CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Amigos sentam nos trilhos do metrô e morrem atingidos por trem; vídeo

Malaika Chitre e Navam Kaul, ambos de 24 anos, foram atingidos por uma composição na estação Spring Street, em Manhattan. Imagens mostram os dois sentados sobre os trilhos momentos antes da chegada do trem; polícia investiga como eles chegaram ao local.

Dois amigos de 24 anos morreram após serem atingidos por um trem do metrô de Nova York enquanto estavam sobre os trilhos de uma estação em Manhattan. Malaika Chitre e Navam Kaul, ambos formados pela Universidade Rutgers, foram atingidos na madrugada de domingo (13), na estação Spring Street.O acidente aconteceu por volta das 3h14. Segundo um relatório da Metropolitan Transportation Authority (MTA) citado pela imprensa americana, o maquinista de um trem da linha 4, que seguia para o sul, percebeu os dois nos trilhos e acionou o freio de emergência, mas não conseguiu parar a composição a tempo. Os jovens morreram no local. Cerca de 100 passageiros precisaram ser retirados do trem após a colisão. Imagens mostram jovens sentados nos trilhos Imagens de segurança que passaram a circular após o acidente mostram Malaika e Navam sentados juntos nos trilhos pouco antes da chegada da composição. A polícia ainda tenta esclarecer como os dois chegaram até ali. Uma das hipóteses investigadas é que um deles tenha caído ou descido para os trilhos e que o outro tenha ido atrás para ajudar. Até o momento, porém, essa dinâmica não foi confirmada oficialmente. Segundo fontes policiais ouvidas pelo New York Post, investigadores também apuram se o consumo de álcool ou outras substâncias pode ter influenciado a percepção de risco dos jovens. Não há, até agora, conclusão oficial sobre essa possibilidade. As autoridades também não determinaram oficialmente se o episódio foi um acidente ou se houve outra circunstância envolvida. A investigação do Departamento de Polícia de Nova York permanece aberta.Quem eram Malaika Chitre e Navam Kaul Malaika e Navam eram amigos de longa data e haviam se formado em 2024 pela Rutgers University, em Nova Jersey. Pessoas próximas disseram à imprensa americana que os dois faziam parte do mesmo círculo de amizades e mantinham contato desde a época da universidade. Malaika trabalhava na área de operações de qualidade da farmacêutica Acadia Pharmaceuticals e havia iniciado estudos para obter o título de doutora em Farmácia na Temple University, na Filadélfia.Navam trabalhava na área financeira e chegou a atuar como analista de dados financeiros na Bloomberg, segundo informações profissionais divulgadas após a morte. Familiares e amigos foram surpreendidos pelas circunstâncias do acidente e aguardam respostas sobre o que levou os dois aos trilhos naquela madrugada. A causa oficial das mortes ainda depende da conclusão do exame médico-legal e das investigações das autoridades de Nova York.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

 

Revisão pelo INSS pode corrigir valor de benefícios; veja como solicitar!

Um período trabalhado sem carteira assinada também pode ser reconhecido, desde que o segurado apresente provas da atividade.

Aposentados e pensionistas que identificarem possíveis erros no cálculo ou na concessão de benefícios podem solicitar uma revisão ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A revisão permite que o INSS faça uma nova análise das informações utilizadas para reconhecer o direito ou calcular o benefício. No entanto, apenas fazer o pedido não significa aumento automático. Após analisar documentos e argumentos apresentados, o instituto pode corrigir eventuais erros ou manter o valor atual. Há alguns tipos de revisões de aposentadoria que permitem ao segurado solicitar além da correção de erros no cálculo do benefício, também a inclusão de períodos de contribuição que possam aumentar o valor recebido.  O segurado pode conferir a Carta de Concessão e o Extrato Previdenciário (CNIS) para verificar o histórico profissional, que pode ajudar a identificar vínculos, contribuições ou outros dados que tenham sido registrados de forma incorreta. O procedimento pode ser feito pela internet, sem a necessidade inicial de comparecer a uma agência. Para o atendimento presencial é necessário um agendamento. Pela regra geral informada pelo INSS, o beneficiário tem até 10 anos para solicitar a revisão. A contagem começa no primeiro dia do mês seguinte ao recebimento da primeira prestação do benefício.  O prazo médio para análise do pedido é de 30 dias corridos, mas pode variar conforme a complexidade e a necessidade de novos documentos. O que é a revisão do benefício? É indicado nos casos, por exemplo, de: ajustes do valor do benefício ou do tempo de contribuição considerado; inclusão/alteração/exclusão de dependentes; apresentação de novos documentos. Este pedido é realizado totalmente pela internet, não é necessário ir ao INSS.Reforma e Pensões Quem pode utilizar este serviço? Pessoa que recebe benefício do INSS. Etapas para a realização deste serviço Pedir o serviço Entre no Meu INSS Informe seu CPF e senha Siga para Do que você precisa? Digite: Revisão Escolha o serviço e Avance conforme as orientações O atendimento pode ser feito pelo site ou app 'Meu INSS' ou pelo telefone 135 - no presencial deve ser feito um agendamento. Para a análise deve ser apresentado documentação para todos os casos. Sendo a pessoa titular: Identificação - RG, CIN, CNH ou CTPS / Cadastro de Pessoa Física (CPF) / Número do benefício. Sendo de pessoa com procuração ou representação legal: Identificação - RG, CIN, CNH ou CTPS / Cadastro de Pessoa Física (CPF) / Procuração no modelo do INSS ou pública / Termo de representação legal - tutela, curatela ou termo de guarda) Consultar resposta Entre no Meu INSS Informe seu CPF e senha Siga no botão Consultar Pedidos Encontre o seu pedido na lista Detalhe para mais dados.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS MP prevê ajuda do governo a produtores e importadores para reduzir preço final do óleo diesel.

Texto já está em vigor, mas precisa ser aprovado por Câmara e Senado para virar lei.

A Medida Provisória (MP) 1391/26 autoriza o governo federal a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A subvenção terá vigência de até 30 dias e poderá ser prorrogada, por igual período, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Ele também definirá os limites, os setores econômicos beneficiados e o valor do benefício por litro comercializado. Para receber o benefício, as empresas habilitadas deverão deduzir o valor da subvenção do preço final de venda do combustível e registrar expressamente os descontos nas notas fiscais eletrônicas. Subvenção econômica é o repasse de dinheiro feito pelo governo para empresas públicas ou privadas cobrirem despesas de custeio ou operacionais. Instabilidade internacional Segundo o Poder Executivo, a MP busca estabilizar os preços dos combustíveis e assegurar o abastecimento nacional em um período de instabilidade decorrente de conflito no Oriente Médio. Na justificativa enviada ao Congresso Nacional, Dario Durigan e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmam que a medida provisória é uma resposta ao cenário internacional adverso. “Esta realidade justifica ação governamental imediata e extraordinária com vistas a estabilizar o mercado doméstico de combustíveis e proteger os consumidores e os setores produtivos dos efeitos de conflitos que têm se mostrado duradouros e afetam preços cruciais para o funcionamento da economia”, afirmam os ministros. Impacto orçamentário As despesas decorrentes da subvenção serão custeadas por dotações orçamentárias da ANP. Segundo estimativa da equipe econômica do governo, o impacto será de R$ 492,08 milhões por mês, considerando uma subvenção de R$ 0,10 por litro de diesel comercializado. Na semana passada, a Medida Provisória 1389/26 abriu crédito extraordinário de R$ 6,6 bilhões para que a ANP pudesse honrar compromissos de programas anteriores de subvenção aos combustíveis (MP 1358/26 e MP 1363/26). IOF Além do diesel, a MP 1391/26 altera a Lei 8.894/94, que trata do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para equiparar os depósitos a prazo sem emissão de certificado às operações com Certificados de Depósito Bancário (CDB). Próximos passos A Medida Provisória 1391/26 já está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para ser convertida em lei. O texto será analisado por uma comissão mista e, depois, pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Especialistas defendem cuidado na regulação de redes para não comprometer liberdade de expressão.

 

Assunto foi debatido pelo Conselho de Comunicação Social do Congresso.

