CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Chiclete nas costas de jovem ajuda a solucionar crime após 47 anos.

Marissa Rolf Harvey desapareceu durante uma visita a São Francisco, em 1978, e foi encontrada morta horas depois. Décadas mais tarde, uma pequena evidência preservada na roupa da adolescente permitiu que investigadores chegassem ao responsável pelo crime.

Um chiclete encontrado grudado nas costas de uma adolescente assassinada em 1978 foi uma das evidências que ajudaram a solucionar um crime que permaneceu sem resposta por quase cinco décadas nos Estados Unidos. Mark Stanley Personette, de 80 anos, foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de Marissa Rolf Harvey, morta durante uma visita a São Francisco, na Califórnia.O crime aconteceu em 27 de março de 1978. Marissa, que vivia em Nova York e estava visitando a irmã na Califórnia, saiu para passear pelo Golden Gate Park e desapareceu. Seu corpo foi posteriormente encontrado perto do Sutro Heights Park. "Após quase 50 anos, o sr. Personette finalmente está sendo responsabilizado pelos crimes hediondos contra Marissa e passará o resto da vida na prisão", afirmou a promotora distrital de São Francisco, Brooke Jenkins, em comunicado divulgado nesta quarta-feira, segundo o "New York Post". "Embora isso não possa trazer Marissa de volta, esperamos que a sentença de hoje dê à família a sensação de que foi feita justiça por tudo o que sofreram", acrescentou. Marissa desapareceu durante passeio em São Francisco Marissa estava em São Francisco para visitar a irmã quando decidiu conhecer o Golden Gate Park. Depois de sair para o passeio, não retornou. O corpo da adolescente foi encontrado posteriormente em uma área próxima ao Sutro Heights Park. Segundo a investigação, ela havia sido vítima de violência sexual e estrangulada. Na época, porém, os investigadores não conseguiram identificar o responsável. Sem elementos suficientes para chegar a um suspeito, o assassinato acabou se tornando um "cold case", expressão utilizada nos Estados Unidos para casos antigos que permanecem sem solução.Caso foi reaberto mais de 40 anos depois A investigação ganhou uma nova oportunidade em outubro de 2020, quando as autoridades decidiram reexaminar as evidências preservadas do assassinato. Os avanços tecnológicos permitiram que materiais recolhidos em 1978 fossem submetidos a técnicas modernas de análise genética. Os investigadores recorreram a testes avançados de DNA e à genealogia genética investigativa, método que pode cruzar perfis genéticos com bancos de dados para encontrar possíveis parentes e chegar a suspeitos. A análise revelou a presença de um perfil masculino de DNA na blusa e na calça de Marissa. Mas havia outra evidência que se tornaria fundamental para o caso: um chiclete seco que permanecia grudado na região das costas da adolescente. DNA em chiclete levou investigadores a Personette O material genético recuperado das evidências levou os investigadores até Mark Stanley Personette, que vivia no Colorado. Faltava, porém, conseguir uma amostra do suspeito para realizar a comparação. Agentes do FBI passaram a acompanhar Personette e conseguiram recolher objetos que ele havia descartado no lixo em um estacionamento de uma unidade do Walmart, em Denver. O material foi levado para análise e o perfil genético obtido foi comparado ao DNA recuperado das evidências preservadas do assassinato. Segundo a acusação, houve compatibilidade. Polícia encontrou placas da Califórnia na casa do suspeito Depois que o DNA apontou para Personette, as autoridades realizaram buscas na casa dele. Durante a operação, os investigadores encontraram placas de veículos da Califórnia, um detalhe considerado relevante porque Personette havia negado ter estado em São Francisco. A investigação reuniu as novas evidências genéticas e outros elementos para construir o caso contra ele, mais de quatro décadas depois da morte de Marissa. Personette acabou sendo levado a julgamento pelo assassinato. Outra mulher acusou Personette de abuso em 1979 Durante o julgamento, os jurados também ouviram o depoimento de outra mulher que acusou Personette de um crime cometido no ano seguinte ao assassinato de Marissa. Ela contou que tinha 16 anos quando foi vítima de abuso sexual em 1979, em Nova Jersey. O depoimento foi apresentado durante o processo contra Personette, que acabou considerado culpado pelo assassinato de Marissa. Condenado passará o restante da vida na prisão Ao anunciar a sentença, os promotores destacaram o trabalho realizado para solucionar um assassinato que permaneceu aberto durante quase meio século. "Esta sentença reflete a extraordinária crueldade da conduta de Mark Personette e o mal que causou", declarou Brooke Jenkins. Segundo a promotora, a condenação garante que Personette "passará o resto da vida enfrentando as consequências de ter matado Marissa". O caso também mostra como evidências aparentemente pequenas, preservadas durante décadas, podem ganhar importância à medida que novas tecnologias forenses se tornam disponíveis. No assassinato de Marissa, um chiclete que permaneceu preso à roupa da vítima por quase meio século acabou ajudando a ligar o criminoso ao caso.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Comentarista pró-Trump que defendia deportações é expulso dos EUA.

Milo Yiannopoulos, comentarista britânico de extrema direita que apoiou Donald Trump e chegou a defender deportações em massa, foi detido pelo ICE e enviado ao Reino Unido. Após a experiência, afirmou estar “muito envergonhado” por ter apoiado o presidente americano.

O comentarista britânico de extrema direita Milo Yiannopoulos, conhecido por ter apoiado Donald Trump e defendido uma política rígida de deportação de imigrantes, acabou sendo ele próprio detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) e deportado para o Reino Unido.Yiannopoulos, de 41 anos, foi preso no Aeroporto Internacional Louis Armstrong, em Nova Orleans, no dia 27 de agosto. No dia seguinte, foi deportado para seu país de origem, segundo informações confirmadas pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS). Após deixar o país, o comentarista rompeu o silêncio sobre a experiência e afirmou ter mudado sua percepção sobre a política migratória que anteriormente defendia. "Se eu tivesse tido alguma ideia de que algo remotamente parecido com isso era possível, nunca teria me envolvido em apoiar Trump", afirmou Yiannopoulos durante entrevista ao "Piers Morgan Uncensored". "Estou muito envergonhado por ter feito isso." Milo Yiannopoulos defendia deportações em massa nos EUA A deportação ganhou repercussão justamente pelo histórico político de Yiannopoulos. O britânico foi um apoiador de destaque de Trump durante a campanha presidencial de 2016 e tornou-se conhecido nos Estados Unidos por posições de extrema direita, especialmente durante o período em que trabalhou no site conservador Breitbart News. Nos últimos anos, ele também defendeu publicamente medidas ainda mais rígidas contra imigrantes em situação irregular.Em uma publicação feita em junho de 2025, Yiannopoulos afirmou que os Estados Unidos precisavam deportar "milhões e milhões e milhões de pessoas" e declarou que, sem isso, "nada mais importa". Em outra manifestação, chegou a defender a instalação de postos de fiscalização do ICE em locais como supermercados, postos de gasolina, centros comerciais, cruzamentos e prédios públicos, com deportação imediata de quem não conseguisse comprovar situação migratória regular.ICE prendeu comentarista no aeroporto de Nova Orleans Segundo o Departamento de Segurança Interna, Yiannopoulos entrou legalmente nos Estados Unidos em maio de 2019, mas teria permanecido no país além do período autorizado.As autoridades afirmam ainda que um juiz de imigração emitiu uma ordem definitiva de remoção em 22 de julho deste ano depois que o comentarista não compareceu a uma audiência relacionada ao processo migratório. Yiannopoulos contesta a versão apresentada pelas autoridades americanas. Em entrevista a Piers Morgan, afirmou que não sabia da audiência porque as notificações teriam sido enviadas para um endereço antigo na Flórida.O comentarista também afirmou ser casado com uma cidadã americana e disse que possuía um green card que vinha renovando periodicamente. O governo americano, por sua vez, sustenta que ele estava em situação migratória irregular.Ex-apoiador de Trump relata medo durante detenção pelo ICE.Ao descrever o período sob custódia, Yiannopoulos classificou a experiência como "humilhante e desorientadora", "fisicamente degradante" e assustadora."Não acho que alguma vez tenha sentido tanto medo", declarou durante a entrevista.Segundo o britânico, a experiência também mudou sua percepção sobre relatos de outras pessoas que passaram pelo sistema de detenção migratória americano.Yiannopoulos admitiu que anteriormente havia sido indiferente ao ouvir pessoas relatarem traumas provocados por situações semelhantes. Depois de passar pela detenção, afirmou ter compreendido melhor essas experiências e disse que não desejaria o mesmo tratamento a ninguém.Comentarista diz estar 'muito envergonhado' por apoio a Trump.A mudança de discurso foi particularmente significativa porque Yiannopoulos esteve entre as personalidades midiáticas que ajudaram a promover Trump entre setores da direita americana durante sua primeira campanha presidencial.Após ser deportado, porém, afirmou que sua experiência teria sido diferente caso soubesse como a política de imigração poderia funcionar na prática."Não compreendia verdadeiramente a realidade física de quão institucionalizada é a brutalidade na América", declarou na entrevista. Ao comentar diretamente seu antigo apoio ao presidente, Yiannopoulos afirmou estar "muito envergonhado".A declaração marca uma mudança em relação às posições que defendia publicamente até pouco tempo atrás, quando cobrava do governo Trump a deportação de milhões de pessoas.Milo Yiannopoulos ganhou notoriedade durante campanha de Trump Nascido no Reino Unido, Yiannopoulos ganhou projeção na política americana durante sua passagem pelo Breitbart News e tornou-se uma das figuras mais conhecidas da chamada "alt-right" na década passada.Durante a campanha presidencial de 2016, manifestou apoio explícito a Trump. Anos mais tarde, também trabalhou com o rapper Ye, anteriormente conhecido como Kanye West, durante os movimentos do artista em torno de uma possível candidatura presidencial.Yiannopoulos, que durante anos se declarou abertamente gay, anunciou posteriormente que não se identificava mais dessa forma. Sua trajetória também foi marcada por uma série de controvérsias públicas que o afastaram de espaços importantes do movimento conservador americano.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Christa Pike sobrevive a duas doses letais em execução nos EUA.

