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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Suplemento energético é suspenso por conter tadalafila.

Autoridades dos EUA identificam substância não declarada em suplemento

Um suplemento vendido como energético foi retirado do mercado nos Estados Unidos depois que autoridades detectaram a presença de uma substância que prolonga a ereção sem qualquer indicação no rótulo. O produto, chamado Ashfiat Alharamain Energy Support, é fabricado pela empresa Akkarco, que pediu imediatamente que os consumidores interrompessem o uso.Segundo a FDA — agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA —, análises laboratoriais identificaram tadalafila na composição do suplemento, apesar de o composto não constar na fórmula declarada. A tadalafila é amplamente prescrita para tratar disfunção erétil e sintomas do aumento da próstata e possui efeito mais longo que o Viagra. Por isso, o órgão classificou o item como um medicamento não aprovado, sem segurança e eficácia comprovadas. Composição oculta De acordo com a Akkarco, o suplemento era ofertado como uma alternativa “natural” para aumentar a vitalidade masculina, melhorar o desempenho físico e sexual, fortalecer o sistema imunológico e ampliar o foco mental. Entretanto, a presença oculta de um princípio ativo farmacológico expõe consumidores a riscos, especialmente aqueles que utilizam o produto sem qualquer orientação médica.A FDA destacou ainda que a tadalafila pode permanecer ativa no organismo por até 36 horas, enquanto o Viagra costuma agir por cerca de quatro horas. Além disso, médicos alertam que o uso indiscriminado da substância pode causar efeitos colaterais graves, sobretudo em pessoas com problemas cardíacos ou que fazem uso de outros medicamentos. Riscos elevados O caso acendeu novo alerta sobre suplementos vendidos como “naturais” que, na prática, escondem substâncias farmacológicas. As autoridades reforçam que produtos sem rotulagem completa podem colocar consumidores em perigo e comprometem a fiscalização sanitária. O suplemento segue suspenso, e os lotes apreendidos serão analisados para verificar possíveis irregularidades adicionais.Junte-se aos grupos de WhatsApp do Portal CONTEXTO e fique por dentro das principais notícias de Anápolis e região.Fonte Jornal Contexto Noticias GO

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