CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quarta-feira, 17 de junho de 2026

'Turma' de Vorcaro planejou emboscada e ofício fake contra astro da NBA.

Alvo de intimidação era Rony Seikaly, que jogou 11 anos na liga de basquete americana e teve relacionamento com então namorada do banqueiro brasileiro.

Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) apontam que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teria planejado uma emboscada com 'droga' para se vingar do DJ e ex-jogador da NBA Ronald Fred Seikaly. O plano teria sido colocado em prática pela chamada "Turma", grupo criminoso pago por Vorcaro para intimidar e espionar desafetos.De acordo com informações do jornal 'O Globo', Rony Seikaly, ex-jogador da NBA, teve um relacionamento com Martha Graeff, com quem tem uma filha. Porém, os dois se separaram e a mulher, depois, começou um relacionamento com Vorcaro. Nas mensagens, o banqueiro chegou a cogitar uma emboscada com drogas contra Seikaly, e citou pressão da polícia e da milícia. Os integrantes da Turma, usando o login de uma servidora do Ministério Público Federal, chegaram a produzir um ofício falso à Interpol para buscar informações sobre Seikaly. Ainda de acordo com o jornal, as conversas ocorreram em outubro de 2024, entre Daniel Vorcaro e Felipe Mourão, conhecido também como "Sicário". Vorcaro, nos diálogos interceptados pela Polícia, sugeriu simular um incidente envolvendo drogas e disse que investiria até R$ 10 milhões. Outra possibilidade seria atrair o DJ para o Brasil e submetê-lo a "pressão da milícia e da polícia". "A Turma" usou informações sigilosas de sistemas internos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal para coletar dados sobre Seikaly, como buscas no sistema de controle migratório da Polícia Federal. Vorcaro também cita um "amigo da Interpol". Entretanto, as investigações não conseguiram identificar quem seria o contato do grupo no órgão internacional. Em outra conversa, de 30 de outubro de 2024, destacada pelo jornal 'O Globo', o ex-delegado da Polícia Federal e integrante da "Turma", Marilson Silva relata que passaria mais informações para um dos agentes pagos por Vorcaro, indicando que seria uma demanda "para o CEO do banco", e que seria interessante "dar um pulão nele" quando chegasse ao Brasil. Marilson é um policial federal aposentado apontado pelas investigações da PF como a liderança operacional do grupo "A Turma", mantido por Daniel Vorcaro. Segundo a polícia, o ex-agente integrava o núcleo de "intimidação e obstrução da Justiça", sendo responsável por coordenar ações agressivas contra desafetos do ex-banqueiro, o que incluía o planejamento de atentados e o monitoramento de inquéritos sigilosos mediante consultas indevidas nos sistemas da corporação.FONTE MUNDO AO MNUTO NOTICIAS.


Parreira, técnico do tetra da Seleção, é internado em hospital no RJ.

A informação foi confirmada pela própria unidade de saúde por meio de nota oficial. O ex-treinador enfrenta há alguns anos um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático e exige acompanhamento médico constante.

Carlos Alberto Parreira, um dos nomes mais importantes da história do futebol brasileiro e comandante da Seleção na conquista do tetracampeonato mundial em 1994, foi internado na manhã desta quarta-feira (17) no Hospital Samaritano Barra, localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.A informação foi confirmada pela própria unidade de saúde por meio de nota oficial. O ex-treinador enfrenta há alguns anos um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema linfático e exige acompanhamento médico constante. No comunicado divulgado à imprensa, o Hospital Samaritano confirmou apenas a internação do ex-comandante da Seleção Brasileira, sem fornecer detalhes sobre seu estado de saúde ou sobre os motivos que levaram ao atendimento hospitalar. “O Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, confirma a internação do paciente Carlos Alberto Parreira na unidade. Por manter o compromisso com a privacidade e a confidencialidade de seus pacientes, não divulga informações sobre estado de saúde, obedecendo o que dispõe a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)”, informou a instituição. A postura adotada pelo hospital segue as determinações previstas pela legislação brasileira relacionada à proteção de dados e ao sigilo médico, preservando as informações pessoais dos pacientes internados. Parreira é um dos técnicos mais vitoriosos e respeitados da história do futebol nacional. Seu nome ficou eternizado principalmente pela campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, quando o Brasil conquistou o quarto título mundial após um jejum de 24 anos sem levantar a principal taça do futebol. Nos últimos anos, o ex-treinador passou a conviver com o tratamento do linfoma de Hodgkin, doença que atinge o sistema responsável pela defesa do organismo. Desde então, seu estado de saúde tem sido acompanhado de perto por familiares e profissionais médicos.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Influenciadora sofre queimaduras graves após carregador explodir;

O episódio foi registrado pelas câmeras de segurança do local. Nas imagens, é possível ver Dilyara se preparando para sair quando o acidente acontece de forma repentina. 

Pouco antes da explosão, ela aparece colocando o celular sobre um banco e calçando os tênis. Em seguida, uma fumaça começa a sair da bolsa e, segundos depois, uma intensa bola de fogo se forma.Um incidente envolvendo um carregador portátil terminou com ferimentos graves para a influenciadora Dilyara Khamzina, de 27 anos. A artista digital e designer de jogos, natural do Cazaquistão, sofreu queimaduras após um power bank explodir dentro da bolsa que carregava atravessada no corpo enquanto deixava uma academia.O episódio foi registrado pelas câmeras de segurança do local. Nas imagens, é possível ver Dilyara se preparando para sair quando o acidente acontece de forma repentina. Pouco antes da explosão, ela aparece colocando o celular sobre um banco e calçando os tênis. Em seguida, uma fumaça começa a sair da bolsa e, segundos depois, uma intensa bola de fogo se forma. Assustada, a influenciadora tenta desesperadamente retirar a bolsa do corpo enquanto as chamas se espalham. O vídeo mostra a dificuldade enfrentada por ela para se livrar do acessório. Após alguns instantes de tensão, a bolsa cai no chão já bastante danificada e deformada pelo fogo. A rápida propagação das chamas provocou queimaduras em diversas partes do corpo de Dilyara. Segundo as informações divulgadas, ela sofreu lesões na cabeça, atingindo o couro cabeludo, os cabelos, as sobrancelhas e os cílios. Além disso, o lado direito do corpo também foi afetado pelo incêndio causado pela explosão do equipamento. O caso ganhou repercussão após a divulgação das imagens de segurança, que registraram toda a sequência do acidente. O vídeo mostra o momento exato em que a fumaça surge e como a situação evolui rapidamente para um incêndio, deixando a influenciadora ferida enquanto tentava escapar das chamas provocadas pelo carregador portátil.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.


 

Reação de Zidane ao ver Messi marcar 3 contra o seu filho viraliza;

O astro argentino foi o grande nome da partida ao marcar os três gols da vitória da Albiceleste. Com o hat-trick, Messi voltou a ser decisivo e ainda alcançou ainda a marca de maior artilheiro da história das Copas aos lado de Miroslav Klose da Alemanha, ambos com 16 gols.

A vitória da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia do Grupo J da Copa do Mundo de 2026, na última terça-feira, teve um momento que chamou atenção além do que aconteceu dentro de campo. Nas arquibancadas, o ex-jogador e técnico francês Zinedine Zidane acompanhou de perto a atuação de Lionel Messi diante da seleção defendida por seu filho, o goleiro Luca Zidane.O astro argentino foi o grande nome da partida ao marcar os três gols da vitória da Albiceleste. Com o hat-trick, Messi voltou a ser decisivo e ainda alcançou importantes marcas em sua trajetória pela seleção argentina. Do outro lado, Luca Zidane teve uma noite difícil. O goleiro da Argélia acabou sofrendo os três gols do camisa 10 argentino e esteve envolvido em lances que geraram críticas. No primeiro tempo, ele não conseguiu evitar um chute de longa distância de Messi. Já na etapa final, defendeu parcialmente uma finalização de Mac Allister, mas deu rebote nos pés do argentino, que aproveitou a oportunidade para ampliar o placar. Enquanto a partida acontecia, as câmeras flagraram Zinedine Zidane observando o confronto das arquibancadas. As imagens do ídolo francês reagindo aos gols marcados por Messi rapidamente ganharam repercussão nas redes sociais e se tornaram assunto entre os torcedores. A situação gerou uma série de comentários bem-humorados na internet. Um dos que mais chamou atenção brincava com o sobrenome da família: “Zidane a ponto de tirar o sobrenome do filho”, escreveu um internauta.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS A Comissão de Saúde da Câmaa

