CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

quinta-feira, 23 de julho de 2026

CÂMARA DOS DEPUTADOS Retrospectiva: regras menos rígidas para atividades na Mata Atlântica foram aprovadas na área de meio ambiente.

Deputados também aprovaram no primeiro semestre proposta que proíbe a fabricação de cosméticos e produtos de higiene que contenham microplásticos.

Entre as propostas relativas ao meio ambiente, no primeiro semestre de 2026, foi aprovado em caráter conclusivo pelas comissões da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 364/19, que impõe as regras de regularização do Código Florestal a todos os biomas, inclusive à Mata Atlântica, que tem regras mais rígidas que as do código. A proposta foi enviada ao Senado. O projeto, do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), foi relatado pelo deputado Lucas Redecker (PSD-RS) e permite essa regularização inclusive para ocupações anteriores ao Código Florestal, mesmo se tratando de Áreas de Preservação Permanente (APP), de reserva legal e de áreas de uso restrito. Enquanto a Lei da Mata Atlântica proíbe, passaria a ser permitida a realização de atividades agrossilvopastoris nessas áreas, com dispensa da autorização para corte de vegetação nativa ou em regeneração (primária ou secundária com recuperação em estágio médio ou avançado), independentemente das exceções previstas atualmente. Depois de o imóvel rural cumprir as normas para regularização previstas no Código Florestal, mais flexíveis que as da Mata Atlântica, por exemplo, ele será considerado regularizado em relação a todas essas áreas (consolidadas, APPs, reserva legal e áreas de uso restrito). Também será permitido utilizar a área rural consolidada para quaisquer atividades, admitindo-se a substituição das atualmente realizadas por outras atividades produtivas, como agricultura. O texto permite ainda o uso alternativo do solo em campos de altitude na Mata Atlântica, em campos gerais e em campos nativos de todo o país, abrangendo o Pantanal, o Cerrado e os Pampas, além de certas áreas da Amazônia. Esses campos têm formações vegetais campestres, com predominância de gramíneas, herbáceas e arbustos, mas também são relevantes na proteção de espécies exclusivas (endêmicas) e na proteção de nascentes e cabeceiras de drenagem em altitudes maiores.Fiscalização sem destruição A Câmara dos Deputados também aprovou projeto de lei que impede a fiscalização ambiental de adotar medidas cautelares, como a antecipação de sanções listadas na Lei dos Crimes Ambientais. A matéria está em análise no Senado. De autoria dos deputados Lucio Mosquini (PL-RO) e Zé Adriano (PP-AC), o Projeto de Lei 2564/25 foi relatado pela deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) e condiciona o uso de imagens de satélite como base para impor embargos a obras ou desmatamentos se assegurada a notificação prévia ao envolvido para que apresente esclarecimentos e documentos. Com isso, embora certas intervenções sejam proibidas, como desmatar dentro de unidades de conservação integral, uma atuação da fiscalização para impedir o avanço da ação dependeria dessa defesa. Da mesma forma, o texto impede, por exemplo, a destruição ou inutilização de equipamentos ou produtos de crime ambiental por considerá-las antecipação da sanção prevista na lei de crimes ambientais. Esse tipo de ação é adotada pelo Ibama em situações mais graves, com base no Decreto 6.154/08 e em razão da impossibilidade de deslocamento de máquinas e outros veículos utilizados para desmatamento de dentro da mata para a unidade do órgão como forma de apreensão. Assim, essa medida cautelar interrompe danos maiores em casos de crime ambiental. Floresta reduzida A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que retoma a redução dos limites da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará. A matéria está em análise no Senado. De autoria do deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), o Projeto de Lei 2486/26 foi relatado pelo deputado José Priante (MDB-PA). O texto desmembra, dos atuais 1,3 milhão de hectares (ha) da floresta, um total de 486 mil ha para conversão em Área de Proteção Ambiental (APA). A Flona do Jamanxim passará a ficar com cerca de 815 mil hectares e, dentro da floresta e da APA criada, a mineração passa a ser permitida explicitamente, segundo planos de manejo. A região enfrenta dificuldades para conter a exploração ilegal da unidade de conservação por meio de desmatamento e garimpo.Microplásticos em cosméticos Um projeto aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania proíbe a fabricação, a importação e a venda de produtos de higiene e cosméticos com microesferas de plástico na composição. Enviado ao Senado, o Projeto de Lei 6528/16, do deputado Mário Heringer (PDT-MG), pretende evitar a contaminação dos oceanos, já que, pelo tamanho, essas partículas passam pelos filtros dos sistemas de tratamento. As microesferas de plástico têm tamanho inferior a cinco milímetros e são usadas para limpar, clarear, abrasar ou esfoliar a pele. As regras entrarão em vigor 12 meses após a publicação da futura lei, se sancionada. Números do semestre No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição. Reportagem – Eduardo Piovesan Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Retrospectiva: novo piso salarial dos professores foi destaque entre aprovações da Câmara na área de educação.

Deputados também aprovaram no primeiro semestre projeto que garante cobertura previdenciária a alunos bolsistas de pós-graduação.

No primeiro semestre deste ano, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1334/26, que criou uma nova regra de reajuste do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. O texto, também aprovado no Senado, foi convertido na Lei 15.437/26. A norma determina que, a partir de janeiro de 2026, o reajuste será baseado na soma: da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior (no caso, 2025); e de 50% da média da variação percentual da receita real de cinco anos anteriores (de 2021 a 2025, no caso de 2026) vinda de estados, Distrito Federal e municípios para compor o Fundeb. A variação real corresponde ao que ficou acima do INPC no período. A regra também valerá para profissionais contratados por tempo determinado. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o reajuste do piso em 2026 foi de 5,40%. Esse percentual reúne o INPC de 2025, de 3,90%, e um ganho real de 1,50%. O piso nacional passou de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 em janeiro de 2026. Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias INSS de bolsistas Na área de educação, os deputados também aprovaram o Projeto de Lei 2950/15, que torna obrigatória a participação do bolsista de pós-graduação como contribuinte individual da Previdência Social para fins de acesso a benefícios como aposentadoria e auxílios. De autoria do ex-deputado Davidson Magalhães (BA), o texto aprovado pela Casa foi relatado pelo deputado Ricardo Galvão (Rede-SP) e está em análise no Senado. A contribuição assegurará, por exemplo, cobertura previdenciária em situações de doença, maternidade e incapacidade temporária. Além disso, possibilita a contagem do tempo dedicado à pesquisa para fins de aposentadoria. A contribuição a ser recolhida pela instituição cedente da bolsa será de 11% sobre um salário mínimo (atualmente R$ 1.621,00). Com essa alíquota, o acesso à aposentadoria será somente por idade, atualmente em 62 anos para mulher e 65 anos para homem. Caso deseje aposentadoria por tempo de contribuição ou que o tempo possa ser aproveitado para se aposentar por algum regime próprio de servidores públicos, o interessado deverá complementar a contribuição recolhida pela instituição com mais 9% sobre a base de cálculo, a fim de totalizar 20% de recolhimento. Escolas sustentáveis O Programa Nacional de Escolas Resilientes e Sustentáveis foi aprovado pela Câmara dos Deputados para ajudar na adaptação às mudanças climáticas e no uso de recursos naturais.De autoria do deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), o Projeto de Lei 2841/24 foi relatado pela deputada Socorro Neri (PP-AC) e tramita agora no Senado. O texto prevê ações como: a instalação, a manutenção e a melhoria dos sistemas de drenagem, ventilação e climatização; utilização de sistemas de energia renovável e equipamentos eficientes; e uso racional da água, da energia e gestão de resíduos. Outras medidas incluem a arborização para evitar incidência solar e diminuir a temperatura média no ambiente, além de reformas e melhorias estruturais para aumentar a resistência das edificações a eventos climáticos extremos. Cultura nas escolas A Câmara dos Deputados aprovou ainda no primeiro semestre, a política nacional “Mais Cultura nas Escolas”, objeto do Projeto de Lei 533/24, em análise hoje no Senado. De autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a proposta foi aprovada com a relatoria do deputado Tarcísio Motta, prevendo parceria entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios com a sociedade civil no setor da cultura. Segundo o texto, a União deverá apoiar os outros entes federativos na elaboração de um plano de atividade cultural anual para as escolas públicas de educação básica. Para viabilizar a execução dos planos, poderão ser utilizados os moldes operacionais e regulamentares do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Cada plano deverá conter as ações, as metas, o cronograma de execução e a previsão de início e término das atividades, envolvendo bens e serviços necessários à realização das atividades artísticas, culturais e pedagógicas previstas. Números do semestre No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição. Reportagem – Eduardo Piovesan Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Retrospectiva: Câmara aprovou propostas de combate à violência contra a mulher.

