CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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sábado, 15 de agosto de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta de adoção de hip hop nas escolas públicas.

Texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4401/25, da deputada Camila Jara (PT-MS), que institui a Política Hip Hop nas Escolas, na rede pública federal de educação básica. O objetivo é reconhecer, valorizar e integrar as expressões da cultura hip hop no ambiente escolar. Respeitada a autonomia das escolas, a política abrangerá: a poesia falada (slam e MC); a música e discotecagem (DJ); a dança urbana (breakdance); as artes visuais urbanas (grafite); e o conhecimento de valores como respeito, resistência, paz, união e consciência crítica. EXPRESSÃO CULTURAL A relatora, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), recomendou a aprovação do projeto. Ela afirmou que a proposta reconhece, nas escolas, uma expressão cultural multifacetada. “A adoção do hip hop na rede pública de educação básica fortalece a problematização da realidade social, o pensamento crítico e a valorização da cultura das periferias brasileiras”, avaliou Talíria. “Onde o Estado muitas vezes se faz ausente ou chega apenas por meio de seu braço armado, o hip hop chega com o microfone, as tintas, as batidas e com o acolhimento.” Talíria Petrone disse ainda que o hip hop trata de identificação, criando espaços onde a juventude negra se enxerga. “Quando um jovem escuta artistas e pensadores que forjaram suas trajetórias no hip hop, como Emicida, Djonga, Duquesa, Ebony e BK, ele vê possibilidade de futuro. Essa representatividade combate a evasão escolar”. AÇÕES A relatora argumentou ainda que a proposta está em consonância com as diretrizes do governo federal, que lançou, neste ano, o Programa Escola Nacional de Hip Hop. Ela acredita, no entanto, que a institucionalização da política em lei garante segurança jurídica e perenidade às ações pedagógicas. Segundo o projeto, essas ações poderão ser desenvolvidas de forma: interdisciplinar, como conteúdo transversal de apoio ao currículo; extracurricular, por meio de oficinas, mostras artísticas, ciclos formativos ou semanas temáticas; e em parceria com coletivos culturais locais, pontos de cultura, artistas educadores e organizações da sociedade civil. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que institui a Política Nacional da Longevidade.

O texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional da Longevidade. O texto cria a Comissão Nacional da Longevidade, responsável por ações para pessoas idosas. A proposta aprovada é a versão do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), para o Projeto de Lei 107/26, do deputado Gilberto Nascimento (Pode-SP). O relator fez ajustes para retirar o detalhamento de órgãos do Poder Executivo. “O substitutivo procura manter a estrutura da proposta original, mas preserva a margem de discricionariedade na implementação, respeitando, assim, a separação de Poderes”, afirmou Weliton Prado no parecer. OUTROS PONTOS A política terá como diretrizes a atenção integral à pessoa idosa, a promoção do envelhecimento ativo e o combate a formas de violência ou negligência. Também prevê o fortalecimento do cuidado de longa duração e o apoio aos cuidadores. Além disso, o texto prevê a criação do Sistema Nacional de Informações da Longevidade. A plataforma deve coletar, organizar e disponibilizar dados sobre a implementação da política, integrando áreas como saúde, previdência e assistência social. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras.

A partir dessa data, candidatos podem pedir votos, realizar comícios e fazer lives.

A propaganda eleitoral para as eleições deste ano começa oficialmente neste domingo (16). A partir dessa data, candidatas e candidatos já podem pedir votos de forma direta, realizar comícios e fazer transmissões ao vivo (lives) na internet para promoção pessoal. Conheça as regras das eleições 2026 e vote consciente Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão só terá início no dia 28 de Agosto, a partir de quando as emissoras deverão reservar 70 minutos diários na programação para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo do dia. Para tornar a disputa equilibrada e evitar abusos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu normas rígidas sobre o que é permitido e o que é proibido até o primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro (Resolução 23.610/19). Essas regras passaram a valer nas eleições municipais de 2024 e abordam o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas, proíbem a manipulação de áudios e vídeos para confundir eleitores (deepfakes) e responsabilizam partidos, candidatos e plataformas pela não remoção imediata de conteúdos falsos, de ódio, racistas, homofóbicos, nazistas, fascistas ou antidemocráticos. Veja o que pode e o que não pode ser feito até a véspera do primeiro turno: Permitido: entregar folhetos e outros impressos (santinhos) em espaços públicos abertos, como vias públicas, praças, feiras livres e parques, e usar adesivos em veículos ou janelas residenciais. Mensagens eletrônicas e instantâneas são permitidas, desde que informem claramente quem é o remetente e ofereçam opção para descadastramento em até 48 horas. Proibido: fazer propaganda em bens públicos ou de uso comum, como postes, árvores, muros, cercas, cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, mesmo que sejam de propriedade privada. É proibido ainda o uso de outdoors (painéis eletrônicos ou não) e de telemarketing em qualquer horário. REDES SOCIAIS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes sociais: candidatos e partidos devem informar ao TSE os endereços de seus sites e perfis oficiais. O eleitor pode se manifestar livremente, mas o anonimato é proibido. Inteligência artificial: o uso de conteúdo gerado por IA é permitido, mas deve vir com um aviso explícito e destacado de que a imagem ou som foi manipulado tecnologicamente. É proibida a publicação de novos conteúdos com IA nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas seguintes. Mensagens automatizadas: é proibido usar IA para recomendar ou priorizar candidaturas e emitir opiniões ou recomendar votos por meio de respostas automatizadas. Mensagens privadas: a propaganda enviada por pessoas físicas de forma privada ou em grupos restritos não se submete às regras gerais, desde que não haja impulsionamento pago.IMPULSIONAMENTO DE CONTEÚDO A contratação deve ser feita diretamente pelo candidato ou partido com a plataforma (como redes sociais ou buscadores). O post deve exibir claramente o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão "Propaganda Eleitoral". É proibido impulsionar posts para fazer propaganda negativa ou atacar outros candidatos. PROIBIÇÃO DE “DEEPFAKES” É proibido usar inteligência artificial para criar ou alterar vozes e imagens de pessoas (vivas ou mortas), as chamadas deepfakes, com o objetivo de enganar o eleitor ou prejudicar candidaturas. Quando usada para prejudicar ou para favorecer candidatura, a deepfake configura crime eleitoral e pode levar a cassação do registro ou do mandato. O TSE deverá decidir em breve, quais situações caracterizam esse tipo de uso. COMÍCIOS E ATOS DE RUA Comícios: podem ocorrer entre 8h e meia-noite. O comício de encerramento da campanha pode ser estendido por mais duas horas. Showmícios: são proibidos eventos com apresentações de artistas para animar reuniões eleitorais, mesmo que o artista não cobre cachê. Som: o uso de alto-falantes é permitido até o dia 3 de Outubro, das 8h às 22h, desde que respeitada a distância mínima de 200 metros de hospitais, escolas e tribunais. DEBATES As emissoras de rádio e TV devem convidar para os debates os candidatos de partidos que tenham, no mínimo, cinco parlamentares no Congresso Nacional. A presença dos demais candidatos é facultativa, dependendo de convite da emissora. PRAZOS ATÉ O 1º TURNO 15 de Agosto (sábado): prazo final para o registro oficial de candidaturas. 16 de Agosto (domingo): início oficial da propaganda eleitoral geral e na internet. 28 de Agosto (sexta-feira): início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. 1º de Outubro (quinta-feira): último dia para debates, comícios e propaganda gratuita. 3 de Outubro (sábado): último dia para caminhadas, carreatas e uso de alto-falantes (até as 22h). 4 de Outubro (domingo): dia da eleição (1º turno). Para denunciar irregularidades, o eleitor pode usar o aplicativo Pardal Móvel ou o sistema Siade do TSE para casos de desinformação. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Debate na Câmara denuncia aumento da violência contra mulheres em escolas e universidades.

 

Participantes defenderam políticas institucionais contra o assédio e a aprovação de projeto que criminaliza a misoginia.

