CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS PÚBLICOS

Comissão discute cumprimento de acordo que encerrou greve de professores federais.

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados promove, nesta quinta-feira (11), audiência pública para debater o cumprimento dos termos do acordo que pôs fim à greve de professores da rede federal de ensino em 2024. Segundo a deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), que pediu o debate, passados mais de 12 meses do fim da greve, o governo ainda não concretizou compromissos que afetam diretamente a organização da jornada, a mobilidade e a remuneração dos docentes. Da Redação – RL Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que assegura atendimento a pessoas com deficiências ocultas.

 

Texto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 907/25, que estabelece o direito de reconhecimento, inclusão e atendimento adequado às pessoas com deficiências ocultas. O texto altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência. O relator, deputado Max Lemos (PDT-RJ), recomendou a aprovação. “A proposta representa um passo fundamental na garantia de que todas as formas de deficiência sejam reconhecidas, independentemente de serem visíveis ou não”, disse ele. “A lei, hoje, não aborda especificamente as deficiências ocultas, como o transtorno do espectro autista, o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e doenças crônicas, como a fibromialgia, entre outras”, comentou Max Lemos. “Deficiências ocultas impactam pessoas que, por não apresentarem sinais físicos evidentes, enfrentam dificuldades para reconhecimento, adaptação e acesso a direitos”, disse o autor da proposta, deputado Romero Rodrigues (Pode-PB). Principais pontos Atualmente, o estatuto considera como pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Deficiências ocultas podem incluir doenças crônicas ou autoimunes e transtornos de saúde mental. A lei define que pessoas com deficiências ocultas terão, como símbolo nacional de identificação, um cordão de fita com desenhos de girassóis. O texto aprovado altera o estatuto para que diferentes governos assegurem: a promoção de campanhas de conscientização sobre deficiências ocultas, garantindo o acesso à informação para a sociedade; a capacitação de profissionais de saúde, educação, transporte, segurança e atendimento ao público para reconhecimento e abordagem adequada das pessoas com deficiências ocultas; e o fomento a pesquisas e levantamentos estatísticos sobre condições e necessidades das pessoas com deficiências ocultas, visando subsidiar políticas públicas inclusivas. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição - Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que obriga laticínios a informar o preço do leite antecipadamente ao produtor.

Proposta continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga as empresas de laticínios a informar, até o dia 25, o preço do litro do leite que será pago ao produtor no mês seguinte. Se a empresa descumprir a regra, deverá pagar ao produtor o valor mais alto praticado no mercado. Caso o produtor fique sem informação por dois meses consecutivos, a empresa estará sujeita a multa de até 1% do faturamento, limitada a R$ 50 mil por infração. Empresas que repetirem a infração em até 24 meses poderão ser multadas em 2% do faturamento (limitada a R$ 200 mil) na primeira reincidência, ou em até 3% (limitada a R$ 500 mil) nas reincidências seguintes. Os valores arrecadados com as multas serão destinados a ações de melhoria da qualidade do leite, aumento da produtividade e combate a doenças do gado, como brucelose e tuberculose. O governo também deverá realizar campanhas para informar os produtores sobre esse novo direito. A comissão aprovou uma versão com alterações (substitutivo) do Projeto de Lei 293/25, do deputado Pezenti (MDB-SC), por recomendação da relatora, deputada Ana Paula Leão (PP-MG). "Não é possível mais que o produtor apenas descubra o valor que receberá depois de já ter entregue o leite, muito menos no pagamento, no mês seguinte. Em última análise, maior transparência poderá reduzir a assimetria de informações, permitindo ao produtor comparar preços oferecidos por diferentes laticínios e até negociar em bases mais justas", afirmou a relatora. Próximas etapas A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que cria Livro Nacional do Mérito na Segurança Pública.

A Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o Livro Nacional do Mérito na Segurança Pública. O objetivo é registrar os profissionais de segurança e defesa social que tenham prestado serviços relevantes ao Brasil. O Congresso Nacional, por meio das comissões de segurança pública da Câmara e do Senado, decidirá quem será inscrito no livro. Os nomes deverão ser indicados pelos parlamentares até 10 de dezembro de cada ano – data em que se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos. O relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), afirmou que a inscrição no livro pode fundamentar premiações custeadas com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Segundo ele, isso dá mais efetividade prática à homenagem. Parecer favorável A comissão aprovou o parecer de Alden, favorável ao Projeto de Lei 16/24, do ex-senador e atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, com emenda. Segundo Alden, a falta de critérios objetivos sobre periodicidade, valor das premiações e processo de seleção, pode comprometer a transparência e a legitimidade do processo. A emenda aprovada prevê que o Ministério da Justiça e Segurança Pública estabeleça regras sobre: critérios de elegibilidade, baseados em documentos que comprovem o mérito; o valor das premiações; o processo de seleção; e o local solene onde o livro ficará exposto. O texto deixa claro ainda que é possível inscrever pessoas falecidas. Próximas etapas A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Estudo mostra que emendas parlamentares somam mais de R$ 11 bilhões em estados e capitais.

Minas Gerais concentra o maior volume de emendas em valores absolutos (R$ 2,2 bilhões).

Estudo de consultores da Câmara dos Deputados mostra que as emendas parlamentares de despesas orçamentárias alcançam 22 estados e o Distrito Federal, somando mais de R$ 11 bilhões. As emendas federais também aparecem em metade das capitais, com valor total de R$ 1 bilhão. As emendas estaduais e municipais, em sua maioria impositivas, são incluídas nos orçamentos locais. O estudo foi elaborado pelos consultores Giordano Ronconi, Gustavo Fialho e Walter França Neto. Eles analisam decisões do Supremo Tribunal Federal que indicam a necessidade de assembleias e câmaras seguirem os mesmos critérios aplicados no âmbito federal. Minas Gerais concentra o maior volume de emendas em valores absolutos, com R$ 2,2 bilhões. O Distrito Federal lidera em valor por parlamentar, com R$ 30,3 milhões. A participação das emendas nos investimentos públicos varia de 2% no Ceará a 134% em Roraima. No caso da União, o índice é de 71,4%. Entre as capitais, Belo Horizonte (MG) recebeu o maior valor, com R$ 525 milhões no total e R$ 12,8 milhões por vereador. Campo Grande (MS) ficou com o menor montante, R$ 8,1 milhões, ou R$ 280 mil por vereador. O cálculo das emendas varia entre os municípios. No modelo federal, deputados federais têm direito a 1,55% da receita líquida, e senadores, a 0,45%. O estudo observa que há casos de emendas coletivas e de bancada, o que evidencia a diversidade de critérios. Para os autores do estudo, essa diferença em relação ao padrão federal pode abrir margem para questionamentos jurídicos. Reportagem - Silvia Mugnatto Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Pesquisadores apontam avanços e lacunas no projeto com regras para o trabalho por aplicativo.

O relator da proposta chamou a atenção para a limitação das jornadas e a prevenção de bloqueios injustos pelas plataformas.