No primeiro semestre deste ano, deputados aprovaram, por exemplo, a padronização do atendimento às vítimas e o reforço na punição a agressores.

A Câmara dos Deputados aprovou, no primeiro semestre deste ano, um conjunto de propostas que reforçam o combate à violência contra a mulher, com medidas voltadas à prevenção, ao atendimento das vítimas e à punição de agressores. Entre os principais destaques estão a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e de um protocolo unificado de atendimento às vítimas de estupro. Números do semestre No total, foram aprovados no primeiro semestre de 2026, pelo Plenário, 118 projetos de lei, 9 projetos de lei complementar, 20 medidas provisórias, 12 projetos de decreto legislativo, 5 projetos de resolução e 4 propostas de emenda à Constituição. Sistema nacional de enfrentamento Por meio do Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26, a Câmara dos Deputados aprovou a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres. A proposta está em análise no Senado. De autoria da deputada Jack Rocha (PT-ES) e outros, o texto foi relatado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e prevê colaboração integrada entre o Ministério das Mulheres e os entes federativos. O texto também permite que estados participantes do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) direcionem parte dos recursos vinculados a investimentos para ações do sistema. O novo sistema de enfrentamento da violência contra meninas e mulheres terá como diretrizes ampliar a capacidade de prevenir e enfrentar o problema com ações intersetoriais, respeitada a autonomia dos entes federativos. Atendimento a vítimas de estupro Com a aprovação do Projeto de Lei 2525/24, da deputada Coronel Fernanda (PL-MT), a Câmara defendeu a criação de um protocolo unificado de atendimento em unidades de saúde e delegacias para casos de estupro e violência contra mulher, criança, adolescente e pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta está em análise no Senado. Relatado pela deputada Soraya Santos (PL-RJ), o texto define procedimentos para preservar provas, garantir o encaminhamento da vítima entre os serviços de saúde e segurança pública e evitar a revitimização durante o atendimento.Programa “Antes que aconteça” A Câmara aprovou também proposta que cria o programa “Antes que aconteça” para prevenir casos de violência contra a mulher e dar mais efetividade às medidas protetivas. Convertido na Lei 15.398/26, o Projeto de Lei 6674/25, do Senado, foi relatado pela deputada Amanda Gentil (PP-MA) e prevê: campanhas educativas; capacitação de profissionais das áreas de saúde, segurança, educação, Justiça e assistência social; monitoramento eletrônico de agressores; atendimento itinerante em regiões de difícil acesso; e programas de reeducação de autores de violência.Tornozeleira obrigatória Outra medida aprovada pelos deputados e transformada em lei determina que o juiz poderá exigir o uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressores quando houver risco à mulher em situação de violência doméstica. A regra consta do Projeto de Lei 2942/24, dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), convertido na Lei 15.383/26. Segundo o texto, relatado pela deputada Delegada Ione (PL-MG), a medida também poderá ser aplicada pelo delegado em cidades que não têm juiz no local. Nesses casos, a decisão precisará ser confirmada pelo magistrado. A norma também amplia a punição para quem descumprir medidas protetivas relacionadas ao monitoramento eletrônico e garante à vítima dispositivo de alerta sobre eventual aproximação do agressor.Homicídio vicário O homicídio vicário ocorre quando uma pessoa é assassinada para causar sofrimento psicológico à mulher, geralmente filhos ou outros familiares, no contexto da violência doméstica e familiar. Esse crime foi incluído no Código Penal, com pena de reclusão de 20 a 40 anos, graças a uma proposta aprovada pela Câmara. De autoria das deputadas Laura Carneiro (PSD-RJ), Fernanda Melchionna e Maria do Rosário (PT-RS), o Projeto de Lei 3880/24 foi relatado pela deputada Silvye Alves (União-GO) e convertido na Lei 15.384/26. O crime será considerado homicídio vicário quando for cometido contra descendente, ascendente, dependente, enteado ou pessoa sob guarda ou responsabilidade direta da mulher. A pena será aumentada de 1/3 se o crime for cometido: na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento; contra criança ou adolescente, pessoa idosa ou com deficiência; ou em descumprimento de medida protetiva de urgência. Além do aumento das penas, esse crime passa a ser considerado hediondo.Lesão corporal Com a aprovação do Projeto de Lei 3662/25, a Câmara dos Deputados apoiou o aumento das penas de lesão corporal grave, gravíssima ou seguida de morte praticadas contra a mulher por razões do sexo feminino (quando envolve violência doméstica, menosprezo ou discriminação à condição de mulher). A proposta está em análise no Senado. De autoria da deputada licenciada Nely Aquino (MG), o texto, relatado pela deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), considera alguns casos de lesões por essas razões como crime hediondo.Assistência jurídica Outro destaque do primeiro semestre foi a aprovação do Projeto de Lei 6415/25, que cria a Política Nacional de Assistência Jurídica às Vítimas de Violência. A proposta foi enviada ao Senado. De autoria da deputada Soraya Santos, o texto, relatado pela deputada Greyce Elias (PL-MG), prevê que essa assistência engloba todos os atos processuais e extrajudiciais necessários à efetiva proteção da vítima, inclusive o seu encaminhamento a atendimento psicossocial, de saúde e de assistência social. A assistência poderá ser prestada, de forma gratuita, solidária, cooperativa ou suplementar, por vários órgãos, como: defensorias públicas; ministérios públicos; Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); entidades e programas de assistência jurídica conveniados com os entes federativos; e núcleos de prática jurídica, escritórios-escola, clínicas de direitos humanos e programas equivalentes de cursos de Direito de instituições de ensino superior, públicas ou privadas, desde que atuem sob supervisão de profissional habilitado na OAB.Regime diferenciado Outro projeto aprovado pela Câmara dos Deputados para combater a violência contra a mulher prevê a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso que ameace ou volte a praticar violência contra a vítima ou seus familiares. No RDD, o preso cumpre a pena em regime fechado, em cela individual, com restrições de visitas e de saídas para banho de sol. As entrevistas são monitoradas e a correspondência, fiscalizada. O Projeto de Lei 2083/22, do Senado, foi aprovado pela Câmara com parecer favorável da deputada Laura Carneiro e transformado na Lei 15.410/26.Spray de pimenta Por fim, aguarda sanção presidencial o Projeto de Lei 727/26, que regulamenta a venda e o uso de spray de pimenta para autodefesa por mulheres.O texto estabelece regras para comercialização, utilização e penalidades em caso de uso indevido. De autoria da deputada Gorete Pereira (MDB-CE), o projeto foi relatado pela deputada Gisela Simona (União-MT) e exige que o produto seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A intenção é evitar agressões físicas e/ou sexuais contra as mulheres. Os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia já aprovaram leis permitindo o acesso das mulheres ao spray, normalmente restrito às forças de segurança. O spray será de uso individual e intransferível, e não poderá conter substâncias de efeito letal ou de toxicidade permanente. Reportagem – Eduardo Piovesan Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias




quarta-feira, 22 de julho de 2026

Vendida pela mãe aos 9 anos, mulher tenta apagar vínculo na Justiça.

Heloísa Rodrigues afirma ter sido vítima de violência na infância e busca excluir a mãe da certidão de nascimento. A Justiça permitiu a mudança dos sobrenomes, mas manteve o vínculo materno no registro.

