CONTRA COVID 19 "COVID MATA"

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domingo, 3 de maio de 2026

Fim da escala 6x1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país.

 

Em São Paulo as centrais sindicais já definiram suas programações.

O fim da escala 6x1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centrais sindicais nos atos descentralizados realizados em todo o país no 1º de maio, sexta-feira, data comemorativa do Dia do Trabalhador. A medida é vista como essencial para garantir qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.Atualmente, várias propostas pelo fim da escala 6x1 estão em tramitação no Congresso Nacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive, enviou para a Casa Legislativa um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6x1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais. Atos em São Paulo Na capital paulista, sem poder reunir os trabalhadores na Avenida Paulista devido a outras manifestações marcadas previamente no local, as centrais ocuparão outros espaços de relevância.  A CUT (Central Única dos Trabalhadores) começa sua programação com ações políticas, culturais e de prestação de serviços, às 14h, no Paço Municipal de São Bernardo, com o lema “Nossa luta transforma vidas”. O objetivo é ampliar o diálogo com a população e fortalecer a organização da classe trabalhadora nos territórios. Nas subsedes, as atividades serão organizadas em parceria com sindicatos locais da grande São Paulo, interior e litoral. A proposta é levar para bairros e municípios iniciativas que combinem cidadania, cultura e mobilização social. Entre as pautas consideradas urgentes pela CUT neste 1º de Maio também estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização, fortalecimento das negociações coletivas como instrumento fundamental para garantir avanços concretos nas condições de trabalho, a garantia de direitos para os servidores públicos. Também integram a agenda a luta contra a reforma administrativa e a resistência às privatizações, entendidas como medidas que comprometem serviços públicos essenciais e aprofundam desigualdades. Na programação cultural estão confirmados artistas como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba e Amigos, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) fará sua concentração na Praça Franklin Roosevelt, a partir das 9h. “O 1º de Maio deste ano vai além de uma celebração simbólica e se coloca como um espaço de pressão social por mudanças concretas. Entre os temas que devem ganhar destaque estão o combate à precarização do trabalho, a necessidade de políticas públicas que fortaleçam a economia e a defesa de direitos básicos que garantam dignidade à população trabalhadora”, diz a CTB. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) fará na sexta-feira, dia 1º, o lançamento da 12ª edição da Expo Paulista, em comemoração ao Dia do Trabalhador, na Avenida Paulista. A exposição terá 30 painéis com o tema “Isto É Conquista: Lutas e Vitórias do Trabalhador Brasileiro”, criados pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga. Considerada a maior exposição a céu aberto da América Latina, ela terá seus painéis expostos até 31 de Maio, com a expectativa de ser vista por 1,5 milhão de pessoas por dia. “A exposição propõe uma reflexão visual sobre o universo do trabalho, suas transformações e desafios que contam a história do trabalhador brasileiro”. A cerimônia será realizada às 9h, no Blue Note, localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista 2073. Já a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) realizará seus atos em diversas cidades do estado de São Paulo, como Araçatuba, Itatiba, Ribeirão Preto e Osasco.“A nova determinação possibilita que os sindicatos, federações e confederações realizem eventos em seus bairros e regiões de atuação. E permite mais visibilidade às reivindicações dos movimentos e contato direto com trabalhadores, ampliando a mobilização das bases”, explica a central.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Adolescente de 17 anos é morta a tiros após recusar investidas de homem no interior do CE.

Ana Kévile Nogueira Batista estava em um comércio quando o homem a abordou e começou a importuná-la; suspeito, de 39 anos, foi preso na manhã de terça-feira (28), em Acopiara.

Uma adolescente de 17 anos foi morta a tiros após recusar investidas de um homem, na noite do último sábado (25), em Deputado Irapuan Pinheiro, no interior do Ceará. O suspeito, de 39 anos, foi preso na manhã de terça-feira (28), em Acopiara, município vizinho.Ana Kévile Nogueira Batista estava em um comércio quando o homem a abordou e começou a importuná-la. Segundo a polícia, o suspeito chegou a oferecer dinheiro para que a jovem aceitasse a se relacionar com ele. Após a recusa, ele disparou diversas vezes e fugiu. Ana morreu aindas no local. O homem estava foragido e foi localizado em uma residência. No momento da abordagem, ele estava com uma arma de fogo e também responderá por porte ilegal, além de feminicídio. O suspeito preso não teve o nome divulgado e, por isso, não foi possível localizar a sua defesa. O crime causou comoção na cidade. Moradores realizaram manifestações pedindo justiça, e um perfil foi criado nas redes sociais para reunir homenagens à adolescente. O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) afirmou, em nota, que Ana Kévile participava havia seis anos do Núcleo de Cidadania de Adolescentes no município, iniciativa ligada ao Selo Unicef voltada à formação e participação de jovens. Segundo a entidade, a adolescente conhecia seus direitos e atuava em espaços de mobilização social. "Isso não foi suficiente para protegê-la, porque prevenção da violência de gênero não depende apenas da menina que sabe dizer não, mas de uma sociedade que ensina meninos e homens a respeitar esse não", lamentou. Ana Kévile estudava na EEMTI Joaquim Josué da Costa. Em nota, a escola afirmou que ela era uma jovem "cheia de sonhos, alegria, força e luz própria" e que deixou marcas entre colegas e professores.A escola realizou um ato em homenagem à jovem nesta quarta-feira (29) e reiterou o pedido por justiça.FONTE JUSTIÇA AO MINUTO NOTICIAS.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Deputado diz que negacionismo reduziu cobertura vacinal no país; ouça a entrevista.

Chegamos ao ponto de precisar de uma frente no Congresso para defender a vacinação, lamentou Dorinaldo Malafaia.

Em entrevista à Rádio Câmara nesta quarta-feira (29), o deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP) disse que o negacionismo é o principal desafio a ser enfrentado na luta pela imunização dos brasileiros.O deputado, que coordena a Frente Parlamentar em Defesa da Vacina, afirmou que o medo reduziu a cobertura vacinal no Brasil, aumentando o risco de retorno de doenças erradicadas. Essa hesitação em tomar as vacinas, segundo ele, é impulsionada pela desinformação e pelas fake news.Ouça a íntegra da entrevista Dorinaldo Malafaia à Rádio Câmara Malafaia disse que hoje o problema não é a falta do insumo. Ele defendeu a reformulação da logística, para que as vacinas cheguem até a casa dos brasileiros — em vez de o paciente procurar o posto de saúde. Isso poderia ser feito, segundo o deputado, por meio do programa Saúde da Família.Semana mundial da imunização A última semana de abril marca todos os anos a Semana Mundial da Imunização. A campanha é um esforço da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde para reforçar a importância da vacinação e proteger pessoas de todas as idades contra doenças evitáveis.Da Rádio Câmara Edição - Natalia Doederlein Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova classificação de doenças raras, lúpus e artrite como deficiência.

