CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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sábado, 13 de junho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Relator de proposta que atualiza o Simples Nacional defende medidas compensatórias pelo fim da escala 6x1.

Em evento em São Paulo, deputado propõe isenção da contribuição previdenciária patronal por dois anos.

O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), relator da proposta que atualiza os limites de faturamento das empresas que estão no Simples Nacional, sugeriu a isenção de contribuição previdenciária patronal por dois anos para compensar empresas que precisarem contratar mais funcionários por causa do fim da escala 6x1. O deputado participou de seminário em São Paulo promovido pela comissão especial que analisa a correção no Simples Nacional (PLP 108/21) e pelo programa Câmara pelo Brasil. Várias entidades empresariais presentes pediram a correção imediata dos tetos de faturamento para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples, sem ajuste há dez anos. Eles lembraram que a Constituição determina um tratamento diferenciado para pequenas empresas e que, portanto, isso não poderia ser considerado renúncia fiscal. Nesta semana, o Ministério da Fazenda informou que a correção dos limites do Simples custará R$ 50 bilhões por ano em perda de arrecadação. Mas Jorge Goetten discorda. “Não é correção, é atualização. Nós temos que mudar a nossa narrativa. Não tem impacto. Quem tem que fazer, se tem impacto, é a equipe econômica que faça. Porque no nosso entendimento não tem impacto, tem é justiça”, disse. O deputado ressaltou que a proposta aprovada na Câmara que acaba com a escala de trabalho 6x1 (PEC 221/19) prevê medidas de mitigação dos impactos da mudança para os pequenos empresários. Segundo ele, a correção dos limites também pode ser enquadrada como uma dessas medidas, assim como a isenção da contribuição previdenciária. Outra reivindicação é a possibilidade de o MEI contratar mais de um empregado. Uma das sugestões, segundo o deputado, é definir o reajuste automático dos limites pelo IPCA. Novos limites Já aprovado pelo Senado, o PLP 108/21 aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. Segundo o relator, a correção pelo IPCA indicaria hoje R$ 134 mil. Para as microempresas, sairia de R$ 360 mil para R$ 800 mil; e, para as pequenas empresas, de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões. O deputado informou ainda que as conversas com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicam que a votação da proposta pode ocorrer na segunda semana de Julho. O secretário de Projetos Estratégicos de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, destacou que as empresas do Simples são consideradas bons contribuintes pela própria Receita. “Esse é um estudo que a Receita fez, mas que botou escondido na gaveta. E aqui mostra a pontualidade no recolhimento dos tributos e no acolhimento das normas”, disse. Os empresários também pediram a correção do limite do microcrédito para os MEIs que estaria em R$ 21 mil desde 2019. Reportagem – Silvia Mugnatto Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta que reconhece certificação de bombeiro mergulhador.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2734/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), que reconhece em todo o país a certificação de bombeiro mergulhador expedida pelos Corpos de Bombeiros Militares. O texto permite o uso dessa formação em atividades civis de mergulho profissional, públicas ou privadas. A proposta estabelece que a certificação terá validade legal em todo o território nacional. Ela valerá para o exercício de atividades de mergulho profissional, desde que sejam observadas as normas técnicas e de segurança previstas na legislação vigente e pelas entidades civis competentes. O texto também condiciona o reconhecimento à apresentação do certificado de conclusão do curso, da grade curricular e do registro de conclusão publicado em boletim interno da corporação. Além disso, o projeto determina que o certificado contenha, no mínimo: identificação do militar e do curso; carga horária; conteúdo programático; data de realização e aprovação; e assinatura da autoridade militar responsável. Pelo texto, o bombeiro mergulhador militar certificado poderá pedir o registro junto às entidades certificadoras profissionais. Essas entidades deverão aceitar a equivalência da formação, salvo exigência de complementação curricular, conforme normas específicas do setor. Formação rigorosa Sargento Portugal afirmou que a formação nos Corpos de Bombeiros Militares é rigorosa e, muitas vezes, tem exigência superior à de cursos civis equivalentes. Segundo ele, a proposta busca corrigir uma lacuna legal. O deputado diz que o objetivo é permitir que a experiência técnica desses profissionais seja aproveitada também no setor privado. Para o relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), a proposta impacta positivamente o moral da tropa, reforça a atratividade da carreira militar e contribui para a estabilidade institucional das corporações ao assegurar uma “porta de saída” estruturada e previsível. "A padronização mínima de formação e a valorização das competências adquiridas no serviço militar dialogam diretamente com os objetivos da Política Nacional de Defesa e da Estratégia Nacional de Defesa", disse. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova incentivo fiscal para startups inovadoras.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar 236/24, que concede isenção do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) às startups que reinvestirem seus lucros em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica. A isenção recairá sobre o valor do lucro reinvestido. Pelo texto, as atividades terão de ser certificadas por instituição credenciada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera a Lei Complementar 182/21, que institui o marco legal das startups. Para o relator, deputado Duda Ramos (Pode-RR), o incentivo ao reinvestimento em pesquisa e desenvolvimento pode ampliar a capacidade competitiva das startups, favorecer a geração de empregos qualificados e estimular a difusão tecnológica. Região Norte A comissão aprovou mudança no texto feita por Ramos. Para as startups na Região Norte, o valor do lucro reinvestido será computado com acréscimo percentual, a ser estabelecido em regulamento, para o cálculo da isenção. "Há necessidade de compensar desvantagens estruturais enfrentadas por empreendimentos inovadores instalados na Região Norte, especialmente em razão dos maiores custos que suportam e das dificuldades que enfrentam no acesso a mercados e a centros de pesquisa", afirmou Ramos. Segundo ele, o tratamento diferenciado contribui para estimular a descentralização geográfica do ecossistema nacional de inovação. Próximos passos A proposta será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, e também pelo Plenário.  Para virar lei, tem que ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proibição de leilão e penhora de espaços culturais tombados.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 66/2026, do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que proíbe a penhora, o leilão e outras formas de expropriação de imóveis indispensáveis à preservação de bens tombados ou de patrimônios culturais imateriais reconhecidos pelo poder público. A vedação vale sempre que o ato puder: comprometer a continuidade, a integridade ou a autenticidade do bem cultural; alterar o uso do espaço de forma incompatível com sua função cultural; e descaracterizar social, simbólica, econômica ou funcionalmente a prática protegida. A regra vale para execuções fiscais, trabalhistas, cíveis ou administrativas, contra entes públicos ou privados. O projeto busca proteger o chamado "espaço cultural essencial", o imóvel público ou privado com função indispensável para a manutenção desses bens tombados. Se já houver processo judicial ou administrativo de penhora ou leilão sobre um desses bens, o juiz ou a autoridade competente é obrigado a suspender a ação de forma imediata. A medida pode ser determinada de ofício ou a pedido do Ministério Público, do órgão de proteção ao patrimônio cultural ou de entidade representativa da comunidade envolvida. A suspensão não impede a apuração da dívida. O projeto determina que sejam priorizadas soluções alternativas, como negociação, parcelamento ou compensação. Qualquer decisão que afaste a suspensão deverá ser expressamente fundamentada, sob pena de nulidade. Exceções O projeto admite exceções à proibição, porém somente se forem cumpridos cumulativamente os seguintes requisitos: parecer técnico favorável do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou de órgão cultural competente; estudo de impacto cultural, social e econômico, com participação da comunidade; autorização expressa do Poder Legislativo correspondente — Congresso Nacional, Assembleia Legislativa, Câmara Legislativa ou Câmara Municipal —, conforme o nível de reconhecimento do bem. O estudo de impacto cultural deverá avaliar a historicidade da prática, os vínculos sociais e identitários com o espaço, a possibilidade real de continuidade em outro local e os impactos sobre trabalho e renda. A ausência de qualquer requisito torna o ato nulo. Alternativas à expropriação O poder público deverá priorizar saídas que preservem o espaço cultural, como a renegociação de dívidas, a transferência da gestão do imóvel para associações ou cooperativas da comunidade e a celebração de convênios ou parcerias voltadas à sustentabilidade do bem protegido. Lindbergh Farias citou a ameaça de leilão do imóvel da Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro — sede do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, reconhecido por lei federal como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil —, como exemplo do problema que o projeto busca resolver.Para a relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) o projeto assegura, na prática, a continuidade das manifestações culturais. "A eventual alienação ou descaracterização desses espaços não representa apenas uma mudança de titularidade patrimonial, mas pode implicar a ruptura de vínculos históricos, sociais e simbólicos que sustentam determinadas práticas culturais", disse. Sâmia Bomfim afirmou que as alternativas propostas pelo projeto, como a renegociação de dívidas, a gestão compartilhada e a celebração de parcerias, oferecem uma perspectiva equilibrada entre a proteção do patrimônio cultural e a viabilidade econômica dos espaços envolvidos, buscando o diálogo e o consenso. Próximos passos A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


sexta-feira, 12 de junho de 2026

Israel ignora advertências de Trump e mata 14 em novo ataque no sul do Líbano.