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a regulamentação do trabalho por aplicativo reuniu pesquisadores para debater o tema na terça-feira (9). As posições apresentadas foram diversas. O relator da comissão, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), disse que é preciso atenção a pontos citados no debate, como a limitação das jornadas e a prevenção de bloqueios injustos pelas plataformas. O projeto em análise (PLP 152/25) define regras para empresas, usuários e trabalhadores de aplicativos de transporte de passageiros e de entregas. O procurador do Ministério Público do Trabalho Ilan Fonseca dirigiu mais de 350 horas como motorista de aplicativo ao pesquisar o tema em seu doutorado, que resultou no livro Dirigindo Uber. Segundo ele, a promessa de flexibilidade esconde prejuízos. “Para que o motorista de aplicativo, para que o entregador de refeição, tenha uma renda para que consiga pagar suas despesas, ele vai precisar trabalhar por longas jornadas, e eu estou falando aqui de jornadas diárias de 10, 12, 14 horas por dia. É a média que as pesquisas nacionais mostram que o trabalhador 'plataformizado' realiza, e isso seis vezes por semana”, afirmou. Fonseca avaliou que o projeto avança ao exigir contrato formal e transparência, mas criticou a definição dos trabalhadores como autônomos, já que as plataformas controlam preços e podem desligar usuários sem justificativa. O auditor-fiscal do trabalho Renato Bignami afirmou que as tecnologias oferecem mais oportunidades a trabalhadores e empregadores, mas também mais riscos. “Não é por outro motivo que ocorre o acidente, não é por outro motivo que trabalhador está morrendo nas ruas das grandes cidades brasileiras”, observou. Por outro lado, Rodrigo Saraiva Marinho, do Instituto Livre Mercado, citou pesquisa que mostra motoristas satisfeitos com o trabalho por aplicativo.Novos aplicativos A professora da Universidade de São Paulo Tatiana Guimarães sugeriu mudanças. “Que haja previsão expressa de que ele poderá, sim, ser utilizado por outros aplicativos, além dos serviços de transporte de passageiros e de entregas e que adotem modelos semelhantes de trabalho. Segundo lugar, que seja incluído como dado mínimo previsto ao usuário de serviços de entregas e coleta de bens o modal que o trabalhador cadastrou na plataforma, seja uma motocicleta, seja uma bicicleta, por exemplo”, disse. Ela também defendeu diálogo coletivo com representantes da categoria e a competência da Justiça do Trabalho para tratar de remuneração e bloqueios. O pesquisador André Gonçalves Zipperer, também da USP, disse que a tecnologia avança mais rápido que as discussões trabalhistas e citou exemplos de plataformas que não seriam contempladas pelo projeto. “Nós temos 11 anos de trabalho plataformizado no Brasil. E faz 11 anos que a gente não tem direito. O meu medo é que, quando a gente encontrar resposta, vem a tecnologia e muda a pergunta”, declarou. Ele apresentou levantamento feito no Paraná que identificou mais de 1,5 mil plataformas digitais, sendo 705 de transporte. Já o economista Adriano Paranayba, da Universidade de Brasília, afirmou que o número de plataformas deveria ser maior. “Se queremos reduzir a pressão das empresas sobre os trabalhadores, dar mais autonomia para os trabalhadores, se queremos que a tecnologia trabalhe em favor do trabalhador, acredito que a gente teria que ter mais do que 1.500 plataformas, já que são mais do que 5 mil municípios. Não tem uma plataforma por município”, disse. Reportagem - Luiz Cláudio Canuto Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Hacker diz que Carla Zambelli mandou invadir sistema do CNJ para provar que era violável.

Deputada diz que é mentira; processo de cassação do mandato da parlamentar está em análise na CCJ.

O hacker Walter Delgatti Neto reafirmou nesta quarta-feira (10) aos integrantes da  Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados que a deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) ordenou a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e também pediu que ele inserisse um mandado de prisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Delgatti, que está preso por esse crime em São Paulo, depôs de forma virtual. Ele trocou acusações com Zambelli, que está presa na Itália e também participou virtualmente da reunião. A parlamentar foi condenada a dez anos de prisão por esse crime e aguarda o julgamento de processo de extradição para o Brasil. Zambelli também foi condenada pelo STF à perda do mandato parlamentar, e o processo está em análise na CCJ (Representação 2/25), antes de seguir para o Plenário da Câmara. Sistema eleitoral Em resposta ao relator do caso, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), Walter Delgatti disse que conheceu Carla Zambelli em 2022 e que ela o contratou para comprovar que o sistema do CNJ era violável e, assim, desacreditar a segurança do sistema de justiça e eleitoral no Brasil. “Ela [Zambelli] me disse assim: ‘Se você for pego ou processado, pode falar que quem mandou fui eu. Você pode falar, que eu assumo isso’”, declarou Delgatti. “Assim que eu consegui invadir o CNJ, ela pediu que eu fizesse um despacho e uma ordem de prisão do ministro Alexandre de Moraes.” Delgatti disse ter recebido apoio financeiro da deputada e a promessa de um emprego. Ele afirmou ter se arrependido do ato quando a promessa não foi cumprida. Segundo Carla Zambelli, Walter Delgatti é mitomaníaco, tem compulsão por mentir e alterou sua versão dos fatos diversas vezes. Ela reclamou, por exemplo, de sua condenação em razão de mandados de soltura que teriam sido inseridos no sistema pelo hacker. A inserção, segundo Delgatti, teria sido feita por um robô. “O senhor me fez corresponsável. Eu respondo por 16 mandados: um mandado de prisão do Alexandre de Moraes e por mais 15 mandados de soltura de criminosos do PCC, do Comando Vermelho, de traficantes de drogas, de assassinos e de estupradores. É por isso que fui condenada a dez anos de prisão”, reclamou Zambelli.A parlamentar também desmentiu a informação de que Walter Delgatti teria ficado de 15 a 20 dias em sua casa. “Você diz que ficou 15 dias na minha casa. Você passou algumas horas lá. Nesse processo, ou a pessoa acredita no Walter ou na Carla”, apontou a parlamentar. Delgatti rebateu dizendo que imagens registradas por câmeras do local poderiam ser revisadas. O hacker negou qualquer mentira, mas admitiu que possa ter feito alguma confusão no que diz respeito a datas, especialmente por também estar preso. Perito Em outro depoimento, também nesta quarta, o assistente técnico na defesa de Carla Zambelli, Michel Spiero, informou que não existiam documentos de autoria intelectual da parlamentar no caso, nenhuma mensagem com pedido de prisão. “Delgatti disse que a deputada passou um texto, que ele corrigiu esse texto e inseriu no dispositivo do CNJ. Nos dispositivos da deputada, não encontramos nenhum texto anterior ao documento oficial que foi inserido”, afirmou. Na avaliação de Spiero, a investigação não levou em conta a ausência de provas com relação ao comando para Walter Delgatti. “Foram considerados outros elementos, como o histórico dela no Twitter [atual X].” Processo único O presidente da CCJ, deputado Paulo Azi (União-BA), destacou que a comissão está diante de um processo único. O colegiado avalia pela primeira vez a perda de um mandato parlamentar “em circunstâncias totalmente imprevisíveis”, dada a condenação transitada em julgado e o fato de Carla Zambelli estar detida fora do país. O líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), defendeu Carla Zambelli, declarando que "uma mulher não pode ser cassada por uma pessoa desqualificada que se contradiz em tudo o que fala". “Vamos lutar pelo seu mandato até o último momento. Não vamos nos curvar a ditadores da toga ou a falsos hackers. Hacker que é hacker não deixa rastro. Esse dito cujo aqui deixa rastro porque ele quer”, afirmou. A deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) criticou o processo e apontou uma "tentativa de abuso de prerrogativa de Carla Zambelli para buscar a impunidade". Melchionna observou que a CCJ não está julgando o processo criminal novamente, mas sim a cassação do mandato a partir da condenação já transitada em julgado. Ela expressou desconforto com o método da reunião, descrevendo-o como uma "lavação de roupa suja" e uma "narrativa para justificar a não cassação". Reportagem – Noéli Nobre Edição – Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que aumenta penas para crimes sexuais contra vulneráveis.

Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou o Projeto de Lei 2810/25, do Senado, que aumenta as penas para crimes sexuais cometidos contra pessoas em situação de vulnerabilidade, como crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência. Pelo texto, a pena para estupro de vulnerável, hoje de 8 a 15 anos, passa a variar de 10 a 18 anos de prisão. Se a vítima sofrer lesão corporal grave, a punição passa de 10 a 20 anos de reclusão de 12 a 24 anos. Em caso de morte, o condenado poderá pegar entre 20 e 40 anos de prisão, sendo que hoje a pena varia entre 12 e 30 anos. As penas para corrupção de menores aumentam de 2 a 5 anos para 6 a 14 anos e, para divulgação de pornografia infantil, sobe de 1 a 5 anos para 4 a 10 anos. Medidas protetivas O texto aprovado inclui no Código Penal o crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, estabelecendo que, em caso de prisão em flagrante, apenas o juiz poderá conceder fiança. Estabelece ainda que o juiz poderá aplicar as medidas protetivas de urgência imediatamente contra o autor de crimes contra a dignidade sexual, especialmente quando a vítima for vulnerável. As medidas incluem a suspensão ou restrição do porte de armas, afastamento do lar e da vítima, restrição ou suspensão de visitas a dependentes menores. Além disso, prevê a aplicação dessas medidas juntamente com o monitoramento eletrônico do autor, garantindo à vítima um dispositivo de segurança que avisa se o agressor se aproximar. A proposta também acelera a concessão de medidas protetivas, torna mais difícil a mudança de regime de prisão, como do fechado para o semiaberto ou aberto, e assegura atendimento psicológico especializado às vítimas, entre outras medidas. Relatora na comissão, a deputada Silvia Cristina (PP-RO) defendeu a aprovação do projeto sem alterações, afirmando que “crimes contra a dignidade sexual de vulneráveis merecem repúdio”. Outras alterações Condenados por crimes sexuais só poderão progredir de regime (como para o semiaberto) após um exame que comprove que não há risco de cometer o crime novamente. Eles também precisarão usar tornozeleira eletrônica ao saírem da prisão. Investigados ou condenados por esses crimes serão obrigados a fornecer amostras de DNA para o banco genético. Além do Código Penal, o texto modifica o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal , o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Próximas etapas A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova criação de política de combate à perda e ao desperdício de alimentos.