Proposta segue para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que classifica como deficiência, para fins legais, as doenças raras, o lúpus eritematoso sistêmico, o lúpus eritematoso discoide e a artrite reumatoide crônica e juvenil, desde que atendidos os critérios do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Conforme o texto, a equiparação dependerá da comprovação de impedimento de longo prazo e de avaliação individualizada, nos termos da legislação. Por recomendação do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência para o Projeto de Lei 524/19, do ex-deputado Sérgio Vidigal (ES), e outras duas iniciativas que tramitam em conjunto. Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas. Política nacional O texto aprovado também cria a Política Nacional de Proteção ao Paciente com Doenças Raras e Reumáticas. Entre os objetivos da política nacional está a oferta de assistência integral em saúde às pessoas com doenças raras e reumáticas, incluindo métodos diagnósticos e terapêuticos necessários. A iniciativa prevê ainda a criação de um cadastro específico para pacientes, campanhas e outras ações de esclarecimento da população sobre as doenças. Doenças raras De acordo com o Ministério da Saúde, doença rara é aquela que afeta até 65 em cada 100 mil indivíduos. Estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos diferentes de doenças raras – 80% delas decorrem de fatores genéticos; as demais advêm de causas ambientais, infecciosas ou imunológicas, entre outras. O lúpus é uma doença inflamatória crônica desencadeada por desequilíbrio no sistema imunológico, que pode afetar diversos órgãos. Entre os sintomas mais comuns estão dores articulares, sensibilidade ao sol e manchas avermelhadas na pele. Ainda não existe cura, mas tratamentos amenizam os sintomas. Da Reportagem/RM Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão aprova obrigação do agressor pagar tratamento psicológico à vítima de violência doméstica.

Projeto poderá seguir para análise do Senado, a menos que haja recurso para que seja votado no Plenário da Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o agressor a pagar os tratamentos de saúde mental da vítima de violência doméstica. A proposta altera a Lei Maria da Penha para garantir que mulheres agredidas e seus dependentes tenham os custos de atendimento psicológico e apoio psicossocial assumidos pelo autor da violência. Por recomendação da relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), foi aprovada a versão da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher para o Projeto de Lei 3524/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas. Justificativa “O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 demonstra o agravamento de indicadores de violência contra a mulher, com recorde de feminicídios e violência sexual em 2024, o que evidencia a urgência de respostas sistêmicas que incluam proteção e recuperação das vítimas”, disse Sâmia Bomfim no parecer aprovado. A redação original previa pensão mensal para o tratamento, que só passaria a valer após a condenação definitiva do agressor na Justiça (trânsito em julgado). Com o substitutivo, o juiz poderá determinar o pagamento de forma mais rápida, na fase de medidas protetivas e antes do término do processo criminal. Da Reportagem/RM Edição – Marcia Becker Fonte: Agência Câmara de Notícias


CÂMARA DOS DEPUTADOS

Câmara aprova moção de repúdio a representante do governo Trump por declarações ofensivas às mulheres brasileiras.

A Câmara dos Deputados aprovou em Plenário moção de repúdio às declarações de Paolo Zampolli, representante do governo Trump para parcerias globais, que declarou, durante entrevista na última quinta-feira (23), que mulheres brasileiras são "programadas" para causar confusão. Assinada pelo deputado Luiz Couto (PT-PB) e pelas deputadas Heloísa Helena (Rede-RJ), Luizianne Lins (Rede-CE), Marina Silva (Rede-SP), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Laura Carneiro (PSD-RJ), a moção propõe que Zampolli seja declarado persona non grata no âmbito político-institucional da Câmara dos Deputados. A declaração do enviado de Trump foi feita a uma emissora italiana, em resposta a uma pergunta sobre as acusações feitas por Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira e ex-companheira dele por cerca de 20 anos. Zampolli é acusado de agressão física, psicológica e sexual. Amanda Ungaro relatou ter sido vítima de socos no rosto quando recusava relações sexuais e apresentou fotos de hematomas como prova. Ele nega as acusações e diz que ela tenta prejudicá-lo. Telenovelas Em outra declaração, o enviado dos EUA também relacionou o comportamento dos brasileiros ao consumo de telenovelas: "Os brasileiros assistem a novelas e são todos um pouco assim. Você já ouviu dizer que as brasileiras enganam todo mundo, né? Não é como se fosse a primeira vez". O deputado Luiz Couto afirmou que Zampolli utilizou "expressões depreciativas e ofensivas contra mulheres brasileiras, promovendo generalizações incompatíveis com o respeito devido à dignidade humana, à igualdade de gênero, à soberania nacional e à imagem do povo brasileiro". A ex-companheira de Zampolli o acusa ainda de influenciar o governo Trump a deportá-la dos Estados Unidos, impedindo-a de ver o filho do casal. Violência contra mulheres O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), manifestou "total repúdio" às declarações de Paolo Zampolli. "A mulher brasileira é honrada, trabalhadora e luta todo dia para sobreviver em um Brasil cada vez mais hostil", disse. Motta lembrou que declarações como essas incentivam agressões. Ele citou que, em 2025, o Brasil teve o maior número de feminicídios dos últimos dez anos, mais de 1.500 mulheres assassinadas, uma a cada 5 horas. "Combater violência contra as brasileiras é prioridade desta Casa. Não vamos compactuar com nenhum tipo de declaração que viole os direitos das mulheres, nem incentive comportamentos agressivos", afirmou.De acordo com Motta, não é possível fechar os olhos para declarações como as de Paolo Zampolli. "Esta Casa saberá se levantar e enfrentar, se preciso for, da maneira que nos convier para proteger as mulheres brasileiras de qualquer tipo de violência", declarou. O presidente da Câmara fez questão de parabenizar os parlamentares que apresentaram pedidos pela moção de repúdio. Debate em Plenário Durante o debate em Plenário, a deputada Marina Silva afirmou que o repúdio tem razões de natureza política, filosófico-conceitual, de gênero e cultural. "Não acredito que nenhum de nós, independente do espectro ideológico, seja conivente com a desqualificação feita das mulheres brasileiras no conjunto da nossa população, o que passa a ser uma ofensa a todo o país", disse. Segundo ela, a fala de Zampolli deve ser respondida como opinião de governo e não apenas pessoal. Marina Silva ressaltou que o assessor especial nunca foi desautorizado pelo governo Trump. Já o deputado Gilson Marques (Novo-SC) disse ser contra as falas do assessor, mas considerou que não é conveniente tratar Zampolli como persona non grata. "Colocar como persona non grata pode ser muito mal interpretado por um governo americano cujo laço, negócios e diplomacia não vejo como conveniente comprometer neste momento." Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão especial que vai analisar o fim da escala 6x1 começa a funcionar.

Presidente do colegiado espera votar relatório até fim de Maio.

