabou fazendo um desabafo nas redes sociais. A atriz contou que foi para um hospital após o bebê golfar sangue e descobriu que o problema estava relacionado a uma condição pouco conhecida. Apesar do sangue aparecer no vômito da criança, em alguns casos, a origem  pode estar relacionada com a própria mãe.Em entrevista para colunista Fábia Oliveira, a pediatra Renata Castro detalhou que, muitas vezes, o bebê acaba ingerindo sangue materno. “Existem situações que exigem atenção imediata, mas também há casos em que o recém-nascido acaba ingerindo sangue materno durante a amamentação, principalmente quando a mãe apresenta fissuras, rachaduras ou pequenos sangramentos nos mamilos.” Segundo a especialista, nos primeiros dias e semanas após o parto, é relativamente comum que mulheres enfrentem dificuldades na amamentação, incluindo lesões que podem sangrar sem que a mãe perceba. “O sangue ingerido pode se misturar ao leite e aparecer posteriormente no vômito ou nas regurgitações do bebê”, disse. Ainda segundo a colunista, a obstetra Lívia Del Monaco destacou que as alterações mamárias durante o puerpério podem surpreender mulheres. “Muitas mães nunca ouviram falar dessa possibilidade. Quando existe fissura mamilar, pequenos vasos sanguíneos podem se romper durante a sucção, fazendo com que o sangue seja ingerido pelo recém-nascido. A situação costuma gerar grande angústia porque o aspecto visual é muito impactante”, afirmou. De qualquer forma, as especialistas indicam que todo e qualquer sangue no vômito ou no golfo requer a avaliação médica e os pais devem procurar um centro de saúde para avaliar a criança.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova criação de 'Orçamento Criança' para detalhar recursos da primeira infância.

Proposta ainda precisa ser analisada pelo Plenário, antes de seguir ao Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 174/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que torna obrigatória a inclusão de quadros específicos no orçamento público para detalhar os recursos destinados à primeira infância (crianças de zero a seis anos). O relator na CCJ, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), considerou o texto constitucional especialmente por três aspectos previstos na Constituição Federal: Proteção integral à criança: “o projeto reforça o dever constitucional do Estado de assegurar, com absoluta prioridade, os direitos das crianças à saúde, à educação e à assistência social”, afirma Ayres;  Transparência e controle social: a partir da criação de quadros orçamentários específicos, a proposta “aprofunda o princípio da publicidade e da transparência na gestão fiscal”; e  Planejamento orçamentário: segundo o relator, “a lei orçamentária deve refletir as prioridades do Estado, tornando explícita a alocação de recursos para políticas de primeira infância”. A proposta altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para criar dois novos instrumentos de transparência: proposta - anexa à Lei Orçamentária Anual (LOA); e execução - anexa ao Relatório Resumido da Execução Orçamentária. De acordo com o projeto, os quadros deverão discriminar as despesas em educação, saúde, assistência social e ações intersetoriais que tenham como beneficiárias diretas crianças de até seis anos e suas famílias. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Plenário, antes de seguir ao Senado. Reportagem – Paula Bittar Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova criação de certificado de sustentabilidade para produtos da Amazônia.

Proposta segue para análise do Senado, a menos que haja recurso em contrário.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana proposta que cria um certificado de sustentabilidade para produtos da biodiversidade da Amazônia protegidos por indicação geográfica – indicação de procedência (IP) ou a denominação de origem (DO). A solicitação do certificado de sustentabilidade pelo detentor da indicação geográfica será voluntária. O relator na CCJ, deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei 143/21, de autoria do ex-deputado Eduardo Costa (PA).  O projeto tramitou em caráter conclusivo e, por isso, poderá seguir diretamente para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara. De acordo com o texto aprovado, o certificado será concedido e fiscalizado pelos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama). Esses órgãos poderão, por convênio ou contrato, credenciar órgãos públicos e organizações privadas para concederem e fiscalizarem o certificado. Segundo a Lei de Propriedade Industrial, a indicação geográfica pode estar relacionada à indicação de procedência ou à denominação de origem e é obtida a partir do registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O selo IP certifica um produto de uma região que se tenha notabilizado como centro de produção de um determinado produto ou como prestadora de determinado serviço. Já o selo DO está relacionado a produto ou serviço cujas qualidades ou características dependem exclusiva ou essencialmente do meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos. No INPI estão registradas quatro indicações de origem de produtos da Amazônia: a farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul, os peixes ornamentais do Rio Negro, o guaraná de Maués e o cacau de Tomé-Açu. Reportagem – Paula Bittar Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova atendimento especializado para idosos em hospitais de grande porte.