Ministro da Defesa israelense afirma que operações contra Hezbollah continuarão no território libanês. Tel Aviv realizou quase 3.500 ataques aéreos no país vizinho desde cessar-fogo em abril, diz balanço do governo.

Ataques de Israel no sul do Líbano deixaram ao menos 14 mortos nesta segunda-feira (8), segundo o Ministério da Saúde libanês. Os bombardeios ocorreram após Tel Aviv afirmar que continuará realizando operações contra o Hezbollah apesar das advertências do Irã e do próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.Entre os mortos na ofensiva na cidade de Zifta, no distrito de Nabatieh, estão uma mulher e uma criança síria, de acordo com autoridades libanesas. O Hezbollah afirmou ter atacado tropas israelenses em território libanês, mas não reivindicou ações dentro de Israel. Também nesta segunda, um carro foi atingido por um bombardeio em Tiro, principal cidade do sul do país. A agência estatal libanesa NNA atribuiu o ataque a Israel e informou que um míssil atingiu o veículo nas proximidades de um prédio da Cruz Vermelha Libanesa. A organização afirmou que quatro paramédicos ficaram feridos por estilhaços de vidro. Os episódios ocorreram após Israel e Irã anunciarem o encerramento de uma rodada de ataques mútuos que quase enterrou o cessar-fogo e reacendeu o risco de uma retomada do conflito em larga escala no Oriente Médio. Teerã advertiu que poderá retomar as ofensivas caso Israel mantenha sua campanha militar em território libanês, mas autoridades do Estado judeu indicaram que não pretendem alterar sua estratégia. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que as Forças Armadas seguirão atuando contra o Hezbollah no Líbano. Pouco depois da declaração, o Exército israelense emitiu um alerta de retirada para uma área de Tiro. Katz afirmou ainda que os subúrbios de Beirute, reduto do Hezbollah, serão alvo de retaliações a cada ataque lançado contra o norte de Israel. "Rejeitamos categoricamente as ameaças do Irã. Qualquer tentativa iraniana de vincular Líbano e Irã e atacar Israel será enfrentada com grande força, como aconteceu ontem [domingo]", afirmou. Israel bombardeou redutos do Hezbollah em Beirute durante o fim de semana. Teerã retaliou, lançando um ataque com mísseis contra Israel. A suspensão dos ataques diretos foi anunciada nesta segunda após pressão pública de Trump para que os dois países interrompessem as hostilidades.Teerã sustenta que qualquer solução para o conflito regional deve incluir o Líbano. A trégua reduziu significativamente os bombardeios, mas não encerrou os confrontos. Israel nunca interrompeu sua campanha militar no país. O governo do Líbano divulgou um balanço em que diz que o Exército israelense realizou 3.491 ataques aéreos e 407 demolições desde a entrada em vigor da trégua mediada pelos EUA, em 17 de Abril. Mais de 1 milhão de pessoas, cerca de um quinto da população libanesa, foram deslocadas desde o início da guerra.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Terremoto em Cuba fecha temporariamente atrações da Disney em Orlando.

Epicentro foi registrado a cerca de 100 quilômetros de Mântua, no extremo oeste da ilha. Aplicativo oficial do parque indicou reabertura das atrações poucas horas depois.

Um terremoto de magnitude 6,1 registrado próximo à costa de Cuba provocou o fechamento temporário de diversas atrações do Walt Disney World, em Orlando, nos Estados Unidos, na tarde desta segunda-feira (8).Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu por volta das 14h (horário local), com epicentro a cerca de 100 quilômetros de Mântua, cidade localizada no extremo oeste de Cuba. Apesar de ter sido sentido em diferentes regiões da Flórida, não houve alerta de tsunami nos EUA. Visitantes relataram nas redes sociais que algumas atrações foram interrompidas logo após o abalo. "Estamos na fila da Big Thunder Mountain e eles acabaram de suspender as operações", escreveu um usuário anônimo no Reddit. Outro afirmou ter sentido o tremor durante um espetáculo no Hollywood Studios. Poucas horas depois, o aplicativo oficial da Disney indicava que as atrações já haviam sido reabertas. Até o momento, a empresa não informou oficialmente se as paralisações foram provocadas pelo terremoto. De acordo com autoridades americanas e cubanas, não há registro de vítimas ou danos significativos relacionados ao tremor.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Sobe para 36 número de mortos após terremoto na ilha filipina de Mindanau.

Um alerta de tsunami chegou a ser ativada para vários países do Pacífico; arquipélago filipino situa-se sobre o chamado "Anel de Fogo" do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica.

As autoridades filipinas anunciaram hoje, num novo balanço, a morte de 36 pessoas na sequência do terremoto de magnitude 7,8 que atingiu na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul do país. O registro anterior apontava 31 mortos e mais de 130 feridos.De acordo com o relatório preliminar publicado hoje pelo Conselho Nacional para a Redução e Gestão do Risco de Catástrofes (NDRRMC, na sigla em inglês), quatro pessoas continuam desaparecidas e 167 ficaram feridas devido ao terremoto, que afetou pelo menos 88 mil pessoas.O tremor ocorreu às 07h37 de segunda-feira (hora local), a cerca de 24 quilômetros a sudoeste da ilha de Burias, sul de Mindanau, e a uma profundidade de cerca de 35 quilômetros, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que mede a atividade sísmica em todo o mundo. Edifícios governamentais, habitações, estradas e pontes, entre outras infraestruturas, ficaram danificados pelo abalo sísmico, ao qual se seguiram cerca de 870 réplicas, com magnitudes entre 1,3 e 6,7, de acordo com dados oficiais. Uma das localidades mais afetadas é a cidade de General Santos, onde vários edifícios ruíram. As equipes de emergência criaram abrigos destinados às famílias residentes afetadas. Após o terremoto, foi ativado o alerta de tsunami em vários países do Pacífico e registaram-se, na zona afetada das Filipinas, pelo menos cinco deslizamentos de terra. Após os alertas iniciais, as Filipinas e as outras nações cancelaram o alerta de tsunami horas depois. A agência sismológica das Filipinas (Phivolcs), que manteve o alerta ativo durante quase oito horas, confirmou a chegada de ondas em pelo menos seis localidades costeiras, entre elas Kiamba (Mindanau), onde atingiram 1,48 metros acima do nível do mar.Outros municípios afetados foram Kalamansig, Maasim, Zamboanga, Mai e Tandag, de acordo com o relatório da Phivolcs. O forte tremor ativou o alerta de tsunami noutros países como Japão, Indonésia, Malásia e até mesmo em ilhas remotas do Pacífico como Vanuatu e Nauru. O arquipélago filipino situa-se sobre o chamado "Anel de Fogo" do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica onde se registam anualmente cerca de sete mil terramotos, a maioria de intensidade moderada.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Brasil tem a segunda camisa mais bonita da Copa de 2026, diz site.

Novo modelo da Nike foi comparado aos uniformes de 1986 e da Copa América de 2004. Gana ficou em primeiro lugar com uniforme inspirado em tecido tradicional africano.

