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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Polícia aponta tentativa de manipulação após morte em academia de SP.

Investigação indica que sócios da C4 Gym teriam tentado alterar a cena e apagar mensagens após professora passar mal durante aula de natação. Empresários foram indiciados por homicídio com dolo eventual.

A Polícia Civil de São Paulo indiciou os três sócios da academia C4 Gym pela morte da professora de natação Juliana Basseto, de 27 anos, que passou mal durante uma aula e morreu após ser socorrida. Outras quatro pessoas que participaram da mesma atividade seguem internadas.Segundo o delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial de São Lucas, na zona leste da capital, os empresários Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando há a assunção do risco de provocar a morte. A polícia também solicitou a prisão temporária dos três, mas a Justiça ainda não decidiu sobre o pedido. As investigações apontam que as vítimas podem ter sido expostas a gases tóxicos gerados pela mistura de produtos químicos utilizados na limpeza da piscina. De acordo com o delegado, além de falhas no atendimento às vítimas, os sócios teriam tentado interferir na apuração do caso. “No momento em que os médicos confirmavam o óbito de Juliana em um hospital do ABC Paulista, um dos sócios orientava um funcionário a ir até a academia para tentar dissipar os gases e descaracterizar a cena”, afirmou Alexandre Bento. A autoridade policial também declarou que, ao tomarem conhecimento da gravidade da situação, os empresários não teriam prestado auxílio adequado. “Demonstraram completa impassividade. Em vez de agir em favor das vítimas, buscaram preservar a empresa e dificultar as investigações, orientando os funcionários a fechar o estabelecimento e deixar o local”, disse. Ainda segundo o delegado, a conduta dos sócios teria sido motivada por redução de custos. A polícia sustenta que eles dispensaram a contratação de profissional habilitado para o manuseio dos produtos químicos, assumindo o risco de um resultado fatal. Outro ponto sob investigação envolve o funcionário Severino Silva, de 43 anos, responsável pela mistura dos produtos usados na piscina. Ele afirmou à polícia que não possui formação técnica e que recebia orientações por meio de mensagens de WhatsApp. Severino relatou que o sócio Celso Bertolo Cruz teria apagado parte dessas mensagens após o ocorrido. O empresário confirmou a exclusão, mas alegou que se tratavam apenas de informações sobre medições e dosagem de cloro. A Polícia Civil aguarda o laudo necroscópico de Juliana, além dos resultados das perícias realizadas na academia e das análises químicas da água e dos produtos utilizados, para confirmar oficialmente a causa da morte e das internações.Fonte Justiça ao Minuto Noticias.

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