Projeto de lei prossegue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga hospitais com mais de 100 leitos para adultos a criarem programas de atendimento especializado para idosos. O texto prevê ainda a reserva de 10% dos leitos para alas geriátricas ou unidades específicas de cuidado. O relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), fez ajustes no projeto original – Projeto de Lei 868/24, do deputado Daniel Agrobom (PSD-GO) – para garantir a viabilidade prática da futura lei. Resende reduziu a reserva obrigatória de leitos de 20% para 10% e permitiu que a equipe seja formada por profissionais capacitados na área, em vez de exigir apenas especialistas com pós-graduação. Segundo o relator, a escassez de médicos geriatras no País e sua concentração em certas regiões tornariam a proposta original difícil de aplicar em todo o território nacional. "A adoção de conceito mais abrangente, que contemple a capacitação em geriatria e gerontologia, revela-se mais adequada e compatível com a lógica de equipes multiprofissionais", disse. Geraldo Resende afirmou que as mudanças contribuem para uma maior qualidade de vida dos pacientes. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Após a aprovação final e publicação da futura lei, os hospitais terão o prazo de 360 dias para se adaptarem às novas exigências. Reportagem – Murilo Souza Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova regras para uniformes e veda vestimentas que violem a dignidade do empregado.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) para garantir que os padrões de uniforme respeitem a dignidade, a integridade e a liberdade do trabalhador. De acordo com o texto aprovado, os parâmetros estéticos dos uniformes deverão ser proporcionais à finalidade da atividade exercida. A proposta proíbe expressamente a diferenciação estética com objetivos meramente econômicos e veda a imposição de roupas que causem riscos ergonômicos, físicos ou ambientais sem necessidade técnica. O texto aprovado é uma nova versão (substitutivo) do Projeto de Lei 230/26, elaborada pela relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA). A proposta original, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), proibia qualquer uniforme que expusesse o corpo de forma indevida ou que fosse incompatível com a natureza do trabalho. Também determinava que as normas internas das empresas sobre uniformes deveriam observar critérios como conforto e respeito à diversidade corporal. Autonomia Rogéria Santos optou por uma redação que preserva a autonomia das empresas na gestão da força de trabalho. “A finalidade deve ser a de vedar que o empregador exija dos empregados o uso de vestimentas incompatíveis com a finalidade da atividade, e não aprovar uma legislação moralizante que imponha uma visão específica da sociedade.” Apesar das mudanças, a relatora manteve o objetivo de evitar a objetificação dos trabalhadores. “Não é admissível que o empregador simplesmente exija de seus colaboradores que façam uso de vestimentas que permitam a sua sexualização”, disse Rogéria Santos. Atualmente, a CLT define que cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta dos empregados, sendo permitida a inclusão no uniforme de logomarcas da própria empresa ou de empresas parceiras e de outros itens de identificação relacionados à atividade desempenhada. Próximos passos A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e, depois, ser sancionada pela presidência da República. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Tabata Amaral pede sugestões a projeto contra a misoginia em debate em São Paulo.

Texto amplia punições para crimes praticados na internet e deve ser votado antes do recesso parlamentar.

A coordenadora do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de criminalização da misoginia (PL 896/2023), deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou em São Paulo as mudanças já sugeridas para a proposta e pediu que as participantes do encontro continuem enviando sugestões. A parlamentar espera que o texto seja votado pela Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar de Julho. Tabata Amaral apresentou o projeto durante evento do programa Câmara pelo Brasil. No último dia 10, ela divulgou a versão que propõe para o texto aprovado pelo Senado. A versão final deverá ser entregue ao grupo de trabalho no próximo dia 16 para discussão e votação. O texto aprovado pelo Senado equipara a misoginia ao racismo. Com isso, o crime passa a ser inafiançável e imprescritível. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de reclusão para crimes cometidos contra mulheres em razão do gênero. Discursos de ódio Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet. “Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse. Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.Mudança cultural A procuradora do Ministério Público de São Paulo Fabíola Sucasa, que participou do debate, defendeu a criminalização da misoginia. Ela afirmou, porém, que a punição sozinha não resolve o problema e que a proposta deve contribuir para uma mudança cultural. “A punição é necessária, mas não é a única solução, ela faz parte de um dos pilares de enfrentamento à violência contra as mulheres. Por isso, é muito importante que a consciência coletiva abrace a necessidade de repelir qualquer forma de discriminação e violência contra as mulheres”, afirmou. A filósofa Djamila Ribeiro também afirmou que o ódio contra mulheres ainda está presente na sociedade brasileira. Segundo ela, o debate público ajuda a construir mecanismos de proteção e enfrentamento dessa realidade. “Eu acho muito importante quando a população consegue participar dessas conversas, porque se constrói coletivamente um instrumento que é de fundamental importância para proteção das mulheres. A gente vive em um país, infelizmente, com muito ódio às mulheres que ousam sair desse lugar que é imposto pelo patriarcado”, disse.Reportagem - Maria Neves Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias





CÂMARA DOS DEPUTADOS Relator de proposta que atualiza o Simples Nacional defende medidas compensatórias pelo fim da escala 6x1.

Em evento em São Paulo, deputado propõe isenção da contribuição previdenciária patronal por dois anos.

