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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Nikolas Ferreira sugere intervenção externa no Brasil após caso Maduro.

Deputado do PL afirmou apoiar uma ação externa como forma de punir “criminosos”, publicou memes sugerindo cenário semelhante ao da Venezuela e disse que sua posição expressa o que “muita gente pensa, mas não tem coragem de dizer”.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) passou a ser questionado por especialistas e por integrantes do meio político após declarações e publicações que, na prática, endossam de forma implícita a ideia de uma intervenção estrangeira no Brasil, ainda que ele evite afirmá-la de maneira direta. Dois dias depois da operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, o parlamentar publicou memes nas redes sociais sugerindo que o Brasil poderia ser o “próximo” alvo. Em uma das imagens, escreveu “eu tentando avisar o Trump que ele tem mais um para levar”, acompanhada da bandeira brasileira. Em outra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece no lugar de Maduro sendo conduzido por forças estrangeiras. Questionado por jornalistas em Belo Horizonte, após a entrega de emendas parlamentares à Santa Casa, Nikolas tentou relativizar o conteúdo das postagens, mas não recuou da ideia central. “Não estou dizendo que desejo que capturem o presidente do Brasil. O que eu estou dizendo é que os criminosos precisam pagar pelos seus crimes”, afirmou.Na sequência, ao ser confrontado sobre como esses crimes deveriam ser punidos, se pela Justiça brasileira ou por mecanismos externos, o deputado não descartou a segunda hipótese. “Pode ser por uma intervenção externa também. Hoje, o direito internacional penal praticamente não existe mais”, disse. A fala é considerada sensível porque rompe com o princípio constitucional da soberania nacional e relativiza o papel das instituições brasileiras. Embora Nikolas negue defender diretamente uma ação estrangeira contra o país, especialistas avaliam que o discurso normaliza e legitima a possibilidade de uma intervenção internacional, sobretudo ao comparar o Brasil com o caso venezuelano. O parlamentar também reiterou que suas declarações refletem, segundo ele, um sentimento popular reprimido. “O que eu falo é o que está entalado na garganta de muita gente, só que muita gente não tem coragem de dizer”, afirmou.Fonte Politica ao Minuto Noticias.

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