Em audiência pública do Conselho de Comunicação Social do Congresso nesta segunda-feira (14), o diretor do Instituto Sivis, Jamil Assis, sustentou que, ao contrário do que possa parecer, a internet no Brasil não é “terra de ninguém”. O especialista ressaltou que a legislação criminal vale também para as redes. Além disso, lembrou que já existem várias leis e regulamentos específicos em vigor, como o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital) e o marco civil da internet. Na opinião de Jamil Assis, é imprudente “empilhar restrições” sobre um ambiente que ainda é pouco conhecido, porque isso poderia colocar em risco a liberdade de expressão. De acordo com ele, levantamento realizado pelo Instituto Sivis apontou que a população não entende o conceito de liberdade de expressão e boa parte já pratica a autocensura, o que poderia piorar com o excesso de regulação das redes. Segundo Assis, "38% dos brasileiros já se calam em conversas políticas dentro da própria família pelo menos uma vez por mês, e um em cada três brasileiros, no último ano, sentiu medo de ser prejudicado por autoridades por criticar políticas, agentes públicos, chegando a 36% em alguns grupos políticos". "Então, o silêncio já começou antes mesmo de passarem as leis, né? As pessoas já têm medo de se expressar”, apontou. Jamil Assis defende que o melhor caminho para aprimorar o ambiente digital seria cobrar autorregulação das plataformas. Ele também propõe que as empresas de tecnologia ofereçam opções para os próprios usuários apresentarem argumentos contrários em publicações, como forma de ampliar o debate. Transparência A diretora-executiva do InternetLab, Fernanda Campagnucci, concorda que o Brasil avançou em legislação para a internet e citou como exemplos o marco civil da internet e o ECA Digital. Ela também ressaltou os riscos do excesso de rigor para a liberdade de expressão. No entanto, a especialista ressalta que a legislação tem de garantir a transparência no processo de moderação das plataformas. Um aspecto importante, segundo ela, é prever aspectos como auditorias para verificar se as empesas têm estrutura adequada para garantir a integridade do processo de acompanhamento e remoção de conteúdo. “Só vai funcionar se tiver transparência real. Na prática, os termos das plataformas são genéricos demais. Isso deixa um limbo, tanto para usuário quanto para o moderador, do que pode ou que não pode. A ausência de regras também favorece essa remoção excessiva”, afirmou. Remoção de conteúdo O representante da ONG Direito à Comunicação e Democracia (DiraCom), Alexandre Arns Gonzales, destacou que a moderação privada das plataformas pode restringir quem tem direito a voz nas redes. Ele também defende que a legislação deve prever regras claras sobre o processo de remoção de conteúdo. Para Gonzales, sempre que uma publicação for removida da página, a empresa deve informar ao autor sobre o motivo da retirada e oferecer um canal para apelação. Além disso, ele defende a definição legal de prazos para as plataformas avaliarem as apelações dos usuários. A presidente do conselho, Patrícia Blanco, afirmou que as contribuições apresentadas poderão subsidiar a análise de propostas relacionadas ao tema pelo Congresso. Segundo ela, a legislação deve conciliar o combate ao discurso de ódio, à intolerância e à desinformação com a preservação da liberdade de expressão. Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto garante oferta contínua de medicamentos para asma no SUS.

Proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei 3279/26 assegura a oferta contínua de medicamentos combinados para o tratamento da asma em unidades básicas (UBS) do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida beneficia pacientes diagnosticados com a doença que tenham receita médica e atendam aos critérios clínicos oficiais. Pelo texto, serão distribuídos medicamentos que combinam corticoide inalatório e broncodilatador de longa duração. Atualmente, o acesso a eles ocorre principalmente por meio de farmácias especializadas. Autor do projeto, o deputado Pinheirinho (PP-MG), argumenta que o modelo atual dificulta o acesso de pessoas com dificuldades de transporte ou em áreas com pouca infraestrutura de saúde. O projeto também permite que o governo ofereça capacitação a profissionais de saúde sobre o diagnóstico da asma e o uso correto dos inaladores. Pinheirinho lembra que a asma atinge cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil e provoca aproximadamente seis mortes por dia. “A iniciativa fortalece a política de atenção às doenças crônicas e amplia a capacidade do sistema de saúde de responder de forma mais eficiente às necessidades da população”, disse. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS EX DEPUTADO FEDERAL

Ex-deputado federal Philemon Rodrigues morre aos 94 anos.

O ex-deputado federal Philemon Rodrigues morreu no último sábado (12), aos 94 anos de idade. Pastor e teólogo, ele exerceu na Câmara dos Deputados dois mandatos por Minas Gerais na década de 1990 e um pela Paraíba, na década de 2000. Inicialmente assumiu como suplente uma cadeira de deputado federal, entre 1994 e 1995. Depois, foram três mandatos como titular, dois deles filiados ao PTB por Minas (entre 1995 e 2002) e um ao PL pela Paraíba (entre 2003 e 2007). Entre as funções desempenhadas na Câmara está a de presidente da Comissão de Viação e Transportes, em 2004. Trajetória Nascido em 19 de Junho de 1932, em Mamanguape (PB), Philemon Rodrigues foi pastor da Assembleia de Deus e missionário evangélico na Bolívia (1964-1969) e na Espanha (1970-1975). Na década de 1980, participou da construção do Templo Arca, um dos símbolos do município de João Monlevade (MG). Entre os cargos públicos que ocupou estão os de diretor-administrativo, secretário-adjunto e superintendente de Planejamento e Orçamento na Secretaria de Educação de Minas Gerais, além de diretor administrativo e financeiro no Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec-MG). Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Pesquisa apresentada no Conselho de Comunicação aponta alta taxa de depressão entre jornalistas.

Profissionais também sofrem com estresse, insônia e assédio moral; tema foi debatido em reunião do conselho nesta segunda-feira.

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, nesta segunda-feira (14), no Senado. O levantamento foi elaborado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Previdência, em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A intenção foi traçar um diagnóstico das condições de trabalho e da saúde mental dos jornalistas, em aspectos como estresse, ansiedade, depressão, insônia, capacidade para o trabalho, satisfação profissional, assédio moral, assédio digital, consumo de álcool e percepção de demanda, controle e apoio social no ambiente de trabalho. A amostra foi composta por 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados sofrem com estresse e 47,9% têm insônia. Assédio moral A coordenadora de Comunicação da Fundacentro, Cristiane Oliveira Reimberg, apontou uma naturalização do assédio moral dentro das redações. "Quando se considera 'pelo menos uma vez', foram 37% de relatos de casos entre os respondentes. Quando o critério leva em conta 'duas vezes ou mais', foram 26%", alertou. O secretário-adjunto de Saúde e Segurança da Fenaj, Norian Segatto, lembrou que o advento das novas tecnologias intensificou a pressão sofrida pelos jornalistas. "Nas grandes redações, as equipes de métrica, aquelas que medem quantos likes se dão, às vezes são maiores que a própria redação. E as pessoas são cobradas não pela qualidade da matéria que filmaram, mas por quantos likes ela recebeu. O chefe vai lá e fala: Olha, tua matéria deu menos de mil likes, você precisa mudar", lamentou. Para Segatto, o estudo pode influenciar não só em futuras negociações sindicais, mas também em novas leis que protejam os trabalhadores da comunicação.Para Samira de Castro, presidente da Fenaj e conselheira do CCS, o adoecimento mental não pode ser tratado como uma questão individual dos trabalhadores, e sim da organização e das condições de trabalho, incluindo jornadas prolongadas, pressão por produtividade, assédio, falta de autonomia profissional e violência digital. Ataques a mulheres A presidente do CCS, Patrícia Blanco, repudiou ataques que vêm sendo dirigidos a jornalistas, especialmente mulheres. Ela apontou palavras de baixo calão, insultos e banalização da violência sexual nesses ataques. "Reforçamos que os insultos e a banalização da violência sexual configuram discurso de ódio, que não está protegido pela liberdade de expressão, como já decidiram a ONU [Organização das Nações Unidas] e o STF [Supremo Tribunal Federal], por afrontar a dignidade da pessoa humana e incitar diretamente a discriminação, a hostilidade e a violência", afirmou.Patrícia Blanco lembrou que a Coalizão em Defesa do Jornalismo, grupo de entidades do setor, tem feito um monitoramento de violência contra jornalistas no período eleitoral. O primeiro relatório, alertou, mostra que, em duas semanas do período eleitoral, houve mais de 2,6 mil ataques contra jornalistas, dois terços deles voltados contra mulheres. Moção de aplauso Os conselheiros aprovaram moção de aplauso à ativista Veronyka Gimenes, cofundadora e diretora institucional da organização Código Não Binário. Ela foi indicada entre as 100 pessoas mais influentes em inteligência artificial de 2026 pela revista americana Time. Veronyka é responsável pelo desenvolvimento da TybyrIA, modelo de inteligência artificial de código aberto criado para identificar discurso de ódio contra pessoas LGBTQIA+. O nome é uma homenagem a Tibira do Maranhão, indígena tupinambá executado em São Luís em 1614 e considerado por entidades LGBTQIA+ a primeira vítima registrada de homofobia no Brasil colonial. "A inclusão amplia o reconhecimento internacional de um olhar sobre a inteligência artificial construído a partir do Sul Global, dos movimentos sociais e das comunidades atingidas por essas tecnologias", avaliou o conselheiro do CCS Caio Loures, representante das categorias profissionais de cinema e vídeo e autor da moção. Próximas reuniões Os conselheiros aprovaram o pedido de uma audiência pública sobre educação midiática e letramento digital, a ser realizada em novembro. A próxima reunião do Conselho de Comunicação Social está marcada para 5 de outubro, às 14 horas. Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Cientista político destaca que eleitorado está ficando mais velho.