Comissão debate falta de medicamentos para epilepsia no Brasil.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quinta-feira (18) para discutir a falta de medicamentos para epilepsia no Brasil e a necessidade de respostas institucionais coordenadas para prevenir desabastecimentos. O debate atende a pedido da deputada Juliana Cardoso (PT-SP) e está marcado para as 10 horas no plenário 7. A deputada destaca que a epilepsia é uma condição neurológica crônica que exige tratamento contínuo e que a interrupção do uso dos medicamentos pode gerar consequências como agravamento das crises, internações evitáveis e aumento do risco de mortalidade. Segundo ela, a audiência é motivada por solicitação formal da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), que vem registrando, desde o final de 2024 e ao longo de 2025, um número crescente de relatos de dificuldade de acesso a medicamentos anticrise essenciais, tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto no setor privado. Juliana Cardoso afirma que o desabastecimento envolve diferentes etapas da cadeia de abastecimento, como a produção de medicamentos, a disponibilidade de insumos, os processos regulatórios, as compras públicas e a logística de distribuição. Para ela, o cenário reforça a necessidade de maior transparência, coordenação interinstitucional e atuação preventiva. "Estima-se que mais de 4 milhões de pessoas vivam com epilepsia no Brasil, e evidências científicas apontam que cerca de 70% dos casos poderiam estar livres de crises com tratamento medicamentoso contínuo e adequado", diz. "A audiência contribuirá para a construção de soluções estruturantes, voltadas à prevenção de desabastecimentos, à comunicação tempestiva de riscos e à implementação de mecanismos de resposta rápida, assegurando o acesso contínuo e seguro aos medicamentos essenciais para o controle da epilepsia no Brasil", justifica a deputada. Da Redação - MB Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão mista aprova redução de prazo para acesso a benefício fiscal por importadores de cacau.

Texto aprovado limita prazo do drawback, mecanismo que suspende ou isenta de tributos insumos importados que usados na produção de bens para exportação.

Foi aprovada em comissão mista a medida provisória (MP 1341/26) que limita a seis meses o prazo para empresas que exportam produtos fabricados com cacau estrangeiro usufruírem de vantagens no pagamento de impostos na importação da fruta. O prazo anterior era de até dois anos. O mecanismo, conhecido como drawback, serve para evitar a cobrança repetida de impostos na cadeia produtiva e melhorar a competitividade das exportações. Ele suspende ou isenta de tributos insumos importados que serão usados na produção de bens para exportação. Penalidades Quem descumprir as novas regras poderá: perder o direito de usar o benefício; ter de pagar os tributos suspensos ou isentos; e receber multa. O Poder Executivo definirá os detalhes em regulamento. A MP 1341/26 já está em vigor e segue agora para análise nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Para virar lei definitiva e não perder a validade, o texto precisa ser aprovado pelas duas Casas até 9 de Julho. Mudanças O texto aprovado é a versão do relator, senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). O relator incorporou duas emendas do deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES). Foram rejeitadas outras 15 sugestões apresentadas no colegiado. Uma das emendas aprovadas prevê sanções em caso de descumprimento de obrigações e prazos. A outra determina a divulgação trimestral do volume e do valor das exportações que comprovam a conclusão da importação sob drawback. Transparência e proteção Durante a reunião, Zequinha Marinho disse que as novas regras devem equilibrar a relação entre os produtores e a indústria de chocolate. “É um momento interessante para a produção do cacau brasileiro e para a indústria também. Isso dá transparência, isso dá segurança”, comentou o relator. Zequinha Marinho afirmou que, atualmente, a falta de transparência sobre o volume de importações prejudica as vendas dos agricultores brasileiros no mercado interno. Segundo ele, o prazo de 24 meses está desalinhado com o ciclo de produção do cacau, que tem duas safras por ano. O presidente da comissão mista, deputado Gabriel Nunes (PSD-BA), defendeu o fim do prazo longo para o drawback, que, segundo ele, gera especulação no mercado de cacau. “Esse tema é de fundamental importância”, afirmou. Da Reportagem/RM  Edição – Rachel Librelon Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão mista aprova MP do Frete e cria piso salarial para motorista de longa distância.

O texto foi em seguida aprovado pelo Plenário da Câmara e seguirá para votação no Senado.

A comissão mista que analisa a Medida Provisória 1343/26 aprovou nesta quarta-feira (17) o parecer do deputado Zé Trovão (PL-SC). Além de reforçar os mecanismos de fiscalização do piso mínimo do frete rodoviário, o texto aprovado institui um piso salarial nacional para motoristas de longa distância. A MP foi em seguida aprovada pelo Plenário da Câmara e seguirá para votação no Senado. Fiscalização Em vigor desde março, a MP 1346/26 foi editada pela Presidência da República para fortalecer a fiscalização da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Para isso, torna obrigatório o registro de todas as operações por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot), que reúne informações sobre contratante, transportador, origem e destino da carga e valor do frete. O respectivo sistema deve impedir a emissão do código quando a contratação registrar valor inferior ao piso mínimo definido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Parecer O parecer aprovado pela comissão mista mantém a estrutura da medida provisória, mas promove alterações. Uma das alterações é a que modifica a Lei 13.103/15, que regulamenta a profissão de motorista. A mudança prevê: piso salarial nacional de R$ 5 mil mensais para motoristas empregados no transporte rodoviário de cargas de longa distância; ampliação das ações apoiadas pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), incluindo renovação e modernização da frota, implantação de pontos de parada e descanso, qualificação profissional, inovação tecnológica, segurança viária e melhoria das condições de trabalho; criação, no âmbito do Procargas, da Política Nacional Permanente de Renovação da Frota de Veículos de Transporte Rodoviário de Cargas (PNPR-Cargas); e prioridade para transportadores autônomos de cargas (TACs) e cooperativas de transporte de cargas no acesso a ações, financiamentos, incentivos e programas vinculados ao Procargas. Entre as demais mudanças, o parecer detalha a metodologia que deverá ser utilizada pela ANTT para calcular os pisos mínimos de frete, além de determinar a publicação semestral das planilhas e das memórias de cálculo. O texto também amplia as regras relacionadas ao Ciot, que passa a registrar informações sobre a forma e o prazo de pagamento do frete. Frete adiantado O texto aprovado assegura aos transportadores autônomos de cargas o adiantamento de pelo menos 70% do valor do frete no momento da contratação, com pagamento do saldo em até três dias úteis após a entrega da carga. A comissão mista responsável pela análise da MP 1346/26 foi instalada em 9 de junho — e nessa mesma data foram eleitos o vice-presidente, o relator e o relator-revisor do grupo. O presidente da comissão, senador Carlos Fávaro (PSD-MT), foi eleito nesta quarta-feira. Da Redação – AC Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova MP sobre piso do frete e inclui anistia a multas por bloqueio de estradas; acompanhe.

A medida provisória será encaminhada ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1343/26, que muda as regras do transporte rodoviário de cargas para reforçar o cumprimento do piso mínimo do frete. O texto foi aprovado na forma de um substitutivo da comissão mista, que introduziu outros temas na MP. A medida será encaminhada ao Senado. Um dos pontos incluídos pelo relator, deputado Zé Trovão (PL-SC), é a anistia às multas aplicadas para transportadores de cargas, pessoas físicas e jurídicas, e motoristas que tenham participado das manifestações, bloqueios ou atos semelhantes ocorridos depois das eleições de 2022. Essa anistia envolve multas aplicadas por decisões judiciais ou administrativas e sanções civis e administrativas, inclusive quando o valor já estiver inscrito em dívida ativa. Debate em Plenário Para Zé Trovão, o texto aprovado tira o caminhoneiro autônomo da escravidão. "Estamos levando dignidade para aqueles homens que, aos 70 anos de vida, continuam na boleia do caminhão trabalhando dia após dia porque não conseguem se aposentar por ter um salário miserável", disse o deputado, que é caminhoneiro de profissão. O líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), criticou as condições de infraestrutura das rodovias federais em contraposição com a quantidade de radares existentes. "É uma dificuldade enorme para os caminhoneiros se locomoverem enquanto levam e trazem produtos, com a demora, com buracos. Agora multa e radar do Dnit não faltam, só pensam em arrecadação", disse. O deputado Bohn Gass (PT-RS), vice-líder da federação PT-PCdoBreforçou que a prerrogativa de enviar medida provisória é do Executivo, o que demonstra a iniciativa do governo federal de garantir o piso mínimo do frete. "O presidente Lula está preocupado para que os caminhoneiros tenham o piso e o seguro, e para que, se alguém descumprir a regra, tenha penalidade", disse. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Ministro da Fazenda defende restrições em projetos que aumentam despesas do governo.