Christa Pike continuou respirando e se movimentando após receber duas doses de pentobarbital no Tennessee. Os advogados entraram com um pedido de emergência para interromper o procedimento, que deveria torná-la a primeira mulher executada no estado em mais de 200 anos.

Christa Pike, única mulher condenada à morte no Tennessee, sobreviveu às duas doses de pentobarbital administradas durante sua execução, segundo jornalistas que acompanharam o procedimento nos Estados Unidos.Os advogados de Pike apresentaram uma moção de emergência para impedir que a execução continuasse depois que as duas aplicações previstas não provocaram sua morte. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde da condenada. Pike seria a primeira mulher executada pelo Tennessee em mais de 200 anos. O caso ganhou ainda mais repercussão devido aos relatos das testemunhas presentes, que descreveram um procedimento muito mais demorado do que o esperado. Christa Pike continuou consciente após início da execução Segundo jornalistas de veículos norte-americanos autorizados a testemunhar a execução, Pike permaneceu acordada depois do início da administração do pentobarbital. Ela chegou a falar e cantar com seu conselheiro espiritual. Depois da primeira dose da substância, continuou se movimentando e respirando de maneira audível. Catherine Sweeney, jornalista da emissora WPLN que acompanhou o procedimento, explicou que o protocolo de execução do Tennessee prevê uma primeira administração de pentobarbital e, caso seja necessário, uma segunda dose.A segunda aplicação também foi realizada, mas Pike continuou apresentando sinais de vida, segundo as testemunhas.Jornalistas relataram que a condenada permaneceu respirando e emitindo sons, incluindo roncos fortes. Ela também teria realizado movimentos com a cabeça e o pescoço mesmo depois da segunda dose. A sobrevivência de Pike colocou as autoridades diante de uma situação incomum. Os advogados argumentam que o protocolo de execução do Tennessee não estabelece claramente o que deve ser feito quando uma pessoa continua viva depois das duas doses previstas. Advogados tentaram interromper execução de Christa Pike Diante da situação, a defesa apresentou um pedido de emergência à Justiça para impedir que o procedimento prosseguisse. A execução havia sido retomada depois que a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou uma suspensão determinada horas antes por um tribunal federal de apelações. A disputa judicial continuou praticamente até o momento previsto para a aplicação da injeção letal. Quem é Christa Pike e por que ela foi condenada à morte Christa Pike foi condenada à morte em 1996 pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos. O crime ocorreu em 1995, quando as duas participavam do Job Corps, programa norte-americano de educação e formação profissional, em Knoxville, no Tennessee. Pike tinha 18 anos na época do assassinato. O caso teve grande repercussão nos Estados Unidos pela violência empregada contra a vítima. Assassinato de Colleen Slemmer levou Pike ao corredor da morte Colleen Slemmer foi atraída para uma área isolada e assassinada. Tadaryl Shipp, então namorado de Pike, também participou do crime. Shipp era menor de idade na época e, por isso, não poderia ser condenado à pena de morte. Ele recebeu prisão perpétua. Christa Pike foi enviada ao corredor da morte do Tennessee em março de 1996 e permaneceu presa durante três décadas antes da tentativa de execução. O caso agora ganha um novo capítulo após Pike permanecer viva mesmo depois das duas aplicações de pentobarbital previstas no protocolo de execução do estado.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Proposta cria cadastro nacional e amplia penas contra o crime organizado.

Texto prevê monitoramento financeiro, regime prisional especial e mudanças na Lei Antiterrorismo.