Foi instalada nesta quarta-feira (29) a comissão especial da Câmara dos Deputados que vai analisar duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada de trabalho no país para 36 horas semanais. As PECs acabam com o atual modelo de seis dias de trabalho semanal por um de descanso, a chamada escala 6x1. A comissão é composta por 37 membros titulares e igual número de suplentes, mais um titular e um suplente, atendendo ao rodízio entre as bancadas não contempladas.O deputado Leo Prates (BA) é o relator da matéria, após indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Prates migrou recentemente do PDT para o Republicanos. A troca ainda não foi oficializada na Casa.O relator enfatizou que a escala de trabalho atual (6x1) afeta principalmente as mulheres e impede que pais e mães exerçam os cuidados com seus filhos.“Não há preço que seja caro demais para a gente pagar, como poder público, para um benefício social tão grande”, disse Prates. Ele defendeu ainda um debate sem interferências ideológicas e com foco no benefício social e no fortalecimento das famílias.Calendário O presidente da comissão especial é o deputado Alencar Santana (PT-SP), eleito por 31 votos a favor e 3 em branco. Santana anunciou que pretende fazer, pelo menos, duas reuniões por semana, sendo a primeira já na próxima terça-feira (5), às 14 horas. Ele informou que o prazo para apresentação de emendas pelos deputados –  de dez sessões do plenário – começa a contar nesta quinta-feira (30).“Vamos debater com muita tranquilidade, muita profundidade, ouvindo todos os setores possíveis, porém, em um tempo muito rápido: queremos aprovar [o parecer] até o final de maio”, acrescentou.Também foram eleitos como 1º, 2º e 3º vice-presidentes, respectivamente, a deputada Daiana Santos (PCdoB-RS) e os deputados Luiz Gastão (PSD-CE) e Mauro Benevides Filho (União-CE). “Tenho lido o comércio falando em R$ 270 bilhões de impacto, a indústria falando em R$ 320 bilhões de impacto. Precisamos compreender o que é que está sendo dito. O trabalhador brasileiro precisa realmente dessa redução”, disse Benevides Filho.O que dizem as propostas A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz gradualmente a jornada semanal das atuais 44 para 36 horas. A transição se daria ao longo de dez anos. A proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição As duas propostas ganharam força com o movimento "Vida Além do Trabalho", que busca o fim da escala 6x1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores.Atualmente, a Constituição Federal estabelece apenas que a jornada normal do trabalhador não deve ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.A jornada de trabalho é o limite de horas cumpridas pelo trabalhador em um período. Já a escala é a forma como os dias de serviço e repouso são distribuídos. Fonte:Reportagem – Murilo Souza Edição – Roberto Seabra Fonte: Agência Câmara de Notícias 




CÂMARA DOS DEPUTADOS Comissão especial sobre novo teto para MEI é instalada na Câmara.

Projeto eleva de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para alguém ser considerado microempreendedor individual.

A comissão especial que vai analisar o projeto que aumenta o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) foi instalada nesta quarta-feira (29), na Câmara dos Deputados. A deputada Any Ortiz (RS) foi eleita presidente do colegiado, e o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) foi designado relator. Ortiz mudou do Cidadania para o PP, mas a troca ainda não foi oficializada na Câmara. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/21, já aprovado pelo Senado, eleva para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI – atualmente, o limite é de R$ 81 mil. A proposta também autoriza a contratação de até dois empregados, o dobro do permitido hoje. O texto tramita em regime de urgência. Urgência e atualização Any Ortiz destacou que o teto atual está defasado há cerca de dez anos, o que empurra muitos empreendedores para a informalidade. “Recebo essa missão com um profundo senso de responsabilidade, porque estamos tratando de um assunto que não é só urgente para os micro e pequenos empreendedores, mas para todos aqueles que empreendem e fazem a economia girar”, afirmou a presidente. Segundo ela, a mudança na legislação deve ser vista como um ajuste necessário. “Não se trata de um benefício, mas de uma correção de algo que foi construído para que muitos trabalhadores pudessem ingressar na formalidade”, declarou. Justiça econômica O relator, Jorge Goetten, disse que buscará, em seu parecer, consenso com a área econômica do governo e com frentes produtivas.“A comissão vem fazer justiça. O setor do Simples e dos MEIs tem pressa e precisa com urgência que a gente atualize essa tabela”, comentou Goetten. “Temos de dar condições ao MEI de crescer, criar uma rampa para que, daqui a pouco, ele possa ser micro, depois uma pequena empresa”, afirmou ainda o relator.Próximos passos A intenção de Jorge Goetten é apresentar um plano de trabalho na próxima semana, com o objetivo de que o novo limite já esteja em vigor no exercício de 2027. Any Ortiz, por sua vez, sugeriu a realização de audiências públicas regionais para ouvir diretamente os impactos da legislação atual nos estados. Além de Ortiz e Goetten, a Mesa da comissão será composta pelos deputados Adriana Ventura (Novo-SP), Helder Salomão (PT-ES) e Bia Kicis (PL-DF), eleitos como 1ª, 2º e 3ª vice-presidentes, respectivamente.Reportagem – Noéli Nobre Edição – Marcelo Oliveira Fonte: Agência Câmara de Notícias








CÂMARA DOS DEPUTADOS Entra em vigor a lei que regulamenta a atuação dos profissionais de dança.

Norma sancionada sem vetos trata de contrato de trabalho, direitos autorais e proteção a profissionais itinerantes.

Foi publicada nesta quarta-feira (29) no Diário Oficial da União a Lei 15.396/26, que regulamenta a atuação dos profissionais de dança, com regras sobre ambiente de trabalho e direitos autorais. A lei foi sancionada sem vetos pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O texto estabelece que os direitos autorais serão devidos após cada exibição de obra. A lei também proíbe a cessão de direitos autorais e conexos obtidos com a prestação de serviços. Para os profissionais de dança itinerantes, a lei determina que seus filhos tenham transferência garantida para outras escolas, desde que sejam públicas. A norma provém do Projeto de Lei PL 4768/16 (PLS 644/15), do Senado. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados no ano passado. Relatora do projeto em duas comissões da Câmara, a deputada Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou que a regulamentação é resultado da luta de profissionais da dança de todo o país. "A Bahia, em especial, teve a primeira escola [de dança] de nível superior da América Latina", disse a deputada. Contrato de trabalho Pela lei, ainda que um contrato tenha cláusula de exclusividade, o trabalhador poderá prestar outros tipos de serviços a outro empregador, desde que não incorra em prejuízo para o contratante. O empregador deverá fornecer guarda-roupa e demais recursos indispensáveis ao cumprimento das atividades contratadas. Quando o trabalho for executado em município diferente do previsto em contrato, ficarão por conta do empregador as despesas com transporte, alimentação e hospedagem. O texto reforça que o profissional da dança não pode ser obrigado a interpretar ou a participar de trabalho que possa colocar em risco sua integridade física ou moral. Não haverá conselho de fiscalização da categoria nem exigência de diploma de formação, sendo livre o exercício da profissão.Quem se beneficia São considerados profissionais de dança: coreógrafo e seus auxiliares; ensaiador de dança; bailarino, dançarino; intérprete-criador; diretor de dança, de ensaio, de espetáculos e de movimento; dramaturgo de dança; professores; curador de espetáculos de dança; e crítico de dança. Da Redação – AC Com informações da Agência Senado Fonte: Agência Câmara de Notícias



CÂMARA DOS DEPUTADOS Câmara confirma envio ao Senado de projeto sobre ação rescisória relacionada a questões tributárias.

Foi rejeitado recurso para que a proposta fosse analisada antes no Plenário; texto passou pela CCJ.