O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), relator da proposta que atualiza os limites de faturamento das empresas que estão no Simples Nacional, sugeriu a isenção de contribuição previdenciária patronal por dois anos para compensar empresas que precisarem contratar mais funcionários por causa do fim da escala 6x1. O deputado participou de seminário em São Paulo promovido pela comissão especial que analisa a correção no Simples Nacional (PLP 108/21) e pelo programa Câmara pelo Brasil. Várias entidades empresariais presentes pediram a correção imediata dos tetos de faturamento para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples, sem ajuste há dez anos. Eles lembraram que a Constituição determina um tratamento diferenciado para pequenas empresas e que, portanto, isso não poderia ser considerado renúncia fiscal. Nesta semana, o Ministério da Fazenda informou que a correção dos limites do Simples custará R$ 50 bilhões por ano em perda de arrecadação. Mas Jorge Goetten discorda. “Não é correção, é atualização. Nós temos que mudar a nossa narrativa. Não tem impacto. Quem tem que fazer, se tem impacto, é a equipe econômica que faça. Porque no nosso entendimento não tem impacto, tem é justiça”, disse. O deputado ressaltou que a proposta aprovada na Câmara que acaba com a escala de trabalho 6x1 (PEC 221/19) prevê medidas de mitigação dos impactos da mudança para os pequenos empresários. Segundo ele, a correção dos limites também pode ser enquadrada como uma dessas medidas, assim como a isenção da contribuição previdenciária. Outra reivindicação é a possibilidade de o MEI contratar mais de um empregado. Uma das sugestões, segundo o deputado, é definir o reajuste automático dos limites pelo IPCA. Novos limites Já aprovado pelo Senado, o PLP 108/21 aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. Segundo o relator, a correção pelo IPCA indicaria hoje R$ 134 mil. Para as microempresas, sairia de R$ 360 mil para R$ 800 mil; e, para as pequenas empresas, de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões. O deputado informou ainda que as conversas com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicam que a votação da proposta pode ocorrer na segunda semana de Julho. O secretário de Projetos Estratégicos de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, destacou que as empresas do Simples são consideradas bons contribuintes pela própria Receita. “Esse é um estudo que a Receita fez, mas que botou escondido na gaveta. E aqui mostra a pontualidade no recolhimento dos tributos e no acolhimento das normas”, disse. Os empresários também pediram a correção do limite do microcrédito para os MEIs que estaria em R$ 21 mil desde 2019. Reportagem – Silvia Mugnatto Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta que reconhece certificação de bombeiro mergulhador.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2734/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), que reconhece em todo o país a certificação de bombeiro mergulhador expedida pelos Corpos de Bombeiros Militares. O texto permite o uso dessa formação em atividades civis de mergulho profissional, públicas ou privadas. A proposta estabelece que a certificação terá validade legal em todo o território nacional. Ela valerá para o exercício de atividades de mergulho profissional, desde que sejam observadas as normas técnicas e de segurança previstas na legislação vigente e pelas entidades civis competentes. O texto também condiciona o reconhecimento à apresentação do certificado de conclusão do curso, da grade curricular e do registro de conclusão publicado em boletim interno da corporação. Além disso, o projeto determina que o certificado contenha, no mínimo: identificação do militar e do curso; carga horária; conteúdo programático; data de realização e aprovação; e assinatura da autoridade militar responsável. Pelo texto, o bombeiro mergulhador militar certificado poderá pedir o registro junto às entidades certificadoras profissionais. Essas entidades deverão aceitar a equivalência da formação, salvo exigência de complementação curricular, conforme normas específicas do setor. Formação rigorosa Sargento Portugal afirmou que a formação nos Corpos de Bombeiros Militares é rigorosa e, muitas vezes, tem exigência superior à de cursos civis equivalentes. Segundo ele, a proposta busca corrigir uma lacuna legal. O deputado diz que o objetivo é permitir que a experiência técnica desses profissionais seja aproveitada também no setor privado. Para o relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), a proposta impacta positivamente o moral da tropa, reforça a atratividade da carreira militar e contribui para a estabilidade institucional das corporações ao assegurar uma “porta de saída” estruturada e previsível. "A padronização mínima de formação e a valorização das competências adquiridas no serviço militar dialogam diretamente com os objetivos da Política Nacional de Defesa e da Estratégia Nacional de Defesa", disse. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova incentivo fiscal para startups inovadoras.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar 236/24, que concede isenção do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) às startups que reinvestirem seus lucros em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica. A isenção recairá sobre o valor do lucro reinvestido. Pelo texto, as atividades terão de ser certificadas por instituição credenciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera a Lei Complementar 182/21, que institui o marco legal das startups. Para o relator, deputado Duda Ramos (Pode-RR), o incentivo ao reinvestimento em pesquisa e desenvolvimento pode ampliar a capacidade competitiva das startups, favorecer a geração de empregos qualificados e estimular a difusão tecnológica. Região Norte A comissão aprovou mudança no texto feita por Ramos. Para as startups na Região Norte, o valor do lucro reinvestido será computado com acréscimo percentual, a ser estabelecido em regulamento, para o cálculo da isenção. "Há necessidade de compensar desvantagens estruturais enfrentadas por empreendimentos inovadores instalados na Região Norte, especialmente em razão dos maiores custos que suportam e das dificuldades que enfrentam no acesso a mercados e a centros de pesquisa", afirmou Ramos. Segundo ele, o tratamento diferenciado contribui para estimular a descentralização geográfica do ecossistema nacional de inovação. Próximos passos A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, e também pelo Plenário.  Para virar lei, tem que ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proibição de leilão e penhora de espaços culturais tombados.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 66/2026, do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que proíbe a penhora, o leilão e outras formas de expropriação de imóveis indispensáveis à preservação de bens tombados ou de patrimônios culturais imateriais reconhecidos pelo poder público. A vedação vale sempre que o ato puder: comprometer a continuidade, a integridade ou a autenticidade do bem cultural; alterar o uso do espaço de forma incompatível com sua função cultural; e descaracterizar social, simbólica, econômica ou funcionalmente a prática protegida. A regra vale para execuções fiscais, trabalhistas, cíveis ou administrativas, contra entes públicos ou privados. O projeto busca proteger o chamado "espaço cultural essencial", o imóvel público ou privado com função indispensável para a manutenção desses bens tombados. Se já houver processo judicial ou administrativo de penhora ou leilão sobre um desses bens, o juiz ou a autoridade competente é obrigado a suspender a ação de forma imediata. A medida pode ser determinada de ofício ou a pedido do Ministério Público, do órgão de proteção ao patrimônio cultural ou de entidade representativa da comunidade envolvida. A suspensão não impede a apuração da dívida. O projeto determina que sejam priorizadas soluções alternativas, como negociação, parcelamento ou compensação. Qualquer decisão que afaste a suspensão deverá ser expressamente fundamentada, sob pena de nulidade. Exceções O projeto admite exceções à proibição, porém somente se forem cumpridos cumulativamente os seguintes requisitos: parecer técnico favorável do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou de órgão cultural competente; estudo de impacto cultural, social e econômico, com participação da comunidade; autorização expressa do Poder Legislativo correspondente — Congresso Nacional, Assembleia Legislativa, Câmara Legislativa ou Câmara Municipal —, conforme o nível de reconhecimento do bem. O estudo de impacto cultural deverá avaliar a historicidade da prática, os vínculos sociais e identitários com o espaço, a possibilidade real de continuidade em outro local e os impactos sobre trabalho e renda. A ausência de qualquer requisito torna o ato nulo. Alternativas à expropriação O poder público deverá priorizar saídas que preservem o espaço cultural, como a renegociação de dívidas, a transferência da gestão do imóvel para associações ou cooperativas da comunidade e a celebração de convênios ou parcerias voltadas à sustentabilidade do bem protegido. Lindbergh Farias citou a ameaça de leilão do imóvel da Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro — sede do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, reconhecido por lei federal como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil —, como exemplo do problema que o projeto busca resolver.Para a relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) o projeto assegura, na prática, a continuidade das manifestações culturais. "A eventual alienação ou descaracterização desses espaços não representa apenas uma mudança de titularidade patrimonial, mas pode implicar a ruptura de vínculos históricos, sociais e simbólicos que sustentam determinadas práticas culturais", disse. Sâmia Bomfim afirmou que as alternativas propostas pelo projeto, como a renegociação de dívidas, a gestão compartilhada e a celebração de parcerias, oferecem uma perspectiva equilibrada entre a proteção do patrimônio cultural e a viabilidade econômica dos espaços envolvidos, buscando o diálogo e o consenso. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