O Projeto de Lei 3198/26 estabelece normas de cooperação entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, com o objetivo de prevenir e desarticular organizações criminosas que representem ameaça à ordem pública e às instituições democráticas. A proposta, do deputado Sanderson (PL-RS), está em análise na Câmara dos Deputados. O texto foi apresentado após a entrada em vigor da Lei Antifacção, que já endureceu penas e criou novos mecanismos de combate às facções criminosas. Entre as medidas previstas no projeto de lei, está a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas Violentas de Alta Periculosidade (Sinecap). O sistema atuará de forma permanente na integração operacional e no compartilhamento de informações entre órgãos como o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Secretaria Nacional de Políticas Penais, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal. Cadastro O texto também prevê a instituição do Cadastro Nacional de Organizações Criminosas Violentas de Alta Periculosidade (Cnocap). A inclusão de uma organização no cadastro permitirá: o bloqueio cautelar de bens de dirigentes e financiadores no prazo de 48 horas mediante ordem judicial; a proibição de contratos com o Poder Público; e a obrigação de verificação reforçada por parte de instituições financeiras. Penas mais duras O projeto altera a Lei de Combate ao Crime Organizado para aumentar as penas aplicadas a grupos de alta periculosidade. O texto tipifica o crime de financiar ou custear organização criminosa violenta de alta periculosidade, estabelecendo pena de reclusão de 8 a 20 anos e multa. Também fixa aumento de pena de metade até dois terços quando houver domínio territorial com violência ou uso de armamento de uso restrito. No âmbito do sistema penitenciário, a proposta determina que integrantes do núcleo estratégico dessas organizações sejam submetidos obrigatoriamente ao regime especial de segurança máxima em presídios federais. O regime prevê a restrição de comunicações e o monitoramento audiovisual das visitas. Terrorismo O projeto altera ainda a Lei Antiterrorismo para equiparar a terrorismo os ataques sistemáticos e coordenados praticados por organização criminosa violenta de alta periculosidade, milícia privada ou grupo paramilitar contra instalações militares e policiais; sistemas de transporte e de energia; e infraestruturas críticas definidas em lei. O projeto detalha ainda as diretrizes para o emprego subsidiário das Forças Armadas em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) voltadas ao enfrentamento dessas organizações, mantendo o atendimento às hipóteses constitucionais e a exigência de decreto do presidente da República. Setor financeiro A proposta exige que instituições financeiras e prestadores de serviços de ativos virtuais adotem procedimentos reforçados de monitoramento e comuniquem ao Coaf operações suspeitas de financiamento do terrorismo. O descumprimento poderá acarretar sanções administrativas e multas de até R$ 50 milhões. Prevenção No eixo preventivo, o projeto institui o Programa Nacional de Prevenção ao Recrutamento por Organizações Criminosas Violentas (Pronaprec), para reduzir o ingresso de crianças, adolescentes e jovens no crime por meio do fortalecimento de oportunidades educacionais, culturais e profissionais em áreas vulneráveis. Além disso, o texto garante prioridade nos programas de proteção do Estado para testemunhas, vítimas, magistrados, membros do Ministério Público, policiais e servidores públicos ameaçados. Expansão do crime Na justificativa da proposta, o deputado Sanderson analisa a evolução do crime organizado no país. “As organizações criminosas atuam mediante estruturas clandestinas altamente profissionalizadas, explorando tráfico de drogas, tráfico de armas, contrabando, lavagem de dinheiro, mineração ilegal, crimes cibernéticos, corrupção, extorsão e homicídios”, lista. Sanderson destaca ainda o controle territorial sobre comunidades, com a imposição de regras próprias, a restrição da circulação de cidadãos e a substituição da presença estatal em determinadas regiões. Na avaliação do parlamentar, as ferramentas legais vigentes demandam atualização. “Embora a Lei de Combate ao Crime Organizado tenha representado importante avanço, a crescente sofisticação das estruturas criminosas exige a construção de um marco jurídico mais abrangente, integrado e compatível com a dimensão contemporânea da ameaça enfrentada pelo Estado brasileiro”, defende Sanderson. Ele argumenta ainda que a iniciativa “busca superar a fragmentação institucional atualmente existente e estabelecer um sistema nacional permanente de coordenação entre os diversos órgãos responsáveis pelo enfrentamento da criminalidade organizada”. Tramitação O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto obriga redes sociais a oferecer ferramenta de checagem colaborativa de fatos.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 2034/26 obriga provedores de rede social a disponibilizarem ferramenta para que os usuários sinalizem publicações potencialmente falsas e incluam notas com explicações e fontes confiáveis. Pela proposta, em análise na Câmara dos Deputados, as anotações feitas pelos usuários deverão ser avaliadas por outros participantes da plataforma. O texto informativo só ficará visível publicamente se for considerado útil por um número suficiente de avaliadores com visões e perspectivas diversas. A partir do momento em que a nota de contexto for publicada, a postagem original não poderá mais ser impulsionada mediante pagamento. O projeto de lei aplica-se a redes sociais voltadas ao público brasileiro que tenham, no mínimo, dez milhões de usuários registrados. As plataformas deverão divulgar de forma clara e gratuita os critérios e parâmetros usados para a publicação das notas. As plataformas que não disponibilizarem o mecanismo ficarão sujeitas às multas previstas no Marco Civil da Internet. A autora, deputada Camila Jara (PT-MS), argumenta que o volume de conteúdos nas redes ultrapassa a capacidade dos checadores profissionais e que o modelo colaborativo fortalece a confiança da população. "A proposta amplia a qualidade informacional nas redes sociais sem recorrer a medidas que possam comprometer a liberdade de expressão ou centralizar poder excessivo em atores privados ou estatais", afirma a parlamentar. Próximas etapas O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto inclui dificuldades geográficas como critério para o programa Pé-de-Meia.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 3316/26, em análise na Câmara dos Deputados, obriga o governo federal a considerar as dificuldades geográficas e estruturais enfrentadas pelos estudantes que moram em áreas rurais, ribeirinhas, fluviais e de difícil acesso na Amazônia Legal na execução do programa Pé-de-Meia. O programa consiste em uma espécie de poupança para incentivar a permanência e conclusão escolar de alunos do ensino médio público. Pelo texto, os critérios geográficos poderão influenciar o gestor da política pública na hora de priorizar o atendimento, acompanhar o programa e avaliar as regras de permanência (como a exigência de frequência mínima). O projeto de lei sugere que sejam considerados: o tempo de deslocamento entre a casa do aluno e a escola; a dependência de transporte escolar de longa duração (incluindo barcos); a dificuldade de conexão à internet para atividades educacionais; a baixa oferta local de escolas e serviços; e as condições de vulnerabilidade social da região. A proposta também autoriza o governo a criar uma parcela complementar de incentivo financeiro para os estudantes dessas áreas prioritárias, como forma de compensar as barreiras de acesso. Esse benefício extra, no entanto, dependerá de disponibilidade no orçamento federal. O autor do texto, deputado Duda Ramos (Pode-RR), argumenta que a evasão escolar não acontece apenas por falta de dinheiro, mas também por problemas de infraestrutura no território. "Em áreas rurais e ribeirinhas, é comum que o tempo de deslocamento ultrapasse três horas diárias. A aplicação uniforme de critérios nacionais pode produzir efeitos desiguais, penalizando estudantes que enfrentam barreiras estruturais", afirma o parlamentar. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOPS DEPUTADOS Nova lei muda regras do seguro rural e amplia benefícios para produtores.

Norma facilita o acesso ao crédito e estabelece prazos para o pagamento de indenizações.

A Lei 15.526/26, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30), reformula o seguro rural no país, com a previsão de taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural amparadas pelo seguro. A nova legislação tem origem no Projeto de Lei 2951/24, aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. O texto foi sancionado com vetos parciais pelo presidente da República. Para garantir o acesso ao seguro, o produtor precisa contratar a apólice e definir os custos da produção antes do plantio. Regras de cobertura O fundo destinado à cobertura suplementar dos riscos do seguro rural, apelidado de “Fundo Catástrofe”, está previsto em lei desde 2010, mas não chegou a funcionar por falta de aportes contínuos e de regulamentação. A nova lei busca suprir essa lacuna e prevê a administração do fundo por pessoa jurídica da qual poderão participar, na condição de cotistas: sociedades seguradoras; sociedades cooperativas de seguros; sociedades resseguradoras; empresas da cadeia produtiva do agronegócio; e cooperativas de produção agropecuária. Pelo texto, o fundo poderá ser composto por ações de empresas nas quais a União tenha participação minoritária, excesso de ações necessárias ao controle de empresas de economia mista, imóveis e outros direitos da União. O fundo poderá transferir riscos para empresas resseguradoras como forma de cobertura suplementar, conforme regulamentação do órgão competente. Vetos Ao sancionar a matéria, o presidente da República vetou dois trechos do projeto de lei: aplicação em Letras de Risco de Seguro (LRS): o texto aprovado pelo Congresso permitia que o fundo comprasse LRS – títulos do mercado de capitais que transferem riscos operacionais. O trecho foi vetado a pedido do Ministério da Fazenda sob a justificativa de que a compra desses títulos exporia o patrimônio do fundo público a riscos financeiros de terceiros, sem relação direta com os compromissos do fundo ou com a cobertura agrícola; e ampliação de isenção tributária: a proposta parlamentar previa uma interpretação da lei para estender a isenção de todos os impostos federais incidentes, direta ou indiretamente, sobre o seguro rural. O dispositivo foi vetado por recomendação da Advocacia-Geral da União (AGU) e dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento. A justificativa apontou que a medida ampliava benefícios fiscais e gerava renúncia de receita sem apresentar a devida estimativa de impacto orçamentário-financeiro e sem medidas de compensação, o que descumpriria a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os trechos vetados pelo Poder Executivo serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubá-los em sessão conjunta. Entenda como é feita a análise de vetos pelo Congresso Nacional  Execução orçamentária A nova lei também estabelece regras para a execução orçamentária do seguro rural. Despesas destinadas à subvenção do prêmio e ao cumprimento de obrigações constitucionais e legais não poderão ser contingenciadas ou bloqueadas. A subvenção ao seguro rural também terá execução orçamentária obrigatória, mas restrita ao valor previsto na Lei Orçamentária Anual enviada pelo Executivo ao Congresso. As despesas com a subvenção econômica estarão condicionadas a medidas de compensação, conforme legislação específica. Benefícios O texto prevê, ainda, novos benefícios para as operações de crédito rural amparadas pelo seguro. Além do financiamento do prêmio na parte não subsidiada, o tomador do empréstimo poderá contar com taxas de juros, prazos e limites diferenciados, bem como prioridade de acesso ao crédito rural, inclusive em renegociações. A norma estabeleceu prazos após a ocorrência do sinistro para as indenizações:o processamento deve ser feito até 15 dias após o aviso do segurado, caso não seja necessária vistoria técnica presencial; e o pagamento deve ser realizado em até 30 dias, contados da entrega dos documentos ou da realização da vistoria presencial (o que ocorrer por último). Além disso, a exigência de histórico individualizado de dados produtivos de ciclos anteriores foi alterada, e os critérios de prestação de informações passarão a ser definidos em regulamento do Poder Executivo. Garantias de empréstimos Para que a apólice sirva como garantia de empréstimos rurais, as instituições financeiras poderão exigir cláusulas específicas, como a cessão fiduciária do direito ao crédito ou a definição do banco credor como o primeiro beneficiário do seguro. O seguro dado como garantia deverá ser contratado obrigatoriamente junto a seguradoras que atendam aos requisitos mínimos de capacidade econômico-financeira estabelecidos em regulamento.Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto obriga distribuidoras a ampliar capacidade de energia elétrica em propriedades rurais.

Proposta prevê conversão de ligações monofásicas em trifásicas para atender atividades produtivas que demandam mais energia.