A camisa da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 foi eleita a segunda mais bonita do torneio, segundo o site americano The Athletic. No ranking divulgado pela publicação, o uniforme brasileiro ficou atrás apenas da seleção de Gana.Na avaliação, o portal elogiou o novo modelo da Nike e destacou referências a versões históricas da camisa amarela. "Muito, muito boa. É quase impossível estragar a camisa do Brasil (...) este é um tremendo retorno", escreveu o jornalista Nick Miller, que comparou o uniforme ao usado pela seleção em 1986 e à camisa da Copa América de 2004. O uniforme de Gana foi inspirado no kente, tecido tradicional do país africano. Segundo a publicação, o desenho faz referência à aranha Anansi, personagem presente no folclore ganês. Entre os dez primeiros colocados também aparecem Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Arábia Saudita, Espanha, Austrália, Bélgica e Cabo Verde. Já a Argentina ficou na 13ª posição, atrás ainda de Colômbia e Escócia. Na outra ponta da lista, a Croácia apareceu na última colocação após mudanças no tradicional padrão quadriculado de sua camisa. Segundo a publicação, o novo desenho perdeu parte da identidade visual que tornou o uniforme um dos mais reconhecidos do futebol mundial.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Morre Brito, zagueiro campeão do mundo na Copa de 1970, no México.

Informação foi divulgada pela família nas redes sociais, em perfil oficial do ex-atleta. Ex-zagueiro estava internado desde 14 de Maio por conta de uma pneumonia.

 Brito, zagueiro titular da seleção brasileira campeã na Copa do Mundo de 1970, no México, morreu. A informação foi divulgada via redes sociais, em conta oficial do ex-jogador nesta quinta-feira (11).Hércules Brito Ruas, o Brito, nasceu em 9 de Janeiro de 1939. Marcou época no Vasco da Gama, mas também passou por Internacional, Flamengo, Cruzeiro, Botafogo e Corinthians. Ele tinha 86 anos e estava internado desde o dia 14 de maio por conta de uma pneumonia, conforme registro no perfil. Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório. "É com imensa tristeza que comunicamos o falecimento do nosso campeão do mundo. Agradecemos a todos pelas orações e as mensagens de apoio e carinho", diz trecho da publicação da família. O zagueiro também disputou a Copa de 1966. Em 1970, fez dupla ao lado de Piazza. Foi considerado o jogador com melhor preparo físico do torneio no México. Brito foi titular em todas as partidas e não foi substituído. Atuou pela seleção brasileira de 1964 a 1972, com 61 jogos. Foram 45 vitórias, 11 empates e cinco derrotas, com títulos da Copa Rocca (1971) e Taça Independência (1972), segundo dados da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Mauro Silva, volante titular da seleção na Copa de 1994, nos EUA, publicou uma homenagem a Brito. "O futebol brasileiro se despede de um grande campeão. Tive a honra deste encontro com Brito, tricampeão do mundo em 1970 e referência de uma geração que marcou para sempre a história da nossa seleção", escreveu.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Plano de Musk para data center espacial de US$ 2,4 tri pode comprometer observação do céu.

 

SpaceX apresenta tecnologia em seu IPO; cientistas alertam para poluição e prejuízo à visibilidade. Simulação mostra que satélites visíveis em SP subiriam de zero para 14 mil caso projeto se concretize.

A companhia aeroespacial SpaceX, de Elon Musk, quer pôr em órbita uma rede de data centers que pode elevar o número de satélites em órbita de menos de 20 mil para mais de um milhão nos próximos nove anos.Esse plano se destaca no portfólio que Musk apresentou a investidores no pedido de oferta pública inicial na Bolsa (IPO, na sigla em inglês) da SpaceX -as ações, precificadas em US$ 135, começam a ser negociadas no mercado nesta sexta-feira (12) às 9h30. A empresa captou US$ 75 bilhões no maior IPO da história O negócio de data centers pode valer US$ 2,4 trilhões, estima a empresa, que pretende iniciar os lançamentos em 2028. Astrônomos se opõem ao projeto e dizem que haveria mais satélites iluminados no céu noturno do que estrelas visíveis até 2035. Eles criticam danos à visibilidade das estrelas no céu noturno, possíveis efeitos no ciclo de sono dos animais devido à iluminação noturna, danos ambientais por causa dos milhões de lançamentos espaciais necessários para manter a tecnologia funcionando, além da falta de regras para um empreendimento do tipo. A professora de astronomia da Universidade de Regina, no Canadá, Samantha Lawler fez uma simulação, a pedido da reportagem, do efeito que a nova constelação de satélites teria no céu de São Paulo. Durante o solstício de verão, em 21 de dezembro, quando a iluminação solar atinge seu pico no hemisfério sul, o número de satélites da SpaceX visíveis saltaria de zero para 14.072. "Nós ainda subestimamos os tamanhos dos satélites, de acordo com os dados que a SpaceX apresentou posteriormente, após o encerramento do período de comentários da FCC", disse Lawler. Na latitude do Canadá, onde foi feito o estudo original, o número de satélites se aproximaria dos 40 mil -ante cerca de 5.000 estrelas visíveis. O projeto ainda depende de uma licença da FCC (Comissão Federal de Comunicações), órgão regulador americano sob o controle de Donald Trump. Em fevereiro, a agência encaminhou a proposta de Musk para avaliação pública em tempo recorde: quatro dias entre a entrega dos documentos e a abertura para comentários, em março. Uma startup apoiada por Google e Nvidia, a Starcloud, fez pedido similar ao da SpaceX para 88 mil satélites no início de fevereiro, mas ainda não houve consulta pública.Esse intervalo costuma levar de semanas a meses, de acordo com astrônomos e concorrentes ouvidos pela reportagem. Eles dizem que a proposta nem sequer deveria ser aceita devido à falta de detalhes sobre os satélites e as trajetórias de suas órbitas. A maioria das pessoas que já conhecia o projeto antes do IPO se mostrou contrária à ideia durante a tomada de decisão pela FCC realizada em março. O trâmite reuniu 1.533 petições de 1.464 pessoas e entidades, incluindo astrônomos premiados, ambientalistas, jornalistas especializados e entusiastas da observação noturna. Em números aproximados, dez a cada 11 posicionamentos são contra o projeto. Um dos argumentos da SpaceX para pleitear a permissão seria de que enviar os computadores ao espaço resultaria em economia de água e eletricidade. O outro é de que a rede de data centers satelitais entregaria serviços digitais com baixa latência em todo o mundo. Nos complexos tradicionais, quanto mais longe está o contratante do serviço, quer seja um pagamento via Pix ou o acesso a um filme no streaming, mais demora para o processamento acontecer. Esses, diz a empresa de Musk em seu documento de apresentação ao mercado financeiro, serão os pilares do futuro da inteligência artificial. Hoje, o lançamento de satélites requer permissão apenas do regulador local de telecomunicação -no caso da SpaceX, trata-se da FCC. As normas americanas não incluem critérios para avaliar a iluminação no céu ou o risco de reentrada dos satélites. Os defensores, em geral americanos que não mencionam credenciais de pesquisa, defendem a economia de água, ao diminuir a demanda por data centers na superfície. Em documento enviado à FCC, a empresa de Musk afirma que seus data centers estariam em uma órbita tal que haveria disponibilidade de radiação para geração de energia solar quase todo o tempo. O professor de astronomia Hanno Rein, da Universidade de Toronto, chama as vantagens ambientais citadas pela SpaceX para defender seu data center espacial de "o maior greenwashing da história". Isto é, uma estratégia de propaganda enganosa de sustentabilidade. Segundo o astrônomo, haveria lançamentos em uma quantidade jamais vista caso a FCC aprove o pedido. "Como os chips necessários na inteligência artificial ficam obsoletos rapidamente, esses equipamentos teriam que ser trocados com frequência."Rein afirma que cada lançamento espacial libera grandes quantidades de gases do efeito estufa na atmosfera. Um único voo do Falcon 9 teve emissões estimadas em 28 mil toneladas de gás carbônico equivalente, de acordo com estudo da Glasgow Caledonian University. Os satélites, diz Rein, ainda serão maiores do que os atuais modelos da SpaceX para garantir a geração de energia solar e o resfriamento por meio de radiação, uma vez que não há água nem ar no espaço. Diferente das cenas gélidas de astronautas em Marte dos filmes de ficção científica, as temperaturas na órbita terrestre podem ser elevadas dependendo do nível de exposição ao sol. Os chips geram muito calor e, sem resfriamento, fritam quando passam dos 90 graus Celsius. Por causa do efeito global do lançamento de satélite, a liberação cabe a uma entidade internacional subordinada à ONU (Organização das Nações Unidas), a UIT (União Internacional de Telecomunicações). Porém, os países-membros decidiram que a aprovação de novos satélites fosse delegada aos órgãos locais, como a FCC e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). "A FCC pode simplesmente liberar 1 milhão de satélites para uma empresa americana, nos moldes atuais cada entidade nacional tem esse poder", resume Lucas Fonseca, o CEO da empresa aeroespacial Airvantis.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre 'Ainda Estou Aqui'