A Câmara dos Deputados rejeitou um recurso do PT e enviará ao Senado o Projeto de Lei 580/23, que muda o Código de Processo Civil (CPC) para exigir apresentação de ação rescisória a fim de fazer valer decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre constitucionalidade ou não de tributo. O texto havia sido aprovado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara no início deste mês, mas vários deputados do PT e do Psol assinaram um recurso pedindo sua votação no Plenário. Com a rejeição do recurso, o texto segue a tramitação. De autoria do deputado Gilson Marques (Novo-SC) e outros, o projeto foi aprovado na forma de um substitutivo da deputada Julia Zanatta (PL-SC). O texto modifica também as leis sobre processo e julgamento de ações perante o Supremo: ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF), ação direta de inconstitucionalidade (ADI) e ação direta de constitucionalidade (ADC). O termo inicial a partir do qual valerá a decisão do Supremo será a data de publicação do acórdão que declarar a constitucionalidade de lei tributária. A intenção do autor é fazer com que o governo entre com ação rescisória contra cada um dos contribuintes que conseguiram decisão transitada em julgado na Justiça anterior à decisão do Supremo favorável à constitucionalidade do tributo questionado. A ação rescisória no direito tributário é uma ação autônoma utilizada para revogar decisões definitivas (transitadas em julgado). Entre os motivos atualmente previstos estão vícios graves na decisão, como violação literal de lei ou erro de fato. O projeto inclui novo caso relacionado a essas decisões de repercussão geral ou de controle concentrado de constitucionalidade, que é um mecanismo jurídico utilizado para analisar diretamente a constitucionalidade de leis ou atos normativos em tese, sem um caso concreto. Decisão A decisão do Supremo na situação que motivou o projeto começou a partir de um caso concreto, no qual uma empresa tinha decisão judicial definitiva, obtida em 1992, para não pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Ao julgar o tema, o STF decidiu, em 2007, pela constitucionalidade desse tributo, declarando que a decisão sobre essa ação constitucional teria eficácia para todos (repercussão geral). A partir dessa data, o governo pôde continuar a cobrar o tributo sem novos questionamentos na Justiça. No entanto, desde aquela época discutiu-se sobre o momento a partir do qual a cobrança seria válida. Mas somente em 2023 o STF concluiu o julgamento sobre esse marco temporal. Na mesma decisão, o Supremo decidiu que não seria necessária a ação rescisória para revogar a decisão judicial definitiva anterior. Vantagem competitiva Por meio de recursos, a empresa pedia que o tributo só voltasse a ser cobrado dela a contar de fevereiro de 2023 (quando o STF decidiu sobre o encerramento dos efeitos das decisões judiciais definitivas), e não de 2007 (quando o tributo foi declarado constitucional com eficácia para todos). Contrariamente aos interesses da empresa, o Supremo decidiu que o tributo seria devido a partir de 2007, pois não pagar o tributo no período daria vantagem competitiva para aqueles que se amparavam em decisões judiciais anteriores em relação aos seus concorrentes, que pagaram o tributo. Por outro lado, os contribuintes que não retomaram o pagamento do tributo em 2007 não deverão ser punidos com a aplicação de multas de qualquer natureza se agiram com base em decisões judiciais favoráveis anteriores porque não houve dolo ou má-fé. Caso as multas já tenham sido pagas, o contribuinte não pode pedir o valor de volta. Nesse caso, deve ser pago o acumulado principal do tributo devido desde 2007 até o momento em que a empresa começou a pagar normalmente a CSLL. Reportagem – Eduardo Piovesan Edição – Pierre Triboli Fonte: Agência Câmara de Notícias


sábado, 2 de maio de 2026

Lívia Andrade detona Tia Milena. 'Não sou obrigada a sorrir'

Apresentadora nega indireta a Ana Paula Renault e conta que caras e bocas foram motivadas por fala de Tia Milena. Ela critica comportamento da recreadora infantil no reality:e desabafa: 'Me estranha a popularidade dela'

Após repercussão nas redes sociais pelas caras e bocas feitas durante sua participação no Domingão com Huck, exibido no último domingo (26), Lívia Andrade negou que as reações fossem direcionadas à campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, com quem já teve desentendimentos no passado. As duas trabalharam juntas no programa "Triturando", no SBT em 2020.Segundo a apresentadora, as expressões ocorreram durante a participação de Milena Moreira, a Tia Milena, na atração. Lívia afirmou que não gostou de um comentário da recreadora infantil sobre ter "parado o Rio de Janeiro", que acabou arrancando risos da plateia. "Não sei se foi uma piada, mas não achei graça alguma. Não sou obrigada a sorrir. Sou livre para reagir como quiser", disse. Andrade também criticou o comportamento da ex-participante de reality, citando episódios que considerou desrespeitosos dentro do programa. "Não achei legal ela peidar na cara das pessoas. Isso, para mim, é uma agressão, assim como um tapa na cara. É uma falta de respeito ao próximo. Você tem que respeitar o ambiente", afirmou em entrevista ao site Metrópoles. Ela ainda mencionou outra atitude que, em sua avaliação, poderia justificar uma punição mais severa do que uma chamada de atenção. "Achei um absurdo o tal do suco com água de frango. Meu Deus, como assim? Aquilo, para mim, deveria ser caso de expulsão", completou. A apresentadora também declarou estranhar a popularidade da influenciadora. "Respeito quem gosta, mas me causa preocupação ver esse tipo de comportamento sendo bem recebido", disse. Apesar disso, ponderou que não mantém convivência com a ex-BBB. "Ela não faz parte do meu dia a dia. Tenho o direito de gostar ou não", concluiu.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

Thais Carla comemora 100kg a menos; veja a evolução da influenciadora.

Influenciadora afirma ter eliminado 100 kg após cirurgia bariátrica e diz que mudança foi motivada pela saúde; ela reforça que não deixou de ser quem é e segue defendendo respeito aos corpos fora do padrão.

Um ano após passar por uma cirurgia bariátrica, em 28 de abril de 2025, Thais Carla celebra uma virada pessoal que vai além dos números na balança. A influenciadora afirma ter eliminado 100 kg no período, adotado novos hábitos e hoje pesar 99 kg, mas nega que a mudança redefine quem ela é.Thais diz que a decisão partiu de um processo interno, e não de pressões externas. "Passei a olhar mais para minha saúde, o meu bem-estar. Não virei outra pessoa devido ao meu corpo", afirmou em entrevista ao Gshow, . Segundo ela, a luta contra a gordofobia segue atravessando sua trajetória. "O problema nunca foi o meu corpo, e sim como a sociedade trata corpos fora do padrão."A influenciadora também rebate a ideia de que sua relação com o próprio corpo tenha sido marcada por rejeição. "Nunca odiei o meu corpo. Aprendi a respeitar em todas as fases", disse. Para ela, o momento atual reflete uma consciência maior sobre suas necessidades e cuidados com a saúde, sem que isso apague sua identidade ou suas convicções. "Não existe um único caminho. Cada pessoa precisa ser respeitada na sua realidade, no seu corpo e nas suas decisões." Com a perda de peso, Thais avalia a possibilidade de realizar uma cirurgia reparadora, mas descarta que a decisão seja motivada por estética. Ela afirma que ainda discute o tema com a equipe médica e que não há pressa.A rotina também mudou. Thais passou a cuidar da alimentação com acompanhamento profissional e tem se aventurado na cozinha, apostando em receitas simples e equilibradas. Ao mesmo tempo, diz não se alimentar com restrições radicais. Com mais de 4 milhões de seguidores, Thais reconhece o peso de sua visibilidade, especialmente entre mulheres gordas. Ela afirma que usa o espaço para reforçar mensagens de respeito, dignidade e autonomia sobre o próprio corpo.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS.

MC Ryan diz à polícia que tem renda mensal de R$ 1,5 milhão e nega crimes.

 

Funkeiro afirmou à Polícia Federal que renda vem de shows, publicidade e empresas próprias e disse não ter conhecimento de movimentações ilegais; investigação apura esquema bilionário de lavagem de dinheiro ligado a apostas e rifas.