O Projeto de Lei 2289/26 obriga as distribuidoras de energia elétrica a converter conexões rurais monofásicas em trifásicas. A mudança poderá ser feita a pedido do consumidor ou por iniciativa da própria distribuidora. A rede monofásica fornece menos potência e costuma ser suficiente para residências e equipamentos de menor consumo. Já a rede trifásica permite atender equipamentos mais potentes, como bombas de irrigação, motores, sistemas de refrigeração e máquinas agrícolas. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a conversão exigirá rede monofásica em operação há pelo menos cinco anos, atividade produtiva rural que demande mais carga elétrica, além de viabilidade técnica. Prioridades e prazos A proposta prioriza agricultores familiares e unidades inseridas em cadeias produtivas estratégicas. Considera ainda atividades que usam muita energia, como irrigação, resfriamento, armazenamento, processamento e mecanização. Segundo o texto, as distribuidoras terão até cinco dias úteis para verificar a documentação. Depois, terão até 30 dias para analisar o pedido. Caso neguem a conversão, deverão informar as razões técnicas. O projeto estabelece prazos de até 60, 120 ou 180 dias para realização das obras. O período varia conforme a tensão, a extensão e a complexidade da rede. Obras mais complexas poderão ter prorrogação única de até 180 dias. “Considerando que as atividades agropecuárias incorporam, cada vez mais, tecnologias que requerem o acesso a energia elétrica de qualidade, torna-se necessário garantir a melhoria das conexões no campo”, disse na justificativa o deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), autor da proposta. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Minas e Energia; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Propaganda eleitoral no rádio e na TV termina nesta quinta-feira.

Também se encerra hoje o prazo para a circulação paga de material eleitoral na internet; carreatas e uso de alto-falantes seguem até sábado.

Terminam nesta quinta-feira (1º) os prazos para diversas atividades de campanha eleitoral, conforme calendário definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Hoje é o último dia da veiculação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, que começou em 28 de Agosto. Debates em emissoras de rádio e TV podem avançar pela madrugada, desde que terminem até as 7 horas de sexta-feira (2). Comícios e a utilização de aparelhagem de sonorização fixa são permitidos até a meia-noite. O comício de encerramento da campanha poderá ser prorrogado por mais duas horas, até as 2 horas de amanhã. Também termina hoje o prazo para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet. Confira página especial da Câmara sobre as Eleições 2026 Outras atividades Veja outras normas definidas pelo TSE: Sexta-feira É o último dia para a divulgação paga de propaganda eleitoral na imprensa escrita e para a reprodução, na internet, dos anúncios publicados em jornais impressos. Sábado Na véspera da eleição, candidatos, partidos, federações e coligações poderão utilizar alto-falantes e amplificadores de som das 8 horas às 22 horas. Para isso, é preciso respeitar a distância mínima de 200 metros de sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, tribunais, quartéis, hospitais, escolas, bibliotecas, igrejas e teatros em funcionamento. Até as 22 horas também serão permitidas a distribuição de material gráfico e a realização de caminhadas, carreatas e passeatas, acompanhadas ou não por carros de som. Domingo No dia da eleição, o eleitor poderá manifestar sua preferência política de forma individual e silenciosa, por meio de camisetas, bandeiras, broches, adesivos e dísticos, que são inscrições ou dizeres que expressam a preferência política do eleitor. São proibidas manifestações coletivas, aglomerações com roupas padronizadas, distribuição de material de campanha, abordagem ou tentativa de convencimento de eleitores, comícios, carreatas e uso de alto-falantes. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Eleições 2026: especialistas apontam desafios em infraestrutura, cultura e economia.

Série de entrevistas da Rádio Câmara discute prioridades para o país nos próximos anos.

Os eleitos em outubro vão assumir seus mandatos com desafios que atravessam diferentes áreas do país, entre elas infraestrutura, economia e cultura. Terão que decidir sobre as prioridades no uso de recursos, definir políticas públicas e cuidar da capacidade do Estado de atrair investimentos. Especialistas ouvidos pela Rádio Câmara na série especial do programa Painel Eletrônico sobre as eleições apontam que o próximo governo e o novo Congresso terão de lidar com obstáculos, entre eles, restrições fiscais. Confira página especial da Câmara sobre as Eleições 2026 Na infraestrutura, o desafio passa por elevar o nível de investimentos e priorizar projetos estruturantes. Na cultura, por garantir recursos e ampliar a descentralização das políticas. Na economia, por estimular o crescimento, ampliar a renda, reduzir o endividamento das famílias e viabilizar investimentos diante do aumento da dívida pública. Infraestrutura Para o consultor legislativo da Câmara dos Deputados Alessandro Reichert, a baixa capacidade de investimento é o principal gargalo de infraestrutura no Brasil. Para ele, os eleitores precisam estar atentos a propostas que apontem com clareza a priorização de recursos públicos para obras estruturantes, como ferrovias e hidrovias.Dados da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base apontam que os investimentos em infraestrutura vêm crescendo e alcançaram cerca de R$ 280 bilhões no ano passado, o maior volume desde 2010. O montante, porém, representa aproximadamente 2% do PIB, enquanto o setor fala na necessidade de, pelo menos, o dobro disso. “A gente ainda tem uma baixa capacidade de investimento público, e somente o capital privado não vai ser suficiente para você enfrentar aquelas infraestruturas em que você não tem viabilidade para exploração por meio de uma concessão”, diz. “Hoje, desses R$ 280 bilhões, 80% são de recursos privados, captados no mercado ou via financiamentos do BNDES.” O consultor apontou também que o cenário fiscal no Brasil é complexo, assim como os desafios do ponto de vista ambiental e energético. Confira a entrevista Efeitos da pandemia Na economia, os eleitos terão pela frente o desafio de estimular o crescimento e ampliar os investimentos em um cenário de dívida pública elevada e alto custo de vida endividamento das famílias.A economista Carla Beni, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que parte desse quadro ainda reflete os efeitos da pandemia, que atingiram empresas, governos e consumidores em vários países. Ela espera que candidatos aos diversos cargos nas eleições de domingo tragam um “sopro de esperança” para essa população endividada e para quem tem expectativa de crescimento da atividade econômica, com um projeto claro de país. A especialista cita políticas públicas necessárias, como o aumento real do salário mínimo e o reforço do Sistema Único de Saúde (SUS). Carla Beni enumera ainda outras providências: “Nós precisamos de investimentos, de infraestrutura, de uma discussão madura com relação a terras raras”. E reforça a importância de que os candidatos façam promessas realistas em relação à economia do país. A especialista defende ainda um papel ativo do Estado como indutor de investimentos e inovação. “Nenhum país do mundo chegou onde chegou sem um Estado forte e indutor. O Estado é o indutor da inovação, porque a cada dez projetos, apenas um, em média, vinga. Quem corre esse risco é o Estado”, afirmou. Confira a entrevista Cultura Na área da cultura, um dos desafios dos eleitos será dar continuidade a políticas capazes de ampliar o acesso aos investimentos para além dos grandes centros. O setor movimenta cerca de R$ 400 bilhões por ano, o equivalente a aproximadamente 3% do PIB, e emprega quase 6 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE.O consultor legislativo da Câmara Renato Gilioli destaca que a política cultural passou por um processo de descentralização. “A política cultural, nesses últimos anos, talvez pela primeira vez em nossa história, passou a ter uma sistemática de chegar realmente a todos, a todo mundo. Principalmente aos municípios pequenos e médios, que antes não tinham muito esse acesso”, afirma. Para ele, o desafio dos próximos governos e do Congresso será preservar mecanismos de financiamento que combinem incentivos fiscais e fomento direto, permitindo que estados e municípios mantenham políticas culturais em diferentes áreas artísticas. O consultor também chama atenção para o impacto econômico desses investimentos. Segundo ele, cada R$ 1 gasto com cultura gera cerca de R$ 1,70 de retorno à economia. Fonte: Agência Câmara de Notícias







CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto inclui polícias penais no Sistema Único de Segurança Pública.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 2674/26, em análise na Câmara dos Deputados, inclui expressamente as polícias penais federal, estaduais e do Distrito Federal na lista de integrantes operacionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A proposta altera a Lei de Segurança Pública para formalizar a atuação dessas corporações em ações e programas conjuntos de prevenção e combate ao crime. A mudança permite, por exemplo, a participação oficial de policiais penais em operações integradas, policiamento preventivo e ações de fiscalização. O autor do projeto, deputado Dr Flávio (PL-RJ), entende que a Emenda Constitucional 104 já reconheceu formalmente a natureza policial da carreira, superando o antigo caráter meramente administrativo penitenciário.Para ele, a ausência da Polícia Penal no texto da Lei de Segurança Pública gera insegurança jurídica e limita a atuação da categoria em operações conjuntas realizadas fora de suas unidades, no compartilhamento de dados e na integração com outras forças policiais. "A permanência dessa lacuna na Lei do Susp traz prejuízos operacionais à atuação extramuros, à participação em programas estaduais e à cooperação entre as forças", afirma o parlamentar. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias




quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Projeto prevê indenização por atraso salarial e reforça combate ao assédio no trabalho.