Entre 2022 e 2026, houve crescimento de 4,56 milhões no número de brasileiros com 60 anos ou mais, totalizando 37,45 milhões de pessoas.

Mais de 158 milhões de eleitores poderão ir às urnas em 4 de Outubro. Em relação às eleições gerais de 2022, são 2,2 milhões de eleitores a mais. Em entrevista à Rádio Câmara, o cientista político Carlos Oliveira destaca outro aumento: o da idade dos eleitores. “A gente passou a ter um eleitorado um pouco mais maduro. O perfil do eleitor que começou a crescer mais é dos 45 anos para frente. E isso retrata o próprio perfil da população brasileira, que tem envelhecido”, disse. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2026, o eleitorado está mais concentrado nas idades adultas e com crescimento maior entre os mais velhos. A faixa entre 40 e 44 anos (15,9 milhões) representa 10,08% do eleitoral nacional. Em seguida, vêm as faixas de 45 a 49 anos (15,271 milhões); de 35 a 39 anos (15,262 milhões); de 30 a 34 anos (15,178 milhões); e de 25 a 29 anos (14,9 milhões). As pessoas de 60 anos ou mais tiveram um crescimento de 4,56 milhões entre 2022 e 2026, totalizando 37,45 milhões de pessoas, ou 23,6% do eleitorado. Na faixa entre 21 e 34 anos houve queda: de 43,8 milhões de eleitores em 2022 para 41,037 milhões em 2026. Queda entre jovens Entre os mais jovens, com 18 anos ou menos, houve uma queda de 606 mil registros em relação a 2022. Nessa faixa etária, o voto não é obrigatório. Para Carlos Oliveira, o incentivo desses adolescentes para ir às urnas vem, geralmente, de um engajamento político da própria família ou amigos. “Se a mãe, o pai ou os colegas são muito engajados politicamente, e o jovem está naquele ambiente, a probabilidade de ele tirar o título e votar é maior,” disse. Mais de 70 anos O engajamento na política também é o que costuma mobilizar outra faixa etária cujo voto é facultativo: a dos eleitores com mais de 70 anos. “Pesquisas na Europa mostram que, se essas pessoas normalmente eram engajadas politicamente antes, elas vão continuar votando. Então, pessoas que já tinham muito interesse por política, que se viam representadas, continuam tentando participar da democracia através do voto. E um outro dado interessante, também na União Europeia, é que se o idoso tiver um neto, um bisneto que convive muito com ele e que goste de política, normalmente esse neto e bisneto acaba levando esse idoso a votar. Então, não é algo do momento dele”, explicou o cientista político.Voto feminino Outro dado destacado por Carlos Oliveira se refere à participação das mulheres no eleitorado. Elas são 52,8% dos eleitores, mas ainda não são maioria entre candidatos e entre eleitos. Para o estudioso, a legislação mais recente, desde a redemocratização, tem buscado fortalecer a participação feminina. Mas a ampliação das mulheres na política depende, segundo ele, de uma conscientização geral na sociedade. “Quando chegam em casa, normalmente as mulheres dedicam na média, no mundo inteiro, 3 horas a mais de trabalho do que os homens. E aí eu acho que às vezes muitas delas têm uma liderança incrível, têm uma capacidade, têm possibilidade de contribuir muito com a sociedade, mas elas precisam de um apoio também”, destaca. Confira a página especial da Câmara sobre as Eleições 2026 Segundo Carlos Oliveira, o eleitorado brasileiro, na média, ainda não faz uma relação direta entre os eleitos e as políticas públicas em construção por governos e parlamentos. Mas ele destacou que essa conscientização pode aumentar, especialmente se o eleitor perceber o papel da política em sua vida diária. “A política é fundamental. O ideal, quando a gente vai votar, é não pensar só na gente – a gente tem que pensar no todo. Então, se você pensa no todo e você acredita numa ideia, acha que aquela ideia vai ser melhor ao longo dos anos, a gente não pode pensar só no momento. O que eu não posso é desistir, porque para a maior parte da população ter direito ao voto foi uma luta muito grande”, defendeu. Neste ano, os eleitores brasileiros vão votar para presidente, governador, deputados estaduais ou distritais, deputados federais e senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias






CÂMARA DOS DEPUTADOS Cientista político avalia que propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV ajuda indecisos.

A avaliação é do cientista político e professor da UERJ João Feres, em entrevista à Rádio Câmara.

A propaganda eleitoral no rádio e na TV continua importante para apresentar as propostas dos candidatos, especialmente aos eleitores indecisos. A avaliação é do cientista político João Feres, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Em entrevista à Rádio Câmara, Feres afirmou que a propaganda nesses meios perdeu parte do impacto, mas ainda cumpre um papel relevante na decisão do voto. As inserções eleitorais em rádio e televisão seguem até três dias antes das eleições. Em levantamento realizado antes do início da propaganda eleitoral, a Pesquisa BTG/Nexus mostrou que 68% dos eleitores pretendiam acompanhar a propaganda no rádio e na TV. Segundo João Feres, levantamentos separados por viés ideológico do eleitor mostram que a importância da propaganda no rádio e na TV é maior para os indecisos. “Ou seja, são pessoas que estão buscando informação política para decidir o voto. Isso é importante porque mostra que o horário eleitoral está cumprindo seu papel principal”, afirmou. Na avaliação do pesquisador, os candidatos procuram passar pelo rádio e pela TV uma imagem mais propositiva e com menos ataques a adversários. “Geralmente, os candidatos tendem a aparecer mais bonzinhos no horário eleitoral gratuito, a não ser que tenham razões para atacar. E eles reservam os ataques, inclusive, para pessoas do apoio deles. As pesquisas mostram que os eleitores não gostam muito de candidato que ataca diretamente o outro”. Estratégias diferentes De acordo com João Feres, a linguagem e as estratégias variam conforme a plataforma, seja nas redes sociais ou nos grupos de mensagens fechados. O Facebook, segundo ele, tem maior acesso entre pessoas mais velhas. O Instagram é coisa de jovem. A propaganda negativa preferem fazer por WhatsApp, especialmente em grupos fechados. "É mais difícil você, inclusive, caracterizar crime eleitoral, porque fica em grupos privados. Então, tem várias estratégias de campanha,” explicou o cientista político. Menos tempo de campanha A minirreforma eleitoral de 2015 (Lei 13.165/15) diminuiu o tempo de propaganda no rádio e na TV de 45 para 35 dias e o das campanhas como um todo de 90 para 45 dias. Uma das intenções era reduzir os gastos de campanha. Em 2015, as empresas também ficaram proibidas de doar recursos a candidatos e partidos. Para João Feres, as mudanças não conseguiram gerar os efeitos desejados e foram desastrosas para a saúde da democracia brasileira. "As pessoas só têm chance de discutir os destinos da nossa nação, do governo, do seu estado, de quatro em quatro anos. Foi uma coisa muito drástica. E a gente gasta muito recurso com eleição". Na avaliação dele, o fundo eleitoral destinou mais recursos aos partidos, que precisam gastá-los em um período mais curto. "É claro que os partidos vão fazer o possível para passar a mensagem no tempo que lhes couber, mas tem gente que fica com muito pouco tempo e quase acaba não tendo praticamente exposição ao eleitorado por meio da propaganda eleitoral", criticou. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto torna obrigatória aula de educação alimentar para crianças e adolescentes.

A proposta prevê uma aula semanal, no mínimo, integrada ao projeto pedagógico das unidades; texto está em análise na Câmara.

O Projeto de Lei 2339/26 torna obrigatória em todas as escolas a disciplina de Educação Alimentar e Nutricional na educação básica, que abrange a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio. A proposta prevê uma aula semanal, no mínimo, integrada ao projeto pedagógico das unidades. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as aulas serão ministradas exclusivamente por nutricionistas com registro ativo no Conselho Regional de Nutricionistas. Nas escolas privadas, será proibida a cobrança de taxa adicional. “A obesidade infantil representa, atualmente, um dos mais graves desafios de saúde pública do Brasil e do mundo”, disse o autor da proposta, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), ao comentar o impacto da mudança para a saúde pública.Conteúdos e avaliações O projeto estabelece que os conteúdos curriculares abordarão, entre outros pontos, o "Guia Alimentar para a População Brasileira", o consumo de produtos in natura, a segurança alimentar e a prevenção de transtornos alimentares. As escolas terão prazo de dois anos para se adaptarem às regras – nas cidades com menos de 20 mil habitantes, até três anos. O texto prevê avaliações periódicas pelos ministérios da Educação e da Saúde sobre o estado nutricional dos alunos. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Anvisa aprova 12 novas canetas para diabetes e obesidade em 2026; veja quais são e seus preços.

