CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Onda de violência sacode o Brasil e provoca debate entre deputados federais e agentes de segurança..

O mais recente estopim foi a ação policial que resultou em mais de 120 mortes, inclusive de agente da segurança, no Rio de Janeiro  

No calor dos debates sobre a onda de violência institucional que ocorre no Brasil, a classe política se desperta e propõe uma série de medidas para o combate sistemático ao crime, principalmente, o organizado. Os recentes acontecimentos no Rio de Janeiro afloraram novas faces do debate e trouxeram para a alimentação da polêmica, o sistema institucional de segurança, mais pontualmente as organizações da segurança pública.Tanto é assim que, representantes das polícias Civil e Militar defenderam mais recursos e mudanças nas leis penais e processuais com vistas a se aprimorar o combate ao crime organizado. O tema foi debatido em audiência pública na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa Proposta de Emenda à Constituição que trata da integração dos órgãos de segurança pública,  O presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, Márcio Gutiérrez, afirmou que a integração das forças é essencial em um país de dimensões continentais como o Brasil, mas, destacou que a falta de investimentos, ainda, é o principal obstáculo. Segundo ele, o orçamento federal destinado à segurança pública é muito inferior ao aplicado em saúde e educação., Por sua vez, o Presidente do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares, Renato dos Anjos Garnes, defendeu a criação de novas fontes de financiamento, como a taxação de sites de apostas eletrônicas, as chamadas (bets, para o reforço no orçamento da área.Reformas Legislativa Representantes das polícias defenderam mudanças na legislação penal e processual para agilizar o combate ao crime organizado. Márcio Gutiérrez propôs autorização judicial após operações. Aluísio Mendes apoiou e sugeriu punições severas por abusos. Renato Garnes defendeu o fim das audiências de custódia e revisão da progressão de pena. Mendonça Filho quer eliminar progressão para crimes graves. O debate também abordou a interiorização do crime, com facções como PCC e CV expandindo atuação para comunidades do interior, onde há registros diários de ações criminosas. A proposta visa endurecer leis e fortalecer a repressão às organizações criminosas.Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.FONTE JORNAL  CONTEXTO  NOTICIAIS


Nenhum comentário:

'Me fiz de morta', diz estudante que teve as mãos amputadas em ataque com foice no Ceará.

Estudante que teve mãos amputadas pelo cunhado contou que fingiu estar morta para sobreviver ao ataque no Ceará. Após cirurgia de reimplante...