sexta-feira, 12 de junho de 2026

Israel ignora advertências de Trump e mata 14 em novo ataque no sul do Líbano.

Ministro da Defesa israelense afirma que operações contra Hezbollah continuarão no território libanês. Tel Aviv realizou quase 3.500 ataques aéreos no país vizinho desde cessar-fogo em abril, diz balanço do governo.

Ataques de Israel no sul do Líbano deixaram ao menos 14 mortos nesta segunda-feira (8), segundo o Ministério da Saúde libanês. Os bombardeios ocorreram após Tel Aviv afirmar que continuará realizando operações contra o Hezbollah apesar das advertências do Irã e do próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.Entre os mortos na ofensiva na cidade de Zifta, no distrito de Nabatieh, estão uma mulher e uma criança síria, de acordo com autoridades libanesas. O Hezbollah afirmou ter atacado tropas israelenses em território libanês, mas não reivindicou ações dentro de Israel. Também nesta segunda, um carro foi atingido por um bombardeio em Tiro, principal cidade do sul do país. A agência estatal libanesa NNA atribuiu o ataque a Israel e informou que um míssil atingiu o veículo nas proximidades de um prédio da Cruz Vermelha Libanesa. A organização afirmou que quatro paramédicos ficaram feridos por estilhaços de vidro. Os episódios ocorreram após Israel e Irã anunciarem o encerramento de uma rodada de ataques mútuos que quase enterrou o cessar-fogo e reacendeu o risco de uma retomada do conflito em larga escala no Oriente Médio. Teerã advertiu que poderá retomar as ofensivas caso Israel mantenha sua campanha militar em território libanês, mas autoridades do Estado judeu indicaram que não pretendem alterar sua estratégia. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que as Forças Armadas seguirão atuando contra o Hezbollah no Líbano. Pouco depois da declaração, o Exército israelense emitiu um alerta de retirada para uma área de Tiro. Katz afirmou ainda que os subúrbios de Beirute, reduto do Hezbollah, serão alvo de retaliações a cada ataque lançado contra o norte de Israel. "Rejeitamos categoricamente as ameaças do Irã. Qualquer tentativa iraniana de vincular Líbano e Irã e atacar Israel será enfrentada com grande força, como aconteceu ontem [domingo]", afirmou. Israel bombardeou redutos do Hezbollah em Beirute durante o fim de semana. Teerã retaliou, lançando um ataque com mísseis contra Israel. A suspensão dos ataques diretos foi anunciada nesta segunda após pressão pública de Trump para que os dois países interrompessem as hostilidades.Teerã sustenta que qualquer solução para o conflito regional deve incluir o Líbano. A trégua reduziu significativamente os bombardeios, mas não encerrou os confrontos. Israel nunca interrompeu sua campanha militar no país. O governo do Líbano divulgou um balanço em que diz que o Exército israelense realizou 3.491 ataques aéreos e 407 demolições desde a entrada em vigor da trégua mediada pelos EUA, em 17 de Abril. Mais de 1 milhão de pessoas, cerca de um quinto da população libanesa, foram deslocadas desde o início da guerra.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Terremoto em Cuba fecha temporariamente atrações da Disney em Orlando.

Epicentro foi registrado a cerca de 100 quilômetros de Mântua, no extremo oeste da ilha. Aplicativo oficial do parque indicou reabertura das atrações poucas horas depois.

Um terremoto de magnitude 6,1 registrado próximo à costa de Cuba provocou o fechamento temporário de diversas atrações do Walt Disney World, em Orlando, nos Estados Unidos, na tarde desta segunda-feira (8).Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu por volta das 14h (horário local), com epicentro a cerca de 100 quilômetros de Mântua, cidade localizada no extremo oeste de Cuba. Apesar de ter sido sentido em diferentes regiões da Flórida, não houve alerta de tsunami nos EUA. Visitantes relataram nas redes sociais que algumas atrações foram interrompidas logo após o abalo. "Estamos na fila da Big Thunder Mountain e eles acabaram de suspender as operações", escreveu um usuário anônimo no Reddit. Outro afirmou ter sentido o tremor durante um espetáculo no Hollywood Studios. Poucas horas depois, o aplicativo oficial da Disney indicava que as atrações já haviam sido reabertas. Até o momento, a empresa não informou oficialmente se as paralisações foram provocadas pelo terremoto. De acordo com autoridades americanas e cubanas, não há registro de vítimas ou danos significativos relacionados ao tremor.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Sobe para 36 número de mortos após terremoto na ilha filipina de Mindanau.