Anvisa aprovou 12 novas canetas para diabetes tipo 2 e obesidade em 2026, sendo dez de semaglutida e duas de liraglutida. Especialistas alertam que preço, eficácia, efeitos colaterais e condições de saúde devem ser considerados na escolha do tratamento.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ampliou neste ano as opções de medicamentos injetáveis usados no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Impulsionado pela queda da patente do Ozempic (semaglutida da Novo Nordisk) em março, o mercado recebeu novos registros de genéricos e similares da substância, além de novas opções à base de liraglutida.São 12 canetas emagrecedoras aprovadas em 2026 no Brasil: dez de semaglutida e duas de liraglutida. A multiplicação das marcas, porém, não significa que todos os medicamentos sejam intercambiáveis ou que a escolha deva ser feita apenas pelo preço, além de não eliminar a necessidade de uma avaliação médica. Segundo a endocrinologista Bruna Marinho, coordenadora do Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital Felício Rocho, em Ribeirão Preto, a escolha entre os medicamentos deve considerar o diagnóstico, a necessidade de perda de peso, outras doenças do paciente, os estudos disponíveis para cada produto e a possibilidade de manter o tratamento por longos períodos. Esse último ponto pode ser decisivo. Obesidade e diabetes são doenças crônicas e, segundo especialistas, o tratamento farmacológico frequentemente precisa ser mantido por meses ou anos. Por isso, um medicamento com maior potencial de perda de peso, como é o caso do Mounjaro (única tirzepatida aprovada pela Anvisa, da Eli Lilly), pode não ser a melhor opção se o paciente não conseguir arcar com seu custo continuamente. Os possíveis efeitos colaterais também influenciam na definição do medicamento. As substâncias dessa classe atuam sobre  o sistema gastrointestinal e podem causar sintomas como náusea, dor abdominal, refluxo, constipação e outras alterações do hábito intestinal. A endocrinologista Alana Rocha, professora de endocrinologia da Afya Educação Médica Vitória, afirma que esse é um dos fatores avaliados quando se considera, por exemplo, a mudança de um tratamento para outro. Segundo ela, a decisão deve levar em conta tanto as doenças associadas do paciente quanto a tolerabilidade ao medicamento. "A gente precisa avaliar várias coisas, principalmente as comorbidades que o paciente possui. Se é um paciente obeso e diabético, se é um paciente obeso com problemas no fígado ou com problemas cardíacos. Nem sempre a transição é possível", diz Rocha. SEMAGLUTIDA A principal mudança no mercado brasileiro ocorreu com a semaglutida, substância que se tornou conhecida principalmente pelas marcas Ozempic e Wegovy, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. A semaglutida imita a ação do GLP-1, hormônio produzido naturalmente pelo organismo que participa do controle da glicose e da saciedade. Ao ativar os receptores de GLP-1, a substância ajuda a controlar a glicemia, reduz o apetite e aumenta a sensação de saciedade, podendo contribuir para a perda de peso.Até março deste ano, a fabricação de medicamentos com semaglutida no Brasil estava concentrada nos produtos da Novo Nordisk. A exclusividade terminou em 20 de Março, abrindo caminho para a entrada de outras farmacêuticas. Em 26 de Maio, a Anvisa aprovou o Ozivy, da EMS, primeiro medicamento à base de semaglutida registrado após a queda da patente. O produto é indicado para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado. Em 10 de Julho, o Ozivy passou a integrar a Lista de Medicamentos de Referência da Anvisa. Em 29 de Julho, a agência aprovou cinco medicamentos à base de semaglutida: Owozy, da Ávita Care; Seemasun, da Sun Farmacêutica; Zempneo, da Brainfarma; Semavy, da Cosmed; e Orsema, da Ranbaxy. As indicações informadas para os produtos são para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado. Em 17 de Agosto, a EMS também obteve o registro do primeiro medicamento genérico de semaglutida do país. O produto não terá nome comercial, como determina a legislação para genéricos. Na mesma data, também foi aprovado o Semaclique, da Germed, na categoria de medicamento similar. Na semana seguinte, em 24 de Agosto, a Anvisa aprovou o segundo genérico de semaglutida, da Germed. Os medicamentos similares são identificados pela marca ou nome comercial. Ao contrário dos medicamentos genéricos, nem todo similar pode ser trocado pelo medicamento de referência. Em 31 de Agosto, foi aprovado o Yluméc, da EMS, registrado como medicamento similar, na modalidade clone. Veja a lista das 10 canetas de semaglutida aprovadas em 2026: Ozivy, da EMS (26 de maio) Semavy, da Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos (29 de Julho) Owozy, da Ávita Care Importação e Distribuição de Produtos (29 de Julho) Zempneo, da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica (29 de Julho) Seemasun, da Sun Farmacêutica do Brasil (29 de julho) Orsema, da Ranbaxy Farmacêutica (29 de Julho) Semaglutida genérica da EMS (17 de Agosto) Semaclique, da Germed (17 de Agosto) Semaglutida genérica da Germed (24 de Agosto) Yluméc, da EMS (31 de Agosto) O Ozempic custa entre R$ 975, nas versões de 0,25 mg e 0,5 mg pelo programa Preço NovoDia no comércio eletrônico, e R$ 999 na apresentação de 1 mg. O Ozivy chegou às farmácias com preços anunciados entre R$ 452 e R$ 498 por caneta. No caso dos medicamentos genéricos, a legislação determina que o preço seja, no mínimo, 35% inferior ao do medicamento de referência. Com base nos valores de lançamento do Ozivy, a estimativa para os genéricos ficaria entre R$ 293 e R$ 323. Os outros medicamentos aprovados ainda precisam passar por outras etapas antes de chegar às farmácias. Entre elas está a definição do preço pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). Antes da entrada dos novos produtos aprovados em 2026, o mercado brasileiro já havia recebido outras opções de medicamentos à base de semaglutida por meio de uma parceria entre a Eurofarma e a Novo Nordisk. Desde outubro de 2025, a Eurofarma comercializa o Extensior e o Poviztra. De acordo com a farmacêutica, os produtos são idênticos aos medicamentos de referência da Novo Nordisk: o Extensior ao Ozempic e o Poviztra ao Wegovy. LIRAGLUTIDA Outra substância que ganhou novos produtos neste ano foi a liraglutida, também pertencente à classe dos agonistas do receptor de GLP-1. Na última terça-feira (8), a Anvisa aprovou dois medicamentos genéricos de liraglutida produzidos pela EMS, destinados ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Os produtos têm como matriz os medicamentos Olire e Linux, da própria EMS, que começaram a chegar às farmácias no fim de 2025. O Olire é destinado ao tratamento da obesidade, enquanto o Linux é indicado para diabetes tipo 2. Tanto o Olire quanto o Linux são comercializados na apresentação de 6 mg em canetas. Ambos são anunciados a partir de R$ 84 em grandes redes de farmácias na internet. Por lei, genéricos devem custar, no mínimo, 35% a menos que os medicamentos de referência. Uma diferença prática da liraglutida em comparação à semaglutida e à tirzepatida é a frequência de aplicação. Enquanto estas são administradas, em geral, uma vez por semana, a liraglutida costuma exigir aplicação diária. O endocrinologista Júlio Américo Batatinha, doutorando no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), afirma que a frequência de uso é um dos fatores que reduziram o espaço da liraglutida em comparação com medicamentos mais recentes. "A liraglutida tem um efeito intermediário na perda de peso e também tem um efeito bom no controle do diabetes. A principal desvantagem é que ela exige uso diário, então o paciente precisa fazer a aplicação todos os dias", afirma Batatinha. Comparativamente, segundo ele, a semaglutida já tem um efeito mais interessante em relação à perda de peso e apresenta a vantagem de ser usada apenas uma vez por semana. Porém, comparando com a tirzepatida, a semaglutida pode ter um pouco mais de efeitos colaterais. TIRZEPATIDA A tirzepatida é o princípio ativo do Mounjaro, medicamento da farmacêutica Eli Lilly aprovado pela Anvisa e utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, conforme as indicações autorizadas. Diferentemente da semaglutida, ela atua sobre dois hormônios envolvidos no controle metabólico, o GLP-1 e o GIP, sendo classificada como um agonista duplo. A tirzepatida continua sob patente no Brasil. Por isso, o Mounjaro é a única opção aprovada pela Anvisa com esse princípio ativo. DULAGLUTIDA A dulaglutida é outra substância da família dos agonistas do receptor de GLP-1. No Brasil, seu principal medicamento de referência é o Trulicity, da Eli Lilly, aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2. Até o momento, não há versões genéricas ou similares no país, já que o medicamento ainda está protegido por patente. Segundo Batatinha, a dulaglutida apresenta menor potência para a redução do peso quando comparada à semaglutida e à tirzepatida. Por isso, seu uso para essa finalidade perdeu espaço com a chegada de medicamentos mais potentes.FONTE BRASIL AO MINUTO NOTICIAS.