Um vídeo publicado nas redes sociais colocou em evidência a batalha judicial de Heloísa Rodrigues, de 28 anos, para deixar de ter a mãe identificada em sua certidão de nascimento. Biomédica e estudante de Ciências Econômicas, ela afirma que sofreu abusos durante a infância e tenta romper oficialmente esse vínculo desde 2024.Na gravação divulgada no sábado (18), Heloísa contou que, aos 9 anos, era entregue pela mãe a homens que a violentavam sexualmente. O relato ultrapassou 1 milhão de visualizações e provocou forte repercussão. “Por que a genitora precisa ser protegida de uma ‘morte civil’, mas a filha não pode ser protegida de continuar carregando, pelo resto da vida, o nome de quem a vendeu para homens desde os 9 anos e destruiu completamente a sua infância?”, questionou.A ação movida por Heloísa pediu a retirada da mãe e dos avós maternos do registro, além do encerramento da filiação. A mulher foi chamada a participar do processo, mas não apresentou manifestação. O pedido, porém, foi aceito apenas em parte. Em sentença assinada em 1º de Dezembro de 2025, o juiz autorizou a exclusão dos sobrenomes “Alves Duque”, mas decidiu manter a maternidade na certidão.Segundo o magistrado, não existe previsão legal para eliminar do registro uma relação biológica comprovada. A decisão mencionou o princípio jurídico mater semper certa est, segundo o qual a identidade da mãe é considerada biologicamente certa. Ao justificar a negativa, o juiz declarou que Heloísa não buscava uma adoção, mas o apagamento da mãe biológica do documento. Ele também escreveu que ela pretendia fazer isso “como que a estivesse matando”. O texto da sentença afirma ainda que “o Tribunal não é consultório terapêutico” e sustenta que uma alteração no registro não seria capaz de desfazer o passado ou reparar os danos emocionais. Para o magistrado, o tratamento dos traumas deveria ocorrer por meio de “psicoterapia e/ou psicanálise, e não nos assentos cartorários”. A própria decisão, no entanto, reconheceu que Heloísa foi vítima de “abusos, negligência e crueldade”. Um laudo psicológico anexado ao processo também apontou que o sofrimento emocional dela estava diretamente associado à mãe. O estudo recomendou a ruptura civil como uma forma de proteção psíquica e indicou que o sobrenome materno funcionava como um sinal permanente da violência sofrida. Esse argumento levou a Justiça a permitir a retirada de parte do nome. Antes de ingressar com a ação, Heloísa já havia conseguido outra mudança judicial. Registrada originalmente como Larissa, ela passou a usar oficialmente o nome pelo qual é conhecida hoje. A defesa recorreu da sentença em Janeiro de 2026. O processo foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de São Paulo em junho, depois do fim do prazo concedido para que a mãe se pronunciasse. “Ela nunca se manifestou”, afirmou a advogada Andrea Galliza ao g1. No recurso, os advogados defendem que a permanência da maternidade no registro atinge a dignidade de Heloísa, prejudica sua saúde psíquica e contraria a proteção garantida pela Constituição. Outro ponto apresentado pela defesa é a atualização da filiação paterna. Depois do início da ação, Heloísa obteve o reconhecimento judicial do pai biológico, cuja existência só descobriu anos mais tarde. Atualmente, ele e o homem que a registrou aparecem na certidão. Andrea Galliza considera que o entendimento da primeira instância não acompanha as mudanças ocorridas no Direito brasileiro. “Tivemos uma sentença muito rasa. O nível da justificativa não foi razoável para a realidade jurídica hoje no Brasil, que já teve tantas mudanças”, declarou.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Ex de Preta Gil ameaça expor famosos após críticas em documentário.

Rodrigo Godoy reagiu aos depoimentos de Carolina Dieckmann e Gominho em “Preta – Eu Não Ando Só” e afirmou conhecer histórias dos bastidores envolvendo pessoas que comentaram o fim do casamento.

Rodrigo Godoy, ex-marido de Preta Gil, reagiu nesta terça-feira, 21, às declarações feitas sobre ele no documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido pela TV Globo. Em vídeos publicados nas redes sociais, ele adotou um tom de ameaça ao responder às críticas de amigos da cantora.A produção foi lançada na segunda-feira, 20, quando se completou um ano da morte de Preta Gil, e reúne depoimentos de familiares e pessoas próximas sobre diferentes momentos da vida da artista, incluindo o período em que ela enfrentou o câncer e o fim do casamento. Ao se manifestar, Godoy afirmou ter acompanhado por muito tempo os bastidores da vida de pessoas que agora o criticam e sugeriu que poderia revelar episódios comprometedores. “Acho que vocês esqueceram que eu vivi muito tempo nos bastidores, né? Que eu ouvi muita coisa, que eu assisti muita coisa, que eu presenciei muita coisa. Vocês estão com um telhado de vidro tacando pedra no teto dos outros. Vocês não estão podendo. Se o lobo mau assoprar, a casa de vocês cai”, declarou. Sem mencionar nomes, o ex-marido da cantora também insinuou conhecer casos extraconjugais envolvendo famosos. “Um monte de gente falando merda. Vocês não falam da vida de vocês, que era amante de fulano e de fulana, que você, casado, casada, estava com amante na mesma festa. Vocês não lembram disso não, né?”, disse. No documentário, Carolina Dieckmann relembrou o impacto emocional que o término do casamento teve sobre Preta Gil durante o tratamento contra o câncer. Segundo a atriz, a forma como a relação terminou agravou um período que já era delicado para a amiga. “A doença da Preta tem um agravante muito grande, que eu nem consigo dizer o tamanho, que foi vir com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi a porrada maior do câncer. Você tomar porrada de alguém que você não espera, que você dorme”, afirmou.Gominho também comentou a ausência de Rodrigo durante as sessões de quimioterapia. Ele contou que decidiu deixar Salvador e se mudar para perto de Preta ao perceber que a cantora enfrentava o tratamento enquanto lidava com a traição do então marido. “Aí era o ex-marido traindo e ela fazendo quimio. Aí eu falei: ‘Não, gente, não tem condição. Vou para lá’. A gente já foi na intenção de ficar sempre com ela”, relatou.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Palmeiras tem 56% de chance de ser campeão brasileiro, e Flamengo, 30%.

Cálculos da UFMG apontam alviverde e rubro-negro como favoritos. Na outra ponta, Chapecoense e Remo lideram o risco de rebaixamento ao fim do campeonato.

Líder e vice-líder do Campeonato Brasileiro, Palmeiras e Flamengo têm dominado o futebol nacional ao longo dos últimos anos. Das últimas dez edições do torneio, ficaram com o título sete vezes.E, tomando com base as projeções do Departamento de Matemática da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a dupla deve seguir dando as cartas em 2026. Segundo os cálculos, o alviverde e o rubro-negro são, de longe, os dois grandes favoritos para ficar com a taça de campeão brasileiro neste ano. O time de Abel Ferreira lidera as estatísticas, com 56% de probabilidade de faturar o título pela 13ª vez em sua história, ampliando ainda mais a distância para Santos e Flamengo, com 8 cada. Após 18 rodadas, o Palmeiras lidera o Brasileirão com 41 pontos, com 12 vitórias, 5 empates e apenas uma derrota. Com o retorno de jogadores que disputaram a Copa do Mundo -exceção feita ao atacante argentino Flaco López-, o Palmeiras volta a campo nesta quarta-feira (22), contra o Coritiba, em partida no Couto Pereira, em Curitiba, às 19h30 (horário de Brasília). Já o Flamengo, que também deve ter o retorno da maior parte dos jogadores que disputaram o Mundial, aparece com 28,9% de probabilidade de vencer o Brasileirão. O time de Leonardo Jardim tem 17 partidas -o jogo contra o Mirassol pela 4ª rodada foi adiado devido à participação do rubro-negro na Recopa Sul-Americana–, com 34 pontos somados. São 10 vitórias, 4 empates e 3 derrotas até aqui. O Flamengo também volta a campo nesta quarta, contra a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó, a partir das 21h30."Em relação ao título, há somente dois candidatos. Os demais correm por fora e seriam zebras", afirmou Gilcione Nonato da Costa, professor do Departamento de Matemática da UFMG. Ele explicou que, para chegar às estimativas, os matemáticos traçam o perfil de cada uma das equipes, com base na porcentagem de vitórias, empates e derrotas, e também levando em conta os jogos como mandante e visitante. Esses perfis são então cruzados por meio de milhões de simulações independentes, considerando as partidas que ainda serão realizadas. "Ao final dessas milhões de simulações, contamos o número de vezes que cada equipe foi a campeã, que, dividido pelo número de simulações, resulta na probabilidade dessa equipe ser a campeã", disse o professor. O mesmo modelo foi adotado pelos matemáticos da UFMG para projetar os resultados da Copa do Mundo, com projeções que acabaram se mostrando bastante certeiras: os quatro finalistas –Espanha, Argentina, França e Inglaterra– apareceram como as equipes com maior probabilidade de faturar a taça de campeão mundial, com percentuais que variavam entre 3,8% a 4,6%. Entre as 18 equipes restantes do Brasileirão, apenas 5 aparecem com 1% ou mais de chance de ficar com a taça –Fluminense e Athletico-PR, ambos com 3,3%, Red Bull Bragantino, com 2,6%, e Coritiba e Bahia, com 1%. Dos demais times paulistas, o Corinthians tem 0,6% de probabilidade de voltar a levantar o caneco, enquanto o São Paulo tem 0,41%. Vem em seguida o Mirassol, com 0,034%, e o Santos, com 0,024%. CHAPECOENSE COM SÉRIO RISCO DE QUEDA No extremo oposto, o professor da UFMG destaca que a Chapecoense já está virtualmente rebaixada, mesmo faltando cerca de metade do Brasileirão até a rodada final. Pelas contas dos matemáticos mineiros, o time catarinense, que conseguiu retornar à elite após terminar a Série B de 2025 na terceira colocação, surge com 96,9% de probabilidade de ser rebaixado neste ano. O time amarga a lanterna do Brasileiro, com apenas 9 pontos somados, fruto de 11 derrotas, 6 empates e somente uma vitória. O Remo, que também conseguiu o acesso à Série A no ano passado, voltando à primeira divisão depois de 32 anos, é o segundo time com mais chances de ser rebaixado, com 48%. O time paraense é o vice-lanterna, com 18 pontos, após 8 derrotas, 6 empates e 4 derrotas. O Vasco, rebaixado quatro vezes desde 2008, é o terceiro com maior probabilidade de cair mais uma vez, com 47,5%. O cruz-maltino é o 17ª na tabela de classificação, com 20 pontos, após 9 derrotas, 5 empates e 5 vitórias. O quarto time com maior probabilidade de rebaixamento é o Mirassol, com 42,5%. O time do interior paulista não tem conseguido repetir o surpreendente desempenho em sua estreia na elite no ano passado, e ocupa apenas a 18ª colocação, com 19 pontos. São 9 derrotas, 4 empates e 5 vitórias até aqui.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