Um alerta de tsunami chegou a ser ativada para vários países do Pacífico; arquipélago filipino situa-se sobre o chamado "Anel de Fogo" do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica.

As autoridades filipinas anunciaram hoje, num novo balanço, a morte de 36 pessoas na sequência do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul do país. O registro anterior apontava 31 mortos e mais de 130 feridos.De acordo com o relatório preliminar publicado hoje pelo Conselho Nacional para a Redução e Gestão do Risco de Catástrofes (NDRRMC, na sigla em inglês), quatro pessoas continuam desaparecidas e 167 ficaram feridas devido ao terremoto, que afetou pelo menos 88 mil pessoas.O tremor ocorreu às 07h37 de segunda-feira (hora local), a cerca de 24 quilômetros a sudoeste da ilha de Burias, sul de Mindanau, e a uma profundidade de cerca de 35 quilômetros, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que mede a atividade sísmica em todo o mundo. Edifícios governamentais, habitações, estradas e pontes, entre outras infraestruturas, ficaram danificados pelo abalo sísmico, ao qual se seguiram cerca de 870 réplicas, com magnitudes entre 1,3 e 6,7, de acordo com dados oficiais. Uma das localidades mais afetadas é a cidade de General Santos, onde vários edifícios ruíram. As equipes de emergência criaram abrigos destinados às famílias residentes afetadas. Após o terremoto, foi ativado o alerta de tsunami em vários países do Pacífico e registaram-se, na zona afetada das Filipinas, pelo menos cinco deslizamentos de terra. Após os alertas iniciais, as Filipinas e as outras nações cancelaram o alerta de tsunami horas depois. A agência sismológica das Filipinas (Phivolcs), que manteve o alerta ativo durante quase oito horas, confirmou a chegada de ondas em pelo menos seis localidades costeiras, entre elas Kiamba (Mindanau), onde atingiram 1,48 metros acima do nível do mar.Outros municípios afetados foram Kalamansig, Maasim, Zamboanga, Mai e Tandag, de acordo com o relatório da Phivolcs. O forte tremor ativou o alerta de tsunami noutros países como Japão, Indonésia, Malásia e até mesmo em ilhas remotas do Pacífico como Vanuatu e Nauru. O arquipélago filipino situa-se sobre o chamado "Anel de Fogo" do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica onde se registam anualmente cerca de sete mil terramotos, a maioria de intensidade moderada.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Brasil tem a segunda camisa mais bonita da Copa de 2026, diz site.

Novo modelo da Nike foi comparado aos uniformes de 1986 e da Copa América de 2004. Gana ficou em primeiro lugar com uniforme inspirado em tecido tradicional africano.

A camisa da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 foi eleita a segunda mais bonita do torneio, segundo o site americano The Athletic. No ranking divulgado pela publicação, o uniforme brasileiro ficou atrás apenas da seleção de Gana.Na avaliação, o portal elogiou o novo modelo da Nike e destacou referências a versões históricas da camisa amarela. "Muito, muito boa. É quase impossível estragar a camisa do Brasil (...) este é um tremendo retorno", escreveu o jornalista Nick Miller, que comparou o uniforme ao usado pela seleção em 1986 e à camisa da Copa América de 2004. O uniforme de Gana foi inspirado no kente, tecido tradicional do país africano. Segundo a publicação, o desenho faz referência à aranha Anansi, personagem presente no folclore ganês. Entre os dez primeiros colocados também aparecem Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Arábia Saudita, Espanha, Austrália, Bélgica e Cabo Verde. Já a Argentina ficou na 13ª posição, atrás ainda de Colômbia e Escócia. Na outra ponta da lista, a Croácia apareceu na última colocação após mudanças no tradicional padrão quadriculado de sua camisa. Segundo a publicação, o novo desenho perdeu parte da identidade visual que tornou o uniforme um dos mais reconhecidos do futebol mundial.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Morre Brito, zagueiro campeão do mundo na Copa de 1970, no México.

Informação foi divulgada pela família nas redes sociais, em perfil oficial do ex-atleta. Ex-zagueiro estava internado desde 14 de Maio por conta de uma pneumonia.

 Brito, zagueiro titular da seleção brasileira campeã na Copa do Mundo de 1970, no México, morreu. A informação foi divulgada via redes sociais, em conta oficial do ex-jogador nesta quinta-feira (11).Hércules Brito Ruas, o Brito, nasceu em 9 de Janeiro de 1939. Marcou época no Vasco da Gama, mas também passou por Internacional, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Corinthians. Ele tinha 86 anos e estava internado desde o dia 14 de maio por conta de uma pneumonia, conforme registro no perfil. Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório. "É com imensa tristeza que comunicamos o falecimento do nosso campeão do mundo. Agradecemos a todos pelas orações e as mensagens de apoio e carinho", diz trecho da publicação da família. O zagueiro também disputou a Copa de 1966. Em 1970, fez dupla ao lado de Piazza. Foi considerado o jogador com melhor preparo físico do torneio no México. Brito foi titular em todas as partidas e não foi substituído. Atuou pela seleção brasileira de 1964 a 1972, com 61 jogos. Foram 45 vitórias, 11 empates e cinco derrotas, com títulos da Copa Rocca (1971) e Taça Independência (1972), segundo dados da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Mauro Silva, volante titular da seleção na Copa de 1994, nos EUA, publicou uma homenagem a Brito. "O futebol brasileiro se despede de um grande campeão. Tive a honra deste encontro com Brito, tricampeão do mundo em 1970 e referência de uma geração que marcou para sempre a história da nossa seleção", escreveu.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Plano de Musk para data center espacial de US$ 2,4 tri pode comprometer observação do céu.