Projeto segue para nova votação no Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício de Alimentos (PNCPDA). A proposta prevê programas e parcerias entre a União e os demais entes federativos e instituições públicas ou privadas, organizações da sociedade civil e entidades religiosas para reduzir o desperdício e a perda de alimentos. De autoria do Senado, o Projeto de Lei 2874/19 foi modificado pelos deputados e retornará àquela Casa para nova votação. Foi aprovado nesta quarta-feira (10) o substitutivo do relator, deputado Átila Lira (PP-PI), que autoriza os estados e o Distrito Federal a adotar medidas complementares, como redução ou isenção do ICMS sobre alimentos doados. Para o relator, a proposta é altamente relevante do ponto de vista da saúde e da segurança alimentar, por enfrentar os desafios da perda e do desperdício de alimentos. "Essa realidade configura um problema de tripla dimensão: social, por privar milhões de brasileiros do acesso à alimentação; econômica, pela perda de recursos investidos em toda a cadeia produtiva; e ambiental, pelo impacto gerado pelo descarte de resíduos orgânicos", afirmou Átila Lira. O deputado destacou que a proposta fortalece a rede de solidariedade, ao limitar a responsabilidade por dolo do intermediário da doação. "A proposição vai além da mera doação, alinhando a legislação a uma estratégia de Estado já consolidada, que dialoga com as recomendações de especialistas ao incentivar a pesquisa e a capacitação em toda a cadeia produtiva", disse. Átila Lira lembrou que a implementação da proposta, por prever renúncia tributária, fica condicionada à inclusão da receita na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA). Debate em Plenário A deputada Erika Kokay (PT-DF) afirmou que o projeto vai contribuir para a segurança alimentar. Já o deputado Pedro Uczai (PT-SC) disse que o texto "vem ao encontro da política que o governo Lula está construindo para o País: política social e política alimentar para soberania nutricional". Para o deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), o projeto dá segurança jurídica ao comerciante para auxiliar a compartilhar alimentos. "É importante o projeto para mostrar que precisamos olhar com mais carinho e não desperdiçar os alimentos que estão em condições de uso", disse. Capacitação Entre as prioridades do projeto está a capacitação de quem atua em toda a cadeia relacionada ao alimento, desde a produção e colheita até o armazenamento, transporte, beneficiamento, industrialização e preparo, e doação. No caso dos programas de combate ao desperdício, o texto aprovado pelos deputados prevê prioridade a pesquisas que identifiquem as formas e a dimensão do desperdício e das perdas de alimentos a fim de desenvolver tecnologias e boas práticas de produção e de gestão de alimentos. Para agricultores familiares e empreendedores familiares rurais, o projeto estipula a criação de programas de apoio e incentivos a fim de facilitar sua participação, como o uso de subsídios e assistência técnica. Poderão ser utilizados ainda incentivos fiscais para: a produção de máquinas e equipamentos que reduzam a perda no processamento e no beneficiamento de gêneros alimentícios; os doadores de alimentos; as entidades que atuem como instituições receptoras; os próprios agricultores empreendedores familiares rurais. A execução da política nacional deverá seguir as regras do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), da Política Nacional do Meio Ambiente e da Política Nacional de Resíduos Sólidos.Condições do alimento O Projeto de Lei 2874/19 define que poderão ser doados a bancos de alimentos, a instituições receptoras e diretamente aos beneficiários os alimentos embalados perecíveis e não perecíveis dentro do prazo de validade, assim como os alimentos in natura ou preparados, desde que mantidas as propriedades nutricionais e a segurança para consumo humano dentro das normas sanitárias vigentes. Deverá haver profissional legalmente habilitado para atestar a qualidade nutricional e sanitária dos alimentos: nos bancos de alimentos, que centralizam doações em grande quantidade; nas instituições receptoras sem fins lucrativos ou com fins lucrativos, que recebem os alimentos e podem armazená-los para distribuição ou preparo; e nos estabelecimentos que realizam doações diretamente aos beneficiários. Conforme o caso, os alimentos que não apresentarem condições apropriadas ao consumo humano podem ser destinados pelos doadores à compostagem agrícola ou à produção de biomassa para geração de energia. Sem culpa Para todas as situações de doação de alimentos feita nos termos do projeto, serão isentados os doadores, sejam empresas ou pessoas físicas, da responsabilidade objetiva por algum dano que o alimento possa causar em quem consumi-lo se não houver dolo (intenção de cometer um crime ou ato). A doação de alimentos pelas regras do projeto também não poderá ser considerada, em hipótese alguma, relação de consumo, ainda que haja finalidade de publicidade direta ou indireta. Campanhas educativas O poder público e as organizações participantes dos programas integrantes da política nacional contra o desperdício farão campanhas educativas para sensibilizar e estimular a população a comprar produtos in natura mesmo com imperfeições estéticas a fim de diminuir o desperdício. As campanhas também terão como foco o estímulo a boas práticas de armazenamento, preparo, reaproveitamento e conservação de alimentos. Objetivos Quanto aos objetivos da política nacional, destacam-se: aumentar o aproveitamento dos gêneros alimentícios disponíveis para consumo humano em território nacional; diminuir o desperdício de alimentos, contribuindo para a redução da insegurança alimentar;promover a cultura da doação de alimentos. Selo doador Para incentivar os estabelecimentos a doar no âmbito da política nacional de doação, será criado o Selo Doador de Alimentos, com validade de dois anos e reavaliação em igual período. Um regulamento definirá os procedimentos de concessão, de renovação e de perda do selo, que poderá ser usado pelo estabelecimento na promoção da sua empresa e de seus produtos. Caberá ao Poder Executivo federal divulgar o nome das empresas detentoras do selo em página oficial na internet e nos seus programas e projetos de combate à fome e ao desperdício de alimentos. Deduções no imposto Na legislação do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), o projeto aumenta de 2% para 5% do lucro operacional o valor que a empresa poderá deduzir da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e do IRPJ. Esse aumento está condicionado à doação de alimentos dentro do prazo de validade e de alimentos in natura em condições de consumo seguro na forma das normas sanitárias vigentes quando destinados a entidades sem fins lucrativos atuantes na comunidade em que se localiza a empresa. As empresas que fizerem essas doações de alimentos deverão prestar informações às autoridades fiscais e sanitárias sobre volume; espécie de alimento; valor; bancos de alimentos, instituições receptoras e beneficiários das doações; entre outras, na forma de regulamento. Essas informações deverão compor um sistema de registro de informações estatísticas e geográficas sobre doações de alimentos. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Estatais dizem que patrocínio ao esporte é estratégico e tem respaldo na lei.

CAIXA e Banco do Brasil detalham, em debate na Câmara, investimentos e ações de marketing esportivo.