FGTS deve distribuir R$ 13 bilhões em lucros aos trabalhadores; entenda quem terá direito.

 

Pagamento depende da aprovação do Conselho Curador e será feito diretamente nas contas do FGTS dos trabalhadores elegíveis.

Trabalhadores com saldo em contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no fim de 2025 devem receber, até 31 de Agosto, uma parcela do lucro obtido pelo fundo no ano passado. A proposta, que será analisada pelo Conselho Curador do FGTS na próxima terça-feira, 28, prevê a distribuição de R$ 13,04 bilhões entre cerca de 138,2 milhões de cotistas.Se aprovada, a medida permitirá que a Caixa Econômica Federal deposite automaticamente os valores nas contas vinculadas ao FGTS. Não será necessário fazer nenhuma solicitação para receber o crédito. O pagamento contemplará trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas em 31 de Dezembro de 2025. O valor varia conforme o montante existente em cada conta naquela data, o que significa que não haverá um valor fixo para todos os beneficiários. A distribuição prevista corresponde a 89% do lucro registrado pelo FGTS em 2025, estimado em cerca de R$ 14,6 bilhões. Para estimar quanto poderá ser creditado, o saldo registrado no fim de 2025 deve ser multiplicado pelo índice de 0,01868341, definido na proposta apresentada ao Conselho Curador. O valor efetivamente creditado, no entanto, varia conforme o saldo existente em cada conta vinculada ao fundo. Segundo a proposta, o repasse elevará a rentabilidade das contas para aproximadamente 6,9% no ano, desempenho superior à inflação oficial de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 4,26%. Desde decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a reposição da inflação oficial, calculada pelo IPCA. A distribuição dos resultados do fundo tornou-se uma prática recorrente nos últimos anos. Em 2025, foram repassados R$ 12,9 bilhões aos cotistas, enquanto, no ano anterior, a distribuição somou R$ 15,2 bilhões.FONTE  ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto amplia proteção a patentes afetadas por demora do INPI.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 32/26 autoriza a prorrogação da validade de patentes por até cinco anos para compensar inventores prejudicados por eventual atraso do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) na análise dos pedidos. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. Pelo texto, o pedido de prorrogação deverá ser apresentado em até 60 dias após a concessão da patente. Hoje, a patente de invenção vale por 20 anos contados da data em que o pedido é apresentado ao INPI. Isso significa que o tempo gasto pelo órgão para analisar o pedido já faz parte desse prazo. Assim, quando a concessão demora muitos anos, o período em que o titular pode explorar a patente após sua aprovação fica menor. O texto também altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para proibir o bloqueio de recursos destinados ao INPI e das despesas necessárias para manter, proteger e defender patentes estratégicas de instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs) públicas. Prática internacional Na avaliação da autora do projeto, deputada Renata Abreu (Pode-SP), a demora do INPI em avaliar as patentes prejudica os contratos de transferência de tecnologia, as parcerias com empresas e a geração de receitas para as instituições públicas. A autora ressalta ainda que outros países já adotaram medidas para compensar atrasos na concessão de patentes. "Ao alinhar o Brasil às melhores práticas internacionais e criar mecanismo de previsibilidade institucional, a proposta fortalece o sistema nacional de inovação, protege o investimento público realizado ao longo de décadas e consolida a política de Estado voltada à soberania tecnológica", afirma a deputada. Renata Abreu cita o caso da patente sobre o uso da polilaminina, desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O pedido foi apresentado ao INPI em Setembro de 2008, mas a patente só foi concedida em Fevereiro de 2025. Como a lei atual prevê que o prazo de proteção é contado a partir da data do pedido, a autora afirma que a demora reduziu o tempo disponível para a exploração econômica da tecnologia após a concessão. Fundo de patentes O texto cria o Fundo Nacional de Manutenção de Patentes Estratégicas (FNMPE), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para financiar gastos necessários à manutenção e à defesa de patentes no Brasil e no exterior. O projeto também determina que, no mínimo, 50% das receitas obtidas com royalties e exploração econômica de patentes de universidades federais sejam reinvestidas em pesquisa e investimentos na própria instituição. Esses recursos também ficarão protegidos de contingenciamentos orçamentários. Próximos passos A proposta será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Ciência, Tecnologia e Inovação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será apreciada pelo Plenário. Para virar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais.

Proposta exige sinalização digital por proximidade para atender pessoas com deficiência e pessoas idosas.

O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15). Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real. O projeto de lei prevê ainda: a utilização complementar de recursos de realidade aumentada; a adoção de padrões de interoperabilidade; e a observância da legislação de proteção de dados pessoais. A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União. Autonomia Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores. A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento. O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica. “O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia", afirma Aihara. Tramitação O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Reportagem – Noéli Nobre Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria modalidade de transição de cuidados no SUS para evitar reinternações.

A Câmara dos Deputados está discutindo o assunto.

O Projeto de Lei 977/26 cria a Assistência de Transição de Cuidados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida, em análise na Câmara dos Deputados, prevê a continuidade da assistência ao paciente no período entre a alta hospitalar e o retorno ao domicílio ou unidade de longa permanência. Conforme o texto, o atendimento poderá ocorrer em Unidades de Transição de Cuidados, focadas em reabilitação, ou na modalidade domiciliar monitorada. Essa segunda forma valerá para os primeiros 30 dias após a alta. “Atualmente, a fragmentação do cuidado no SUS revela uma lacuna entre a alta hospitalar e o retorno ao domicílio”, disse o deputado Domingos Neto (PSD-CE), autor da proposta. Segundo ele, é preciso focar no período de convalescença. Objetivos O projeto busca reduzir reinternações hospitalares e melhorar a rotatividade de leitos de alta complexidade. Também prevê reabilitação funcional, cuidados paliativos e segurança do paciente na transferência entre níveis de atenção. A proposta altera a Lei Orgânica da Saúde para incluir formalmente a execução de ações de assistência de transição de cuidados no campo de atuação do SUS. O texto cria o Fundo Especial de Transição em Saúde para financiar as novas ações. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Da Reportagem/RM Edição – Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto permite bloqueio imediato de bens em suspeita de fraude financeira.