 

A pasta divulgou nota com nove propostas em tramitação no Congresso que custariam R$ 111 bilhões por ano se fossem aprovadas.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se mostrou favorável a dois projetos em análise no Congresso que aumentam as despesas do governo, mas com restrições. Durigan participou de uma audiência pública conjunta na Câmara das comissões de Finanças e Tributação; e de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Há uma semana, o ministério divulgou que nove propostas em tramitação no Congresso custariam R$ 111 bilhões por ano se fossem aprovadas como estão. Durigan disse que o governo é favorável ao aumento do limite de faturamento anual para que uma empresa seja enquadrada como Microempreendedor Individual (MEI), mas não citou números. O ministro também apoiou a ideia de o MEI poder contratar mais de uma pessoa como empregado. A nota do ministério fazia referência, porém, à mudança nos tetos do Simples Nacional (PLP 108/21), o que poderia custar R$ 50 bilhões por ano. Tanto o MEI como o Simples pagam menos impostos que as demais empresas, com faturamento maior.Dívida agrícola Sobre a proposta que trata do refinanciamento da dívida agrícola (PL 5122/23), o ministro disse que vai trabalhar por uma solução restrita aos que estão com dificuldades, que seriam cerca de 6% das operações. “O enquadramento, da forma como eu propus, atendendo a quem precisa, nós temos acordo. Me preocupo com as próximas gestões fiscais do país. Eu preciso fazer diferente do que foi feito antes. Não posso ficar contratando problema para a frente.” A nota do ministério afirmava que o custo financeiro da proposta atual é de R$ 140 bilhões em 13 anos. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) afirmou que o projeto é apenas autorizativo e que o custo estimado é de, no máximo, R$ 60 bilhões. “Só vai entrar nesse processo quem tiver dívida menor que R$ 10 milhões. O que significa dizer que o recurso com o qual nós estamos trabalhando é de R$ 55, R$ 60 bilhões no máximo. E não tem um centavo de recurso primário se o governo não quiser utilizar. Ele pode utilizar recursos dos fundos”, disse.Pautas-bomba O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) disse que o governo também reclamou de projetos como a aposentadoria especial dos agentes de saúde e de pisos profissionais, mas, segundo ele, a base governista votou a favor dessas pautas. “Do ponto de vista fiscal, eu ajudo mais o governo do que a base do governo. Estou mais alinhado com as entrevistas de Vossa Excelência do que a base do PT e a base do governo, que foi a favor de todas as pautas-bomba.” No início da audiência, Dario Durigan disse aos deputados que a inflação preocupa, mas que deve apresentar um dos menores valores acumulados este ano. Questionado pelo deputado Mauro Benevides Filho (União-CE) sobre a proposta de autonomia financeira do Banco Central (PEC 65/23, em análise no Senado), que estaria prevendo reajuste acima da inflação para os servidores, Durigan disse que é preciso cuidar da estrutura das agências reguladoras. Segundo ele, os governos anteriores não deram reajustes e não fizeram concursos para várias agências. Disse ainda que a liquidação do banco Master nasceu de uma falha de supervisão do Banco Central. Reportagem - Silvia Mugnatto Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova projeto que reconhece município que se destacar em ações para pessoa idosa.

Proposta será enviada à sanção presidencial.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria o título de Cidade Amiga do Idoso, a ser conferido a municípios com destaque na adoção de políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas. A proposta será enviada à sanção presidencial. Na sessão do Plenário desta quarta-feira (17), os deputados aprovaram emendas do Senado ao Projeto de Lei 2119/19, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O texto aprovado estabelece que, para concorrer ao título, a cidade deverá demonstrar que possui conjunto de programas ou de políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Para fazer juz ao título, o município deve ter reconhecidos seus esforços nas áreas de: transporte; moradia; participação social; respeito e inclusão social; participação cívica e emprego; prédios públicos e espaços abertos; comunicação e informação; apoio comunitário e serviços de saúde; ou segurança das pessoas idosas. Conselho O título Cidade Amiga do Idoso será conferido por um conselho composto por representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. Na ausência de disposição que estabeleça o prazo pelo qual o município poderá se apresentar com o título Cidade Amiga do Idoso, a validade será de três anos, período no qual deverão necessariamente ser revalidados os compromissos assumidos e sua efetiva implantação. Se for comprovado que o município titulado deixou de cumprir os compromissos assumidos junto ao conselho, o título será cancelado. Reconhecimento e proteção O autor, deputado Pompeo de Mattos, afirmou que o projeto busca proteger, reconhecer, apoiar e acolher os idosos. "Eles são os trabalhadores de ontem, que carregaram cada estado do país nos ombros e hoje são aposentados, mal remunerados, desrespeitados, esquecidos", declarou. Segundo o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), uma sociedade que maltrata seus idosos e desrespeita suas crianças está fadada ao fracasso como civilização. "Vamos trabalhar por cidades habitáveis para o bem viver, mais justas e mais saudáveis", disse. O deputado Lafayette de Andrada (PL-MG) afirmou ser importante incentivar as cidades que reconheçam a necessidade de favorecer a vida dos idosos. Vigência Por meio de emenda dos senadores, a vigência da lei foi fixada como a data de sua publicação. Foi suprimido o prazo de 90 dias para o Poder Executivo regulamentar a nova legislação. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DO0S DEPUTADOS Câmara aprova projeto que autoriza ensino da robótica na rede escolar.

Proposta reconhece a robótica como esporte de competição e de relevância educacional; texto vai ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a incluir a robótica como matéria extracurricular e optativa em toda a rede de ensino, pública e privada, no território nacional. O texto também reconhece a robótica como esporte de competição e de relevância educacional. A proposta será enviada ao Senado. De autoria do deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o Projeto de Lei 1106/23 foi aprovado com substitutivo do relator, deputado Saulo Pedroso (PSD-SP). O relator alterou o texto para retirar pontos como a inclusão obrigatória da robótica como matéria extracurricular, por entender que invadiria a esfera de formulação e execução de políticas públicas educacionais. O relatório foi lido em Plenário pelo deputado Heitor Schuch (PSD-RS). A robótica educacional é definida como uma atividade prática destinada a auxiliar o aluno na construção do conhecimento por meio do desenvolvimento de raciocínio lógico. A disciplina deverá ser ministrada por docentes devidamente capacitados e tem como objetivos estimular o raciocínio lógico, promover a cooperação e o companheirismo, melhorar o desempenho escolar, fomentar a criatividade e a busca de soluções para resolução de problemas e ampliar a capacidade de organização. Tanto o desenvolvimento da robótica educacional nas escolas públicas quanto o fomento de sua prática como esporte de competição dependerão de dotações orçamentárias próprias, podendo ser estabelecidas parcerias público-privadas. Currículo escolar O líder da federação Psol-Rede, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), ressaltou que a proposta não autoriza o Executivo a fazer a mais do que já faça. "A própria Base Nacional Curricular Comum (BNCC) já indica a robótica como elemento interdisciplina do mesmo jeito que está aqui", disse. Segundo ele, não é papel do Legislativo dizer o que o Executivo coloca como disciplina no currículo escolar. "Isso é papel da Base Nacional Curricular Comum e do Conselho Nacional de Educação", afirmou. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova aumento de integrantes dos conselhos regionais de Biologia e Biomedicina.

O projeto poderá seguir para análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário. 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que aumenta o número de integrantes dos conselhos regionais de Biologia e Biomedicina. O relator, deputado Cleber Verde (MDB-MA), apresentou parecer favorável ao substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 2943/23, do deputado Baleia Rossi (MDB-SP). Cleber Verde fez apenas algumas alterações técnicas no texto. A proposta altera a lei que regulamenta as profissões de biólogo e biomédico para estabelecer que os conselhos terão no mínimo 10 e no máximo 27 membros efetivos, com igual número de suplentes eleitos. Os próprios conselhos deverão determinar o número de integrantes, dentro desse intervalo. De acordo com Cleber Verde, "a medida encontra justificativa plausível e objetiva, especialmente diante do expressivo crescimento do número de profissionais sujeitos à fiscalização dos respectivos conselhos”.A proposta tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir para análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário. Reportagem - Paula Bittar Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova criação da Política de Atenção às Pessoas com Transtornos do Neurodesenvolvimento.

Câmara aprova criação da Política de Atenção às Pessoas com Transtornos do Neurodesenvolvimento.