Proposta institui a Lei Trabalho Digno e Protegido e proíbe retaliações contra funcionários que denunciem irregularidades.

O Projeto de Lei 3151/26 institui a Lei Trabalho Digno e Protegido, com regras para prevenir o atraso no pagamento de salários, combater o assédio moral e a violência no ambiente de trabalho e proibir retaliações contra trabalhadores que denunciem irregularidades. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei 14.457/22, que criou o Programa Emprega + Mulheres. Apresentado pelo deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o texto está em análise na Câmara dos Deputados. Pela proposta, caso atrase o pagamento do salário sem justificativa, o empregador deverá indenizar o funcionário, além de pagar juros e correção monetária. Essa indenização será de 2% do valor líquido da remuneração mensal, acrescida de 1% por dia útil de atraso, com limite em 20%. O atraso será considerado recorrente, ou seja, haverá mora salarial reiterada, caso ocorra por três meses, consecutivos ou não, no período de 12 meses. Essa conduta será considerada falta grave do empregador, e o empregado poderá pedir a rescisão indireta do contrato de trabalho e comunicar o fato aos órgãos de fiscalização. Mudanças do mercado Segundo o autor da proposta, a medida busca adaptar a legislação às transformações do mercado. O atraso salarial, em sua avaliação, ainda necessita de resposta legislativa mais objetiva. “Em cenário de grande diversidade de vínculos, terceirização, prestação de serviços, cadeias produtivas complexas e ambientes laborais digitalizados, a proteção do trabalhador precisa ser moderna, preventiva e compatível com diferentes portes empresariais”, afirma. O parlamentar ressalta também o impacto positivo do fortalecimento das garantias trabalhistas para o ambiente econômico. “A defesa do trabalho digno não é obstáculo ao desenvolvimento econômico. Ao contrário, constitui condição para produtividade sustentável, segurança jurídica, estabilidade social e respeito à Constituição”. Assédio O projeto também obriga os empregadores a adotar medidas para prevenir e apurar casos de assédio moral e a violência laboral. Entre as exigências, estão: regras internas claras de conduta; canais seguros e confidenciais de denúncia; e ações periódicas de orientação e capacitação. A omissão, a tolerância ou a prática de assédio e violência no trabalho também configurará falta grave do empregador, autorizando a rescisão indireta. Para microempresas e empresas de pequeno porte, o texto prevê a possibilidade de cumprimento dessas obrigações por meio de procedimentos simplificados ou canais compartilhados. Proteção Outro ponto da proposta proíbe qualquer tipo de retaliação contra trabalhadores, testemunhas ou representantes que comunicarem irregularidades trabalhistas ou assédio. Serão considerados atos de retaliação medidas como: demissão sem justa causa; alteração contratual prejudicial; rebaixamento de cargo; transferência abusiva; e redução de jornada ou de salário no período de 12 meses após a denúncia. Caso a retaliação seja reconhecida, o trabalhador terá o direito de voltar ao emprego ou de ser indenizado, além de receber reparação por danos materiais, morais ou existenciais. A proteção não alcança denúncias comprovadamente falsas e feitas de má-fé. Contratos públicos Empresas que mantiverem contratos com a administração pública deverão declarar que dispõem de mecanismos mínimos de prevenção ao assédio, à violência e à retaliação. A fiscalização do trabalho dará prioridade a casos que envolvam atraso salarial coletivo ou reiterado, assédio moral institucional, retaliações a denunciantes e fraudes em vínculos empregatícios. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI 3029/26

Projeto extingue vestibular e garante acesso universal a universidades públicas.

O Projeto de Lei 3029/26 (PL) estabelece o acesso universal ao ensino superior público no Brasil, proibindo a aplicação de processos seletivos de caráter eliminatório, como os atuais vestibulares e exames de ingresso. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. ela proposta, todo estudante que concluir o ensino médio terá acesso assegurado às universidades públicas, cabendo ao poder público ampliar a oferta de vagas de forma progressiva. iclo básico comum ara organizar a entrada sem a realização de vestibulares, o projeto determina que as instituições públicas implementem um "ciclo básico comum", de caráter obrigatório e não eliminatório, como etapa inicial da formação. ssa fase servirá para o nivelamento acadêmico, orientação formativa e introdução do aluno às diferentes áreas do conhecimento. Apenas após a conclusão deste ciclo o estudante progredirá para o curso de graduação específico escolhido.  objetivo, segundo a autora do projeto, deputada Duda Salabert (Psol-MG), é garantir o acesso ao ensino superior. "A instituição de um ciclo básico comum, obrigatório e não eliminatório, permite conciliar democratização do acesso com qualidade acadêmica, oferecendo nivelamento, orientação e formação inicial ampla aos estudantes", frisou a parlamentar.  texto proíbe que alunos sejam excluídos do sistema por falta de vagas durante essa transição. Ações afirmativas ela proposta, os critérios de progressão do ciclo básico para a graduação deverão incorporar políticas de ação afirmativa. O objetivo é garantir equidade no acesso para estudantes de baixa renda, oriundos de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, além de pessoas trans e travestis.  Estado também será obrigado a garantir políticas de permanência estudantil para que os alunos consigam concluir os cursos, fornecendo assistência financeira, moradia, alimentação, transporte, acesso digital e apoio pedagógico. róximos passos  projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. onte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO MDE LEI 3227/26

Projeto inclui questões sobre área de formação técnica na avaliação do Enem.

O Projeto de Lei 3227/26 prevê que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) avalie tanto as matérias comuns quanto as da área de especialização (itinerário formativo) que o aluno escolheu durante o ensino médio, incluindo a formação técnica e profissional. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Para os alunos do ensino técnico, o Enem terá provas específicas voltadas à sua área de formação. Essas questões seguirão o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, documento oficial do Ministério da Educação que padroniza o ensino profissionalizante no país e define o que o estudante precisa saber ao se formar. Pela proposta, os resultados que os alunos do ensino técnico obtiverem nessa parte específica da prova não servirão apenas para o ingresso no ensino superior, mas poderão ser usados pelo governo para avaliar a qualidade das escolas e dos cursos técnicos ofertados no país. Em justificativa, a autora, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), argumentou que não é "juridicamente consistente" manter o Enem dissociado do currículo atual. Para ela, a mudança "reduz a assimetria entre os diferentes itinerários e confere maior visibilidade ao ensino técnico." Atualmente, o Enem avalia exclusivamente a formação geral básica, dividida em quatro áreas do conhecimento e uma prova de redação. O exame cobra o mesmo conteúdo padronizado de todos os candidatos, sem considerar a área de aprofundamento escolhida na escola. O texto determina que o governo federal terá um ano para adotar as mudanças no Enem. Um dos pontos a ser definido é a matriz de referência, que consiste em lista das competências e habilidades que as questões devem exigir do aluno. Como o projeto prevê a inclusão do ensino técnico, o MEC precisará criar matriz que oriente os professores sobre como elaborar questões específicas sobre o conteúdo profissionalizante. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Educação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto permite dedução integral do Imposto de Renda de gastos com educação de autistas.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 3208/26 autoriza a dedução integral do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de despesas com a educação de dependentes autistas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Entre os gastos que poderão ser descontados estão: mensalidades escolares; taxas de matrícula; material didático de uso obrigatório; acompanhante especializado, profissional de apoio escolar, monitor ou mediador escolar, quando exigido pela instituição de ensino ou prescrito por profissional habilitado; outras despesas diretamente relacionadas à permanência, aprendizagem e inclusão do estudante no ambiente escolar. Caso o projeto se torne lei, uma despesa anual de R$ 20 mil, por exemplo, com educação de um dependente com Transtorno do Espectro Autista (TEA) poderá ser deduzida integralmente, desde que se enquadre nas condições previstas no projeto. Pela regra atual, a dedução fica limitada a R$ 3.561,50 por pessoa. A autora do projeto, deputada Fernanda Pessoa (PSD-CE), argumenta que o teto atual é "absolutamente insuficiente", uma vez que apenas o custo mensal para contratar um profissional de apoio escolar para o aluno autista já ultrapassa o limite anual permitido pela Receita. Para usar a dedução, o contribuinte deverá comprovar que o estudante é seu dependente para fins tributários, apresentar laudo de profissional habilitado que ateste o diagnóstico de TEA e comprovar as despesas por meio de documentação fiscal. Próximos passos O projeto será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 29 de setembro de 2026

Homem que passou 41 anos no corredor da morte é ilibado após exame de DNA.