Texto está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 1515/26 permite que órgãos reguladores suspendam atividades e bloqueiem bens de emissores de títulos, plataformas de intermediação e outros participantes de esquemas financeiros quando houver indícios de fraude, lavagem de dinheiro ou risco ao sistema financeiro. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Nesses casos, a decisão do Banco Central (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) terá efeito imediato, mas deverá ser submetida à homologação judicial em até 24 horas. A Justiça, por sua vez, deverá decidir em até 24 horas. Nos casos mais complexos, o prazo poderá chegar a 72 horas. Captação de recursos O projeto também prevê que a emissão de títulos para captação de recursos, conhecidos como títulos de captação massiva, inclusive ativos digitais, como tokens, dependa de registro prévio no Bacen ou na CVM. A regra vale para ofertas destinadas ao público em geral ou a um número indeterminado de investidores que possam representar risco ao sistema financeiro em razão do volume de recursos captados, da quantidade de investidores ou do uso de novas tecnologias. Além disso, as instituições responsáveis deverão: Divulgar informações claras sobre os riscos dos investimentos; Apresentar demonstrações financeiras auditadas; Adotar programas de prevenção à lavagem de dinheiro; e Cumprir exigências mínimas de capital e de garantias. Segundo o autor da proposta, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), a iniciativa é uma "resposta necessária aos desafios contemporâneos do sistema financeiro e da ordem pública", ao combinar medidas preventivas com instrumentos para agilizar a atuação das autoridades. Novos crimes A proposta cria três crimes específicos relacionados a fraudes financeiras. São eles: Participação em milícia privada de intimidação: reclusão de dois a oito anos e multa. O crime abrange grupos organizados para coagir autoridades, jornalistas ou investigadores e dificultar investigações sobre fraudes financeiras. O Código Penal já prevê o crime de milícia privada, mas o projeto cria uma modalidade específica para esses casos. Obstrução de investigação: reclusão de um a seis anos e multa. O texto reúne em um tipo penal específico condutas como ocultação de provas, intimidação de testemunhas e ataques cibernéticos para prejudicar investigações. Retaliação contra colaboradores de investigações: reclusão de dois a seis anos e multa. A proposta tipifica a intimidação ou a prática de violência contra quem colaborar com investigações ou fiscalizações relacionadas a fraudes financeiras. Cooperação entre órgãos O texto também cria um regime permanente de cooperação entre Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Polícia Federal, Ministério Público, Receita Federal e outros órgãos responsáveis pela fiscalização e investigação. O objetivo é facilitar o compartilhamento de informações, coordenar operações e aprimorar a produção de provas. O projeto ainda prevê mecanismos de proteção para investigadores, servidores públicos, magistrados, membros do Ministério Público, jornalistas, peritos, testemunhas e denunciantes que atuem em investigações relacionadas aos crimes previstos no texto. Próximos passos A proposta será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS.

Texto será analisado pela Comissão de Orçamento e pelos plenários da Câmara e do Senado.

O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares. O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em Julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF). Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo. O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente. O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de Junho de 2026. Próximos passos A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei. O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado. Reportagem – Silvia Mugnatto Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria preço mínimo para proteger produtores de cacau.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 954/26 prevê preço mínimo para o cacau produzido no Brasil, a ser definido pelo governo federal. Pelo texto, o valor deverá considerar despesas como mão de obra, insumos, colheita, infraestrutura e uso da terra, além de garantir uma margem mínima de lucro de 15%. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta é de autoria do deputado Félix Mendonça Junior (PDT-BA). Ele afirma que os produtores de cacau enfrentam instabilidade nos preços internacionais e, ao contrário do que ocorre com o café, não contam com uma política permanente de garantia de preços. Segundo o deputado, o projeto "preenche essa lacuna histórica, criando um sistema de preço mínimo baseado no custo real de produção, com margem de viabilidade econômica, e um fundo de intervenção financiado em parte por contribuição sobre as importações". Para definir o preço mínimo, o governo usará como base um levantamento anual da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) sobre os custos de produção do cacau. O valor não poderá ser inferior ao custo total da produção. Pelo projeto, produtores com o Selo Verde Cacau, concedido a empresas com práticas sustentáveis, terão direito a um adicional de 10% sobre o preço mínimo. Intervenção da Conab Quando o preço de mercado permanecer abaixo do preço mínimo por mais de 30 dias consecutivos, a Conab deverá adotar uma das seguintes medidas para atender produtores familiares: comprar a produção pelo preço mínimo, por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF); ou conceder empréstimos com juros de 1% ao ano, tendo as amêndoas de cacau como garantia, pelo prazo de até 12 meses. Fundo de estabilização A proposta cria o Fundo de Estabilização da Cacauicultura (FEC) para financiar essas intervenções e apoiar programas de melhoria da produção e da comercialização do cacau. Os recursos do fundo virão de: dotações do Orçamento da União; contribuição de 0,5% sobre as importações de amêndoas e produtos semielaborados de cacau; repasses de estados produtores que aderirem ao programa; doações e acordos internacionais. O projeto também prevê que o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia ofereçam instrumentos para proteger produtores e cooperativas exportadoras das oscilações do câmbio, com custo máximo de 1% ao ano. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais. O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação "não condizem com a realidade das regiões atendidas", pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista. Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto amplia transparência de títulos privados do agronegócio.

A Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 821/26 amplia as exigências de transparência sobre lastros financeiros dos principais títulos privados de financiamento do agronegócio. Em análise na Câmara dos Deputados, a medida alcança os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). O texto altera a Lei 11.076/04, que criou esses ativos. Hoje, esses títulos são emitidos com garantia em créditos vinculados ao agronegócio, mas, segundo o autor do projeto, deputado Nilto Tatto (PT-SP), as informações nem sempre chegam ao investidor "de forma estruturada e comparável ao conhecimento do mercado", o que dificulta a avaliação dos riscos. O parlamentar afirma que a proposta segue uma tendência internacional iniciada após a crise financeira de 2008, quando a falta de transparência sobre a garantia de ativos dificultou a avaliação de risco pelos investidores. Como resposta, Estados Unidos e União Europeia adotaram regras para ampliar a divulgação de informações sobre os créditos que compõem essas operações, incluindo características dos ativos, concentração de riscos e desempenho das carteiras. Informações Entre as novas exigências, os documentos de emissão deverão trazer, em linguagem padronizada e de fácil identificação, informações como: os tipos de contratos e créditos que garantem cada título; os segmentos do agronegócio financiados; os prazos médios das operações, as principais garantias e o grau de concentração por devedor; os critérios utilizados para selecionar os créditos que compõem o lastro. O projeto também determina a divulgação de informações sobre o perfil de risco das carteiras, incluindo índices de inadimplência, recuperação de créditos, concentração das operações, ações judiciais relevantes, recuperação judicial, falência, embargos ambientais e outras restrições que possam afetar a capacidade de pagamento dos devedores. Outra medida prevista é a criação de um sistema eletrônico de acesso público, administrado pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com informações sobre a garantia dos títulos, preservando o sigilo bancário e os dados pessoais. As instituições emissoras de LCA também deverão divulgar relatório anual indicando para quais segmentos do agronegócio os recursos captados foram destinados. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto estabelece regras para cobertura jornalística de violência contra a mulher.

Para autores, modo como o feminicídio é noticiado pode reforçar estigmas e sensação de impunidade; Câmara analisa a proposta.

O Projeto de Lei 1008/26 estabelece princípios e diretrizes para a cobertura jornalística e publicitária da violência contra a mulher. O objetivo é conciliar a informação responsável e a proteção das vítimas com o respeito à liberdade de imprensa. A proposta, do deputado Luiz Couto (PT-PB) e outros parlamentares, altera a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) e está em análise na Câmara dos Deputados. Entre seus pontos, a proposição: garante a liberdade de imprensa e de expressão e veda qualquer forma de censura prévia; determina a inserção de bloco informativo padrão, com canais oficiais de denúncia e acolhimento, nas coberturas e campanhas temáticas; impõe padrões de anonimização e de proteção de dados pessoais das vítimas; proíbe abordagens sensacionalistas e a reprodução de estereótipos de gênero, fixando princípios de cobertura ética; recomenda diretrizes de boa prática editorial para coberturas ao vivo e de emergência; e prevê a observância das diretrizes nos contratos administrativos de publicidade institucional e de patrocínio. O projeto institui ainda o Selo de Boas Práticas em Comunicação para o Enfrentamento da Violência contra a Mulher e cria o Comitê Consultivo de Boas Práticas, de natureza consultiva e multissetorial. O Poder Executivo também poderá instituir o Calendário Nacional de Campanhas de Comunicação e o Prêmio Nacional de Boas Práticas de Cobertura. Valores O argumento dos autores é que a comunicação social exerce papel relevante na formação de valores, percepções e comportamentos coletivos, influenciando a forma como a sociedade compreende e enfrenta a violência contra a mulher. Apoiados em estudos nacionais, os deputados dizem que o modo como o feminicídio é noticiado pode reforçar estigmas e alimentar a sensação de impunidade, em vez de mobilizar transformações sociais. “De acordo com o dossiê ‘Qual é o papel da imprensa na cobertura de casos de feminicídio?’, do Instituto Patrícia Galvão, a imprensa muitas vezes recorre a enquadramentos narrativos que personalizam os crimes e ignoram os marcadores sociais da violência, como gênero, classe, raça e território”, apontam os parlamentares na justificativa do projeto. “Ainda segundo o dossiê, a repetição de estereótipos, a ausência de fontes especializadas e o foco exclusivo na figura do agressor ou em detalhes cruéis contribuem para a espetacularização da violência contra a mulher”, relatam. Os parlamentares dizem, por outro lado, que há reportagens com enfoques éticos, depoimentos de especialistas, apresentação de dados e contextualização do problema. O projeto, afirmam ainda, insere-se no esforço nacional de qualificar a cobertura midiática da violência de gênero, em consonância com compromissos internacionais assumidos pelo Brasil. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Cultura; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Da Reportagem/NN Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto assegura informações de saúde para familiares de pacientes inconscientes.

Proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 780/26 estabelece regras para que hospitais públicos e privados forneçam informações básicas sobre o estado de saúde de pacientes impossibilitados de se comunicar. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta permite que familiares ou pessoas autorizadas recebam dados essenciais, como o estado geral, os riscos do quadro clínico e a confirmação de procedimentos de emergência. Para proteger a intimidade do paciente e seguir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é proibido entregar o prontuário médico completo ou resultados integrais de exames, salvo com autorização judicial. Toda informação prestada deve ser registrada no prontuário, com a identificação de quem recebeu os dados, a data e o horário. Pelo texto, considera-se impossibilitado de manifestar vontade o paciente em situação de inconsciência, sedação, intubação ou estado clínico grave. As informações podem ser solicitadas por pessoas previamente autorizadas pelo paciente, cônjuges, pais, filhos e irmãos. O projeto dá prioridade para quem o paciente cadastrou antes de ficar doente, garantindo sua autonomia. “A ausência de um protocolo claro e padronizado gera insegurança jurídica para profissionais de saúde e estabelecimentos, que se veem entre o sigilo médico e a necessidade humanitária de informar os familiares sobre o estado de saúde do paciente”, argumenta o autor do projeto, deputado Bibo Nunes (PL-RS). Violência doméstica Se houver indícios de violência doméstica, a equipe de saúde pode negar informações e a localização do paciente ao suspeito, com o objetivo de proteger a vítima. O descumprimento dessas regras sujeitará o hospital a sanções administrativas. Próximas etapas A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Reportagem – Murilo Souza Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


terça-feira, 21 de julho de 2026

Alvo dos EUA, Pix está no centro de disputa sobre quem controla os trilhos do dinheiro no mundo.

 

Alvo do tarifaço de Donald Trump, o Pix passou a integrar uma disputa que vai além do mercado financeiro. Especialistas apontam que o controle das redes de pagamento envolve soberania, influência geopolítica e a capacidade de países aplicarem sanções internacionais.

Na mira do novo tarifaço imposto pelo governo Trump, o Pix, sistema de pagamento instantâneo que revolucionou as transações financeiras no país e se tornou uma das soluções mais queridas entre os brasileiros, passou a ocupar o centro de uma disputa internacional que envolve quem controla os trilhos do dinheiro no mundo.Embora o embate tenha origem na guerra comercial com os Estados Unidos, a discussão também gira em torno de influência geopolítica e soberania digital e monetária. A disputa não é só sobre intermediários financeiros, como as bandeiras de cartão de débito e crédito, e a eventualidade de perderem receita e mercado com a expansão de infraestruturas digitais públicas. É também sobre poder. Não que as bandeiras deixem de ser importantes. O uso de cartões até cresceu no Brasil com a expansão do Pix. Mas elas podem não ser mais imprescindíveis no futuro, e os americanos querem manter controle sobre os sistemas de pagamento pelo mundo porque isso lhes dá influência geopolítica. Decisões do governo Trump, por exemplo, abrangem casos em que sanções contra indivíduos e instituições incluem negar acesso aos canais bancários formais controlados pelos norte-americanos. Um exemplo recente é o caso de Francesca Albanese, relatora especial da ONU, que teve o acesso a sistemas bancários americanos restringido devido às suas críticas à política americana em Gaza. É mais difícil fazer empresas não americanas cumprirem esse tipo de determinação. Usualmente, as leis precisam ser recepcionadas pelo sistema de Justiça doméstico para terem validade. Já os arranjos de pagamento de empresas sediadas nos Estados Unidos, como Visa, Mastercard, Google e Apple, tendem a seguir decisões do governo norte-americano. O conflito se encaixa em um contexto monetário e geopolítico mais amplo. Na prática, a possibilidade de que países criem suas próprias redes de pagamento e as conectem entre si reduz a capacidade de o governo americano aplicar suas regras de forma extraterritorial.“É geopolítica pura. A disputa sobre o Pix ou infraestruturas digitais públicas de pagamento não é só sobre intermediários financeiros, e sim sobre poder”, diz a advogada Fernanda Garibaldi, diretora-executiva da Zetta, associação que reúne bancos digitais e empresas de tecnologia financeira. “Mudou quem manda no jogo. Meios de pagamento são mais que infraestruturas de transação financeira, são instrumentos geopolíticos de poder. E quem controla os trilhos do dinheiro controla mais que o sistema bancário”, diz ela. Garibaldi destaca a importância de os países terem alternativas e cita o exemplo do que aconteceu na Suécia, que voltou a introduzir cédulas em espécie após a guerra da Ucrânia, a fim de evitar a dependência de sistemas de outros países, como os cartões de bandeiras americanas. TRILHO ABERTO No Brasil, o Pix virou uma infraestrutura crítica, cuja interrupção causaria impacto, e um ativo de soberania regulatória digital. Gerido pelo Banco Central, não é uma empresa pública, tampouco uma empresa privada. É uma infraestrutura pública de mercado aberta, regulada e usada por bancos, fintechs, empresas de cartão e empresas adquirentes. Após o governo Trump confirmar a aplicação de uma tarifa de 25%, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, chegou a comparar o sistema ao saneamento básico ao defender o Pix. “Seria mais ou menos como tentar dizer que criar saneamento básico comprometeria receita de caminhão-pipa.” Lançado em 2020, o Pix conta com mais de 170 milhões de usuários cadastrados, representando aproximadamente 80% da população. Ele facilitou a bancarização no país e o uso de cartões, de acordo com os especialistas. Em junho, a quantidade total de transações do Pix chegou a 7,7 bilhões. De 85% a 90% do total é processado dentro do SPI, Sistema de Pagamentos Instantâneos, que é o motor do BC, a infraestrutura tecnológica central que processa e liquida todas as transações em tempo real. O restante ocorre fora do SPI, englobando operações internas, entre os bancos, liquidadas nos sistemas das próprias instituições. Em 2025, os cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões no rastro da expansão do Pix, um crescimento de 10,1%, segundo dados da Abecs, Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços. Foram 48,1 bilhões de operações. “O Pix, meio de pagamento instantâneo e 24h por 7 dias, foi um negócio revolucionário, talvez a política pública mais importante dos últimos 30 anos, com enorme efeito em bancarização e digitalização dos meios de pagamento. A infraestrutura ser do BC permitiu o acesso”, diz Vinicius Carrasco, professor da PUC do Rio e economista-chefe da Stone, empresa de serviços financeiros. “Durante um tempo, acho que houve centralização excessiva, por parte do instituidor, na agenda de adição de funcionalidades e produtos. Isso tem se ajustado no tempo, como era de se esperar”, afirma. Integrantes do governo Lula não escondem, nos bastidores, o incômodo com as bandeiras. A visão é que elas estão por trás da pressão de Trump, mesmo após essa indústria de cartões ter sido favorecida por uma carga regulatória menor do BC nos últimos anos para estimular a concorrência. Esse processo fez proliferar a criação de várias instituições de pagamento, que colocaram para dentro do mercado milhões de pessoas que nunca tinham usado cartão. Segundo os auxiliares de Lula, as bandeiras já estariam correndo risco de imagem no Brasil pela pressão ao Pix. Em meio à polêmica, a Mastercard diz que o Pix é uma inovação importante e que continua comprometida em investir no Brasil, trabalhando com parceiros de todo o ecossistema de pagamentos para promover a inovação, fortalecer a segurança e ampliar o acesso aos pagamentos digitais. A Visa informa que acompanha a investigação do USTR, Escritório do Representante do Comércio dos EUA, e tem dialogado com autoridades governamentais no Brasil e nos Estados Unidos para identificar oportunidades de fortalecer a colaboração. LEI DO PIX O BC já firmou acordos de cooperação técnica com mais de 47 bancos centrais para exportar a tecnologia do Pix e auxiliar outros países a desenvolver seus próprios sistemas. Entre lideranças do setor, cresce a defesa para que todas as normas infralegais sejam reunidas em uma legislação única, a ser aprovada pelo Congresso, para dar segurança jurídica ao sistema, que já conta com várias funcionalidades, como o Pix Crédito. O BC tem enfrentado falta de recursos para gestão do Pix e de outros sistemas necessários ao seu funcionamento. O orçamento para custeio e investimento chegou ao nível mais baixo em 2024 e, de lá para cá, continua sofrendo com cortes. O diretor de Produtos, Serviços e Segurança da Febraban, Federação Brasileira de Bancos, Ivo Mósca, destaca que o BC precisa ter os recursos necessários para avançar com a regulação. “Ele precisa acompanhar esta velocidade [tecnologia] para ter a capacidade de supervisão adequada.” PIX AUTOMÁTICO Permite que pagamentos recorrentes sejam feitos de forma automática. O pagador precisa autorizar uma única vez a operação, sem precisar fazer um novo pagamento a cada nova cobrança. PIX COBRANÇA Instrumento de cobrança, iniciado por meio do QR Code ou Pix Copia e Cola, que serve para pagamentos imediatos, em pontos de venda físicos e comércio eletrônico, e pagamentos com vencimento, realizados em data futura, podendo incluir outras informações, como juros, multas, descontos e abatimentos, de forma semelhante ao boleto. A liquidação é instantânea, está disponível por 24 horas nos sete dias da semana e não exige compensação bancária. Já o boleto tem liquidação em até três dias úteis. O boleto, ao contrário, não funciona em feriados, necessita de compensação bancária e tem liquidação em até três dias úteis. PIX APROXIMAÇÃO Permite pagar instantaneamente com Pix usando a tecnologia NFC. É possível fazer um Pix aproximando o celular da maquininha, por meio do aplicativo do banco ou utilizando uma carteira digital oferecida por instituições autorizadas pelo BC. PIX AGENDADO Opção que permite programar um Pix para uma data futura. O usuário escolhe o dia em que o pagamento será feito e pode cancelar até o dia anterior. PIX SAQUE E PIX TROCO São duas funcionalidades para facilitar o acesso a dinheiro em espécie sem depender exclusivamente de caixas eletrônicos ou agências bancárias. No Pix Saque, o usuário pode sacar em estabelecimentos credenciados, como supermercados, farmácias, padarias, postos de gasolina, lotéricas e até caixas eletrônicos participantes. Ele faz um Pix para o estabelecimento, sem realizar compras no local, e retira o dinheiro. O Pix Troco é uma combinação de compra e saque. PIX CRÉDITO Funciona como uma operação de crédito pessoal no Pix. O BC não regulamentou a modalidade, mas vetou o uso do nome “Pix parcelado” pelas instituições, que passaram a chamar de “Pix no crédito” ou “parcelamento do Pix”. A funcionalidade é oferecida por bancos e fintechs de forma independente. Cada instituição define suas próprias regras, prazos de parcelamento e taxa de juros. Mas a falta de regras do BC preocupa especialistas.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Copa de 2030 terá seis sedes e jogos em três continentes; entenda.