Como conservar abacate e evitar que escureça: veja dicas.

Abacates amadurecem rapidamente e podem perder sabor e textura quando armazenados de forma inadequada. Saiba como guardar a fruta inteira ou cortada, como acelerar o amadurecimento e qual é a melhor maneira de congelá-la.

Versátil e nutritivo, o abacate pode ser usado em receitas doces e salgadas, além de ser consumido puro. A fruta, porém, tem uma durabilidade relativamente curta, principalmente quando não é armazenada da maneira correta.Um artigo publicado no site de Martha Stewart reuniu orientações de especialistas para conservar o abacate por mais tempo, seja ele verde, maduro, já cortado ou congelado. Como guardar abacate inteiro A conservação começa ainda no supermercado. O chef Johnny Hernandez recomenda escolher abacates mais verdes quando a intenção não é consumi-los imediatamente, permitindo que o amadurecimento aconteça em casa. Como conservar abacate verde Se o abacate ainda estiver verde e não houver pressa para consumi-lo, o ideal é mantê-lo em temperatura ambiente. "Se não tem pressa em usar o abacate, deixe-o em temperatura ambiente", explica Hernandez. A fruta pode ficar sobre a bancada ou em uma despensa, de preferência sem que os abacates fiquem amontoados ou pressionados uns contra os outros. Nessas condições, eles podem levar até cerca de cinco dias para amadurecer. Para acelerar o processo, Hernandez recomenda embrulhar o abacate em jornal e colocá-lo dentro de um saco de papel bem fechado. Depois, basta deixá-lo em um local mais quente da cozinha. Como guardar abacate maduro Quando o abacate atinge o ponto de maturação, o ideal é consumi-lo rapidamente. Caso isso não seja possível, colocá-lo na geladeira ajuda a retardar o amadurecimento e prolongar sua vida útil. A gaveta destinada a frutas e legumes é uma boa opção para armazenar o abacate maduro.Como conservar metade do abacate sem escurecer Para preservar melhor o sabor e a textura, o recomendado é cortar o abacate somente no momento do consumo. Quando sobra uma metade, porém, alguns cuidados ajudam a reduzir o escurecimento provocado pela oxidação. O procedimento é simples: Pincele a polpa com suco de limão ou de lima, ajudando a diminuir a oxidação. Cubra bem a parte cortada com plástico-filme, reduzindo o contato com o ar. Coloque o abacate em um recipiente hermético. Guarde-o na gaveta de frutas e legumes da geladeira. Segundo os especialistas citados pela publicação, o abacate cortado e armazenado corretamente mantém melhor qualidade por cerca de um dia na geladeira. É possível congelar abacate? Sim. Embora o consumo da fruta fresca proporcione melhor textura e sabor, o abacate também pode ser congelado. Primeiro, descasque a fruta, retire o caroço e corte a polpa em fatias ou cubos. Em seguida, passe suco de limão ou de lima para ajudar a evitar o escurecimento. Distribua os pedaços, sem que encostem uns nos outros, sobre uma assadeira forrada com papel-manteiga. Leve ao congelador por uma ou duas horas, até que estejam completamente congelados. Depois, transfira os pedaços para um recipiente fechado ou saco próprio para congelamento, retirando o máximo possível de ar antes de fechar. O abacate pode permanecer congelado por vários meses. Quanto antes for consumido, porém, maiores são as chances de preservar sabor e textura. Após o descongelamento, a consistência pode ficar mais granulada e menos firme. Por isso, o abacate congelado funciona melhor em preparações como vitaminas, cremes, molhos e outras receitas em que a textura original da fruta não seja essencial.FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Sandra Bullock revela por que não se lembra da noite em que ganhou Oscar.

Atriz contou que havia acabado de adotar o filho Louis e cuidava do bebê em segredo quando venceu o Oscar de Melhor Atriz por "Um Sonho Possível", em 2010. Segundo ela, dormiu apenas duas horas antes da cerimônia.

Sandra Bullock revelou que quase não guarda lembranças de uma das noites mais importantes de sua carreira: a cerimônia do Oscar de 2010, quando conquistou sua primeira estatueta.A atriz, de 62 anos, contou durante participação no programa "Live with Kelly and Mark", na quinta-feira (10), que estava cuidando em segredo do filho recém-adotado, Louis, enquanto se preparava para a premiação. Naquela noite, Bullock venceu o Oscar de Melhor Atriz pela atuação em "Um Sonho Possível", lançado em 2009. No filme, ela interpretou Leigh Anne Tuohy, personagem ligada à história do jogador de futebol americano Michael Oher. O longa também foi indicado ao prêmio de Melhor Filme. Sandra Bullock dormiu apenas duas horas antes do Oscar Questionada por Mark Consuelos sobre o que lembrava daquela noite, a atriz respondeu de forma direta: "Nada". "Eu dormi talvez umas duas horas. Estava escondendo um recém-nascido. Ninguém sabia que eu tinha o Lou, e ele sofria de refluxo, então só dormia a cada duas horas. Por isso, não me lembro muito daquela noite", contou. Bullock explicou que, mesmo depois de vencer o maior prêmio de sua carreira até então, sua principal preocupação era voltar rapidamente para casa e cuidar do filho. "Eu sei que queria chegar em casa porque queria alimentá-lo, pois sabia que a pessoa que estava lá com ele provavelmente estava passando por dificuldades", afirmou. Atriz ficou com vestido do Oscar para cuidar do filho Ao chegar em casa, Sandra Bullock ainda estava usando o vestido da cerimônia e não conseguiu tirá-lo imediatamente."Eu estava em casa com o vestido e não conseguia tirá-lo, então simplesmente fiquei sentada com o Lou, vestida daquele jeito. O Oscar estava no chão e o Lou no meu colo", recordou. A atriz havia mantido em segredo o processo de adoção de Louis e só anunciou publicamente a chegada do filho em abril de 2010, poucas semanas depois da cerimônia do Oscar. Naquele mesmo mês, Bullock também anunciou o fim de seu casamento com Jesse James.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Erik Marmo perde casa em incêndio nos EUA e amigos criam vaquinha.

Ator, conhecido por novelas como "Mulheres Apaixonadas", teve a residência onde vivia com a mulher e os dois filhos destruída por um incêndio em Beverly Hills. 

