Gisele Oliveira foi presa em Portugal após um mandado de captura internacional, por suspeitas de ter matado, entre 2008 e 2013, no Brasil, cinco filhos por envenenamento.
O ex-companheiro, pai de duas das crianças, foi agora também detido. O pai de duas das cinco crianças supostamente assassinadas, por envenenamento, pela própria mãe no Brasil, também foi detido esta semana, revela o 'Diário do Aço'.De acordo com a publicação, o homem de 58 anos foi detido na tarde de segunda-feira, 25 de agosto, no âmbito de um mandado de prisão, expedido pela Justiça da Comarca de Timóteo, de Minas Gerais. P.D., como é identificado o suspeito pelo jornal, está sendo investigado no inquérito policial sobre a morte das cinco crianças, filhas de Gisele Oliveira, de 40 anos, detida, em Agosto, em Portugal, para onde tinha fugido. Apesar disso, P.D. não é, pelo menos para já, segundo o jornal, suspeito de ter participado nos homicídios. Durante a investigação aos assassinatos, as autoridades brasileiras descobriram que ele tinha sim, supostamente, abusado sexualmente de "outras pessoas da mesma família". O homem é pai das duas primeiras crianças que morreram envenenadas. Cinco filhos mortos com sedativos Vale lembrar que, no início de Agosto, a Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção em Pombal, no distrito de Leiria, de Gisele Oliveira, suspeita de matar cinco filhos no Brasil, com sedativos. A brasileira teria chegado a Portugal em Abril deste ano, onde se encontrava com o companheiro que a 'esperava' no país europeu há três anos. Com eles, estava um menor, de 12 anos, filho do casal e o único dos filhos de Gisele que teria sobrevivido às suas mãos. De acordo com o que explicou a polícia local na época, a mulher é suspeita de matar cinco filhos, três dos quais cujo pai era o atual companheiro. O 'modus operanti' consistia, segundo as autoridades, na "administração intencional e reiterada, de substâncias sedativas que alegadamente provocaram a morte a cinco dos seus filhos menores." Segundo a Interpol, e conforme confirmam agora as autoridades portuguesas, "todas as situações ocorreram na casa onde a mulher residia e quase sempre à noite." Nessas ocasiões, e "sem a presença de testemunhas", administrava grandes doses de sedativos aos cinco filhos, o que lhes foi causando problemas de saúde ao longo dos anos. (Fonte Justiça ao Minuto Noticias)
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