Representantes de empresas estatais esclareceram nesta quarta-feira (10) como são distribuídas suas verbas de patrocínio na área esportiva. Eles foram ouvidos pela Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados. O objetivo da audiência, segundo o deputado Max Lemos (PDT-RJ), autor do requerimento, era esclarecer à sociedade como é feita a liberação de recursos para o patrocínio esportivo, respondendo a eventuais denúncias de que esse recurso é usado de forma irregular. “Ficou muito evidente a necessidade de esclarecer como é feito (o investimento pelas estatais) para que a gente possa continuar sendo um case de sucesso", afirmou o parlamentar. "A gente tem denúncias que, quando a gente vai olhar, não tem nenhum fundo de verdade”, complementou. O gerente nacional de Patrocínio da Caixa, Alexandro Gidaro, disse que o investimento nessa área faz parte do planejamento estratégico do banco e apontou que entre 2001 e 2024 foram destinados R$ 771 milhões ao esporte olímpico e paralímpico. Segundo ele, são repassados diariamente ao esporte mais de R$ 5 milhões pelas Loterias Caixa. “Só pelo Comitê Paralímpico Brasileiro são quase 10 mil pessoas atendidas, pela Confederação Brasileira de Atletismo mais de 5 mil pessoas, pela Confederação Brasileira de Ginástica, 2 mil pessoas", informou. Ele acrescentou que o aporte previsto para o ciclo olímpico de 2028 (Olimpíadas de Los Angeles) será de R$ 490 milhões. Na mesma linha, o gerente de soluções da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, Gustavo Tocantins, afirmou que os investimentos em esporte fazem parte da estratégia de marketing para ampliar os negócios, como a busca pela conexão com o público jovem por meio do skate. "Nós estamos em todas as frentes, patrocinamos modalidades, eventos e atletas de forma individual há mais de 30 anos", disse. O executivo informou que a verba de patrocínio vem do próprio banco, já que a instituição não usa a lei de incentivo ao esporte.Responsabilidade social A gerente de projetos sociais da Petrobras, Marcela Silva e Souza Levigard,  informou que hoje a empresa investe em 7 projetos por meio da lei de incentivo ao esporte, o que representa 4% (R$ 54 milhões) da carteira de investimento para ações sociais orçada em R$ 1,5 bilhão para o período de 2025 a 2029. A executiva informou que os valores se referem aos patrocínio na área de responsabilidade social e não contabiliza os projetos de comunicação social da empresa. "Hoje esses projetos contemplam atendimento direto no contraturno escolar para mais de 16 mil pessoas entre crianças e os adolescente", disse. Ela reforçou que, ao contrário da Caixa que também investe em esporte de alta performance, a petroleira prioriza projetos de atendimento direto de crianças e adolescentes de 6 a 7 anos, como forma complementar à escola. Segundo Levigard, a estatal não tem previsão para ampliação de sua carteira de patrocínio a projetos esportivos para os próximos dois anos. Investimentos zerados Na contramão do aumento das verbas de patrocínio, o chefe do departamento de Comunicação Corporativa Estratégia dos Correios, Renan Caique Weber informou que de 2019 até 2024 os investimentos em eventos esportivos e culturais foram praticamente zerados. Conforme Weber, a estatal, que havia aportado ao setor mais de R$ 33 milhões entre 2015 e 2019, atualmente deixou de investir na área esportiva em razão de processo de reestruturação financeira interna. "A gente não tem, nesse momento, uma previsão de quando retomaríamos os investimentos em esporte, porque estamos passando por uma reestruturação, mas,  tão logo seja concluída, retomaremos os investimentos em todos os segmentos de patrocínios possíveis", informou o representante dos Correios. Reportagem - Emanuelle Brasil Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Órgãos públicos e entidades de transporte defendem pacote de medidas contra roubo de cargas.

Diversos projetos de lei em análise na Câmara trazem medidas para combater o problema.

Endurecimento de penas, rastreabilidade dos produtos e conscientização dos consumidores estão entre as sugestões apresentadas à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (10) por órgãos públicos e entidades do setor de transportes a fim de reverter as atuais estatísticas de roubo de cargas nas estradas. Atrás apenas do México, o Brasil é o segundo país do mundo em número de ocorrências e tem prejuízo anual de R$ 1,2 bilhão, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística. Só no primeiro semestre deste ano, foram 3.749 roubos. A região Sudeste concentra 86% dos casos. Diretor de outra associação de transportadoras, a Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas, Carley Welter lembrou que o setor também enfrentar o roubo de caminhões e de peças automotivas. “São quadrilhas especializadas. Quando tem produto para roubar, eles roubam. Quando não tem, eles traficam droga. Quando não tem, eles roubam arma, fazem descaminho, fazem também contrabando com cigarro, além de maconha. Então, são quadrilhas multitarefas”. A Confederação Nacional do Transportador Autônomo informou que 48% dos caminhoneiros já foram vítimas de roubo ou furto de carga.Ações de segurança O governo federal enfrenta o problema por meio do Comitê Gestor da Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas, criado por lei (Lei Complementar 121/06) e alinhado ao Lei Sistema Único de Segurança Pública. O coordenador de áreas especializadas de combate ao crime da Polícia Rodoviária Federal, Francisco Rodrigues Neto, resumiu os desafios no enfrentamento desse problema. “Desenvolver uma cultura de segurança para o transporte de cargas; reunir e compartilhar dados; alterar a legislação de interesse; ter as gestões de segurança pública atuando de forma integrada e coordenada; melhorar a estrutura e o investimento em tecnologia”. Projetos de lei O roubo de cargas foi alvo de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) entre os anos 2000 e 2002 e várias das soluções apontadas pelos especialistas já integram projetos de lei em análise na Câmara e no Senado, como os projetos de lei PL 8045/10 (Câmara) e PL 156/09 (Senado), do ex-senador José Sarney, que trata do tema em meio a outros 417 projetos sobre reforma do Código de Processo Penal. Organizador da audiência e presidente da Comissão de Viação e Transportes, o deputado Mauricio Neves (PP-SP) é autor do Projeto de Lei 1743/25, com foco na rastreabilidade da carga transportada. “Sugeri nós criarmos um código identificador para rastrear esse produto desde a indústria até o mercadista final. 65% de todas as cargas transportadas no Brasil são realizadas por rodovias e 14% de todos esses custos – que nós temos na logística do país e que acabam encarecendo os produtos para o consumidor final – são para prevenção do roubo de carga”.A rastreabilidade teve apoio unânime, mas os especialistas pediram ajustes para adequá-la a produtos agrícolas, como algodão e grãos em geral. Eles defenderam ainda a aprovação de projetos de lei sobre federalização do crime de roubo de cargas (PL 375/24) e aumento das penas (PL 770/15 e 18 apensados). O diretor da Confederação Nacional do Transporte, Valter Souza, também pediu punição para quem comercializa e compra esses produtos (PL 6260/19). “Quem recebe a carga, o receptador da carga, tem que ser penalizado”. Campanha Em meio às comemorações dos 35 anos do Código de Defesa do Consumidor, o Procon de São Paulo citou campanhas em curso para reforçar o hábito da população de exigir nota fiscal, verificar a procedência dos produtos e denunciar adulterações e irregularidades às autoridades. Deputado federal licenciado, o secretário estadual de segurança pública de São Paulo, Guilherme Derrite, concordou com a estratégia. “O endurecimento da legislação é fundamental. E a parte de educação pública e conscientização do consumidor também, porque boa parte da população acha: ‘Ah, eu não roubei, eu só comprei’”. Derrite citou ações do Sistema de Informações e Prevenção de Crimes (SP-Carga) adotado em 2023 e com redução de 26% nos roubos, de 19% nos furtos e de 41% na receptação de carga roubada no primeiro semestre, no estado de São Paulo. Reportagem - José Carlos Oliveira Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova projeto que autoriza a criação da Fundação Caixa.

