Segundo o governo, o cálculo é simples: soma-se toda a renda de quem vive na mesma casa e divide-se o total pelo número de moradores.
Muitas pessoas acreditam que quem ganha um salário mínimo não pode receber o Bolsa Família, mas essa ideia não está totalmente correta. Pelas regras válidas em 2026, o que define o direito ao benefício não é o salário individual, e sim a renda familiar por pessoa. O programa é voltado a famílias em situação de vulnerabilidade, e para ser considerada elegível a renda mensal por integrante deve ser de até R$ 218.Segundo o governo, o cálculo é simples: soma-se toda a renda de quem vive na mesma casa e divide-se o total pelo número de moradores. Assim, mesmo que alguém receba um salário mínimo, a família pode se encaixar no critério, desde que o valor por pessoa fique dentro do limite. Um exemplo é o caso de uma casa com oito pessoas, onde a única renda seja um salário mínimo, atualmente de R$ 1.621. Quando esse valor é dividido por oito, o resultado fica em torno de R$ 202,62 por pessoa. Como essa quantia é menor do que o teto de R$ 218, a família pode, sim, ter direito ao Bolsa Família. Como solicitar o Bolsa Família? O primeiro passo é estar registrado no CadÚnico, com todos os dados atualizados e corretos. O cadastro deve ser feito em um posto de assistência social do município, como os Cras, apresentando CPF ou título de eleitor. Mesmo assim, é importante lembrar que estar no CadÚnico não significa entrada automática no programa. Regras para manter o benefício Além de atender ao critério de renda, quem recebe o Bolsa Família precisa cumprir exigências obrigatórias para continuar no programa. Entre elas estão: manter crianças e adolescentes frequentando a escola; realizar o acompanhamento pré-natal, no caso de gestantes; manter a vacinação de todos os integrantes da família em dia. Valores pagos pelo Bolsa Família O programa garante um valor mínimo de R$ 600 por família, podendo aumentar conforme a composição familiar. Há pagamentos adicionais de: R$ 150 por criança de até 6 anos; R$ 50 para gestantes; R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 17 anos; R$ 50 por bebê de até seis meses. E se a renda aumentar? A legislação prevê a chamada Regra de Proteção, que evita o cancelamento imediato do benefício quando a renda familiar cresce. Nesse cenário, a família segue recebendo 50% do valor do Bolsa Família por até um ano, ajudando na transição para uma nova condição financeira sem uma perda repentina do apoio.Fonte Economia ao Minuto Noticias.
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