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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Médica agredida por paciente em UPA de Aparecida de Goiânia desabafa sobre falta de segurança no SUS.

A Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada e localizou a paciente ainda bastante alterada.

A médica Ana Paula Martins, que atua na rede municipal de Aparecida de Goiânia, denunciou nas redes sociais ter sido agredida por uma paciente na UPA Flamboyant, na noite desta quarta-feira, 26. Com o olho ainda inchado, ela relatou a violência sofrida e fez um desabafo sobre as condições de trabalho enfrentadas por profissionais de saúde que atendem pelo SUS. Segundo a médica, o plantão começou às 7h e, já no fim do expediente, por volta das 18h30, ela chamou uma paciente pelo painel eletrônico. Como não houve resposta, voltou à recepção para chamá-la nominalmente, novamente sem retorno. Enquanto se preparava para internar outro paciente, a mulher apareceu cerca de 20 minutos depois. “Informei que ela teria de aguardar o próximo atendimento, porque eu precisava internar o paciente. Nisso ela já não gostou, travou a entrada da porta. Pedi para ela dar licença, ela não deu. Fui tentar sair e ela me golpeou com duas cabeçadas no rosto”, relatou Ana Paula. A Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada e localizou a paciente ainda bastante alterada. Segundo os agentes, ela afirmou ter sido destratada pela médica “por causa da cor da pele” e tentou fugir, sendo necessário o uso de algemas. Aos guardas, admitiu a agressão em “momento de descontrole”, mas negou ter feito ameaças. A mulher foi presa em flagrante e levada à delegacia. Ana Paula afirmou que, durante a confusão, a agressora chegou a telefonar para alguém dizendo que esta pessoa iria matá-la. No vídeo, que já ultrapassa 280 mil visualizações, a médica desabafou sobre a rotina de abusos, agressões e desrespeito enfrentados por profissionais que atuam na rede pública “Não foi a primeira vez, não será a última. Não podemos ficar calados. É muito fácil cobrar atendimento e produtividade, mas a gente não tem segurança, não tem respeito, trabalhamos na precariedade. Nossos salários são ameaçados de redução, nossas escalas também”, completou.Fonte Jornal Opção Noticias GO

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