Vinculada à Caixa Econômica Federal, a fundação vai apoiar projetos culturais, educacionais e sociais; texto vai ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a criação da Fundação Caixa, sem fins lucrativos e vinculada à Caixa Econômica Federal, para apoiar projetos culturais, educacionais e sociais. A proposta será enviada ao Senado. De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 1312/25 foi aprovado nesta quarta-feira (10) com substitutivo do relator, deputado Luis Tibé (Avante-MG). Segundo o relator, uma fundação pode ser mais eficiente para a entrega de políticas públicas nas áreas de cultura, educação, esporte e desenvolvimento social. De acordo com o projeto, o objetivo da Fundação Caixa será fomentar a redução das desigualdades sociais, econômicas e regionais, o desenvolvimento sustentável e adaptável das cidades e biomas. Isso será possível por meio de apoio a ações, projetos e políticas públicas ligadas à educação, à assistência social, à cultura, ao esporte, à ciência, à tecnologia e à inovação. Tibé afirmou que a proposta também tem o desafio de criar uma fundação privada por uma empresa pública. Assim, a entidade buscará ter flexibilidade gerencial, mas sem deixar de observar os princípios constitucionais da administração pública (como legalidade e impessoalidade) ou o controle estatal. "A busca por agilidade operacional não pode servir de argumento para a criação de uma instituição onde recursos públicos são geridos à margem dos mecanismos de controle, transparência e responsabilidade", declarou. Embora a entidade tenha autonomia financeira e patrimonial, regulada pelo direito privado, poderá ser auditada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por receber recursos de um banco estatal. Outros bancos A criação da fundação é justificada pelo governo federal pelo fato de os maiores bancos brasileiros contarem com fundação semelhante, inclusive o Banco do Brasil. Tibé disse que as fundações Banco do Brasil (criada em 1985), Bradesco (de 1956) e Itaú Social (de 2000) são exemplos de como o braço social de grandes conglomerados financeiros pode gerar valor público de maneira eficiente e perene. Regras aprovadas O conselho de administração da Caixa Econômica Federal poderá fixar um percentual de doação anual do banco e de suas subsidiárias para financiar as ações da entidade. Já a cobertura de eventual resultado negativo será considerada medida excepcional e dependerá de apresentação, pela fundação, de relatório contendo explicação detalhada das causas do prejuízo. Esse relatório precisa ser aprovado pelo conselho de administração da Caixa. Estrutura A Fundação Caixa terá um conselho curador, uma diretoria executiva e um conselho fiscal. O conselho curador será composto pelos seguintes membros: o presidente do banco; três membros indicados pelo presidente do banco, sendo um deles o presidente da fundação; dois indicados pelo Executivo federal; dois membros eleitos pelos empregados; e até três membros da sociedade civil de notório saber nas áreas de atuação da fundação, eleitos pelo conselho de administração da Caixa. O texto aprovado pela Câmara permite que os diretores sejam remunerados pela Caixa Econômica Federal e que recebam recursos da fundação para o pagamento de despesas de transporte, hospedagem, alimentação e outras despesas administrativas. Transparência Quanto aos requisitos de transparência ativa e publicidade, o texto elaborado por Tibé determina que a fundação mantenha em sua página na internet informações como: estatuto social e regimento interno; composição e remuneração de seus dirigentes; íntegra de todos os contratos, convênios, acordos e termos de parceria celebrados; relatórios anuais de gestão e as demonstrações financeiras, acompanhados do parecer de auditoria independente e do pronunciamento do conselho fiscal; e quantitativo de empregados e a remuneração prevista para os cargos ou funções. Para o funcionamento da fundação, a Caixa Econômica Federal e suas subsidiárias poderão compartilhar com ela sistemas, estrutura tecnológica e pessoal, além de outras estruturas necessárias para o atingimento do objetivo. Pessoal O regime jurídico do pessoal da Fundação Caixa será o do Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A entidade poderá contar ainda com empregados do banco, por meio de compartilhamento, e com servidores públicos ou empregados públicos cedidos. Conforme o estatuto social, a fundação poderá reembolsar os custos de empregados ou servidores. Debate em Plenário A criação da fundação, para a deputada Erika Kokay (PT-DF), faz justiça ao Brasil. "Este país precisa que tenhamos uma fundação para podermos levar todas as políticas públicas fundamentais para a sociedade", disse. O deputado Pedro Uczai (PT-SC) destacou que a fundação vai ter conselho fiscal e gestão pública. "Vai ter transparência, gestão e governança", afirmou. O deputado Kim Kataguiri (União-SP), porém, criticou a criação da entidade. "O projeto é um roubo institucionalizado. Estamos criando um orçamento secreto para o governo federal gastar bilhões de reais da Caixa. Fora do arcabouço fiscal, fora das leis de responsabilidade", acusou. Segundo Kataguiri, não há necessidade de se fazer políticas públicas por uma entidade privada. "Se é para fazer política pública, por que se vai tirar dinheiro do Orçamento da União? Já tem ministério para isso. Por que criar uma fundação privada? Isso é um escândalo contratado", afirmou. O deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) questionou alguns pontos da proposta, como a possibilidade de a Caixa cobrir eventuais resultados negativos da fundação. Já o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) criticou a possibilidade de a fundação receber doações do setor privado. "O sujeito doador pode se sentir à vontade para tentar interferir futuramente em alguma política", afirmou. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade em serviços públicos para mães e cuidadores de pessoa com deficiência ou autismo.

Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou o Projeto de Lei 3493/25, que assegura a mães e cuidadores de pessoas com deficiência ou transtorno do espectro autista (TEA) prioridade no atendimento em serviços públicos. A prioridade prevista compreende: acesso preferencial em filas de atendimento, como em bancos, órgãos públicos, hospitais e escolas; tratamento humanizado e rápido em relação a demandas da pessoa cuidada; espaço de espera adequado, se a demanda for compatível; e a previsão de um canal de atendimento especializado, sempre que possível. O benefício, pelo texto, será assegurado por meio de declaração, laudo médico, cadastro em programas assistenciais ou outro documento idôneo que comprove a condição de cuidador ou de mãe responsável por pessoa com deficiência ou TEA. Por recomendação do relator, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), a comissão aprovou sem alterações o projeto do deputado Dr. Fernando Máximo (União-RO). “Ao garantir prioridade no atendimento, o projeto em apreço contribui para a redução de obstáculos enfrentados por esses cidadãos, assegurando-lhes melhores condições de conciliar suas demandas pessoais e burocráticas com as necessidades especiais de seus dependentes”, argumentou Duarte Jr. Próximas etapas A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Wilson Silveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 9 de setembro de 2025

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova direito do consumidor de examinar o produto no ato da compra.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante ao consumidor o direito de examinar o produto no ato da compra. Pela proposta, se for constatada alguma irregularidade no produto, o consumidor poderá exercer imediatamente as seguintes prerrogativas previstas no Código de Defesa do Consumidor: substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas  condições, restituição do valor pago e abatimento proporcional do preço. O relator, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), fez uma alteração na versão original do Projeto de Lei 2547/24, de autoria do deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO). Ele excluiu da medida os produtos lacrados, os alimentos pré-embalados e as mercadorias entregues no domicílio indicado pelo consumidor. "Diversos produtos, como sabonetes, pastas de dente, amaciantes, shampoos, desodorantes, limpadores e outros itens amplamente comercializados, por exemplo, se tornariam vulneráveis à violação no ponto de venda", esclareceu. Próximos passos A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem - Emanuelle Brasil Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova suspensão de restrições à Polícia Rodoviária em operações conjuntas de segurança.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 117/25, da deputada Caroline de Toni (PL-SC), que suspende restrições à atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações conjuntas com órgãos de segurança. A proposta suspende a Portaria 830/24, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo a portaria, a Polícia Rodoviária não poderá exercer funções próprias das polícias judiciárias nem proceder à apuração de infrações penais de competência exclusiva das polícias federal e civil, como infrações penais contra a ordem política e social. A cooperação deverá ser previamente autorizada pelo ministro da Justiça, exceto em casos de calamidades públicas, desastres naturais ou graves ameaças à ordem pública ou à incolumidade das pessoas. A votação seguiu o parecer do relator, deputado Nicoletti (União-RR). Ele afirma que a portaria enfraquece o combate a crimes graves e transnacionais, como tráfico de drogas, contrabando, exploração sexual infantil e transporte ilícito de armas. "A portaria não apenas excede sua função administrativa, como também restringe ilegalmente o exercício de atribuições típicas de segurança pública por parte da PRF", comentou. Próximos passos O PDL 117/25 deverá ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário. Reportagem - Francisco Brandão Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova campanha de conscientização sobre doença canina.

Projeto de lei segue para o Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2348/23, do deputado Bruno Ganem (Pode-SP), que institui campanha de conscientização sobre a cinomose canina. O texto tem caráter conclusivo e segue para o Senado, caso não haja recurso de análise pelo Plenário da Câmara. A cinomose canina é uma doença grave, altamente contagiosa e pode levar os cães à morte. Ela é causada por um vírus e atinge principalmente filhotes, que ainda não tomaram as vacinas para se proteger. A doença compromete, normalmente, os olhos e os sistemas respiratório, digestivo, gastrointestinal e neurológico do cão. Entre os principais sintomas estão febre, tosse, apatia e secreções ocular e nasal. Campanha de conscientização A campanha prevê diretrizes como divulgação das formas de transmissão da doença, de sintomas mais comuns e tratamentos. Pela proposta, a iniciativa poderá ter cooperação da iniciativa privada, de entidades civis ou organizações profissionais ou científicas. Para Ganem, a campanha é importante para informar a população e evitar o sofrimento dos animais pela doença. "O objetivo essencial deste projeto é informar a população sobre as causas mais comuns, formas de prevenção, identificação de sintomas e existência de tratamento", disse. Segundo o relator, deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), a proposta está de acordo com a Constituição, com as leis e foi escrita de forma clara e correta. Reportagem – Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Lupi nega omissão e diz à CPMI do INSS que só percebeu “dimensão do problema” após ação da PF.

Ex-ministro da Previdência Social, Carlos Lupi depôs na comissão que investiga descontos indevidos em aposentadorias.