Cantora americana conta que o filme a ajudou durante o divórcio e a fez refletir sobre os filhos. Atriz brasileira diz que a história de Eunice Paiva transcende ideologias e fala sobre família e humanidade.

 Fernanda Torres, 60, reagiu com entusiasmo ao descobrir que Jennifer Lope, 56, foi impactada por "Ainda Estou Aqui". Quase dois anos após a estreia do longa de Walter Salles no Festival de Veneza, a atriz brasileira comentou o relato da cantora americana, que revelou ter encontrado conforto na produção em um momento delicado de sua vida.Em participação em um podcast, Lopez contou que assistiu à produção vencedora do Oscar de melhor filme internacional de 2025 enquanto enfrentava o processo de divórcio de Ben Affleck e refletia sobre a criação dos filhos. Segundo ela, ver o longa ao lado da família durante o Natal "curou uma parte" dela que precisava ser curada. A declaração foi mostrada a Fernanda por um repórter da Variety durante o Taormina Film Festival, na Itália, onde a atriz recebeu um prêmio honorário. Ao assistir ao vídeo, ela destacou que a reação da artista americana traduz a dimensão humana da obra. "Nossa. Isso é tão, tão emocionante", afirmou. Fernanda reforçou que, embora o filme tenha uma dimensão política, sua força está na história de uma mãe que enfrenta a perda do marido e a responsabilidade de criar sozinha cinco filhos. "É uma tragédia grega que transcende qualquer posicionamento político. Qualquer pessoa pode compreender a ideia fundamental de família", disse. A atriz também ressaltou o significado de "Ainda Estou Aqui" para o cinema brasileiro. Ao lembrar que Walter Salles não dirigia um longa havia dez anos, ela celebrou o alcance internacional da história de Eunice Paiva e o impacto que o filme teve no país. "É um filme muito especial porque uniu um Brasil dividido em torno dos direitos humanos e da justiça. É um filme raro", afirmou.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Luana Piovani anuncia boicote à Copa do Mundo e critica Fifa e Trump.

A atriz questionou a relação entre a Fifa e o governo norte-americano, um dos anfitriões do Mundial ao lado de Canadá e México. "Como é que a Fifa está 'chupando as bolas' do Trump?", afirmou.

Luana Piovani afirmou que não pretende assistir a nenhum jogo da Copa do Mundo de 2026. Em vídeos publicados nos Stories do Instagram nesta quinta-feira (11), a atriz disse que vai boicotar o torneio e disparou críticas contra a Fifa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a condução do evento.Segundo ela, o campeonato perdeu o sentido diante dos conflitos e tensões políticas que cercam a competição. "Eu não vou assistir a nenhum jogo da Copa", declarou.A atriz questionou a relação entre a Fifa e o governo norte-americano, um dos anfitriões do Mundial ao lado de Canadá e México. "Como é que a Fifa está 'chupando as bolas' do Trump?", afirmou. Piovani também criticou o interesse do público pelo torneio em meio a crises globais. "O mundo está acabando e vocês estão preocupados com Copa", disse. Nos vídeos, ela afirmou estar incomodada com relatos de dificuldades enfrentadas por algumas delegações e profissionais envolvidos na competição durante a entrada nos Estados Unidos. Para a atriz, os países participantes deveriam reagir de forma conjunta. "Tinha que existir a união de todos. O problema do planeta é esse: não há união." A apresentadora ainda avaliou que a competição enfrenta problemas de organização e adesão do público. "Essa Copa já está um fracasso de venda de ingresso, de visitantes e vocês ainda insistem. Eu nunca vi uma Copa com mais problema", declarou. Além das críticas ao torneio, Piovani disse que o futebol não desperta seu interesse neste momento e ironizou a possibilidade de passar os dias de jogos longe das transmissões. "Provavelmente ficarei sozinha em casa em silêncio", comentou. Ao encerrar o desabafo, ela voltou a defender uma reação coletiva das seleções e federações nacionais contra o que considera interferências políticas no evento. "Todos os times e todos os países deveriam se unir", afirmou.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Tati Machado anuncia gravidez um ano após perda gestacional.

 

Tati Machado compartilhou novidade ao lado do marido, Bruno Monteiro. Nos últimos meses, a jornalista falou publicamente sobre processo de luto e maternidade.

Nesta quinta-feira (11), Tati Machado anunciou que está grávida novamente do marido, o fotógrafo Bruno Monteiro. A jornalista compartilhou a novidade nas redes sociais ao lado do companheiro, pouco mais de um ano após a perda gestacional do primeiro filho do casal, Rael, aos oito meses de gestação.No Instagram, Tati aparece sorrindo ao lado de Bruno enquanto segura um par de sapatinhos de bebê. Ao fundo, toca a música "Deus de Obras Completas", da cantora gospel Kemilly Santos. "O amor encontrou mais um jeito de florescer", escreveu na legenda.Nos comentários, muito fãs e famosos celebraram a novidade e enviaram mensagens de carinho ao casal: "Mulher, que benção!", escreveu Ana Paula Renault. "Felicidade é pouco!", comemorou Ana Maria Braga. "Amiga querida e Bruno, fiquei tão emocionada que nem sei…Vcs vão viver o extraordinário", escreveu Eliana.Recentemente, em uma participação no programa Saia Justa, do GNT, a jornalista falou sobre o processo de luto e a maternidade e afirmou que repetiria toda a experiência por descobrir o quanto gostou de ser mãe.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Justiça italiana aponta parcialidade de Moraes como motivo para anular extradição de Zambelli.

A Justiça italiana diz que Moraes atuou sob "dupla veste", como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Carla Zambelli.