Participantes de audiência pública na Câmara dos Deputados sobre misoginia denunciaram o aumento da violência contra mulheres em universidades e escolas públicas. O debate foi promovido na quarta-feira (12) pela Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial. A presidenta da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Roberta Pontes, citou três casos recentes de violência contra meninas em escolas. “Há cerca de um ano, uma menina chamada Alícia Valentina, de apenas 11 anos, foi assassinada dentro da sala de aula por dizer não. Recentemente, três meninas foram esfaqueadas dentro da sala de aula também por dizer não. Uma semana antes, duas meninas foram estupradas de forma coletiva dentro da sala de aula”, relatou. A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Bianca Borges, citou um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2015. Segundo o estudo, 67% das estudantes brasileiras já tinham sofrido violência por parte de homens.De acordo com a representante estudantil, esse era o dado mais recente que havia encontrado sobre o assunto. O mesmo estudo, segundo Bianca Borges, apontava que 36% das vítimas deixaram de participar de atividades acadêmicas por medo de violência. Para Bianca, o dado demonstra a dificuldade das instituições de ensino para acolher vítimas e responsabilizar agressores. “O homem que praticou a violência não está deixando a sala de aula. Ele continua sendo aceito pela instituição e dentro do seu círculo social. Então, é [o uso da] violência como um método para a nossa exclusão de espaços que historicamente nos foram negados, do nosso pleno potencial de realização, que se dá, em grande parte, a partir da educação.”AUDITORIA De acordo com a diretora da Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União, Wanessa Carvalho, uma auditoria do órgão mostrou que apenas 29 das 69 universidades públicas brasileiras têm política institucional de combate ao assédio sexual. Segundo a auditora, mesmo entre essas universidades há lacunas. O problema mais recorrente seria limitar as ações ao corpo técnico, como professores e alunos, sem alcançar toda a comunidade universitária.AÇÕES Entre as soluções possíveis, as participantes da audiência defenderam ações integradas entre universidades e outros órgãos, como Ministério Público e Defensoria Pública. A criação de órgãos internos nas instituições, como ouvidorias e corregedorias comandadas por mulheres, também foi apontada como uma medida. A coordenadora do Programa de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Rosely Silva Pires, defendeu a medida. “Quando um professor será penalizado? Quando um estudante será penalizado? Quando a estrutura que faz a avaliação e a dosimetria dessa violência tiver uma equipe de mulheres comprometidas. Enquanto as ouvidorias e as corregedorias forem coordenadas e dirigidas por homens, por professores, nós vamos continuar levando estudantes para fazer a denúncia no Fala BR, e as denúncias serão jogadas para debaixo do pano.”PROJETO DA MISOGINIA As participantes também afirmaram, de forma unânime, que a misoginia alimenta a violência contra as mulheres. A deputada Erika Kokay (PT-DF), que presidiu a audiência na Comissão de Direitos Humanos, também defendeu essa avaliação. Para a parlamentar, outra medida importante é aprovar o Projeto de Lei 896/23, que torna a misoginia crime. “Misoginia é o alimento para todas as formas de violência de gênero. Portanto, aprovar o projeto de criminalização da misoginia representa estarmos enfrentando os feminicídios simbólicos e literais. Discurso não tem inocência, discurso vira bala, discurso vira hematoma, discurso vira feridas no corpo e na alma das mulheres neste país.” O projeto que torna crime disseminar discursos de ódio contra mulheres, inclusive pela internet, já foi aprovado pelo Senado e está pronto para ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova circulação de animais em condomínios.

O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1711/25 que altera o Código Civil para garantir a livre circulação de animais domésticos nas áreas comuns de condomínios, desde que estejam sob responsabilidade de um cuidador. O texto impede que normas condominiais proíbam a presença desses animais, inclusive em elevadores de serviço e escadas. O colegiado acolheu o parecer favorável do relator, deputado Chico Alencar (Psol-RJ), ao projeto do deputado Célio Studart (PSD-CE). O relator afirmou que a medida busca evitar proibições consideradas arbitrárias e reduzir conflitos entre moradores. Conforme ele, a proposta “não fragiliza direitos de terceiros”, pois mantém a possibilidade de gestão das áreas comuns para garantir segurança, higiene e sossego.Atualmente, o Código Civil garante ao condômino o uso das áreas comuns, mas não estabelece regra específica sobre a circulação de animais. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado sugere que Câmara avalie propostas sobre educação a distância que estão em tramitação Fonte: Agência Câmara de Notícias

Diretrizes curriculares publicadas pelo CNE e um decreto editado pelo governo dão orientações diferentes sobre a necessidade de aulas presenciais nos cursos de EAD.

Após coordenar uma audiência pública sobre cursos de licenciatura a distância na Comissão de Educação, o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) disse que pretende sugerir ao presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) uma análise, pela Câmara, das propostas sobre Educação a Distância que estão tramitando na Casa. Em Maio deste ano, o governo editou o decreto 12.456/26, que eliminou os cursos superiores totalmente a distância. No mínimo, serão necessárias 10% de aulas presenciais e 10% de atividades em tempo real. Alguns cursos, como medicina, só poderão ser presenciais. No caso das licenciaturas, só serão permitidos cursos presenciais ou semipresenciais. Nos semipresenciais, será necessário um mínimo de 30% de presencialidade e 20% de aulas em tempo real. A transição vai até maio do ano que vem. Mas, em junho, o Conselho Nacional de Educação, ao atualizar as diretrizes curriculares nacionais, fixou o mínimo de aulas presenciais nas licenciaturas em 50%. A mudança ainda depende de homologação do Ministério da Educação. E foi justamente a indefinição sobre o tema que motivou o debate na Câmara. Para a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), o CNE não pode ultrapassar os limites do decreto. “Embora o decreto coloque que o Conselho tem as condições de fazer as regulações, não se pode, como se diz no ditado popular, ser mais realista que o rei. O decreto já traz os limites, já traz as regras, então qualquer regulamentação tem que ser feita dentro daquilo que o decreto falou. É isso que nós estamos pedindo, é por isso que nós queremos sensibilizar o Conselho Nacional de Educação, sob pena de a gente comprometer a educação a distância de milhões de estudantes”, afirmou. A conselheira do CNE Maria Paula Bucci justificou a medida pela baixa qualidade dos cursos de licenciatura a distância. Em maio, o Ministério da Educação divulgou que 51,8% destes cursos tem notas 1 ou 2 no Enade. A nota máxima é 5. Os representantes do ensino superior privado, que concentra as ofertas de ensino a distância, criticaram a instabilidade das regras. Juliano Griebeler, presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares, disse que 80% dos estudantes de ensino superior estão no setor privado e que a qualidade não pode ser medida pelo formato de ensino.A posição também foi defendida por Dinamara Machado, da Associação dos Mantenedores Independentes Educadores do Ensino Superior. “Só a EAD produz cursos ruins? E se nós colocarmos, de fato, a análise dos dados, o que nós vamos ver? Nós também temos cursos no formato presencial com notas 1 e 2. Então, se precisamos harmonizar, estamos falando da educação do povo brasileiro, precisamos pensar em todos os formatos”, argumentou. Para Wilane Nascimento, da União Nacional dos Estudantes, o ensino a distância significa uma democratização do acesso ao ensino superior, mas a qualidade deve ser fiscalizada. Ela defendeu mais aulas presenciais nas licenciaturas. “Nós sabemos muito bem que a formação docente tem que conter esse caráter pedagógico que a gente só consegue acessar a partir da interação do docente com a sala de aula, com a comunidade, com a escola, com o nosso bairro”, disse. Na audiência, também foram explicitadas posições contrárias a qualquer mínimo de aulas presenciais para a educação a distância. Fonte: Agência Câmara de Notícias


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Rádios e TVs comunitárias cobram novas outorgas e mais recursos em audiência na Câmara.

Representantes do setor também pediram novas políticas de fomento e defenderam a comunicação comunitária.