Um homem de 71 anos foi libertado após passar quatro décadas no corredor da  morte no Utah, Estados Unidos, por um crime que nunca cometeu. Novas análises de ADN vieram comprovar a sua inocência.

Douglas Stewart Carter tem 71 anos e passou as últimas quatro décadas no corredor da morte de uma prisão do Utah, nos Estados Unidos, pelo assassinato de uma mulher em 1985. Agora, 41 anos depois, foi ilibado graças a novas análises de ADN.Segundo a agência de notícias The Associated Press (AP), o norte-americano foi condenado em 1985 após um júri o ter considerado culpado do homicídio de Eva Olesen, tia do então chefe da Polícia de Provo, no Utah. Carter, um homem negro, sempre defendeu a sua inocência e afirmou em tribunal que assinou uma confissão sob coação. Apesar de não haver provas físicas que o ligassem ao local do crime, o júri considerou-o culpado com base na confissão e no testemunho de duas pessoas, que disseram que ele tinha possibilidade de ter matado Olesen. No ano passado, o Supremo Tribunal do Utah ordenou um novo julgamento, alegando má conduta por parte dos investigadores. O julgamento deveria ocorrer em 2027 e estava previsto que durasse dois meses. No entanto, os procuradores do Utah revelaram, na semana passada, que os resultados de uma análise de AND, recebidos em 22 de setembro, excluíam Carter como possível correspondência para o sangue encontrado no local do crime e para o material genético recolhido no cabo da faca usada para esfaquear a vítima, que também foi baleada.  Na segunda-feira, o procurador do condado de Utah, Erwin Petilos, disse ao juiz que reavaliar a fiança de Carter era "necessário e justo", enquanto o Estado continua analisando as restantes provas do caso, o que levou à sua libertação.  O homem ficará agora alojado numa residência perto da família do seu filho, que foi adotado por outra família quando era bebê e só soube da condenação do pai anos mais tarde. Segundo o advogado de defesa, Neal Hamilton, Carter precisará também de acompanhamento psicológico. "Não é só dizer: 'Vamos deixá-lo sair'", disse à AP. "Ele está sendo libertado depois de 41 anos de um trauma provocado pelo Estado e o impacto que isso terá nele é muito real". Carter confessou crime após ser ameaçado pela polícia O homem, natural de Chicago, vivia com a mãe no Utah na época do homicídio de Olesen, ocorrido a 27 de Fevereiro de 1985. Meses depois, em abril, fugiu do estado por acreditar que era suspeito de um caso de agressão sem relação com o homicídio, segundo documentos judiciais.  Acabou sendo detido em Junho, em Nashville, no Tennessee, onde assinou uma confissão durante um interrogatório conduzido por um detetive da Polícia de Provo. Contudo, mais tarde revelou que só confessou após ter sido repetidamente ameaçado pela polícia.  O homem foi condenado à morte num julgamento em que a defesa não apresentou qualquer testemunha, em 1985. Anos mais tarde, em 1992, foi novamente condenado à morte num novo julgamento e os tribunais do Utah rejeitaram os seus recursos ao longo dos anos. Morte e tragédia Só em 2011 é que o caso voltou a ser investigado, quando duas testemunhas, oriundas do México, disseram que tinham sido instruídas a mentir em tribunal e que receberam dinheiro e presentes da polícia.  As mesmas testemunhas disseram ainda que a polícia e os procuradores ameaçaram deportá-las, bem como ao filho de uma delas, caso não acusassem Carter. No ano passado, foi ordenado um novo julgamento por "múltiplos casos de má conduta intencional" por parte da polícia e de um procurador. Neste sentido, foi realizada uma nova análise de DNA às provas recolhidas no local do crime, que acabaram por ilibar o homem.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Analista detona fase de Cristiano Ronaldo: "Já não tem condições"

Àlex Pareja criticou o desempenho de Cristiano Ronaldo pela seleção portuguesa e afirmou que o atacante de 41 anos estaria prolongando a carreira em busca dos mil gols. Apesar das críticas, o analista reconheceu a trajetória extraordinária do jogador.

O momento vivido por Cristiano Ronaldo na seleção portuguesa continua gerando repercussão fora do país. Para o jornalista e analista espanhol Àlex Pareja, o atacante de 41 anos já não teria condições de competir no mais alto nível do futebol de seleções.Durante o programa "Ahora o nunca", da ESPN, Pareja criticou o desempenho de Cristiano Ronaldo na partida entre Portugal e País de Gales e afirmou que o capitão português desperdiçou boas oportunidades no ataque. "A questão é se ele tem condições de jogar futebol de seleções. Já não tem! No Al Nassr, ele pode jogar o quanto quiser: cinco minutos, se as coisas correrem mal, 10 minutos, bolas na área e pronto, seja o que Deus quiser. Mas alguém precisa fazê-lo entender isso, porque, caso contrário, ele está se arrastando e arrastando o próprio prestígio, embora eu ache que isso pouco importa para ele", afirmou. O analista também relacionou a permanência de Cristiano Ronaldo em campo ao objetivo declarado pelo jogador de chegar à marca de mil gols na carreira. "Ou seja, o objetivo dele é chegar aos mil gols de qualquer maneira. Se for preciso, amarrando o goleiro a uma trave... Ele colocou isso como meta e vai chegar lá. E, quando isso acontecer, vai estufar o peito e dizer: 'Estão vendo? Todos aqueles que não acreditavam em mim...' e todas essas coisas que ele faz", disparou Pareja.Apesar das críticas à fase atual do português, Àlex Pareja fez questão de reconhecer a trajetória do atacante e classificou sua carreira como extraordinária. "As pessoas que gostam dele é que precisam dizer isso: 'Já passou, acabou. Pare agora, porque, caso contrário, as últimas imagens que teremos de você serão com esse cabelo de Homelander [personagem da série The Boys] e desperdiçando oportunidades que um garoto de 20 anos não perderia'", concluiu. O que vem pela frente para Cristiano Ronaldo na seleção? Depois de desperdiçar boas oportunidades diante do País de Gales, na última quinta-feira, Cristiano Ronaldo começou no banco de reservas três dias depois, na visita à Noruega.Relógio e calendários Sem o camisa 7 entre os titulares, Gonçalo Ramos marcou o gol que garantiu a vitória de Portugal por 2 a 1. Na próxima quinta-feira, a seleção portuguesa visita a Dinamarca, e o técnico Jorge Jesus deixou em aberto a possibilidade de Cristiano Ronaldo voltar ao time titular, inclusive dentro de uma estratégia de gestão física do atacante. A reação do capitão após não entrar em campo em Oslo, porém, também chamou atenção. Cristiano Ronaldo seguiu para o vestiário depois do apito final e não participou dos agradecimentos dos jogadores aos cerca de 500 torcedores portugueses presentes no Ullevaal Stadion. "Não percebi isso. Só ele pode responder. Não é porque não jogou que eu não conto com ele. Preciso conversar com ele. Conheço-o muito bem. Não sei o que ele pensou", afirmou Jorge Jesus em entrevista coletiva.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Clemência é negada após condenada pedir só mulheres na execução.

O governador do Tennessee negou clemência a Christa Pike, que será executada nesta quarta-feira, 30 de setembro, caso não haja intervenção judicial de última hora. A defesa ainda tenta suspender a pena na Suprema Corte dos Estados Unidos.