Medidas terão como foco principal as pessoas com dificuldades de aprendizagem; texto vai ao Senado.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Atenção às Pessoas Diagnosticadas com Transtornos do Neurodesenvolvimento, com foco em pessoas com dificuldades de aprendizagem. O texto será enviado ao Senado. De autoria dos deputados Alex Manente (Cidadania-SP), Amom Mandel (Republicanos-AM) e Any Ortiz (PP-RS), o Projeto de Lei 4225/23 foi aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Andreia Siqueira (PSB-PA). Segundo o texto, pessoas com dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou outros transtornos de aprendizagem contarão com adaptações na realização de provas no ambiente escolar, em concursos públicos, processos seletivos e avaliações. Esse público deverá ter acesso, por exemplo, a: tempo adicional para as avaliações; ambiente com menos estímulos para distraí-los; oferta de pessoa para ler (ledor) o material; recursos tecnológicos de apoio; flexibilização de formatos de prova, observadas as normas específicas de cada sistema de ensino ou de seleção. O texto aprovado estabelece que essas e outras ações deverão ser tomadas de acordo com as competências da União, dos estados e dos municípios, podendo ser por meio de instrumentos de cooperação técnica e financeira entre a União e outros entes federativos e também com organizações representativas de pessoas com transtornos de aprendizagem. Definição Para os fins do projeto, um regulamento definirá quais são os transtornos do neurodesenvolvimento, observados critérios técnicos e científicos atualizados e reconhecidos nacional e internacionalmente. As regras serão aplicáveis à educação básica, à educação profissional e tecnológica e à educação superior, bem como às políticas de qualificação profissional e de inserção no trabalho, sem prejuízo de outros direitos previstos em legislação específica. Convenção O projeto prevê que a atenção especial dada a essas pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento observará normas gerais sobre educação e saúde, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e demais tratados internacionais de direitos humanos de que o Brasil seja parte. No entanto, a equiparação às pessoas com deficiência dependerá de avaliação biopsicossocial prévia realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar a fim de considerar os impedimentos de longo prazo que possam obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Desde Março deste ano, essa avaliação segue o Instrumento Unificado de Avaliação Biopsicossocial, padronizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tanto para o INSS quanto para o Judiciário. Em todo caso, a implementação das ações dependerá das dotações orçamentárias dos órgãos responsáveis, em especial dos ministérios da Saúde e da Educação. Diretrizes O substitutivo de Andreia Siqueira estabelece 17 diretrizes dessa política nacional, dentre as quais destacam-se: identificação precoce de sinais de transtornos de aprendizagem nas redes de ensino e saúde, com encaminhamento para avaliação e diagnóstico; planejamento educacional individualizado feito pelas instituições de ensino, prevendo acomodações em avaliações, flexibilização de métodos de ensino e uso de recursos de acessibilidade pedagógica; garantia de formação e qualificação continuada dos profissionais das áreas de saúde e educação sobre os transtornos de aprendizagem e as estratégias de inclusão educacional; garantia de condições mínimas de bem-estar, respeito à individualidade e proteção contra violência, abuso e maus-tratos; combate a todas as formas de discriminação, estigmatização e exclusão relacionadas aos transtornos de aprendizagem; revisões periódicas do plano educacional individualizado e do plano terapêutico, de acordo com a necessidade; fornecimento gratuito dos medicamentos prescritos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a Lei do SUS; fomento às pesquisas científicas e à produção e divulgação de dados epidemiológicos, administrativos e educacionais sobre os transtornos de aprendizagem; participação social na formulação, implementação, monitoramento e avaliação de ações direcionadas a esse público; e adoção de ações baseadas em evidências científicas, em diretrizes clínicas e educacionais nacionais e em melhores práticas internacionais. Para a relatora, deputada Andreia Siqueira, o texto reforça diretrizes presentes em ações públicas direcionadas à inclusão social das pessoas com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e transtornos de aprendizagem, como a dislexia. Além disso, contemplam o princípio constitucional da equidade no acesso aos direitos na área de saúde e educação. A deputada lembrou que a Lei 14.254/21 já prevê acompanhamento integral para alunos com dislexia ou TDAH ou outros transtornos de aprendizagem. Porém, ela defendeu a aprovação da proposta para ter uma norma que defina diretrizes e princípios balizadores para a atenção voltada para esses transtornos de aprendizagem. Isso, segundo a relatora, permitirá consolidar programas de triagem escolar, fluxos assistenciais na atenção primária e rede especializada, "reduzindo o atraso diagnóstico e o sofrimento desnecessário, em prol de uma atuação estatal mais eficiente, otimizada e econômica". O deputado Alex Manente, um dos autores do projeto, disse que a proposta vai dar vazão à avaliação biopsicossocial para garantir os direitos das pessoas com TDAH. "O mais importante é a conscientização para fazer diagnóstico precoce, garantir qualidade de vida, fazer com que, na educação, tenhamos diagnóstico e tratamento adequado da criança para ela crescer com qualidade de vida", disse. Manente também destacou que a proposta vai garantir tratamento diferenciado em concursos e provas por causa da necessidade de uma concentração diferenciada das pessoas com TDAH. "Hoje aprovamos reconhecimento, respeito e oportunidade para milhões de brasileiros que, por muito tempo, foram invisíveis", afirmou. Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova parâmetros para políticas voltadas a ovinocaprinocultura.

A proposta retorna para nova análise do Senado, pois foi modificada na Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que define os parâmetros para a elaboração de políticas públicas voltadas para a ovinocaprinocultura. A relatora, deputada Caroline de Toni (PL-SC), apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei 6899/17, do Senado, e também às emendas das comissões de Educação (que suprimiu trechos referentes à utilização dos produtos da ovinocaprinocultura na alimentação escolar) e de Finanças e Tributação (que suprimiu a parte que trata da tributação da ovinocaprinocultura). Caroline de Toni considerou que a proposta tem alcance social e econômico importante. “Trata-se de um setor produtivo com forte presença na agricultura familiar e expressiva importância para a economia de diversas regiões do país, especialmente no semiárido nordestino e no Centro-Oeste, onde a criação de ovinos e caprinos integra o modo de vida de milhares de famílias”, disse a relatora. A proposta foi analisada em caráter conclusivo e retorna para nova análise do Senado, uma vez que foi modificada na Câmara, a não ser que haja recurso para ser votada antes pelo Plenário. Benefícios Para o produtor, o texto aprovado traz dois pontos importantes. Primeiro, determina que o Plano Agrícola e Pecuário anual deve ter ações específicas para a ovinocaprinocultura, incluindo crédito e seguro específicos. Depois, garante uma política de comercialização para os produtores, por meio da compra dos produtos (lã, carne, pele, leite e seus derivados) por preços mínimos, fixados nos mesmos moldes dos demais produtos agropecuários, como café e soja. Também será concedido financiamento, com ou sem opção de venda do produto, inclusive para industrialização, acondicionamento, beneficiamento, armazenamento, transporte e distribuição da produção. Além disso, a política de comercialização deverá simplificar procedimentos de importação e exportação de animais vivos e sêmen. O texto também traz as linhas gerais que devem ser seguidas pelas políticas públicas para as duas cadeias produtivas (ovinos e caprinos). Isso inclui planejamento, levantamento estatístico da produção e critérios unificados de fiscalização e controle sanitário. O planejamento levará em conta questões como crédito e seguro rural, assistência técnica, tributação, pesquisa, sanidade, capacitação e transporte. Reportagem - Paula Bittar Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS LEI 15.433/26

Nova lei reconhece cooperativismo como manifestação da cultura nacional.

Sancionada sem vetos pelo presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, entrou em vigor a lei que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional. O texto da Lei 15.433/26 também determina que o Estado deve garantir a livre atividade, apoiar e estimular o cooperativismo. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17) e tem origem no PL 357/25, de autoria do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). O cooperativismo é uma forma de empreender coletivamente e está presente em todos os setores da economia. Segundo Jardim, esse modelo de negócio foi responsável por gerar mais de 550 mil empregos só em 2024, "reforçando sua capacidade de criar trabalho e renda em todo o país, além de servir como resposta a crises econômicas e sociais". Da Redação – AC Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMA RA DOS DEPUTADOS Pesquisadores e deputados defendem prioridade para testes com polilaminina para lesão medular.

Representantes da Anvisa e do Ministério da Saúde alertaram para a necessidade de cautela e comprovação clínica em debate na Câmara dos Deputados.