Rádios e TVs comunitárias apresentaram reivindicações ao governo e ao Congresso Nacional durante audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (13). A lista inclui novas outorgas, recursos financeiros e aprovação de projeto de lei para aumento do limite de potência de transmissão para que as emissoras cumpram a missão de serem espaço para promoção dos direitos humanos, inclusão social e participação democrática. Nos 30 anos da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço Brasil), o presidente da entidade, Geremias dos Santos, destacou a importância da comunicação comunitária, sobretudo diante das emissoras comerciais. “Rádio comunitária e TV comunitária significam, na prática, a democratização da comunicação. Se o Brasil foi formado por vários coronéis na parte da economia, talvez o pior coronel que temos no nosso país sejam os coronéis eletrônicos, os coronéis das rádios e TVs que mandam e desmandam nesse país e, todo dia, pautam o governo para o interesse empresarial de poucos. Rádio comunitária é a vontade popular”, afirmou Geremias dos Santos. A Abraço cobra uma política de fomento por parte do governo federal e tem críticas à execução da Lei 9.612/98, que regulamentou o Serviço de Radiodifusão Comunitária.Ao Congresso, Geremias dos Santos pediu a aprovação do Projeto de Lei 10637/18, que aumenta o limite de potência de transmissão e a quantidade de canais para comunicação comunitária. O texto já foi aprovado no Senado, mas sofre resistências na Comissão de Comunicação da Câmara desde 2018. O presidente da TV Comunitária de Brasília, Paulo Miranda, apresentou outras reivindicações, sobretudo à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). “Uma outra grande luta nossa é pela criação de um fundo nacional de financiamento, apoio e desenvolvimento da comunicação comunitária, alternativa e popular nesse país. O dinheiro da Secom, infelizmente, vai todo para a mídia golpista", apontou. "E nós estamos muito atrasados por não termos uma TV indígena, uma TV do povo negro e uma TV de música brasileira 24 horas por dia. Seria muito simples termos tudo isso fazendo multiplex na onda digital da TV Brasil e se a gente também tivesse acesso ao Canal da Cidadania.” Paulo Miranda reclamou de “perseguição real” à comunicação comunitária e, como exemplos, citou a retirada de emissoras públicas das listas de TV a cabo e a derrubada do canal da TV Comunitária de Brasília do Youtube sob o argumento de conteúdo “nocivo e perigoso”. A emissora acaba de completar 29 anos no ar.ELEIÇÕES A coordenadora Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Letícia Vieira Montandon, apresentou o documento “20 pontos para uma comunicação democrática”, que será entregue a todos os candidatos nas eleições de outubro. “Quais são as candidaturas que vão defender uma comunicação forte, que vão enfrentar essa concentração dos meios de comunicação, que vão enfrentar os desafios colocados pelas grandes plataformas digitais? Quem vai defender que a comunicação seja tratada como um direito e não apenas como negócio?”, questionou. Taís Ladeira de Medeiros, assessora da Secom da Presidência da República, resumiu a posição do governo sobre o setor. “O atual governo defende a democracia e a democracia precisa de uma comunicação pública e comunitária forte, para que essas vozes possam ser ouvidas e participem também da construção do espaço público.” Taís de Medeiros relembrou o histórico da comunicação comunitária brasileira, que remonta até as comunidades eclesiais de base, movimentos sociais e o movimento das Rádios Livres, na década de 1960, com forte participação juvenil e universitária. Ela também defendeu atualização da legislação diante da nova realidade geopolítica e tecnológica. CONFERÊNCIA A coordenadora de articulação da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ivânia Teles, disse que há discussões internas para uma possível convocação da segunda Conferência Nacional de Comunicação, em 2027. A primeira ocorreu em 2009. Organizadora do debate, a deputada Erika Kokay (PT-DF) defendeu o fortalecimento da comunicação pública no Brasil. “Se está enraizado no território, é popular, é comunitário e é transformador. Portanto, as rádios comunitárias transformam a nossa realidade. Dão espaços para que as vozes possam ser escutadas.” Segundo o Ministério das Comunicações, há 11.700 estações de rádio no Brasil, das quais 5.406 são comunitárias. O atual Plano Nacional de Outorga tem previsão de três editais para contemplar 1.389 localidades, com prioridade para áreas atualmente sem outorga. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade em abrigos para idosos vulneráveis e sem amparo familiar.

Projeto continua sendo analisado na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que reconhece de forma expressa o direito de acesso às instituições de longa permanência e prioriza, nesse acesso, as pessoas idosas em situação de vulnerabilidade que não tenham familiares com condições de garantir os cuidados necessários. Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), pela aprovação do Projeto de Lei 1367/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR), na forma de um texto substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família. A nova redação mantém o objetivo da proposta, mas promove ajustes para evitar a repetição de normas já existentes no Estatuto da Pessoa Idosa. O substitutivo também inclui de forma explícita o termo “instituição de longa permanência” no artigo que trata do direito à moradia digna. Além disso, a nova versão detalha que a prioridade de atendimento nas instituições públicas ou conveniadas será dada à pessoa idosa sem responsáveis capazes de cuidar dela, considerando, nessa avaliação, cônjuge, companheiro, pais, filhos e irmãos. Weliton Prado disse que a proposta fortalece o marco protetivo da pessoa idosa. “Os custos de vida nessa faixa etária crescem de forma significativa, a depender da necessidade de suporte e da condição de saúde, intensificando a sobrecarga dos familiares responsáveis pelo cuidado”, considerou. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que inclui ações de saneamento para agentes de saúde em áreas indígenas.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui ações complementares de saneamento básico entre as atribuições de agentes de saúde e de combate a endemias em comunidades indígenas e quilombolas. O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Juliana Cardoso (PT-SP), para o Projeto de Lei 2431/21, do ex-deputado Luizão Goulart (PR), e para um apensado. O substitutivo altera a Lei 11.350/06, que trata da atividade desses profissionais. SEGURANÇA JURÍDICA Segundo a relatora, a proposta busca enfrentar tragédias humanitárias em áreas indígenas. A atuação dos agentes será complementar, voltada à prevenção de doenças, e não isenta o Estado de garantir a infraestrutura adequada. “A medida deverá garantir segurança jurídica e facilitar os trabalhos dos profissionais envolvidos, que serão formalmente reconhecidos pela legislação”, afirmou Juliana Cardoso no parecer. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto isenta de impostos federais empresas abertas por jovens em municípios com baixo IDH.

Conforme a proposta, benefício valerá por três anos para negócios em cidades com índice inferior à média nacional.

O Projeto de Lei 2367/26, do deputado Silvio Antonio (MA), atualmente na suplência, prevê isenção de impostos federais para empresas abertas por jovens em municípios com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) abaixo da média nacional. Pela proposta, essas novas empresas não terão de pagar, nos primeiros três anos de funcionamento, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e as contribuições para o PIS/Pasep e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O projeto cria o programa “Minha Empresa, Meu Futuro” para incentivar o empreendedorismo juvenil nessas regiões. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. REGRAS Para ter direito ao benefício, a empresa deverá:  ter como proprietário ou sócio majoritário um jovem entre 18 e 29 anos;manter a sede e a operação principal no município com IDH-M inferior à média nacional e estar devidamente regularizada; e gerar pelo menos um posto de trabalho direto, além do sócio-titular. “O projeto nasce da urgência em oferecer uma alternativa real de prosperidade para a juventude brasileira, especialmente aquela residente em regiões historicamente negligenciadas pelo Poder Público, como o interior do estado do Maranhão”, afirma o autor da proposta. Segundo dados do IBGE citados pelo autor na justificativa que acompanha o projeto, no Maranhão, 43% dos jovens entre 18 e 29 anos vivem em domicílios com renda per capita de até meio salário mínimo, e a taxa de formalização de jovens empreendedores é de apenas 12%. TRAMITAÇÃO A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico; de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova apoio psicológico a responsáveis por pacientes com fissura labiopalatina.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui os responsáveis por pacientes com fissura labiopalatina no acompanhamento psicológico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) após a cirurgia de correção.A fissura labiopalatina é uma malformação congênita que ocorre quando o lábio e o céu da boca do bebê não se formam completamente durante a gestação.A condição pode afetar a alimentação, a fala, a respiração e a audição. Em muitos casos, exige acompanhamento por diferentes profissionais de saúde e cirurgias corretivas.ACOMPANHAMENTO DESDE O DIAGNÓSTICO A proposta também determina que recém-nascidos diagnosticados com a malformação durante o pré-natal ou após o nascimento sejam encaminhados a um centro especializado para acompanhamento clínico e planejamento da cirurgia reparadora. PARECER FAVORÁVEL A comissão aprovou a versão (substitutivo) do relator, deputado Geraldo Resende (União-MS), para o Projeto de Lei 2157/25, do ex-deputado Augusto Puppio (AP), e para projetos apensados. O texto aprovado substitui a expressão “lábio leporino” por fissura labiopalatina. Segundo o relator, a mudança "aproxima a legislação do padrão técnico-científico usado na área da saúde e evita o uso de terminologias pejorativas". COMO É HOJE A legislação atual determina que o SUS ofereça gratuitamente cirurgia reconstrutiva e tratamento pós-cirúrgico para pacientes com “lábio leporino ou fenda palatina”. Também prevê atendimento de fonoaudiologia, psicologia, ortodontia e outras especialidades relacionadas ao tratamento. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova prioridade para a Amazônia Legal em fundo sobre mudança do clima.