Amigos organizaram campanha de US$ 75 mil para ajudar a família a recomeçar.O ator brasileiro Erik Marmo, conhecido por novelas da Globo nos anos 2000, teve a casa onde vivia com a família destruída por um incêndio em Beverly Hills, na Califórnia, nos Estados Unidos. Amigos e integrantes da comunidade local criaram uma campanha de arrecadação para ajudar o artista, a mulher, Larissa, e os dois filhos adolescentes, Daniel e Nathan.Marmo compartilhou nas redes sociais imagens das chamas atingindo a parte interna da residência e agradeceu às pessoas que prestaram ajuda à família, além dos bombeiros e das autoridades que atuaram na ocorrência. O ator afirmou que tem recebido apoio de amigos, familiares e da comunidade desde o incêndio e disse que a solidariedade tem ajudado a família a enfrentar o momento. "Esta publicação é sobre amor. Sobre gratidão. Esperança", escreveu Marmo, antes de agradecer o apoio recebido após a perda da casa. Família de Erik Marmo perdeu grande parte dos pertences Segundo a descrição da campanha criada na plataforma GoFundMe, o incêndio deixou a família temporariamente sem moradia. Grande parte dos pertences foi destruída pelo fogo ou danificada pela fumaça e pela água utilizada no combate às chamas. A arrecadação foi organizada por amigos de Erik e Larissa e estabeleceu uma meta de US$ 75 mil. O dinheiro deverá ser usado para ajudar na busca por uma nova moradia, armazenar os objetos que puderam ser recuperados e substituir itens essenciais perdidos no incêndio. Na apresentação da campanha, os organizadores destacam a relação da família com a comunidade de Beverly Hills. Erik já atuou como treinador de futebol masculino, enquanto Larissa trabalha como modelo e florista. Os dois também participam de iniciativas ligadas à comunidade brasileira local e à escola frequentada pelos filhos.Daniel está no último ano do ensino médio e em processo de candidatura a universidades, enquanto Nathan iniciou o primeiro ano na Beverly Hills High School, segundo os responsáveis pela arrecadação. Ator agradece apoio após incêndio Ao falar sobre o ocorrido, Erik Marmo destacou a mobilização das pessoas ao redor da família e também agradeceu ao Corpo de Bombeiros e às autoridades de Beverly Hills. O ator afirmou que situações inesperadas não podem ser controladas, mas ressaltou que o apoio recebido tornou o momento menos difícil. Marmo também compartilhou em seu perfil o endereço da campanha criada pelos amigos. Quem é Erik Marmo Erik Marmo ganhou projeção nacional no início dos anos 2000. Um de seus primeiros trabalhos de destaque foi em "Malhação", em 2001. No ano seguinte, integrou o elenco da série "Sandy & Junior". O ator se tornou especialmente conhecido em 2003, quando interpretou Cláudio, par romântico de Edwiges, personagem de Carolina Dieckmann, na novela "Mulheres Apaixonadas", de Manoel Carlos. Marmo também participou de outras produções da televisão brasileira, entre elas "Alma Gêmea" e "Gabriela". Nos últimos anos, passou a manter sua vida profissional e familiar nos Estados Unidos.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Virginia Fonseca de luto: "Sofreu um acidente com a esposa e partiram"

Rogério Camilo Ramos, segurança particular de Virginia Fonseca, e a esposa, Paulla Regina Rodarte Camilo, morreram após um acidente de motocicleta na BR-060, em Guapó. As causas da ocorrência ainda serão determinadas pela perícia.

Rogério Camilo Ramos, de 53 anos, segurança particular da influenciadora Virginia Fonseca, e a esposa, Paulla Regina Rodarte Camilo, morreram após um acidente de motocicleta na manhã de domingo (13), na BR-060, em Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia.O acidente ocorreu no km 201+227 da rodovia, no sentido sul. Segundo a concessionária Rota Verde Goiás, responsável pelo trecho, as equipes foram acionadas por volta das 8h35. A causa e a dinâmica da ocorrência ainda serão determinadas pela perícia.Rogério era tenente aposentado da Polícia Militar de Goiás e trabalhava como segurança pessoal de Virginia e da família da influenciadora. Ele e Paulla também atuavam como pastores da Igreja Viver em Cristo, em Goiânia. O casal deixa uma filha de 12 anos, Heloísa. Acidente aconteceu na BR-060 Informações iniciais divulgadas pela imprensa local apontam que Rogério pilotava a motocicleta acompanhado da esposa e seguia com um grupo de motociclistas quando perdeu o controle do veículo. A moto teria saído da pista e atingido uma árvore. A Rota Verde Goiás, no entanto, ressaltou que a dinâmica exata do acidente ainda depende da conclusão da perícia. A concessionária informou também que o trecho tem velocidade regulamentada de 80 km/h e estava devidamente sinalizado.A morte de Rogério foi constatada pela equipe médica às 9h02. Paulla ainda apresentava sinais vitais inicialmente, mas estava em parada cardiorrespiratória quando os socorristas chegaram. Foram realizadas manobras de reanimação com o apoio do Corpo de Bombeiros, mas ela não resistiu. A morte foi confirmada às 9h26. A Polícia Rodoviária Federal também esteve no local, enquanto a Polícia Científica realizou os procedimentos periciais. Virginia Fonseca lamenta morte do casal Virginia Fonseca se manifestou nas redes sociais após receber a notícia. A influenciadora contou que aguardou que os familiares fossem comunicados antes de falar publicamente sobre as mortes. Segundo Virginia, Rogério havia estado recentemente com a família em São Paulo e ajudava, inclusive, na segurança dos filhos da empresária. "Estou com o coração partido", escreveu a influenciadora ao lamentar a perda. Ela também agradeceu ao segurança pelo cuidado e pela proteção dedicados à família e afirmou que sua presença era um "porto seguro".Virginia também mencionou Heloísa, filha de Rogério e Paulla, e afirmou que familiares e pessoas próximas irão se unir para dar suporte à menina. "Aqui embaixo, vamos nos unir à família para garantir que ela nunca se sinta desamparada", escreveu. Polícia Militar presta homenagem A Polícia Militar de Goiás também divulgou uma nota de pesar pela morte de Rogério. A corporação confirmou que ele integrava a reserva remunerada e informou que as circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Civil. A PM afirmou que Rogério, mesmo após deixar o serviço ativo, permanecia como parte da história da corporação e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e antigos colegas do policial.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Jovem sumida há 263 dias é encontrada na casa de ex-professor nos EUA.

Adolescente de 17 anos havia desaparecido de um abrigo em Ohio, nos Estados Unidos, em dezembro de 2025. Ela foi encontrada em boas condições na casa de um ex-professor de 48 anos, que acabou preso por interferência na custódia.

Uma adolescente de 17 anos que estava desaparecida havia 263 dias foi encontrada em boas condições de saúde na casa de um ex-professor em Ohio, nos Estados Unidos. O homem, identificado como Jobe Binkley, de 48 anos, foi preso após a localização da jovem.A adolescente havia fugido da Huckleberry House, instituição de acolhimento onde vivia, em 2 de dezembro de 2025. Desde o início das buscas, familiares afirmavam às autoridades que Binkley deveria ser considerado uma pessoa de interesse no desaparecimento. O homem havia trabalhado como professor de Ciências no Distrito Escolar de Springfield. Família já havia levantado suspeitas sobre ex-professor Segundo uma familiar da adolescente, Binkley conheceu a jovem na escola cerca de dois anos antes do desaparecimento e teria desenvolvido uma relação considerada inadequada pela família. "Ela tem um histórico de problemas com a mãe, e ele se aproveitou de uma jovem que procurava uma figura paterna para a sua vida", afirmou a familiar.A mesma pessoa acusou o ex-professor de manipular emocionalmente a adolescente. "É absolutamente repugnante. Ela está tão manipulada e submetida à lavagem cerebral por aquele homem que não consegue ver o que ele fez com ela", declarou. As acusações fazem parte do relato da família e não representam uma conclusão judicial sobre a conduta do suspeito. Ex-professor foi preso após jovem ser encontrada Depois que a adolescente foi localizada, Binkley foi detido e acusado de interferência na custódia, delito de primeiro grau segundo a legislação local. Ele foi posteriormente libertado após o pagamento de fiança e se declarou inocente.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Mulher fez quimioterapia durante 11 anos para câncer que nunca teve.

Becky Jones foi diagnosticada com um câncer cerebral aos 21 anos. Depois mais de uma década descobriu que afinal se submeteu desnecessariamente a tratamentos de quimioterapia. E não é caso único!.

Becky Jones tinha apenas 21 anos quando descobriu que tinha um câncer cerebral e, supostamente, apenas alguns meses de vida.O diagnóstico, feito por um médico especialista em câncer, levou a mulher a submeter-se a 11 anos de quimioterapia, que mudaram a sua vida e o seu estado de saúde.  Segundo relata Becky, disseram a ela que sem tratamentos não sobreviveria e que, provavelmente, teria que se submeter aos mesmos até ao resto da sua vida. "Me disseram, muitas vezes, que se não fizesse quimioterapia que iria morrer", recorda. Agora, com 34 anos, a britânica descobriu que afinal nunca teve um câncer. Sofria antes de uma inflamação cerebral que podia ter sido tratada com esteroides, noticia a BBC. Becky é apenas um de 40 pacientes que estão tomando ações legais contra o Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW), por terem sido sujeitos a tratamentos para câncer que eram desnecessários. A verdade foi descoberta precisamente depois de Becky saber que o hospital estava reavaliando vários diagnósticos de câncer, no ano passado. Mais tarde, recebeu uma chamada telefônica a informando que os tratamentos iam ser interrompidos e que o médico que tinha feito o diagnóstico tinha se aposentado. "Nunca tive um câncer no cérebro. Fui mal diagnosticada e me sujeitei a toda esta dor durante toda a minha vida adulta", contesta a mulher, a quem disseram que não conseguiria ter filhos, mesmo embora seja hoje mãe de duas crianças. A BBC conversou com vários outros afetados que revelaram ter contraído outros problemas de saúde como consequência dos tratamentos de quimioterapia a que se submeteram.  Entretanto, o centro hospitalar informou que está sendo conduzida uma investigação e assegurou que toda a comunidade de pacientes está segura e que o bem-estar está no topo das prioridades da UHCW.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Conheça o caminho do voto, desde a seção eleitoral até a divulgação do resultado.