Pesquisadores e deputados defenderam nesta quarta-feira (17) prioridade para os estudos clínicos sobre o uso da polilaminina para tratar lesão medular. Representantes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entretanto, alertaram para a necessidade de cautela e comprovação clínica. Eles participaram de um debate organizado pelas comissões de Saúde e de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados. A polilaminina é um medicamento experimental desenvolvido pela equipe da bióloga Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como possível tratamento para lesões da medula espinhal. A pesquisa foi financiada pelo laboratório paulista Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos. Em janeiro, a Anvisa autorizou o início da primeira fase de testes clínicos para comprovar a segurança e a eficácia do tratamento. A etapa vai envolver cinco voluntários, com idades entre 18 e 72 anos, que tiveram lesões completas da medula espinhal torácica ocorridas há menos de 72 horas, com indicação cirúrgica. O estudo terá o patrocínio da Cristália.Uso compassivo Enquanto a pesquisa clínica formal não começa, pacientes têm recorrido ao "uso compassivo" para ter acesso à droga. Esse mecanismo é uma autorização excepcional da Anvisa que libera medicamentos ainda em fase de testes para pessoas com lesões graves e sem alternativas de tratamento. A pesquisadora Tatiana Sampaio relatou avanços no uso inicial do medicamento, mas observou que ainda não há comprovação científica da eficácia terapêutica. "A minha responsabilidade sobre essa afirmação tem que ser vista de forma limitada, porque eu estou falando como cidadã e não como cientista. Aparentemente, as pessoas estão melhorando, mas a gente não tem como afirmar isso como cientista, porque eu não tenho acesso ainda aos dados objetivos", disse. Ela acrescentou que atualmente o laboratório tem acesso a informações sobre 20 dos 80 pacientes tratados com a polilaminina.A gerente de pesquisa clínica do Cristália, Maria Francesca Riccio, destacou o caráter inédito da liberação da fase inicial de testes dessa molécula no país. "Historicamente, estudos dessa natureza são, em sua grande maioria, conduzidos internacionalmente e avaliados por agências regulatórias internacionais. Nesse caso, a Anvisa teve um papel pioneiro ao conduzir essa avaliação e conceder anuência para a indústria farmacêutica brasileira", ressaltou. Riccio observou que a primeira etapa de estudos clínicos ainda não foi iniciada. Rigor técnico O especialista em regulação da Anvisa, Claudiosvam Martins Alves de Sousa, alertou sobre a natureza experimental do tratamento atual. "O uso compassivo e o acesso expandido não são parte de um estudo, não caracterizam pesquisa. É um tratamento doado, não é uma pesquisa clínica. No caso da polilaminina, tem a pesquisa que foi autorizada pela Anvisa em janeiro, que ainda não foi iniciada", explicou.A representante do Ministério da Saúde, Cecília Menezes Farinasso, reforçou que primeiro é preciso comprovar que a droga é segura e eficaz antes de ofertá-la à população. Ela explicou que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) exige evidências clínicas sobre o tratamento antes de incorporá-lo ao Sistema Único de Saúde (SUS). "Por lei, a Conitec não pode avaliar tecnologias em saúde que ainda são consideradas procedimentos ou tecnologias experimentais, ou seja, que ainda não foram registradas formalmente na Anvisa", detalhou. Na mesma linha, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) reforçou que a pesquisa é promissora em laboratório, mas é preciso aguardar os testes clínicos. "Nós estamos aguardando os estudos clínicos finalizarem, a burocracia é gigantesca, ao mesmo tempo o preciosismo é necessário, porque estamos tratando de vidas, mas não há dúvida de que o que foi feito até então é muito promissor", ponderou a parlamentar.Financiamento O deputado Átila Lira (PP-PI), um dos autores do requerimento para a realização da audiência, destacou o papel do Legislativo nas regras de financiamento de pesquisas como a da polilaminina. "É um momento de incentivo a legislações que possam desburocratizar pesquisa nesse sentido, desde a questão de aprovação de financiamentos", declarou o parlamentar. O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) também defendeu um financiamento contínuo para a área. "Se a gente colocar recursos na ciência, na tecnologia, na inovação, nós temos pesquisadores que saberão dar respostas efetivas que podem transformar não apenas o futuro do nosso país, mas da humanidade", concluiu. Reportagem - Emanuelle Brasil Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias









CÂMARA DOS DEPUTADOS Ministro da Fazenda defende restrições em projetos que aumentam despesas do governo.

 

A pasta divulgou nota com nove propostas em tramitação no Congresso que custariam R$ 111 bilhões por ano se fossem aprovadas.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se mostrou favorável a dois projetos em análise no Congresso que aumentam as despesas do governo, mas com restrições. Durigan participou de uma audiência pública conjunta na Câmara das comissões de Finanças e Tributação; e de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Há uma semana, o ministério divulgou que nove propostas em tramitação no Congresso custariam R$ 111 bilhões por ano se fossem aprovadas como estão. Durigan disse que o governo é favorável ao aumento do limite de faturamento anual para que uma empresa seja enquadrada como Microempreendedor Individual (MEI), mas não citou números. O ministro também apoiou a ideia de o MEI poder contratar mais de uma pessoa como empregado. A nota do ministério fazia referência, porém, à mudança nos tetos do Simples Nacional (PLP 108/21), o que poderia custar R$ 50 bilhões por ano. Tanto o MEI como o Simples pagam menos impostos que as demais empresas, com faturamento maior.Dívida agrícola Sobre a proposta que trata do refinanciamento da dívida agrícola (PL 5122/23), o ministro disse que vai trabalhar por uma solução restrita aos que estão com dificuldades, que seriam cerca de 6% das operações. “O enquadramento, da forma como eu propus, atendendo a quem precisa, nós temos acordo. Me preocupo com as próximas gestões fiscais do país. Eu preciso fazer diferente do que foi feito antes. Não posso ficar contratando problema para a frente.” A nota do ministério afirmava que o custo financeiro da proposta atual é de R$ 140 bilhões em 13 anos. O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) afirmou que o projeto é apenas autorizativo e que o custo estimado é de, no máximo, R$ 60 bilhões. “Só vai entrar nesse processo quem tiver dívida menor que R$ 10 milhões. O que significa dizer que o recurso com o qual nós estamos trabalhando é de R$ 55, R$ 60 bilhões no máximo. E não tem um centavo de recurso primário se o governo não quiser utilizar. Ele pode utilizar recursos dos fundos”, disse.Pautas-bomba O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) disse que o governo também reclamou de projetos como a aposentadoria especial dos agentes de saúde e de pisos profissionais, mas, segundo ele, a base governista votou a favor dessas pautas. “Do ponto de vista fiscal, eu ajudo mais o governo do que a base do governo. Estou mais alinhado com as entrevistas de Vossa Excelência do que a base do PT e a base do governo, que foi a favor de todas as pautas-bomba.” No início da audiência, Dario Durigan disse aos deputados que a inflação preocupa, mas que deve apresentar um dos menores valores acumulados este ano. Questionado pelo deputado Mauro Benevides Filho (União-CE) sobre a proposta de autonomia financeira do Banco Central (PEC 65/23, em análise no Senado), que estaria prevendo reajuste acima da inflação para os servidores, Durigan disse que é preciso cuidar da estrutura das agências reguladoras. Segundo ele, os governos anteriores não deram reajustes e não fizeram concursos para várias agências. Disse ainda que a liquidação do banco Master nasceu de uma falha de supervisão do Banco Central. Reportagem - Silvia Mugnatto Edição - Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias








CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova inclusão da primeira infância como prioridade na Constituição.

A proposta ainda precisará ser votada pelo Plenário da Câmara em dois turnos antes de seguir para o Senado.

A inclusão de prioridade para a primeira infância na Constituição foi aprovada nesta quarta-feira (17) por uma comissão especial da Câmara dos Deputados. Segundo a proposta, passa a ser dever da família, da sociedade e do Estado assegurar, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação e à convivência familiar, entre outros, especificamente desde a primeira infância. Além disso, o texto reforça que a lei deverá punir severamente qualquer forma de abuso, violência ou exploração contra crianças nessa faixa etária. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 34/24, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada com alterações feitas pela relatora, deputada Amanda Gentil (PP-MA). A proposta segue agora para o Plenário, onde precisa ser votada em dois turnos, e depois segue para o Senado. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição Alteração na Constituição O texto inclui expressamente a primeira infância — período que vai do nascimento aos seis anos de idade — como beneficiária de direitos e garantias no texto constitucional. Atualmente, a Constituição menciona crianças, adolescentes e jovens de forma genérica. “A gente está pensando no futuro. Estamos aprovando um texto que muda a realidade de muitas crianças na primeira infância, mas também a realidade de adolescentes, jovens e adultos lá na frente”, afirmou Amanda Gentil. O presidente da comissão especial, deputado Osmar Terra (PL-RS), completou, lembrando que a primeira fase da vida é fundamental para o desenvolvimento humano. “Ela trata de um momento crucial em que o ser humano organiza todas as competências que ele vai usar na sua vida”, observou. “Então, não tem nada mais importante do que isso para estar na Constituição, nas políticas públicas de combate à pobreza.”Dever do Estado O texto aprovado apresenta alterações em relação à proposta original para detalhar o dever do Estado e aumentar a transparência nos gastos públicos com esse grupo. Uma das mudanças foi a inclusão de novos parágrafos ao artigo 227 da Constituição para tornar obrigatória a adoção de políticas, planos e serviços específicos para crianças de zero a seis anos, princípios já consagrados no Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257/16). O substitutivo estabelece que as ações deverão garantir o desenvolvimento integral, mencionando expressamente a oferta de creches e programas de visitação domiciliar. O texto aprovado também introduz o princípio da intersetorialidade, determinando que as políticas públicas deverão ser articuladas entre diferentes áreas, como saúde, educação,  assistência social e cultura. Além disso, define que o atendimento pleno aos direitos da primeira infância é um objetivo comum de todos os entes da Federação — União, estados, municípios e Distrito Federal — que deverão atuar em regime de colaboração. Transparência Em relação à transparência, a relatora modificou a redação original sobre a publicidade dos gastos públicos. Enquanto a proposta inicial mencionava genericamente os segmentos contemplados na Constituição, o substitutivo lista explicitamente que os governos deverão divulgar anualmente o orçamento destinado à família, à criança (desde a primeira infância), ao adolescente, ao jovem, à mulher e à pessoa idosa. A regra exige ainda que esses dados sejam apresentados em linguagem clara e de fácil compreensão. Proteção digital A comissão também aprovou um anteprojeto de lei para atualizar o Marco Legal da Primeira Infância. Entre as inovações, estão a proteção contra a exposição precoce e excessiva a tecnologias inadequadas e a criação do Indicador Nacional de Desenvolvimento da Primeira Infância (INDI). O objetivo do indicador é monitorar de forma contínua e intersetorial a efetividade das políticas voltadas para essa faixa etária. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Geórgia Moraes Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara aprova regime de urgência para dois projetos de lei; acompanhe.