 

SpaceX apresenta tecnologia em seu IPO; cientistas alertam para poluição e prejuízo à visibilidade. Simulação mostra que satélites visíveis em SP subiriam de zero para 14 mil caso projeto se concretize.

A companhia aeroespacial SpaceX, de Elon Musk, quer pôr em órbita uma rede de data centers que pode elevar o número de satélites em órbita de menos de 20 mil para mais de um milhão nos próximos nove anos.Esse plano se destaca no portfólio que Musk apresentou a investidores no pedido de oferta pública inicial na Bolsa (IPO, na sigla em inglês) da SpaceX -as ações, precificadas em US$ 135, começam a ser negociadas no mercado nesta sexta-feira (12) às 9h30. A empresa captou US$ 75 bilhões no maior IPO da história O negócio de data centers pode valer US$ 2,4 trilhões, estima a empresa, que pretende iniciar os lançamentos em 2028. Astrônomos se opõem ao projeto e dizem que haveria mais satélites iluminados no céu noturno do que estrelas visíveis até 2035. Eles criticam danos à visibilidade das estrelas no céu noturno, possíveis efeitos no ciclo de sono dos animais devido à iluminação noturna, danos ambientais por causa dos milhões de lançamentos espaciais necessários para manter a tecnologia funcionando, além da falta de regras para um empreendimento do tipo. A professora de astronomia da Universidade de Regina, no Canadá, Samantha Lawler fez uma simulação, a pedido da reportagem, do efeito que a nova constelação de satélites teria no céu de São Paulo. Durante o solstício de verão, em 21 de dezembro, quando a iluminação solar atinge seu pico no hemisfério sul, o número de satélites da SpaceX visíveis saltaria de zero para 14.072. "Nós ainda subestimamos os tamanhos dos satélites, de acordo com os dados que a SpaceX apresentou posteriormente, após o encerramento do período de comentários da FCC", disse Lawler. Na latitude do Canadá, onde foi feito o estudo original, o número de satélites se aproximaria dos 40 mil -ante cerca de 5.000 estrelas visíveis. O projeto ainda depende de uma licença da FCC (Comissão Federal de Comunicações), órgão regulador americano sob o controle de Donald Trump. Em fevereiro, a agência encaminhou a proposta de Musk para avaliação pública em tempo recorde: quatro dias entre a entrega dos documentos e a abertura para comentários, em março. Uma startup apoiada por Google e Nvidia, a Starcloud, fez pedido similar ao da SpaceX para 88 mil satélites no início de fevereiro, mas ainda não houve consulta pública.Esse intervalo costuma levar de semanas a meses, de acordo com astrônomos e concorrentes ouvidos pela reportagem. Eles dizem que a proposta nem sequer deveria ser aceita devido à falta de detalhes sobre os satélites e as trajetórias de suas órbitas. A maioria das pessoas que já conhecia o projeto antes do IPO se mostrou contrária à ideia durante a tomada de decisão pela FCC realizada em março. O trâmite reuniu 1.533 petições de 1.464 pessoas e entidades, incluindo astrônomos premiados, ambientalistas, jornalistas especializados e entusiastas da observação noturna. Em números aproximados, dez a cada 11 posicionamentos são contra o projeto. Um dos argumentos da SpaceX para pleitear a permissão seria de que enviar os computadores ao espaço resultaria em economia de água e eletricidade. O outro é de que a rede de data centers satelitais entregaria serviços digitais com baixa latência em todo o mundo. Nos complexos tradicionais, quanto mais longe está o contratante do serviço, quer seja um pagamento via Pix ou o acesso a um filme no streaming, mais demora para o processamento acontecer. Esses, diz a empresa de Musk em seu documento de apresentação ao mercado financeiro, serão os pilares do futuro da inteligência artificial. Hoje, o lançamento de satélites requer permissão apenas do regulador local de telecomunicação -no caso da SpaceX, trata-se da FCC. As normas americanas não incluem critérios para avaliar a iluminação no céu ou o risco de reentrada dos satélites. Os defensores, em geral americanos que não mencionam credenciais de pesquisa, defendem a economia de água, ao diminuir a demanda por data centers na superfície. Em documento enviado à FCC, a empresa de Musk afirma que seus data centers estariam em uma órbita tal que haveria disponibilidade de radiação para geração de energia solar quase todo o tempo. O professor de astronomia Hanno Rein, da Universidade de Toronto, chama as vantagens ambientais citadas pela SpaceX para defender seu data center espacial de "o maior greenwashing da história". Isto é, uma estratégia de propaganda enganosa de sustentabilidade. Segundo o astrônomo, haveria lançamentos em uma quantidade jamais vista caso a FCC aprove o pedido. "Como os chips necessários na inteligência artificial ficam obsoletos rapidamente, esses equipamentos teriam que ser trocados com frequência."Rein afirma que cada lançamento espacial libera grandes quantidades de gases do efeito estufa na atmosfera. Um único voo do Falcon 9 teve emissões estimadas em 28 mil toneladas de gás carbônico equivalente, de acordo com estudo da Glasgow Caledonian University. Os satélites, diz Rein, ainda serão maiores do que os atuais modelos da SpaceX para garantir a geração de energia solar e o resfriamento por meio de radiação, uma vez que não há água nem ar no espaço. Diferente das cenas gélidas de astronautas em Marte dos filmes de ficção científica, as temperaturas na órbita terrestre podem ser elevadas dependendo do nível de exposição ao sol. Os chips geram muito calor e, sem resfriamento, fritam quando passam dos 90 graus Celsius. Por causa do efeito global do lançamento de satélite, a liberação cabe a uma entidade internacional subordinada à ONU (Organização das Nações Unidas), a UIT (União Internacional de Telecomunicações). Porém, os países-membros decidiram que a aprovação de novos satélites fosse delegada aos órgãos locais, como a FCC e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). "A FCC pode simplesmente liberar 1 milhão de satélites para uma empresa americana, nos moldes atuais cada entidade nacional tem esse poder", resume Lucas Fonseca, o CEO da empresa aeroespacial Airvantis.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre 'Ainda Estou Aqui'