O ex-ministro da Previdência Social Carlos Lupi negou nesta segunda-feira (8) que tenha deixado de tomar providências para combater as fraudes envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), órgão subordinado ao ministério. Ele foi ouvido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investiga as fraudes. “O INSS é uma autarquia autônoma e esses assuntos sempre foram tratados pelo INSS, que chegou a editar uma instrução normativa, a 162, para coibir isso. Não deu o resultado que esperávamos, aí que está a falha. Infelizmente, falhamos em [não] ter uma ação mais enérgica do INSS”, declarou o ex-ministro. Lupi ressaltou que o ministério e a ouvidoria do INSS colaboraram ativamente com a Polícia Federal (PF), fornecendo informações que alimentaram a operação de combate às fraudes. E citou medidas tomadas durante sua gestão, como a criação de um grupo de trabalho com a Dataprev para aprimorar a segurança dos sistemas, a implementação da biometria, e a disponibilização de ferramentas no aplicativo "Meu INSS" para que os segurados pudessem bloquear descontos não reconhecidos. Relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que propôs a vinda de Lupi, quis saber do ex-ministro se houve falha na fiscalização e o motivo do atraso no cancelamento dos descontos indevidos. “Qual foi a primeira vez que o senhor tomou conhecimento dos descontos irregulares de entidades associativas?”, questionou. Segundo Lupi, desde março de 2023 o INSS já tinha começado a tomar medidas para coibir as fraudes. Ele reconheceu, no entanto, que apenas após a investigação da PF foi possível entender "a dimensão do problema". “À época a gente se baseava apenas naqueles [informes] apresentados pela ouvidoria, pelas reclamações que vinham pela plataforma do INSS. Então, o conhecimento específico que a gente tinha naquele momento era um número bem menor do que o da ação da Polícia Federal, que tem um poder de polícia que eu nunca tive”, afirmou o ex-ministro. Carlos Lupi ocupou o cargo de janeiro de 2023 a maio deste ano, quando a Operação Sem Desconto, coordenada pela PF e pela Controladoria-Geral da União (CGU), revelou as fraudes.Nomeações do INSS Gaspar também questionou Lupi sobre diversas nomeações, citando nomes como o do secretário-executivo do Ministério da Previdência Social Adroaldo Portal, que teria recebido o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, no próprio gabinete em 13 de março de 2023. Segundo a PF, Antônio Carlos é sócio de 22 empresas, e várias teriam sido utilizadas nas fraudes. Em resposta, Lupi afirmou que Adroaldo tinha um histórico de trabalho no PDT, pois já tinha sido chefe de gabinete da liderança do partido na Câmara e no Senado. “Para mim, na minha avaliação, fez um bom serviço na secretaria”, disse. Investigações A CPMI investiga duas categorias de fraudes, a maior parte delas se concentra em descontos automáticos mensais em aposentadorias e pensões dos beneficiários em nome de associações pela suposta prestação de serviços. Há também suspeitas de irregularidades em empréstimos consignados. Segundo a CGU, o prejuízo total com os descontos, entre 2019 e 2024, soma mais de R$ 6 bilhões, atingindo cerca de 7 milhões de segurados. Reportagem – Murilo Souza Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias



segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Som alto da Assembleia de Deus vira denúncia no Ceará.

Morador solicita respeito ao silêncio e medidas para reduzir barulho.

Um morador do Centro de Crato, no Ceará, manifestou publicamente sua insatisfação com o volume excessivo do som durante os cultos realizados pela Assembleia de Deus Templo Central, localizada na Rua Monsenhor Esmeraldo, 361. De acordo com a reclamação, que ganhou repercussão nas redes sociais, o barulho estaria se estendendo até após as 22h, perturbando o sossego da comunidade.O residente, que não foi identificado, relatou que o som alto está impedindo o descanso de moradores da região. Ele alega que a situação tem se repetido e que o incômodo sonoro ultrapassa os limites do horário noturno, afetando o direito à tranquilidade e ao repouso. A reclamação, feita há dois dias, circulou em plataformas digitais e vem sendo debatida por outros usuários, que também manifestaram opiniões sobre o conflito entre o exercício de atividades religiosas e o direito ao silêncio. Procurada para comentar o caso, a Assembleia de Deus Templo Central ainda não se pronunciou publicamente sobre as alegações. Não há informações sobre um possível encaminhamento da questão às autoridades competentes, como a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano, responsável pela fiscalização de ruídos. O fato reacende a discussão sobre a aplicação da lei municipal de silêncio e a necessidade de equilíbrio entre as liberdades religiosas e os direitos à saúde e ao sossego público. Em muitas cidades, normativas estabelecem horários e limites de decibéis para amplificação sonora, inclusive em templos religiosos. A reportagem tentou contato com a prefeitura de Crato para saber como vem sendo feita a fiscalização e se há registros anteriores de queixas similares envolvendo o mesmo templo, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. O morador afirmou que seu intuito é buscar justiça e resolver a situação de forma pacífica, respeitando tanto o direito de culto quanto o bem-estar da comunidade local.(Fonte Jornal Opção Noticias)


Jipe desgovernado invade calçada e atropela público durante desfile de 7 de Setembro.

Entre as vítimas está uma idosa de 75 anos, que sofreu fratura no tornozelo e tem suspeita de lesão na coluna.

Um jipe desgovernado atropelou ao menos quatro pessoas que acompanhavam o desfile cívico de 7 de Setembro em Brusque, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O veículo fazia parte da apresentação e pertence a um grupo de entusiastas de automóveis militares antigos, segundo a prefeitura. Entre as vítimas está uma idosa de 75 anos, que sofreu fratura no tornozelo e tem suspeita de lesão na coluna. Uma mulher de 37 anos, que segurava uma criança de colo, também foi atingida e levada ao hospital com ferimentos leves — o bebê não se feriu. Uma adolescente de 14 anos relatou dores nas mãos, mas não precisou de atendimento hospitalar. Vídeos registraram o momento em que o jipe, que desfilava logo atrás de militares, perdeu o controle e avançou sobre a calçada, atingindo o público. Nas imagens, a mulher com o bebê no colo aparece sendo derrubada pelo impacto. Segundo o tenente-coronel da Polícia Militar Pedro Machado, o condutor relatou falha nos freios. Ele permaneceu no local e prestou esclarecimentos. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias. “A Polícia Militar lavrou o boletim de ocorrência, vai ouvir testemunhas e, caso as vítimas queiram representar criminalmente, o condutor pode responder por lesão corporal culposa”, explicou. A prefeitura de Brusque informou, em nota, que também abriu processo de apuração. O município disse que acompanha a situação das vítimas e destacou que “tudo será esclarecido da melhor forma no tempo oportuno”.(Fonte Jornal Opção Noticias)

Galvão Bueno se torna um dos maiores produtores de vinho.

Empresário dedica 100 hectares para produzir vinhos premiados, azeite e genética animal de elite.

O narrador esportivo Galvão Bueno, de 75 anos, administra um empreendimento vitivinícola de 100 hectares no município de Candiota, na região sul do Rio Grande do Sul. A propriedade, denominada Bellavista Estate, destina-se ao cultivo de variedades viníferas como Merlot, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Sauvignon Blanc e Chardonnay. O projeto vitivinícola foi iniciado em 2010, com o lançamento do rótulo Paralelo 31 Gran Reserva. Atualmente, a produção inclui 13 vinhos – sendo dez tintos, dois brancos e um rosé – e quatro espumantes. Em 2019, um de seus vinhos recebeu o título de melhor Pinot Noir do país em competição nacional. Além da viticultura, a propriedade desenvolve outras atividades agropecuárias. São cultivadas três variedades de oliveiras – Arbequina, Arbosana e Picual – para produção de azeite. A fazenda mantém criações de gado Hereford e da raça Crioula, além de concentrar um dos maiores plantéis de gado Angus do Brasil, com investimentos em melhoramento genético e realização de leilões. A propriedade utiliza o nome comercial “Bueno Wines” para sua produção vitivinícola. Em declaração à revista Adega, Bueno afirmou que o projeto modificou sua compreensão sobre viticultura, destacando os requisitos técnicos e temporais envolvidos no processo produtivo. Bueno permanece em atividade na narração esportiva, atualmente como contratado da Amazon Prime Video. Sua carreira midiática iniciou-se na Rádio Gazeta em 1974.(Fonte  Jornal Opção Noticias Nacional)

Copa Quilombola de Goiás reúne recorde de atletas e define campeões no Serra Dourada.

No feminino, o título ficou com a equipe de Baco Pari (Posse), que derrotou João Borges Vieira.