Ryan Santana dos Santos, o MC Ryan SP, afirmou à PF (Polícia Federal) ter renda mensal de cerca de R$ 1,5 milhão e negou envolvimento em crimes financeiros em depoimento prestado no âmbito de uma investigação que apura um esquema de lavagem de dinheiro de R$ 1,6 bilhão ligado a apostas e rifas ilegais.À PF, o funkeiro declarou que suas receitas vêm de "patrocínios de bets legalizadas, shows, royalties de plataformas digitais" e de empresas próprias no ramo musical. Também afirmou que "não tem conhecimento da movimentação de valores em espécie ou criptoativos" envolvendo suas contas ou empresas.O artista foi preso em 15 de Abril, mesma data em que também foram detidos Marlon Brendon Coelho Couto Silva, o MC Poze do Rodo, e Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, além de outras 29 pessoas. A reportagem buscou contato da defesa do MC Ryan, o advogado Felipe Cassimiro via mensagem, mas não obteve retorno nesta terça-feira (28). Em ocasiões anteriores, a defesa tinha negado a prática de crimes pelo artista. No depoimento, Ryan negou "a existência de movimentações bancárias de valores ilícitos" e que "toda essa movimentação bancária  é regularmente declarada à Receita Federal". Segundo ele, contas pessoais e empresariais seguem as obrigações fiscais, com entrega regular de declarações. A investigação aponta a existência de uma organização criminosa estruturada para lavar dinheiro de apostas e rifas ilegais. Do total de R$ 1,6 bilhão, aproximadamente R$ 790 milhões teriam origem em valores de apostadores, repasses de facções criminosas e depósitos em espécie sem identificação. Durante o interrogatório, o cantor detalhou sua estrutura financeira. Disse ser proprietário de empresas ligadas à sua carreira, incluindo a Bololo Records Entretenimentos, voltada ao agenciamento de artistas, além da Mc Ryan SP Produção Artística Ltda e de uma holding patrimonial. Segundo ele, essas empresas concentram receitas de shows, publicidade e direitos autorais. Ryan declarou possuir imóveis avaliados em milhões de reais, como a casa onde mora, além de apartamentos e uma chácara em Goiás. Também mencionou veículos de alto padrão. Conforme o depoimento, todos os bens estão declarados no imposto de renda.Questionado sobre movimentações financeiras, afirmou não ter ciência de operações com dinheiro em espécie ou criptoativos, como usdt, nem participação em grupos de mensagens voltados a remessas de valores. Ele negou práticas investigadas, como fracionamento de valores, uso de interpostas pessoas (laranjas), compensações informais e transporte de dinheiro em espécie, além de qualquer movimentação ilícita em suas contas. Sobre transferências de menor valor, disse que, "por questões operacionais bancárias e de preservação", repassa quantias a colaboradores para pagamento de despesas de produção musical, como contratação de modelos e custos de gravação, funcionando como reembolso. Outro ponto citado pela PF envolve o volume de microtransações via Pix. Segundo o cantor, esses valores podem estar ligados a pagamentos por publicidade de apostas e a transferências feitas por fãs. O depoimento também menciona o uso de contas de terceiros. Ryan afirmou que, por limitações operacionais bancárias, utiliza contas de colaboradores para realizar pagamentos ligados à sua atividade, com posterior compensação, e negou qualquer relação com ocultação de recursos. O artista afirmou ainda não se recordar de diversas empresas citadas no inquérito, ligadas a setores como tecnologia, pagamentos, publicidade e consultoria, mas disse que algumas podem estar relacionadas a contratos de publicidade, especialmente com casas de apostas.Em relação a operações específicas, atribuiu movimentações apontadas pelos investigadores a atividades profissionais. Citou o recebimento de R$ 4,4 milhões como parte da venda de um imóvel, em negócio que, segundo ele, foi declarado à Receita Federal. No mesmo inquérito, Marlon Brendon Coelho Couto Silva, o MC Poze do Rodo, optou por permanecer em silêncio durante o depoimento. OPERAÇÃO A decisão aponta que o grupo teria movimentado valores em escala bilionária. O esquema usava empresas, contas de terceiros e mecanismos de fragmentação de transferências para dar aparência de legalidade aos recursos. Os elementos mais recentes indicam que a atuação do grupo seguiu ativa até pouco antes da operação. Dados do Coaf e diálogos extraídos da nuvem vinculada ao contador Rodrigo Morgado, também investigado, apontam movimentações ao longo do segundo semestre de 2025, inclusive em Dezembro. A investigação que embasa a operação desta semana é um desdobramento da Operação Narco Bet, deflagrada em outubro do ano passado, quando Morgado já havia sido preso sob suspeita de atuar na lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas por meio de apostas online.Investigações anteriores indicam que ele exerceria papel central na engrenagem financeira do esquema, atuando como intermediador na movimentação de recursos, inclusive com uso de contas de terceiros, empresas e criptoativos.FONTE FAMA AO MINUTO NOTICIAS

Copa: veja lista de jogadores lesionados e situação nas seleções.

Brasil já tem desfalques confirmados e atletas em recuperação, enquanto outras seleções também lidam com problemas físicos a poucas semanas do Mundial; lista reúne principais nomes afetados e o cenário atual de cada equipe.

A pouco mais de um mês da Copa do Mundo, o Seleção Brasileira enfrenta um cenário de preocupação com desfalques importantes por lesão. A comissão técnica já sabe que não poderá contar com Rodrygo e Éder Militão, ambos fora do torneio. Outros nomes relevantes, como Estêvão, Raphinha e Alisson, ainda tentam se recuperar a tempo.Rodrygo sofreu rompimento de ligamento no joelho em março e está fora da Copa, enquanto Militão teve uma lesão muscular na coxa que exigirá cirurgia. O lateral Vanderson também passou por procedimento cirúrgico e tem poucas chances de participar do Mundial. Já Estêvão se recupera de problema muscular, enquanto Raphinha e Alisson devem retornar aos gramados ainda em Maio. A situação não é exclusiva do Brasil. Diversas seleções chegam pressionadas por problemas físicos de jogadores-chave. Na Seleção da Alemanha, Serge Gnabry está fora da Copa por lesão na coxa. A Seleção da França perdeu Hugo Ekitiké, que rompeu o tendão de Aquiles, enquanto Kylian Mbappé trata uma lesão muscular, mas deve estar disponível a tempo do torneio. Na Seleção da Espanha, Lamine Yamal está fora do restante da temporada por lesão na coxa, embora exista expectativa de retorno para a Copa. Rodri também se recupera de um problema na virilha e deve voltar em breve. A Seleção da Holanda não poderá contar com Xavi Simons, que sofreu ruptura de ligamento. Memphis Depay está em fase de transição física e pode retornar a tempo. Na Seleção de Portugal, Rúben Dias se recupera de lesão na coxa e deve estar disponível. Já na Seleção da Argentina, Cristian Romero trata um problema no joelho. A Seleção da Croácia monitora a recuperação de Luka Modrić, que sofreu lesão no rosto. Na Seleção da Turquia, Arda Güler também tenta se recuperar de problema muscular. Por fim, a Seleção do Uruguai aguarda a evolução de Joaquín Piquerez, que passou por cirurgia e corre contra o tempo para disputar o Mundial.Com o torneio se aproximando, a condição física dos principais atletas se tornou um dos principais fatores de atenção para as seleções.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

 

Macron alfineta Rei Charles: 'EUA falariam francês? Seria chique!'