A Corte de Cassação, instância máxima do sistema judicial da Itália, apontou uma suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), para anular a sentença de extradição da ex-parlamentar da Europa para o Brasil.Em decisão divulgada nesta sexta-feira, 12, a Justiça italiana diz que Moraes atuou sob "dupla veste", como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Zambelli. "Múltiplos elementos capazes de fazer duvidar da imparcialidade, sob o aspecto objetivo, do Tribunal que proferiu a condenação da recorrente. Isso em razão da dupla veste assumida pelo M. A. D. M. (referência ao ministro) como componente do colegiado julgador e como pessoa danificada por um dos crimes imputados à recorrente", diz. Zambelli foi condenada pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo porte de arma de fogo ilegal nas eleições de 2022. A mando da ex-deputada, o hacker Walter Delgatti Neto inseriu um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes no sistema da Justiça. "Expeça-se o mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L", dizia o documento falso. Para a Justiça italiana, Moraes incorreu em um "acúmulo atípico de funções judiciais" ao conduzir parte das investigações e ser o juiz responsável por analisar o mérito do caso. "Resulta dos autos transmitidos que o M. A. D. M. foi designado como relator do procedimento penal em desfavor de Z. S. O. C. (Zambelli); nessa condição, ele participou da decisão das questões preliminares, inclusive aquela relativa à sua incompatibilidade, bem como da decisão de condenação da recorrente no que tange aos crimes imputados e daquela que determinou a perda imediata do mandato parlamentar de Z. S. O. C.; o mesmo Juiz, ademais, expediu o mandado de prisão em desfavor de Z. S. O. C., redigiu o pedido de extradição e forneceu informações a respeito do Estabelecimento prisional", diz. Entenda o caso A Corte de Cassação anulou no dia 22 de Maio, a extradição da ex-deputada federal. Zambelli foi solta após a decisão. Ela publicou um vídeo no perfil de seu marido, Coronel Aginaldo, no Instagram, acompanhada dele e do advogado Pieremilio Sammarco. "Hoje é dia 22 de Maio de 2026, dia de Santa Rita, nome da minha mãe e da pessoa que era minha companheira de cela", disse Zambelli. O processo ainda depende de uma decisão do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio. O ministro tem um prazo de 45 dias para se manifestar a partir do acórdão da nova decisão da Justiça. Antes da decisão desta sexta-feira, a Justiça italiana vinha proferindo decisões a favor da extradição de Zambelli nos dois processos em que ela foi condenada no STF. A defesa recorreu, então, à Corte de Cassação, que é a última instância da Justiça no país. Zambelli teve seu mandato de parlamentar cassado pela Justiça eleitoral de São Paulo em 2025.FONTE POLITICA AO MINUTO NOTICIAS.

Brasil terá esquema especial de energia durante jogos da seleção na Copa.

Medidas restritivas valem de duas horas antes até duas horas após as partidas. Desafio é equilibrar variações bruscas de demanda com geração de energia no país.

O esquema prevê a suspensão de intervenções em equipamentos, monitoramento das condições meteorológicas para identificar riscos e a divulgação de um boletim sobre o comportamento da demanda na hora dos jogos. As medidas restritivas serão impostas em um período entre duas horas antes e duas horas depois de jogos considerados estratégicos. "Não serão autorizadas intervenções que possam provocar corte de carga ou elevar o risco de interrupção do fornecimento de energia em qualquer região do país", disse o ONS, em comunicado distribuído nesta quinta. "A exceção fica restrita a intervenções inadiáveis, cuja postergação possa representar riscos à vida humana, à integridade dos equipamentos ou à segurança operativa do sistema elétrico", prossegue o texto. O operador explica que, normalmente, o sistema começa a sentir impactos por volta de duas horas antes das partidas, com a interrupção de atividades laborais em virtude do deslocamento das pessoas para o local onde vão assistir os jogos. "Durante o intervalo entre o primeiro e o segundo tempo do jogo, ocorre uma elevação rápida da carga, influenciada pela desmobilização das pessoas diante da televisão, aproveitando o momento para a realização de atividades domésticas", diz. Ao fim do jogo, é iniciada uma nova rampa de elevação do consumo. O desafio para o ONS é equilibrar as variações bruscas de demanda com a geração de energia das diversas fontes que compõem o sistema brasileiro. O esquema especial contempla os jogos da primeira fase da Seleção Brasileira, as semifinais e a final da Copa. Jogos de fases eliminatórias anteriores só serão contemplados se o Brasil avançar. "Durante esses jogos, é comum que o país pare, o que tem um impacto direto na operação do SIN [Sistema Interligado Nacional]", afirmou, em nota, o diretor-geral do ONS, Marcio Rea. "Mas estamos preparados para garantir uma resposta segura e confiável durante a competição, assegurando que o sistema responda adequadamente às variações de demanda da sociedade", disse Rea.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que proíbe transporte de passageiro sob efeito de álcool ou droga em veículo coletivo.

Texto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4165/23, que proíbe o transporte, em veículo coletivo, de passageiro que esteja sob a influência de álcool ou visivelmente sob efeito de drogas. O texto prevê multa e retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro na parte sobre os motoristas profissionais. A infração será gravíssima – sete pontos na carteira de habilitação. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) poderá regulamentar exceções. O relator, deputado Beto Preto (PSD-PR), recomendou a aprovação do texto, de autoria do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). “O transporte público coletivo constitui serviço essencial, sendo dever do Estado garantir condições adequadas de segurança, regularidade e conforto”, disse Beto Preto. O autor da proposta, Cabo Gilberto Silva, afirmou que o objetivo é impedir que a condução do veículo coletivo seja afetada por alguém que tome atitudes que representam perigo para a segurança do trânsito. Próximos passos O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Indígenas defendem aprovação do plano nacional que valoriza suas culturas.

 

Eixo principal da proposta consiste em assegurar o protagonismo indígena em todas as etapas das políticas culturais voltadas às suas comunidades.

Representantes de povos indígenas defenderam, em audiência pública na Câmara dos Deputados, a aprovação do Projeto de Lei 6620/25, que institui o Plano Nacional de Valorização das Culturas Indígenas. Assim como os demais participantes, a representante do Ministério dos Povos Indígenas, Giovana Mandulão, ressaltou que o reconhecimento das formas de vida dos diferentes povos representa um processo de reparação histórica pela violência do processo colonial brasileiro. “Por séculos, as políticas do Estado brasileiro operaram uma lógica do apagamento cultural, da assimilação forçada, do silenciamento das nossas línguas e da criminalização das nossas espiritualidades", ressaltou Giovana. "E quando nós, povos indígenas, falamos de cultura, não estamos falando apenas de folclore. As culturas indígenas são um sistema de vida de cada povo. A nossa cultura é o nosso território, é a nossa memória, é a nossa espiritualidade, é a forma como educamos nossas crianças, como curamos nossos doentes, como produzimos nossos alimentos e como mantemos a floresta em pé”, explicou. A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que pediu a realização do debate, lembrou que a proposta foi apresentada pelos povos indígenas durante a conferência do clima em Belém no ano passado. Na Câmara, o projeto foi assinado pelas deputadas Juliana Cardoso (PT-SP), Célia Xakriabá (Psol-MG) e Benedita da Silva (PT-RJ). A relatora na comissão é a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), que apresentou um texto substitutivo. O eixo principal da proposta consiste em assegurar o protagonismo indígena em todas as etapas das políticas culturais voltadas às suas comunidades. O texto estabelece também que o poder público deve adotar medidas para ampliar o acesso de indígenas aos mecanismos de fomento à cultura previstos em lei. No entanto, a deputada Jandira Feghali pediu aos representantes de povos indígenas que estudem o texto e sugiram as modificações que considerarem necessárias. “Vocês precisam analisar esse substitutivo para opinar sobre ele antes que a gente evolua com ele. Não vamos votar um texto sem que vocês opinem.  A relatora não está aqui, mas eu acho que vocês deveriam puxar uma reunião com ela para darem as opiniões de vocês sobre o texto e modificar o texto, agregar questões, alterar. Todo relator precisa ouvir para poder construir o texto mais justo e que melhor represente o que vocês querem”, apontou.Documentação O projeto também determina que os governos devem apoiar iniciativas voltada à documentação, preservação e revitalização de línguas indígenas. A artista e ativista indígena Daiara Tukano lembrou que, durante o século XX, o Estado brasileiro proibiu os povos de utilizarem suas línguas. “As políticas integracionistas, ao longo de todo o século 20, proibiram as nossas línguas, torturando nossos pais, nossos avós ainda crianças dentro de internatos, essa é a história da minha família, meu bisavô jogou todos os seus instrumentos de cerimônia no rio pra que aquilo não fosse levado pelos padres. E hoje, nossos avôs, nossos pajés, estão morrendo, nossas línguas estão morrendo, e nós precisamos nos articular para que o Estado também possa ser responsável pela renovação, pela resistência, pelo reflorescimento dos nossos povos”, pediu. De acordo com a representante do Museu Nacional dos Povos Indígenas, Juliana Tupinambá, no Brasil vivem 391 povos, que falam 295 línguas. Para ela, preservar as culturas dos indígenas é preservar a diversidade cultural do país. Reportagem – Maria Neves Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Inep nega mudança nos critérios da redação do Enem e estuda uso de IA para agilizar divulgação de notas.