Cantora americana conta que o filme a ajudou durante o divórcio e a fez refletir sobre os filhos. Atriz brasileira diz que a história de Eunice Paiva transcende ideologias e fala sobre família e humanidade.

 Fernanda Torres, 60, reagiu com entusiasmo ao descobrir que Jennifer Lope, 56, foi impactada por "Ainda Estou Aqui". Quase dois anos após a estreia do longa de Walter Salles no Festival de Veneza, a atriz brasileira comentou o relato da cantora americana, que revelou ter encontrado conforto na produção em um momento delicado de sua vida.Em participação em um podcast, Lopez contou que assistiu à produção vencedora do Oscar de melhor filme internacional de 2025 enquanto enfrentava o processo de divórcio de Ben Affleck e refletia sobre a criação dos filhos. Segundo ela, ver o longa ao lado da família durante o Natal "curou uma parte" dela que precisava ser curada. A declaração foi mostrada a Fernanda por um repórter da Variety durante o Taormina Film Festival, na Itália, onde a atriz recebeu um prêmio honorário. Ao assistir ao vídeo, ela destacou que a reação da artista americana traduz a dimensão humana da obra. "Nossa. Isso é tão, tão emocionante", afirmou. Fernanda reforçou que, embora o filme tenha uma dimensão política, sua força está na história de uma mãe que enfrenta a perda do marido e a responsabilidade de criar sozinha cinco filhos. "É uma tragédia grega que transcende qualquer posicionamento político. Qualquer pessoa pode compreender a ideia fundamental de família", disse. A atriz também ressaltou o significado de "Ainda Estou Aqui" para o cinema brasileiro. Ao lembrar que Walter Salles não dirigia um longa havia dez anos, ela celebrou o alcance internacional da história de Eunice Paiva e o impacto que o filme teve no país. "É um filme muito especial porque uniu um Brasil dividido em torno dos direitos humanos e da justiça. É um filme raro", afirmou.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Luana Piovani anuncia boicote à Copa do Mundo e critica Fifa e Trump.

A atriz questionou a relação entre a Fifa e o governo norte-americano, um dos anfitriões do Mundial ao lado de Canadá e México. "Como é que a Fifa está 'chupando as bolas' do Trump?", afirmou.

Luana Piovani afirmou que não pretende assistir a nenhum jogo da Copa do Mundo de 2026. Em vídeos publicados nos Stories do Instagram nesta quinta-feira (11), a atriz disse que vai boicotar o torneio e disparou críticas contra a Fifa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a condução do evento.Segundo ela, o campeonato perdeu o sentido diante dos conflitos e tensões políticas que cercam a competição. "Eu não vou assistir a nenhum jogo da Copa", declarou.A atriz questionou a relação entre a Fifa e o governo norte-americano, um dos anfitriões do Mundial ao lado de Canadá e México. "Como é que a Fifa está 'chupando as bolas' do Trump?", afirmou. Piovani também criticou o interesse do público pelo torneio em meio a crises globais. "O mundo está acabando e vocês estão preocupados com Copa", disse. Nos vídeos, ela afirmou estar incomodada com relatos de dificuldades enfrentadas por algumas delegações e profissionais envolvidos na competição durante a entrada nos Estados Unidos. Para a atriz, os países participantes deveriam reagir de forma conjunta. "Tinha que existir a união de todos. O problema do planeta é esse: não há união." A apresentadora ainda avaliou que a competição enfrenta problemas de organização e adesão do público. "Essa Copa já está um fracasso de venda de ingresso, de visitantes e vocês ainda insistem. Eu nunca vi uma Copa com mais problema", declarou. Além das críticas ao torneio, Piovani disse que o futebol não desperta seu interesse neste momento e ironizou a possibilidade de passar os dias de jogos longe das transmissões. "Provavelmente ficarei sozinha em casa em silêncio", comentou. Ao encerrar o desabafo, ela voltou a defender uma reação coletiva das seleções e federações nacionais contra o que considera interferências políticas no evento. "Todos os times e todos os países deveriam se unir", afirmou.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Tati Machado anuncia gravidez um ano após perda gestacional.

 

Tati Machado compartilhou novidade ao lado do marido, Bruno Monteiro. Nos últimos meses, a jornalista falou publicamente sobre processo de luto e maternidade.

Nesta quinta-feira (11), Tati Machado anunciou que está grávida novamente do marido, o fotógrafo Bruno Monteiro. A jornalista compartilhou a novidade nas redes sociais ao lado do companheiro, pouco mais de um ano após a perda gestacional do primeiro filho do casal, Rael, aos oito meses de gestação.No Instagram, Tati aparece sorrindo ao lado de Bruno enquanto segura um par de sapatinhos de bebê. Ao fundo, toca a música "Deus de Obras Completas", da cantora gospel Kemilly Santos. "O amor encontrou mais um jeito de florescer", escreveu na legenda.Nos comentários, muito fãs e famosos celebraram a novidade e enviaram mensagens de carinho ao casal: "Mulher, que benção!", escreveu Ana Paula Renault. "Felicidade é pouco!", comemorou Ana Maria Braga. "Amiga querida e Bruno, fiquei tão emocionada que nem sei…Vcs vão viver o extraordinário", escreveu Eliana.Recentemente, em uma participação no programa Saia Justa, do GNT, a jornalista falou sobre o processo de luto e a maternidade e afirmou que repetiria toda a experiência por descobrir o quanto gostou de ser mãe.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Justiça italiana aponta parcialidade de Moraes como motivo para anular extradição de Zambelli.