Os projetos poderão ser votados diretamente no Plenário.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (17) o regime de urgência para duas propostas. Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. Confira as propostas que passam a tramitar com urgência: PL 4469/24, da deputada Soraya Santos (PL-RJ) e outras duas deputadas, que torna obrigatória a representação por advogado ou defensor público nas ações de pensão alimentícia desde o início do processo; PL 2362/26, da deputada Soraya Santos, que institui a Política Nacional Integrada de Autonomia Econômica, Empreendedorismo e Inserção Produtiva de Mulheres, denominada “Mulheres em Movimento”. Cidade Amiga do Idoso Neste momento, os deputados analisam em Plenário as emendas do Senado ao Projeto de Lei 2119/19, que cria o título de Cidade Amiga do Idoso, a ser concedido pelo poder público aos municípios que se destacarem na adoção de políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo a todas as pessoas idosas. Reportagem – Tiago Miranda e Eduardo Piovesan Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


Preço do petróleo cai após anúncio de acordo entre EUA e Irã.

Trump disse que estreito será reaberto sem pedágio: 'Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir'. Contratos futuros para agosto abriram a sessão negociados abaixo dos US$ 84 neste domingo (14)

 Os contratos futuros do barril de petróleo Brent para agosto abriram a sessão deste domingo (14) negociados a US$ 83,61, queda de 4,18%. A cotação, que é a menor desde 4 de março, foi diretamente influenciada pelos primeiros anúncios de que Estados Unidos e Irã firmaram um acordo para encerrar a guerra.As negociações seguiram a tendência de forte queda na sexta-feira (12), quando os contratos a bateram US$ 86,50, o menor patamar desde Março. Neste domingo, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo para encerrar os conflitos e realizarão, na próxima sexta-feira (19), uma cerimônia de assinatura dos termos de paz. "O acordo com a República Islâmica do Irã está concluído", escreveu o presidente Donald Trump na Truth Social logo após o anúncio de Sharif. Segundo a agência Reuters, o acordo foi alcançado apesar do ataque israelense ao Líbano neste domingo, movimento que atraiu críticas tanto do Irã quanto de Trump. Os termos ainda não foram divulgados, mas Sharif disse que o pacto previa o "fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano". Pessoas próximas às negociações disseram à Reuters que a minuta do acordo estabelece, entre outros pontos, a reabertura do estreito de Hormuz -rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural comercializados globalmente-, o fim do bloqueio americano aos portos iranianos e a ampliação do período de cessar-fogo, abrindo caminho para negociar o fim do programa nuclear do Irã com um período adicional de 60 dias para conversas adicionais. Trump afirmou que a abertura do estreito será feita "sem pedágio" e que o bloqueio naval dos EUA será encerrado. "Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir", disse Trump. A guerra no Irã teve início em 28 de Fevereiro, um sábado, dia em que o mercado está fechado. Na véspera, o barril era negociado a US$ 72,4. Desde então, os preços não pararam de subir e atingiram a máxima em 30 de março, com o barril custando US$ 118,3.Um dos pontos centrais do conflito (e que causou a corrida de preços do petróleo no mundo) foi, justamente, o fechamento do estreito de Hormuz. A cotação deste domingo é a menor desde 4 de março, quando o barril de brent futuro foi negociado pela última vez abaixo dos US$ 82. Os contratos do petróleo WTI (West Texas Intermediate), usados nos EUA, são negociados a US$ 81, queda de 4,52%. Com Reuters.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Com etapa final animada, Japão e Holanda empatam pelo Grupo F da Copa.

Holanda segue nos Estados Unidos para encarar a Suécia no sábado que vem (20), em Houston; Japão vai para o México enfrentar a Tunísia em Monterrey, no domingo (21)

OGrupo F da Copa do Mundo iniciou com um jogo movimentado em Dallas, nos Estados Unidos. Neste domingo (14), Japão e Holanda empataram por 2 a 2, com os quatro gols saindo na etapa final da partida.Tanto a Laranja Mecânica, apelido da equipe holandesa, como os Samurais Azuis, como são conhecidos os japoneses, somam um ponto cada. As seleções de Suécia e Tunísia, que se enfrentam ainda neste domingo, às 23h (horário de Brasília), no El Gigante de Acero, em Monterrey (México), completam a chave. As seleções que se classificarem em primeiro ou segundo lugares no Grupo F podem entrar no caminho do Brasil. Para isso, a equipe verde e amarela também deve avançar como líder ou vice de sua chave.O jogo Apesar do placar em branco, o primeiro tempo em Dallas foi movimentado. A Holanda teve mais posse da bola (59%) e obrigou Zion Suzuki trabalhar três vezes. A melhor chance da Laranja Mecânica foi logo aos dois minutos, com o atacante Donyell Malen, que girou em cima da marcação dentro da área e chutou para grande defesa do goleiro japonês. Com a estratégia clara de explorar os contra-ataques, a seleção asiática tentava acelerar a troca de passes quando tinha a posse da bola. Não à toa, cometeu mais erros forçados (dez a seis). Nas vezes em que conseguiu chegar à área holandesa, os chutes do lateral-esquerdo Keito Nakamura e do atacante Ayase Ueda foram na rede pelo lado de fora. Os europeus retornaram melhores do intervalo, enfim tirando o zero do placar. Aos cinco minutos do segundo tempo, na sequência de uma cobrança de escanteio que a zaga afastou parcialmente, o volante Ryan Gravenberch dominou na intermediária e levantou na área para o zagueiro Virgil Van Dijk, de cabeça, acertar o canto esquerdo de Suzuki. Em meio a pressão da Holanda em busca de ampliar a vantagem, o Japão conseguiu uma escapada pela esquerda e deixou tudo igual. Seis minutos após o gol de Van Dijk, Nakamura tabelou com o meia Takefusa Kubo, entrou na área e bateu no canto. O chute ainda desviou no zagueiro Jan Paul Van Hecke e saiu do alcance do goleiro Bart Verbruggen.A Laranja Mecânica, porém, não demorou a retomar a dianteira no marcador. Aos 18, em jogada trabalhada pelo meio, Gravenberch encontrou Crysencio Summerville pela direita. O atacante, que nunca havia sido convocado para a seleção do país antes da Copa, entrou na área e arrematou cruzado, acertando o cantinho do goleiro japonês. À medida que as substituições foram sendo feitas, o Japão ganhou terreno e passou a ocupar o campo holandês, ainda que com dificuldades para concluir. O atacante Memphis Depay, do Corinthians, foi um dos que entraram em campo, aos 24 minutos, mas o camisa 10 pouco ajudou e ainda recebeu cartão amarelo. A insistência dos Samurais Azuis acabou dando resultado. Aos 43, após escanteio cobrado pelo meia Junya Itu, o atacante Koki Ogawa ganhou pelo alto. A cabeçada desviou em Daichi Kamada e foi para as redes, definindo o placar em Dallas. O gol foi dado ao volante japonês. Os holandeses, que pareciam confortáveis com a vantagem mínima, se abateram com o empate. Tentaram uma reação, mas nada puderam fazer. Após o apito final, a festa japonesa em campo contrastava com a frustração laranja. Pela segunda rodada, a Holanda segue nos Estados Unidos para encarar a Suécia no sábado que vem (20), às 14h, em Houston. Já o Japão vai para o México enfrentar a Tunísia em Monterrey. A bola rola a partir de 1h do próximo domingo (21).FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


STJ envia investigação sobre Refit e Ricardo Magro para Justiça Federal.