Emmanuel Macron deixou uma breve mensagem na rede social X onde comentou as palavras do rei Charles III. Em discurso nos Estados Unidos, o monarca afirmou, em tom de brincadeira, que "se não fosse por nós, vocês falariam francês"

Emmanuel Macron comentou, esta quarta-feira (29), as palavras de Charles III, durante um discurso nos Estados Unidos - onde o monarca se encontra em visita oficial. O britânico afirmou que, "se não fosse por nós, vocês [os Estados Unidos] falariam francês", o que levou o presidente de França a 'reagir', deixando uma mensagem na rede social X: "Isso seria chique!"Acompanhando o post, Macron deixou ainda um breve vídeo do momento, ocorrido no jantar de Estado, na terça-feira, na Casa Branca, no qual Charles III 'provocou' Donald Trump. "Recentemente comentou, presidente, que se não fosse pelos Estados Unidos, os países europeus falariam alemão", começou dizendo o monarca, acrescentando em seguida: "Me atrevo a dizer que, se não fosse por nós [Reino Unido], vocês falariam francês".  Este momento 'arrancou' muitas risadas dos presentes. Veja abaixo a publicação de Emmanuel Macron:Na mesma ocasião, o Rei Charles III prestou homenagem a Trump e à primeira-dama, Melania Trump, pela "coragem e firmeza", bem como aos agentes do Serviço Secreto que responderam durante o atentado ocorrido no jantar dos correspondentes da Casa Branca, no último sábado, no hotel Hilton. A visita do monarca é marcada por atritos entre Washington e Londres, sobretudo devido às críticas de Trump ao governo britânico por não se querer envolver militarmente na guerra com o Irã e na reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado parcialmente pela República Islâmica.FONTE MUNDO AO MINUTO NOTICIAS.

Pedágio: como pedir reembolso de multas após mudanças no sistema.

Motoristas poderão regularizar débitos sem multa por evasão e solicitar devolução de valores pagos após quitar a tarifa; governo também ampliou prazos e prometeu integração das cobranças ao aplicativo da CNH para facilitar consulta e pagamento.

Motoristas multados no sistema de pedágio eletrônico, antes conhecido como “free flow”, poderão solicitar a devolução de valores pagos e regularizar pendências sem novas penalidades após o pacote de mudanças anunciado pelo governo federal nesta terça-feira (28).As medidas, detalhadas pelo Contran e pelo Ministério dos Transportes, preveem a suspensão de cerca de 3,4 milhões de multas por 200 dias, além da ampliação do prazo para pagamento das tarifas e novas regras para ressarcimento. Durante esse período, o motorista poderá quitar apenas o valor do pedágio, sem a multa por evasão, que gira em torno de R$ 195 e é considerada infração grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, com cinco pontos na CNH. Como pedir o reembolso Quem já pagou a multa poderá solicitar o dinheiro de volta, mas o processo não é automático. Primeiro, é necessário regularizar o débito original, pagando a tarifa de pedágio dentro do prazo de 200 dias. Depois disso, o motorista deve protocolar um pedido administrativo no órgão responsável pela autuação: Rodovias federais: solicitação à ANTT Rodovias estaduais: pedido ao Detran ou ao DER do estado Será preciso apresentar comprovantes de pagamento da tarifa e documentos da infração. O processo inclui etapas como defesa junto ao órgão autuador, recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) e, em alguns casos, nova análise pelo Cetran. Pontos na CNH Após quitar a tarifa, o motorista poderá pedir a devolução da multa e a retirada dos pontos da CNH, desde que comprove a regularização conforme as novas regras. Integração e mudanças no sistema O governo também determinou que, em até 100 dias, as concessionárias integrem seus sistemas à Senatran. Com isso, as cobranças passarão a aparecer diretamente no aplicativo da CNH, permitindo consulta e pagamento em um único ambiente.Outra mudança é o abandono do termo “free flow”. O sistema passa a ser chamado oficialmente de pedágio eletrônico, com sinalização padronizada nas rodovias para evitar dúvidas dos motoristas. Falhas reconhecidas Durante o anúncio, o ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que as mudanças buscam corrigir falhas na comunicação do modelo. “A comunicação feita pelo governo, pelas concessionárias e pelas empresas de meio de pagamento não foi eficiente o suficiente para a população entender o que estava acontecendo”, declarou. Implantado no Brasil a partir de 2023, o sistema permite a cobrança automática de pedágio sem cancelas, por meio de câmeras e sensores que identificam os veículos em movimento.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Guerra no Irã pressiona custos da construção civil no Brasil.

Dados recentes mostram que a alta já aparece nos indicadores. O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) acelerou 1,04% em abril, após registrar alta de 0,36% em março, refletindo o encarecimento de insumos para as obras, em movimento associado à disparada do petróleo e seus efeitos sobre combustíveis e logística global.