Há várias etapas de auditoria para assegurar a segurança da votação.

Veja abaixo como é o processamento do voto eletrônico, desde a seção eleitoral até a divulgação dos resultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Às 7 horas do dia da eleição, a urna eletrônica é ligada. Na presença dos mesários e fiscais de partidos políticos, é emitido em cada seção eleitoral um relatório denominado “zerésima”, que contém toda a identificação daquela urna e comprova que nela estão registrados todos os candidatos com zero voto. Confira página especial sobre as Eleições 2026 Às 8 horas, é iniciada a votação na seção eleitoral. O mesário recebe do eleitor o seu documento de identificação com foto. Digita o número do CPF ou do título eleitoral no Terminal do Mesário e, por meio do nome mostrado na tela, identifica o eleitor e o autoriza a votar. Após o voto, o mesário devolve o documento de identificação e entrega o comprovante de votação ao eleitor. Conheça medidas adotadas pelo TSE para garantir segurança das urnas Após as 17 horas, quando a eleição é encerrada, os dados contidos nos cartões de memória contidos nas urnas (Boletim de Urna) são gravados criptografados em uma mídia de resultado (pendrive, por exemplo), que é encaminhada a local próprio e seguro para transmissão à Justiça Eleitoral. Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS MP prevê ajuda do governo a produtores e importadores para reduzir preço final do óleo diesel.

Texto já está em vigor, mas precisa ser aprovado por Câmara e Senado para virar lei.

A Medida Provisória (MP) 1391/26 autoriza o governo federal a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A subvenção terá vigência de até 30 dias e poderá ser prorrogada, por igual período, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Ele também definirá os limites, os setores econômicos beneficiados e o valor do benefício por litro comercializado. Para receber o benefício, as empresas habilitadas deverão deduzir o valor da subvenção do preço final de venda do combustível e registrar expressamente os descontos nas notas fiscais eletrônicas. Subvenção econômica é o repasse de dinheiro feito pelo governo para empresas públicas ou privadas cobrirem despesas de custeio ou operacionais.  Instabilidade internacional Segundo o Poder Executivo, a MP busca estabilizar os preços dos combustíveis e assegurar o abastecimento nacional em um período de instabilidade decorrente de conflito no Oriente Médio. Na justificativa enviada ao Congresso Nacional, Dario Durigan e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmam que a medida provisória é uma resposta ao cenário internacional adverso. “Esta realidade justifica ação governamental imediata e extraordinária com vistas a estabilizar o mercado doméstico de combustíveis e proteger os consumidores e os setores produtivos dos efeitos de conflitos que têm se mostrado duradouros e afetam preços cruciais para o funcionamento da economia”, afirmam os ministros. Impacto orçamentário As despesas decorrentes da subvenção serão custeadas por dotações orçamentárias da ANP. Segundo estimativa da equipe econômica do governo, o impacto será de R$ 492,08 milhões por mês, considerando uma subvenção de R$ 0,10 por litro de diesel comercializado. Na semana passada, a Medida Provisória 1389/26 abriu crédito extraordinário de R$ 6,6 bilhões para que a ANP pudesse honrar compromissos de programas anteriores de subvenção aos combustíveis (MP 1358/26 e MP 1363/26). IOF Além do diesel, a MP 1391/26 altera a Lei 8.894/94, que trata do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para equiparar os depósitos a prazo sem emissão de certificado às operações com Certificados de Depósito Bancário (CDB). Próximos passos A Medida Provisória 1391/26 já está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para ser convertida em lei. O texto será analisado por uma comissão mista e, depois, pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Entidade de comunicação pública propõe 14 compromissos a candidatos das eleições de 2026.

Documento lançado em Agosto orienta debates do 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, que ocorre nesta semana na Câmara dos Deputados.

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) lançou oficialmente em agosto a Carta-Compromisso em Defesa da Comunicação Pública nas Eleições de 2026. O documento convida partidos e candidatos a assumir 14 compromissos voltados à transparência, à ética e ao direito à informação. O principal objetivo é colocar o tema de forma permanente na agenda política e no debate eleitoral. O documento é um dos eixos centrais do 4º Congresso Brasileiro de Comunicação Pública (ComPública 2026), que será realizado de 16 a 18 de Setembro, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O tema da carta conecta-se diretamente ao mote do encontro: “Uma agenda para a cidadania”. Com mais de 1.800 inscritos, o evento também marca a celebração dos 10 anos da associação. Durante o congresso, os 14 eixos práticos da carta estarão em destaque nas mesas de abertura e nos debates sobre integridade da informação, direito à comunicação, estratégias eleitorais e papel ético dos órgãos oficiais. A programação inclui mesas-redondas, minicursos, apresentações de artigos científicos e relatos de experiências. Foco no cidadão e combate à autopromoção A vice-presidente de Relações Legislativas e Governamentais da ABCPública e servidora do Senado Federal, Rachel Gonçalves, destaca que esta é a 3ª edição da iniciativa. “A comunicação pública é aquela feita para o cidadão e pelas instituições e órgãos públicos. Mas a questão principal é: a serviço de quem essa comunicação está? A comunicação pública traz justamente o cidadão para o centro do debate, das discussões e para o centro da informação, inclusive”. Segundo Rachel, a comunicação das instituições — inclusive da Câmara dos Deputados e do Senado Federal — deve priorizar o interesse coletivo e a participação social. “O objetivo é fazer com que toda a comunicação desses órgãos públicos seja feita única e exclusivamente com o interesse no cidadão, chamando esse cidadão à participação, não tratando esse cidadão simplesmente como um receptor de informação”. Ela ressalta que, na prática, muitos órgãos ainda priorizam a autopromoção de gestores e políticos. “Se a gente entender a comunicação como um direito humano, vai entender que a comunicação pública é um ator fundamental para que todo cidadão consiga exercer plenamente a cidadania e participar do processo democrático”. Política de Estado e marco regulatório A dirigente defende que os candidatos incluam a comunicação pública em seus planos de governo, ao lado de pautas como segurança, saúde e educação. “A comunicação pública tem que estar como política de Estado, e não de governo. Que saia gestor, entre gestor, mas aqueles princípios daquela comunicação sejam exercidos, independentemente de quem esteja naquele momento”. Para Rachel, a carta fortalece o controle social democrático: “Quem for eleito, a gente vai poder dizer: 'Está faltando transparência e clareza, mas você assinou lá atrás uma carta de compromisso'”. A vice-presidente lembra ainda avanços legislativos recentes, como a aprovação da  Política Nacional de Linguagem Simples pelo Congresso Nacional. “Linguagem simples não é só trocar uma palavra por outra. É pensar na arquitetura da informação, no design do documento e também na linguagem”.Ela cita também a Lei de Acesso à Informação (LAI), a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e destaca a tramitação de um projeto na Câmara que prevê uma lei geral para a comunicação pública, com diretrizes para todas as esferas governamentais.Inteligência artificial e desinformação Rachel Gonçalves afirma que a inteligência artificial (IA) representa um grande desafio e está diretamente ligada ao enfrentamento da desinformação: “A própria forma de busca das pessoas está mudando. Muitas vezes, em vez de usar um buscador, ela já vai direto para um robô de conversa (chatbot). A IA dá ferramentas para impulsionar a desinformação, mas, da mesma forma que existe o uso ruim, existe o bom uso da ferramenta”. Segundo a dirigente, as representações da ABCPública nos estados atuarão para dar capilaridade ao documento junto a diretórios e candidatos em todo o país: “A ideia é que a carta chegue a todo o Brasil. Porque o Brasil não é apenas Brasília”. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova projeto que prioriza atendimento remoto acessível a pessoas com deficiência.