Ministro Messod Azulay Neto vê indícios de lavagem internacional e mantém válidas as provas já produzidas.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que a investigação que apura um suposto esquema bilionário de fraude tributária, lavagem de dinheiro e organização criminosa ligado ao Grupo Refit e ao empresário Ricardo Magro deve deixar a Justiça Estadual de São Paulo e passar para a Justiça Federal.A decisão sobre o destino da Operação Poços de Lobato foi tomada na sexta-feira (12) pelo ministro Messod Azulay Neto, que concluiu que há indícios de crimes com alcance internacional, com operações de lavagem de dinheiro envolvendo remessas de recursos para o exterior. A mudança não encerra a investigação, nem anula as provas já produzidas, mas o caso deverá ser remetido à Justiça Federal em São Paulo. O STJ entendeu que os fatos investigados não se limitam a uma suposta sonegação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), um tributo estadual. Segundo o ministro, há elementos que apontam para possíveis crimes de lavagem envolvendo outros países, o que joga o caso para a esfera federal. O caso teve origem em uma investigação do MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo), que apura um suposto esquema de fraude fiscal no mercado de combustíveis, envolvendo empresas ligadas ao Grupo Refit. De acordo com a decisão, os investigadores apontam a existência de uma organização que teria usado empresas, holdings e fundos de investimento para criar uma engrenagem que fazia a redução artificial da carga tributária e a ocultação de patrimônio. Segundo os dados citados no processo, entre 2020 e 2023 o grupo investigado acumulou mais de R$ 4 bilhões em débitos de ICMS junto ao Estado de São Paulo. O Grupo Refit controla a refinaria de petróleo de Manguinhos, localizada no Rio de Janeiro. A empresa atua no mercado de refino e venda de combustíveis e figura entre os maiores grupos privados de petróleo e derivados. O empresário Ricardo Magro, principal controlador do grupo, já apareceu em diversas investigações, CPIs e disputas tributárias ligadas ao mercado de combustíveis. Em maio, investigação da Polícia Federal que teve como principal alvo a Refit, de Ricardo Magro, encontrou pagamento de R$ 14,2 milhões de um fundo ligado ao grupo à refinaria a uma empresa da família do senador Ciro Nogueira (PP-PI).A transação foi informada pela Polícia Federal ao STF (Supremo Tribunal Federal) em representação que fundamentou a Operação Sem Refino, deflagrada no mês passado. No caso avaliado pelo STJ, o processo aponta que um fundo de investimento ligado ao grupo teria enviado mais de US$ 200 milhões para uma offshore criada no Estado de Delaware, nos Estados Unidos. Segundo a investigação, essa operação teria o objetivo retirar do Brasil recursos obtidos com a suposta sonegação fiscal. Para o relator do caso no STJ, isso demonstra que a investigação ultrapassa a esfera dos tributos estaduais e alcança possíveis crimes de lavagem internacional de dinheiro. "Diante das informações constantes na própria decisão do juízo de primeiro grau, é possível verificar que além dos indícios da prática dos delitos de apropriação indébita tributária e sonegação fiscal de ICMS, há elementos que indicam também a configuração do crime de lavagem de capitais transnacional", afirma o ministro Messod Azulay Neto. Ainda que haja indícios de sonegação de tributo estadual, disse Azulay Neto, "a transnacionalidade verificada de forma concreta no delito de lavagem de capitais, conforme indicado na própria decisão impugnada, é suficiente para atrair a competência da Justiça Federal." Apesar de reconhecer a incompetência da Justiça Estadual para seguir conduzindo a investigação, o STJ rejeitou o pedido da defesa para anular todas as decisões já tomadas. Os advogados sustentavam que, se a Justiça paulista não era competente, as medidas autorizadas por ela deveriam ser invalidadas. O ministro, porém, discordou desse entendimento. Com isso, as provas produzidas até agora seguem válidas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Equador para no travessão e Costa do Marfim vence no final, no Grupo E.

Sul-americanos perdem chances e eficiência premia seleção marfinense.

A eficiência da Costa do Marfim fez a diferença na Filadélfia. Neste domingo (14), os Elefantes - apelido da seleção africana - derrotaram o Equador por 1 a 0 na partida que concluiu a primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo.O Equador, que parou duas vezes no travessão, ficou zerado na tabela. Os marfinenses, que também acertaram o poste superior, somam os mesmos três pontos da Alemanha, que lidera o Grupo E pelo saldo de gols. Mais cedo neste domingo, os germânicos atropelaram Curaçao por 7 a 1 em Houston. Equador finaliza mal  A equipe equatoriana foi a campo com três nomes do futebol brasileiro entre os titulares: o volante Alan Franco e os atacantes Alan Minda (ambos do Atlético-MG) e Gonzalo Plata (Flamengo). O lateral Angelo Preciado, outro do Galo, entrou na segunda etapa, no lugar de Franco. Já o centroavante Enner Valencia, atualmente no Pachuca (México) e de passagem pelo Internacional, iniciou jogando.E foi de Valencia a primeira boa chance do jogo. Aos dez minutos, ele recebeu cruzamento rasteiro do lateral Piero Hincapié pela esquerda e ficou livre, na marca do pênalti após um escorregão do zagueiro Emmanuel Agbadou. O artilheiro, porém, pegou mal na bola e chutou por cima do gol. A Costa do Marfim até chegava à área equatoriana, mas sem concluir as jogadas. Os Elefantes assustaram somente aos 16 minutos, com Bazoumana Touré. O atacante recebeu do meia Franck Kessié pela esquerda e finalizou de primeira, cruzado. O arremate, rasteiro, saiu rente à trave com um desvio do goleiro Hernan Galindez, mas a arbitragem deu tiro de meta. O Equador, impondo velocidade e empurrado pela torcida, maioria dos cerca de 68 mil presentes no estádio, foi mais perigoso, mas faltou eficiência. O time sul-americano chegou a mandar duas bolas no travessão em um intervalo de seis minutos. A primeira aos 23, em tentativa de longe do atacante John Yeboah. Aos 29, Minda conseguiu infiltrar pela esquerda após troca de passes na entrada da área e chutou na saída do goleiro Yahia Fofana, mas a batida subiu demais e a bola parou no poste superior. Diallo sai do banco e decide O ritmo intenso da partida na Filadélfia prosseguiu no segundo tempo. Com menos de um minuto, Valencia tabelou com Plata, recebeu de volta na área e chutou quase da linha de fundo, acertando o pé da trave. A Costa do Marfim, porém, voltou melhor do intervalo. Destaque dos Elefantes na primeira etapa, o jovem Yan Diomandé, de 19 anos, escapou de Hincapé pela direita e cruzou para o também atacante Elye Wahi, que concluiu de primeira. Aos sete minutos, foi a vez da equipe africana parar no travessão.Com a entrada do atacante Amad Diallo no lugar de Touré, aos 11, Diomandé passou para o lado esquerdo e infernizou Alan Franco. Na primeira oportunidade, escapou do jogador do Atlético-MG, ganhou a dividida do volante Moisés Caicedo na área e finalizou com muito perigo, por cima do gol. A resposta equatoriana veio aos 22 minutos, em chute forte de Plata da entrada da área, a 119 quilômetros por hora, que Fofana defendeu no reflexo. Os sul-americanos, porém, já não conseguiam chegar com a mesma frequência ao campo de ataque. O crescimento do time marfinense na etapa final acabou recompensado aos 44 minutos. O zagueiro Wilfried Singo avançou com liberdade desde a defesa, chegou à área do Equador e rolou para Diallo, de primeira, acertar o cantinho da meta de Galindez e decidir a vitória dos Elefantes. A segunda rodada da chave será disputada no próximo sábado (20). A Costa do Marfim vai até o Canadá enfrentar os alemães às 17h, no Toronto Field. Os sul-americanos continuam nos Estados Unidos para encararem Curaçao em Kansas City, às 21h.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


Reino Unido vai anunciar proibição do uso de redes sociais para menores.

Governo de Keir Starmer garantiu que esta proibição das redes para menores é apoiada por nove em cada dez pessoas, segundo uma consulta realizada online nas últimas duas semanas com os britânicos.

