A empresa confirmou que estuda lançar planos de assinatura com recursos exclusivos nas três plataformas.
A proposta é oferecer uma experiência premium, enquanto a Meta também enfrenta acusações judiciais nos EUA sobre suposto acesso a mensagens do WhatsApp, algo que a companhia nega. A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende iniciar testes com novos modelos de assinatura em suas redes sociais. A proposta é oferecer funcionalidades extras e opções avançadas para usuários dispostos a pagar por uma experiência diferenciada nas plataformas da empresa.A confirmação veio após um desenvolvedor divulgar rumores sobre uma possível assinatura no Instagram, que permitiria ao usuário identificar, entre as contas que segue, quais não o seguem de volta. Embora não tenha detalhado quais recursos farão parte desses pacotes, a Meta afirmou que o objetivo é criar uma experiência premium no Facebook, Instagram e WhatsApp. A empresa explicou que pretende lançar diferentes combinações de funcionalidades e que cada assinatura será específica para cada plataforma. Segundo a Meta, ainda não há uma estratégia definitiva, e os recursos exclusivos passarão por testes antes de uma eventual implementação em larga escala. Além das novas funções pagas, a Meta também planeja integrar aos seus produtos um agente de inteligência artificial chamado Manus, adquirido por cerca de US$ 2 bilhões. A ferramenta deve ser incorporada gradualmente ao Facebook, Instagram e WhatsApp. Paralelamente, a Meta enfrenta um novo processo judicial nos Estados Unidos. A empresa é acusada de conseguir “armazenar, analisar e acessar praticamente todas as conversas supostamente privadas dos usuários do WhatsApp”. De acordo com a Bloomberg, a ação envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Austrália, Índia, México e África do Sul, que alegam ter obtido informações por meio de denunciantes internos. Os autores da ação afirmam que, apesar da criptografia de ponta a ponta anunciada pelo WhatsApp, a Meta teria acesso ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma. A empresa, no entanto, nega veementemente as acusações. Em resposta, a Meta classificou as alegações como “categoricamente falsas e absurdas” e reiterou que o WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta há mais de dez anos, com base no protocolo Signal. A companhia afirmou ainda que pretende buscar sanções contra a equipe jurídica dos autores da ação, que tenta transformar o processo em uma ação coletiva envolvendo mais de dois bilhões de usuários do aplicativo.Fonte Tech ao Minuto Noticias.
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