Em audiência na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, estudantes cobraram mais transparência na correção das redações e no acesso às avaliações.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) negou mudanças nos critérios de correção da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e informou que estuda usar inteligência artificial (IA) para acelerar a divulgação das avaliações pedagógicas. A declaração foi feita durante audiência pública da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realizada na quarta-feira (10). O debate ocorreu após questionamentos de estudantes sobre supostas inconsistências e falta de transparência nas notas da edição de 2025. A audiência atendeu a requerimento do deputado Túlio Gadelha (PSD-PE). Segundo ele, estudantes relataram divergências matemáticas nos boletins e possíveis alterações em orientações internas do exame. O diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep, Eduardo Carvalho Sousa, afirmou que a matriz de referência da redação é a mesma desde 2009. Segundo Sousa, houve apenas aumento do rigor na identificação de textos produzidos a partir de modelos padronizados. "Estamos com uma indústria de redações pré-fabricadas, no qual a pessoa só muda algumas frases. O que aconteceu foi um rigor um pouco maior com essas redações pré-prontas", disse. O diretor afirmou que os corretores recebem treinamento específico e que cada redação é avaliada por dois profissionais independentes, sem conhecimento da nota atribuída pelo outro avaliador. Segundo ele, o sistema encaminha a redação para nova análise quando a diferença entre as notas supera 80 pontos em uma competência. O Inep também informou que iniciará uma prova de conceito com empresas de tecnologia para avaliar o uso de IA no processo de correção. A intenção é reduzir o prazo para divulgação da folha espelho e da avaliação pedagógica da redação. Atualmente, essas informações são disponibilizadas cerca de 60 dias após a divulgação das notas oficiais.Estudantes pedem mais transparência Representantes estudantis defenderam que os critérios de correção sejam mais claros para os participantes do exame. A diretora de Relações Institucionais da União Nacional dos Estudantes (UNE), Letícia Holanda, afirmou que muitos jovens das periferias têm dificuldade para compreender editais e documentos do Enem. Segundo ela, conhecer melhor os critérios de avaliação ajuda os estudantes a planejar os estudos e aumenta a confiança no exame. Holanda também defendeu cautela na adoção de novas tecnologias. "O uso da tecnologia precisa ser feito com controle público e social para termos fortalecimento da transparência. Sem isso, a IA pode ser prejudicial e reforçar vícios e padrões nas redações", avaliou. O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Paulo Henrique Viana, defendeu a criação de mecanismos mais simples para contestação das notas. "Precisamos pensar a folha espelho como um instrumento onde o estudante veja onde está errando ou identifique uma inconsistência, criando um mecanismo para apresentar isso formalmente ao Inep", sugeriu. Sousa informou que o canal oficial para registro de demandas atualmente é a plataforma Fala BR. Integração de avaliações Representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a coordenadora de educação digital do Paraná, Lorena Pantaleão da Silva, destacou o papel da redação na formação dos estudantes. Segundo ela, o exame estimula a cidadania, o pensamento crítico e a capacidade de argumentação. Silva afirmou ainda que a integração entre o Enem e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) poderá ajudar as secretarias estaduais a monitorar o ensino médio e acompanhar os resultados da aprendizagem. Da Redação - GM Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova campanha sobre o uso equilibrado de tecnologias digitais.

Ações deverão levar em consideração a proteção à criança e ao adolescente; projeto segue em análise na Câmara.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a campanha Abril Roxo, destinada à conscientização sobre o uso equilibrado e responsável das tecnologias digitais. O texto prevê ações nacionais a serem promovidas pelo poder público durante o mês de abril com o objetivo de divulgar informações sobre as consequências do uso excessivo dessas tecnologias e de estimular sua utilização ética e segura. Foi aprovada a versão da Comissão de Educação para o Projeto de Lei 3354/23, do deputado Pedro Uczai (PT-SC), e seu apensado, PL 3360/23. Ações As ações a serem realizadas deverão levar em consideração a proteção à criança e ao adolescente e poderão incluir: palestras, debates e seminários sobre os efeitos do uso excessivo da tecnologia na saúde mental, física e emocional dos indivíduos; capacitação de profissionais de educação e de saúde; atividades de lazer sem o uso de dispositivos eletrônicos; divulgação de materiais informativos sobre o uso consciente da tecnologia e os benefícios da interação social que dispense o uso de dispositivos digitais campanhas nos meios de comunicação; e criação de canais de atendimento para pessoas com problemas relacionados ao uso imoderado da tecnologia. A relatora, deputada Ana Pimentel (PT-MG), afirmou que o texto organiza de forma clara as ações a serem desenvolvidas, com atividades educativas, capacitação de profissionais de saúde e educação, entre outras medidas. "Estratégias de educação em saúde e comunicação social constituem instrumentos reconhecidos para a prevenção de agravos e promoção de comportamentos saudáveis, especialmente em temas relacionados à saúde mental e hábitos de vida", disse. Cerca de 95% da população de 9 a 17 anos é usuária de internet no país, ou seja, 25 milhões de crianças e adolescentes, com acesso predominantemente por telefone celular e uso intensivo de plataformas digitais, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil de 2025 citada por Pimentel. Próximos passos O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Religiosos de matriz africana e gestores públicos denunciam intolerância e racismo.

Para representante do governo, racismo religioso é uma realidade estrutural.

Gestores públicos e líderes de religiões de matriz africana denunciaram casos de intolerância e racismo durante audiência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, ocorrida na quarta-feira (10). Também apresentaram políticas públicas em curso e sugestões para o enfrentamento do problema. Entre Janeiro de 2025 e janeiro deste ano, o Disque 100 registrou 2,7 mil denúncias ligadas à intolerância religiosa. Umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras estão entre as principais vítimas. O coordenador de promoção da liberdade religiosa do Ministério dos Direitos Humanos, Luís Alberto Diaz, apresentou dados da pesquisa “Respeite meu Terreiro”, feita em parceria com a UniRio: 76% dos líderes de 255 terreiros ouvidos em todo o país relataram casos de racismo diante de seus espaços e 80% tinham integrantes vítimas diretas de intolerância. “Esses dados demonstram que nós não estamos diante de episódios isolados. O racismo religioso é uma realidade estrutural, que se manifesta por meio de discriminações, agressões verbais, ameaças, interrupções de rituais, depredações e diversas formas de exclusão social, inclusive de racismo institucional religioso”, observou Diaz.Território tradicional Mãe Zana de Odé citou o próprio caso: seu terreiro, em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo, foi demolido pela prefeitura em 2022, soterrando objetos pessoais e de crença. “Nós autodeclaramos o nosso terreiro como unidade territorial tradicional. É necessário que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) reconheça nossas unidades. Eu estou em exílio: todo dia eu estou num lugar, escapando, correndo, fugindo da morte”, afirmou. Reforço orçamentário A diretora de política pública do Ministério da Igualdade Racial, Luzineide Borges, mostrou como é feito o enfrentamento do problema por meio do Decreto 12.278/24, que criou a Política Nacional para Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana. Segundo ela, esse é o principal legado do governo Lula para o reforço orçamentário de políticas públicas interministeriais na área. “A gente sai de um orçamento de R$ 2,5 milhões em 2023 para um orçamento de R$ 115 milhões em 2025 e 2026. E isso sai da responsabilidade de um único ministério para 11 ministérios. Para mim, enquanto gestora e enquanto pessoa de terreiro, ainda é muito pouco, mas a gente consegue dialogar a partir desse lugar”, disse. Entre as políticas públicas em curso, Luzineide Borges citou ações de desenvolvimento social e de valorização da cultura e da memória dos afrodescendentes.Apagamento histórico O coordenador do Instituto Latinoamericano de Tradições Afro Bantu (Ilabantu), Pai Walmir Damasceno, defendeu o mapeamento dos terreiros do país e o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para superar o que ele chama de “processo de apagamento histórico do negro na construção da sociedade brasileira”. “Um terreiro é um espaço de ressignificação da vida, de acolhimento, de proteção, além de ser um espaço de benção. Tantos saberes e fazeres ancestrais estão na cabeça de tantas mulheres e tantos homens: saberes da cura, do manuseio de ervas e raízes. O Brasil não pode ser conivente com essa perseguição sistemática aos povos de matriz africana”, afirmou. Organizadora do debate, a deputada Erika Hilton (Psol-SP) manifestou repúdio ao racismo e prestou solidariedade às religiões de matriz africana. “Poderíamos ficar aqui horas e horas falando não só de lideranças religiosas que foram agredidas no exercício da sua espiritualidade, mas de terreiros que foram depredados, mães e pais de santos que foram agredidos fisicamente. Não é possível que o Brasil consiga conviver com esse tipo de realidade”, afirmou a deputada. No fim de Junho (dias 29 e 30), o governo federal vai promover o seminário “racismo religioso na perspectiva da violação de direitos humanos”, com foco no reforço da articulação entre poder público e sociedade civil no enfrentamento do problema. Reportagem – José Carlos Oliveira Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova autorização para organizações sociais prestarem atendimento a pessoas com deficiência.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia as áreas de atuação das organizações sociais (OSs) para incluir o atendimento especializado a pessoas com deficiência. Atualmente, essas entidades, que prestam serviços públicos em nome do Estado, estão restritas às áreas de pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, preservação ambiental, cultura e saúde A comissão aprovou a versão do relator, deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA), para o Projeto de Lei 5924/23, do deputado Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP). O novo texto reforça mecanismos de transparência e exige outros requisitos de governança para as entidades que recebem recursos públicos. A principal mudança exige que organizações sociais que atuam na saúde possuam o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas). "A exigência de certificação representa instrumento adicional de garantia de idoneidade, transparência e regularidade das organizações sociais que atuam na área da saúde", justificou o relator. O texto estabelece uma regra de transição: entidades com contratos vigentes terão prazo para solicitar o Cebas; se a certificação for negada definitivamente, o gestor público terá 120 dias para promover novo chamamento, evitando interrupção do serviço à população. O projeto prevê, por fim, a qualificação das entidades e a celebração de contratos devem ocorrer de forma pública, objetiva e impessoal, por meio de chamamento público. Próximas etapas A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que trata da atenção integral à pessoa com síndrome de Down no SUS