O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prioriza o repasse de recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) para a Amazônia Legal. O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Dilvanda Faro (PT-PA), para o Projeto de Lei 4517/24, do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR). O substitutivo altera a Lei 12.114/09, que trata do fundo, e abrange o apoio a cadeias produtivas sustentáveis e os pagamentos por serviços ambientais.AÇÕES PRESERVADAS A relatora ajustou o texto para que a prioridade à Amazônia Legal não prejudique outras regiões, como no combate ao desmatamento no Cerrado, na redução de emissões em zonas industriais e nas ações de adaptação climática em municípios. “É possível aprimorar a proposta para que essa priorização da Amazônia Legal não comprometa o desenvolvimento de outras políticas públicas igualmente importantes no país”, afirmou Dilvanda Faro.PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto preecisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que institui a Política Nacional da Longevidade.

O texto segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional da Longevidade. O texto cria a Comissão Nacional da Longevidade, responsável por ações para pessoas idosas. A proposta aprovada é a versão do relator, deputado Weliton Prado (PSD-MG), para o Projeto de Lei 107/26, do deputado Gilberto Nascimento (Pode-SP). O relator fez ajustes parretirar o detalhamento de órgãos do Poder Executivo.“O substitutivo procura manter a estrutura da proposta original, mas preserva a margem de discricionariedade na implementação, respeitando, assim, a separação de Poderes”, afirmou Weliton Prado no parecer.OUTROS PONTOS A política terá como diretrizes a atenção integral à pessoa idosa, a promoção do envelhecimento ativo e o combate a formas de violência ou negligência. Também prevê o fortalecimento do cuidado de longa duração e o apoio aos cuidadores. Além disso, o texto prevê a criação do Sistema Nacional de Informações da Longevidade. A plataforma deve coletar, organizar e disponibilizar dados sobre a implementação da política, integrando áreas como saúde, previdência e assistência social. PRÓXIMOS PASSOS O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Campanha eleitoral começa neste domingo; conheça as regras.

A partir dessa data, candidatos podem pedir votos, realizar comícios e fazer lives.

A propaganda eleitoral para as eleições deste ano começa oficialmente neste domingo (16). A partir dessa data, candidatas e candidatos já podem pedir votos de forma direta, realizar comícios e fazer transmissões ao vivo (lives) na internet para promoção pessoal. Conheça as regras das eleições 2026 e vote consciente Já a propaganda gratuita no rádio e na televisão só terá início no dia 28 de agosto, a partir de quando as emissoras deverão reservar 70 minutos diários na programação para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo do dia. Para tornar a disputa equilibrada e evitar abusos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu normas rígidas sobre o que é permitido e o que é proibido até o primeiro turno das eleições, no dia 4 de outubro (Resolução 23.610/19). Essas regras passaram a valer nas eleições municipais de 2024 e abordam o uso de inteligência artificial (IA) nas campanhas, proíbem a manipulação de áudios e vídeos para confundir eleitores (deepfakes) e responsabilizam partidos, candidatos e plataformas pela não remoção imediata de conteúdos falsos, de ódio, racistas, homofóbicos, nazistas, fascistas ou antidemocráticos. Veja o que pode e o que não pode ser feito até a véspera do primeiro turno: Permitido: entregar folhetos e outros impressos (santinhos) em espaços públicos abertos, como vias públicas, praças, feiras livres e parques, e usar adesivos em veículos ou janelas residenciais. Mensagens eletrônicas e instantâneas são permitidas, desde que informem claramente quem é o remetente e ofereçam opção para descadastramento em até 48 horas. Proibido: fazer propaganda em bens públicos ou de uso comum, como postes, árvores, muros, cercas, cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, mesmo que sejam de propriedade privada. É proibido ainda o uso de outdoors (painéis eletrônicos ou não) e de telemarketing em qualquer horário. REDES SOCIAIS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Redes sociais: candidatos e partidos devem informar ao TSE os endereços de seus sites e perfis oficiais. O eleitor pode se manifestar livremente, mas o anonimato é proibido. Inteligência artificial: o uso de conteúdo gerado por IA é permitido, mas deve vir com um aviso explícito e destacado de que a imagem ou som foi manipulado tecnologicamente. É proibida a publicação de novos conteúdos com IA nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas seguintes. Mensagens automatizadas: é proibido usar IA para recomendar ou priorizar candidaturas e emitir opiniões ou recomendar votos por meio de respostas automatizadas. Mensagens privadas: a propaganda enviada por pessoas físicas de forma privada ou em grupos restritos não se submete às regras gerais, desde que não haja impulsionamento pagIMPULSIONAMENTO DE CONTEÚDO A contratação deve ser feita diretamente pelo candidato ou partido com a plataforma (como redes sociais ou buscadores). O post deve exibir claramente o CNPJ ou CPF do responsável e a expressão "Propaganda Eleitoral". É proibido impulsionar posts para fazer propaganda negativa ou atacar outros candidatos. PROIBIÇÃO DE “DEEPFAKES” É proibido usar inteligência artificial para criar ou alterar vozes e imagens de pessoas (vivas ou mortas), as chamadas deepfakes, com o objetivo de enganar o eleitor ou prejudicar candidaturas. Quando usada para prejudicar ou para favorecer candidatura, a deepfake configura crime eleitoral e pode levar a cassação do registro ou do mandato. O TSE deverá decidir em breve, quais situações caracterizam esse tipo de uso. COMÍCIOS E ATOS DE RUA Comícios: podem ocorrer entre 8h e meia-noite. O comício de encerramento da campanha pode ser estendido por mais duas horas. Showmícios: são proibidos eventos com apresentações de artistas para animar reuniões eleitorais, mesmo que o artista não cobre cachê. Som: o uso de alto-falantes é permitido até o dia 3 de Outubro, das 8h às 22h, desde que respeitada a distância mínima de 200 metros de hospitais, escolas e tribunais. DEBATES As emissoras de rádio e TV devem convidar para os debates os candidatos de partidos que tenham, no mínimo, cinco parlamentares no Congresso Nacional. A presença dos demais candidatos é facultativa, dependendo de convite da emissora. PRAZOS ATÉ O 1º TURNO 15 de Agosto (sábado): prazo final para o registro oficial de candidaturas. 16 de Agosto (domingo): início oficial da propaganda eleitoral geral e na internet. 28 de Agosto (sexta-feira): início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. 1º de Outubro (quinta-feira): último dia para debates, comícios e propaganda gratuita. 3 de Outubro (sábado): último dia para caminhadas, carreatas e uso de alto-falantes (até as 22h). 4 de Outubro (domingo): dia da eleição (1º turno). Fonte: Agência Câmara de Notíciaso. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova treinamento de primeiros socorros para pais de recém-nascidos.

Proposta segue em análise na Câmara.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a obrigatoriedade de hospitais oferecerem, antes da alta, orientação e treinamento básico de primeiros socorros aos pais ou responsáveis por recém-nascidos, com ênfase em manobras para desobstrução das vias aéreas. Foi aprovado o substitutivo da relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), ao Projeto de Lei 2943/25, da deputada Camila Jara (PT-MS), e apensados. O projeto original obrigava a maternidade a oferecer o treinamento antes da alta. O substitutivo mantém a obrigação, mas dispensa a repetição quando os pais ou responsáveis já tiverem sido capacitados durante o pré-natal. Para a relatora, a orientação é uma medida de proteção à vida e à saúde das crianças, nos primeiros meses de vida. “Nessas situações, poucos minutos podem ser decisivos para preservar a vida e evitar sequelas neurológicas permanentes, tornando indispensável que pais e cuidadores saibam reconhecer sinais de sufocação e executar corretamente as manobras de desobstrução das vias aéreas”, defendeu. Segundo o relatório, acidentes por sufocamento e aspiração provocaram cerca de 300 mortes de crianças com menos de 1 ano no país em 2024, conforme dados do Ministério da Saúde. PRÓXIMOS PASSOS A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova aumento de penas para crimes contra idosos.

