Um homem foi preso, suspeito de participar de um ataque hacker que resultou no furto de R$ 2,2 milhões de um estabelecimento comercial em Goiás. O crime ocorreu no início de agosto. A prisão aconteceu na zona rural de Porto Alegre de Tocantins, na quarta-feira (28).
Operação e investigação A Polícia Federal, em parceria com as Forças
Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO) dos Estados de Goiás, Bahia e
Tocantins, realizou a operação que prendeu o suspeito. A investigação começou
no dia 15 de agosto, poucos dias após o crime. Na época, as autoridades
prenderam dois homens envolvidos no golpe e os autuaram por lavagem de dinheiro
e uso de documento falso. Esses homens permitiram que suas contas bancárias
fossem usadas para receber os valores furtados. Leia também: Cristiano Mamedio é condenado a
12 anos de prisão por júri popular em Anápolis O banco bloqueou o
dinheiro por suspeita de fraude e, por isso, a dupla apresentou falsos
contratos de compra e venda de um imóvel rural para tentar liberar o dinheiro. O
homem preso nesta quarta-feira faz parte do grupo criminoso e participou da
confecção dos falsos contratos. Ele tinha um mandado de prisão em aberto pelo
crime de organização criminosa e já foi investigado por participar de outras
fraudes realizadas pela internet. As autoridades recuperaram todo o valor
furtado da empresa localizada em Goiás. Sobre a FICCO A Ficco-GO é composta
pela Polícia Federal, Polícia Civil (PCGO), Polícia Militar (PMGO), Polícia
Penal (PPGO), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Nacional de
Políticas Penais (SENAPPEN). Ela visa reprimir ações de grupos criminosos no
Estado de Goiás. (Fonte Jornal Contexto Noticias GO)
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