A escalada da guerra no Irã pressiona os custos da construção civil no Brasil, com impacto disseminado sobre materiais, fretes e planejamento das obras, mas sem sinais, por ora, de desabastecimento.Dados recentes mostram que a alta já aparece nos indicadores. O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) acelerou 1,04% em abril, após registrar alta de 0,36% em março, refletindo o encarecimento de insumos para as obras, em movimento associado à disparada do petróleo e seus efeitos sobre combustíveis e logística global. A inflação preocupa construtores que vão da incorporação imobiliária às obras de infraestrutura. Para o mercado imobiliário, os preços mais altos chegam em um ano em quem especialistas projetavam um cenário de recuperação, impulsionado por um pacote de medidas governamentais e uma expectativa de queda gradual da taxa dos financiamentos. Esses aumentos também colidem com o esforço do governo Lula de ampliar o acesso ao financiamento imobiliário. Em março, o conselho curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou a ampliação da renda máxima das famílias elegíveis ao Minha Casa, Minha Vida e do teto dos imóveis que podem ser financiados pelo programa, que é uma vitrine eleitoral de gestões petistas. "O INCC de Abril mostrou que [a guerra] já está impactando no preço dos produtos. A tendência parece ser um fato e o [INCC] de maio ser impactado também", diz Dionysio Klavdianos, vice-presidente de inovação da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). "Temos ouvido relatos de aumentos de até 30%. Se isso persistir, haverá impacto no custo das obras e, posteriormente, no preço dos imóveis." O barril de petróleo do tipo Brent, referência internacional, se aproxima de US$ 115 (cerca de R$ 572) em meio à deterioração das relações entre Estados Unidos e Irã e às ameaças envolvendo o estreito de Hormuz -por onde passam cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. Os dados do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) apontam que os principais aumentos em abril ocorreram em itens como massa de concreto, cimento, tubos e conexões de PVC -derivados de petróleo-, além de vergalhões e arames de aço ao carbono.Em abril, o preço do alumínio atingiu o maior valor em quatro anos em meio à guerra no Irã. O Oriente Médio é responsável por cerca de 9% da oferta global do metal. Pelo menos três casas de análise de ações -BTG Pactual, Itaú BBA e Santander- disseram em relatórios divulgados recentemente que os custos pós-guerra podem mexer com as perspectivas do setor. Analistas do BTG Pactual afirmaram que os preços mais alto de materiais como concreto, PVC e alumínio ainda não foram integralmente incorporados aos índices de inflação do setor. O principal risco, de acordo com os analistas, é que as incorporadoras precisem elevar o preço dos imóveis, o que afetaria a demanda dos consumidores. "Estamos ficando mais cautelosos em relação a incorporadoras, particularmente com as de baixa renda", afirmaram os analistas do BBA. No início de abril, dez entidades da construção civil enviaram ofícios à Casa Civil e aos ministérios da Fazenda, do Planejamento e das Relações Institucionais pedindo medidas emergenciais diante da disparada dos preços de insumos. A proposta inclui a criação de um normativo temporário que estabeleça uma referência para a variação dos índices contratuais -em patamar considerado "justo e suportável"- e permita reajustes mensais enquanto durar o cenário de exceção. Além de derivados do petróleo, o preço dos combustíveis também está em alta, impactando diretamente no valor do frete e pressionando toda a cadeia da construção. "O impacto mais imediato é no frete, devido ao diesel. E o frete tem peso relevante, porque é assim que os materiais chegam às obras", diz Klavdianos. Para tentar conter a alta do diesel, o governo federal criou uma série de medidas, incluindo isenção de impostos federais e incentivo à importação. Apesar da alta dos custos, a construção civil descarta, neste momento, uma crise de oferta semelhante à observada durante a pandemia. "Não há falta de materiais e não tem nada paralelo com o que houve na pandemia. Agora, as fábricas estão funcionando. Conseguimos trabalhar", diz Klavdianos. O presidente do SindusCon-SP, Yorki Estefan, afirma que o impacto atual é predominantemente de custo, não de oferta, ao longo da cadeia produtiva. Materiais como resinas, polímeros e tintas também já registram alta. O principal problema, segundo o setor, é a imprevisibilidade. A volatilidade internacional dificulta o planejamento financeiro das empresas, a formação de preços e a negociação com fornecedores. O setor, que opera com ciclos longos, depende de maior estabilidade para precificar lançamentos e contratos. Há ainda limitações estruturais que agravam a exposição ao cenário externo. Diferentemente de outros setores, a construção civil tem baixa capacidade de estocagem. Insumos como concreto e aço são adquiridos conforme o avanço das obras, o que reduz a possibilidade de antecipar compras e proteger margens. Mesmo assim, empresas com maior capacidade financeira vêm tentando se antecipar. "Quem tem caixa e consegue armazenar está antecipando compras para formar estoque", afirma Klavdianos. Os custos mais recentes da construção ainda não aparecem nos imóveis que estão sendo entregues, porque esses empreendimentos foram orçados e vendidos há dois ou três anos, quando insumos, mão de obra e crédito estavam em patamares menores. A alta atual, porém, já altera a conta dos novos projetos. Com materiais mais caros, fretes pressionados e maior incerteza no planejamento, incorporadores tendem a rever lançamentos, enxugar margens ou repassar preços, o que pode encarecer as próximas entregas e reduzir o ritmo de obras se o cenário se mantiver por tempo prolongado. Segundo os analistas do Santander, os balanços das incorporadoras do primeiro trimestre, que começam a ser divulgados nesta semana, devem mostrar que as empresas começam a incluir o preço mais alto do petróleo em seus custos, até mesmo com revisão de orçamentos. Muitas empresas têm buscado se defender da escalada de preços. "As construtoras têm resistido a pedidos de reajuste sem comprovação clara de aumento nos custos de produção, solicitado esclarecimentos aos fornecedores e buscado trazer os reajustes para patamares mais equilibrados, além de redobrar a atenção ao planejamento diante da volatilidade", diz Estefan, do SindusCon-SP.FONTE ECONOMIA AO MINUTO NOTICIAS.

Médico desvenda segredos de Cristiano Ronaldo: "Manchester era terrível"

Jesús Olmo Navas trabalhou com Cristiano Ronaldo, no Real Madrid, e assume que, já na época, considerava que "Leo Messi, Marcelo e até Gareth Bale eram mais talentosos", mas não tinham a sua "capacidade de treino".

Jesús Olmo Navas ocupou o cargo de responsável pelo departamento clínico do Real Madrid entre 2013 e 2017 e, em uma longa entrevista ao jornal britânico The Sun, revelou alguns dos principais “segredos” de Cristiano Ronaldo. Segundo ele, o craque só chegou ao topo graças à enorme dedicação ao treinamento individual.“Ele tem muito talento, mas não era o jogador mais talentoso que já vi. Para mim, Messi, Marcelo e até Gareth Bale eram mais talentosos. Mas o Cristiano tinha algo diferente: a capacidade de treinar. Tudo começou no Manchester United”, afirmou o especialista, que hoje tem sua própria clínica em Londres. “Ele costumava me dizer: ‘Comecei a treinar sozinho quando fui para Manchester, porque via o tempo ruim e não tinha mais nada para fazer. É uma cidade terrível. O que eu podia fazer?’. Então começou a treinar por conta própria. Treinava com a equipe por 45 minutos e depois sozinho por três ou quatro horas em casa, onde tinha estrutura de treino”, acrescentou. Segundo Olmo, essa prática não era comum na época: “Hoje em dia vemos nas redes sociais muitos jogadores com treinadores pessoais, mas naquela época só Ronaldo e Sergio Ramos faziam isso. Depois, isso se espalhou por toda a equipe — e é por isso que éramos tão bons”. Ele destacou ainda a cultura competitiva dentro do elenco: “Os jogadores competiam entre si para jogar no fim de semana. Se você cria essa mentalidade em um grande clube, ganha tudo. Quando o PSG tinha Messi, Neymar e Mbappé, eu dizia que era uma bagunça”. “Eles jogavam no fim de semana apenas pelo nome. Não havia cultura de esforço”, completou Olmo, que participou de conquistas importantes do clube, como três Ligas dos Campeões, três Supercopas da UEFA, dois Mundiais de Clubes, um Campeonato Espanhol, uma Copa do Rei e uma Supercopa da Espanha. A trajetória de Cristiano Ronaldo no Real Madrid Revelado pelo Sporting, Cristiano Ronaldo chegou ao Real Madrid no verão de 2009, vindo do Manchester United, por cerca de 100 milhões de euros — valor que, na época, fez dele o jogador mais caro da história do futebol. O português atuou pelo clube por nove temporadas, nas quais marcou 450 gols e deu 120 assistências em 438 jogos oficiais. Durante esse período, conquistou quatro Ligas dos Campeões, duas Supercopas da UEFA, três Mundiais de Clubes, dois Campeonatos Espanhóis, duas Copas do Rei e duas Supercopas da Espanha. A despedida do Santiago Bernabéu aconteceu em 2018, quando foi vendido à Juventus por mais de 100 milhões de euros. Depois, retornou ao Manchester United em uma passagem pouco marcante e, posteriormente, se transferiu para a Arábia Saudita, onde atualmente joga pelo Al Nassr.FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Hulk se despede do Atlético Mineiro em lágrimas: "Não é fácil"

"Se, um dia, perguntarem quem eu fui de verdade, não olhem só para os números nem para os títulos", diz Hulk, após rescisão de contrato com o Atlético Mineiro.

Hulk recorreu às redes sociais na noite de sexta-feira para publicar um vídeo no qual não escondeu a emoção ao se despedir do Atlético Mineiro, clube que defendia desde 2021 e pelo qual somou 140 gols e 55 assistências em 309 jogos oficiais.O ex-jogador do FC Porto rescindiu o contrato com o clube em comum acordo e, com lágrimas nos olhos, deixou um pedido emocionado: “Se, um dia, perguntarem quem eu fui de verdade, não olhem apenas para os números nem para os títulos. Olhem para a forma como vivi cada jogo, porque é ali, em cada lance, em cada gol...”FONTE ESPORTE AO MINUTO NOTICIAS.

Asteroide a caminho da Terra pode acertar a Lua.