Proposta ainda precisa ser analisada pelo Plenário

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1706/25, que altera o Código Penal para aumentar as penas para os crimes de lesão corporal, abandono, constrangimento ilegal e estelionato praticados contra pessoas idosas.  Pelo texto, em casos de lesão corporal, a pena será de um a três anos de reclusão, podendo ser aumentada em um terço se for qualificada. A pena atual para lesão corporal simples é de três meses a um ano de detenção. Para o estelionato, o projeto prevê aumento de pena de um a dois terços. A pena poderá ser aplicada em dobro se a vítima tiver 80 anos ou mais. Nos crimes de abandono de incapaz ou constrangimento ilegal, as penas poderão ser aumentadas, respectivamente, pela metade e em um terço. O constrangimento ilegal ocorre quando alguém, por violência ou grave ameaça, força outra pessoa a fazer o que a lei proíbe ou a deixar de fazer o que a lei permite. Também ocorre quando o autor reduz a capacidade de resistência da vítima. A relatora, deputada Renilce Nicodemos (MDB-PA), apresentou parecer favorável à proposta de autoria do deputado Henderson Pinto (União-PA).O projeto ainda depende de aprovação pelo Plenário da Câmara, antes de seguir ao Senado. Mais vulneráveis Nicodemos considerou que endurecer as penas para crimes praticados contra idosos “alinha-se diretamente ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana, que exige do Estado não apenas a abstenção de violações, mas a adoção de medidas positivas para proteger os mais vulneráveis”. Para a relatora, a proposta complementa e aperfeiçoa o sistema atual de proteção ao idoso. “Do ponto de vista criminológico, os dados demonstram que a violência contra idosos tem características específicas que justificam tratamento penal diferenciado”, justificou. “A vulnerabilidade física, psicológica e social dessa população torna os crimes praticados contra ela particularmente reprováveis, não apenas pelos danos diretos causados, mas pelo impacto desproporcional que geram”, disse Renilce Nicodemos. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova ampliação da cobertura de medicamentos para doenças raras.

Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4973/25, que amplia a cobertura obrigatória dos planos de saúde para medicamentos de uso domiciliar capazes de controlar a evolução de doenças raras e imunomediadas.  autora da proposta, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), explicou que esses tratamentos são usados para controlar a evolução de doenças como artrite reumatoide, esclerose múltipla, doença de Crohn, artrite psoriásica e dermatite atópica, além de prevenir complicações. la destacou ainda que os remédios de uso oral podem oferecer uma alternativa aos tratamentos por infusão, que exigem estrutura hospitalar ou ambulatorial. ARECER FAVORÁVEL  colegiado aprovou o substitutivo da relatora, deputada Rosangela Moro (PL-SP), à proposta. egundo ela, a lei atual garante a cobertura de medicamentos orais para tratamento de câncer, mas não estabelece regra equivalente para outras doenças graves e progressivas, o que restringe o acesso a tratamentos disponíveis fora do ambiente hospitalar. RITÉRIOS osangela Moro ressaltou que o substitutivo confere “maior segurança jurídica e precisão normativa” ao texto original ao estabelecer critérios para a cobertura dos medicamentos pelos planos de saúde. Entre as condições estão: prescrição médica; registro sanitário e indicação terapêutica aprovada em bula pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária; cumprimento das Diretrizes de Utilização aplicáveis; e inclusão do medicamento no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para a indicação terapêutica e a população correspondentes. O texto aprovado altera a Lei dos Planos de Saúde. PRÓXIMOS PASSOS O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto exige consulta pública para dar nome a rodovias e viadutos federais.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

O Projeto de Lei 3471/23 exige a realização de consultas e audiências públicas para a escolha de nomes de estações terminais, pontes, viadutos e trechos de rodovias federais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta altera a Lei 6.682/79, que dispõe sobre a denominação de vias e estações terminais do Plano Nacional de Viação. Atualmente, a legislação não especifica critérios detalhados para a escolha dos nomes dos homenageados. PARTICIPAÇÃO POPULAR Segundo o autor da proposta, deputado Diego Garcia (União-PR), o objetivo é garantir a participação da população na definição das homenagens. “Nada mais democrático do que incluirmos a participação popular nesses processos”, disse.Pelo texto, a pertinência da homenagem deverá ser atestada por meio de consultas documentadas com organizações locais. Outra opção para comprovar o apoio é a manifestação da Câmara de Vereadores ou da Assembleia Legislativa. PRÓXIMOS PASSOS A proposta será analisada em conjunto com o Projeto de Lei 3201/19, já aprovado pelo Senado, por tratarem de assuntos semelhantes. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova admissibilidade de PEC que prevê recursos mínimos para o esporte.

Texto continua em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 175/07, que estabelece que União, estados, Distrito Federal e municípios deverão destinar, anualmente, pelo menos 1% da receita de impostos à promoção do desporto educacional e de alto rendimento. A proposta, de autoria do ex-deputado Décio Lima (SC), recebeu parecer favorável do relator, deputado Helder Salomão (PT-ES). REPASSES Além de definir percentuais mínimos, a proposta propõe um sistema de repasse de recursos entre os entes federativos para viabilizar políticas públicas integradas. Assim, do mínimo previsto para a União, 25% serão destinados aos estados e ao Distrito Federal, e 25% aos municípios. Os critérios de rateio dos recursos serão definidos em lei complementar. OUTRAS PROPOSTAS Helder Salomão também considerou constitucionais outras quatro PECs que estão apensadas: PEC 191/07, que também assegura recursos mínimos de 1% por ano para a promoção do desporto; PEC 351/13, que permite a destinação de recursos públicos a entidades desportivas privadas; PEC 417/09, que assegura recursos mínimos para o financiamento de ações e serviços públicos do desporto; e PEC 130/15, que determina a aplicação de um percentual mínimo de 2% da receita resultante de impostos no desenvolvimento do esporte e lazer. PRÓXIMAS ETAPAS A análise da admissibilidade pela CCJ é apenas o primeiro passo da tramitação da proposta. Agora, os textos serão analisados por uma comissão especial e pelo Plenário, em dois turnos de votação. Fonte: Agência Câmara de Notícias


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Governo mira 36 mercados após tarifas dos EUA afetarem 5,6 mil empresas.

 

Plano da ApexBrasil prevê investimento de R$ 210 milhões e mais de 300 ações para abrir alternativas às exportações brasileiras. Agronegócio, alimentos, calçados, máquinas, medicamentos, móveis e pescados estão entre os 35 setores que receberão apoio.