Christa Pike, única mulher no corredor da  morte do Tennessee, nos Estados Unidos, está com a execução mantida para esta quarta-feira, 30 de setembro, depois que o governador Bill Lee negou seu pedido de clemência.A decisão mantém a pena de morte imposta a Pike, hoje com 50 anos, pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19, cometido em 1995. A defesa ainda tenta uma suspensão de última hora na Suprema Corte dos Estados Unidos. Caso a execução aconteça, Pike será a primeira mulher executada pelo Tennessee em mais de 200 anos. Ela também será a única pessoa, na era moderna da pena de morte no estado, executada por um crime cometido aos 18, 19 ou 20 anos. Governador rejeita pedido de clemência Os advogados de Pike haviam pedido ao governador que transformasse a pena de morte em prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. No documento, de 226 páginas, a defesa argumentou que a trajetória da condenada foi marcada por abusos sexuais, violência e negligência desde a infância e que essas circunstâncias não foram adequadamente consideradas durante seu julgamento. Depois de presa, Pike foi diagnosticada com transtorno bipolar e transtorno de estresse pós-traumático. Especialistas que apoiaram o pedido de clemência também afirmaram que o histórico de violência sofrido por ela e os anos de isolamento na prisão poderiam provocar uma "retraumatização" durante o processo de execução.O governador Bill Lee, porém, decidiu não intervir na sentença. Com isso, a execução permanece marcada, salvo uma decisão judicial de última hora. Defesa ainda recorre à Suprema Corte A equipe jurídica de Christa Pike ainda tenta impedir a execução por meio de recursos apresentados à Suprema Corte dos Estados Unidos. Até esta terça-feira, não havia decisão que suspendesse o procedimento. Execuções de mulheres são raras nos Estados Unidos. Segundo levantamento citado pela Associated Press, apenas 18 mulheres foram executadas no país desde que a pena de morte foi restabelecida pela Suprema Corte, em 1976. Pike pediu equipe formada apenas por mulheres Nos dias anteriores à execução, Pike também pediu que a equipe responsável pela aplicação da injeção letal fosse composta exclusivamente por mulheres.Astronomia Segundo reportagens internacionais, a condenada alegou que a presença de homens durante seus últimos momentos poderia desencadear traumas relacionados aos abusos sexuais sofridos no passado. Ela teria afirmado ainda que, caso o pedido fosse recusado, preferiria ser executada por enforcamento. Até agora, porém, não há confirmação oficial de que o Tennessee tenha aceitado a exigência de uma equipe exclusivamente feminina. Crime aconteceu em 1995 Christa Pike tinha 18 anos quando participou do assassinato de Colleen Slemmer, de 19, em Knoxville, no Tennessee. Segundo documentos judiciais, Pike, o então namorado Tadaryl Shipp e uma terceira jovem atraíram Slemmer para uma área isolada em 12 de Janeiro de 1995. A vítima foi espancada, teve a garganta cortada e sofreu outros ferimentos. Um símbolo satânico também foi gravado em seu corpo. Pike posteriormente admitiu participação no assassinato. Ela foi condenada por homicídio em primeiro grau e recebeu a pena de morte em 1996. Shipp tinha 17 anos na época e, por ser menor de idade, não podia receber a pena capital. Ele foi condenado à prisão perpétua. A terceira participante, Shadolla Peterson, colaborou com a acusação e recebeu uma pena mais branda. Mãe da vítima apoia execução A mãe de Colleen Slemmer se manifestou favoravelmente à execução e rejeitou os argumentos apresentados pela defesa de Pike. Ela afirmou que a filha sofreu de maneira extrema e que a condenada não deveria receber tratamento especial às vésperas da execução. Com a clemência negada, o caso entra agora nas últimas horas antes da data marcada. A menos que a Suprema Corte ou outro tribunal determine uma suspensão, Christa Pike deverá ser executada nesta quarta-feira no Tennessee.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.


Executivo do New York Times é morto a tiros; sogros são presos..

Jonathan McKinsey, de 40 anos, diretor de engenharia da área de jogos do New York Times, foi morto a tiros em um estacionamento na Califórnia. 

Os sogros, ambos de 77 anos, foram presos sob suspeita de homicídio em meio a um divórcio litigioso.Um executivo do The New York Times, um dos jornais mais lidos do mundo, foi morto a tiros supostamente pelos sogros em Dublin, cidade do estado norte-americano da Califórnia, na tarde de sábado. Os dois suspeitos, de 77 anos, foram presos sob suspeita de homicídio.Segundo a BBC, Jonathan McKinsey, de 40 anos, era diretor de engenharia da área de jogos do The New York Times e, desde 2023, era responsável por aspectos relacionados à experiência dos usuários nos jogos digitais do jornal. A  morte foi confirmada pela própria publicação. McKinsey foi encontrado com vários ferimentos provocados por disparos em um estacionamento. Os sogros, Shouyong Zhang e Shili Chen, foram detidos sob suspeita de diferentes crimes, incluindo homicídio em primeiro grau. Em depoimentos à emissora KGO-TV, de São Francisco, testemunhas relataram ter ouvido tiros antes de ver a vítima caída no chão."Vi o homem cair no chão. A cabeça e o peito estavam ensanguentados"contou Assad Razawi, uma das testemunhas. A filha dele acrescentou que o pai viu os suspeitos "caminhando juntos e depois se afastando calmamente do local do tiroteio". McKinsey teve a morte constatada ainda no local. Os dois suspeitos foram presos poucos minutos depois por um policial que estava nas proximidades. McKinsey estava em processo de divórcio da filha dos suspeitos.Segundo os documentos, os dois lados apresentaram acusações de violência doméstica. Em 2025, McKinsey também foi acusado de duas infrações relacionadas a abuso infantil. Em uma delas, teria atingido o rosto do filho, então com 6 anos. Em outra ocasião, teria deixado o menino sozinho em casa por mais de uma hora, quando a criança tinha apenas 2 anos.As circunstâncias do assassinato e uma eventual relação entre o crime e a disputa familiar ainda são investigadas pelas autoridades.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Hondjakof é acusado de racismo e assédio e concentra rejeição em dinâmica.

Ator foi o participante mais citado na dinâmica "Pesando o Clima" e recebeu acusações de racismo, intolerância religiosa e comportamento inadequado com mulheres. Sérgio pediu desculpas e terá de carregar 10 kg até a formação da roça.

 Sérgio Hondjakoff concentrou a rejeição dos peões durante a dinâmica de apontamento desta segunda-feira (28), em A Fazenda 18 (Record). Acusado de racismo e intolerância religiosa pelos colegas, o ator recebeu dez indicações e foi criticado até por aliados.No início de cada semana, o reality promove uma atividade para colocar os confinados frente a frente e acirrar os conflitos na sede. Desta vez, a dinâmica foi batizada de "Pesando o Clima", e cada peão precisava escolher quem considerava um "peso" para a convivência. Como foi o mais citado, Sérgio terá que carregar dez pesos, que somam 10 kg, até a formação da roça desta terça-feira (29). Ele só poderá retirá-los para dormir, tomar banho ou trocar de roupa. Caso descumpra a regra, ficará de fora da próxima festa. Murilo Dias, Rikardo Negro, Tina Calamba e Thaíde criticaram Sérgio por declarações que consideraram preconceituosas. Rikardo afirmou ter ouvido do ator falas como "dança lá seu axé da Bahia" e "pangaré baiano". "Não foi na intenção de ser racista", respondeu Sérgio. "Mas isso é racismo", rebateu o modelo. Tina também acusou o colega de intolerância religiosa, e Sérgio reconheceu ter cantado um louvor com conteúdo que classificou como intolerante contra religiões de matriz africana. Outras acusações envolveram o comportamento de Sérgio com as mulheres da casa. Mônica Fonseca relembrou uma piada sobre estar "sem calcinha", enquanto Ana Bruna Avila afirmou que o ator a abraçou de cueca e que percebeu que ele olhava para seu corpo."Peço perdão para todas as mulheres da casa. Sou homem, tenho meus equívocos e, às vezes, eu erro", respondeu. Durante um intervalo, Ana ainda contou a Darlin Ferrattry que Sérgio "pulsou o pênis" ao abraçá-la. A Fazendeira classificou o relato como assédio. As críticas chegaram até os aliados de Sérgio. Darlin disse estar decepcionada e pediu que ele se desculpasse com Rikardo. "Não faça mais isso, Serginho. Isso machucou a população", afirmou. Mayk Leão também cobrou um pedido de perdão, enquanto Daniel Erthal disse que não havia "como passar a mão na cabeça". A dinâmica também renovou a rivalidade entre Darlin e Giovanna Gold. As peoas bateram boca aos berros, e a atriz chamou a empresária de "narcisista, hipócrita, inculta, falsa e mentirosa". A discussão escalou quando Giovanna citou Lexa. "Quem é sua filha? Desconheço sua filha! Parasita! Narcisista! Caguei para sua filha!", gritou. Darlin se exaltou e precisou ser segurada pelos colegas. Além de Sérgio, Mônica e Daniel foram os segundos mais votados, com quatro apontamentos cada. A jornalista recebeu acusações de Mayk, Maíra Charken, Ariela Carasso e Sérgio após uma série de desentendimentos entre eles durante a madrugada. Daniel recebeu votos de Renê Thristan, Igor Monteiro e Fran Almeida após afirmar que Igor estaria "agarrado" com Fran durante uma festa. Ele reconheceu o erro e pediu desculpas. Eduarda Braum também o escolheu e relatou desconforto com uma brincadeira feita pelo ator sobre ela e Alfredo Amaral. Quem apontou quem Sérgio Hondjakoff foi apontado por 10 pessoas: Murilo Dias, Rikardo Negro, Thaíde, Mônica Fonseca, Ana Bruna Avila, Tina Calamba, Alfredo, Gabriel Torres, Catherine e Adryana Ribeiro. Daniel Erthal foi apontado por 4 pessoas: Renê Thristan, Igor Monteiro, Fran Almeida e Eduarda Braum. Mônica Fonseca foi apontada por 4 pessoas: Mayk Leão, Maíra Charken, Ariela Carasso e Sérgio Hondjakoff. Giovanna Gold foi apontada por 2 pessoas: Darlin Ferrattry e Jônatas Faro. Tina Calamba foi apontada por 2 pessoas: Lucas Bissoli e Renata del Bianco. Ana Bruna Avila foi apontada por Daniel Erthal. Ariela Carasso foi apontada por Jottapê. Darlin Ferrattry foi apontada por Giovanna Gold.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Ana Paula Renault fala sobre fim da amizade com Tia Milena após BBB 26.

