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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Surto de fungo sexual “altamente contagioso” preocupa Europa.

Casos do Trichophyton mentagrophytes tipo VII foram registrados na Europa e na América do Norte, com surtos recentes nos Estados Unidos. 

Especialistas alertam para transmissão por contato íntimo, dificuldade no diagnóstico e risco crescente de resistência a antifúngicos.Autoridades de saúde internacionais estão em alerta diante do aumento de casos da infecção causada pelo Trichophyton mentagrophytes genótipo VII, conhecido como TMVII. O fungo, que se espalha principalmente por contato pele a pele, inclusive durante relações sexuais, vem sendo descrito como uma possível ameaça emergente à saúde pública. Segundo o jornal britânico The Sun, surtos foram identificados na Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e em partes do Oriente Médio.O TMVII, por vezes chamado de fungo transmitido sexualmente, foi apontado como responsável por um dos maiores aglomerados recentes de casos nos Estados Unidos, no estado de Minnesota. De acordo com o portal especializado CIDRAP, da Universidade de Minnesota, a infecção já havia sido registrada na França em 2021 e, posteriormente, em países como Alemanha e Espanha. Nos Estados Unidos, o primeiro caso documentado ocorreu em Nova York, em 2024, após um paciente desenvolver erupções cutâneas depois de viagem internacional e contato com múltiplos parceiros. O fungo provoca infecções cutâneas conhecidas como tínea, popularmente chamadas de micose ou coceira na virilha quando atingem a região genital. Os sintomas podem levar até três semanas para aparecer após a exposição e incluem manchas vermelhas, com coceira e descamação, que podem surgir na virilha, genitais, nádegas, tronco, membros e rosto. Em alguns casos, as lesões podem ser confundidas com eczema ou psoríase, o que dificulta o diagnóstico. Especialistas alertam que a identificação precoce é essencial, já que a doença pode evoluir para quadros mais graves, com inflamação intensa, dor persistente e cicatrizes permanentes, além de aumentar o risco de infecções bacterianas secundárias. Embora a maioria dos pacientes responda a antifúngicos orais, como terbinafina ou itraconazol, o tratamento pode se estender por vários meses. A Organização Mundial da Saúde já havia alertado para o avanço da resistência a medicamentos antifúngicos, classificando o fenômeno como um desafio relevante para a saúde global. Autoridades recomendam que pessoas com lesões suspeitas procurem atendimento médico, evitem contato físico enquanto houver sintomas e não compartilhem roupas, toalhas ou roupas de cama para reduzir a transmissão.Fonte Lifestyle ao Minuto Noticias.


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