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atenção integral e atendimento multiprofissional a pessoas com síndrome de Down. Pelo texto, a atenção integral envolverá medidas como o desenvolvimento de programas de diagnóstico precoce (na gestação ou início de vida), transparência sobre o tratamento, direito à integralidade da assistência e participação da família na definição das ações de saúde. Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovado o substitutivo acatado anteriormente na Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 438/23, do deputado Duarte Jr. (Avante-MA). O substitutivo melhora a concisão e a técnica legislativa do projeto. “Em lugar de enumerar diretamente na lei especialidades profissionais obrigatórias e serviços específicos, o substitutivo organiza a política em torno de diretrizes principiológicas e programáticas”, esclareceu Laura Carneiro. Ela acrescentou que, ao remeter a proposta para regulamentação posterior pelo Executivo, o substitutivo garante que os direitos previstos sejam prestados na forma dos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas previstos em lei e dentro da capacidade de comprometimento orçamentário e financeiro. Próximos passos Além da Comissão de Saúde, o projeto foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Agora, o texto seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e, depois, ser sancionada pela presidência da República. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Ana Chalub Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS LEI 15.430/26

Entra em vigor lei que estabelece política de recuperação da Caatinga.

A Caatinga contará com um programa nacional para recuperação de sua vegetação. A lei que trata do assunto foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (11). Já em vigor, a Lei 15.430/26 institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria um programa nacional com o mesmo nome. O texto teve origem no Projeto de Lei (PL) 1990/24, apresentado pela ex-senadora Janaína Farias, atual prefeita de Crateús (CE), município na área da Caatinga. Após aprovação no Senado, a proposta foi aprovada na Câmara em 2025 com modificações, o que levou o projeto a nova análise no Senado. A Caatinga é um bioma localizado exclusivamente no Brasil, abrangendo quase 11% do território do país, cobrindo áreas de diversos estados nordestinos. É caracterizada por condições climáticas extremas, com baixos índices de chuva e longos períodos de seca, tornando a região suscetível à desertificação e gerando vulnerabilidade ambiental e social. O que diz a lei Entre outras diretrizes, a nova lei prevê a atuação articulada entre União, estados, municípios e atores não governamentais na formulação e implementação de políticas públicas para a recuperação e uso sustentável dos recursos ambientais da região. Ações de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, além de prevenção e controle de desmatamento, estão entre os instrumentos da Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga, em âmbitos nacional e estadual. São previstos ainda a capacitação de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico voltados à conservação e ao uso sustentável dos recursos ambientais, e a participação da comunidade local na recuperação das áreas degradadas do bioma, entre outros instrumentos de ação. Da Redação – AC Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


Preço do petróleo sobe mais de 3% com volta de ataques entre EUA e Irã.

Norte-americanos atacam locais no Irã, que respondem com bombardeios a bases em países aliados dos EUA. Barril Brent chegou a cair 0,73%, mas voltou a subir com troca de ataques no Oriente Médio.

O preço do petróleo está oscilando nesta quarta-feira (10) em dia marcado pela volta da troca de ataques entre Irã e EUA, após um cessar-fogo que durou dois meses.O barril Brent, referência mundial, começou em alta, passou a cair e atingiu US$ 90,78, desvalorização de 0,73%, por volta das 5h45 (horário de Brasília). Porém a cotação voltou a subir até alcançar US$ 94,59 (R$ 489,20) por volta das 14h45, alta de 3,43%, em seu auge no dia.Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, estava em alta de 2,04%, vendido a US$ 90 (R$ 465,46). A cotação passou a subir com a divulgação dos ataques do Irã a bases dos EUA na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein nesta quarta-feira (10). Os iranianos alegaram terem respondido a ataques dos norte-americanos no estreito de Hormuz. Foi a primeira vez desde 8 de abril, quando foi anunciado um cessar-fogo, que os iranianos atacaram aliados dos norte-americanos no Oriente Médio. Nos últimos dias, a trégua ficou cada vez mais frágil com os bombardeios de Israel ao território iraniano na segunda-feira (8), seguido do revide do regime persa. No mesmo dia, os dois países anunciaram uma interrupção das ofensivas, mas elas voltaram a ocorrer nesta quarta-feira. Após os ataques, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã demorou demais para negociar um acordo e que agora "terá que pagar o preço", enquanto Teerã declarou que reavaliaria o diálogo diplomático com Washington. A troca de disparos, que ocorreu depois que Trump afirmou que o Irã havia abatido um helicóptero Apache dos EUA perto do estreito na terça-feira (9), marca uma das escaladas mais significativas desde que Washington e Teerã concordaram com um cessar-fogo em Abril. "O Irã é só conversa e nenhuma ação", disse Trump em uma postagem nas redes sociais na manhã de quarta-feira. "Eles demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!"As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter atacado defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e instalações de radar de vigilância no que descreveram como uma "resposta proporcional" ao abate do helicóptero, cujos dois tripulantes foram resgatados. Os vizinhos do Irã no Golfo e a Jordânia ativaram suas defesas aéreas para interceptar mísseis inimigos e não houve relatos imediatos de danos às bases norte-americanas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã disse que Teerã reavaliaria o engajamento diplomático com Washington após o que chamou de repetidas violações do cessar-fogo. "Qualquer processo diplomático requer um ambiente mínimo de estabilidade", declarou Esmaeil Baghaei. Ainda assim, havia sinais de que os esforços diplomáticos continuavam. Uma autoridade com conhecimento do assunto disse à Reuters que negociadores do Qatar viajaram para Teerã na quarta-feira, após consultas com os EUA, em um esforço para finalizar um acordo. Não houve comentários imediatos de Washington ou Teerã.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


São Paulo abre conversas com Arthur Chaves, zagueiro do Hoffenheim.