Ana Paula Renault falou pela primeira vez sobre o afastamento de Tia Milena após o BBB 26. A campeã do reality afirmou que interferências externas e uma quebra no padrão de lealdade contribuíram para o fim da amizade construída durante o confinamento.

Ana Paula Renault falou pela primeira vez de forma mais direta sobre o fim da amizade com Tia Milena, relação que ganhou destaque durante o BBB 26. Em entrevista ao programa Blogueirinha Entrevista, do Multishow, a ex-BBB afirmou que a conexão entre as duas foi verdadeira, mas indicou que o vínculo acabou abalado por questões relacionadas à lealdade."Qual foi o dia que você olhou para o celular e resolveu não responder a Tia Milena?", perguntou Blogueirinha. "Isso nunca aconteceu. Eu acho que a gente viveu algo muito intenso. E eu respeito muito o que a gente viveu e a gente realmente teve uma conexão altamente genuína durante o programa. Tá implícito, as pessoas assistiram, vocês assistiram, você assistiu, ela sabe o que ela viveu, eu sei o que a gente viveu, e eu prefiro não espetacularizar as relações", declarou a famosa. A apresentadora, então, rebateu: "Mas ela tá porque ela não para de falar." Ana Paula respondeu refletindo sobre a dificuldade de lidar com opiniões externas depois da saída de um reality show. "Quando a gente sai de um reality, é muita gente falando, muita gente dando opinião, é muito papo atravessado, e a gente não sabe quem ouvir, quem escutar. É muito difícil a gente achar um norte, entender quem realmente quer o nosso bem, quem não quer", afirmou. Ana Paula diz que segue torcendo por Milena.Apesar do afastamento, Ana Paula deixou claro que não deseja nada de ruim para Milena e destacou que continua torcendo pelo sucesso profissional da ex-colega de confinamento. A vencedora do BBB 26 mencionou conquistas recentes da ex-amiga, como participações em eventos e novos trabalhos na televisão, e disse acreditar no potencial dela. Blogueirinha pediu que Ana Paula mandasse um recado para Milena. "Quero que ela seja feliz, que ela ocupe todos os espaços mesmo, foi o que eu falei com ela lá na casa logo quando ela estava cheia de dúvidas e estava na piscina, 'essa casa também é sua, ocupe os seus espaços, brilhe, vença, não deixe ninguém te apagar', e é isso. E ela está magnânima, ela vai estar na TV Globinho, tá fazendo um trabalho incrível, estava no Rock in Rio, e é isso mesmo. Quer dizer que a mulher é muito talentosa e é isso que eu acho importante, cada um seguir em paz, do seu jeito", declarou a mineira. As duas construíram uma forte parceria ainda nas primeiras semanas do BBB 26. Durante o programa, Ana Paula chegou a afirmar que Milena fazia parte de seu Top 3 e ressaltou diversas vezes que as duas haviam enfrentado juntas momentos difíceis dentro da casa. Apesar dos elogios, Ana Paula deixou claro que não vê uma retomada da amizade neste momento. "Mas voltar a amizade não? Isso não? Você não quer? Já pegou ranço?", indagou Blogueirinha. "A questão nem é ranço, a gente fica muito triste e magoado quando quebram um padrão de lealdade, de fidelidade", finalizou Renault.Milena já havia falado sobre o afastamento Em Agosto, Tia Milena já havia confirmado que a amizade com Ana Paula tinha chegado ao fim. Na ocasião, a ex-BBB afirmou que o distanciamento ocorreu "de forma natural", principalmente por causa das agendas intensas e da falta de convivência depois do reality. Segundo ela, as duas passaram a viver momentos diferentes da carreira. "A nossa relação de amizade se encerrou de forma natural devido a agendas intensas e à falta de presença", declarou Milena na época. Ela acrescentou que o afastamento "não foi uma decisão que partiu de mim". Milena também negou que tenha ocorrido uma grande briga e afirmou que ainda existiam carinho e respeito entre as duas. 'Eternos' não resistiu fora do BBB Ana Paula, Milena e Juliano Floss chegaram juntos à final do BBB 26 depois de formarem uma das principais alianças da temporada. Samira Sagr também fez parte do grupo durante parte do programa. Fora da casa, porém, as relações mudaram. Ana Paula também rompeu com Samira, enquanto Milena posteriormente retomou a amizade com a ex-sister.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Jogador argentino é detido sob suspeita de fazer gestos racistas contra brasileiro na Argentina.

Caso aconteceu no domingo (27), durante campeonato em Mendoza. Clube do argentino questiona detenção e diz que rival dirigiu ofensas aos seus dirigentes.

Um jogador argentino de futebol foi detido sob suspeita de ter feito gestos de cunho racista dirigidos a um adversário brasileiro. Ele passou a noite na delegacia.O caso aconteceu no último domingo (27), durante o Torneio Regional Federal Amador, em Mendoza, na Argentina, em duelo envolvendo o Montecaseros e o Atlético Palmira. Depois de uma discussão entre os jogadores em campo, o atacante Facundo Reveco, do Palmira, colocou as mãos embaixo das axilas, imitando um macaco, em ofensa voltada ao lateral brasileiro Erick Pontes, do Montecaseros. Embora Reveco não tenha sido punido durante a partida pelo árbitro, o promotor Oscar Sívori, representante do Ministério Público de San Martín que acompanhava o confronto, determinou a detenção do jogador. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que o gesto é feito. Reveco foi levado à delegacia de Mendoza, onde foi instaurado processo por incitação à violência e gestos discriminatórios. O atleta passou a noite detido e foi liberado na segunda-feira (28). O Atlético Palmira divulgou um comunicado em suas redes sociais em que pediu "objetividade, imparcialidade e igualdade perante a lei", além de ter acusado Pontes de ter feito gestos obscenos em direção a dirigentes do clube. O Montecaseros, por sua vez, afirmou "não ser favorável a nenhum tipo de ato racista ou discriminatório, seja no futebol, seja em qualquer outro ambiente".FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


Bebê de 18 meses foge de creche e vai até o trabalho da mãe em SC.

Um bebê de 18 meses fugiu de uma creche e caminhou sozinho durante cerca de 50 metros até chegar ao local de trabalho da mãe, em Braço do Norte, Santa Catarina.

Um bebê de 18 meses fugiu de uma creche e caminhou sozinho durante cerca de 50 metros até chegar ao local de trabalho da mãe, na cidade de Braço do Norte, em Santa Catarina.O bebê andou pela rua completamente sozinho e, quando chegou ao local, bateu na porta de vidro do estabelecimento e foi recebido por uma funcionária.  "A nossa recepcionista chega com ele no colo e logo de cara eu já me apavorei e perguntei 'ele caiu? O que aconteceu?'. E ela falou 'ele está sozinho'", contou Naiara Vieira, a mãe do bebê. A mulher destacou que a rua "é muito movimentada" e passam por lá vários veículos, desde carros a tratores. "Quando me dei conta da situação, fiquei apavorada", disse. O percurso da criança foi gravado por câmaras de videovigilância da rua. Nas imagens, disponíveis abaixo, é possível ver o menino andar sozinho e, a certa altura, a cair. No entanto, levantou-se sozinho e seguiu o caminho até ao trabalho da mãe.Naiara Vieira contou que deixou o filho na creche às 7h20 e que a criança saiu do local pelas 8h45. O menino não ficou ferido, mas a mãe decidiu apresentar queixa na Polícia Civil, tendo em conta que "poderia ter acontecido uma tragédia".  A Secretaria Municipal de Educação e Esporte já indicou que pediu a abertura de um inquérito para "apurar toda a situação". FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Chiclete nas costas de jovem ajuda a solucionar crime após 47 anos.

Marissa Rolf Harvey desapareceu durante uma visita a São Francisco, em 1978, e foi encontrada morta horas depois. Décadas mais tarde, uma pe...