 

A zona se estende do norte da América do Sul até a Ásia.

A NASA afirma que as chances do asteroide conhecido como 2024 YR atingir a Terra foram praticamente eliminadas, mas agora é um pouco mais provável que ele colida com a Lua do que se pensava anteriormente.Inicialmente, o asteroide tinha uma chance mínima de impactar a Terra em 2032, mas a NASA reduziu essa probabilidade para apenas 0,004%. No entanto, a agência atualizou suas previsões, revelando que as chances de o asteroide atingir a Lua em 22 de Dezembro de 2032 aumentaram de 1,7% para 3,8%. Como a Lua não possui atmosfera, uma colisão poderia gerar uma enorme cratera, lançando detritos para o espaço. Especialistas sugerem que, se o 2024 YR4 atingir a Lua, alguns fragmentos poderão cair de volta para a Terra. A NASA continuará monitorando a rocha espacial, com a possibilidade de revisar seu risco de impacto com a Terra, à medida que mais informações estiverem disponíveis. Mas de onde veio o asteroide? E qual será seu papel no futuro do nosso planeta? Clique nesta galeria para descobrir.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

É seguro ferver a água duas vezes? Há algo que precisa saber.

Hábito comum pode alterar a composição da água e concentrar substâncias indesejáveis ao longo do tempo. Especialistas explicam quando o consumo pode representar risco e orientam sobre cuidados ao ferver e armazenar a água.

Reaquecer a água que já foi fervida é um hábito comum, mas que pode levantar algumas dúvidas e até riscos. Embora muitas pessoas façam isso no dia a dia sem preocupação, especialistas apontam que existem fatores importantes a considerar.De acordo com o site ThoughtCo, o efeito de ferver a água novamente depende do tipo de água utilizado. “Se tiver água perfeitamente pura, como a destilada, nada acontecerá se a ferver novamente. No entanto, a água comum contém gases e minerais dissolvidos. A composição química da água altera-se quando a ferve, pois isso elimina os compostos voláteis e os gases dissolvidos.” À primeira vista, essa mudança pode parecer positiva, mas o cenário pode se alterar com o tempo e a repetição do processo. “Se ferver a água por muito tempo ou fervê-la novamente, corre o risco de concentrar certos produtos químicos indesejáveis que podem estar presentes na água. Exemplos disso são nitratos e flúor.” Uma dúvida frequente é se a água fervida mais de uma vez pode causar câncer. Segundo especialistas citados pelo ThoughtCo, a preocupação não é totalmente infundada. “Essa preocupação não é infundada. Embora a água fervida em si não seja prejudicial, o aumento da concentração de substâncias tóxicas pode representar um risco para certas doenças, incluindo o cancro.” Os especialistas também mencionam estudos que relacionam o consumo excessivo de certos compostos a problemas de saúde. “A ingestão excessiva de nitratos tem sido associada à metahemoglobinemia e a certos tipos de cancro, tal como a exposição ao arsénico.” Além disso, o acúmulo de sais e minerais pode estar ligado a problemas renais. Outro ponto de atenção é quando a água evapora completamente durante o aquecimento. “O ideal é não deixar a água evaporar completamente, pois isso concentra minerais e contaminantes. Se precisar de ferver a água novamente, é melhor fazê-lo uma ou duas vezes, em vez de tornar-se num hábito.” Grupos específicos devem ter ainda mais cautela. “Mulheres grávidas e pessoas com risco de certas doenças podem preferir evitar ferver a água novamente, em vez de correr o risco de concentrar substâncias químicas perigosas na água.”Além disso, a limpeza da chaleira também é essencial para evitar o acúmulo de resíduos, como o calcário, que pode ser ingerido junto com a água. O vinagre é um dos métodos mais conhecidos para higienização, mas há outras alternativas eficazes. Uma delas é utilizar soluções naturais e aquecer na própria chaleira. “Depois disto, basta enxaguar a chaleira com água fria e usar um pano seco, uma esponja para limpar o interior e remover quaisquer vestígios de calcário que possam permanecer”, orientam especialistas. Outra opção é o uso de limão. Basta colocar rodelas na água e levar à fervura algumas vezes, deixando esfriar antes de enxaguar. “O sumo de limão é um dos melhores produtos de limpeza naturais. As suas propriedades de ácido cítrico tornam-no numa ótima opção para limpar a chaleira.”FONTE LIFESTYLE AO MINUTO NOTICIAS.

Novo CEO da Apple terá de lidar com dois (grandes) desafios.

John Ternus assumirá o cargo de CEO da Apple no mês de Setembro e terá, desde logo, de lidar com dois grandes desafios enquanto novo líder da empresa de forma a manter a boa "saúde" da empresa.

Será em setembro deste ano que John Ternus assumirá o cargo de novo CEO da Apple e, de acordo com o Financial Times, o novo líder da “empresa da maçã” já terá dois grandes desafios pela frente.O primeiro desafio será o aumento no preço da memória RAM e de outros componentes, o que tem levado várias empresas a reajustar os preços de seus dispositivos eletrônicos. Segundo a publicação, até pouco tempo a memória RAM representava cerca de 10% do custo final de um iPhone, mas, com os aumentos recentes, esse valor pode chegar a até 45% do preço final. Diante disso, Ternus terá que decidir se a Apple absorve esse custo, reduzindo sua margem de lucro, ou se repassa o aumento aos consumidores, correndo o risco de afetar as vendas. O segundo desafio está na diversificação dos locais de produção dos produtos da Apple. Embora a maior parte dos dispositivos ainda seja fabricada na China e na Índia, nos últimos anos aumentou a pressão dos Estados Unidos para que a empresa também amplie sua produção em território americano. No passado, o atual CEO Tim Cook conseguiu equilibrar essa situação com boas relações políticas, inclusive durante o governo Trump. Agora, resta saber como Ternus conseguirá manter esse equilíbrio sem prejudicar a imagem da Apple nos EUA ou na China. Novo CEO quer superar antecessor O ano de 2026 marcará a chegada de um novo CEO à Apple. Após 15 anos sob a liderança de Tim Cook, a empresa passará a ser comandada por John Ternus, que atualmente ocupa o cargo de vice-presidente sênior de engenharia de hardware. Ternus já deverá assumir oficialmente durante o evento anual da Apple, em setembro, ocasião em que a empresa deve apresentar seu primeiro smartphone dobrável — provisoriamente chamado de iPhone Fold ou iPhone Ultra. Esse lançamento deve ser apenas o início de uma série de novidades. Segundo a Bloomberg, a Apple planeja entrar em cerca de dez novas categorias de produtos nos próximos anos. “[John] Ternus está se preparando para uma verdadeira avalanche de produtos”, afirma a publicação, destacando que ele pode levar a Apple a explorar mais categorias do que Tim Cook ao longo de seus 15 anos no comando. “Com o iPhone dobrável e outros lançamentos, a empresa poderá entrar em aproximadamente dez novas categorias, o que permitiria a Ternus superar rapidamente seu antecessor nesse aspecto.” Vale lembrar que, sob a liderança de Cook, a Apple entrou em poucas novas categorias: relógios inteligentes, fones de ouvido sem fio e dispositivos de realidade virtual e aumentada, com o Apple Watch, os AirPods e o Vision Pro, respectivamente.FONTE TECH AO MINUTO NOTICIAS.

Fim da escala 6x1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país.

  Em São Paulo as centrais sindicais já definiram suas programações. O fim da escala 6x1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centra...