A 4ª edição da Copa Quilombola de Goiás terminou neste domingo, 7, com finais emocionantes disputadas no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. A competição, promovida pelo Governo de Goiás por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, reuniu mais de 1.700 atletas de 64 equipes de comunidades tradicionais, alcançando recorde de participação desde sua criação. “O crescimento da Copa Quilombola é um verdadeiro sucesso esportivo e social”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Rudson Guerra. Segundo ele, o torneio conta com o envolvimento direto do governador Ronaldo Caiado e da primeira-dama Gracinha Caiado, justamente pelo caráter de inclusão social e valorização das comunidades quilombolas. No feminino, o título ficou com a equipe de Baco Pari (Posse), que derrotou João Borges Vieira após empate em 1 a 1 no tempo normal. Nos pênaltis, a atacante Ana Gabriela converteu a última cobrança e garantiu o terceiro troféu para a comunidade. “Foi uma felicidade muito grande poder fazer o gol do título. Tivemos uma final muito dura, mas conseguimos sair campeãs”, disse a jogadora. No masculino, a equipe de João Borges Vieira (Uruaçu) venceu o Engenho 2 (Cavalcante), também nas penalidades, após empate sem gols no tempo regulamentar e na prorrogação. Desde as fases regionais — realizadas em Cavalcante, Uruaçu, Campos Belos e Rio Quente — até a etapa final, o torneio contou com estrutura completa de hospedagem, transporte, alimentação e material esportivo para todas as delegações. Para o secretário Rudson Guerra, a Copa Quilombola vai além da disputa esportiva. “O Governo de Goiás vê o esporte como uma importante ferramenta de inclusão social. Já tivemos jogadores que saíram da Copa Quilombola para testes em equipes profissionais, o que pode significar uma mudança de vida.” O técnico Fábio França, comandante do time feminino campeão, reforçou a importância da iniciativa: “A Copa Quilombola é um grande evento, muito organizado. Tivemos toda a assistência desde o início. Para as comunidades quilombolas é muito gratificante participar. Foi na luta, no suor, mas agora é só comemorar”.(Fonte Jornal Opção Noticias GO)

Bombardeios em gaza deixa pelo menos 41 mortos.

 

Sede de ONG que abrigava clínica para gestantes e crianças foi destruída; forças israelenses ordenam nova evacuação na região.

Um bombardeio israelense de grande escala atingiu múltiplos alvos na Cidade de Gaza neste domingo, 7, resultando em pelo menos 41 mortos, segundo balanço divulgado por autoridades hospitalares locais. O episódio mais crítico do dia foi o ataque que destruiu parcialmente a sede da Associação Aisha, organização dedicada à proteção de mulheres e crianças, que funcionava como clínica de apoio a gestantes e crianças no contexto da guerra. Imagens geolocalizadas e verificadas por analistas independentes mostram a fachada do prédio da ONG em ruínas, com equipes de resgate retirando feridos, entre eles menores de idade, dos escombros. O corpo de uma mulher é visível na escadaria de acesso ao local. O hospital Al Wafa, que recebeu as vítimas, confirmou a natureza do alvo e o alto número de baixas civis. Em pronunciamento oficial durante reunião de governo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que as tropas estão “intensificando operações dentro e nos arredores da Cidade de Gaza”, com o objetivo declarado de “desmantelar infraestruturas terroristas e neutralizar líderes do Hamas”. A estratégia envolve o bombardeio de edifícios altos, reconhecidamente utilizados como refúgio por militantes, mas que também abrigam civis deslocados. Horas após os ataques, as Forças de Defesa de Israel (IDF) emitiram alerta de evacuação para os arredores da torre Al-Raiya, indicando a continuidade da ofensiva. A campanha militar prossegue não obstante a condenação de organismos internacionais e a ocorrência de protestos em várias cidades israelenses. Procuradas para comentar o bombardeio à sede da Associação Aisha, as IDF não se manifestaram até o momento.(Fonte Jornal Opção Noticias Internacional)

Vaticano canoniza Carlo Acutis e reconhece o primeiro santo millennial.

Jovem que usou a internet para evangelizar morre aos 15 anos e tem milagre no Brasil reconhecido pela Igreja.

Em uma cerimônia marcada pela forte presença de fiéis e autoridades religiosas, o Vaticano oficializou neste domingo, 7, a canonização de Carlo Acutis. Morto aos 15 anos em 2006, o jovem é agora reconhecido como o primeiro santo da geração millennial pela Igreja Católica. Este também foi o primeiro ato de canonização conduzido pelo papa Leão XIV, eleito em maio deste ano. Mãe se emociona:A celebração ocorreu na Praça de São Pedro e reuniu mais de 80 mil pessoas, entre elas 36 cardeais, 270 bispos e centenas de padres. Carlo Acutis foi canonizado ao lado de Pier Giorgio Frassati, jovem italiano que morreu na década de 1920 e é lembrado por sua atuação em obras sociais. Durante a homilia, o papa destacou o exemplo de fé dos dois novos santos, com ênfase na juventude e no compromisso com os mais necessitados. “Todos somos chamados à santidade. Carlo e Pier Giorgio mostram que é possível viver a fé com autenticidade, mesmo em tempos modernos”, declarou o pontífice. Evangelizador digital Carlo Acutis ganhou notoriedade por seu trabalho de evangelização pela internet. Com talento precoce para a informática, criou sites para divulgar milagres e temas ligados à fé católica, o que lhe rendeu o título informal de “padroeiro da internet”. Seu exemplo tem inspirado milhares de jovens ao redor do mundo a unirem tecnologia e espiritualidade. Nascido em Londres e criado em Milão, Acutis teve uma vivência religiosa intensa desde a infância. Segundo sua mãe, Antônia Acutis, ele frequentava diariamente a missa e mantinha devoção especial à Virgem Maria e à Eucaristia. “Desde a primeira comunhão, Carlo nunca deixou de participar da missa e do rosário, seguido de momentos de adoração ao Santíssimo”, afirmou ela à agência ACI. Milagre no Brasil A canonização só foi possível após o reconhecimento de um milagre atribuído à intercessão de Carlo Acutis. Em 2010, durante uma missa em Campo Grande (MS), uma criança foi supostamente curada após tocar uma peça de roupa com vestígios de sangue do então beato. O garoto sofria de uma grave condição no pâncreas e não conseguia se alimentar normalmente. Segundo o padre Marcelo Tenório, responsável pela celebração, a melhora foi imediata. O episódio foi considerado inexplicável pela medicina e validado pelo Vaticano como milagre oficial. Legado A trajetória de Carlo Acutis representa uma nova linguagem de santidade, voltada à realidade das novas gerações. Sua vida curta, mas intensa, demonstra como a fé pode ser vivida com profundidade mesmo em tempos marcados pela tecnologia e pelo dinamismo da juventude. Ao ser proclamado santo, Acutis torna-se oficialmente modelo de fé para a Igreja Católica. Sua figura reforça o papel da juventude na construção de uma espiritualidade contemporânea, em sintonia com os desafios e possibilidades do mundo digital.(Fonte Jornal Opção Noticias)

Aliados de governador do Tocantins debochavam de esquema e posavam com maços de dinheiro.

O governador foi afastado do cargo nesta quarta-feira, 4.

A Polícia Federal aponta que aliados próximos do governador afastado do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), trataram com deboche o esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares durante a pandemia da Covid-19. Segundo as investigações, eles chegaram a fazer fotos com maços de dinheiro e elaboraram estratégias para disfarçar entregas fraudulentas de cestas básicas. O governador foi afastado do cargo nesta quarta-feira, 4, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), durante a segunda fase da Operação Fames-19, que apura fraudes em contratos do governo estadual entre 2020 e 2021. Para a PF, a gestão de Barbosa teria se transformado em um “verdadeiro balcão de negócios”. Em nota, o governador negou qualquer envolvimento: “As tentativas de vinculá-lo ao caso se apoiam unicamente em falas de terceiros reproduzidas em investigação policial, sem qualquer prova material ou evidência concreta”. Conversas e fotos reveladas pela investigação Os investigadores citam mensagens em que Paulo César Lustosa Limeira, ex-marido da primeira-dama Karynne Sotero Campos, dizia que o governador estava “guloso” com os recursos. Em outro diálogo, Wilton Rosa Pires, irmão de Limeira, se refere a pagamentos de propina como “bênção”. A PF afirma que Limeira intermediava negociações de propina e que Pires operava os desvios. Ambos não se manifestaram. Também foram obtidas fotos de Marcus Vinícius Santana, filho de Ticiano Darles Santana Sousa, assessor especial de Barbosa, segurando maços de dinheiro. Segundo os investigadores, Marcus atuava como operador financeiro, responsável por saques e transferências. O dinheiro seria repassado ao pai e a Thiago Marcos Barbosa de Carvalho, assessor e sobrinho do governador, que o redistribuíam entre o grupo, incluindo Wanderlei Barbosa. Listas falsas e contratos suspeitos A investigação ainda aponta que os envolvidos chegaram a cobrar listas com nomes e CPFs falsos para justificar entregas de cestas básicas que nunca ocorreram. Outro ponto destacado é o pagamento de R$ 550 mil de propina ao governador, ligado a um contrato de fornecimento de frangos congelados firmado com a empresa Sabores Regionais. O contrato previa 50 mil frangos, mas apenas 15 mil foram entregues. A dívida, segundo diálogos interceptados, seria compensada em futuras licitações fraudulentas. A empresária responsável pela empresa teria confirmado em 2023 a devolução da quantia paga em propina, reforçando os indícios do esquema.(Fonte Jornal Opção Noticias Nacional)

domingo, 7 de setembro de 2025

Tom Holland revela que sofre de PHDA. O que é e os sinais na idade adulta.

