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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Após atrasos e filas de 7 horas, Portugal muda verificação de passaportes.

O Governo ordenou a "suspensão imediata por três meses da aplicação do sistema informático EES" após grandes atrasos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa; militares da Guarda Nacional Republicana vão reforçar o contingente para atendimento.

O Governo ordenou, esta terça-feira (30), a "suspensão imediata por três meses do uso do sistema informático EES, que atende os regulamentos europeus". O esquema de verificação de passaportes estava sendo aplicado desde 12 de Outubro. Em comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, o Governo português explicou que a decisão é tomada por conta do "agravamento dos constrangimentos na 'zona de Chegadas' do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, de Passageiros não-europeus provenientes de fora do Espaço Schengen, com relação com a evolução do novo sistema Entry Exit System da União Europeia." Vale lembrar que o aeroporto de Lisboa foi reforçado com 80 agentes da Polícia de Segurança Pública durante o período de Natal e Ano Novo, devido aos elevados tempos de espera. Que medidas serão impostas agora? Na mesma nota, o Governo destaca ainda que no local vai também haver agora um reforço de 30% em termos da capacidade de equipamentos eletrônicos e físicos de controle das fronteiras externas. A medida foi aprovada em Conselho de Ministros na segunda-feira. Dentro destas medidas será também aproveitada a "capacidade certificada da Guarda Nacional Republicana no controle de fronteiras para reforçar de imediato os meios humanos ao serviço no aeroporto Humberto Delgado." Sistema informático entrou em funcionamento em outubro O novo sistema europeu de controle de fronteiras para cidadãos extra comunitários entrou em funcionamento em 12 de Outubro em Portugal e restantes países do espaço Schengen e desde então os tempos de espera têm se agravado, principalmente no aeroporto de Lisboa, com os passageiros a terem de esperar, algumas vezes várias horas. Alguns passageiros chegaram a ficar mais de 7 horas em filas. Esta situação levou o Governo a criar no fim de Outubro uma 'task force' de emergência para gerir esta situação de crise. Desde 10 de Dezembro que está decorrendo a segunda fase com a recolha de dados biométricos, que consiste na obtenção de fotografia e impressões digitais do passageiro, o que tem complicado ainda mais a situação.Fonte Mundo ao Minuto Noticias.

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