Arthur Chaves tem 25 anos, foi revelado pelo Avaí e pertence ao Hoffenheim, da Alemanha. Anteriormente o São Paulo concentrou esforços na tentativa de contratar Domingos Duarte.

Após ver as negociações por Domingos Duarte fracassarem, o São Paulo abriu conversas por Arthur Chaves, zagueiro brasileiro do Hoffenheim, da Alemanha.A interlocução inicial entre as partes foi considerada positiva, mas ainda não houve apresentação de proposta oficial. As conversas são consideradas preliminares. Arthur Chaves tem 25 anos, foi revelado pelo Avaí e pertence ao Hoffenheim, da Alemanha. Na última temporada, atuou por empréstimo no Augsburg, também do futebol alemão. O jogador possui contrato com o Hoffenheim até Junho de 2029. A busca por um zagueiro ganhou força nos bastidores do Morumbis após o encerramento das tratativas com Domingos Duarte. A diretoria entende que a posição é uma das prioridades para a sequência da temporada e segue monitorando alternativas tanto no mercado nacional quanto no mercado europeu. NEGOCIAÇÃO FRUSTRADA POR DOMINGOS DUARTE Antes de avançar por Arthur Chaves, o São Paulo concentrou esforços na tentativa de contratar Domingos Duarte. Livre no mercado, o defensor português foi alvo de uma série de conversas com a diretoria tricolor nos últimos dikas. O clube apresentou diferentes modelos de contrato durante as negociações e buscou alternativas para viabilizar o acordo. Apesar disso, as partes não conseguiram chegar a um consenso sobre os termos financeiros da operação. Domingos Duarte rejeitou as condições apresentadas pelo São Paulo e pediu valores acima do que o clube considerava viável para a contratação. Diante do impasse, as tratativas foram encerradas e a diretoria passou a trabalhar em novos nomes para o setor defensivo.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Regressar à Terra é "mais duro" do que viajar para o espaço.

"Há problemas de curta duração e problemas de longa duração. A fisologia muda muito", disse Peggy Whitson.

Aastronauta norte-americana Peggy Whitson disse que regressar ao planeta Terra é mais duro do que viajar até ao espaço, e destacou o papel da fisiologia na recuperação e readaptação do corpo à gravidade após o regresso. "A gravidade é uma porcaria", disse, em tom de brincadeira, perante uma plateia de alunos e professores da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), da Universidade de Lisboa.Astronauta, bioquímica e vice-presidente da Axiom Space, Peggy Whitson esteve nesta terça-feira (9) na FMH para a assinatura de um memorando de entendimento no programa da Axiom Space University Alliance, que a faculdade passou a integrar. Numa sessão dedicada aos "horizontes do espaço", compartilhou o seu percurso, episódios das várias viagens ao espaço realizadas enquanto astronauta da NASA e, mais recentemente, da Axiom, e lições que aprendeu não só durante as missões que integrou e comandou, mas também durante os 10 anos em que já trabalhava na NASA e, ano após ano, era rejeitada do programa espacial. Perante um auditório de especialistas em motricidade humana, muitas das perguntas que a primeira mulher a comandar uma missão na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) recebeu, foram sobre como se preparar o corpo humano para as condições extremas a que será exposto no espaço e as alterações experienciadas. "Estar no espaço é a melhor parte de estar no espaço", começou dizendo, explicando que a microgravidade obriga o corpo e o cérebro a funcionarem de maneira diferente daquela a que estão habituados. No entanto, e após passar quase dois anos da sua vida no espaço, entre as várias expedições em que participou, sobretudo na ISS, onde chegou a estar quase 300 dias seguidos, Peggy Whitson admite que, fisicamente, o mais duro é regressar ao planeta Terra. Enquanto estão na ISS, os astronautas continuam treinando para minimizar problemas como a atrofia muscular, a perda de massa óssea (que acontece de forma mais rápida no espaço) e a deterioração neuromotora, mas o impacto no corpo humano é, ainda assim, significativo, mesmo em missões mais curtas. "Há problemas de curta duração e problemas de longa duração. A fisologia muda muito", referiu, partilhando que, da sua experiência, o impacto do regresso à gravidade da Terra é maior no sistema neurovestibular e na coordenação. O papel dos fisiologistas é, por isso, essencial, sublinhou Peggy Whitson, recordando que na última missão da Axiom em que participou à ISS, e que durou apenas 16 dias, em 2025, muitos dos protocolos foram alterado e "o regresso foi muito mais fácil".FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Este hábito matinal (simples) ajuda a controlar o açúcar no sangue.

Uma simples caminhada de 10 minutos após o café da manhã pode ser um dos hábitos mais eficazes para controlar os níveis de açúcar no sangue. Especialistas explicam que este gesto traz vários benefícios para a saúde do corpo.

Existem diversos hábitos que ajudam a controlar os níveis de açúcar no sangue. No entanto, segundo um artigo do EatingWell, há um que é especialmente recomendado por médicos: fazer uma caminhada de 10 minutos logo pela manhã.Entenda como esse hábito pode beneficiar a sua saúde.Protege contra os picos de açúcar no sangue Após as refeições, os níveis de açúcar no sangue aumentam naturalmente. “Uma breve caminhada após o café da manhã pode reduzir os picos de glicose, já que ela é utilizada mais rapidamente como fonte de energia, em vez de se acumular na corrente sanguínea”, explica a médica Rebecca Jaspan. Isso acontece porque os músculos em atividade precisam de glicose para funcionar e, por isso, a absorvem mais rapidamente, resultando em um pico glicêmico menor. Mas, para que essa caminhada curta seja realmente eficaz, é importante escolher o momento certo. De acordo com estudos, ela deve ser feita nos primeiros 10 minutos após a ingestão de carboidratos. Ajuda o corpo a usar a insulina de forma mais eficiente “Nas pessoas com diabetes, a insulina encontra resistência para agir ou o organismo não produz insulina suficiente”, explica a médica Amy Kimberlain. “No entanto, quando pessoas com diabetes praticam exercícios regularmente, suas células se tornam mais responsivas à insulina”, acrescenta.Por isso, é importante transformar essa caminhada matinal em um hábito diário. “A sensibilidade à insulina tem um efeito cumulativo”, afirma a nutricionista Lauren Plunkett. Embora a prática de exercícios possa aumentar a sensibilidade à insulina por até 24 horas, esse efeito tende a diminuir depois desse período. “Quanto mais realizamos atividades aeróbicas, mesmo por períodos curtos, maior é a probabilidade de observarmos uma melhora na resposta à insulina”, completa Plunkett. Aumenta as bactérias intestinais benéficas para o controle da glicose Uma caminhada diária após o café da manhã também pode ajudar a controlar a glicemia. “Pesquisas recentes mostram que, em pessoas com diabetes, o exercício ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue ao modificar a microbiota intestinal”, destaca Kimberlain. Especialistas explicam que um dos principais benefícios está na capacidade das bactérias benéficas do intestino de produzir substâncias anti-inflamatórias chamadas ácidos graxos de cadeia curta. Esses compostos ajudam a melhorar o metabolismo energético, favorecendo uma absorção mais eficiente da glicose e aumentando a sensibilidade à insulina.Ajuda a reduzir o estresse Além da alimentação, os níveis de açúcar no sangue também são influenciados pelo estresse. Segundo Rebecca Jaspan, o estresse aumenta a produção de cortisol e adrenalina, colocando o corpo em estado de “luta ou fuga”. Como resposta, o organismo tenta se defender dessa ameaça estimulando o fígado a liberar glicose armazenada na corrente sanguínea para fornecer energia, mesmo quando ela não é realmente necessária. “Caminhar em ritmo moderado ajuda a reduzir os hormônios do estresse, especialmente o cortisol”, afirma Jaspan.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

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