 

A perturbação de hiperatividade e défice de atenção (PHDA) é "uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de manter o foco, regular impulsos e gerir a hiperatividade". 

Esta condição crônica pode persistir ao longo da vida, tendo impacto na infância e também na idade adulta.Recentemente, o ator Tom Holland revelou que foi diagnosticado com PHDA, que se trata de uma perturbação de hiperatividade e défice de atenção. Como nos explicou anteriormente a psicóloga Cátia Silva, "é uma condição crónica do neurodesenvolvimento que afeta a capacidade de manter o foco, regular impulsos e gerir a hiperatividade". Além disso, acrescentou que "pode persistir ao longo da vida, impactando não só a infância, mas também a idade adulta, podendo interferir no desempenho profissional, nas relações interpessoais e na rotina diária". De acordo com o site Verywell Mind, geralmente esta condição é diagnosticada pela primeira vez na infância, embora os diagnósticos em adultos tenham aumentado nos últimos anos.  Brincar tem sido uma ferramenta usada como terapia da PHD. Psiquiatras e psicólogos infantis acreditam há muito tempo que a brincadeira pode ser usada para que as crianças se conectem, aprendam, tenham segurança, acalmem a ansiedade e, quem sabe, melhorem a autoestima, relata a ADDitude. Aliás, quando somos muito pequenos não conseguimos expressar o que sentimos e é muitas vezes por meio de brincadeira que os terapeutas chegam, de uma forma indireta, até às crianças.  "As crianças comunicam-se metaforicamente através de brincadeiras. Como ferramenta terapêutica, é como dar um comprimido doce em vez de um amargo", explica a psicóloga infantil Dra. Carol Brady à revista ADDitude. "Crianças com PHDA ouvem muitos 'nãos', 'cuidado' e 'não faças isso'", destaca Lawrence J. Cohen, autor de 'Playful Parenting'. "Ouvir constantemente 'nãos' ou ter que se conter sobrecarrega as crianças. Isso faz com que os seus sintomas piorem", acrescenta.  "Nenhuma criança, com ou sem PHDA, chega perto de mim e diz o que pensa. Se não permitirmos que as crianças estabeleçam essa conexão através de brincadeiras, elas conectam-se de uma forma irritante e intrusiva, e entramos em modo de punição", argumenta.  Ainda de acordo com a psicóloga Cátia Silva, a PHDA pode apresentar-se de diferentes maneiras, como nas "dificuldades em manter a concentração, seguir instruções e concluir tarefas". Pode também "envolver inquietação, dificuldade em permanecer parado e impulsividade na tomada de decisões". E, diz, "engloba tanto sintomas de desatenção como de hiperatividade e impulsividade". Na vida adulta, quais os sinais a que deve estar atento? Dificuldade em manter o foco: tarefas longas ou que exigem atenção contínua tornam-se desafiantes, levando à distração frequente; Desorganização e procrastinação: sensação constante de caos na rotina, dificuldade em estabelecer prioridades e tendência a adiar tarefas importantes; Impulsividade: decisões precipitadas, interrupção de conversas e dificuldade em controlar reações emocionais; Inquietação e impaciência: sensação de precisar estar sempre em movimento, dificuldade em relaxar ou em lidar com períodos de espera; Esquecimento frequente: falta de memória para compromissos, prazos e detalhes do quotidiano, mesmo que importantes; Gestão do stress dificultada: situações de pressão podem intensificar os sintomas, levando a um maior desgaste emocional.(Fonte Lifestyle ao Minuto Noticias)

Ex-Santos dá chute no portão e ataca câmeras da casa da namorada.

Imagens de câmeras de segurança mostram o jogador, de 25 anos, do lado de fora da residência da namorada, Amanda Nunes, em aparente surto. 

Segundo relatos, ele teria ameaçado Amanda e familiares. Pedrinho reconheceu o ocorrido e divulgou um pedido de desculpas.Oatacante Pedrinho, com passagens por Cuiabá, São Paulo e Santos, foi flagrado em um ataque de fúria na madrugada de 3 de setembro de 2025, em São Paulo. Imagens de câmeras de segurança mostram o jogador, de 25 anos, do lado de fora da residência da namorada, Amanda Nunes, em aparente surto. Segundo relatos, ele teria ameaçado Amanda e familiares. Pedrinho reconheceu o ocorrido e divulgou um pedido de desculpas.O caso foi revelado pelo portal Goal. Nas gravações, Pedrinho aparece gritando e chutando o portão da casa, enquanto a porta de um carro estacionado em frente permanece aberta. Em determinado momento, ele tenta atingir uma câmera de vigilância, possivelmente para destruir as imagens. A residência pertence à família de Amanda. Em outro vídeo, obtido pelo ge, Pedrinho surge acompanhado de um homem, chutando o portão e caminhando pela rua. Minutos depois, tenta quebrar as duas câmeras de segurança da casa, sem sucesso. O jogador está sem clube no momento. A Polícia Militar foi acionada e controlou a situação. Não houve, a princípio, registro imediato de boletim de ocorrência.Por meio da assessoria, Pedrinho divulgou nota reconhecendo os erros e pedindo desculpas à família de Amanda, com quem tem dois filhos: — Após a exposição das imagens em que apareço chutando o portão, retirando e quebrando as câmeras de segurança da residência da família da mãe dos meus filhos, nessa quinta-feira (4 de setembro), em São Paulo, gostaria de dizer, publicamente, que reconheço minha falha como homem e pai — declarou. O atacante afirmou ainda: — Assumo meu erro no ato. Horas após o ocorrido, lamento o acontecimento e gostaria de pedir desculpas em público. Entendo que devo aprender com o fato e o farei. Agora, o problema será resolvido de maneira interna, junto de minha família. Histórico de polêmicas Esse episódio se soma a uma série de denúncias envolvendo Pedrinho. Em março de 2023, ele foi afastado do São Paulo após acusações feitas pela mesma namorada. A Justiça determinou medidas protetivas para ambas as partes.Familiares de Amanda também prestaram depoimento à Delegacia de Defesa da Mulher, relatando agressões e ameaças anteriores. Mesmo assim, o Santos contratou o jogador em 2024, quando ele voltou a negar as acusações. O caso segue em apuração. Passagem pelo Cuiabá e carreira Em 2025, emprestado pelo Lokomotiv Moscou, Pedrinho teve passagem conturbada pelo Cuiabá. Em 16 de maio, durante derrota para a Chapecoense pela Série B, discutiu com o meio-campista Lucas Mineiro no vestiário e foi suspenso por 30 dias. Ele não retornou após a punição, apagou fotos com a camisa do clube e, em 25 de agosto, o contrato foi rescindido. Pelo Dourado, disputou 17 jogos e marcou três gols. Revelado pelo Athletico-PR, Pedrinho teve passagens por Red Bull Bragantino, América-MG e São Paulo, onde surgiu como promessa. Em 2024, viveu bom momento no Santos, mas atualmente está sem clube.(Fonte Esporte ao MInuto Noticias)

Alarmes não dispararam em prédios de Hong Kong, e 80 corpos não puderam ser identificados.

Ao menos 128 morreram em fogo em oito torres residenciais; incidente foi o mais mortal do tipo na cidade desde 1948; feridos vão a 79, e sit...