Após o fim do Mundial de 2026, as atenções se voltam para a edição do centenário. Espanha, Portugal e Marrocos receberão a maior parte das partidas, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai sediarão jogos comemorativos.

A Copa do Mundo de 2026 terminou neste domingo (19), mas a contagem regressiva para a próxima edição já começou. Em 2030, o torneio celebrará 100 anos com uma configuração inédita: seis países, distribuídos por três continentes, participarão da organização.Espanha, Portugal e Marrocos serão os anfitriões principais, enquanto Argentina, Paraguai e Uruguai receberão uma partida comemorativa cada. A escolha foi oficializada pela Fifa em Dezembro de 2024. A proposta tem como objetivo lembrar a primeira Copa do Mundo, disputada no Uruguai em 1930. Os três confrontos na América do Sul abrirão as comemorações do centenário antes de o restante da competição seguir para Europa e África. Como será dividida a Copa de 2030? A maior parte dos jogos será realizada na Espanha, em Portugal e no Marrocos. Os três países apresentaram uma candidatura conjunta e receberão praticamente todo o torneio. Uruguai, Argentina e Paraguai participarão da abertura simbólica, com uma partida em cada território. Depois desses compromissos, as seleções envolvidas viajarão para os países que concentrarão a competição. A Fifa já confirmou que o primeiro jogo da edição será realizado no Uruguai, país que sediou e venceu o Mundial inaugural. A partida acontecerá no mesmo cenário da final de 1930, o estádio Centenário, em Montevidéu. Por que Argentina e Paraguai também foram escolhidos? A presença argentina representa a participação do país na decisão da primeira Copa, quando terminou com o vice-campeonato diante do Uruguai. Já o Paraguai abriga a sede da Conmebol, única confederação continental que existia quando a competição foi criada. A inclusão dos três países foi articulada pelos representantes sul-americanos como parte das celebrações dos 100 anos do torneio. Quais países receberão uma Copa pela primeira vez? Portugal, Marrocos e Paraguai nunca sediaram partidas de uma Copa do Mundo masculina. A Espanha organizou o Mundial de 1982, vencido pela Itália. A Argentina recebeu a edição de 1978 e conquistou o primeiro título de sua história. O Uruguai, por sua vez, foi o anfitrião e campeão do torneio inaugural, em 1930. Quais estádios poderão receber os jogos? A candidatura de Espanha, Portugal e Marrocos apresentou 20 estádios, mas a Fifa ainda deverá confirmar a relação definitiva de cidades e arenas. A Espanha concentra a maior quantidade de opções, com estádios previstos em cidades como Madri, Barcelona, Bilbao, Sevilha, Málaga, Zaragoza e San Sebastián.Portugal apresentou três arenas, duas em Lisboa e uma no Porto. No Marrocos, a proposta inclui estádios em Agadir, Casablanca, Fez, Marrakech, Rabat e Tânger. Um dos projetos de maior destaque é o Grand Stade Hassan II, planejado para Casablanca e projetado para receber até 115 mil torcedores. Na América do Sul, a previsão é que os jogos sejam realizados no estádio Centenário, em Montevidéu, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e em uma arena nacional em Assunção.Como funcionará a logística entre os continentes?Os jogos comemorativos na América do Sul acontecerão antes do início da programação principal em Espanha, Portugal e Marrocos.O calendário deverá reservar um intervalo para que as seleções possam viajar, descansar e se adaptar ao novo fuso horário antes de entrarem novamente em campo.A organização representa um dos maiores desafios da edição, já que equipes e torcedores terão de percorrer longas distâncias entre os continentes.Quando será disputada a Copa de 2030?O planejamento apresentado prevê que as comemorações do centenário comecem nos dias 8 e 9 de Junho de 2030, com as estreias de Argentina, Paraguai e Uruguai.Os jogos de abertura nos países anfitriões principais estão previstos para 13 e 14 de Junho. A final deverá ser realizada em 21 de Julho.As datas, no entanto, ainda podem passar por ajustes antes da divulgação do calendário definitivo.Quantas seleções participarão? O formato atualmente previsto mantém as 48 seleções utilizadas pela primeira vez na Copa de 2026. A possibilidade de ampliar o torneio para 64 participantes chegou a ser discutida, mas não foi oficialmente aprovada. Portanto, até uma eventual mudança anunciada pela Fifa, o Mundial de 2030 continuará planejado para 48 equipes. Quais seleções já estão classificadas? Os seis países envolvidos na organização têm vagas garantidas: Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Paraguai e Uruguai. A Fifa confirmou que as classificações automáticas serão descontadas das cotas de suas respectivas confederações. As demais seleções serão definidas nas Eliminatórias continentais, que devem começar nos próximos anos. Depois de uma Copa realizada entre Canadá, Estados Unidos e México, o Mundial voltará a atravessar fronteiras em 2030. Desta vez, porém, a competição alcançará três continentes e usará a própria história como ponto de partida para celebrar seu centenário.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Google Imagens completa 25 anos e ganha funções com IA.