O governo lançou um plano para ampliar as vendas de produtos nacionais em 36 mercados e reduzir os impactos das tarifas impostas pelos Estados Unidos. A iniciativa deve atender milhares de empresas que tiveram as exportações afetadas pelas novas barreiras comerciais norte-americanas.Segundo o governo, aproximadamente 5.600 empresas brasileiras foram atingidas diretamente pelas medidas. Desse total, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) tem capacidade para apoiar até 5.300 companhias de 35 setores considerados estratégicos. O Plano de Diversificação de Exportações receberá R$ 210 milhões em investimentos e prevê mais de 300 ações comerciais. A estratégia foi apresentada na terça-feira (11), em São Paulo, pelo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, durante uma reunião com representantes de mais de 30 entidades. Entre os setores prioritários estão agronegócio, alimentos e bebidas, calçados e couro, máquinas e equipamentos, dispositivos médicos, medicamentos, materiais elétricos e eletrônicos, indústria têxtil e de confecção, móveis, pescados, pedras, gemas e joias. Brasil busca novos compradores sem abandonar mercado dos EUA A estratégia prevê aproximar as empresas brasileiras de compradores internacionais por meio de rodadas de negócios, participação em feiras, consultorias para entrada em novos mercados e apoio financeiro. "Queremos diversificar mercados. Temos 36 mercados prioritários nos quais vamos atuar. E como fazemos isso? Levando oportunidades para que essas empresas possam fechar novos negócios e encontrar novos caminhos", afirmou Müller. Segundo o presidente da ApexBrasil, a procura por outros destinos para as exportações não significa uma saída do mercado norte-americano. "Nós não vamos substituir o mercado americano, vamos continuar trabalhando nos Estados Unidos, o país é um mercado importante. Mas o nosso foco agora é a diversificação, oferecer apoio e socorro às empresas impactadas para minimizar os riscos", disse.O programa disponibilizará 2.300 vagas para reuniões de negócios, 1.400 para participação em feiras internacionais, atendimento de consultoria para 1.200 empresas e mil vagas na chamada Bolsa Exportação. A América Latina concentrará o maior número de iniciativas, com 85 ações. A Europa terá 77, seguida pela Ásia, com 46. Canadá e México receberão 23 ações, enquanto África terá 16 e Oriente Médio, 11. Segundo a ApexBrasil, o cronograma do programa segue até agosto de 2027. Exportações brasileiras crescem apesar da queda nas vendas aos EUA O anúncio ocorre em um período de crescimento do comércio exterior brasileiro, apesar da retração das vendas para os Estados Unidos. Até julho, o Brasil acumulou superávit comercial de US$ 49 bilhões, avanço de 31,9% na comparação com os primeiros sete meses do ano anterior. As exportações brasileiras cresceram 10,5% no período e alcançaram US$ 218,6 bilhões. Já as importações avançaram 5,5%, somando US$ 169,5 bilhões, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento de 19,7% das vendas brasileiras para a China.Na direção contrária, as exportações destinadas aos Estados Unidos recuaram 12,2%. Washington, que até 2025 era o segundo maior parceiro comercial do Brasil, perdeu a posição para a União Europeia. As vendas brasileiras ao mercado norte-americano vêm registrando queda desde maio de 2025. Naquele período, o governo de Donald Trump aplicou uma tarifa adicional de 50% sobre grande parte dos produtos brasileiros. A medida acabou posteriormente suspensa por decisão judicial. Em Julho, Washington anunciou uma nova tarifa adicional de 25%, sob a justificativa de práticas comerciais consideradas desleais, além de outra taxa de 12,5%, relacionada a alegações de que o Brasil não estaria combatendo adequadamente o trabalho forçado. Estimativas apresentadas por representantes do setor empresarial brasileiro apontam que as novas medidas podem atingir entre US$ 7,4 bilhões e US$ 11 bilhões em exportações, o equivalente a uma parcela entre 18% e 29% de tudo o que o Brasil vende aos Estados Unidos. O governo tenta negociar a suspensão das tarifas. As medidas comerciais ocorrem durante um período de tensão diplomática entre os dois países, agravada em 4 de Agosto pela revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.


Copa do Brasil terá três clássicos estaduais nas quartas de final.

Dos quatro jogos desta fase da disputa, três serão clássicos regionais: Palmeiras x Santos, Grêmio x Internacional e Cruzeiro x Atlético-MG. Vasco e Vitória completam os duelos das quartas da Copa do Brasil.

 Em sorteio realizado nesta terça-feira (11) na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), no Rio de Janeiro, foram definidos os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil.Dos quatro jogos desta fase da disputa, três serão clássicos regionais: Palmeiras x Santos, Grêmio x Internacional e Cruzeiro x Atlético-MG. Vasco e Vitória completam os duelos das quartas da Copa do Brasil. É a primeira vez na história da competição, que começou em 1989, que três das quatro partidas das quarta de final serão clássicos entre times rivais. A edição que chegou mais perto foi a de 2025, com dois clássicos: Atlético-MG x Cruzeiro mais uma vez, com vitória dos cruzeirenses por 4 a 0, no placar agregado, e Vasco x Botafogo, com triunfo vascaíno na disputa de pênaltis, após empate em 2 a 2 depois dos dois jogos. As partidas de ida e volta estão previstas para acontecer entre 26 de agosto e 2 de Setembro. As semifinais ocorrerão entre 1º e 8º de novembro, com a final pela primeira vez em jogo único, no dia 6 de Dezembro. O sorteio desta terça-feira também definiu os mandos de campo, com Inter, Cruzeiro, Vasco e Palmeiras disputando o primeiro jogo em casa. Além disso, também ficou definido o caminho dos times até a final. O vencedor do clássico gaúcho terá pela frente nas semifinais quem passar do clássico mineiro, com Palmeiras ou Santos encarando na próxima fase Vitória ou Vasco. Do grupo classificado, sete já conquistaram o título da competição ao menos uma vez, reunindo um total de 20 taças. O único que ainda não sagrou-se campeão é o Vitória, que ficou com o vice em 2010, contra o Santos de Neymar. A CBF também anunciou que as partidas das quartas de final contarão com a tecnologia do impedimento semiautomático, que já passou a ser adotada no Campeonato Brasileiro. SALTO NO VALOR DA PREMIAÇÃO A PARTIR DE 2018 Ao longo da história, a Copa do Brasil foi o palco de algumas das maiores zebras do futebol brasileiro, o que chegou a lhe render a alcunha de "competição mais democrática" do país. Em 2004, o Santo André, então na Série B, deixou pelo caminho Atlético-MG e Palmeiras, batendo o Flamengo de Júlio César e Athirson na decisão.No ano seguinte, foi a vez do Paulista de Jundiaí, que passou por Botafogo e Internacional e superou o Fluminense na final.Um dos casos mais lembrados ocorreu em 2002, quando o pequeno ASA de Arapiraca tirou o Palmeiras logo na primeira fase. Nos últimos anos, porém, o aumento da premiação aos times que chegam mais longe no torneio reduziu o espaço para as surpresas. Até 2017, o campeão recebia R$ 6 milhões, valor que deu um salto de 730% para R$ 50 milhões, a partir de 2018, quando a CBF fechou um novo contrato de direitos de transmissão com a Rede Globo. Desde então, os valores vêm em trajetória crescente, chegando a R$ 78 milhões ao campeão, e a R$ 34 milhões ao vice, na edição de 2026.FONTE WSPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


Memphis Depay ameaça acionar Fifa após Corinthians desistir de renovação.

Atacante holandês diz que havia acertado novo contrato de dois anos e acusa o clube de descumprir o compromisso. Corinthians tem dívida de R$ 43 milhões com o jogador, que pode buscar a Fifa para cobrar valores e indenizações.

Memphis Depay reagiu à decisão do Corinthians de não renovar seu contrato e afirmou que pretende tomar medidas para defender seus interesses. O atacante holandês disse que já havia acertado a permanência por mais dois anos e que o clube voltou atrás antes da assinatura do novo vínculo.A manifestação ocorreu na noite de terça-feira (11), após o Corinthians comunicar que não seguiria com a renovação. As negociações estavam avançadas e Memphis chegou a realizar exames médicos.Memphis Depay diz que renovação já estava acertada Segundo o jogador, o acordo para permanecer no Corinthians havia sido aprovado pelo presidente Osmar Stabile e também pelos departamentos de futebol, jurídico e financeiro. "Muito decepcionado por saber que o Corinthians decidiu não honrar o acordo que tínhamos para prorrogar meu contrato por dois anos. Essa renovação foi explicitamente acertada com o presidente, bem como com os departamentos de futebol, jurídico e financeiro. No entanto, algumas pessoas decidiram descumprir esse compromisso", escreveu Memphis no X.Apesar do entendimento verbal, o contrato não foi formalizado. Stabile decidiu não assinar os documentos após sofrer pressão interna de pessoas contrárias à permanência do atacante no clube. Memphis afirmou que voltará a falar sobre o episódio e sinalizou que pretende reagir judicialmente ou por outras vias para preservar seus direitos. "Eu não queria essa situação e sempre respeitei o clube ao longo do processo, mas agora eu sou obrigado a reagir fortemente para preservar meus interesses. Nos próximos dias, vou me pronunciar publicamente, mas tenham certeza de que eu não deixarei esse comportamento inaceitável passar impune", declarou. Dívida do Corinthians com Memphis pode chegar a R$ 80 milhões O fim das negociações também pode aumentar o problema financeiro do Corinthians com o atacante. O clube deve aproximadamente R$ 43 milhões a Memphis. Como parte do acordo para continuar no time, o holandês havia aceitado receber a dívida em quatro parcelas e abrir mão dos juros. Com os encargos, o valor pode se aproximar de R$ 80 milhões. Memphis também concordou com uma redução significativa de salário para viabilizar a renovação. Depois do recuo do Corinthians, a expectativa é de que o jogador possa procurar a Fifa para exigir o pagamento integral da dívida e buscar eventuais indenizações. Corinthians cita situação financeira para explicar decisão Ao justificar publicamente o fim das tratativas, Osmar Stabile afirmou que a situação financeira do Corinthians pesou na decisão de não assumir um novo compromisso com Memphis. "Esta decisão foi tomada única e exclusivamente em consideração à saúde financeira da nossa instituição, que demanda um rigoroso equilíbrio e responsabilidade na gestão dos recursos", afirmou o presidente. Stabile também declarou que "ficou claro que assumir um novo compromisso dessa magnitude não seria compatível, neste momento, com o equilíbrio financeiro".FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.