O governo britânico vai anunciar esta segunda-feira (15), a proibição do uso das redes sociais a menores de 16 anos, assim como a comunicação em 'chats' de jogos.As medidas do governo do primeiro-ministro Keir Starmer irão mais longe do que as adotadas pela Austrália, pioneira nas restrições do uso por menores das redes sociais, segundo as informações divulgadas pela imprensa britânica, e incluirão a impossibilidade de navegar nas redes a partir das 20:30 para os menores de 18 anos. As redes que serão afetadas são, em princípio, as mesmas dez que na Austrália: TikTok, YouTube, Instagram, Reddit, Facebook, X, Threads, Snapchat, Twitch e Kick. A plataforma de mensagens WhatsApp não estará entre as visadas, por as autoridades britânicas considerarem que tem algum valor educativo. O Governo de Starmer garantiu hoje que esta proibição das redes para menores é apoiada por nove em cada dez pessoas, segundo uma consulta realizada online nas últimas duas semanas. Os restantes detalhes da proibição, assim como as medidas técnicas para aplicá-las, serão tornados públicos segunda-feira. O Governo britânico realizou desde março uma consulta pública sobre possíveis restrições à utilização das redes sociais por menores, antes de decidir que medidas implementar.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.


terça-feira, 16 de junho de 2026

Lavar não basta: o que ninguém te conta sobre o alimento que você compra.

A especialista em segurança dos alimentos Paula Eloize defende uma mudança de mentalidade que pode parecer pequena, mas tem efeito profundo.

Todos os dias, milhões de brasileiros tomam, sem perceber, uma das decisões mais importantes para a própria saúde. Não acontece no consultório médico nem na academia.Acontece no corredor do supermercado, em frente a uma prateleira, com um produto na mão e poucos segundos para decidir. É ali, no gesto banal de colocar um item no carrinho, que se define boa parte do que vai parar no prato da família. O problema é que esse gesto ficou complexo. As gôndolas oferecem mais opções do que nunca, os rótulos competem por atenção com promessas cada vez mais sofisticadas, e as decisões precisam ser rápidas. Enquanto isso, os alertas se acumulam: monitoramentos apontam resíduos de agrotóxicos acima do esperado em alimentos in natura, órgãos sanitários suspendem lotes de produtos processados por contaminação, e investigações revelam fraudes em itens tão comuns quanto o azeite e o café da manhã. Diante desse cenário, a especialista em segurança dos alimentos Paula Eloize defende uma mudança de mentalidade que pode parecer pequena, mas tem efeito profundo. "Nós aprendemos a cuidar da comida depois que ela chega em casa. Lavamos, cozinhamos, guardamos na temperatura certa. Tudo isso importa, mas é a segunda metade do jogo", afirma. "A primeira metade, a que quase ninguém disputa com atenção, acontece no supermercado. O consumidor que entende isso para de ser passageiro e assume o volante da própria alimentação." Hortifrúti: o mito da lavagem milagrosa Frutas, legumes e verduras são, ao mesmo tempo, os alimentos mais recomendados por médicos e os que mais concentram resíduos de agrotóxicos. Itens como tomate, pimentão, alface, beterraba, goiaba, alho e abacaxi aparecem com frequência no topo das listas de atenção dos monitoramentos nacionais. E é justamente sobre eles que circula um dos equívocos mais comuns da cozinha brasileira. "Existe uma crença quase universal de que lavar bem resolve o problema do agrotóxico. Isso é meia verdade, e meia verdade na segurança dos alimentos pode ser perigosa", explica Paula Eloize. "Muitos desses resíduos são sistêmicos. Isso significa que a planta absorve a substância e ela passa a circular dentro do alimento, na polpa, não apenas na superfície. Você pode esfregar o tomate por dez minutos que parte do resíduo continua lá dentro."A especialista é categórica em afastar o pânico, e aqui está um ponto que ela faz questão de reforçar. "O risco de cortar frutas e verduras da alimentação é incomparavelmente maior do que o risco dos resíduos. Ninguém deveria deixar de comer hortifrúti por medo. A resposta não é parar de consumir, é consumir com inteligência." E o que seria consumir com inteligência, na prática? "Três movimentos simples", lista ela. "Primeiro, diversificar. Quando você varia entre diferentes frutas, legumes e fornecedores, dilui a exposição em vez de concentrar sempre nos mesmos itens. Segundo, valorizar a procedência. Produtor que comprova origem, feira que você conhece, marca que oferece rastreabilidade, tudo isso pesa. Terceiro, higienizar corretamente em água corrente, sabendo que esse passo reduz a parte superficial e a contaminação por manuseio, mas não é uma varinha mágica. A escolha na hora da compra é mais decisiva do que a lavagem na pia." Produtos processados: o que a embalagem está tentando te dizer Conservas, enlatados, polpas de fruta, laticínios e fórmulas infantis trouxeram praticidade para a rotina, mas exigem um olhar treinado. Alertas recentes de órgãos sanitários já resultaram na suspensão de lotes por presença de materiais estranhos e por risco de contaminação microbiana, incluindo bactérias capazes de causar quadros graves. Para Paula Eloize, o consumidor tem mais ferramentas de defesa do que imagina, e quase todas estão na própria embalagem. "Antes de colocar uma conserva ou um enlatado no carrinho, o consumidor deveria fazer três perguntas em segundos. A embalagem está íntegra? A validade está adequada? O produto parece normal? Lata estufada, amassada justamente na emenda ou com sinal de vazamento não é pechincha, é risco. Pote de vidro cuja tampa não faz aquele estalo de vácuo ao abrir merece desconfiança."Ela chama atenção para o perigo do que não se vê. "O mais traiçoeiro na contaminação microbiana é que ela nem sempre muda o cheiro, a cor ou o sabor do alimento. A pessoa abre, parece tudo normal, e consome. Por isso os sinais da embalagem importam tanto, porque às vezes são a única pista disponível antes do problema." Há ainda um hábito que, segundo a especialista, separa o consumidor comum do consumidor consciente. "Acompanhar os comunicados da Anvisa deixou de ser coisa de técnico. Quando um lote é suspenso, a informação é pública e gratuita. Quem cria o hábito de ficar atento ganha tempo precioso, seja para devolver um produto que já comprou, seja para evitar a compra. Informação, nesse caso, é literalmente proteção." Fraudes: quando o rótulo promete o que o produto não cumpre Alguns alimentos atraem fraudes justamente por serem valiosos ou muito consumidos. Azeite de oliva e café estão entre os campeões de adulteração no país, em práticas que vão da mistura com óleos e ingredientes inferiores ao uso de aditivos não declarados. Para o consumidor, flagrar uma fraude no supermercado parece tarefa de detetive, mas Paula Eloize garante que existem sinais acessíveis. "O primeiro alerta quase sempre é o preço. Quando algo é bom demais para ser verdade, geralmente não é verdade", resume. "Um azeite extra virgem de qualidade tem custo de produção que simplesmente não cabe em determinadas promoções. Isso não significa que caro é sinônimo de bom, mas barato demais é, com frequência, sinal de que algo foi cortado no caminho."A leitura do rótulo, para ela, é uma habilidade que todo consumidor deveria desenvolver. "O rótulo é o documento de identidade do alimento. Aprender a lê-lo com calma transforma a compra. Desconfie de informações vagas, valorize marcas que detalham origem e composição, observe a embalagem com atenção. Transparência virou um diferencial, e o consumidor que recompensa quem é transparente está, na prática, educando o próprio mercado." O elo mais forte da cadeia é quem empurra o carrinho Por trás de cada alimento existe uma cadeia longa: produtores, transportadoras, indústrias, distribuidores, fiscais, laboratórios. Mas Paula Eloize insiste que o consumidor não é o fim passivo desse processo, e sim uma de suas peças mais poderosas. "A gente costuma achar que segurança dos alimentos é responsabilidade só de quem produz e de quem fiscaliza. É verdade que eles carregam a maior parte do peso. Mas o consumidor fecha o ciclo. Quando ele escolhe melhor, lê rótulo, cobra procedência e devolve um produto irregular, ele manda um sinal que sobe toda a cadeia. Mercado nenhum ignora cliente atento por muito tempo." E é nesse ponto que a especialista deixa a mensagem que considera mais importante. "Eu não quero que ninguém saia do supermercado com medo da própria comida. Medo paralisa e não protege. O que protege é consciência. Olhar a embalagem, conferir a validade, conhecer a origem, variar as escolhas e acompanhar os alertas oficiais. São cinco atitudes simples, que cabem na rotina mais corrida, e que juntas transformam uma pessoa comum no protagonista da própria saúde e da saúde de quem ela ama." Ela encerra com uma imagem que resume sua defesa. "A próxima vez que você empurrar um carrinho pelo supermercado, lembre que não está apenas fazendo compras. Está montando, item por item, a alimentação da sua família pela semana inteira. Poucas decisões do dia merecem tanta atenção, e poucas estão tão ao seu alcance."FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

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