Serviço passará a oferecer resultados personalizados em tempo real, área para salvar referências e criação de imagens a partir de comandos de texto. Novidades começam a ser liberadas nos Estados Unidos e devem chegar gradualmente a outros países.

O Google Imagens completa 25 anos neste mês e ganhará novas funções voltadas à personalização, à organização de conteúdos e à criação de imagens por inteligência artificial.Embora a interface permaneça praticamente igual, o Google afirma que os resultados passarão a ser atualizados em tempo real e adaptados aos interesses de cada usuário por meio de um algoritmo. De acordo com o site GSMArena, as mudanças devem aproximar o serviço do Pinterest. Será possível salvar imagens em uma área específica, continuar explorando conteúdos relacionados e reunir referências para consultar posteriormente.A empresa informou que a nova página inicial do Google Imagens começará a ser liberada nas próximas semanas para usuários dos Estados Unidos. A expectativa é que a novidade chegue gradualmente a outros países onde o buscador está disponível. Outra ferramenta anunciada permitirá criar imagens diretamente na pesquisa a partir de descrições em texto. O recurso utilizará o Nano Banana, tecnologia do Google voltada à geração de imagens com inteligência artificial. A opção será oferecida nas regiões que já contam com a criação de imagens pelo Modo IA integrado ao buscador. Em entrevista ao site CNet, Lou Wang, cofundador do Google Lens, afirmou que a empresa pretende ampliar o uso da inteligência artificial para tornar mais simples e natural a resolução de perguntas complexas. Segundo ele, os novos modelos permitem compreender melhor a maneira como as pessoas formulam suas dúvidas e oferecer respostas mais adequadas. “Com esses modelos de inteligência artificial, temos capacidade para compreender de forma muito mais natural e intuitiva como uma pergunta é feita”, afirmou. “Nosso foco é permitir que as pessoas expressem suas questões com facilidade e, ao mesmo tempo, oferecer a melhor resposta possível.”FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

4 proteínas vegetais que ajudam a controlar a pressão arterial.

Lentilha, edamame, linhaça e sementes de abóbora fornecem proteínas e nutrientes que favorecem a saúde dos vasos sanguíneos. Segundo nutricionistas, esses alimentos podem contribuir para reduzir a pressão arterial e proteger o coração.

A pressão alta muitas vezes não provoca sintomas, mas está entre os principais fatores de risco para infarto, acidente vascular cerebral e outras doenças cardiovasculares. Além do acompanhamento médico e da adoção de hábitos saudáveis, algumas escolhas alimentares podem contribuir para o controle da pressão arterial.Em entrevista ao site Verywell Health, nutricionistas indicaram fontes vegetais de proteína que também fornecem nutrientes importantes para a saúde dos vasos sanguíneos e do coração. Esses alimentos podem ser especialmente úteis para quem segue uma dieta vegana ou deseja reduzir o consumo de produtos de origem animal.Confira algumas das opções recomendadas pelos especialistas: Lentilhas De sabor suave e levemente terroso, as lentilhas são ricas em fibras, potássio e magnésio. Esses nutrientes ajudam a equilibrar os efeitos do sódio no organismo e favorecem o relaxamento dos vasos sanguíneos, explica o nutricionista Matthew Landry. O alimento também fornece arginina, um aminoácido envolvido na produção de óxido nítrico. Segundo a nutricionista Candace Pumper, essa substância contribui para manter os vasos sanguíneos dilatados e facilitar a circulação. Edamame O edamame é a soja ainda jovem, colhida antes de amadurecer completamente. Além de apresentar uma boa quantidade de proteínas, o alimento também é fonte de potássio, destaca a nutricionista Meghan Windham. Por ser rico em fibras e naturalmente pobre em sódio, o edamame pode contribuir para a manutenção de níveis saudáveis de pressão arterial, afirma Landry. Sementes de linhaçaAs sementes de linhaça são consideradas um alimento de grande valor nutricional por concentrarem ácido alfa-linolênico, um tipo de ômega-3, além de fibras solúveis e lignanas, compostos vegetais com ação antioxidante.De acordo com os especialistas, esses componentes podem ajudar a reduzir a atividade da enzima conversora de angiotensina, conhecida como ECA, que participa do controle da pressão arterial.Sementes de abóbora As sementes de abóbora fornecem proteínas, magnésio, gorduras insaturadas e diferentes compostos bioativos ligados à saúde cardiovascular. Essas substâncias podem favorecer o relaxamento dos vasos sanguíneos, melhorar a elasticidade das artérias e colaborar para o bom funcionamento do endotélio, camada que reveste internamente os vasos. Em conjunto, esses efeitos também ajudam a proteger a saúde do coração.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

5 dicas para usar melhor o ChatGPT e obter boas respostas.

Definir objetivos, fornecer contexto, indicar o tom e apresentar exemplos são estratégias que ajudam o ChatGPT a compreender melhor cada pedido e entregar respostas mais úteis, claras e próximas do resultado esperado.

Lançado no fim de 2022, o ChatGPT se tornou uma das ferramentas de inteligência artificial mais conhecidas e utilizadas do mundo. A tecnologia passou a fazer parte da rotina de estudantes, profissionais e empresas, mas a qualidade das respostas ainda depende, em grande parte, da forma como cada pedido é apresentado.Não basta apenas fazer uma pergunta. Para obter resultados mais úteis, é importante explicar com clareza qual é o objetivo, fornecer as informações necessárias e indicar como a resposta deve ser apresentada. Quanto mais específico for o comando, também chamado de prompt, maior será a chance de o ChatGPT compreender a tarefa e entregar um conteúdo adequado. Também não é necessário acertar tudo na primeira tentativa. O usuário pode avaliar a resposta, corrigir o direcionamento, acrescentar detalhes e pedir uma nova versão até chegar ao resultado desejado. Esse processo de refinamento faz parte do uso da ferramenta. Confira cinco dicas para aproveitar melhor o ChatGPT: 1. Defina a função que a ferramenta deve assumir Indique a perspectiva que deseja para a resposta. É possível pedir, por exemplo, que o ChatGPT explique um tema como professor, revisor de textos, especialista em marketing, orientador de estudos ou profissional de determinada área. Também vale informar para quem o conteúdo será produzido. Uma explicação destinada a uma criança, a um iniciante ou a um profissional experiente exige níveis diferentes de linguagem e profundidade. 2. Apresente exemplos do resultado esperado Quando possível, mostre uma referência do estilo, do formato ou da estrutura que deseja. Você pode fornecer um modelo de título, um parágrafo, uma tabela ou até um texto anterior e pedir que a nova resposta siga características semelhantes. Os exemplos ajudam a reduzir ambiguidades e tornam mais claro o que deve ser mantido, alterado ou evitado. 3. Forneça o contexto necessário Explique a situação antes de fazer o pedido. Informe o objetivo da tarefa, o público, o canal em que o conteúdo será usado e qualquer restrição relevante. Em vez de escrever apenas “faça um texto sobre alimentação saudável”, por exemplo, é mais eficiente pedir “faça um texto de até 500 palavras, destinado a leitores adultos, com linguagem simples, dicas práticas e sem termos técnicos”. 4. Determine o tom e o formato da resposta O usuário pode orientar o ChatGPT a responder de maneira didática, formal, descontraída, persuasiva, objetiva ou acolhedora. Também é possível definir o tamanho e a apresentação do conteúdo, solicitando uma lista, um resumo, uma tabela comparativa, um roteiro, um e-mail ou um texto dividido por subtítulos. A OpenAI recomenda identificar claramente a tarefa, oferecer contexto e especificar o tom e o estilo desejados. 5. Peça explicações, critérios e revisão Em tarefas mais complexas, solicite que o ChatGPT apresente as principais etapas da solução, explique os critérios utilizados, indique possíveis limitações e confira a resposta antes de concluir. Também pode ser útil pedir que a ferramenta identifique informações ausentes, aponte suposições, compare alternativas ou revise o resultado em busca de erros e contradições. Nenhum comando precisa ser excessivamente longo ou complicado. O mais importante é deixar claro o que deve ser feito, qual resultado se espera e quais condições precisam ser respeitadas. Prompts claros, específicos e orientados ao objetivo costumam gerar respostas mais relevantes.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Retrospectiva: regras menos rígidas para atividades na Mata Atlântica foram aprovadas na área de meio ambiente.

Deputados também aprovaram no primeiro semestre proposta que proíbe a fabricação de cosméticos e produtos de higiene que contenham microplás...