A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou, em 1º de setembro, projeto de lei que prioriza o atendimento remoto de pessoas com deficiência e de idosos sempre que o deslocamento até órgãos públicos cause dificuldade excessiva ou injustificada. A medida prevê atendimento por canais digitais ou telefônicos acessíveis. Atualmente, a Lei Brasileira de Inclusão já impede que pessoas com deficiência sejam obrigadas a comparecer presencialmente a órgãos públicos quando houver dificuldade no deslocamento. Nesses casos, a lei prevê atendimento domiciliar, mas não estabelece prioridade para o atendimento remoto. Ampliar o acesso Foi aprovada a versão do relator, deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), para o Projeto de Lei 1253/26, do deputado Helder Salomão (PT-ES). Para Rollemberg, o atendimento remoto deve ampliar o acesso aos serviços e evitar novas barreiras. “O atendimento remoto deve ser disponibilizado como alternativa acessível, sempre que compatível com a prática do ato, sem se converter em imposição digital à pessoa com deficiência”, reforçou o deputado. O substitutivo deixa claro que a oferta do atendimento remoto não prejudica o direito ao atendimento presencial acessível nem à consulta domiciliar, quando isso for necessário ou preferido pela pessoa com deficiência. Exigência excepcional A exigência de comparecimento presencial será excepcional e deverá ser justificada, com indicação da impossibilidade, insuficiência ou inadequação do atendimento remoto, domiciliar ou por meio de procurador. A proposta altera a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência e o Estatuto da Pessoa Idosa. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto amplia certificado de saúde mental para incluir prevenção ao vício em apostas Fonte: Agência Câmara de Notícias

Proposta também prevê incentivos para empresas certificadas e protege trabalhadores que buscarem tratamento.

O Projeto de Lei 3091/26 inclui ações de prevenção e acolhimento relacionadas ao transtorno do jogo compulsivo entre os critérios para a concessão do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental. O certificado foi instituído pela Lei 14.831/24. A proposta também cria incentivos para as empresas certificadas, estabelece medidas específicas para plataformas de apostas, amplia o acompanhamento das ações de saúde mental e protege trabalhadores que buscarem tratamento. Entre as novas ações exigidas para a certificação estão programas de prevenção, identificação e acolhimento aos empregados com sinais de jogo compulsivo. O projeto também prevê canais sigilosos de atendimento, encaminhamento para tratamento especializado e capacitação das lideranças para reconhecer comportamentos de risco. Proteção ao trabalhador O texto proíbe discriminação, penalização ou demissão motivadas pela busca voluntária de apoio psicológico ou psiquiátrico oferecido pela empresa. A proteção também alcança quem solicitar sua autoexclusão de plataformas de apostas; aderir voluntariamente a tratamento para transtorno do jogo compulsivo; ou comunicar, por canal sigiloso, situação de sofrimento mental relacionada ao comportamento. Se o trabalhador for demitido nos 12 meses seguintes a uma dessas situações, a dispensa será presumida discriminatória. Caberá à empresa demonstrar que a demissão ocorreu por motivo legítimo e sem relação com a busca de ajuda ou com o tratamento. Incentivos à certificação Entre as vantagens oferecidas às empresas certificadas estão a preferência, em condições de igualdade, em licitações e contratações públicas federais e o acesso a linhas de crédito com condições diferenciadas em instituições financeiras públicas. Outro incentivo é a redução de até 10% no Fator Acidentário de Prevenção (FAP), índice usado para calcular a contribuição das empresas para o financiamento de benefícios relacionados a acidentes e doenças do trabalho, desde que seja comprovada a redução dos afastamentos por transtornos mentais relacionados ao trabalho. Acompanhamento As empresas certificadas deverão apresentar, anualmente, à comissão certificadora um relatório sobre as ações desenvolvidas e os resultados alcançados na promoção da saúde mental e do bem-estar dos trabalhadores. O relatório deverá conter indicadores objetivos, preservado o sigilo dos dados pessoais e das informações sobre a saúde dos empregados. A falta do documento poderá comprometer a manutenção ou a renovação do certificado. Bloqueio e apostas Pelo texto, as empresas que exploram jogos eletrônicos de apostas serão obrigadas a oferecer opções para que a própria pessoa bloqueie temporária ou definitivamente seu acesso às apostas, além de alertas de risco e limites para depósitos, tempo de sessão e valores apostados. O projeto também proíbe publicidade direcionada a pessoas que tenham ativado o bloqueio de acesso às apostas ou que apresentem padrões de comportamento considerados de risco. Essas empresas deverão, ainda, elaborar, a cada seis meses, relatório sobre as medidas de jogo responsável, com dados anonimizados sobre sua utilização. As empresas que comprovarem a adoção integral dessas medidas poderão receber uma modalidade especial do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, com validade de um ano. Critérios técnicos Para o autor do projeto, deputado Helio Lopes (PL-RJ), o certificado precisa ser baseado em critérios técnicos e acompanhado de mecanismos de controle. “Sem essas garantias, o certificado corre o risco de se tornar um mero símbolo formal, desprovido de credibilidade”, afirmou. Pela proposta, a comissão responsável pela concessão do certificado deverá ter especialistas em saúde mental ocupacional, psiquiatria e psicologia do trabalho. Os critérios de avaliação serão baseados em evidências científicas e revisados a cada dois anos. Organizações especializadas O projeto prevê ainda que o Ministério da Saúde e o Ministério do Trabalho e Emprego cadastrem organizações da sociedade civil especializadas em saúde mental ocupacional, prevenção à ludopatia e tratamento de transtornos comportamentais de vício. O cadastro deverá ser público e atualizado semestralmente. Conforme o projeto, essas organizações poderão apoiar as empresas na implementação das ações e realizar auditorias para a certificação especial no setor de apostas. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Comunicação; Trabalho; Saúde; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto prevê vistoria anual para veículos de transporte escolar sem restrições.

A proposta também revoga uma restrição específica para condutores de transporte escolar; texto está em análise na Câmara.

O Projeto de Lei 3226/26 permite que a inspeção obrigatória de veículos de transporte escolar seja feita uma vez por ano, quando o veículo tiver sido aprovado sem restrições na vistoria anterior. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e mantém a vistoria semestral para os demais veículos. Se o veículo for reprovado na inspeção, ele voltará ao regime de vistoria a cada seis meses, até ser aprovado novamente sem pendências. A proposta também revoga uma restrição específica para condutores de transporte escolar e aplica a esses profissionais os mesmos critérios gerais válidos para os demais motoristas profissionais. O autor, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), avalia que a mudança pode reduzir custos e burocracia sem diminuir a segurança dos estudantes. "As alterações favorecem a eficiência administrativa, reduzem custos operacionais e direcionam a atuação fiscalizatória para situações que efetivamente demandem maior acompanhamento”, justificou. Próximas etapas O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Projeto cria estatuto para proteger consumidor de energia solar.

Proposta proíbe cobranças retroativas e garante manutenção de regras tarifárias por 25 anos para quem gera a própria energia; texto está em análise na Câmara.

O Projeto de Lei 3149/26 institui o Estatuto de Proteção ao Consumidor de Energia Solar, com o objetivo de assegurar estabilidade regulatória, segurança jurídica e proteção econômica a consumidores residenciais, pequenos empreendedores, cooperativas e produtores rurais que investiram em sistemas de geração distribuída.A proposta é de autoria do deputado José Medeiros (PL-MT) e está em análise na Câmara dos Deputados. Limites Pelo texto, fica proibida a criação de taxas, encargos ou tarifas compensatórias com efeitos retroativos sobre sistemas de geração distribuída já conectados à rede elétrica. O projeto determina que contratos de compensação vigentes deverão ser mantidos conforme as condições existentes na data de sua celebração e que nenhuma alteração na regulamentação poderá reduzir direitos econômicos adquiridos sob regime anterior. A proposta prevê ainda que qualquer criação ou aumento de encargo sobre a micro e a minigeração distribuída dependerá de autorização expressa por lei federal específica. Com isso, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fica impedida de instituir novas cobranças por meio de atos infralegais que aumentem a carga econômica dos consumidores participantes. Garantia Para os consumidores que aderirem à geração distribuída, o projeto assegura a manutenção das condições econômicas e regulatórias vigentes na data da conexão do sistema pelo prazo mínimo de 25 anos.O texto também estabelece que a União deverá promover políticas públicas de incentivo à geração distribuída para aliviar a demanda sobre o sistema elétrico nacional. Produtor rural A proposta traz dispositivos voltados ao setor agropecuário. Os produtores rurais enquadrados como consumidores terão proteção especial contra encargos que comprometam a viabilidade econômica dos seus investimentos. Fica vedada qualquer cobrança adicional específica incidente sobre a energia produzida para consumo próprio nas propriedades rurais. Proteção O deputado José Medeiros afirma que o projeto busca proteger quem aplicou economias e assumiu financiamentos de longo prazo acreditando na estabilidade das regras.Ele destaca ainda que a geração distribuída representa uma contribuição voluntária da população para a expansão da infraestrutura energética do país, reduzindo a necessidade de acionamento de usinas termelétricas mais caras e diminuindo perdas na transmissão e na distribuição.“O cidadão que produz sua própria energia não representa um custo para o Estado. Representa um parceiro estratégico na construção de um sistema energético mais eficiente, moderno, competitivo e sustentável”, ressalta o deputado.Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Minas e Energia; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores. Fonte: Agência Câmara de Notícias


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