Cardiologistas destacam alimento que pode ajudar a proteger o coração.

 

Especialistas explicam como a alimentação pode influenciar colesterol, triglicerídeos, inflamação e até o ritmo cardíaco, além de apontarem uma escolha que merece espaço no cardápio de quem busca cuidar melhor da saúde cardiovascular.

A alimentação está entre os fatores do estilo de vida que podem influenciar diretamente a saúde do coração. Embora genética e histórico familiar também tenham peso no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, as escolhas feitas à mesa podem interferir em aspectos como pressão arterial, triglicerídeos, glicemia, peso corporal e saúde dos vasos sanguíneos.Entre os alimentos frequentemente recomendados em uma dieta voltada à saúde cardiovascular estão os peixes gordurosos, como salmão, sardinha, cavala e truta. Eles se destacam pela quantidade de ácidos graxos ômega-3, principalmente EPA, ácido eicosapentaenoico, e DHA, ácido docosahexaenoico. A American Heart Association recomenda o consumo de duas porções de peixe por semana, com preferência pelos tipos ricos em ômega-3. A orientação faz parte de um padrão alimentar saudável para o coração. "A dieta é um dos poucos fatores de risco cardiovascular sobre os quais se tem controle direto no dia a dia, e atua em praticamente todos os mecanismos que levam às doenças cardíacas", afirma o cardiologista Muzamil Khawaja. Segundo o médico, aquilo que uma pessoa consome pode afetar "diretamente os níveis de colesterol e triglicerídeos, pressão arterial, glicemia e sensibilidade à insulina, peso corporal e até mesmo o nível de inflamação circulante nos vasos sanguíneos". Frutas, verduras, legumes e grãos integrais ricos em fibras também fazem parte de uma alimentação considerada favorável ao sistema cardiovascular. Quando o assunto é a ingestão de gorduras benéficas, porém, os peixes gordurosos ganham destaque. Peixe gorduroso pode ajudar a controlar os triglicerídeos Um dos efeitos mais bem estabelecidos dos ácidos graxos EPA e DHA está relacionado aos triglicerídeos, um tipo de gordura presente no sangue. O organismo utiliza triglicerídeos como fonte e reserva de energia. Quando seus níveis permanecem elevados, porém, eles passam a fazer parte do conjunto de fatores associados ao aumento do risco cardiovascular.Dados reunidos pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, o NIH, indicam que o aumento da ingestão de ômega-3 de cadeia longa pode reduzir os níveis de triglicerídeos, com efeito maior entre pessoas que já apresentam valores elevados. Essa é uma diferença importante quando se fala em colesterol. Embora ômega-3 e peixe sejam frequentemente associados ao "controle do colesterol", a evidência mais consistente está na redução dos triglicerídeos, e não necessariamente em uma diminuição direta do colesterol LDL ou em um aumento relevante do HDL. E o colesterol? O colesterol costuma ser dividido popularmente entre HDL, chamado de colesterol "bom", e LDL, conhecido como colesterol "ruim". O HDL participa do transporte do excesso de colesterol presente nos tecidos e na circulação até o fígado. Já concentrações elevadas de LDL estão associadas à formação de placas nas paredes das artérias e ao desenvolvimento da aterosclerose. O cardiologista Rajesh S. Banker destaca os peixes gordurosos como parte de uma alimentação favorável à circulação. "Peixes gordurosos podem ajudar a aumentar o HDL e manter um fluxo sanguíneo saudável e desobstruído pelas artérias", afirma. No entanto, os efeitos do ômega-3 sobre diferentes tipos de colesterol podem variar. Por isso, seu benefício cardiovascular não deve ser reduzido apenas às alterações de HDL e LDL. O impacto sobre triglicerídeos e o fato de o peixe poder substituir alimentos com maior quantidade de gordura saturada também são relevantes. Ômega-3 e inflamação Outro ponto observado quando se estuda a relação entre alimentação e doenças cardiovasculares é a inflamação crônica. Processos inflamatórios persistentes estão envolvidos no desenvolvimento e na progressão da aterosclerose, condição caracterizada pela formação de placas nas artérias. Com o tempo, o estreitamento e o comprometimento desses vasos podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares. "A inflamação sistêmica é um fator de estresse enorme para o sistema cardiovascular e para a saúde em geral", afirma Banker. Segundo o cardiologista, os peixes ricos em ômega-3 podem integrar uma alimentação com perfil anti-inflamatório. "Peixes gordurosos de qualidade oferecem fortes benefícios anti-inflamatórios que podem estabilizar o sistema vascular e diminuir o risco de eventos cardíacos", diz. Os benefícios cardiovasculares atribuídos ao consumo de peixe, porém, são avaliados dentro do conjunto da alimentação e dos demais hábitos de vida. A recomendação não significa que um único alimento seja capaz de prevenir doenças cardíacas isoladamente. Peixes gordurosos também estão ligados à função do coração O coração funciona a partir de impulsos elétricos responsáveis por coordenar cada batimento. Alterações nesse mecanismo podem levar a distúrbios do ritmo cardíaco. O cardiologista Rick Snyder explica que os ácidos graxos encontrados nos peixes participam de diferentes processos relacionados ao funcionamento cardiovascular. "Os ácidos graxos ômega-3 contribuem para o funcionamento elétrico normal do coração e ajudam os vasos sanguíneos a permanecerem flexíveis e saudáveis", afirma. Estudos sobre o consumo de peixes e ômega-3 analisam justamente possíveis efeitos sobre diferentes desfechos cardiovasculares. A American Heart Association mantém a orientação de incluir peixe, especialmente variedades gordurosas, duas vezes por semana como parte de uma dieta equilibrada. Quais peixes são ricos em ômega-3? Salmão, sardinha, cavala e truta estão entre as opções conhecidas pela maior concentração de ômega-3. Outros pescados também podem fornecer esses ácidos graxos em quantidades diferentes. Para a saúde cardiovascular, o benefício não depende apenas da escolha do peixe. A forma de preparo e o restante da alimentação também contam. Uma dieta saudável para o coração inclui vegetais, frutas, cereais integrais e outras fontes de nutrientes, ao mesmo tempo em que limita o excesso de gordura saturada, sódio e açúcar adicionado. Assim, incluir peixes gordurosos regularmente no cardápio pode ser uma das estratégias para aumentar a ingestão de EPA e DHA e favorecer a saúde cardiovascular, especialmente quando eles substituem alimentos menos saudáveis na rotina alimentar.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.


Chrome deixa computador lento? Veja 4 navegadores que podem substituí-lo.