A Justiça italiana diz que Moraes atuou sob "dupla veste", como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Carla Zambelli.

A Corte de Cassação, instância máxima do sistema judicial da Itália, apontou uma suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), para anular a sentença de extradição da ex-parlamentar da Europa para o Brasil.Em decisão divulgada nesta sexta-feira, 12, a Justiça italiana diz que Moraes atuou sob "dupla veste", como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Zambelli. "Múltiplos elementos capazes de fazer duvidar da imparcialidade, sob o aspecto objetivo, do Tribunal que proferiu a condenação da recorrente. Isso em razão da dupla veste assumida pelo M. A. D. M. (referência ao ministro) como componente do colegiado julgador e como pessoa danificada por um dos crimes imputados à recorrente", diz. Zambelli foi condenada pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo porte de arma de fogo ilegal nas eleições de 2022. A mando da ex-deputada, o hacker Walter Delgatti Neto inseriu um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes no sistema da Justiça. "Expeça-se o mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L", dizia o documento falso. Para a Justiça italiana, Moraes incorreu em um "acúmulo atípico de funções judiciais" ao conduzir parte das investigações e ser o juiz responsável por analisar o mérito do caso. "Resulta dos autos transmitidos que o M. A. D. M. foi designado como relator do procedimento penal em desfavor de Z. S. O. C. (Zambelli); nessa condição, ele participou da decisão das questões preliminares, inclusive aquela relativa à sua incompatibilidade, bem como da decisão de condenação da recorrente no que tange aos crimes imputados e daquela que determinou a perda imediata do mandato parlamentar de Z. S. O. C.; o mesmo Juiz, ademais, expediu o mandado de prisão em desfavor de Z. S. O. C., redigiu o pedido de extradição e forneceu informações a respeito do Estabelecimento prisional", diz. Entenda o caso A Corte de Cassação anulou no dia 22 de Maio, a extradição da ex-deputada federal. Zambelli foi solta após a decisão. Ela publicou um vídeo no perfil de seu marido, Coronel Aginaldo, no Instagram, acompanhada dele e do advogado Pieremilio Sammarco. "Hoje é dia 22 de Maio de 2026, dia de Santa Rita, nome da minha mãe e da pessoa que era minha companheira de cela", disse Zambelli. O processo ainda depende de uma decisão do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio. O ministro tem um prazo de 45 dias para se manifestar a partir do acórdão da nova decisão da Justiça. Antes da decisão desta sexta-feira, a Justiça italiana vinha proferindo decisões a favor da extradição de Zambelli nos dois processos em que ela foi condenada no STF. A defesa recorreu, então, à Corte de Cassação, que é a última instância da Justiça no país. Zambelli teve seu mandato de parlamentar cassado pela Justiça eleitoral de São Paulo em 2025.FONTE POLITICA AO MINUTO NOTICIAS.

Brasil terá esquema especial de energia durante jogos da seleção na Copa.

Medidas restritivas valem de duas horas antes até duas horas após as partidas. Desafio é equilibrar variações bruscas de demanda com geração de energia no país.

O esquema prevê a suspensão de intervenções em equipamentos, monitoramento das condições meteorológicas para identificar riscos e a divulgação de um boletim sobre o comportamento da demanda na hora dos jogos. As medidas restritivas serão impostas em um período entre duas horas antes e duas horas depois de jogos considerados estratégicos. "Não serão autorizadas intervenções que possam provocar corte de carga ou elevar o risco de interrupção do fornecimento de energia em qualquer região do país", disse o ONS, em comunicado distribuído nesta quinta. "A exceção fica restrita a intervenções inadiáveis, cuja postergação possa representar riscos à vida humana, à integridade dos equipamentos ou à segurança operativa do sistema elétrico", prossegue o texto. O operador explica que, normalmente, o sistema começa a sentir impactos por volta de duas horas antes das partidas, com a interrupção de atividades laborais em virtude do deslocamento das pessoas para o local onde vão assistir os jogos. "Durante o intervalo entre o primeiro e o segundo tempo do jogo, ocorre uma elevação rápida da carga, influenciada pela desmobilização das pessoas diante da televisão, aproveitando o momento para a realização de atividades domésticas", diz. Ao fim do jogo, é iniciada uma nova rampa de elevação do consumo. O desafio para o ONS é equilibrar as variações bruscas de demanda com a geração de energia das diversas fontes que compõem o sistema brasileiro. O esquema especial contempla os jogos da primeira fase da Seleção Brasileira, as semifinais e a final da Copa. Jogos de fases eliminatórias anteriores só serão contemplados se o Brasil avançar. "Durante esses jogos, é comum que o país pare, o que tem um impacto direto na operação do SIN [Sistema Interligado Nacional]", afirmou, em nota, o diretor-geral do ONS, Marcio Rea. "Mas estamos preparados para garantir uma resposta segura e confiável durante a competição, assegurando que o sistema responda adequadamente às variações de demanda da sociedade", disse Rea.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Sobrinho de Marcola recebeu pagamentos de empresa de ônibus, diz MP-SP.

Entre as transações identificadas na investigação está ainda um pagamento de R$ 50 mil feito por uma empresa suspeita de integrar um esquema...