O navegador do Google lidera o mercado mundial, mas o alto consumo de recursos pode incomodar quem busca mais desempenho. Algumas alternativas oferecem funções extras, compatibilidade com diferentes sistemas e propostas distintas de privacidade e personalização

O Google Chrome é o navegador de internet mais utilizado no mundo e se tornou uma escolha comum para quem busca integração direta com os serviços do Google e facilidade para realizar pesquisas. A popularidade, no entanto, não impede que uma característica do navegador seja alvo frequente de reclamações: o consumo elevado de recursos do computador.Usuários que mantêm várias abas abertas ou utilizam extensões podem perceber queda de desempenho, principalmente em computadores com menos memória disponível. Nesses casos, trocar de navegador pode ser uma alternativa para tentar melhorar a experiência de navegação sem abrir mão das principais funções usadas no dia a dia.O mercado oferece opções que vão além do Chrome e que funcionam nos sistemas operacionais mais populares. Algumas apostam em maior privacidade, outras em personalização ou em ferramentas integradas que dispensam a instalação de extensões adicionais. O site BGR reuniu algumas alternativas que podem interessar a quem pretende deixar o navegador do Google ou simplesmente experimentar outras opções. Brave O Brave se destaca principalmente pela proposta de privacidade. O navegador conta com recursos próprios para bloquear anúncios e rastreadores durante a navegação, reduzindo a quantidade de elementos carregados em determinadas páginas. Por ser baseado no Chromium, projeto de código aberto que também serve de base para o Google Chrome, o Brave mantém uma experiência relativamente familiar para quem já utiliza o navegador do Google. Essa característica também facilita a adaptação de usuários acostumados à organização das abas, aos menus e à utilização de extensões compatíveis com o ecossistema Chromium. Vivaldi O Vivaldi é voltado principalmente para quem gosta de personalizar a forma como utiliza o navegador. A plataforma oferece diferentes possibilidades de organização de abas, menus e atalhos, permitindo adaptar a interface às preferências de cada pessoa. Entre as propostas do navegador está concentrar várias ferramentas em um único ambiente, diminuindo a necessidade de recorrer a programas ou extensões externas para determinadas tarefas.O nível de personalização faz do Vivaldi uma alternativa especialmente direcionada a usuários que querem maior controle sobre a experiência de navegação. Mozilla Firefox O Mozilla Firefox é uma das alternativas mais conhecidas ao Google Chrome e mantém uma característica importante em relação a muitos concorrentes: não utiliza o Chromium como base. Desenvolvido pela Mozilla, o navegador utiliza tecnologia própria e oferece recursos voltados à privacidade, ao bloqueio de rastreamento e à personalização. O Firefox também está disponível em diferentes sistemas operacionais, permitindo sincronizar informações de navegação entre computadores e dispositivos móveis. Para quem procura reduzir a dependência do ecossistema do Google e do Chromium, o Firefox aparece como uma das opções mais tradicionais disponíveis atualmente. Opera O Opera também disputa espaço entre os navegadores que procuram oferecer ferramentas adicionais além da simples abertura de páginas na internet. A plataforma reúne funções integradas que buscam facilitar diferentes tarefas durante a navegação e pode ser utilizada em computadores e dispositivos móveis.Assim como Brave e Vivaldi, o Opera utiliza tecnologias ligadas ao Chromium, o que torna a experiência mais próxima daquela encontrada no Chrome e facilita a utilização de recursos já conhecidos pelos usuários. Qual navegador pode substituir o Google Chrome? A escolha depende principalmente daquilo que cada usuário procura. Quem prioriza privacidade pode encontrar no Brave uma alternativa interessante, enquanto o Vivaldi aposta fortemente em personalização. O Firefox pode agradar quem deseja utilizar um navegador independente do Chromium, enquanto o Opera oferece uma experiência com diferentes ferramentas incorporadas. Trocar definitivamente de navegador também não é obrigatório. As quatro opções podem ser instaladas junto com o Chrome, permitindo testar desempenho, recursos e facilidade de uso antes de decidir qual delas funciona melhor em cada dispositivo.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.


Comer kiwi com casca faz bem? Veja 5 benefícios que muita gente ignora.

A parte externa da fruta concentra fibras, antioxidantes e nutrientes que podem complementar os benefícios encontrados na polpa. Consumir o kiwi inteiro pode favorecer a digestão, aumentar a ingestão de vitamina C e contribuir para diferentes funções do organismo.

Okiwi é conhecido pela polpa rica em vitamina C, fibras, potássio e vitamina K, mas os nutrientes da fruta não estão concentrados apenas na parte interna. A casca, que muita gente costuma retirar antes de comer, também pode ser consumida e acrescenta fibras, antioxidantes e outras substâncias importantes à alimentação.Segundo informações reunidas pelo Verywell Health, comer o kiwi inteiro pode aumentar significativamente a quantidade de determinados nutrientes ingeridos. A casca, apesar da textura característica, concentra compostos que podem trazer benefícios para o intestino, sistema imunológico e saúde cardiovascular. 1. Casca do kiwi aumenta a quantidade de fibras Um dos principais benefícios de consumir o kiwi sem retirar a casca está no aumento da ingestão de fibras. Comer a fruta inteira pode elevar em aproximadamente 50% a quantidade desse nutriente. O kiwi fornece fibras solúveis e insolúveis, que desempenham funções diferentes no sistema digestivo. As solúveis formam uma espécie de gel durante a digestão, ajudando a regular a velocidade com que os alimentos passam pelo trato gastrointestinal. Já as fibras insolúveis favorecem a movimentação do conteúdo intestinal. A combinação dos dois tipos contribui para o funcionamento regular do intestino e pode ajudar a prevenir a constipação. Uma alimentação rica em fibras também está associada à manutenção de uma microbiota intestinal equilibrada, o que pode ter reflexos sobre processos inflamatórios no organismo. 2. Parte externa da fruta concentra mais antioxidantes A casca apresenta concentrações maiores de compostos fenólicos e flavonoides em comparação com a polpa. Ao comer as duas partes juntas, é possível aumentar a ingestão dessas substâncias antioxidantes. Os antioxidantes atuam na proteção das células contra danos relacionados aos radicais livres. Esses compostos também são estudados por sua participação no controle de processos inflamatórios.Por isso, descartar a casca pode significar abrir mão de uma parte relevante dos antioxidantes presentes naturalmente na fruta. 3. Kiwi com casca oferece ainda mais vitamina C A vitamina C é um dos nutrientes mais conhecidos do kiwi. Consumir a casca junto com a polpa aumenta ainda mais a quantidade ingerida. No organismo, essa vitamina participa de diferentes processos. Ela ajuda a proteger as células contra a ação dos radicais livres, contribui para a formação de colágeno e para a cicatrização de feridas, além de favorecer a absorção de ferro presente nos alimentos. A vitamina C também participa de funções relacionadas ao sistema imunológico e à saúde cardiovascular. 4. Nutrientes podem contribuir para a saúde do coração A combinação de antioxidantes presente no kiwi pode ajudar a proteger as células contra danos e processos inflamatórios associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A casca também contém vitamina E, nutriente com ação antioxidante e participação em diferentes processos do organismo. Essa vitamina está relacionada ao funcionamento dos vasos sanguíneos e à formação de células vermelhas do sangue, fatores que fazem parte da manutenção da saúde cardiovascular. O kiwi também fornece potássio, mineral importante para diferentes funções do corpo e associado ao funcionamento adequado do sistema cardiovascular. 5. Comer a casca aumenta a ingestão de folato Outro nutriente presente em maior quantidade quando o kiwi é consumido inteiro é o folato. Segundo o Verywell Health, manter a casca pode elevar em cerca de 34% a quantidade desse nutriente ingerida. O folato tem importância especial durante a gravidez, sobretudo nas fases iniciais do desenvolvimento do bebê. Dependendo das necessidades individuais, a suplementação também pode ser recomendada por profissionais de saúde para pessoas que estão grávidas ou que podem engravidar. Kiwi também pode trazer outros benefícios Mesmo sem considerar a casca, a fruta reúne nutrientes relacionados a diferentes funções do organismo. O kiwi contém substâncias como serotonina, melatonina e folato, que têm sido estudadas por sua relação com a qualidade do sono. A elevada concentração de vitamina C também pode favorecer a absorção do ferro obtido pela alimentação. A fruta fornece ainda luteína e zeaxantina, carotenoides relacionados à saúde dos olhos, além de cobre, mineral que participa do funcionamento do sistema nervoso. O potássio completa o conjunto de nutrientes encontrados no kiwi e desempenha funções importantes para músculos, sistema nervoso e coração. Para consumir a casca, é recomendável lavar bem a fruta antes de comer. A textura pode causar estranhamento no início, mas o kiwi inteiro pode ser uma maneira simples de aproveitar uma quantidade maior dos nutrientes naturalmente presentes no alimento.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova proposta de adoção de hip hop nas escolas públicas.

Texto segue em análise na Câmara dos Deputados. A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou ...